Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.
Domingo, 31 de Outubro de 2010
Feira de Santa Iria' 2010 (VI)

banda

Diversas bandas alegraram o recinto do Centro de Negócios de Ourém onde se realizou a Feira de Santa Iria. Os momentos musicais foram divertidos e o público aderiu aos ritmos da animada orquestra.

banda

 

banda

 

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Feira de Santa Iria' 2010 (V)

Escultor em madeira trabalha com motosserra

A escultura em madeira com utilização de motosserra constituiu uma das atracções da edição deste ano da Feira de Santa Iria. Das mãos do escultor ou, para ser mais específico, das lâminas dentadas da motosserra, saíam dum pedaço tosco de madeira os mais surpreendentes motivos escultóricos.

À entrada do Centro de Negócios de Ourém, o francês Emmanuel Courtot surpreendia pela sua extraordinária habilidade e talento, maravilhando todos com verdadeiras obras-primas. Com uma simples motosserra em tudo semelhante às que habitualmente utilizamos para serrar lenha ou cortar árvores, Emmanuel fazia dela o seu cinzel com o requinte e a precisão com que o ourives burila a mais refinada peça de filigrana.

 

 

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publicado por Carlos Gomes às 22:24
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Feira de Santa Iria' 2010 (IV)

Autarcas oureenses convivem com os escuteiros

escuteiros

Os escuteiros foram uma das presenças mais animadas da Feira de Santa Iria. O Agrupamento 977 dos Escuteiros de Ourém reuniu no local cerca de uma centena de jovens escutas que se ocuparam com a realização de jogos e outras actividades próprias do escutismo, montaram a “tasquinha do escuteiro” e venderam calendários a fim de obterem fundos para patrocinarem as suas actividades.

A sua participação mereceu uma atenção muito particular por parte dos autarcas oureenses com quem, aliás, partilharam momentos de convívio que o AUREN registou.

escuteiros

 

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escuteiros

 

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publicado por Carlos Gomes às 21:58
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Feira de Santa Iria' 2010 (III)

Divertimentos ainda são a principal atracção

carrosseis

O ambiente agitado e alegre dos carrosséis e outros divertimentos continua a marcar o carácter popular da centenária Feira de Santa Iria. E, para os mais novos, não há festa sem carrosséis, pipocas e algodão doce.

À noite, as luzes emprestam um colorido muito peculiar. As campainhas marcam os ritmos dos jogos e Ourém reveste-se de uma auréola de festa que contrasta com a soturnidade do Outono.

Ao que tudo indica, a Feira de Santa Iria começou a realizar-se em Ourém por volta de 1897. A Câmara Municipal de Ourém, em 21 de Setembro de 1957, proibiu a admissão de barracas de tiro e outros divertimentos semelhantes. Em 2 de Outubro de 1959, o município determinou a sua passagem a “feira franca” ou seja, ficaria isenta de impostos. Porém, catorze anos decorridos, mais precisamente em 2 de Outubro de 1973, o município determinou que deixasse de ser “feira franca” e ficasse sujeita a uma taxa diária.

Pese embora as deliberações que se foram tomando e as mudanças dos tempos, a Festa de Santa Iria chegou até aos nossos dias e promete continuar a realizar-se pela vontade do próprio povo que a aprecia.

- É a Feira de Santa Iria!

carrossel

 

farturas

 

carrossel

 

carrossel

 

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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Feira de Santa Iria' 2010 (II)

A exposição é um mostruário das actividades económicas

A exposição que se realiza no Centro de Negócios, no âmbito da Feira de Santa Iria, constitui também um mostruário das actividades económica que por certo não reflectem a extraordinária dinâmica empresarial do Concelho de Ourém. Não obstante, em virtude das suas características populares, esta exposição poderia ter uma participação mais activa de alguns sectores de actividade, mormente ao nível das várias vertentes do artesanato.

O visitante da Feira de Santa Iria teve assim uma oportunidade de adquirir produtos regionais, apreciar maquinaria agrícola, mobiliário e inclusive solicitar uma simulação gratuita a uma empresa oureense na área das energias renováveis. Trata-se, com efeito, de um certame de actividades comerciais, industriais e de serviços bastante diversificado que pode vir a firmar-se como um espaço de referência.

 

 

 

 

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publicado por Carlos Gomes às 20:45
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Feira de Santa Iria’2010 (I)

Dr. Paulo Fonseca visita Feira de Santa Iria

Cartaz

Teve ontem lugar no Centro de Negócios a abertura da Exposição no âmbito da Feira de Santa Iria, a qual termina hoje dentro das próximas horas. Nela estiveram em exibição diversos produtos artesanais e industriais, registando-se uma forte presença por parte das entidades sediadas no Concelho de Ourém.

Conforme oportunamente informámos, o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, visitou a Feira de Santa Iria e cumprimentou todos os representantes dos pavilhões presentes naquele certame, fazendo-se acompanhar da Presidente da Assembleia Municipal, Drª Deolinda Simões e dos vereadores Drª Lucília Vieira, Dr. José Alho e Dr. Nazareno do Carmo, além de diversos presidentes de juntas de freguesia e outras individualidades locais.

Após a visita, teve lugar uma conferência de imprensa em que foi feito um balanço da actividade desenvolvida pela autarquia ao longo do corrente ano e dado a conhecer algumas iniciativas que irão ser implementadas em breve.

A meio da tarde decorreu uma prova de vinhos levada a efeito por diversos produtores de Ourém, antecedida de uma apresentação do vinho medieval através da qual foi realçada a sua importância para o Concelho de Ourém.

A animação do final de tarde esteve a cargo de uma banda que divertiu os presentes com melodias e ritmos que nos sugerem a tradicional música judaica. Uns rasgos de sol e umas pausas na precipitação da chuva permitiram que muitos oureenses, sobretudo os mais jovens, aproveitassem os carrosséis e outros divertimentos da feira, retomando o colorido e a animação que lhe é característica.

O AUREN prosseguirá em próximos artigos aqui publicados a dar uma panorâmica do que foi a Festa de Santa Iria.

Presidente

 

Presidente

 

Presidente

 

Presidente

 

Pavilhão

 

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A Freguezia das Freixiandas

freixianda

Como na villa havia quatro Freguezias todos os moradores do termo excepto os das Freixiandas, dellas eram freguezes porem com a supreçam destas e multiplicaçam dos povos foy necessário aumentaremse as Freguezias, e hoje sam sinco as do termo, Freixianda com o Orago de Nossa senhora da purificaçam, Ceiça tem o mesmo, olival o mesmo, Fátima Nossa Senhora dos Prazeres, Rio de Couros Nossa Senhora da Natividade.

Destas freguezias a mais antiga he a das Freixianda; porque suposto se lhe suprimisse o seu Priorado com a creaçam da nova Colegiada sempre ficou sendo Freguesia, e teve Vigario, e Coadjutor de apresentaçam do Reverendo Cabbido de Ourem, athe que no anno de mil e sete centos e vinte e nove o Illustrisssimo e Reverendissimo Senhor Bispo de Leyria D. Alvaro de Abranches lhe desmembrou alguns lugares criando de novo a Freguesia de Rio de Couros, e ficando a das Freixianda Curato annual como agora he com Cura e Coadjutor da mesma apresentaçam, dista da villa três legoas, e Rio de Couros duas para o Nascente.

 

-CORREIA, Lívio. Descrição da Vila de Ourém feita em 1758 pelo Pde Luís António, Cura coadjutor da Colegiada. Câmara Municipal de Ourém. 1999.

 

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Sábado, 30 de Outubro de 2010
AUREN visita Feira de Santa Iria

cartaz

O AUREN encontra-se neste momento a acompanhar o Presidente da Câmara Municipal de Ourém na visita à Feira de Santa Iria. Daremos oportunamente o merecido destaque a este evento.

 

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publicado por Carlos Gomes às 11:00
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Começou a corrida aos lagares de azeite!

Azeitona

Um pouco por todo o país, começou a apanha da azeitona e a corrida aos lagares de azeite. Em Fátima, a Cooperativa de Olivicultores já trabalha há várias semanas e não tem mãos a medir.

A cultura da oliveira e a produção de azeite são essencialmente mediterrânicas, produzindo-se nesta região do globo noventa e cinco por cento da produção mundial de azeite.

A introdução da oliveira em Portugal deve-se provavelmente aos romanos. Existem, aliás, referências bastante antigas à sua cultura. O Código Visigótico condenava ao pagamento de cinco soldos quem arrancasse uma oliveira, enquanto às demais árvores apenas prescrevia o pagamento de três soldos.

O azeite constituiu, a par do vinho, uma das primeiras exportações portuguesas, sendo vendido nomeadamente para a Flandres, Alemanha, Índia, Brasil e para várias regiões daquilo que actualmente é a Espanha.

O historiador Alexandre Herculano prestou-lhe uma especial atenção, tendo o seu próprio azeite – o “Azeite Herculano” – produzido na sua quinta de Vale de Lobos, em Santarém, sido premiado na Exposição Internacional de Paris, em 1889.

Pela quantidade de azeite produzido e sobretudo pela sua qualidade, o Concelho de Ourém bem poderia ser considerado a capital do azeite, a promover intensamente esta actividade agrícola e industrial.

Azeitona

 

azeitona

 

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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
Carnaval infernal... na Cenourém!

Carnaval infernal

 

http://carunchobelorento.blogspot.com


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Património Edificado de Ourém (VII)

A Igreja de Nossa Senhora da Purificação, no Olival, encontra-se em vias de classificação, submetida a um Despacho de 21 de Novembro de 1987

A respeito deste imóvel, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

“A fundação primitiva da Igreja de Nossa Senhora da Purificação data do reinado de D. Sancho I, segundo refere o auto de Inquirição de 1223 (BAPTISTA, 1980), tendo sido na época entregue aos clérigos de Santa Maria de Ourém. No entanto, a paróquia do Olival só se estabeleceu no século XVI.
O templo foi bastante modificado em campanhas de obras executadas nos séculos XVII e XVIII, que lhe conferiram a feição actual. De planta rectangular, disposta longitudinalmente, o templo é composto por nave única com capelas laterais, torre sineira adossada ao lado esquerdo da fachada, capela-mor e anexos.

A fachada é rasgada ao centro por portal de volta perfeita encimado por janelão de moldura semelhante. O frontispício é rematado por frontão triangular com óculo e cruz.

No interior, destaca-se o revestimento com painéis de azulejo de tipo padrão, o retábulo-mor de talha edificado no século XVIII, que integra uma imagem da padroeira, duas pinturas do século XVII, uma sobre tábua representando São Miguel, outra sobre tela figurando um Ecce Homo e por fim três esculturas de pedra quatrocentistas, Santa Luzia, São Sebastião e a Santíssima Trindade.

Catarina Oliveira

IPPAR/2006”

 

in http://www.igespar.pt/

 

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Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Reunião da Câmara Municipal de Ourém

Brasão

A Câmara Municipal de Ourém vai reunir no próximo dia 2 de Novembro com a seguinte Ordem de Trabalhos:

PERÍODO DE “ANTES DA ORDEM DO DIA” – ARTIGO 86.º DA LEI N.º 169/99 DE 18 DE SETEMBRO, ALTERADA PELA LEI N.º 5-A/2002, DE 11 DE JANEIRO

Da aprovação dos projectos de licenças para construção, reedificação ou conservação sobre os quais despachou em conformidade com a delegação de competências, efectuada em reunião de 2009.01.19;

Da aprovação de licenças em processos com competência delegada ao abrigo do n.º 1, do artigo 65.º, da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;

Pagamentos.

1.2. GABINETE DE RELAÇÕES EXTERNAS

Geminações – Le Plessis-Trévise – França – Carta, datada de 12 de Outubro de 2010, da Câmara Municipal de Le Plessis-Trévise.

2. DIVISÃO DE OBRAS PARTICULARES

Apreciação de diversos processos de urbanização e edificação.

3. DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E DO PLANEAMENTO

3.1. DIVISÃO DE GESTÃO FINANCEIRA

Lançamento de Derrama – 2011 – Informação n.º 74/2010, de 29 de Setembro último, do Chefe da Divisão de Gestão Financeira.

3.1.1. CONTABILIDADE

Processo judicial n.º 257/09.1BELRA – Nota de honorários, do mandatário do processo, Dr. António Agostinho.

3.1.2. PATRIMÓNIO E INVENTÁRIO

= Doação de parcela de terreno à Câmara Municipal por parte do Centro Social das Matas – Informação n.º 49/2010, datada de 16 de Setembro transacto.

3.2. DIVISÃO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO

ACISO – Associação Empresarial Ourém – Fátima – Proposta de protocolo de colaboração.

