Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.
Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011
SENHORA DAS MISERICÓRDIAS RECLAMA CAIXA MULTIBANCO

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Apesar do grande número de visitantes e também de população residente, a Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias ainda não dispõe de uma caixa automática multibanco onde as pessoas possam efectuar levantamentos, pagamentos de serviços ou outras operações bancárias.

Não raras as vezes, atraídos por qualquer objecto de consumo ou pretendendo levar mais uma recordação do nosso burgo medieval, turistas que se deslocam ao local questionam pela existência de uma caixa multibanco. O mesmo sucede com os moradores que são forçados a deslocar-se à Freguesia de Nossa Senhora da Piedade que dista cerca de 4 quilómetros.

Temos conhecimento de que a Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias tem feito diversas diligências com vista a solucionar o problema, disponibilizando inclusive um local para a sua instalação. Sucede que, ao contrário do que à primeira vista se poderá supor, naquela freguesia não existem apenas “castelos”… também ali vivem pessoas!



publicado por Carlos Gomes às 19:11
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LOJA DA MAJÓ: UM EXEMPLO DE EMPREENDEDORISMO

Quem em Fátima passa pela Rotunda Norte, tem a maior probabilidade de deparar com a atraente montra da Loja da Majó, situada entre a Avenida Nuno e a Estrada de Leiria. Todos os dias, excepto aos domingos, entre as 10h e as 19h, a Majó recebe todas as pessoas que visitam aquele espaço de artesanato com a natural simpatia que a caracteriza.

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Maria João Pato, amistosamente conhecida por Majó, é uma oureense de fibra, daquelas pessoas de antes quebrar do que torcer. Estava desempregada e não recebia subsídio de desemprego. Mas, nem por isso baixou os braços. Sem o apoio do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), sem formação nem esclarecimentos, apenas detinha alguns conhecimentos na área e resolveu arriscar, recorrendo à banca por conta própria. E, foi assim que surgiu mais um pequeno comércio no Concelho de Ourém, estrategicamente situado na cidade de Fátima.

A Loja da Majó é uma loja de material para artes decorativas e artesanato. Desde o tradicional tricô e croché até às novas técnicas: my style, embossing, cartonagem, scrapbook. Ensina-se a aplicar todo o material disponível na loja. Além de ter workshops programados, ajusta-se os horários e disponibilidades consoante cada cliente. Além de ter peças feitas para venda onde tem aplicado os diversos materiais. O objectivo é que as pessoas aprendam a fazer algo que lhes dê prazer e, talvez no futuro, sirva como complemento de rendimento. E, claro, fornecer aos artesãos da zona, material e dar a conhecer as novidades que vão surgindo no mercado. Também forramos botões, em tempos muito usados nas retrosarias, agora principalmente para efeitos de decoração.

Quanto ao blogue das “Patarecas” não está previsto o seu regresso. O trabalho é muito e não há mãos a medir… em todo o caso, o artesanato de Maria João Pato está incluído no blogue da Loja da Majó que pode ser visitado no endereço http://lojadamajo.blogspot.com/.

O AUREN deseja-lhe os maiores sucessos!

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Fotos: Loja da Majó



publicado por Carlos Gomes às 15:04
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OURÉM MARCOU PRESENÇA NO III CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE DESTINOS RELIGIOSOS

O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca e o Presidente da Aciso– Associação Empresarial, sr. Francisco Vieira, deslocaram-se à América do Sul a fim de participar no III Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos que se realizou na cidade de Bogotá, na Colômbia, nos passados dias 18 a 24 de Outubro. Esta deslocação teve como principal objectivo a dinamização do Turismo Religioso e a partilha de experiências e estratégias que visem potenciar estes destinos.

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No momento inaugural do Congresso, o Dr. Paulo Fonseca passou o testemunho ao entregara bandeirade Portugal à Governadora da Região de Cundinamarca, distrito de Bogotá, enquanto responsável pela organização deste evento. O autarca oureense aproveitou ainda para entregar uma medalha municipal comemorativa do Centenário das Aparições de Fátima, em 2017, ao Padre Noell Londoño, coordenador da rede Santuários da América Latina e organizador do I Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos. Recorde-se que oMunicípio de Ourémfoi anfitrião, em 2009, do II Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos.

