Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.
Quarta-feira, 16 de Maio de 2012
VINHOS DE LISBOA GANHAM 8 MEDALHAS DE OURO E 20 MEDALHAS DE PRATA NO CONCURSO DE BRUXELAS

Os Vinhos de Lisboa voltaram a brilhar num dos mais prestigiados concursos vínicos do mundo – o Concours Mondial de Bruxelles – ao conquistarem 8 das 93 medalhas de ouro entregues a vinhos portugueses e ainda 20 de prata, anunciou ontem a organização da prova, este ano decorrida em Guimarães entre 4 e 6 de Maio.

Os 8 Vinhos de Lisboa, premiados com Medalhas de Ouro foram os seguintes:

v    Casa Santos Lima Branco 2011 e Tinto 2009

v    Chocapalha Tinto 2009

v    Lab Rosado 2011

v    Memória Tinto 2009

v    Morgado Sta Catherina Barnco 2010

v    Quinta das Carrafouchas Tinto 2009

v    Vinhas do Lasso Branco 2010

Este ano, a 19ª edição do Concours Mondial de Bruxelles envolveu a participação de cerca de 8400 néctares, 925 dos quais oriundos de Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 17:59
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OURÉM VAI JUNTAR TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS NA FREGUESIA DO OLIVAL



publicado por Carlos Gomes às 17:33
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CÂMARA MUNICIPAL DE OURÉM APROVA VOTO DE PESAR PELO FALECIMENTO DO CINEASTA FERNANDO LOPES

A Câmara Municipal de Ourém aprovou ontem, por unanimidade, o voto de pesar pelo recente falecimento do cineasta Fernando Lopes.

VOTO DE PESAR

"Na qualidade de Presidente do Município de Ourém, dirijo-me à Dr.ª Maria João Seixas e mais familiares do Realizador Fernando Lopes para expressar tristeza e pesar pela sua morte.

Manifestamos solidariedade neste momento de perda para o País e, em particular para Ourém, que muito beneficiou da sua vida, como homem que com os oureenses, partilhou vivências, durante a infância e em adulto, e enquanto Realizador que, com a sua magnífica obra mais contribuiu para dignificar este Concelho tornando-o culturalmente mais rico.

Preservamos as importantes memórias com que Fernando Lopes nos deixou com a sua visita ao Concelho no dia 20 de junho de 2011, ocasião em que Ourém teve o grato prazer de lhe atribuir a medalha de ouro do Município, e de registar o seguinte testemunho com que nos honrou: “Esta distinção é uma espécie de flashback de quando era menino e moço”.

Reiterando o nosso lamento, apresentamos os mais respeitosos cumprimentos,

O Presidente da Câmara

Paulo Fonseca"



publicado por Carlos Gomes às 13:19
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MUNICÍPIO DE OURÉM APROVA VOTO DE LOUVOR AO CENTRO DESPORTIVO DE FÁTIMA

A Câmara Municipal de Ourém aprovou ontem, por unanimidade, um voto de louvor apresentado pelo vereador sr. nazareno do Carmo, dirigido à Comissão Administrativa do Centro Desportivo de Fátima pela subida do clube ao primeiro lugar da sua série da II Divisão Nacional.

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Voto de louvor

Atendendo aos tempos difíceis que vivemos e as reconhecidas dificuldades atravessadas pelos corpos directivos, no caso a Comissão Administrativa do Centro Desportivo de Fátima, venho assim, propor á Câmara Municipal que aprove um voto de louvor, pela forma digna com que a mesma desempenhou as suas funções, levando o Clube mais uma vez a patamares de nível nacional, com a equipa sénior de futebol a qualificar-se em primeiro lugar da sua série da II Divisão Nacional.

Resta agora apostar na subida à II Liga, que fazemos votos que se verifique, embora fique, desde já, o reconhecimento pela forma como, mais uma vez, projectaram bem alto o nome do Concelho de Ourém.

Ourém, 14 de Maio de 2012

O Vereador

Pelouro de Fátima

Nazareno do Carmo



publicado por Carlos Gomes às 10:56
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EM 1944, DEPUTADO NUNES TEIXEIRA EVOCA NA ASSEMBLEIA NACIONAL A FIGURA DE D. NUNO ÁLVARES PEREIRA

O deputado Salvador Nunes Teixeira foi muito provavelmente aquele que, na tribuna parlamentar, mais pugnou pela consagração de D. Nuno Álvares Pereira, pela sua canonização e pela construção de um monumento na capital em sua homenagem.

Salvador Teixeira era natural de Cernache de Bonjardim, no Concelho da Sertã, localidade que se atribui ter sido onde nasceu o Santo Condestável. Oficial do Exército onde atingiu o posto de Tenente-coronel, integrou o Corpo Expedicionário Português durante a Primeira Grande Guerra. Foi Presidente da Câmara Municipal de Bragança e Governador Civil do Distrito de Bragança. Era Vice-presidente da Comissão Distrital de Bragança da União Nacional, professor no Liceu Emídio Garcia e Comandante da Legião Portuguesa.

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Na sessão de 30 de março de 1944, da Assembleia Nacional, sob a presidência de José Alberto dos Reis, profere o seguinte discurso:

“Sr. Presidente: prosseguem as comemorações nacionais condestabrianas, cuja iniciativa partiu da Ala do Santo Condestável, organismo orientado pelo são amor da Pátria, «não movido de prémio vil», e cujos fins são: só propaganda e intensificação de tudo que tenda a veneração de Nuno Alvares como Santo e como Herói, no empenho de que todo o povo português volte a admirar e honrar o maior dos seus filhos e o conhecimento das suas grandes virtudes e benemerências sirva de estímulo e lição eficazes as modernas gerações.

As referidas comemorações são acompanhadas, pelo menos em espirito, por todos os Portugueses que se honram de o ser.

Sr. Presidente: estou certo de que a Assembleia Nacional, legitima representante da Nação, a elas se associa, porque elas visam a exaltar um dos maiores Portugueses de todos os tempos.

E que D. Nuno Álvares Pereira, como condutor de homens, tinha o prestigio que atrai; o conhecimento das pessoas que sabem insinuar-se tocando cada um a tecla respectiva, a sagacidade, a correcção, as boas maneiras, que desarmam os contraries e frustram incompatibilidades. Como patriota tinha a fé inabalável na vitalidade da Pátria, na sua finalidade histórica e nos seus altos destinos.

de armas as imensas riquezas dadas pela magnificência régia em recompensa dos seus grandes serviços militares.

Como general, tinha a visão nítida, rápida, enérgica, genial, que desconcerta o inimigo e o vence pelo ineditismo dos seus pianos, atraindo-lhe partidários, envolvendo-lhe a memória na lenda sugestiva da invencibilidade. E, para completar, tinha a auréola da santidade conferida pela voz publica, mais tarde sancionada pela Igreja, que o levou a desprezar as maiores honras e riquezas que o mundo pode conceder, amortalhando-se em vida na pobre cela de um convento, onde desempenhou os mais rudes mesteres, como se fosse o mais obscuro dos frades, sem nunca aceitar cargo algum de mando!

Sintetizando direi, com Camões: s0 grande Pereira, em quem se encerra todo o valor»

Sr. Presidente: por isso foi escolhido para patrono da infantaria e da mocidade portuguesa masculina.

Em 23 de Janeiro de 1918 o Sumo Pontifica Bento XV deu a sua concordância ao rescrito da Sagrada Congregação dos Ritos, segundo o qual devia ser confirmado o culto prestado pelos Portugueses e pela Ordem Carmelita, em todo o mundo, ao Santo Condestável D. Nuno Álvares Pereira.

$E o que fez a Nação Portuguesa para homenagear condignamente tam grande herói, apesar de volvidos já mais de cinco séculos após a sua morte terrena?

É Já lhe foi erigido monumento condigno, que estimulasse os Portugueses a servir devotadamente a sua Pátria?

E de feriado nacional algum dia dos muitos que ele inscrevem na história?

Na toponímia das nossas cidades e vilas figura profusamente o sen nome?

A resposta a estas preguntas é de molde a avivar os nossos brios patrióticos.

Acontece que a lei n.º 1:012, de 13 de Agosto de 1920, determinava que anualmente fossem celebradas, em 14 de Agosto, aniversário da batalha de Aljubarrota, os feitos de Nuno Álvares Pereira, festa do patriotismo, e que fosse levantado em sua honra e por subscrição pública um monumento com a seguinte legenda: «A Nuno Alvares Pereira-Defensor da independência nacional- A Pátria reconhecida, e, em 14 de Agosto de 1925, com toda a possível solenidade, se realizou a cerimónia do lançamento da primeira pedra para o referido monumento, sob a presidência do Chefe do Estado, com discursos, leitura e assinatura do auto, depósito de moedas em circulação, desfile de tropas, etc., e a mencionada lei ficou letra morta.

Quase mais nada se tem feito do que as comemorações promovidas pela extinta Cruzada de Nuno Alvares, pela Ala do Santo Condestável e pela infantaria de Portugal no dia da sua arma, justamente em coincidência com o aniversário do sen aparecimento nos campos de Aljubarrota.

Ao meu conhecimento só chegou a existência de ruas com o nome do Herói e Santo na terra da sua naturalidade - Cernache do Bom jardim- e em Bragança, sendo nesta cidade apenas desde 20 de Novembro de 1943.