3.3. DIVISÃO ADMINISTRATIVA E DE RECURSOS HUMANOS

3.3.1. EXPEDIENTE, REPROGRAFIA E ARQUIVO GERAL

Ampliação do número de compartes – Requerimento registado sob o n.º 22.457/2010, de Francisco António Prazeres, sobre prédio sito em Casal Farto, da Freguesia de Fátima.

4. DEPARTAMENTO DO TERRITÓRIO

4.1. DIVISÃO DE AMBIENTE

Plano de Investimentos da CGE(P) – Compagnie Génétale des Eaux (Portugal), S.A. – Remodelação da rede de abastecimento de água de Seiça – Troço entre Olaia e Estremadouro

– Informação n.º 1336, de 01 de Outubro de 2010, da Divisão de Ambiente.

MUNICÍPIO DE OURÉM

Câmara Municipal

02/11/2010

Anexo I

4.2. DIVISÃO DE OBRAS MUNICIPAIS

Execução de desaterro na variante de Freixianda – Relatório de visita, datado de 13 de Outubro de 2010, da Vereadora Lucília Vieira.

5. DEPARTAMENTO DE CIDADANIA

5.1. DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, DESPORTO E LAZER

Transportes escolares – Ano lectivo de 2010/2011 – Alunos oriundos da zona norte do Concelho de Ourém – Informação n.º 939/2010, de 18 de Outubro, do Chefe da Divisão de Educação, Desporto e Lazer (DEDL);

Cedência da antiga escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico de Reca – Freguesia de Ribeira do Fárrio – Informação n.º 947/2010, de 20 de Outubro, do Chefe da DEDL.

6. OUTROS ASSUNTOS

- Proposta para apreciação de assuntos urgentes nos termos do artigo 83º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro.

1. PRESIDÊNCIA

1.1. COMUNICAÇÕES DO PRESIDENTE DA CÂMARA

 

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Bibliotecas Escolares de Ourém aprovam regulamento

Rede Bibliotecas

O Grupo de Trabalho da Rede de Bibliotecas Escolares de Ourém acaba de apresentar e assinar o respectivo regulamento interno. O acto decorreu nos Paços do Concelho e tem como objectivo sensibilizar a comunidade para a importância das bibliotecas no processo de educação e formação dos cidadãos e desenvolver nas escolas, em colaboração com a Biblioteca Municipal, diversas actividades nos domínios da animação, dinamização e promoção da leitura.

Este grupo de trabalho vai funcionar nas modalidades restrita e alargada e é constituído pelos professores-bibliotecários das bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas de Ourém, Conde de Ourém, da Freixianda, Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão e pelos coordenadores/responsáveis das bibliotecas escolares do Centro de Estudos de Fátima, do Colégio Sagrado Coração de Maria, do Colégio de S. Miguel; pelos representantes dos respectivos órgãos de gestão; pelo representante do Município de Ourém; pelo Técnico Coordenador da Biblioteca Municipal de Ourém; pelo Chefe da Divisão de Acção Cultural e pelo Coordenador Inter-concelhio do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares afecto ao Concelho (CIBE).

 

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publicado por Carlos Gomes às 15:58
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A arte de marinheiro e o ofício dos moleiros dos moinhos de vento

Moinho

Moinho de vento em Fátima

 

Quem já alguma vez teve a felicidade de contactar de alguma forma com o labor do moleiro, num moinho de vento, certamente se apercebeu da extraordinária semelhança de numerosos vocábulos empregues neste ofício relativamente à linguagem das gentes do mar. Com efeito, existem muitos termos que são comuns às duas actividades, em grande medida resultante da identidade de processos utilizados em ambas as actividades.

À semelhança das naus e, em geral, de todas as embarcações à vela, também os moinhos de vento aproveitam a mesma fonte de energia, recorrendo a uma técnica semelhante para assegurarem o seu próprio funcionamento. Tal como o marinheiro, também o moleiro deve saber medir a direcção e intensidade do vento e manobrar as velas para dele tirar o máximo rendimento. Para tal, utiliza o cata-vento estrategicamente colocado sobre o capelo do moinho e os búzios atados na extremidade das vergas. Na realidade, o moinho de vento é como um veleiro a navegar em terra firme que requer a sabedoria do seu marinheiro – o moleiro!

Quando os portugueses se fizeram ao mar, a tripulação das naus partiu de terra e era naturalmente constituída por gente que, nas suas lides quotidianas, se dedicava aos mais variados ofícios. Entre ela encontravam-se certamente os moleiros cuja arte foi seguramente determinante para as actividades de manobra uma vez que, à semelhança dos moinhos, as naus e as caravelas navegavam à vela, sendo necessários marinheiros experimentados na arte de marinharia que era, afinal de contas, a arte dos próprios moleiros.

Não admira, pois, que ambas as linguagens se confundam em grande medida. De resto, é bastante sintomática a expressão outrora utilizada pelos navegadores quando, ao constatarem a evolução demasiado lenta da nau, a ela se referiam dizendo que “a nau ia moendo”, numa clara alusão ao ritmo pachorrento com que o moinho procede à moagem do grão.

O estudo dos moinhos é de uma extraordinária riqueza e elevado interesse cultural, sob todas as suas variantes, desde o ponto de vista tecnológico como ainda etnográfico, histórico e linguístico. Refira-se, a título de exemplo, que os construtores de moinhos eram outrora apelidados de engenheiros por se tratarem, na realidade, de construtores de engenhos.

Desde que o Homem sentiu necessidade de recorrer a processos mais eficazes para moer os grãos que utilizava na sua alimentação, ultrapassando a forma primitiva de os esmagar à mão com o emprego de duas pedras, os moinhos acompanharam a evolução do seu conhecimento e reflectiram a sua própria organização social. Aproveitando os mais diversos recursos naturais e apresentando-se sob variadas formas, incluindo as azenhas e os moinhos de maré, eles encontram-se presentes nas novas tecnologias para captação da energia eólica ou ainda para bombagem de água como sucede na captação de água dos poços ou na manutenção dos diques da Holanda.

Atendendo ao valor cultural que o estudo dos moinhos representa, junta-se um pequeno dicionário comparado da linguagem utilizada pelos moleiros que trabalham nos moinhos de vento relativamente à empregue no meio náutico

Andadeira –Mó de cima. Corredor.

Bolacho – Diz-se quando a vela tem três voltas em torno da vara.

Braços – Varas, Vergas.

Búzio – Alcatruz. Pequeno objecto de barro, por vezes com a forma de uma cabaça, contendo um só orifício, que se coloca na ponta das vergas das velas dos moinhos de vento e que, com o girar destas, produz uma espécie de assobio que permite ao moleiro calcular a intensidade do vento e a velocidade adquirida pelas velas.

Cabrestante – Sarilho. Dispositivo para fazer rodar o capelo do moinho. – Nos navios, refere-se ao sarilho para manobrar e levantar a âncora e outros pesos.

Cabresto – Corda comprida que segura as varas e que serve para efectuar a amarração das velas no exterior. – Cada um dos cabos que, da ponta do gurupés vem à proa do navio, junto ao couce do beque. O gurupés é o mastro oblíquo situado na proa dos navios.

Calha – Peça que leva o grão da tremonha para o olho da mó. Ligação entre o tegão e o olho da mó. Quelha.

Canoura - Vaso de madeira donde o grão vai caindo para a mó. Moega. Tremonha.

Capelo – Parte superior do moinho que roda em função da direcção do vento. Existem, contudo, moinhos que são rodados a partir da base, com a utilização de rodados. – Em linguagem náutica, diz-se da volta da amarra na abita que constitui a peça de madeira ou ferro, existente na proa dos navios, para fixar a amarra da âncora. Esta peça, apresenta-se geralmente de forma rectilínea e liga ao “pé de roda” e termina na roda de proa. Nos barcos rabões, embarcações da família dos rabelos durienses, indica a sua extremidade superior. Nos valvoeiros, refere-se à parte superior da caverna.

Carreto – Roda colocada na parte superior do eixo central do moinho e ligado à entrosa.

Corredor – Mó de cima, com raio idêntico ao poiso, mas com altura inferior a esta.

Eixo – Mastro.

Entrosa – Rosa dentada existente no mastro do moinho, com os dentes na lateral engrenando noutra roda dentada.

Frechal – Calha onde assenta a cúpula móvel sobre a torre do moinho.

Forquilha – Vara comprida e com a ferragem em ponta em forma de “V”. – No meio náutico também se designa por forqueta e é constituído por duas hastes de madeira onde os pescadores arrumam o mastro, a verga e a palamenta enquanto pescam. A forquilha de retranca é uma cruzeta de madeira ou de ferro colocada na borda do navio, à popa, a meia-nau, para descanso da retranca.

Mastro – Eixo do moinho de vento. – Numa embarcação designa cada uma das peças altas constituídas por vergônteas de madeira que sustentam as velas.

Meia-ponta – Diz-se quando a vela tem cinco voltas em torno da vara.

Meia-vela – Diz-se quando a vela do moinho tem uma volta em redor da vara.

– Pedra cilíndrica em forma de anel que serve para moer o grão.

Moageiro – Aquele que produz moagem.

Moagem – Acto ou efeito de moer. Moedura

Moedura – Moagem.

Moega – Canoura. Tremonha.

Moenda – Mó. Acto ou efeito de moer. Maquia que o moleiro retribui em géneros. Moinho. Moenga.

Moenga – Moenda

Moer – acto ou efeito de transformar o grão em farinha – Em linguagem antiga de marinha, “a nau ir moendo” referia-se à evolução demasiado lenta de um navio.

Olho da mó – Parte vazia no centro da mó.

Pano – Diz-se quando a vela do moinho se encontra toda aberta. – Os marinheiros referem “navegar a todo o pano” quando se pretende que o navio obtenha a sua velocidade máxima, aludindo ao completo desfraldar das velas.

Pião – Eixo do moinho de vento. Mastro.

Picadeira – Ferramenta usada para picar a mó a fim de criar novos sulcos. Picão.

Picão – Picadeira.

Poiso – A mó que fica por debaixo, estática.

Ponta – Diz-se quando a vela tem quatro voltas em torno da vara.

Quelha – Calha.

Sarilho – Dispositivo para fazer rodar o capelo. Cabrestante. – Nos navios consiste na máquina onde se enrola o cabo ou cadeia do cabrestante.

Segurelha – Suporte metálico regulável que fixa o corredor ao eixo vertical. Peça onde entra o ferro que segura a mó inferior ou poiso para tornar uniforme o movimento da superior ou andadeira.

Taleiga – Saco pequeno para condução de farinha.

Tegão – Peça por onde o grão passa para moer.

Traquete – Diz-se quando a vela do moinho tem duas voltas em redor da vara. – Nos navios, é a maior vela do mastro da proa.

Tremonha – Canoura. Moega.

Varas – Hastes de madeira de auxílio à amarração. Vergas. – Nos navios, constituem peças longas de madeira colocadas horizontalmente sobre os mastros para nelas se prenderem as velas.

Vela – Pano forte e resistente que se prende aos braços dos moinhos para os fazer girar sob a acção do vento. – Nos navios e embarcações, é o pano que se prende aos mastros para as fazer navegar.

Vela fechada – Diz-se quando a vela tem seis voltas em torno da vara.

Vela latina – Vela de formato triangular geralmente utilizada nos moinhos e nos navios.

Velame – Conjunto das velas de um moinho ou de um navio.

Vergas – Varas de auxílio à amarração. – Na linguagem náutica, existe uma grande variedade de designações, as quais remetem para as velas que nelas envergavam. De sublinhar, aliás, a proveniência do verbo envergar.

 

Bibliografia: LEITÃO, Humberto; LOPES, J. Vicente. Dicionário da Linguagem de Marinha Antiga e Actual. Edições Culturais de Marinha. Lisboa. 1990.

 

- GOMES, Carlos. in Folclore de Portugal - O Portal do Folclore Português, http://www.folclore-online.com

 

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publicado por Carlos Gomes às 05:00
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
Visita à Escola da Atouguia teve um “carácter pedagógico”

- afirmou o Dr. Paulo Fonseca, apelando para que “toda a comunidade educativa siga as regras estabelecidas e faça chegar as suas sugestões, anseios e dificuldades junto do agrupamento a que pertencem, para que a informação tenha um só canal e não se disperse”.

Atouguia

Em virtude de alguns rumores surgidos na sequência da realização de um almoço de angariação de fundos para a Escola da Atouguia, o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, efectuou uma visita àquele estabelecimento de ensino a fim de se inteirar da eventual veracidade dos boatos colocados a circular.