Esta terceira edição do Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos teve como foco principal os “Destinos Religiosos e Desafios Contemporâneos”. Para isso, foram lançados à discussão temas como as “Novas Formas de Peregrinação”, o “Mercado e a Sustentabilidade” e o uso da “Tecnologia nos Destinos Religiosos”.

Durante três dias consecutivos, investigadores, reitores de Santuários, responsáveis por cidades-santuário e outros representantes das comunidades civis e religiosas, puderam contribuir com apresentações que levaram à reflexão de temáticas, tais como: “Evolução do peregrinar”, “Motivações contemporâneas para peregrinar”, Espiritualidade e mercado”, “Destinos religiosos tradicionais com propostas de inovação” ou “O uso das tecnologias de informação e comunicação nos destinos religiosos”.

Por seu turno, o Presidente da ACISO, sr. Francisco Vieira, enquanto conferencista convidado, assegurou um contributo, através da apresentação “Visão Empresarial dos Destinos Religiosos”. A partir do seu conhecimento da realidade de Fátima, abordou a relação entre os Santuários e as cidades onde estes se integram. Francisco Vieira reforçou a importância do tecido empresarial que assegura a recepção aos visitantes, insistindo na necessidadede articulação entreentidades religiosas e civis.

Perante uma plateia de cerca de 200 pessoas, provenientes maioritariamente de países da América Latina, o Congresso de Bogotá ficou marcado como um momento de partilha de conhecimento e experiências entre locais de recepção de turismo religioso. Será anunciado nos próximos tempos o nome da cidade que irá receber, em2013, aorganização do IV Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos. 

Além da participação no Congresso, o programa incluiu ainda a deslocação à cidade de Guadalajara de Buga (cidade a400 kma sulda capital). De salientar que esta cidade foi o berço do Congresso Ibero-Americano de Destinos Religiosos, onde existe o Santuário Nacional do Senhor dos Milagres.

Acordos assinados potenciam parcerias

Numa cerimónia organizada pela Alcaldia, e na presença dos representantes das diversas entidades do Município, foram assinados dois Acordos de Colaboração, um entre os Municípios de Ourém e de Guadalajara de Buga e outro entre a ACISO – Associação Empresarial e a Câmara de Comércio de Guadalajara de Buga. Estes documentos pretendem aproximar as Entidades e reforçar as suas ligações. Tratando-se de duas cidades com Santuários Religiosos, receptoras de peregrinos, consideram os signatários destes documentos que, atendendo a um conjunto de factores comuns, devem dinamizar um trabalho em parceria.

Nesta cerimóniaPaulo Fonsecarecebeu do Alcalde Municipal, Freddy Henao, a chave de Ouro da cidade de Guadalajara de Buga e um reconhecimento do Conselho Municipal.

No segundo dia de visita a Guadalajara de Buga, o Dr. Paulo Fonseca ofereceu uma imagem de Nossa Senhora de Fátima ao Santuário do Senhor dos Milagres, atendendo à grande devoção do Povo Colombiano à Senhora de Fátima. Um momento alto e emocionante que marcou esta visita, numa celebração presidida pelo Reitor do Santuário de Buga e que contou também com a presença do Reitor do Santuário de Nossa Senhora de Aparecida, Brasil.



publicado por Carlos Gomes às 13:11
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ÁREA CRÍTICA DE RECUPERAÇÃO E RECONVERSÃO URBANÍSTICA DE FÁTIMA CONVERTIDA EM ÁREA DE REABILITAÇÃO URBANA

A Câmara Municipal de Ourém fez publicar hoje em Diário da República, nº. 209, Série II, o Aviso nº. 21606/2011, referente à conversão da área crítica de recuperação e reconversão urbanística (ACRRU) de Fátima em área de reabilitação urbana (ARU), o qual a seguir se transcreve.