Sr. Presidente: por tudo isto e por muito mais que e escusado dizer, julgo interpretar o desejo da Assembleia Nacional e traduzir uma verdadeira aspiração de to dos os Portugueses ao solicitar agora ao Governo da Nação, que, sob a égide do Estado Novo, vem realizando, nos domingos espiritual e material, uma transformação miraculosa de Portugal, que, com a maior urgência possível, faça:

Erigir na capital do Império um monumento condigno ao grande Herói e Santo D. Nuno Álvares Pereira;

Providenciar por que o local do seu nascimento, nos Paços do Bomjardim, seja assinalado com um paços ou obelisco;

Rever os feriados nacionais por forma que neles seja incluído o dia 14 de Agosto.

E aos municípios de Portugal dirijo rum apelo no sentido de incluírem, sem demora, na toponímia dos principais aglomerados populacionais das suas áreas o nome daquele egrégio português.”



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Terça-feira, 15 de Maio de 2012
GRUPO DE TEATRO APOLLO APRESENTA “JANTAR DE IDIOTAS” EM TOMAR

XVI Mostra de Teatro de Cem Soldos

Mais dois bons espectáculos

O Auditório de Cem Soldos voltou a encher na noite de sábado, 12 de maio, para mais um espectáculo da XVI edição da Mostra de Teatro de Cem Soldos.

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Às 21:30 horas o grupo tomarense oficina de Teatro da Canto Firme sentou no mesmo palco Adolf Hitler, Mahatma Ghandi e Maria Antonieta para um debate. Os três personagens partilharam o palco com um moderador que conduziu o debate durante uma hora.

No domingo dia 13 de maio um espectáculo dedicado às crianças preencheu a tarde. A Loja dos Brinquedos foi o espectáculo apresentado pela Contacto, Companhia de Teatro Água Corrente, de Ovar.

A XVI edição da mostra de Teatro de Cem Soldos recebe o próximo espectáculo dia 26 de maio. Nesse dia o Grupo de Teatro Apollo, de Pêras Ruivas, Ourém apresenta “Jantar de Idiotas”, uma comédia para todas as idades.

Fonte: http://ultimacto-teatro.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 21:48
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JORNALISTAS POLACOS VISITAM OURÉM

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, recebeu no passado sábado, no Centro Histórico de Ourém, a visita de um grupo de jornalistas de turismo polacos que vieram assistir às cerimónias religiosas de 12 e 13 de maio, em Fátima. Esta iniciativa insere-se na estratégia de internacionalização que vem sendo seguida pelo Município de Ourém e, como referiu o autarca, constitui “Uma forma de dar a conhecer o concelho, para poder ser projetado na Polónia”.

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Numa organização do GAPAE, em parceria com o Turismo de Portugal, dinamizou-se um programa de visita que incluiu ainda o Centro Histórico e um almoço na Ucharia do Conde.

Os jornalistas, grande parte deles pela primeira vez em Portugal, tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos recursos turísticos complementares ao Turismo Religioso e mostraram-se muito interessados em perceber as motivações dos peregrinos.

De salientar que o mercado polaco encontra-se entre os três primeiros de onde provêm maior número de visitantes a Fátima.



publicado por Carlos Gomes às 18:14
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OURÉM COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

No próximo dia 18 de Maio, pelas 21h30, a Casa do Administrador abre portas para mais uma inauguração, desta vez com a exposição: da casa de Ourém ao Km 110.

Esta exibição do Museu Municipal, participada por vários oureenses, decorre da doação do acervo da Casa de Ourém em Lisboa ao Município e convida-nos a percorrer 70 anos de história deste lar de oureenses. Fá-lo através da recriação física de um ambiente familiar, que nos oferece informação e diversão, tal qual a última Casa de Ourém, sediada na Av.ª Almirante Reis.

Ao longo de 6 meses, as fotografias, os cartões de sócios, as correspondências, os troféus e os móveis irão conviver com a mesa de muitas conversas, com os baralhos de cartas, os jogos de tabuleiros, ou mesmo os matraquilhos, ao dispor de todos os cidadãos!

É neste espírito que no próximo dia 18 esta casa estreia dentro de outra casa com o seguinte programa:

- Apresentação pública da Exposição temporária: da casa de Ourém ao Km 110.

- Lançamento da plataforma digital on-line do acervo documental da Casa de Ourém, da responsabilidade do Arquivo Municipal

- Apresentação do Site do Museu Municipal

- 1.º Torneio de matraquilhos no Museu, com um prémio para a equipa vencedora!

- Um brinde ao dia internacional dos museus com vinho de honra da casa e gastronomia local!



publicado por Carlos Gomes às 18:04
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OURÉM: VEREADORES DO PSD CONGRATULAM-SE COM A ABERTURA AO TRÁFEGO DO IC9, MAS...

Os Vereadores do PSD da Câmara Municipal de Ourém apresentaram na última reunião uma Declaração Política relativa à abertura ao tráfego do IC9.

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DECLARAÇÃO POLITÍCA

Congratulamo-nos com a recente abertura ao tráfego do IC9. Uma velha aspiração dos Ourienses, que apesar de não corresponder inteiramente aos nossos anseios, vem colmatar uma lacuna existente no nosso concelho há muitos anos.

Existem, no entanto, algumas situações a que se deve dar atenção para melhorar a utilização desta via.

Antes da mais a necessidade de uma ligação à A1 de forma a ligar o norte do concelho de Ourém ao principal eixo rodoviário do país.

Constatamos que a sinalização existente no IC 9 está desajustada às necessidades, nomeadamente no nó de Alburitel onde não existe qualquer referência a Ourém, à semelhança do que acontece no nó do Escandarão. Sugerimos que seja colocada uma placa de indicação com Ourém Este no nó de Alburitel.

Deveria também existir uma referência ao Agroal e à Zona Industrial de Ourém no nó de acesso do Pinheiro.

Também não se entende que não exista qualquer referência ao IC9 em qualquer ponto do concelho.

Ourém, 15 de Maio de 2012

Os Vereadores do PSD



publicado por Carlos Gomes às 15:25
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“FÁTIMA DEVE SER CONSIDERADO NÃO SÓ UM LUGAR DE FÉ MAS TAMBÉM DE CULTURA”

- Afirmou D. Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura

Peregrinação Internacional Aniversaria de maio de 2012

Terminada a peregrinação internacional aniversaria de maio de 2012, informamos que a principal informação, documentação e estatísticas da peregrinação está a ser disponibilizada na página oficial do Santuário de Fátima.

Destaquem-se as palavras de D. Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, que presidiu à peregrinação e que, após o final das celebrações, na tarde do dia 13, escreveu, em italiano, no Livro de Honra do Santuário de Fátima: “Com grande emoção pela experiência verdadeiramente única de espiritualidade, de intensidade humana, de acolhimento festivo, vivida em Fátima, um grande abraço na sombra da presença serena de Maria”.

À sua chegada a Fátima, na tarde de 12 de maio, em declarações aos jornalistas, D. Gianfranco Ravasi afirmou que "Fátima deve ser considerado não só um lugar de fé mas também de cultura".

"A cultura não é só a experiência artística, mas também a experiência de um povo", afirmou sublinhando que "a nossa cultura tem como estrela polar, por um lado, a Bíblia, e a tradição cristã, por outro", disse.

Em termos concretos, os apelos do Cardeal Gianfranco Ravasi exortaram a uma “fraternidade operativa”.

“Não devemos ter medo de sujar as mãos, ajudando os miseráveis da terra: para que servirá ter as mãos limpas, se as temos no bolso”, afirmou na homilia da missa do dia 13 de maio.

"Lembremo-nos uns dos outros, unidos na mesma fé e na comunhão de afetos, para além das distâncias e das dificuldades das línguas. Esta noite, regressado a Roma, da minha janela, que dá para a basílica, para a cúpula de São Pedro e para a residência do Papa Bento XVI, do qual sou colaborador, confiarei a Deus o nosso encontro", disse, na mesma homilia.

Durante esta peregrinação estiveram em Fátima, segundo as entidades oficiais, 300 mil peregrinos.

Muitos foram também os que acompanharam à distância as celebrações ou que visitaram a página oficial do Santuário de Fátima na Internet www.fatima.pt. No dia 13 de maio esta página registou 42.972 visitas.

As celebrações da peregrinação, na integra ou em parte, foram ainda transmitidas em direto por vários órgãos de comunicação. A partir de Fátima ou com ligação a Fátima transmitiram em direto: RTP, TVI, SIC Internacional, TV Canção Nova, María Visión (Espanha), Telepace (tv de Itália), Kephas TV (Alemanha / Áustria / Suíça), Giovanni Paolo TV (de Parma/Itália), Rádio Renascença, Rádio Sim, Rádio Canção Nova, Radio Nuestra Señora del Encuentro con Dios (Espanha), Rádio Espérance (França) e Rádio Maria Hungria.

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 15:13
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TREINADOR DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO VAI A CAMINHO DE FÁTIMA

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Vítor Pereira, o treinador principal do Futebol Clube do Porto, partiu de Espinho em peregrinação, a pé, ao Santuário de Fátima. Ao que tudo leva a crer, trata-se do cumprimento de uma promessa relacionada com a conquista do título de campeão nacional no seu primeiro ano como treinador da equipa portista.



publicado por Carlos Gomes às 14:17
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MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA OFERECE CARTÃO DE DESCONTO

O «Tó Zé» e a «Inês», dois divertidos fantoches, serão os guias no Museu de Arte Sacra e Etnologia (MASE), em Fátima, dos grupos de crianças entre os cinco e os 12 anos que queiram visitar o espaço na sexta-feira, 18 de maio. O publico em geral terá a possibilidade de conhecer também o museu e andar pelos bastidores, sem ter que pagar entrada, numa iniciativa integrada nas comemorações do Dia Internacional e Noite dos Museus.