Acompanhado pelo Vereador com o pelouro da educação, José Manuel Alho, e pelo presidente do Agrupamento IV Conde de Ourém, Jorge Portugal, o Dr. Paulo Fonseca pode constatar de perto a realidade e, desse modo, desfazer possíveis confusões que se vinham a alimentar. Como referiu, é preciso “colocar um ponto final ao boato e à balbúrdia instalada. A Câmara tem um interlocutor único, no que às escolas diz respeito, que é o agrupamento e as regras têm de ser cumpridas”.

Desta forma, resultou a clarificação relativa aos pontos de intervenção na Escola da Atouguia, a qual aliás “já planeada e que será concretizada em breve pela brigada da VerOurém, que tem a seu cargo a manutenção dos espaços e equipamentos geridos por esta Entidade Municipal”.

De referir que aquela escola recebeu melhorias ainda durante o anterior executivo camarário, não sendo por isso considerada no âmbito da gestão da rede escolar do Concelho de Ourém como uma prioridade para a realização de grandes intervenções. Trata-se, como o autarca referiu, “de calafetar as janelas para evitar que a humidade afecte o normal funcionamento das aulas, retirar a caixa de areia do espaço do recreio e colocação de grades de segurança a delimitar o espaço da escola”. Espera-se, pois, que todas as reclamações que se reconhecem como legítimas sejam encaminhadas pelas vias próprias a fim de que produzam o melhor resultado para a comunidade escolar e para o bom relacionamento social que se pretende em Ourém.



publicado por Carlos Gomes às 18:40
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AmbiOurém apoia proprietários florestais

Logotipo

A AmbiOurém está a prestar aconselhamento técnico aos proprietários florestais na área da silvicultura, nomeadamente no que se refere à escolha das espécies, técnicas de mobilização dos solos e plantações, identificação de pragas e doenças e respectivos tratamentos. Fornece ainda esclarecimentos sobre as ajudas comunitárias existentes para realização de limpezas e plantações florestais.

Este serviço de apoio ao proprietário florestal teve o seu início no passado dia 21 de Outubro e encontra-se a funcionar no Gabinete de Apoio aos Agricultores, no Centro de Negócios, 1º piso, às quintas e às terças-feiras, mediante marcação, no horário compreendido entre as 9 horas e as 18 horas, com interrupção entre as 13horas e as 14 horas.

Para além deste serviço dirigido especialmente aos proprietários florestais, a AmbioOurém mantém o apoio aos agricultores na vertente agrícola. Esta iniciativa efectua-se no âmbito da Promoção do Desenvolvimento Rural, através da Delegação da ACHAR no Ribatejo Norte.

 

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publicado por Carlos Gomes às 12:22
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Património Edificado de Ourém (VI)

Casa Jacinta e Francisco 

As casas onde nasceram os videntes de Fátima foram classificadas através do Decreto n.º 44075, publicado no Diário do Governo n.º 281, de 5 de Dezembro de 1961

A respeito desta classificação, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

“Situadas na pequena aldeia de Aljustrel, uma das mais antigas da freguesia de Fátima, as casas onde nasceram os Pastorinhos de Fátima conservam a sua estrutura original, sendo um inegável testemunho de interesse cultural, histórico e social.

São duas pequenas casas térreas, com janelas e portas de moldura rectangular simples, numa tipologia muito comum nas zonas rurais estremenhas e alentejanas. O espaço interior de ambas as casas é marcado pela disposição de pequenas divisões.

No início do século, quando se deram as aparições da Virgem neste local, Aljustrel "(...) era um pequeno lugar constituído por 25 famílias, cerca de 100 habitantes, que viviam do trabalho e da pastorícia." (ABRANTES, 1993).

Catarina Oliveira

IPPAR/2006”

 

in http://www.igespar.pt/

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



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Festa Litúrgica do Santo Condestável em Ourém

S. Nuno Alvares Pereira

Sob o Alto Patrocínio da Casa Real Portuguesa, S.A.R. D. Duarte Pio, Duque de Bragança e Conde de Ourém, o Museu Nacional do Santo Condestável da Fundação Histórico-Cultural Oureana vai no próximo dia 6 de Novembro de 2010, levar a efeito Actos Solenes Comemorativos da Festa Litúrgica do Santo Condestável, São Frei Dom Nuno de Santa Maria Àlvares Pereira, III Conde de Ourém, os quais terão lugar no Castelo de Ourém, de acordo com o seguinte programa:

 

Castelo de Ourém, Sábado, 6 de Novembro de 2010

SANTA MISSA E VENERAÇÃO DE RELÍQUIAS

Antiga Real e Insigne Sé-Colegiada de Santa Maria – Castelo de Ourém

Paróquia de Nossa Senhora das Misericóridias / Real Confraria do Santo Condestável

11:00 h.            -  Missa Solene

-  Investidura de Confrades na Real Confraria do Santo Condestável

-  Participação de Reais Irmandades, Corporações e demais Associações

-  Guarda de Honra e Veneração das Relíquias do III Conde de Ourém

BANQUETE REAL (Requer Reserva Antecipada)

Paço Novo dos Cónegos – Restaurante Medieval, Castelo de Ourém

Real Confraria Enófila e Gastronómica Medieval – Instituto D. Afonso, IV Conde de Ourém

13:00 h.            -  Almoço Medieval

-  Palestra: A Rota do Santo Condestável - Cor. Vítor Portugal dos Santos

-  Apresentação da Maqueta do Monumento ao Santo Condestável

PASSEIO - “VISITA GUIADA

Visita Guiada Centro Histórico – Castelo de Ourém

 

Nesta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Ourém e nela participam a Real Guarda de Honra, a Real Ordem da Asa de São Miguel, a Real Confraria do Santo Condestável S. Nuno e o Istituto Nazionale per la Guardia d’ Onore ( Itália)

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/ http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.com/2010/10/festa-liturgica-do-santo-condestavel-em.html http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/ 


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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
Ainda a Homenagem aos Combatentes Oureenses

O jornal “O Mensageiro” que se publica em Fátima, na sua edição de 21 de Outubro, destaca as cerimónias que se tiveram lugar em Ourém, em homenagem aos oureenses caídos na Guerra do Ultramar. O referido periódico destaca a a presença de diversas individualidades nacionais e estrangeiras.

De registar ainda as referências feitas pelo Dr. Carlos Evaristo, em nome da Real Associação de Guardas de Honra dos Castelos, Panteões e Monumentos Nacionais, ao ex-combatente, José Martinho dos Santos, pelo “seu trabalho de pesquisa e dedicação ao tributo agora feito aos camaradas que tombaram”.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/ http://ultramar.terraweb.biz/index.htm



publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Escola de Hotelaria de Fátima recebeu comitiva europeia

Decorreu na Escola de Hotelaria de Fátima, entre os dias 19 e 21 de Outubro, uma Visita de Estudo subordinada ao tema “Teaching Hospitality: from VET to High Education and Long Life Learning “, apoiada pelo Programa Europeu de Aprendizagem ao Longo da Vida. Os dez participantes, oriundos de diversos países Europeus – Espanha, Roménia, Itália, Lituânia, França, Polónia, Eslovénia e República Checa – eram profissionalmente relacionados com o sector da Educação: Ministérios da Educação, Organismos regionais e locais, Escolas Profissionais, além de Gestores e Professores. A língua de trabalho foi o Inglês.

Organizada pela Unidade de Cooperação Internacional da INSIGNARE, envolveu diversos Professores e Alunos da Escola de Hotelaria de Fátima (EHF).

O primeiro dia iniciou com uma abordagem genérica do sistema educativo português, dinamizada por Elvira Ferreira, docente da Escola Superior de Educação de Torres Novas. Seguiu-se a caracterização do ensino profissional, por Elisabete Marques, Coordenadora Técnica da EHF. Intervieram depois Sofia Eurico, Docente na Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria, e Daniel Pinto, Director da Escola de Hotelaria do Oeste (em representação da rede de Escolas do Turismo de Portugal)., responsáveis pela apresentação do Ensino Superior e Ensino de Hotelaria, respectivamente.

O magnífico almoço, a primeira de várias refeições sem mácula, foi servido no Restaurante de Aplicação da EHF, confeccionado e servido por alunos dos cursos de Cozinha e de Restaurante / Bar.

A tarde foi preenchida com a caracterização das diversas modalidades de conclusão do ensino básico e secundário, para jovens e adultos, bem como da formação contínua, explicada por Sérgio Fernandes, Coordenador do Centro de Formação Contínua, bem como pelo elucidar sobre o processo RVCC – Reconhecimento e Validação de Conhecimentos e Competências, quer escolar quer profissional, descrito por Ricardo Vieira, Formador do Centro Novas Oportunidades.

O dia foi concluído com uma visita ao Santuário de Fátima, guiada pela Professora Elsa Silva, coadjuvada pelas alunas Bruna Ramos e Patrícia Gomes, do curso de Recepção, à qual se seguiu mais um excelente jantar no Restaurante de Aplicação da EHF, sob a tutela ímpar do Chefe Yannick Genard.

A manhã do segundo dia decorreu debaixo da temática “Ligação da escola ao mundo do trabalho”, com intervenções de Carlos Saraiva, do Hotel Domus Pacis, em representação da ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima, e de Virgílio Gomes, pela AHRESP – Associação dos Hotéis, Restaurantes e Similares de Portugal. Seguiram-se apresentações de dois participantes (Eslovénia e Rep. Checa) sobre o ensino da Hospitalidade nestes países.

Após mais um lauto almoço na EHF, e de novo sob a batuta da Profª Elsa, da Bruna e da Patrícia, os participantes visitaram o Museu da Vida de Cristo, graças à amável colaboração do Sr. Carlos Reis, gestor desse espaço, e as casas dos três Videntes, em Aljustrel. Daí partiram para o Mosteiro da Batalha e concluíram na Nazaré, percorrendo o Museu Dr. Joaquim Manso, o Sítio, a marginal e findando num saboroso jantar, num inexcedível apoio prestado pela Escola Profissional da Nazaré, personalizado na simpática companhia da sua Directora, Ana Paula Reis.

A manhã do terceiro dia foi inteiramente dedicada a uma aula prática de cozinha, na Cozinha de Aplicação da EHF, com a orientação do Chefe Yannick e de vários alunos de Cozinha, apoiados pela Profª Georgina Rocha na vertente linguística: toda a refeição foi confeccionada pelos participantes, sendo (a)provada no final com distinção.

A visita concluiu com mais apresentações individuais sobre os diversos modelos educativos e formativos na área da Hospitalidade nos países participantes, e com a redacção do relatório final de grupo, onde ficou expresso a mais elevada satisfação do grupo pela participação nesta Visita de Estudo.

Foram atingidos todos os objectivos: a troca de informações, conhecimentos e experiências sobre os diferentes métodos de ensino da hospitalidade nos diferentes países de origem dos participantes, estabelecendo-se também contactos para futuras parcerias na realização de projectos europeus.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 20:15
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Escola de Hotelaria de Fátima dinamiza Sessão Técnica

A Escola de Hotelaria de Fátima leva a efeito na próxima Sexta-feira, dia 29 de Outubro, pelas 14 horas, uma palestra subordinada ao tema “Novas realidades e novas competências pessoais e profissionais que uma profissão na área da Hospitalidade actualmente acarreta”. A palestra é proferida por Catarina Nolasco, Chefe de Recepção e Assistente do Director do Hotel Vincci Baixa, de Lisboa, sendo particularmente dirigida aos alunos das duas turmas dos Cursos Profissionais de Recepção e de Turismo e da turma do Curso de Educação e Formação de Adultos de Empregada de Andares.

A conferência versará sobre o papel de todas as categorias profissionais para o sucesso das unidades hoteleiras; a necessidade de se possuir uma perspectiva de evolução de carreira com a assumpção dos riscos e exigências inerentes à profissão como a probabilidade de ser exigido o desempenho da actividade noutra zona do país ou mesmo no estrangeiro, bem como a constante aprendizagem que é requerido no exercício da profissão.

Catarina Nolasco é licenciada em Turismo pela Universidade do Algarve e possui um Executive Master em Gestão Hoteleira pela Escola Superior de Hotelaria do Algarve e pela Universidade Católica Portuguesa. Detentora de uma carreira ascensional internacional na cadeia hoteleira Vincci, vai abordar a sua experiência académica e profissional, despertando os alunos para novas realidades e novas competências pessoais e profissionais que uma profissão na área da Hospitalidade actualmente exige.

Apesar da palestra ser especialmente direccionada aos alunos da Escola de Hotelaria de Fátima, a iniciativa é aberta a todos quantos se encontrem interessados nesta temática.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 17:13
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MÃE CLARA VAI SUBIR AOS ALTARES

 

Mãe Clara

A religiosa Maria Clara do Menino Jesus deverá em breve ser beatificada. A Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição reuniu entre os dias 7 e 18 de Outubro o seu Encontro Internacional com o objectivo de preparar a beatificação da sua Fundadora, nele tendo participado membros de outros países.