MUNICÍPIO DE OURÉM

Aviso n.º 21606/2011

Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém, faz público que, na sequência do parecer favorável do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana ao projecto de Programa Estratégico de Reabilitação Urbana relativo à conversão da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU) de Fátima em Área de Reabilitação Urbana (ARU) a Câmara Municipal deliberou, em reunião de 18 de Outubro do corrente ano, proceder à abertura do período de discussão pública por um período de 22 dias, conforme previsto no n.º 4 do art.º 14.º do Decreto -Lei n.º 307/2009 de 23 de Outubro, concretizada nos termos do n.º 3 do art.º77 do Decreto -Lei n.º 380/99 de 22 de Setembro, alterado e republicado pelo Decreto -Lei n.º 46/2009 de 20 de Fevereiro.

Nestes termos, salvaguardando o direito à participação, consagrado designadamente na lei Fundamental (Constituição da República portuguesa), assim como, no caso da política urbanística aqui objecto de discussão, no Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, durante o período de 22 dias, com inicio 5 dias após a publicação do presente aviso na 2.ª série do Diário da República, os interessados podem apresentar reclamações, sugestões e observações ou pedidos de esclarecimento sobre o referido Programa Estratégico de Reabilitação Urbana.

Mais se informa, que os interessados podem consultar a proposta do Programa Estratégico de Reabilitação Urbana, e demais elementos complementares, no edifício sede da Câmara Municipal, na Loja de Reabilitação Urbana a funcionar na Avenida D. José Alves Correia da Silva Edifício Fatimae, n.º 123, Loja 34, nos dias úteis, durante as horas normais de expediente e no seguinte sítio de Internet: sig.cm -ourem\planosonline 20 de Outubro de 2011. — O Presidente da Câmara, Paulo Fonseca.

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publicado por Carlos Gomes às 09:08
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OUREENSES VÃO OUVIR RITA GUERRA AO PIANO

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publicado por Carlos Gomes às 00:10
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Domingo, 30 de Outubro de 2011
BISPO DE COIMBRA PRESIDIU À EUCARISTIA DOMINICAL INTERNACIONAL

Legião de Maria celebrou 90 anos em Fátima

A transmissão da fé como gesto de caridade e de amor

A Legião de Maria é uma associação internacional de leigos católicos, sob a protecção de Nossa Senhora e com aprovação da Igreja, que pela oração e pelo trabalho activo apostólico, promove a santificação dos seus legionários. A celebrar este ano os 90 anos da sua fundação – a 7 de Setembro de 1921, em Dublin, na Irlanda – a Legião de Maria marcou para este domingo a peregrinação nacional ao Santuário de Fátima.

Presidiu à eucaristia o Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes. Nas suas palavras aos peregrinos, D. Virgílio lembrou Maria como imagem e modelo da Igreja: “Em Nossa Senhora aprendemos o verdadeiro método da Evangelização: poucas palavras – as estritamente necessárias, e muita vida, ou seja, forte testemunho”.

O Bispo de Coimbra destacou também as principais características da associação Legião de Maria.

“A Legião de Maria tem procurado incutir nos seus membros esta maneira de ser, acreditar e evangelizar mariana e, portanto, eclesial. Numa atitude de serviço e entrega, homens e mulheres procuram fazer sua a solicitude e a ternura da mãe que acalenta os filhos que anda a criar, ou seja, procuram ir ao encontro dos que estão frágeis na esperança, ajudar os que se sentem fracos na fé, levar o auxílio material aos pobres e desprotegidos”.

Para D. Virgílio Antunes, entre as “tantas formas massificadas e anónimas de fazer apostolado, evangelizar ou realizar acção sócio caritativa”, não basta “criar programas de assistência, de distribuição de bens, nem criar condições económicas, de habitação ou outras; nem sequer basta falar de Deus ou proclamar Jesus Cristo como o Salvador por meio das palavras”.

“É urgente o recurso a acções caracterizadas pela relação pessoal, pela força do coração, pela solicitude e ternura própria da maneira de ser paterna e materna”, exortou.

“Não basta, por isso, uma evangelização que recorra à lógica da razão humana ou que proclame as verdades fundamentais do cristianismo. A mensagem só passa quando as palavras correspondem à vida e quando os gestos constituem a bandeira do testemunho, que arrasta”, concluiu D. Virgílio Antunes, para quem “a evangelização e a transmissão da fé cristã” deve ser “gesto de caridade e de amor”. 

No momento da oração dos fiéis, rezou-se em Fátima em acção de graças pelos 90 anos da Legião de Maria.