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No mesmo dia, a partir das 18h00, será apresentado pela Liga de Amigos do MASE o de livro infanto-juvenil «Aristides, o semeador de estrelas», com a presença da autora, Ana Cristina Luz e netos do antigo Cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, Aristides de Sousa Mendes, que concedeu cerca de 30 mil vistos e salvou dezenas de milhares de vidas durante a Segunda Guerra Mundial.

Sábado, dia 19, o museu junta-se ao projeto europeu «Noite dos Museus» e, tal como outros espaços na Europa, estará de portas abertas à noite. Estão previstas duas visitas guiadas às exposições, à luz de lanterna, como momentos musicais a cargo do Conservatório de Musica de Ourém e Fátima. A primeira visita, com duração aproximada de uma hora, está marcada para as 21h35. Aos visitantes será oferecido um cartão que dá direito a 20% de desconto na próxima entrada.

Texto Francisco Pedro | Foto Ana Paula

Fonte: http://www.fatimamissionaria.pt/



publicado por Carlos Gomes às 13:53
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OURÉM: FREIXIANDA FESTEJA ANIVERSÁRIO DOS SEUS BOMBEIROS



publicado por Carlos Gomes às 00:54
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OURÉM RECEBE ANA LAÍNS



publicado por Carlos Gomes às 00:04
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
"MOTHER VINE: A MÁTRIA DO VINHO" NOMEADO PARA O MAIOR FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA SOBRE VINHOS

O documentário “Mother Vine”, do realizador Ken Payton, acaba de ser nomeado oficialmente para o Festival International Oenovideo, considerado o maior Festival Internacional de filmes sobre vinhos que se vai realizar na Suíça entre os próximos dias 31 de maio e de junho.

Lembramos que este filme documental em relação ao qual o AUREN tem vindo a fazer notícia, vai ser exibido no próximo dia 26 de maio, no Museu Municipal de Ourém.

Uma vez mais, a Quinta do Montalto e o seu gestor, o sr. André Gonçalves Pereira, estão de parabéns, afirmando internacionalmente a superior qualidade dos vinhos produzidos em Ourém.

Por sua gentileza que agradecemos, transcrevemos a mensagem recebida do sr. Henri Laurent Arnould, director do Festival Oenovideo, a informar da distinção recebida.

“Bonjour, Comme vous le savez votre film a été officiellement nominé et il sera diffusé dans la cadre de la Sélection Officielle du Festival International Oenovideo 2012 du 31 mai au 3 juin 2012 à Aigle, Suisse.  Le Grand Jury 2012 est présidé par Claude Brasseur, acteur français de renommée internationale. A l'issue des projections le Dimanche 3 juin, les films primés 2012 seront dévoilés.  Veuillez trouver ci-joint le logo "OFFICIAL SELECTION Oenovideo 2012" que vous pouvez donc dés maintenant faire figurer librement sur vos affiches, site web et supports de présentation de votre film.  Nous finalisons ces jours-ci les supports de présentation des films nominés, pourriez-vous donc nous faire parvenir au plus vite ( avant mardi 15 mai) une sélection de visuels en haute définition pour illustrer la présentation de votre film sur le site web du Festival et sur le programme papier "l'Officiel du Festival" à l'adresse mail suivant oenovideo@mail.oeno.tm.fr

Henri Laurent Arnould, directeur du Festival Oenovideo”



publicado por Carlos Gomes às 18:55
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CENTRO DE NOVAS OPORTUNIDADES DA INSIGNARE PRESENTE NO MERCADO DE OURÉM

Como forma de divulgação da sua atividade o CNO da INSIGNARE estará, todas as quintas-feiras, no Mercado Municipal de Ourém a prestar informações sobre a obtenção do 4.º, 6.º, 9.º ou 12.º ano escolaridade e a efetuar inscrições.

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O primeiro dia desta iniciativa foi o dia 3 de Maio e os elementos da equipa presentes distribuíram informação inerente ao CNO e prestaram informações relativamente ao processo RVCC, obtendo algumas inscrições.

O processo RVCC (Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências) é um processo que permite às pessoas que não conseguiram concluir os seus estudos, obter uma qualificação escolar de 4.º, 6.º, 9.º ou 12.º ano utilizando os conhecimentos que foram obtendo ao longo da sua vida de trabalho, familiar, de tempos livres, inseridos na comunidade, em grupos culturais e recreativos e em tantas outras situações de vida.

Pretende-se com esta iniciativa, para além de divulgar a atividade do CNO, efetuar inscrições de pessoas para início do processo RVCC e/ou encaminhamento para outras ofertas de formação. A iniciativa irá estender-se ao longo dos próximos meses de maio, junho e julho.


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publicado por Carlos Gomes às 17:54
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OURÉM REALIZA II MILHA URBANA



publicado por Carlos Gomes às 16:01
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OURÉM EXPÕE FOTOGRAFIA NO AGROAL



publicado por Carlos Gomes às 15:47
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OURÉM EXIBE "MOTHER VINE: A MÁTRIA DO VINHO"



publicado por Carlos Gomes às 14:43
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OURÉM NO BLOGUE DA REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL

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Ourém foi desta vez referência no Blog da Real Associação da Beira Litoral, em http://realbeiralitoral.blogspot.pt/.O artigo publicado no AUREN “Ourém é terra nobre de velhos pergaminhos que honra a História e respeita a tradição”, é transcrito naquele blogue monárquico.

A Real Associação da Beira Litoral é a organização da Causa Real que agrupa localmente os monárquicos dos concelhos da região, mormente de Ourém. A Causa Real é, conforme se menciona nos seus estatutos, “uma associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica e tem por missão a defesa do ideal monárquico, da Instituição Real e no limite a Restauração da Monarquia em Portugal, reconhecendo que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe venha a suceder como Chefe da Casa Real.”



publicado por Carlos Gomes às 09:07
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BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE OURÉM VÃO REALIZAR CORTEJO DE OFERENDAS

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publicado por Carlos Gomes às 05:28
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CLUBE ATLÉTICO OURIENSE ORGANIZA TORNEIO DE FUTEBOL DURANTE 12 HORAS CONSECUTIVAS



publicado por Carlos Gomes às 01:20
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OURÉM: GONDEMARIA REALIZA RAIDBTT ROTA SANTA MARTA



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Domingo, 13 de Maio de 2012
LUCIANO PAVAROTTI E BONO VOX (U2) CANTAM AVÉ-MARIA


publicado por Carlos Gomes às 14:13
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AS CELEBRAÇÕES DO DIA 13 DE MAIO EM MACAU

13 de Maio: Fátima

Fátima é uma cidade portuguesa, sede de freguesia, subdivisão do concelho de Ourém, com 71,29 km² de área e 11 596 habitantes (2011). Densidade: 162,7 hab/km². Pertence ao Distrito de Santarém, na região Centro (depois da extinta/antiga Vale do Tejo) e sub-região do Médio Tejo. Sua fama mundial se deve ao fato de que, em 13 de Maio de 1917, a Virgem Maria apareceu aos pastorinhos, na forma de Nossa Senhora de Fátima.

A nível eclesiástico, a cidade é simultâneamente sede de diocese com a cidade de Leiria. O nome foi modificado pelo papa João Paulo II a 13 de Maio de 1984. A única paróquia existente na cidade tem como orago Nossa Senhora dos Prazeres. A freguesia da Serra, como era originalmente conhecida fora desmembrada da Colegiada de Ourém no ano de 1568.

HISTÓRIA

O nome da cidade (antigamente aldeia e depois vila) vem do nome árabe Fátima  (Fāţimah, Árabe: فاطمة ). Existe o conto não confirmado que a topónomo deriva de uma princesa moura local de nome Fátima que, depois de haver sido capturada pelo exército cristão durante a Reconquista, foi dada em casamento a um conde de Ourém. Aceitando o cristianismo, foi baptizada recebendo o nome de Oriana em 1158. Às terras serranas o conde deu o nome de Terras de Fátima, em memória dos seus ancestrais, e ao condado o nome de Oriana, depois Ourém.

Tornou-se mundialmente conhecida pelaa aparições marianas aos três pastorinhos (Lúcia, e seus primos Francisco Marto e Jacinta Marto)s, que aí tiveram lugar entre 13 de Maio e 13 de Outubro de 1917, no lugar da Cova da Iria. A construção do Santuário de Fátima trouxe desenvolvimento ao local, logrando ser elevada a cidade em 12 de Julho de 1997.

Fonte - Enciclopédia livre

 

A imagem de Nossa Senhora de Fátima em casa do articulista, sua esposa, embora sendo chinesa, é católica praticante.

Todos os anos de realiza a procissão de Nossa Senhora de Fátima em Macau, saindo da Igreja de S. Domingos seguinda para a Igreja da Penha, passando defronte da casa do articulista.

Em Macau existe a Igreja de Nossa Senhora de Fátima.