Maria Clara do Menino Jesus fundou em 3 de Maio de 1871 a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição cuja Província de Santa Maria se encontra sedeada em Fátima. Aquela Congregação teve o Convento de S. Patrício como primeira casa-mãe tendo-se alguns anos mais tarde transferido para o Convento das Trinas do Mocambo que se encontrava em vias de ficar desabitado, aí permanecendo até 1910, altura em que o governo da República decretou a extinção das ordens religiosas.

A Irmã Maria Clara do Menino Jesus que, conjuntamente com o Padre Raymundo dos Anjos Beirão, fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, nasceu no Palácio da Quinta do Bosque, na Amadora, em 15 de Junho de 1843. Descendia de uma nobre família aparentada com os marqueses de Távora e os marqueses de Fronteira, aliás entrelaçada com quase toda a nobreza portuguesa. Recebeu, no século, o nome Libânia do Carmo Galvão Mexia de Moura Telles e Albuquerque e foi baptizada na Igreja de Benfica, onde aliás se encontra uma lápide a assinalar o facto. Porém, as vicissitudes da vida levaram-na a ficar órfã ainda muito nova, tendo perdido os seus pais vitimados pelas epidemias de cólera e de febre-amarela que grassaram em Portugal em meados do século XIX. Embora tendo família, em Outubro de 1857, ingressou no Asilo Real da Ajuda, junto das Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo, religiosas francesas que vieram para Portugal, a pedido de D. Pedro V, a fim de cuidarem da educação dos órfãos de famílias nobres, vítimas daquelas epidemias.

A Irmã Maria Clara, aliás Libânia do Carmo, viveu no referido asilo até 1862, altura em que as Irmãs da Caridade francesas foram expulsas do país, passando a viver no Palácio dos Marqueses de Valada, a quem ainda lhe ligavam laços de parentesco, para além da amizade com a sua família. Porém, apesar dos cuidados em que vivia e do ambiente luxuoso que a rodeava, foi a miséria e a penúria que via à sua volta, num país flagelado por constantes conflitos, a que se juntavam as péssimas condições de higiene, causa natural de propagação de doenças e epidemias, que a fez entregar-se ao serviço de Deus e do próximo, erguendo uma obra social grandiosa e digna dos maiores louvores. O fascículo “Faces de Eva” nº. 7, inscreve-a no quadro das pioneiras da acção social do século XIX.

Em 1867 ingressou no Pensionato de S. Patrício onde, tempo mais tarde professou particularmente, como Terceira de Nossa Senhora da Conceição, recebendo o nome de Irmã Maria Clara do Menino Jesus. Uma vez proibida a profissão, em Portugal, foi a Calais, França, fazer o Noviciado e votos públicos. Regressada a Portugal, fundou a Congregação das Irmãs Hospitaleiras dos Pobres pelo Amor de Deus, dedicando-se as irmãs a todo o bem-fazer e tornando-se em primeiras missionárias a trabalhar em Angola, Goa, Guiné e Cabo Verde. O lema que escolheu foi o de “Onde houver o bem a fazer que se faça”.

A Irmã Maria Clara do Menino Jesus viveu uma vida intensa de entrega a Deus e ao próximo. Mas, para além da sua árdua missão, foi submetida a um intenso desgaste causado pelas perseguições de que foram alvo, fruto de um ambiente hostil fomentado na época por sectores republicanos que, entre outros aspectos, viam na Igreja Católica um aliado do regime monárquico. Veio a falecer em 1 de Dezembro de 1899 e encontra-se sepultada em Linda-a-Pastora, nos arredores de Lisboa. Em 2008, foi pelo Papa Bento XVI, proclamada “Venerável”. Estando em curso o estudo de um milagre, ocorrido em Baiona, Espanha, e já reconhecido pela consulta médica, em Roma, aguarda-se que as duas últimas etapas desse estudo, a ser feito por Teólogos, primeiro, e depois por Cardeais e Bispos, tenha o mesmo resultado e se possa, em breve, assistir à sua beatificação.

João Paulo II, na carta que em 2001 enviou à Superiora Geral das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, Maria Isilda de Freitas, por ocasião da passagem dos cento e vinte e cinco anos da concessão pelo Papa Pio IX da aprovação pontifícia da Congregação, feita através do rescrito “Sanctissimus Dominus”, “Na segunda metade do século XIX, os ventos da história sopravam contrários e borrascosos, com naufrágio de esperanças sem conta e o bom Deus a fazer dos próprios náufragos salva-vidas, como no caso da Irmã Maria Clara” E, aludindo a uma passagem bíblica, do tempo dos Patriarcas, acrescenta: “O texto traz à mente a força de Deus que moveu a Irmã Maria Clara a tirar do estado de abandono em que se encontrava a comunidade das Capuchinhas de Nossa Senhora da Conceição elevando-as a Instituto, “a fim de se unirem mais intimamente a Deus, que as chamava a coisas mais altas”ou (…) quando, após a morte da última Religiosa Trinitária no Convento das Trinas, Irmã Maria Clara tem de lutar pela posse do mesmo, como aliás lhe estava prometido pelo Governo, vindo a tornar-se a segunda Casa-Mãe da Congregação”.

Ao longo da sua existência, a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição ergueu uma importante obra social, não apenas em Portugal como noutros países, em diversos continentes, possuindo inclusive missões em Angola, Goa, Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Moçambique, Timor, Brasil, Malawi, Suazilândia, Filipinas, México e Califórnia.

Ilustração Portugueza

Ilustração Portuguesa, de 7 de Novembro de 1910, reproduziu uma gravura do Illustred London News, retratando a prisão das irmãs franciscanas, com a seguinte legenda: “Religiosas conduzidas para o Arsenal da Marinha, escoltadas por forças do exército e da marinha”.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/ http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.com/2011/02/mae-clara-vai-subir-aos-altares.html



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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010
Paulo Fonseca visita Escola da Atouguia

Dr Paulo Fonseca

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, desloca-se amanhã, dia 26 de Outubro, à Atouguia a fim de se inteirar das condições de funcionamento da escola daquela localidade. A acompanhá-lo estarão presentes o Vereador com o Pelouro da Educação, Dr. José Alho, o Director do Agrupamento IV Conde de Ourém e alguns jornalistas convidados.
Na origem desta decisão encontram-se algumas informações que têm vindo a ser veículas relativamente às condições infraestruturais daquele estabelecimento de ensino.

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 19:31
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CÂMARA MUNICIPAL DE OURÉM EM REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

Brasão

 

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, acaba de convocar uma reunião extraordinária da Câmara Municipal para o próximo dia 27 de Outubro, pelas 9h30, a ter lugar no Salão Nobre, no edifício dos Paços do Concelho, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

 

- PERÍODO DE “ANTES DA ORDEM DO DIA” – ARTIGO 86.º DA LEI N.º 169/99 DE 18 DE SETEMBRO, ALTERADA PELA LEI N.º 5-A/2002, DE 11 DE JANEIRO

1. PRESIDÊNCIA

2. DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E DO PLANEAMENTO

2.1. DIVISÃO DE GESTÃO FINANCEIRA

2.1.1. CONTRATAÇÃO PÚBLICA E APROVISIONAMENTO

- Concurso Público para “Construção do Pavilhão Gimnodesportivo do Olival”;

- Concurso Público para “Remodelação do antigo edifício dos Paços do Concelho”.

2.2. DIVISÃO ADMINISTRATIVA E DE RECURSOS HUMANOS

2.2.1. EXPEDIENTE, REPROGRAFIA E ARQUIVO GERAL

- Delegação de competências – Despacho n.º 63/2010, datado de 22 de Outubro em curso, do Presidente da Câmara;

- Ambiourém – Gestão de Espaços e Equipamentos Municipais, E.E.M. – Relatório e Contas de 2009 – Ofício n.º 501, de 07 de Setembro findo, da Assembleia Municipal;

- Prática de actos da competência da Câmara por parte das Juntas de Freguesia – Gestão e conservação de jardins e outros espaços ajardinados na Freguesia de Freixianda – Informação n.º 59/2010, de 25 de Outubro em curso, do Director do Departamento

Administrativo e do Planeamento.

3. DEPARTAMENTO DO TERRITÓRIO

3.1. DIVISÃO DE OBRAS MUNICIPAIS

- Execução de obras por administração directa – Ocupação de terreno na Travessa da Fonte Velha – Nossa Senhora da Piedade – Informação n.º 1242/2010, de 17 de Setembro findo, do Chefe da Divisão de Obras Municipais.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/ 



publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Mirante em Fátima vira lixeira

pneus

Em Fátima, junto ao marco geodésico e aos moinhos de vento que ali se encontram, sítio aprazível de onde se desfruta uma magnífica vista panorâmica sobre toda a região em redor, estão a ser depositados lixos que degradam a imagem do local.

Trata-se de uma verdadeira lixeira a céu aberto para onde são atirados os pneus usados como se de um depósito de lixo se tratasse. Estes resíduos podiam ser recolhidos para futura reciclagem, não prejudicando a paisagem e o meio ambiente. Importa tomar providências para que as pessoas possam despejar num local mais apropriado os resíduos e penalizar quem eventualmente persista em transformar locais aprazíveis do Concelho de Ourém em sítios indesejáveis.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 15:00
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Ourém vai ter Loja do Cidadão

Loja

A Cidade de Ourém vai passar a dispor, a partir de 2012, de uma Loja do Cidadão. As obras com vista à sua instalação arrancam já no próximo ano para que, no ano seguinte, aquele equipamento possa funcionar em pleno.

“Trata-se de providenciar que, no mesmo espaço, os cidadãos possam ter acesso a uma série de serviços que facilitem a sua vida e que, numa só deslocação possam solucionar os seus problemas, de forma moderna e eficaz”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca.

Por seu turno, o edifício das Finanças vai ser requalificado e dotado de um novo espaço com vista a serem instalados novos equipamentos. Neste local, passarão a funcionar todos os serviços inerentes a uma Loja do Cidadão, mormente a emissão de documentos pessoais e empresariais e o balcão “Casa Pronta”, encontrando-se também em fase de negociação a possibilidade de funcionamento naquele espaço do balcão da Segurança Social e a estação dos CTT.

Esta melhoria resulta do acordo estabelecido entre a Câmara Municipal de Ourém, a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) e a Direcção Geral das Contribuições e Impostos (DGCI), tendo ficado estabelecido que as obras necessárias serão efectuadas a cargo dos três parceiros, especificamente a AMA fica responsável pelas que decorrerão no interior do edifício, a DGCI pela requalificação do exterior e a autarquia oureense pelos arranjos da área envolvente, limpeza e manutenção do edifício.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/


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publicado por Carlos Gomes às 12:39
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Património Edificado de Ourém (V)

A Capela do Cabeço dos Valinhos foi classificada através do Decreto n.º 42255, publicado no Diário do Governo n.º 105, de 8 de Maio de 1959 e refere-se à existência no seu interior de dois frescos de Santo Ambrósio e Santo Agostinho, na Capela de Nossa Senhora da Conceição.

A este respeito, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

“A referência documental mais antiga à povoação de Olival data de 1180, sendo feita no foral doado na época à vila de Ourém, que designava os limites deste concelho. A primeira igreja paroquial foi fundada cerca de 1210, e no ano de 1323 foi edificada na localidade uma albergaria, que indica que a povoação se inseria numa rota de peregrinação.

A primitiva Capela de Nossa Senhora da Conceição terá sido instituída no século XV, julgando-se que terá sido erguida a mando de Diogo da Praça. No entanto, em 1578 o Cardeal D. Henrique mandou reedificar completamente a estrutura do templo (SEQUEIRA, 1949).

O edifício, cuja planimetria se desenvolve longitudinalmente, apresenta no exterior um alpendre, suportado por colunelos, que ocupa duas das fachadas do edifício, numa estrutura que sugere algumas semelhanças com a Ermida da Senhora do Monte de Santarém (Idem, ibidem).

Embora tenha sido parcialmente reconstruído depois do terramoto de 1755, o espaço interior conserva a capela-mor quinhentista, de linguagem maneirista erudita. Coberta por tecto de caixotões de pedra, que apresentam vestígios de pintura, as suas paredes são revestidas por painéis de azulejos seiscentistas, na parte inferior das paredes em duplo xadrez, azuis e brancos, e na parte superior, o mesmo padrão, de cor azul e amarela. O retábulo pétreo, também de gosto maneirista, albergava originalmente a imagem da Virgem com o Menino, em pedra policromada e de manufactura quinhentista.