Foram também motivo de oração “as autoridades do Mundo” para “que sejam os primeiros a cumprir o que legislam”.

A homilia pode ser lida em http://www.fatima.pt/portal/index.php?id=47296

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 17:09
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SANTUÁRIO DE FÁTIMA EM CONSTRUÇÃO

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A imagem data da década de vinte do século passado e regista a construção do Santuário de Fátima.



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Sábado, 29 de Outubro de 2011
SANTUÁRIO DE FÁTIMA: AGENDA DE NOVEMBRO

30 de Outubro: Bispo de Coimbra preside à eucaristia dominical internacional

D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, preside amanhã, 30 de Outubro, à eucaristia dominical internacional: às 11:00, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.

D. Virgílio Antunes foi reitor do Santuário de Fátima entre Setembro de 2008 e Junho de 2011.

Até ao presente momento, 14 grupos de peregrinos anunciaram-se junto do Serviço de Peregrinos como participantes na referida celebração. Sete desses grupos são de Portugal – um deles é de âmbito nacional: o grupo da Legião de Maria - e os restantes vêm da Alemanha (2) e de Espanha (5).

1 de Novembro: Solenidade de Todos os Santos

A partir de 1 de Novembro inicia-se no Santuário de Fátima o “horário de inverno”, com algumas alterações do programa oficial diário.

No dia da solenidade de Todos os Santos, cumprir-se-á o programa dos domingos (“de inverno”).

1 de Novembro:

10:00 - ROSÁRIO, na Capelinha.

11:00 - MISSA, na Igreja. Santíssima Trindade.

17:30 - VÉSPERAS CANTADAS, na Basílica.

2 de Novembro:

11:00 - MISSA, na Basílica, em sufrágio dos funcionários, voluntários, benfeitores e peregrinos

13 de Novembro: Peregrinação mensal

Todos os dias 12 e 13, mesmo fora dos meses das peregrinações aniversárias (Maio a Outubro), o Santuário de Fátima evoca de forma especial as aparições de Nossa Senhora em Fátima.

O programa da peregrinação de Novembro será o seguinte:

Dia 12: 21:30 - ROSÁRIO, na Capelinha, e PROCISSÃO DE VELAS.

Dia 13: 10:00 - ROSÁRIO, na Capelinha. / 10:45 – PROCISSÃO. / 11:00 - MISSA INTERNACIONAL, na Igreja da Santíssima Trindade, Consagração e Adeus. / 15:00 - MISSA, na Basílica, pelos benfeitores do Santuário.

13 de Novembro, domingo: 1ª conferência sobre o ano pastoral

Um pouco em antecipação ao início do novo ano pastoral de 2011-2012, que o Santuário de Fátima apresentará a 1 de Dezembro de 2011, no próximo dia 13 de Novembro realizar-se-á a primeira conferência do ciclo de conferências sobre o novo ano pastoral. A coordenar o ciclo deste ano está o Prof. Doutor Alfredo Teixeira, Universidade Católica Portuguesa (UCP).

Sob o tema “«Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo»: o anúncio a Maria”, a primeira conferência será apresentada pela Ir.ª Dr.ª Luísa Almendra, da UCP.

Todas as conferências num total de seis, até ao mês de Abril de 2012, terão periodicidade mensal e início às 16:00, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Após a apresentação de cada conferência, um momento musical será sempre oferecido aos participantes . A 13 de Novembro o apontamento musical estará a cargo de João Santos, organista titular do Santuário de Fátima. 

As entradas são livres e gratuitas.

19 de Novembro, sábado: Colheita de Sangue

A colheita de sangue será no Posto de Socorros do Santuário de Fátima, entre as 09:00 e as 13:00.

Para outros programas e informações consulte o www.fatima.pt/

Fonte: Sala de Imprensa do Santuário de Fátima



publicado por Carlos Gomes às 18:18
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COGUMELOS PODEM AJUDAR O DESENVOLVIMENTO REGIONAL

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Foto: Wikipédia

Os cogumelos são geralmente muito apreciados na nossa região, constituindo uma iguaria que pode acompanhar as mais diversas especialidades culinárias. Para além disso, algumas espécies possuem alto valor medicinal.