Na Igreja de Nossa Senhora de Fátima em Bangkok igualmente se realiza uma missa e uma pequena procissão em redor da igreja, à qual ocorrem milhares de fiéis.

A imagem de Nossa Senhora de Fátima na igreja com o mesmo nome, em Bangkok

PARTICULARIDADES

Além da famosa cidade de Fátima sita no concelho de Ourém em Portugal, existem mais quatro locais, no Brasil com o nome de FÁTIMA:

FÁTIMA - Estado da Bahia

FÁTIMA - Estado de Tocantis

FÁTIMA - Bairro de Joinville

FÁTIMA - Cachoeira dos Indios - Paraíba.

Todos os habitantes destas localidades o seu gentilico é FATIMENSE. 

O articulista e sua família, sempre que vão a Portugal, um dos locais a visitar é FÁTIMA.

Fonte: http://cambetabangkokmacau.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 13:00
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ELVIS PRESLEY CANTOU "O MILAGRE DO ROSÁRIO" DE FÁTIMA


publicado por Carlos Gomes às 10:14
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BOMBEIROS DE CAXARIAS COMEMORAM 29 ANOS DE EXISTÊNCIA



publicado por Carlos Gomes às 10:02
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ELVIS PRESLEY CANTOU A NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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Quadro de Salvador Dali alusivo às aparições de Fátima

Em 1971 o rei do 'rock' gravou uma canção dedicada a Nossa Senhora

ELVIS CANTA FÁTIMA

No dia 15 de Maio de 1971, Elvis Presley entrou no estúdio para gravar o disco “Elvis Now”. Entre as inúmeras músicas que tinha à sua disposição, houve uma que o rei do “rock’n’roll” fez questão de utilizar: “The miracle of the rosary of our lady of Fátima”, de Lee Denson, uma das pessoas que mais o ajudou quando começou a carreira.

A canção, dedicada a Nossa Senhora do Rosário de Fátima, foi escrita em 1960, quando Denson se aproximou do catolicismo. Mas a história de “The Miracle of the Rosary” só foi contada há pouco tempo pelo autor da letra e da música.

Começa com o casamento de Lee com Mary. Ele pertencia à igreja Baptista e ela era uma fervorosa católica, que rezava todos os dias o terço, conforme Nossa Senhora de Fátima tinha pedido quando apareceu aos três pastorinhos na Cova de Iria, em 1917. Só que começou a descurar a fé, devido às inúmeras viagens que o marido - músico profissional - era obrigado a efectuar.

O terço que uma amiga lhe trouxe de Fátima chegou mesmo a desaparecer. Apesar de ter vasculhado a casa de alto a baixo, Mary não o encontrou.

Até que, na noite de 13 de Outubro de 1960, quando o casal regressou a casa, após mais um concerto de Lee, o terço apareceu: estava aberto no seu estojo, em cima de uma almofada na cama. Ficaram perplexos. Tinham a certeza de que ninguém tinha entrado em casa enquanto estiveram fora. Mas resolveram dormir. Porém, a meio da noite, acordaram de repente: Mary, através de um toque suave nos lábios, e Lee, por causa de um som que se assemelhava a um sino. Sentiram ainda uma força eléctrica passar pelos corpos enquanto dormiam. Trocaram impressões sobre o que havia sucedido. Concluiram que só podia ter sido um milagre. Mary atribuiu-o logo a Nossa Senhora de Fátima. Lee, que não era católico, passou a ser crente - embora só tivesse sido baptizado em 11 de Julho de 1964 - e juntou-se à mulher quando esta rezou o terço.

Na manhã seguinte, resolveram ir à missa. E ouviram o padre dizer que Nossa Senhora de Fátima todos os dias opera milagres na vida de cada um e que poucos lhe agradecem, ou páram para pensar no que lhes aconteceu. Tentaram discutir o tema após a cerimónia religiosa e não o conseguiram. Segundo Lee, ele e a mulher foram os únicos a ouvir tais palavras. Cada vez mais perplexo, o músico não voltou a dormir descansado. Só o passou a fazer depois de ter escrito uma música dedicada a Nossa Senhora de Fátima.

Quando pensou num artista que a gravasse, de modo a dar uma grande projecção aos milagres de Fátima, Denson pensou no amigo Elvis Presley, que na altura já era uma das maiores celebridades da música mundial. Contudo, decidiu esperar até 1967, ano do 50.º aniversário das Aparições de Fátima, aproveitando também a vinda do Papa Paulo VI a Portugal.

Conversou com o amigo, mas este respondeu-lhe que tinha a agenda demasiado preenchida. A canção esteve na gaveta até 1971.

Denson, entretanto, abandonou a carreira artística para se dedicar à igreja, em Memphis. Em 1978 cantou “The Miracle of the Rosary” numa missa. A igreja encheu-se de perfume de rosas, perante a estupefacção dos fiéis, entre eles o arcebispo panamiano Tomas Clavel, que considerou aquele sinal como “milagroso”.

Algum tempo depois, o Papa Paulo VI, abençoou a canção e todas as pessoas que a ouvissem, cantada por Elvis Presley ou Lee Denson.

Uma guitarra em vez da bicicleta

Lee Denson conheceu Elvis quando a família Presley trocou a cidade-natal, Tupelo, por Memphis, em 1947. Na altura, o futuro rei do “rock’n’roll” vivia numa situação de extrema pobreza. A casa [da avó materna, Minie Mae Hood] onde habitava, no n.º 572 da Poplar Street, tinha apenas dois quartos, mas albergava 15 famílias em permanência.

Perante um quadro tão negro, os pais de Lee, o pastor evangelista JJ Denson e a mulher Mattie, que geriam uma associação de solidariedade do tipo “sopa dos pobres”, foram determinantes na ajuda à família de Presley. Até emprego conseguiram para o pai de Elvis. E em Janeiro de 1948 arranjaram mesmo aos Presley uma casa no bairro de Lauderdale, no n.º 185 de Winchester Road. Apesar de só ter dois quartos, era únicamente para o clã Presley. E a renda era acessível: 35 dólares por mês.

Segundo Lee Denson, Elvis tinha, aos 12 anos, muita dificuldade em arranjar amigos. Na escola, um dos professores chegou ao ponto de lhe chamar “menino da mamã”, por usar brilhantina e ter uma popa no cabelo. Na hora das brincadeiras de rua mostrava-se sempre alheado. Um dos seus passatempos preferidos consistia em ficar especado a ver e ouvir Lee Denson e os amigos tocarem guitarra.

Apesar de só ter 13 anos, Lee era já um dos profissionais da música mais respeitados na zona sul de Memphis. Um dia, Lee disse a Elvis que um dos caminhos para tirar a família da miséria poderia passar pela música. Elvis respondeu-lhe que tinha medo de cantar em público e recusava-se a tocar com os amigos de Lee. Mas ficou a matutar na ideia. E, por influência do amigo, no Natal de 1948 solicitou à mãe que, em vez da bicicleta já pedida, lhe oferecesse uma guitarra.

Lee foi o primeiro professor de Elvis e depressa percebeu que havia magia na voz do amigo. Não se enganou. Pouco tempo depois, cada vez que o ex-pobre miúdo de Memphis aparecia numa festa havia multidões a aplaudi-lo.

EDITADO EM 1972

A canção “The Miracle of the Rosary” foi gravada em 1971, mas só apareceu nas discotecas em 1972, no LP “Elvis Now”. Quando interpretava o tema para os amigos, Elvis, apesar de não ser católico, terminava a canção com a oração Avé Maria.

EX-FUNCIONÁRIA DA CIA

A história da canção “Miracle of the Rosary” chegou a Portugal através da devota de Fátima, a norte-americana Armentine Keller. Ex-funcionária da CIA, em Menphis, contou-a a Carlos Evaristo, presidente da Fundação Oureana, e produtor do Elvisfest, que se realiza sexta-feira, em Ourém.

DALI PINTOU MILAGRE

Salvador Dali cobrou 15 mil dólares, em 1960, para pintar um quadro sobre as aparições na Cova de Iria. Quem o contratou foi um ex-crente da Igreja Baptista, conhecido de Lee Denson, que se converteu ao catolicismo, depois de tomar conhecimento da mensagem de Fátima.

A CANÇÃO

The Miracle of the Rosary

“Oh Blessed Mother we pray to Thee.

Thanks for The Miracle of The Rosary.

Only You, can hold Back your Holy Son’s hand,

long enough for the whole world to understand.

Hail Mary, full of grace,

The Lord is with you.

Blesseed art Thou among women,

and blessed is the fruit

of Thy Womb Jesus.

Oh Holy Mary, Dear Mother of God,

please pray for us sinners,

Now and at the hour

of our death.

And thanks once again,

for the Miracle

of Your Rosary”

TRADUÇÃO

“Ó Mãe Santíssima,

nós vos rezamos.

Obrigado pelo Vosso

Milagre do Rosário

[Paz no Mundo].

Só Vós pudestes suster

a Mão do Vosso Filho

Sagrado

durante o tempo suficiente para o Mundo

compreender

[mensagem de Fátima].

Avé Maria, cheia de graça,

o Senhor é Convosco,

bendita sois Vós

entre as mulheres,

e bendito é o fruto

do Vosso Ventre Jesus.

Ó Santa Maria,

Querida Mãe de Deus,

rogai por nós pecadores, agora e na hora

da nossa morte.

E mais uma vez agradeço

pelo Milagre

do Vosso Rosário.”