No entanto, o elemento decorativo de maior destaque é, sem dúvida, o conjunto de pinturas murais que decoram as pilastras do arco triunfal, representando Santo Agostinho, do lado do Evangelho, e Santo Ambrósio, do lado oposto. Este conjunto deverá datar da campanha de obras quinhentista, correspondendo a uma época em que este género decorativo, bastante acessível à população rural, conhecia o seu auge.

Catarina Oliveira

IPPAR/2006”

 

in http://www.igespar.pt/

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 05:00
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Domingo, 24 de Outubro de 2010
Rua Cidade de Ourém, em Odivelas!
Rua Cidade de Ourém
A Freguesia da Pontinha situa-se nos arredores de Lisboa e pertence ao Concelho de Odivelas. Essa localidade ficou célebre por no Regimento de Engenharia que ali se encontra ter-se instalado o posto de comando do movimento das forças armadas que desencadeou o golpe militar do 25 de Abril de 1974. Por proposta da Junta e da Assembleia de Freguesia da Pontinha, a Câmara Municipal de Odivelas decidiu atribuir o nome "Rua Cidade de Ourém" a uma das artérias da localidade do Vale Grande. Todas os arruamentos deste bairro possuem nomes de cidades de Portugal.

Concretamente, em relação à rua Cidade de Ourém, a proposta de atribuição do topónimo teve parecer favorável por parte da Câmara Municipal de Odivelas em 15 de Outubro de 2003.

Esta artéria cuja designação inicial era "Rua 17-A", tem o seu início na " Rua Cidade de Loures" e o seu final num "Impasse". Desde local, desfruta-se uma excelente vista panorâmica sobre a região dos concelhos de Loures e Odivelas.

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



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Sábado, 23 de Outubro de 2010
Património Edificado de Ourém (IV)

Porta 

Em 1955, foi classificado na categoria de Arquitectura Civil o conjunto urbanístico que forma a antiga Vila de Ourém. A classificação foi feita pelo Decreto n.º 40361, publicado no Diário do Governo n.º 228, de 20 de Outubro de 1955

A respeito desta classificação, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

“Ourém foi um ponto fortificado dominante durante o período romano. Na Alta Idade Média, terá sido um dos locais mais disputados entre cristãos e muçulmanos, tendo em conta aquela fronteira móvel que caracterizou os séculos X a XII entre-Tejo-e-Mondego. Conquistada definitivamente em 1136, recebeu carta de foral da infanta D. Teresa, filha de D. Afonso Henriques, em 1180. Durante a Baixa Idade Média, a vila foi um dos territórios emblemáticos das rainhas, primeiro de D. Mecía López de Haro (mulher de D. Sancho II) e, com D. Dinis, da rainha Santa Isabel, tendo ainda pertencido à viúva de D. Afonso IV, D. Brites. No final da primeira dinastia, D. Pedro criou o título de Condado de Ourém, sendo seu primeiro beneficiário João Fernandes Andeiro, valido do rei. A seguir à revolução de 1383-85, a vila passou para a posse do condestável D. Nuno Álvares Pereira e, pouco depois, para os seus herdeiros, em particular o neto, D. Afonso, resultado da união de sua filha com o poderoso Infante D. Afonso, 1º Duque de Bragança e também Conde de Barcelos.

A configuração geral do urbanismo de Ourém data da Baixa Idade Média, embora as mais emblemáticas realizações arquitectónicas sejam já fruto do século XV, período em que a vila atingiu o apogeu. O castelo, ainda que tenha sido edificado por volta dos séculos XII-XIII, recebeu grandes melhoramentos por patrocínio de D. Afonso, que realizou um monumental paço de influência italiana, onde abundam as referências mudéjares e norte-africanas. A Colegiada foi outro monumento onde o Conde interveio de forma activa, fazendo-se mesmo sepultar no seu interior, em cripta propositadamente construída para o efeito. A semelhança desta cripta com a Sinagoga de Tomar foi já apontada por vários autores, mas o principal elemento a extrair é a manifestação daquele gosto erudito e levemente orientalizante que caracteriza o paço. O túmulo de pedra de ançã é uma das melhores obras tardo-góticas do género, ainda imbuída de forte personalidade medieval, com jacente e arca tumular decorada nas quatro faces. Ainda desta fase é a fonte gótica, datada de 1434, obra singular no género e que evidencia uma das preocupações dos titulares da vila pelo abastecimento de água às populações, num espírito que o Humanismo quinhentista tanto valorizaria.

PAF”

 

in http://www.igespar.pt/

 

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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010
OURÉM APOSTA NA DEFESA DO CONSUMIDOR

cartaz

Câmara Municipal realiza acção de formação de Defesa do Consumidor

Vendas Desleais – Acção de informação” é o tema da acção de formação que vai ter lugar no próximo dia 27 de Outubro, pelas 14 horas, no edifício dos Paços do Concelho. A iniciativa é da Câmara Municipal de Ourém e visa promover a informação para a defesa do consumidor no âmbito das práticas comerciais desleais e da publicidade enganosa, utilizadas para a venda de produtos e serviços, incentivar a participação activa dos consumidores nas relações dos seus actos de consumo e a alteração de comportamentos a nível individual do consumidor e dos agentes económicos no mercado.

O programa desta acção de formação é o seguinte:

 

14:00h Abertura e Apresentação dos Trabalhos

Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém

 

14h30

Primeiro Painel

Oradora:

Sofia Antunes, Jurista da DECO

“As Práticas Comerciais Desleais”

“Vendas à distância”

“Vendas ao Domicilio”

Moderadora:

Lucília Vieira, Vereadora da Câmara Municipal de Ourém

 

16:00h

Segundo Painel

Direcção Geral do Consumidor, “Publicidade enganosa””

Moderador:

Lucília Vieira, Vereadora da Câmara Municipal de Ourém

 

Debate – Intervenção do Público

Encerramento:

Deolinda Simões, Presidente da Assembleia Municipal de Ourém

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Posse Administrativa por Utilidade Pública em Fátima

Publica a edição de hoje do Diário da República o edital da Câmara Municipal de Ourém que dá conta das parcelas de terreno a expropriar, com carácter de urgência, por utilidade pública, com vista ao perfilamento da Avenida D. José Alves Correia da Silva e à construção do túnel na Avenida Papa João XXIII, na Cova da Iria. Em anexo, consta uma tabela com as parcelas a expropriar e a identificação dos respectivos proprietários.

Ver em:  http://dre.pt/pdf2sdip/2010/10/206000000/5239252394.pdf

 

Diário da República

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 09:57
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O vitral dos antigos Paços do Concelho constitui uma magnífica obra de arte

 

VitralDesde a Idade Média, o vitral constritui uma das obras de arte de maior esplendor das igrejas e catedrais. Ao coar a luz solar que através deles penetrava por entre as janelas ogivais das igrejas góticas, resplandecendo o colorido intenso das imagens bíblicas, os vitrais criavam um ambiente mais propício à oração e de maior espiritualidade. Paralelamente, á semelhança do que sucedia com as outras imagens, tinham ainda uma função catequética ao servirem para transmitir os ensinamentos da Fé a uma população que não entendia o latim ou seja, a Língua da liturgia.

A partir sobretudo dos finais do século XIX, a sua utilização como elemento decorativo generalizou-se, aparecendo a partir de então em fábricas, habitações e edifícios públicos, proporcionando luminosidade e conferindo grandeza ao edifício. Constituiu simultaneamente um símbolo de estatuto social.
Entre os edifícios que passaram as ostentar magníficos vitrais contam-se aqueles que servem de sede aos municípios. O Concelho de Ourém também não foi excepção e, no antigo edifício dos Paços do Concelho, exibe-se ainda um esplêndido vitral ostentando o brasão do Concelho de Villa Nova de Ourém.
Este vitral constitui uma verdadeira relíquia artística. Pelo seu inestimável valor que possui e pela referência histórica que o próprio edifício onde se encontra representa para o Concelho de Ourém, bem mereceria este ser classificado como património de interesse municipal, sendo inclusivamente restituído o antigo brasão de pedra que actualmente se encontra no Museu Municipal de Ourém. Trata-se, tão somente, de preservar a memória, pois Ourém não perde jamais a sua grandeza e o actual estatuto pelo facto de continuar a exibir nos antigos Paços do Concelho um brasão apenas com quatro castelos e um vitral onde se inscreve a legenda "Villa Nova de Ourém".
Em regra, estes vitrais empregavam uma fita de chumbo nas junções dos vidros e nas soldaduras. As cores dos vidros eram obtidas a partir de diversas substâncias como o ouro, o cobre e o cobalto. Tratam-se de peças de elevado valor artístico, de difícil construção e restauro.
Vitral
O vitral dos antigos Paços do Concelho constituem uma relíquia patrimonial do Concelho de Ourém.
Escadaria
A imagem mostra um aspecto da escadaria dos antigos Paços do Concelho.
Lápide
O edifício possui uma marca histórica que deve ser preservada.
Brasão
O Brasão de Armas do Concelho de Vila Nova de Ourém deveria reocupar o seu lugar no edifício dos antigos Paços do Concelho.
Fotos: José Santos

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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010
Taxistas solidários com peregrinos de Fátima

Taxi

De acordo com informação que recebemos do Centro de Comunicação Social do Santuário de Fátima, a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) decidiu promover uma jornada de solidariedade com os peregrinos de Fátima, dirigida sobretudo aos idosos residentes em lares da terceira idade, disponibilizando transporte sem cobrança de tarifas no próximo Sábado, dia 23 de Outubro.
Esta tarde, em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, Florêncio Almeida revelou estar a contar com uma grande adesão, de todo o país, em resposta ao apelo à participação, lançado junto de todos os associados da ANTRAL. Segundo aquele dirigente, trata-se de uma jornada de solidariedade "de modo a espelhar o espírito de solidariedade e entreajuda com os mais necessitados”, 
No Santuário de Fátima, após o estacionamento das viaturas no Parque de Estacionamento nº 12 (ao lado do Centro Pastoral Paulo XVI), está prevista pelas 12h45 a concentração dos peregrinos junto da Igreja da Santíssima Trindade. 
A eucaristia, em que serão lembrados os industriais de táxi falecidos, será celebrada às 13:00, na Igreja da Santíssima Trindade. Após a missa, seguir-se-á pelas 14 horas a bênção dos táxis e dos seus condutores, no referido parque de estacionamento.
Para mais informações, sugere-se o contacto com a ANTRAL cujo site se encontra no endereço http://www.antral.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 19:32
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Fátima Organiza Feira de Artesanato

Feira Fátima

Vai decorrer em Fátima, nos próximos dias 24 e 25 de Outubro a 1ª edição do FAZ Artesanato 2010. A organização é da Junta de Freguesia de Fátima e tem lugar nas instalações do Mercado de Fátima.

Para além dos expositores, os artesãos vão trabalhar ao vivo durante o certame, convidando os visitantes a participar e a criar os seus próprios objectos artesanais.

A FAZ Artesanato 2010 vai contemplar as actividades de sapateiro, latoeiro, oleiro, ferro reciclado, rendas de bilros, mantas de trapos e outras actividades artesanais. Haverá ainda pequenas oficinas de artes para as crianças.

A feira abrirá o seu espaço no Domingo, às 14 horas, prolongando-se até às 22 horas. Na Segunda-feira, dia 25 de Outubro, a feira será especialmente dedicada às crianças e contará com animação infantil promovida pela Escola Profissional de Ourém, encontrando-se o espaço aberto entre as 10 horas e as 19 horas.

Para alegrar os mais sisudos, a feira manterá em funcionamento uma tasquinha que será explorada pela Casa do Povo de Fátima. Trata-se, pois, de um momento de grande animação a reviver as nossas artes tradicionais e uma ocasião a não perder.

 

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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Bandas de Música animam Ourém

Bandas de música

Ourém despertou no passado domingo, dia 17 de Outubro, ao som da música tocada pelas orquestras filarmónicas. Tratou-se do XXI Festival de Bandas Civis, iniciativa que foi este ano organizada pela Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro Cultural e Artística Vilarense Reis Prazeres.

Esta encontro de bandas contou ainda com a participação da Orquestra de Sopros da Academia de Música da Banda de Ourém, da Sociedade Filarmónica Ouriense, da Sociedade Musical Paredense, de Cascais e da Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense, de Santa Maria dos Olivais, em Lisboa.

A recepção das bandas teve lugar junto aos Paços do Concelho, pelo Presidente da Câmara Municipal, Dr. Paulo Fonseca e pela vereadora Drª Lucília Vieira. Na ocasião, o Presidente da edilidade afirmou que “este é um momento de grande orgulho”, dando esta realização como “um bom exemplo daquilo que devemos fazer em todas as áreas da vida pública”.