Desde que controlada e monitorizada a sua produção de modo a garantir a condições de higiene e segurança, o cogumelo pode constituir um factor de desenvolvimento económico das regiões do interior. A micologia pode ajudar a promover os recursos turísticos, preservar a paisagem e o património natural e simultaneamente estimular o sector da hotelaria e restauração. Refira-se que o cogumelo é um alimento com considerável procura nas grandes cidades.

Algumas aldeias do Concelho de Ourém possuem excelentes condições para a produção de cogumelos em ambiente natural ou em viveiro podendo este produto atrair grande número de visitantes e contribuir para o desenvolvimento local.



publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011
MUSEU DE ARTE SACRA DE FÁTIMA EXPÕE FOTOGRAFIA

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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MARGARIDA OLIVEIRA: PERCURSO DE UMA CARREIRA MUSICAL

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Na foto, vemos Margarida Oliveira no dia do Concerto no Órgão da Sé na Ilha da Madeira

É com determinação que Margarida Oliveira, organista Oureense, continua o seu percurso de concertista naquilo que se pode traduzir numa rápida ascensão acumulativa de sucessos. Este percurso, na sua maioria acompanhado de muito perto pelos vultos que hoje representam a velha escola de órgão nacional é, em simultâneo, associado a um árduo trabalho de aperfeiçoamento e percepção da interpretação da música, sobretudo na vertente de música antiga portuguesa e, ainda, francesa. Recentemente, esta jovem licenciada pela Escola Superior de Música de Lisboa, na vertente de Órgão, terminou Mestrado em Interpretação pela Universidade de Évora, com foco especial no que melhor representa o auge da música barroca francesa. Aluna de Sibertan Blanc, João Vaz entre outros, trabalhou recentemente em Toulouse com Willems…, professor no Conservatório Superior dessa cidade, a fim de adquirir conhecimentos com esta última personagem que representa, hoje, a maior individualidade na interpretação do repertório organístico da música antiga francesa.

Todo o trabalho de Margarida Oliveira se desenvolve na interpretação histórica do repertório e, paralelamente, numa intensa atividade como docente deste maravilhoso e grandioso instrumento musical, considerado por muitos o rei dos instrumentos. Hoje, é responsável pela maior escola de órgão do país, no Conservatório de Música de Ourém e Fátima, a qual conta atualmente com mais de setenta alunos, distribuídos entre três professoras, tendo sido as duas, antes dos seus percursos académicos superiores, alunos de Margarida Oliveira, tornando-se agora dois elementos que se vêm juntar a uma equipa que, culturalmente, enriquece o nosso concelho e o nosso país tanto pelas suas intensas atividades como pelas suas mestrias no desenvolvimento desta arte.

Além de titular de dois órgãos históricos da cidade de Santarém, Margarida Oliveira tem recentemente realizado vários recitais a solo nessa cidade e, ainda, participado num projeto, no qual vale mesmo a pena participar e que pretende divulgar a música composta para seis órgãos. Este projeto desenvolvido em Mafra, agrupa um conjunto de dez concertos, com o oitavo e nono a serem realizados no primeiro domingo dos meses de Novembro e Dezembro, na Basílica de Mafra, no conjunto dos seis órgãos recentemente restaurados pelo Mestre organeiro Dinarte Machado.

Na Sé da ilha da Madeira, no dia 15 de Outubro de 2011, inserido no II Festival de Órgão daquele arquipélago, Margarida Oliveira voltou a conquistar êxito. Interpretando um repertório adequado ao instrumento do século XVIII, foi responsável pela primeira parte do concerto solo, seguindo-se uma segunda parte com um repertório coral com a participação de um coro local. Esta magnífica interpretação solista teve o reconhecimento muito positivo pelos incontestáveis críticos musicais presentes, bem como pelo público o qual não se cansou de aplaudir e felicitar naquilo que foi um regozijo de uma magnífica interpretação de música do século XVIII. Muito divulgado pelos meios de comunicação local, jornais e televisão, foi possível perceber o potencial destes fantásticos instrumentos, que enriquecem o nosso património cultural musical e que deve ser defendido em prol da preservação da nossa própria identidade.