Fonte: Correio da Manhã, 12 de Agosto de 2002



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EM 1967, DEPUTADO NUNES BARATA EVOCA NA ASSEMBLEIA NACIONAL O CINQUENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA NA COVA DA IRIA

Em 1967, ocorreram as comemorações do Cinquentenário das Aparições de Nossa Senhora aos Videntes de Fátima. Na sessão de 8 de março daquele ano da Assembleia Nacional, presidida por Mário de Figueiredo, proferiu o deputado Fernando Nunes Barata um brilhante discurso no qual fez uma retrospetiva histórica do culto mariano e das relações entre o Estado e a Igreja no nosso país, à luz do pensamento da época.

Pelo seu interesse histórico associado às comemorações do Centenário das Aparições que decorrem até 2017, recuperamos do Diário das Sessões a referida intervenção.

Sr. Presidente, Srs. Deputados. Vai a nação portuguesa comemorar o cinquentenário das aparições de Fátima. Eis um acontecimento extraordinário não só pela relevância que tem no plano religioso, mas ainda por suas repercussões nos campos político e social. Fátima não vale apenas como afirmação do sobrenatural e de fé. Garante e testemunha a unidade espiritual dos Portugueses. Projecta-se no mundo, como apelo à paz e à concórdia Fátima é, como tão expressivamente se tem acentuado, altar do mundo.

Não será deste modo despropositado que me ocupe nesta tribuna de tão importante ocorrência. Portugal foi sempre cristão. Portugal foi sempre mariano. Fátima insere-se na história de Portugal como «coisa séria». A fé ateada na Cova da Iria renovou espiritualmente a nação e daqui irradiou para os mais distantes cantos da Terra.

O Sr. Cardeal-Patriarca afirmou, no 25.º aniversário das aparições, que «não foi a Igreja que impôs Fátima, foi Fátima que se impôs à Igreja». Decorridos outros 25 anos, não só se confirma, como extraordinário vigor, tão luminosa síntese, como é possível, parafraseando-a acrescentar não foi Portugal que impôs Fátima, mas Fátima que levou a todo o mundo o nome de Portugal.

Sr. Presidente: A unidade religiosa do povo português tem sido a constante mais expressiva e operante ao longo de muitos séculos da nossa história. Portugal nasceu à sombra da Igreja e a maravilhosa lenda de Ourique é, um seu simbolismo, a bênção de Deus a um povo inteiramente devotado ao seu serviço. Surgiram posteriormente disputas entre os governantes de Portugal e Roma, por motivos de ordem temporal, mas a nossa magnífica unidade religiosa manteve-se a alentar a gesta da Expansão, a resistir aos estragos da Renascença e da Reforma, a superar o galicanismo de Pombal!

Este Portugal cristão foi sempre mariano Santa Maria de Guimarães recorda a fidelidade do conde D. Henrique nas vésperas do nascimento do reino. Terras de Santa Maria se chamaram os seus primeiros territórios e logo a nobre cidade do Porto passou à posteridade como cidade da Virgem. A gesta de Afonso Henriques semeou santuários marianos por todo o território e Santa Maria de Alcobaça foi uma das suas mais belas glórias e da cultura do Ocidente.

O culto de Imaculada Conceição, cujo dogma a Igreja só viria a definir no século XIX, encontrava já em 1320, no bispo de Coimbra, D. Raimundo, um egrégio defensor Corria o reinado de D. Dinis, o rei-poeta que compôs um cancioneiro em honra de Nossa Senhora.

A Universidade de Coimbra, ainda nesse século XIV, tomou, por deliberação própria o encargo de participar anualmente nas festividades da Senhora da Conceição.

Foi uma prática que el-rei D. Manuel louvou e confirmou-nos estatutos que deu à Universidade.

Com o Mestre de Avis, na hora decisiva do Aljubarrota, a Virgem é invocada formalmente como defensora do reino de Portugal. Na vigília da Assunção, os portugueses entregaram-se confiadamente a Nossa Senhora e o Condestável garantia que Ela «seria avogada por eles». Nossa Senhora da Vitória, na Batalha, é o cântico reconhecido, «ali cerca donde ela foi», pela consolidação da independência nacional.

Foi ainda D. João I quem compôs um livro de Horas de Santa Maria e toda a Ínclita Geração, tal como o Condestável, que viria a ser frei Nuno de santa Maria, foram exemplos vivos de fidelidade à Mãe de Deus. Zurara dá particularmente conta da devoção do infante D. Henrique e da casa de oração que mandou erguer «uma légua de Lisboa, a cerca do mar, onde se chama Restelo, cuja invocação se diz de Santa Maria de Belém». Foi aqui que oraram, os Cabras, os Gamas e os Albuquerques.

O sonho do primeiro império, o império do Norte de África, construiu-se sob a invocação de Nossa Senhora de África. Volvidos séculos, um poeta de fina sensibilidade e arreigado patriotismo, António Sardinhas, evocaria Nossa Senhora, a Conquistadora.

Santa Maria de África, morena,

Nossa Senhora épica da Raça,

Olhando o azul do Estreito, com que pena

Por ver que é outra gente que lá passa.

No eterno exílio a que se condena

Tem sempre a mesma lusitana graça!

Recorda em seu altar uma açucena,

Armada de bastão e de couraça!

Santa Maria de África, trigueira

Reinando sobre as ossadas portuguesas,

Guarda por nós o Algarve de Além-Mar!

Pode bem ser que Deus ainda queira

Que, à sombra dessas velhas fortalezas,

A tua voz volte a comandar!

Quando o desígnio do infante D. Henrique se transforma na realidade da Índia, D. Manuel faz substituir a modesta capela do Restelo pelo sumptuoso Mosteiro dos Jerónimos, dedicando a Santa Maria de Belém «toda esta máquina». As ilhas, as cidades, as montanhas, tudo o que os Portugueses descobriram, por onde passaram ou permaneceram, ficou perpetuando o seu culto a Santa Maria.

E quando Portugal sacode o jugo castelhano, e a Senhora da Conceição proclamada Padroeira de Portugal. As Cortes de 1646 foram mesmo mais longe. Nossa Senhora da Conceição ficou sendo não só a Padroeira, como «Rainha dos reinos e senhorias de Portugal». E desde que tal aconteceu nunca mais os monarcas portugueses puseram na cabeça a coroa real.

A Universidade de Coimbra, nas solenes festividades de 28 de Julho de 1646, jura defender o privilégio da Imaculada Conceição. «E para que com mais certo e durável sucesso este nosso voto se confirme, fazemos lei e estatuto (atenta a ordem de Sua Majestade) que valha e tenha força para sempre que em nenhum tempo seja admitido aos graus desta Universidade o que não fizer o mesmo juramento, obrigando-se pública e particularmente esta sentença e voto.»

E o juramento da Universidade manteve-se até à definição do Dogma em 1854. A reforma de Pombal manteve-o e, se foi esquecido no período de D. Pedro IV, logo com D. Maria II se aviva.

Eis como Costa Cabral, bem conhecido na sua filiação maçónica, fundamentava um pedido de D. Maria II, relacionado com a Conceição de Nossa Senhora: «A história eclesiástica de Portugal é a mais abundante em sucessos prodigiosos que afiançam o especial cuidado de Maria Santíssima sobre estes Reinos, que, por outra parte, são talvez os mais insignes da Europa em número de Santuários consagrados à Mãe de Deus. Há, porém, uma invocação da Santíssima Virgem, e vem a ser a da sua puríssima Imaculada Conceição, a qual aparece como ligada aos nossos mais gloriosos feitos políticos e militares. Foi esta invocação sob a qual o virtuoso Rei o Senhor D. Manuel enviou as suas armadas ao descobrimento de novas terras e foi ao patrocínio e poderosa protecção de Nossa Senhora, debaixo do mesmo augusto e glorioso título, que o Senhor Rei D. João IV encomendou a sua pessoa, os seus descendentes e o Trono, do Reino.»

E quando o Dogma é definido, logo no Sameiro se ergue um monumento à Virgem e na Penha, em Guimarães, se evoca o papa que ao mesmo se ligou.

O próprio Antero de Quental, superando as suas dúvidas, escreveria o maravilhoso soneto à Virgem Maria, joia a enriquecer os incontáveis tesouros da antologia mariana portuguesa, e o povo repetiria aquela luminosa quadra, composta não se sabe quando, mas que sintetiza uma crença toda devoção e sensibilidade:

No ventre da Virgem Maria

Encarnou divina graça:

Entrou e saiu por ela

Como o sol pela vidraça.

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Sr. Presidente: Muitos historiadores têm acentuado o carácter anticatólico da República de 1910. Já se afirmou que o movimento republicano se fez mais contra a Igreja que contra a monarquia. Culminava, de resto, um processo que tivera suas origens remotas no consulado de Pombal e próximas no drama sangrento da guerra civil. O papel desempenhado pelas associações secretas ao longo de todo este período foi decisivo e o decreto de 28 de Maio de 1834, de Joaquim António de Aguiar, extinguindo em Portugal e seus domínios todos os conventos, mosteiros, colégios, hospícios e quaisquer outras casas de religiosos regulares, representou, para muitos, uma vitória, embora efémera, do Triângulo sobre a Cruz.