De referir que as bandas e orquestras filarmónicas populares constituem verdadeiros conservatórios que muito tem contribuído para a formação musical de muitos jovens ao longo de sucessivas gerações, em muitos casos a única escola acessível a largos sectores da população, razão mais do que suficiente para lhes prestar a maior atenção e dotá-las dos meios de que necessitam para realizar o seu trabalho. E, porque não, fazendo-as subir com maior frequência ao coreto que é, como quem diz, incentivar a sua participação em espectáculos musicais.

Bandas de musica

 

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Santa Iria 2010

Santa Iria

 

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Património Edificado de Ourém (III)

Túmulo e criptaA cripta e o túmulo do IV Conde de Ourém, na Igreja Matriz, foram classificados na categoria de Arquitectura Religiosa, através do Decreto n.º 37366, publicado no Diário do Governo n.º 70, de 5 de Abril de 1949

A respeito deste imóvel, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

Edificada na Igreja Matriz de Ourém, a cripta de D. Afonso, conde de Ourém e Marquês de Valença, é o único exemplar desta tipologia, construída durante o período final do gótico, que subsiste actualmente.

Apresenta semelhanças estruturais e acústicas com a Sinagoga de Tomar (SIMÕES, 1992), desenvolvendo-se em planimetria quadrangular, formada por três naves de três tramos definidos pelas colunas que suportam a abóbada de arestas que cobre o espaço.

Ao centro foi erigida a arca tumular do Marquês de Valença, em pedra de Ançã, com jacente. Os frontais são totalmente decorados com motivos vegetalistas em relevo, integrando o escudo de armas do marquês; sob a tampa foi gravada uma inscrição biográfica de D. Afonso.

A tampa é rodeada por cinta lavrada com rosetas que alastram para a parte superior, onde se dispõe a estátua jacente de mãos postas, repousando a cabeça sobre almofadas, com pés assentes numa mísula. A figura do marquês enverga túnica comprida pregueada, tendo a cabeça coberta por barrete.

A arca tumular foi executada cerca de 1485-1487, tendo sido neste último ano que D. Afonso, que havia falecido em Tomar em 1460, foi trasladado para Ourém. A obra escultórica insere-se no gosto do Gótico final, sendo atribuída às oficinas coimbrãs, nomeadamente ao cinzel de Diogo Pires o Velho. A sua tipologia apresenta muitas semelhanças com o túmulo de Fernão Teles de Menezes, erigido na Igreja de São Marcos de Coimbra.

Catarina Oliveira

IPPAR/2006

 

in http://www.igespar.pt/

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



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Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010
TIMOR-LESTE E NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Fátima

Nos últimos anos, têm sido frequentes as peregrinações de Timorenses a Fátima, Portugal. É que em Timor-Leste a devoção à Virgem Maria, Mãe de Jesus, invocada sob o título de Nossa Senhora Fátima, está muito enraizada na piedade mariana dos cristãos.

Como sabemos, foi a 13 de Maio de 1917, que Nossa Senhora apareceu a três crianças de Aljustrel, freguesia de Fátima: Lúcia de Jesus, de 10 anos, e seus primos Francisco e Jacinta Marto, de 9 e 7 anos respectivamente. Eles andavam a guardar os seus rebanhos na Cova da Iria, quando, por volta do meio-dia lhes apareceu a Virgem Maria, enquanto eles rezava o terço. Nos meses seguintes, até Outubro inclusive, Nossa Senhora voltava a aparecer aos três pastorinhos, excepto no mês de Agosto, que foi a 19.

Nessa Aparições, a Virgem Maria pedia aos três pastorinhos que rezassem muito pela conversão dos pecadores, pela pelo Santo Padre e pela paz no mundo.

A Igreja reconheceu a autenticidade das Aparições de Fátima e enalteceu as verdades essenciais do Evangelho contidas nas mensagens de Nossa Senhora: oração, penitência e conversão.

E quando chegaram as notícias a Timor? Não sabemos exactamente quando os missionários e os cristãos de Timor começaram a ouvir falar de Fátima.

Lembramos apenas que no ano de 1917, estava-se a viver um período de aparente acalmia, depois da guerra de Manufahi (1911-1912). O Governador da altura, Filomeno da Câmara Cabral tinha encetado um plano de desenvolvimento económico e social. Os missionários no território eram apenas dez. Nesse ano de 1917, o Governo da colónia tinha aprovado e adoptado a Cartilha do padre Manuel Mendes Laranjeira. Em 1922, era nomeado Bispo de Macau e Timor Dom José da Costa Nunes que realizou várias pastorais às Missões de Timor. Era mais provável que na década dos anos 20 do século XX, os padres já tivessem ouvido falar das Aparições de Nossa Senhora, na Cova da Iria, Fátima.

Quando o Presidente José Ramos Horta visitou o Santuário de Fátima em Julho de 2008, o Reitor do Santuário dizia que nos Arquivos do Jornal “A Voz de Fátima”, havia um documento segundo o qual “já em 1929, se falava do culto de Nossa Senhora de Fátima em Timor”.

Porém, foi na década dos anos 30 do século XX que Fátima ficou a ser mais conhecida. A propagação do culto de Nossa Senhora de Fátima começou na Missão de Manatuto em 1933, pela acção do padre Ezequiel Pascoal Enes. Em 1936, na Missão de Soibada, o Superior da missão, Padre Jaime Garcia Goulart, mais tarde, 1º Bispo de Díli, acabava de fundar o Pré-Seminário, destinado à formação de sacerdotes nativos; e ele mesmo quis essa instituição se chamasse Seminário de Nossa Senhora de Fátima. Em Outubro de 1937, era inaugurada a Igreja de Suro (Ainaro), dedicada a Nossa Senhora de Fátima. Em 1939, foi inaugurada construiu-se a Capela de Fatubessi, tendo como Padroeira Nossa Senhora de Fátima. Em 1939, foi benzida a capela de Watolari, dedicada a nossa senhora de Fátima. E em 1940, a capela de Fatumaca (Wailili), a consagrada à Mãe do Céu, com o título Nossa Senhora de Fátima.

Em 1942, deu-se a invasão japonesa do território de Timor-Leste. Numa situação de guerra, de sofrimento e de carências, os Timorenses mantiveram viva a devoção a Nossa Senhora, rezando o terço nos seus esconderijos, nas grutas, nas florestas e nas montanhas, pedindo o fim da guerra e o estabelecimento da Paz.

 

- BELO, Dom Carlos Filipe Ximenes. http://forum-haksesuk.blogspot.com

 

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publicado por Carlos Gomes às 18:38
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TIMOR-LESTE VISITA SANTUÁRIO DE FÁTIMA
O Santuário de Fátima recebeu no passado dia 14 de Outubro a visita da Comissão de Negócios Estrangeiros e Defesa do Parlamento Nacional de Timor-Leste, dirigida pelo seu Presidente, sr. Duarte Nunes, tendo sido acompanhados por representantes da Guarda Nacional Republicana, força militar portuguesa que tem zelavo pela segurança daquele território e grangeia de grande simpatia entre os timorenses.
À chegada, o grupo foi recebido, na Reitoria, pelo Reitor do Santuário, seguindo-se uma visita guiada aos espaços do Santuário de Fátima. Na Capelinha das Aparições, alguns deputados realizaram um momento individual de oração e colocaram velas a arder no acendedor.
Na ocasião, o Padre Virgílio Antunes, Reitor do Santuário de Fátima afirmou: "Através de vós, cumprimento o povo de Timor, que tem nas suas mãos o seu presente e o seu futuro”, sublinhando a “excepcional e extraordinária ligação” entre o povo português e Timor-Leste. Aludindo aos momentos de martírio a que o povo timorense foi sujeito, lembrou que “todo aquele período de sofrimento foi aqui vivido em Portugal de forma excepcional e extraordinária. Desde esse momento, ficou ainda mais profunda esta ligação emocional, quer ao nível da fé cristã, quer ao nível da solidariedade, ao nível social”, acrescentando que “a causa de Timor esteve sempre presente nas intenções de oração do Santuário de Fátima, lugar em que a paz é a intenção principal das orações”.
O Padre Virgílio Antunes lembrou também o apoio monetário oferecido pelo Santuário de Fátima para construção de uma maternidade em Timor Leste, entregue à Diocese de Díli em 8 de Dezembro de 2009. A esse propósito, referiu que “O Santuário foi o principal financiador do projecto de construção da Maternidade - Escola de Nossa Senhora de Fátima em Timor-Leste, como membro da Fundação Mater Timor. Ajudámos com muita alegria e com muito gosto por estarmos convencidos que era uma obra que viria beneficiar a defesa da vida”.
 

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publicado por Carlos Gomes às 18:27
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Comitiva Europeia visita Escola de Hotelaria de Fátima

A Escola de Hotelaria de Fátima vai receber, entre os dias 19 e 21 de Outubro, uma visita de estudo subordinada ao tema “Teaching Hospitality: from VET to High Education and Long Life Learning “, apoiada pelo Programa Europeu de Aprendizagem ao Longo da Vida. Os diversos participantes são oriundos de países dos quatro cantos da Europa, desde a Espanha à Roménia, da Itália à Lituânia, passando por França, Polónia, Eslovénia e República Checa. Profissionalmente são todos relacionados com o sector da Educação: oriundos de Ministérios, organismos regionais e locais, escolas profissionais, além de gestores e professores. A língua de trabalho será o Inglês.
Esta iniciativa, organizada pela Unidade de Cooperação Internacional da INSIGNARE, vai envolver elementos de vários dos seus Departamentos, num esforço conjunto de troca de informações, conhecimentos e experiências sobre os diferentes métodos de ensino da hospitalidade nos diferentes países de origem dos participantes, com natural destaque para Portugal. Pretende-se também estabelecer contactos que estejam na génese de futuras parcerias na realização de projectos europeus.
Além das palestras que vão ser proferidas por técnicos da INSIGNARE e por convidados oriundos de associações empresariais e sectoriais, decorrerão ainda visitas a Fátima e outros locais de grande interesse turístico da região.

 

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publicado por Carlos Gomes às 18:12
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Actividades do Museu Municipal de Ourém

Museu Municipal de Ourém

MMO Museu Municipal de Ourém

Núcleo: Casa do Administrador

Visitas à Casa do Administrador:

Horário de Funcionamento

Dias úteis das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h Sábados e Domingos das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h Encerra às Segundas-feiras todo o dia

EXPOSIÇÕES:

Exposições de longa duração:

OURÉM’ AFEIÇÕES

VILLA NOVA DE OURÉM 1900

Exposição temporária:

OUREMPUBLICA

(A decorrer de 04 de Junho de 2010 a 31 de Dezembro de 2010)

Ciclos de Cinema:

Todas as Quintas-feiras às 21h30

Lotação até 40 pessoas

ENTRADA GRATUITA

Mês de Outubro – Filmes do realizador Pedro Almodôvar Dia 21 de Outubro: Filme: “MÁ EDUCAÇÃO” M/16 – 105 min Duas crianças, Ignacio e Enrique, descobrem o amor, o cinema e o medo num colégio religioso no princípio dos anos 60. O director do colégio, o Padre Manolo, e o professor de literatura são testemunhas dessa descoberta. No final dos anos 70 e dos anos 80 as personagens voltam a encontrar-se. O reencontro marcará a vida deles.

Núcleo: Centro Histórico

Visitas à Galeria Municipal:

Horário de Funcionamento (Inverno)

Dias úteis das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h Sábados e Domingos das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h Encerra às segundas todo o dia

Exposições a decorrerem no mês de Outubro:

Exposição “Encontrar Ourém” de 02 a 31 de Outubro de 2010 Desenho e Fotografia

Artistas: Ana Oliveira e João Oliveira

 

Marcações de Visitas Guiadas ao Centro histórico de Ourém:

Horário de visitas solicitadas no local: às 10h00 e às 15h00

 

Para marcação prévia:

Telefone: 249540900 ext.169

Telemóvel: 910502917 / 919585003

E-mail: museu@mail.cm-ourem.pt

 

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publicado por Carlos Gomes às 07:00
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Terça-feira, 19 de Outubro de 2010
Câmara Municipal realiza acção de formação de Defesa do Consumidor

Vendas Desleais – Acção de informação” é o tema da acção de formação que vai ter lugar no próximo dia 27 de Outubro, pelas 14 horas, no edifício dos Paços do Concelho. A iniciativa é da Câmara Municipal de Ourém e visa promover a informação para a defesa do consumidor no âmbito das práticas comerciais desleais e da publicidade enganosa, utilizadas para a venda de produtos e serviços, incentivar a participação activa dos consumidores nas relações dos seus actos de consumo e a alteração de comportamentos a nível individual do consumidor e dos agentes económicos no mercado.