Alexandre Rodrigues



publicado por Carlos Gomes às 10:32
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JORNADAS DA FLORESTA REALIZAM-SE EM OURÉM NO PRÓXIMO MÊS DE NOVEMBRO

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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011
ENFERMEIROS E PROFISSIONAIS DE SAÚDE PEREGRINAM A FÁTIMA

A Associação Nacional de Enfermeiros e Profissionais de Saúde realizou 34ª peregrinação ao Santuário de Fátima. Nos dias 15 e 16 de Outubro o Santuário de Fátima acolheu em peregrinação um grupo da Associação Nacional de Enfermeiros e Profissionais de Saúde.

As estatísticas, agora actualizadas pela associação, informam que o número de participantes foi de 620 pessoas.

De acordo com informação prestada em nome da associação por Mercedes Olazabal, a peregrinação deste ano foi a 34ª, efectivamente documentada.

“Esta peregrinação realiza-se anualmente no fim-de-semana que se segue ao 13 de Outubro”, sublinha Mercedes Olazabal que apresenta as duas principais motivações que trazem estes peregrinos a Fátima: “temos duas intenções gerais: unir-nos às grandes intenções da Igreja e do Santo Padre, e rezar por todos aqueles que estão confiados aos nossos cuidados profissionais e pessoais”.

O balanço da 34ª peregrinação a Fátima é muito positivo.

“Consideramos que este ano correu muito bem. Ouvi alguns comentários de peregrinos a dizer que o tempo tinha passado depressa demais”, afirma esta responsável.

O programa propôs dois dias em Fátima. Na tarde de sábado os enfermeiros e profissionais de saúde participaram numa conferência subordinada ao tema “Ecumenismo na Saúde, em Portugal”, apresentada pelo padre José Maria Coelho, de Beja.

“A tarde é também oportunidade de nos encontrarmos com os enfermeiros e profissionais de saúde de outras regiões de Portugal”, afirma Mercedes Olazabal.

No domingo o grande momento da peregrinação é a participação da eucaristia dominical que este ano foi presidida por D. Manuel Clemente, bispo do Porto.

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 13:42
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MUDANÇA DA HORA LEGAL

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No próximo Domingo, dia 30 de Outubro, às 0100 UTC (0200 no Continente/Madeira e 0100 nos Açores) a hora legal será alterada, devendo os relógios ser atrasados em 60 minutos.

Passaremos ao fuso 0 ou Zulu no Continente/Madeira e ao fuso +1 ou Novembro nos Açores.

Assim, a noite de Sábado para Domingo será uma hora mais longa, pelo que se sugere atenção a este facto para qualquer compromisso que exista para a manhã de Domingo.


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publicado por Carlos Gomes às 10:28
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OURÉM NA INTERNET (XXXVII)

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A “Quinta da Colina Verde” é um local aprazível de onde se desfruta de uma soberba vista panorâmica e, simultaneamente, um dos mais conceituados estabelecimentos de restauração do Concelho de Ourém. Possui um site na Internet, com condizente apresentação gráfica, no endereço http://www.colinaverde.pt/.



publicado por Carlos Gomes às 00:10
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MISERICÓRIDA DE FÁTIMA-OURÉM COMEMORA AMANHÃ O SEU ANIVERSÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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ANDA VISITAR OURÉM

ANDA VISITAR OURÉM

 

Vem meu amigo

Anda visitar Ourém

Terra velhinha que tem

Mil encantos semi-virgens

Sobe comigo

A ladeira do Castelo

Nas asas dum sonho belo

Vem de regresso ás origens

 

Se queres saber

O porquê do nome Ourém

Há várias versões que têm

Estudiosos ufanos

Quem quiser crer

Nas muitas lendas prolíferas

Vêm-lhe das minas auríferas

Do domínio dos romanos

 

Também se diz

Que seria o Rei primeiro

Mandar orar no Terreiro

Os Guerreiros num vaivém

Foi tão feliz

Depois das bravas refregas

Deixou de ser Abdegas

Passou a chamar-se Ourém

 

Outra versão

Mais romântica, do povo

Confere-lhe um cunho novo

Para alimentar a chama

Do coração

Que em pedras vê tesouros

Diz que vem do “Traga Mouros”

Unido á bela Oureana.