As primeiras horas da República foram profanadas com o assalto, o saqueio, o incêndio de igrejas e casas religiosas, ao mesmo tempo que padres e freiras eram caçados como quem procura feras. Ainda hoje nos curvamos sobre a memória dos padres Fragues e Barros Gomes, mártires da agitação dementada.

Simultaneamente, o Governo Provisório tomava medidas mais dirigidas contra a religião da maioria dos Portugueses que destinadas a servir o progresso económico social ou a paz e a harmonia entre as populações. Em 8 de Outubro de 1910, é posta em vigor a legislação de Pombal e de Joaquim António de Aguiar sobre a expulsão dos jesuítas e a extinção das congregações religiosas; em 18 de Outubro, é abolido o juramento religioso em geral e, por decreto de 23 do mesmo mês, os juramentos tradicionais da Universidade de Coimbra; a 26 de Outubro, ordena-se que os dias até então considerados santificados sejam úteis e de trabalho para todos os efeitos; em 3 de Novembro, institui-se o divórcio e, a 14, suprime-se a cadeira de Direito Eclesiástico da Universidade de Coimbra; no dia 25 de Dezembro, reconhece-se a exclusiva validade do casamento civil e, a 31, decreta-se que os religiosos autorizados a viver em Portugal não poderão ensinar ou intervir na educação das crianças, nem usar hábito talar, sob pena de prisão, que poderia ser levada a cabo por «toda a pessoa do povo».

A Lei da Separação, de 20 de Abril de 1911, é a cúpula de todo este processo. Segundo a imprensa da época, Afonso Costa, num discurso no Grémio Lusitano, em 26 de Março de 1911, ao referir-se às suas linhas gerais, afirmou: «Está admiravelmente preparado o povo para receber essa lei e a acção da medida será tão salutar que em duas gerações terá eliminado completamente o catolicismo, que foi a maior causa da desgraçada situação em que se caiu...»

Quando, em 1917, começou a correr a notícia das aparições milagrosas a três crianças, num local determinado da serra de Aire, o País vivia horas de angústia. Às crises fundadas na agitação política, na divisão entre os Portugueses, no insucesso da política económica e financeira, juntavam-se as repercussões dolorosas da primeira grande guerra.

A nova das aparições breve se espalhou. Uns receberam-na com credulidade e devoção. Outros com escárnio e franca oposição. As autoridades eclesiásticas, com reserva, ou até grande cepticismo.

Está feita a história heroica de três humildes crianças que, arrostando graves ameaças e vexações, a ponto de aceitarem a morte para não traírem um segredo, se mantiveram sempre fiéis às palavras da primeira hora. Conhece--se a mudança íntima que se operou nestas almas, a beleza luminosa em que as duas mais jovens se doaram ao sacrifício para reparar os pecados alheios.

As multidões presenciaram sinais extraordinários, e ainda hoje o depoimento de Avelino de Almeida em O Século de 15 de Outubro de 1917 é uma evocação desapaixonada, até pela origem, do «milagre do Sol».

Fátima foi, depois disso, santuário de milagres físicos. Mais: como acentuou o episcopado português na pastoral colectiva de 1 de Fevereiro de 1942, de milagres morais.

70 000 peregrinos em 13 de Maio de 1923, 80 000 um ano depois, 100 000 em 1925, 400 000 em 1926, eis a expansão numérica de uma apoteose de luz que mereceu a Paul Claudel esta luminosa síntese: «Fátima é uma erupção brutal, quase escandalosa, do outro mundo, através das fronteiras agitadas do mundo terreno.»

Sr. Presidente: Acentua o ilustre historiador Costa Brochado, no seu livro Fátima à Luz da História, que com a subida ao Poder de Sidónio Pais se iniciou em Portugal uma nova era, caracterizada pela abolição do jacobinismo democrático em política e pela tolerância religiosa no que toca à vida espiritual da Nação.

Triunfante a revolução em 8 de Dezembro de 1917, ou seja, no Dia da Padroeira, o ano de governo de Sidónio Pais distinguiu-se por um conjunto de medidas tendentes a servir a paz religiosa. Logo em 9 de Dezembro. Sidónio Pais anulava, em nome da Junta Revolucionária, as penas impostas aos bispos pelos Governos da República. Em 22 de Dezembro, era anulada a interdição de residência imposta a ministros da religião católica e considerada sem efeito a proibição de exercício de culto em edifícios do Estado. Em 2 de Fevereiro de 1918, era revista a Lei da Separação, abolindo-se o beneplácito, a exigência de licença das autoridades para o exercício do culto, a fiscalização sobre os seminários, a proibição do uso de hábitos talares e as disposições que concediam a sobrevivência de pensões às «viúvas» e aos «filhos» dos padres pensionistas. Em 2 de, Março de 1918," foram autorizados os estabelecimentos de assistência a aceitar doações, heranças e legados sujeitos a encargos pios e culturais e, por portaria de 5 do mesmo mês, reabriam ao culto inúmeros templos que tinham sitio profanados e encerrados.

Encarou-se igualmente o restabelecimento das relações diplomáticas entre. Portugal e a Santa Sé. As negociações foram iniciadas em Madrid, entre o Dr. Egas Moniz, ao tempo nosso ministro naquela capital, e o núncio de Sua Santidade em Espanha. Em 10 de Julho de 1918, o Secretário dos Negócios Estrangeiros, Espírito Santo de Lima, fazia publicar no jornal oficial um diploma restabelecendo a Legação de Portugal na Santa Sé, ao mesmo tempo que era nomeado o núncio em Lisboa.

A presença do presidente Sidónio Pais em actos de culto católico retomou também uma tradição que a República interrompera. Foi assim em 15 de Maio de 1918, aquando das solenes exéquias por alma dos nossos soldados, em 14 de Novembro, no Te Deum em acção de graças pela vitória dos Aliados, e na própria manhã do dia em que foi assassinado, no sufrágio pelas almas dos marinheiros do caça-minas Augusto de Castilho.

O golpe vibrado por Sidónio Pais na demagogia maçónica segue-se imediatamente às aparições de Fátima e, mau grado o regresso, depois do seu assassínio, à desordem política, as relações oficiais entre a República e a Igreja não conheceram retrocesso.

Em finais de 1922, dois acontecimentos de relevo, pelo seu significado, testemunharam os novos propósitos: confirmava-se que o Ministro da Instrução, Leonardo Coimbra, pretendia levar ao Parlamento uma proposta de lei favorável à prática do ensino religioso nas escolas particulares; ultimaram-se as diligências para a cerimónia da imposição do barrete cardinalício - o que efectivamente veio a acontecer em 3 de Janeiro de 1923 — ao núncio apostólico, restabelecendo-se uma antiga prerrogativa dos chefes de Estado portugueses.

E, embora com o protesto indignado das alfurjas e a agitação da rua, em Fevereiro de 1926, o Chefe do Estado, Dr. Bernardino Machado, acompanhado de elementos do Governo, associava-se às comemorações do quarto aniversário da coroação de Pio XI na Sociedade de Geografia. Cunha Leal, o inspirado orador da ocasião, terminou a sua «defesa das liberdades que à Igreja são devidas» afirmando que «nenhum político digno deste nome pode recusar à Igreja em Portugal as regalias e a consideração a que tem direito».

Quando eclodiu o movimento de 28 de Maio, congregavam-se em Braga cerca de 60 000 católicos, por ocasião do mais imponente congresso mariano até então realizado em Portugal.

Passou à história a resposta de Gomes da Costa aos que o interrogaram sobre a possibilidade de prosseguir tão grandiosa manifestação de fé. Tais palavras anunciavam o espírito que posteriormente viria a presidir às relações entre a Igreja e o Estado.

A Concordata e o Acordo, Missionário de 1940, a que V. Ex.ª, Sr. Prof. Mário de Figueiredo, ficou tão insignemente ligado, são testemunhos eloquentes da nova era.

Vozes: — Muito bem!

O Orador: — «Não tivemos a intenção de reparar os últimos 30 anos da nossa história», afirmou o Sr. Prof. Oliveira Salazar, «mas de ir mais longe, c, no regresso à melhor tradição, reintegrar, sob este aspecto, Portugal na directriz tradicional dos seus destinos. Regressamos, com a força e a pujança de um Estado renascido, a uma das grandes fontes da vida nacional, e, sem deixarmos de ser do nosso tempo, por todo o progresso material e por todas as conquistas da civilização, somos, nos altos domínios da espiritualidade, os mesmos de há oito séculos.»

Depois da assinatura da Concordata, Fátima continua a ser cenário de manifestações grandiosas, ponto de convergência do povo cristão.

Em 1942, no 25.° Aniversário das aparições, Pio XII — o papa que assistiria à reposição do «milagre do sol» nos jardins do Vaticano — consagrou o mundo ao Imaculado Coração de Maria.

Em 1946, nó quarto centenário das Cortes Gerais de 1646, que haviam proclamado a Senhora da Conceição Padroeira do Reino e Bainha dos Portugueses, o legado do papa, cardeal Masella, perante 800 000 peregrinos, coroa a imagem que se venera na Capela das Aparições.

Em 1951, o cardeal Tedeschini, também como legado a laterc, preside ao encerramento do Ano Santo Mariano perante mais de um milhão de peregrinos.

Em 1964, já no pontificado de Paulo VI, é a Rosa de Ouro atribuída ao Santuário.