O programa desta acção de formação é o seguinte:

 

14:00h Abertura e Apresentação dos Trabalhos
Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém

 

14h30
Primeiro Painel
Oradora:
Sofia Antunes, Jurista da DECO
“As Práticas Comerciais Desleais”
“Vendas à distância”
“Vendas ao Domicilio”
Moderadora:
Lucília Vieira, Vereadora da Câmara Municipal de Ourém
 
16:00h
Segundo Painel
Direcção Geral do Consumidor, “Publicidade enganosa””
Moderador:
Lucília Vieira, Vereadora da Câmara Municipal de Ourém
 
Debate – Intervenção do Público
Encerramento:
Deolinda Simões, Presidente da Assembleia Municipal de Ourém

 

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publicado por Carlos Gomes às 15:43
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Ourém aposta nas hortas biológicas sociais

Hortas Biológicas Sociais” é a designação de um projecto que vai amanhã arrancar em Ourém. O projecto em causa é promovido pela AGROBIO – Associação Portuguesa de Agricultura Biológica e conta como parceiros a Câmara Municipal de Ourém, o CRIO – Centro de Recuperação Infantil Ouriense, a Quinta do Montalto e a PeçaOurém.

O projecto cuja sessão inaugural está prevista para amanhã como a preparação do terreno, tem como objectivo promover a capacitação de pessoas com deficiência mental para a aplicação das práticas agrícolas utilizadas em horticultura biológica e a sua participação activa na sociedade, visando ainda a alteração de comportamentos discriminatórios a nível individual e colectivo em relação à deficiência.

As pequenas hortas vão ser feitas em terrenos cedidos pela Quinta do Montalto, assim como algumas alfaias, sistemas de rega e água. Por seu turno, a Câmara Municipal de Ourém dará o apoio logístico, nomeadamente o transporte das crianças entre a Quinta do Montalto e o Centro de Recuperação Infantil Ouriense. A PeçaOurém cede alfaias agrícolas e a Agrobio, impulsionadora e promotora do projecto, dará todo apoio técnico.

 

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publicado por Carlos Gomes às 13:47
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Património Edificado de Ourém (II)

Pelourinho

Em 1933, o Pelourinho de Ourém foi classificado como “Imóvel de Interesse Público”, na categoria de Arquitectura Civil. A respectiva classificação foi feita pelo Decreto n.º 23122, publicado no Diário do Governo n.º 231, de 11 de Outubro de 1933.

A respeito deste imóvel, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

“A antiga villa de Ourém foi doada por D. Afonso Henriques a sua filha, a infanta (ou rainha) D. Teresa, e esta concedeu-lhe o seu primeiro foral em 1180. D. Manuel concedeu-lhe foral novo em 1515, e caso raro, recebeu ainda um último foral das mãos de D. Pedro II, em 1695. A povoação ficou muito danificada aquando do terremoto de 1755, e a vizinha localidade de Aldeia da Cruz, onde se haviam refugiado muitos dos habitantes de Ourém Velha, foi elevada a vila, com o nome de Vila Nova de Ourém. Esta é actualmente concelho, sendo Ourém, entretanto rebaptizada como Nossa Senhora das Misericórdias (1989), sua freguesia. Conserva ainda o seu pelourinho, em estilo tardo-gótico, datável de finais do século XV ou inícios do XVI, sendo tentador atribuí-lo ao período subsequente à atribuição de foral manuelino.

O pelourinho levanta-se sobre um soco de três degraus quadrangulares, de rebordo boleado, onde assenta o conjunto da base, coluna e capitel / remate. A base da coluna é octogonal, tal como o fuste, que se ergue a boa altura. Três anéis octogonais cingem o fuste a meia altura. Perto do topo está aposto um pequeno escudo, com as armas da vila de Ourém, e por baixo deste, no fuste, está epigrafada a data de 1620. A coluna é encimada por astrágalo decorado com botões salientes, e ábaco octogonal. O remate, de grandes dimensões, é composto por uma coroa aberta, com decoração geométrica no aro e hastes vegetalistas. Do seu centro sai uma pinha, de fina decoração vegetalista.

A data de 1620 não deverá respeitar à construção do pelourinho, e sim a uma eventual reparação, ou cerimónia com ele relacionada. SML”

 

in http://www.igespar.pt/

 

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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010
Ourém inaugura Cine-Teatro Municipal após remodelação

Cine-Teatro
 
O Cine-Teatro Municipal de Ourém foi ontem inaugurado depois de efectuadas profundas obras de requalificação que orçaram em 65 mil euros. A partir de agora, as sessões de cinema e os espectáculos mensais vão regressar àquele espaço, podendo os oureenses beneficiar daquele equipamento cultural.
Com um aspecto mais modernizado, o Cine-teatro passa a beneficiar de melhores condições de segurança e conforto, nomeadamente portas corta-fogo e instalações sanitárias para deficientes.
Para Paulo Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Ourém e presidente do conselho de administração da Verourém, empresa municipal responsável pela gestão deste espaço, tratou-se de “resolver um conjunto de problemas de natureza legal, aproveitando-se esta intervenção para embelezar o espaço e preservá-lo". Por seu turno, João Heitor, administrador executivo da Verourém, afirmou que estas obras “permitem mais conforto e dignidade à única casa de espectáculos pública do concelho de Ourém” .

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publicado por Carlos Gomes às 19:46
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Festival das Sopas anima Alburitel

Alburitel Cultural 
Teve ontem início e prolonga-se até ao próximo dia 7 de Novembro a sétima edição da "Alburitel Cultural", iniciativa que decorre aos fins-de-semana com diversas realizações culturais. A abertura teve lugar com a realização do Festival das Sopas e ainda a inauguração da exposição de pintura de Anabela Andrade.
A iniciativa contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, e da Vereadora Lucília Vieira.
Aos presentes, o Presidente da edilidade garantiu que, apesar dos tempos difíceis, "serão levadas a cabo acções importantes na freguesia", referindo-se concretamente à  construção do Centro Escolar Ourém Nascente e a requalificação da EN113, que liga a localidade de Escandarão a Alburitel, no limite do concelho, até 2012. E rematou: “podem contar comigo até ao fim para defender o interesse de cada uma das freguesias!”.

O Programa da VII Alburitel Cultural é o seguinte:

Programa:
23 de Outubro – Sábado
21h00: Danças Hip Hop (Salão da ACRA)

24 de Outubro - Domingo
08h30: Prova de BTT
09h30: Passeio Pedestre “À descoberta do IC9”
12h30: Almoço no salão da ACRA
15h00: Insufláveis, palhaços, balões e pintura facial

30 de Outubro - Sábado
20h30: Rally Paper Nocturno
21h30: Teatro, pela AMBO (Salão da ACRA)

31 de Outubro - Domingo
10h00: Concentração de Tractorinhas
14h00: Gincana de Tractores; “Eurobosta”; “Agarra o Leitão”
16h00: Sardinhada popular; Grupo de Concertinas da Conceição
(Campo de Futebol da Cumieira)

07 de Novembro - Domingo
10h00: Convívio auto-cross, moto 4, kartcross (Pista Mota de Paulo)

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publicado por Carlos Gomes às 19:24
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Câmara Municipal de Ourém reúne amanhã, dia 19 de Outubro

Brasão

 

A Câmara Municipal de Ourém tem a sua reunião marcada para amanhã, dia 19 de Outubro, cuja Ordem de Trabalhos transcrevemos seguidamente.

 

PERÍODO DE “ANTES DA ORDEM DO DIA” – ARTIGO 86.º DA LEI N.º 169/99

DE 18 DE SETEMBRO, ALTERADA PELA LEI N.º 5-A/2002, DE 11 DE JANEIRO

1. PRESIDÊNCIA

1.1. COMUNICAÇÕES DO PRESIDENTE DA CÂMARA

- Da aprovação dos projectos de licenças para construção, reedificação ou conservação sobre os quais despachou em conformidade com a delegação de competências, efectuada em reunião de 2009.01.19;

- Da aprovação de licenças em processos com competência delegada ao abrigo do n.º 1, do artigo 65.º, da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro;

- Pagamentos.

2. DIVISÃO DE OBRAS PARTICULARES

- Apreciação de diversos processos de urbanização e edificação.

3. DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E DO PLANEAMENTO

3.1. DIVISÃO DE GESTÃO FINANCEIRA

3.1.1. CONTRATAÇÃO PÚBLICA E APROVISIONAMENTO

- “Recuperação da Casa dos Magistrados – Futuras Instalações da Casa da Cultura e Juventude de Ourém” – Libertação de garantias bancárias – Informação n.º 388/2010, de 23 de Setembro findo, da Contratação Pública e Aprovisionamento (CPA);

- Construção do Centro Escolar de Olival – Erros e omissões – Informação n.º 391/2010, de 23 do mês findo, do Responsável da CPA;

- Requalificação Urbana da Avenida D. José Alves Correia da Silva – Parte B – Troços entre a passagem desnivelada e as Rotundas Norte e Sul inclusive – Cova da Iria – Fátima

– Erros e omissões – Informação n.º 392/2010, de 29 de Setembro findo, do responsável da

CPA.

3.1.2. PATRIMÓNIO E INVENTÁRIO

= Alienação de imóvel no Bairro 25 de Setembro – Processo registado sob o n.º 19.352/2008, de Manuel da Silva Ferreira.

3.2. DIVISÃO ADMINISTRATIVA E DE RECURSOS HUMANOS

3.2.1. EXPEDIENTE, REPROGRAFIA E ARQUIVO GERAL

- Ampliação do número de compartes:

1. Requerimento registado sob o n.º 21.164/2010, de Alda Maria de Oliveira Almeida Marques, sobre prédio sito em Faria – Boleiros, da Freguesia de Fátima;

2. Requerimento registado sob o n.º 21.165/2010, de Paula Alexandre Silva Marto, sobre prédio sito em Covão do Carro, da Freguesia de Fátima;

-  Prática e actos da competência da Câmara Por parte das Juntas de Freguesias – “Reparação do mercado retalhista da Freguesia de Casal dos Bernardos”

- Mapas de turnos das farmácias – 2011 – Ofício n.º 21485, de 24 e Setembro findo, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, I.P.;

- Ambiourém – Gestão de Espaços e Equipamentos Municipais, E.E.M. – Relatório de Gestão – 1.º semestre de 2010 – Ofício n.º 636/2010, de 30 de Setembro findo, da entidade empresarial municipal;

- Toponímia – Processos de atribuição dos topónimos:

1. Rua de São Tiago – Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias;

2. Travessa do Tanchão – Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias;

3. Rua da Azinheira – Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias;

4. Beco das Pereiras – Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias;

5. Rua da Fonte Velha, Rua do Carvalho e Rua Casal Abreu – Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias;

6. Travessa Trás das Eiras – Freguesia de Fátima;

7. Rua Tenente Santana Lopes – Freguesia de Fátima;

8. Rua das Brites – Freguesia de Fátima;

9. Travessa São Maximiliano – Freguesia de Fátima;

10. Travessa do Jouguinho – Freguesia de Fátima;

11. Beco da Cova do Ferreiro – Freguesia de Fátima;

12. Travessa Vale Padre; Rua do Sol Poente, Rua Casal Ferreiro e Beco dos Sousas – Freguesia de Alburitel;

13. Rua Manuel Pereira de Oliveira e Rua do Casal do Rato – Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Piedade.

4. DEPARTAMENTO DO TERRITÓRIO

4.1. DIVISÃO DE AMBIENTE

- Taxas de conservação das redes e sistema de saneamento, tarifa de tratamento de águas residuais, tarifa de recolha, transporte e tratamento de RSU’s:

1. Processo registado sob o n.º 19.453/2010, da Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Alburitel, sobre edifício sito na Rua Artur Vieira Dias, n.º 66, em Alburitel;

2. Processo registado sob o n.º 19.542/2010, de Manuel Feliciano Jesus Liberal, residente na Rua do Arieiro, n.º 30, em Abades – Freixianda;

3. Processo registado sob o n.º 19.569/2010, de Maria de Jesus, residente no Beco da Venda, em Camalhotes – Olival;

4. Processo registado sob o n.º 19.582/2010, de Saulo Oliveira Ferreira, residente na Rua do Cubo, n.º 835, em Pinhel – Atouguia;

5. Processo registado sob o n.º 19585/2010, de António Sousa Henriques, residente na Rua 21 de Junho, n.º 118, em Chã – Caxarias;

- Plano de Investimentos da CGE (P) – Compagnie Générale des Eaux (Portugal), S.A. –

Remodelação da rede de abastecimento de água nas Ruas dos Moinhos, da Barreira e do Outeiro – Cercal – Informação n.º 1360, datada de 08 de Outubro em curso, da Divisão de Ambiente.