 

Quando o sol nasce

E a lua empalidece

A história não fenece

Com a bela peripécia.

Brisa que passe

P´la praça fortificada

Conta a vida atribulada

Da famosa D. Mécia

 

Não é desdouro

Recrear-se na beleza

Com que a mãe natureza

Brinda seus filhos amados

Do Miradouro

Do Castelo em elegia

Miram-se com esmonia

Terras dos cinco Bispados

 

É uma das terras

Que mereceu três Forais

E casas Senhoriais

Erguidas na redondeza

Em outras eras

Já viveu na abastança

Quando a Casa de Bragança

Era aqui a Realeza

 

Este rincão

Onde vossos olhos pondes

Teve trinta e cinco Condes

E uma Colegiada

Foi bastião

De cultura e nova óptica

Basta ver s fonte Gótica

Uma jóia emoldurada

 

Há nostalgia

Até a alma se agita

Deixando a Vila bonita

E que mais encantos tem

Há poesia

Escondida nas entrelinhas

Ao contar em poucas linhas

Parte da história d’Ourém

 

Graziela Vieira

Ourém--Fevereiro de 1997


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publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011
DR. MÁRIO RODRIGUES NO MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM

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Vai ter lugar em Ourém a apresentação do livro “O Diário "Perdido" de viagem de José Cornide por Espanha e Portugal em 1772”, da autoria de Mário Rui Simões Rodrigues. A apresentação será feita pelo Professor Doutor Saul António Gomes, que proferirá a comunicação: "A Alta Estremadura vista por viajantes estrangeiros".

A iniciativa vai ter lugar no próximo dia 29 de Outubro, pelas 21h30, no Museu Municipal Casa do Administrador.



publicado por Carlos Gomes às 12:38
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REFORMA DA ADMINISTRAÇÃO LOCAL: VAI A MONTANHA PARIR UM RATO?

A actual organização administrativa do território nacional está desactualizada a todos os níveis e carece de uma profunda reforma. A actual situação de crise económica e financeira apenas veio a acentuar essa necessidade. Porém, a ser implementada, deve a mesma ter em consideração a identidade cultural e histórica das localidades abrangidas e não apenas critérios de ordem economicista ou, mais grave ainda, de aritmética eleitoral.

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Nenhum processo de reforma administrativa será bem sucedido sem um prévio reordenamento territorial que obedeça a uma estratégia de desenvolvimento económico equilibrado. É necessário dotar de novo as cidades intermédias de estruturas económicas e produtivas como um meio de fixar populações sobretudo no interior e suster o seu despovoamento nomeadamente em toda a faixa oriental do território português. Importa compreender que a população portuguesa não registou qualquer aumento significativo ao longo das últimas décadas mas apenas se assistiu a uma deslocação dos grandes aglomerados urbanos para as respectivas periferias, reflectindo-se na criação de novas freguesias e na sua elevação a vilas e até cidades.

Com efeito, ao longo das últimas décadas, algumas localidades até então insignificantes passaram à categoria de freguesias. Existem actualmente, em todo o país, 4260 freguesias que integram núcleos populacionais que variam entre escassas dezenas de indivíduos e mais de uma centena de milhar de habitantes. Semelhante contraste verifica-se em relação ás áreas geográficas correspondentes aos seus limites territoriais e ainda relativamente à quantidade de freguesias que integram cada município.

Sucede que, a necessidade de se constituírem novas freguesias resulta directamente do crescimento populacional nas grandes áreas suburbanas, nomeadamente das cidades de Lisboa e Porto.

A forma como a reforma da administração local tem sido apresentada, pretendendo-se aplicar a mesma a todo o país seguindo apenas critérios numéricos e sem qualquer estudo prévio do território nem perspectiva de desenvolvimento harmonioso do todo nacional, levará seguramente ao fracasso de uma medida que se revela do maior interesse para o país. O processo de extinção de freguesias tal como é apresentado só é comparável à política que nos últimos anos tem vindo a ser seguida no que respeita ao encerramento de escolas, hospitais e centros de saúde: apenas promove o despovoamento e agrava as condições de vida das populações!