Nestes últimos 25 anos, príncipes da Igreja, entre os quais o futuro João XXIII, e governantes das nações oraram em Fátima. Peregrinos de todo o mundo afluíram à Cova da Iria e, renovados no perfume da Graça invisível, aprenderam que o Milagre de Fátima é também o Milagre de Portugal.

Mas a imagem da Senhora de Fátima transformou-se em peregrina do Mundo.

É uma expressão formal do universalismo da Mensagem de Fátima. Esta não se destina apenas a Portugal, ou mesmo à Igreja Católica. Dirige-se ainda aos cristãos separados, aos maometanos, enfim, a todos os homens.

«Fátima, explosão universal, representa, no colapso da vida moderna, o apelo sobrenatural às forças latentes da humanidade em declínio para que volte a matar a sede de justiça e de verdade nas fontes inalteráveis do Evangelho»

Sr. Presidente: Foi agora tornado público que o Papa Paulo VI designou o cardeal Costa Nunes como legado a latere nas cerimónias do cinquentenário das aparições.

Eis uma notícia que encheu de júbilo a cotação dos Portugueses. Mais uma vez o Santo Padre distingue particularmente Fátima e Portugal.

A circunstância de o cardeal Costa Nunes ser uma egrégia figura de português, com um passado devotado às missões, maior significado deu à encolha.

Mas isto não impede que, ao finalizai esta intervenção formule um grande voto o de que neste ano festivo tenhamos a felicidade de ver a pessoa de Paulo VI entre os peregrinos de Fátima.

Vozes: - Muito bem!

O Orador: -Creio que a Câmara me acompanha neste desejo e estou certo de que ele é compartilhado ardentemente por todos os portugueses.

Tenho dito



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Sábado, 12 de Maio de 2012
MÁSCARAS TRADICIONAIS DE PORTUGAL E ESPANHA DESFILAM EM LISBOA

Termina amanhã em Lisboa mais a VII edição do Festival Internacional Máscara Ibérica. Entre a Praça do Município e o Rossio, desfilaram hoje 24 grupos oriundos do Norte e Centro de Portugal, Galiza, León, Zamora, Cáceres, Astúrias, País Basco e Salamanca, pela primeira vez presente no desfile a par de Ílhavo, Piornal e Montehermoso de Cáceres.

A Mostra das Regiões apresentou-se mais uma vez em Lisboa, transformando-a durante quatro dias consecutivos numa montra de produtos regionais, artesanato e destinos turísticos. Os visitantes tiveram oportunidade de descobrir e adquirir algumas das mais tradicionais iguarias como o fumeiro, a doçaria regional e peças artesanais nacionais e espanholas, espalhadas por 25 espaços. Zamora e Cáceres (Patronatos de Turismo) são algumas das províncias de Espanha que trouxeram à capital os seus produtos típicos, a que se junta o espólio gastronómico, vinícola e artesanal da Serra da Estrela, Nordeste da Beira, Beira Interior Sul, Região Centro, Baião, Mirandela, Vales do Sousa e Tâmega, entre outras regiões.

O Rossio contou ainda com animação de rua, música e danças tradicionais, artesanato ao vivo, provas de produtos e, para os mais pequenos, um cantinho infantil, que inclui workshops de máscaras.

A organização aposta na componente musical. Concertos de música folk de raiz tradicional europeia com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. A animação de rua foi assegurada pela La Bandina e los Sidros de Valdesoto provenientes das Astúrias, as portuguesas Tradballs, Vaidecaja e Escola de ritmos Dumdumba, Altsasuko Inauteria do País Basco e Folión de Viana do Bolo da Galiza.

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A tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem, tem por objetivo a divulgação de um dos elementos mais característicos do folclore dos povos, concretamente as máscaras tradicionais, ajudando a compreender todo o ritual que lhe está associado, desde as suas origens pagãs às festividades do Entrudo tradicional. O costume da máscara é comum a todos os povos e a todas as regiões, embora em muitos casos tenha caído no esquecimento. A título de exemplo, no Minho perdura ainda a tradição dos cabeçudos e gigantones, fazendo-se acompanhar pelas arruadas dos zés-pereiras, dando alegria e colorido às romarias.

A utilização tradicional das máscaras está associada à religiosidade primitiva que encarava o ciclo da vida e dos vegetais num perpétuo renascimento. O rito celebra o mito e assegura a interrupção do ciclo da natureza e da vida. Assim, como á morte sucede a vida, também ao Inverno e à morte dos vegetais sucede invariavelmente o seu renascimento. Ao Inverno estão associados um conjunto de rituais que se iniciam com o culto dos mortos em Novembro, na crença de que estes podem interferir favoravelmente no ciclo da natureza, culminando com a Serração da Velha a anunciar o regresso da Primavera. Pelo meio fica o Entrudo celebrado com as suas máscaras e os seus instrumentos ruidosos como as sarroncas e os zaquelitraques com vista a expulsar os demónios do Inverno.

Toda a representação se destina a exorcizar os maus espíritos do Inverno e incidem no universo rural, desde a representação de figuras demoníacas aos animais que fazem parte do quotidiano do lavrador. As máscaras são construídas a partir dos materiais disponíveis no espaço rural e concebidas com base no imaginário popular.

Os chocalhos prendidos à cinta do careto, símbolo da virilidade e da posse demoníaca, destinam-se a chocalhar as raparigas que se perdem pelos caminhos da aldeia. Os mascarados estão autorizados a invadir as casas e tomar para si alvíssaras, em regra uma peça do fumeiro.

Estas tradições eram comuns a todas as regiões do país e o Concelho de Ourém não constituía uma exceção. Cabe às associações culturais, mormente aos ranchos folclóricos, pesquisar, recolher e divulgar tais tradições como meio de as preservar.

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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OURÉM: BOMBEIROS DE CAXARIAS PREPARAM FESTEJOS COMEMORATIVOS DO 29º ANIVERSÁRIO



publicado por Carlos Gomes às 10:09
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SECÇÃO DA FREIXIANDA DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE OURÉM COMEMORA 27 ANOS DE EXISTÊNCIA



publicado por Carlos Gomes às 09:51
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OURÉM: BOTICA DE SÃO JOÃO FOI RESTAURADA

A Real Confraria do Santo Condestável São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira tem a sua Sede em Ourém, na antiga Botica de São João fundada em 1392 por Dom Nuno, quando Prior da Ordem Hospitalária de São João (Priorado do Crato). A Botica de São João foi recentemente restaurada, ocasião escolhida para a realização de uma exposição dedicada a S. Nuno.

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Anteriormente, a Sociedade Beato Nuno esteve instalada na Casa Alta situada no Castelo de Ourém, que foi antiga Ermida da Santíssima Trindade (Espírito Santo), fundada pela Rainha Santa Isabel e mais tarde, albergue real. Trata-se de “um local onde, segundo a tradição, o Santo Condestável passou algum tempo com sua mãe e sua filha e séculos mais tarde por ali passou a Rainha D. Catarina de Bragança antes e depois de ser Rainha Consorte de Inglaterra”.

A Real Confraria do Santo Condestável São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira foi “fundada pelo Santo Condestável no Carmo para auxiliar os Pobres e que mais tarde se tornou na Ordem Terceira Carmelitana”. Trata-se de um Laicado Carmelitano destinado a promover “a Santificação pessoal através da actos corporais de misericórdia, e a promoção da Adoração Eucarística, da devoção Mariana e do Culto ao Santo Condestável”.

Com a devida autorização que desde já agradecemos, o AUREN publica esta série de fotos pertencentes à Real Confraria do Santo Condestável São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira e transcreve a respetiva descrição, proporcionando aos seus leitores um melhor conhecimento da História e do património do Concelho de Ourém.

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Botica de São João, (Século XIV - XV) Sede da Real Confraria do Santo Condestável São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira

“A Real Confraria do Santo Condestável tem origem numa obra de caridade fundada pelo próprio São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, no ano de 1422, pouco tempo após ter Professado no Carmo como Irmão Carmelita “Donato” e de se ter dedicado quase em exclusivo aos pobres e sem abrigo da cidade de Lisboa.

Esta Confraria originalmente conhecida por “Confraria de Nossa Senhora do Carmo”, mas popularmente conhecida por “Confraria do Condestável”, “Confraria dos Pobres” ou “Confraria do Caldeirão” (em recordação do caldeirão de ferro usado por Dom Nuno para alimentar as tropas do exército e mais tarde os pobres), procurava aliviar a fome e sofrimento dos pobres através da recolha de dádivas junto dos Confrades que incluíam, como membros fundadores o próprio Rei D. João I e uma parte da Nobreza da Corte.

A Obra Carmelita da Confraria de Frei Nuno que procurava desenvolver nos Confrades leigos o espírito da Fraternidade Cristã de devoção ao Santíssimo Sacramento, a Nossa Senhora do Carmo e a Caridade e Serviço para com os pobres, foi exemplar na Europa e com o tempo as Delegações que se espalharam por Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Itália, transformaram-se na Ordem Terceira Carmelita, que acabou por esquecer a sua origem e Fundador.

Em 1895 e novamente em 1918, alguns membros da Ordem Terceira, conscientes do papel fundamental que Frei Nuno teve na Fundação do Laicado Carmelitano, tentaram dar o espírito da Confraria original a uma outra “Obra do Caldeirão” que durou até meados do Século XX.

Em 1946, o antigo Irmão Donato Carmelita Americano e Co-fundador do “Exército Azul”, John Mathias Haffert, aquando da publicação da biografia do Santo Condestável The Peacemaker that went to War, também organizou um Apostolado semelhante que editava uma revista mensal intitulada Scapular (Escapulário) e que durou várias décadas.