4.2. DIVISÃO DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTO DO

TERRITÓRIO

- Plano Director Municipal de Ourém – Relatório da fase de participação preventiva – Informação n.º 64/2010, de 15 de Outubro em curso, da Chefe da Divisão de Planeamento e Ordenamento do Território.

5. DEPARTAMENTO DE CIDADANIA

5.1. DIVISÃO DE EDUCAÇÃO, DESPORTO E LAZER

- Pedido de cedência de autocarro municipal – Informação n.º 921/2010, datada de 12 do corrente mês, do Chefe da Divisão de Educação, Desporto e Lazer (DEDL);

- Transportes escolares – Ano lectivo de 2010/2011 – Alunos oriundos na zona norte do Concelho – Informação n.º 913/2010, de 17 de Outubro corrente, do Chefe da DEDL;

- XVIII Festival de patinagem artística “Cidade de Ourém” – Informação n.º 919/2010, datada de 11 de Outubro em curso, da DEDL.

6. OUTROS ASSUNTOS - Proposta para apreciação de assuntos urgentes nos termos do artigo 83º da Lei n.º 169/99 de 18 de Setembro, alterada pela Lei n.º 5- A/2002, de 11 de Janeiro.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



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A Ginginha do Castelo

Ginginha do Castelo

A casa “A Ginginha do Castelo” é um estabelecimento comercial há quase 100 anos. De antiga e tradicional mercearia, propriedade de Maria de Jesus Gonçalves, em 1993 transformou-se no Bar – Taberna Tradicional “A Ginjinha do Castelo”, tornando-se um dos pontos de referência a visitar por quem passa na zona histórica de Ourém.

 

Augusto Gonçalves, filho de D. Maria, tomou a decisão de transformar o espaço porque foi uma forma de valorizar o património familiar, a casa data de 1656 e também, de atingir outro público – o turista – que procura cada vez mais as zonas históricas do país.

 

A criação da casa “A Ginginha do Castelo” foi um projecto que teve apoios?

 

Sim, em 1993 fiz uma candidatura através da Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte que apesar de não ter sido um apoio muito grande, foi o pontapé de saída para a concretização das obras que transformaram esta casa.

 

Desde 1993, o que melhorou na zona histórica do Castelo?

 

Não há comparação, temos um desenvolvimento muito grande e a Pousada Conde de Ourém também contribui muito, mas muito mais pode e deve ser feito. Poderíamos ter aqui um bom restaurante, mais bares e unidades hoteleiras com qualidade.

 

É difícil licenciar e construir na zona histórica?

 

Esse é um grave problema, mas antes do 25 de Abril era pior. Para o desenvolvimento desta terra é necessário maior articulação entre a Câmara Municipal, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Cultural e a Fundação Casa de Bragança.

 

Mas não há dúvida que a vinda dos americanos para Ourém foi muito importante para a história do desenvolvimento desta terra, nomeadamente o senhor Jonh Haffert que criou um projecto há 40 anos e que hoje estaria perfeitamente actual. As entidades devem dar seguimento a esse projecto e concordo com D. Duarte, Duque de Bragança e Conde de Ourém, que Fátima e Ourém ainda não fizeram uma justa homenagem a Jonh Haffert.

 

Os grandes eventos, a Semana Santa, a Feira Medieval e o Fim-de-Semana Cultural trazem muita gente?

 

Existe também “Os Paços”, que se fazem de dois em dois anos, intercalados com a Atouguia e outras festas religiosas ao longo do ano. São todos importantes, trazem muita gente, mas é necessário maior divulgação e criar outros. Pode-se promover noites de animação com concertos, falta mais animação cultural.

 

Quem visita o Castelo e a “A Ginginha do Castelo”?

 

Por aqui passa todo o tipo de pessoas. A partir de Maio notamos um aumento de turistas especialmente espanhóis, holandeses, italianos e muitos americanos que vêm de Fátima. Portugueses, temos especialmente escolas e idosos. À noite, temos muitos grupos de jovens que vêm de todo lado, nota-se uma procura especial da juventude da região.

 

Já pensou dinamizar culturalmente as noites do bar?

 

Já pensei nisso muitas vezes e penso futuramente criar um programa de eventos culturais que possam contribuir para manter a juventude.

 

O segredo da confecção da “A Ginjinha do Castelo” vai permanecer em família?

 

Sem dúvida, é segredo de família.

 

Pretende comercializar a marca?

 

Há uns anos registei a patente precisamente para a poder comercializar. Já é muito procurada e seria mais uma promoção para Ourém.

 

O que sugere para o aumento do turismo na região?

 

A transformação necessária vai ser a valorização do património religioso na qual a canonização do Beato Nuno é importante e a integração de Nossa Senhora das Misericórdias nas rotas de turismo de quem visita Fátima e Tomar.

 

In http://www.noticiasdefatima.pt/, em 29 de Maio de 2009

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



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Domingo, 17 de Outubro de 2010
Reitor do Santuário de Fátima fala sobre o resgate dos mineiros do Chile

Esta manhã, 17 de Outubro, o Reitor do Santuário de Fátima falou aos peregrinos presentes em Fátima sobre a operação de resgate dos mineiros chilenos, realizada a 13 de Outubro. Na sua reflexão, durante a homilia da missa dominical celebrada no Recinto de Oração, o Padre Virgílio Antunes sublinhou que a corrente universal de oração para o bom desenlace das operações mostrou ao mundo que a perseverança na oração é fundamental.

Reitor Santuário Fátima

“Gostámos de saber que no mundo inteiro mas, sobretudo no Chile, houve uma corrente contínua de oração ao Deus da vida, ao Deus misericordioso, a pedir insistentemente auxílio e protecção. Um bispo do Chile acabou mesmo por declarar que acreditou sempre no auxílio de Deus, por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, de quem é muito devoto”, disse.
Para o sacerdote, este acontecimento ocorrido no Chile “dá uma imagem viva, verdadeira, actual, do que significa rezar sempre, sem desanimar, tal como nos referia o Evangelho”.
Em todo o caso, considera, a oração não dispensa outras responsabilidades.
“Este texto (primeira leitura, tirada do livro do Êxodo, que falava de Moisés a orar a Deus), como muitos outros textos da Escritura, ajudam-nos a compreender, de facto, que é preciso orar sempre sem desfalecer; ajudam-nos a compreender que os muitos problemas que se vivem no mundo têm algo a ver com a ausência de oração, que é também ausência de fé e de conversão. Os mesmos textos esclarecem-nos que a oração nunca nos dispensa do trabalho, nem do exercício da responsabilidade: enquanto Moisés orava, Josué combatia; como a dizer que não basta rezar, é preciso deitar mãos à obra, que somos nós e que é o nosso mundo”.
O Mundo reza menos. Já em outras ocasiões o Padre Virgílio Antunes alertou para esta evidência, num apelo para que o Mundo volte acreditar na força da oração, como sinal de fé e como meio para a fazer crescer.
“A desistência da oração deve-se ao facto de o homem confiar exclusivamente em si e nas possibilidades da matéria. Trata-se de um materialismo prático, que conduz inevitavelmente a um ateísmo também prático, vivido mesmo por alguns que continuam a realizar alguns ritos religiosos. Precisamos, caros irmãos, de compreender que a oração é, por um lado, um sinal da nossa fé em Deus, Criador e Senhor da nossa vida, que nos abençoa e salva; mas a oração é também, um meio privilegiado, juntamente com a Palavra de Deus, para fazermos crescer a fé”, apelou.
O Reitor lembrou também que a oração deve representar compromisso de vida.
“Quem reza, respeita os homens, isto é, assume uma responsabilidade e um compromisso na relação com os outros, que o impele ao respeito, à solidariedade, à entreajuda e ao amor. Nesse sentido, a nossa fé, a nossa oração, a nossa participação na liturgia e no culto cristão desinstalam-nos e levam-nos a estar na linha da frente em tudo o que diz respeito ao auxílio e protecção dos mais fracos, à prática da solidariedade e da caridade para com os mais pobres, à proximidade e consolo dos que sofrem”, lembrou o Padre Virgílio Antunes.
Na mesma homilia, o Padre Virgílio Antunes falou concretamente sobre a força da oração do Rosário e exortou os peregrinos a assumir o “compromisso de orar, usando esta forma mais simples, que é o terço”.
“Nas suas aparições aqui em Fátima, Nossa Senhora, insistiu em poucas coisas, mas uma delas, sempre presente, teve a ver com a oração: rezai, rezai muito; rezai o terço todos os dias. As suas palavras são uma forma materna e doce de nos lembrar o que Jesus ensinou aos seus discípulos na parábola sobre a necessidade de orar sempre sem desanimar”, recordou.
O que é o Rosário? O Reitor do Santuário de Fátima responde desta forma: “É uma oração de acção de graças e de súplica por todos os motivos que queiramos juntar-lhe; oração profundamente bíblica por nos propor a meditação dos mistérios da vida de Jesus e Sua Mãe; simples, por ser repetitiva e apta para qualquer situação de trabalho, de descanso, em casa ou em viagem, a sós ou em família e em grupo”.
Trinta grupos em peregrinação a Fátima anunciaram-se como participantes nesta eucaristia dominical: 17 de Portugal, um deles de âmbito nacional - o grupo da Associação Católica de Enfermeiros e Profissionais de Saúde -, 1 da Alemanha, 1 da Eslováquia, 5 de Espanha, 1 dos Estados Unidos, 1 da Filipinas, 2 de Itália, 1 do México e 1 da Polónia.

 

in http://www.igespar.pt/



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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Património Edificado de Ourém (I)

Castelo 

O Concelho de Ourém possui vários edifícios classificados ou em vias de classificação pelo IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico. Na sua maioria, tratam-se de “Imóveis de Interesse Público”, classificados nas categorias de Arquitectura Civil ou Arquitectura Militar.

Possui, contudo, um “Monumento Nacional” que é constituído pelo conjunto formado pelo Castelo e pelo Paço dos Condes de Ourém, este classificado na categoria de Arquitectura Militar. A classificação deste conjunto foi feita por Decreto de 16 de Junho de 1910, publicado no Diário do Governo nº. 136, de 23 de Junho de 1910.

A respeito deste imóvel, o IGESPAR publica a seguinte nota Histórico-Artística:

 

“Localizado numa região correspondente na actualidade ao município de Ourém, o castelo do mesmo nome encontra-se estrategicamente situado no centro do país, na confluência de antigas vias, numa zona dotada de assinalável diversidade de recursos naturais essenciais à sobrevivência e fixação de comunidades humanas, a exemplo dos inúmeros testemunhos arqueológicos identificados até ao momento.

Conquistada, em definitivo, aos mouros em 1136, Ourém foi doada (1178) por D. Afonso Henriques (1109-1185) a sua filha Infanta Dona Teresa (Matilde), por iniciativa de quem lhe foi conferido foral, constituindo, desde então, parte dos territórios mais importantes das rainhas portuguesas, até que, em 1384, D. João I (1357-1433) a concede, bem como o título de Conde de Ourém, ao Condestável do Reino, D. Nuno Álvares Pereira (1360-1431).

É em meados do século XV, com D. Afonso, Conde de Ourém e Marquês de Valença, que as muralhas do primitivo castelo são rasgadas para edificação do Paço, até ser destruído quase por completo pelo terramoto de 1755. Entrou, então, num processo de degradação agravado pelas invasões francesas, já no início do século XIX, sendo, no entanto, contemplado no primeiro documento nacional de classificação de estruturas antigas como "monumentos nacionais", datado de 1910, numa confirmação da sua importância histórica, até que, na década de trinta do século passado, foi objecto de obras de restauro e de beneficiação e valorização, estas últimas já nos anos oitenta.

Destacado na paisagem em local de difícil acesso, no topo do monte sobranceiro à Vila, o castelo, originalmente edificado entre os séculos XII e XIII, foi dotado de um grandioso Paço no tempo de D. Afonso, Marquês de Valença (vide supra), nele imprimindo-se notória influência arquitectónica italiana.

Desenhando um triângulo, o conjunto que hoje observamos possui corpo central de planta rectangular e dois torreões (torres largas e ameadas) insertos no próprio muralhado de planta poligonal da Vila. Os dois pisos inferiores foram completados com um amplo terraço circundado por balcão com mata-cães sobre arcaria apontada assente em mísulas piramidais.

[AMartins]”

 

in http://www.igespar.pt/

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 05:00
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