Em 1985, aquando do 600º Aniversário da Vitória de Aljubarrota, o então Presidente do “Exército Azul”, o Bispo Missionário Constantino Luna, com a ajuda do grande Missionário da Consolata e escritor de Fátima, Padre Giovanni Demarchi e do grande devoto do Beato Nuno, Timothy Richard Heinan, recriou uma obra de apóio aos pobres com a mesma espiritualidade da original fundada pelo Santo Condestável e que teve o nome de “The Count Nuno Society” (Sociedade do Conde Nuno), sedeada na Casa Alta, no Castelo de Ourém.

Pouco tempo mais tarde, esta organização foi reconhecida pelo governo Americano como uma associação sem fins lucrativos dedicada à angariação de fundos para os pobres e órfãs com presença e actividade em Portugal e também em muitos países do Terceiro Mundo.

A mesma organização foi depois Canonicamente Erecta na Diocese de Duluth, no Minnesota, (E.U.A.) com o nome de “Blessed Nuno Society” (Sociedade do Beato Nuno) sendo mais tarde Canonicamente reconhecida noutras Dioceses em vários países latino – americanos como no México, na Guatemala, em Cuba e na Colômbia.

Esta Obra levada hoje a cabo em países de língua Castelhana em memória do São Nuno relembra os muitos actos de caridade praticados por D. Nuno Álvares Pereira em favor até dos Castelhanos, durante o conflito entre Portugal e Castela.

Em 2008, aquando do 90º Aniversário da Beatificação do III Conde de Ourém por Decreto do Papa Bento XV, a Real Confraria do Santo Condestável foi reestabelecida pelo Promotor de Beato Nuno, Carlos Evaristo, sob a responsabilidade da Vice-Postulação para a Causa da Canonização de Frei Nuno de Santa Maria, contando desde então com o Alto Patrocínio da Casa Real Portuguesa na pessoa de Sua Alteza Real o Duque de Bragança e Conde de Ourém, Dom Duarte Pio, descendente directo do Fundador da Casa de Bragança, Grã-Prior Honorário da Real Confraria, da Casa Ducal de Cadaval (representantes oficiais dos “Pereiras”) e de várias Casas Reais que descendem do próprio Santo.

A 26 de Abril de 2009, por ocasião da Canonização de São Nuno, no Vaticano, por Bento XVI e após a celebração de vários Protocolos, foi Canonicamente conferida à Confraria pelas Dioceses onde a Sociedade Beato Nuno tem Erecção Canónica e actividade legal civil, a Representação Oficial reciprica em Portugal e Espanha podendo a referida Sociedade Missionária também se chamar de Real Confraria do Santo Condestável São Frei Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, III Conde de Ourém e vice-versa.

A Sede original da Sociedade Beato Nuno, foi, a Casa Alta situada no Castelo de Ourém, antiga Ermida da Santíssima Trindade (Espírito Santo), fundada pela Rainha Santa Isabel e mais tarde, albergue real. É um local onde, segundo a tradição, o Santo Condestável passou algum tempo com sua mãe e sua filha e séculos mais tarde por alí passou a Rainha D. Catarina de Bragança antes e depois de ser Rainha Consorte de Inglaterra.

Hoje, a sede Internacional da Confraria está localizada em frente à Casa Alta, na antiga Botica de São João fundada em 1392 por Dom Nuno, quando Prior da Ordem Hospitalária de São João (Priorado do Crato) e que faz parte integrante do complexo do Museu Nacional do Santo Condestável da Fundação Histórico - Cultural Oureana (A Fundação para a Pesquisa Religiosa), obra que conta com o Alto Patrocínio de várias personalidades da Igreja Católica entre elas Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Grão – Mestre da Ordem de São João de Malta e Sua Excelência Reverendíssima o Bispo de São Tomé e Príncipe.

Em Portugal, a direcção espiritual da Confraria está a cargo do Capelão - Mór, Vice-Postulador emérito da Causa da Canonização, Frei Francisco Rodrigues, O. Carm. sendo parte estrutural activa do Laicado Carmelitano.

Os Confrades são admitidos nas tradicionais categorias de “Irmão Professo”, “Irmão Nobre Professo” ou “Irmão Honorário”, nos graus de “Confrade, Alcaide e Condestável”.

Os membros da Confraria, além de usarem o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, de recitarem o Terço do Rosário por Portugal, nutrirem e promovem devoção a Nossa Senhora do Monte Carmelo, a São João Baptista e a São Nuno, devendo participar nas Missas Festivas e contribuir no acto de admissão e anualmente com donativos para a “Obra do Caldeirão” que remete a favor da obra dos Pobres do Laicado Carmelitano e das Missões no antigo ultramar português.

Dias de Festa da Real Confraria ou de especial Observação ou Missas

15 de Janeiro - Aniversário da Beatificação em 1918

1 de Abril - Aniversário do Falecimento em 1431

26 de Abril - Aniversário da Canonização em 2009

24 de Junho - Aniversário do Nascimento em 1360

14 de Agosto - Aniversário da Vitória de Aljubarrota em 1385

6 de Novembro - Festa Litúrgica Universal de São Nuno”

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D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe visita a Botica de São Nuno, na companhia do Conde de Ourém e Real Patrono da Real Confraria, SAR Dom Duarte de Bragança, 6 de Novembro de 2011.

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Bênção e Inauguração da Botica

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A Botica de São João foi recentemente restaurada.

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Enxerga na Botica de São João.

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Compendio de "Pharmacopea Lusitana".

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D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe, na companhia do Conde de Ourém e Real Patrono da Real Confraria, SAR Dom Duarte de Bragança e do Dr. Carlos Evaristo.

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D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe, na companhia do Conde de Ourém e Real Patrono da Real Confraria, SAR Dom Duarte de Bragança e do Dr. Carlos Evaristo.

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Receção na Casa Alta, para D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe e o Conde de Ourém e Real Patrono da Real Confraria, SAR Dom Duarte de Bragança, 6 de Novembro de 2011.

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Receção na Casa Alta, para D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe.

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A imagem regista um momento da receção na Casa Alta, para D. Manuel dos Santos, Bispo de São Tomé e Príncipe.

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Original Artifacts discovered during the restoration of the building

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O nosso colaborador, Sr. José Santos (ao centro), na cerimónia de inauguração da Botica de São João. 

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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
OFERTAS DE TRABALHO (11 DE MAIO DE 2012)

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Ofertas de trabalho 11-05-2012

Serralheiro Civil

Experiência profissional nesta área que tenha conhecimentos de leitura e interpretação de desenho técnico

Fátima

Ajudante de cozinha

Experiência profissional como ajudante de cozinha, residência em Fátima, entrada imediata.

Fátima

Aprendiz de Mecânico

Jovem em situação de 1º emprego, com qualificação de 9ºano, entrada imediata.

Ourém

Soldador

Experiência profissional como soldador de MIG/TIG Semiautomática

Fátima

Operador de Maquinas

Experiência com máquinas rebarbadoras, serrote mecânico para cortar e quinadeiras.

Fátima

Cozinheira

Experiência profissional como cozinheiro/a

Fátima

Rececionista noturno de Hotel

Experiência profissional mínima de 1 ano, bons conhecimentos de informática, idade entre30 a45 anos, horário de trabalho 0.00 – 8.00. Residência em Fátima ou próximo.

Fátima

Armador de Ferro

Experiência profissional nesta área, disponibilidade imediata.

Ourém

Rececionista

Formação Profissional na área de receção e atendimento, residência em Ourém

Ourém

Netempregos

11-05-2012

Responsável de armazém

Experiência em gestão de stocks, realização de compras e organização de armazém.

Urqueira

Netempregos

08-05-2012

Administrativa área comercial

Licenciatura em Economia, Gestão ou Marketing, Experiência na área comercial, gosto por contacto com o público,

Ourém

a) Caso esteja interessado nas propostas de trabalho acima indicadas deverá entrar em contacto com o GIP Ourém no horário das 9:00h às 18:00h, ou remeter o seu CV para gipourem@gmail.com

b) Serão automaticamente excluídas as candidaturas que não preencham os requisitos acima indicados, assim como aquelas que forem enviadas fora do prazo (uma semana).

GIP OURÉM

Centro de Empresas - Piso Zero – loja 29 e 31 Rua Dr. Francisco Sá Carneiro

2490-548 Ourém

Portugal

Tel: 249 540 900 / 916 342 826



publicado por Carlos Gomes às 18:19
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O AUREN VAI COLABORAR COM O GABINETE DE INSERÇÃO PROFISSIONAL DE OURÉM NA DIVULGAÇÃO DE OFERTAS DE EMPREGO

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O Gabinete de Inserção Profissional de Ourém (GIP) é uma estrutura de apoio ao emprego criada numa parceria entre a Insignare e o Instituto de Emprego e Formação Profissional, que promove a criação de emprego prestando apoio a jovens e adultos desempregados com vista à definição e desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho.

Dentro do espírito de colaboração que sempre nos tem norteado no interesse de Ourém e dos oureenses, o AUREN conta passar a divulgar as listas semanais de ofertas de emprego na nossa região editadas pelo GIP. Estamos convencidos de que será da maior utilidade.



publicado por Carlos Gomes às 18:01
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