Sem um efectivo reordenamento do território com vista à adaptação de toda a estrutura administrativa do Estado – e não apenas das autarquias locais! – mais valeria limitar a fusão de freguesias aos grandes centros urbanos de Lisboa e do Porto, cidades que devido ao fenómeno da terciarização têm vindo a perder a sua população de forma bastante acentuada em detrimento dos concelhos periféricos.

Carlos Gomes in http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 00:30
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
“TODA A GENTE SABE QUE TODA A GENTE SABE” SOBE AO PALCO EM OURÉM

Os oureenses vão poder assistir nos próximos dias 25 e 26 de Novembro à representação da comédia “Toda a gente sabe que toda a gente sabe”, da autoria de Miguel Fallabela e de Maria Carmem Barbosa que conta com a participação em palco de actores bem conhecidos do público como Manuela Maria, Teresa Guilherme, Heitor Lourenço, Paula Luiz e Rui Neto. A encenação é de Celso Cleto. A peça que vai ser levada à cena no Cine-teatro de Ourém é uma sátira da decadência de uma família disfuncional, complementada pela vivacidade inigualável dos seus diálogos.

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Toda a gente sabe que toda a gente sabe” dá-nos a conhecer uma família, os Mello da Cunha, outrora afortunada e presença assídua na esfera da alta sociedade, que actualmente se encontra falida, continuando no entanto a viver de aparências.

Maria da Dores (Manuela Maria) a tia, mulher sábia, que soube tirar proveito de todos os prazeres da vida, tem uma capacidade invulgar de, subtilmente, conhecer melhor do que ninguém a sua família;

Evangelina (Teresa Guilherme) a sobrinha, inconformada com o seu actual estatuto, vive em constante nostalgia pelo glamour perdido, numa incessante busca das luzes da ribalta de outros tempos;

Maria Inês (Paula Luiz) filha de Evangelina, menina rebelde que chocou a família ao fugir com um pugilista alcoólico. Já separada, volta a viver com a família sem nunca esquecer a sua fogosa relação, contrariando as aspirações sociais e morais da sua mãe;

Luis Ernesto (Rui Neto) irmão de Maria Inês, jovem corretor da bolsa, vive a sua sexualidade escondida … mas pouco!

Cláudio Oliveirinha (Heitor Lourenço) de origem humilde, cuja família enriquece à custa de uma cadeia de pizzarias é a presa perfeita para a salvação da família Mello da Cunha. Jovem recatado, deixa-se contagiar e descobre, para seu próprio espanto, a sua orientação sexual.

“Toda a gente sabe que toda a gente sabe” é uma comédia a não perder… em Ourém!

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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OURÉM TESTA CAPACIDADE DE BUSCA E SALVAMENTO EM CASO DE SISMO

Realizou-se no passado fim-de-semana um exercício de busca e salvamento em situação de catástrofe causada pela ocorrência de um sismo, envolvendo corporações de Portugal e Espanha. O simulacro decorreu nas localidades de Gondemaria, Alburitel e Caxarias e nele participarama Associação Nacionaldos Alistados das Formações  Sanitárias (ANAFS), a Unidad Canina de Salvamento de Castilla y Leon (GREM) e o Serviço Municipal de Protecção Civil de Ourém (SMPC-Ourém).

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Depois de uma primeira intervenção na cidade espanhola de Burgos, as duas entidades participantes, membros da RESCUE INTERNATIONAL ASSISTANCE LEAGUE (RIAL), voltaram a juntar-se na Gondemaria, concelho de Ourém, dada a necessidade de continuar a implementar rotinas na utilização dos meios operacionais existentes com o objectivo de uma intervenção conjunta no âmbito de acções projectadas no que concerne à protecção civil.

Os cenários escolhidos para os exercícios foram a antiga cerâmica em Caxarias, a pedreira desactivada em Alburitel e o campo de futebol da União Desportiva da Gondemaria, locais onde foi feita a simulação de um violente sismo que lesou a comunidade e danificou o património. Com uma magnitude de 6.5 da Escala Richter e com epicentro a cerca de4.500 metrosde profundidade, este sismo provocou danos intensos no património edificado de Ourém, com repercussão em Leiria, Tomar e Pombal.

Para este exercício foram destacados 170 elementos operacionais, onde se contam forças da ANAFS, GNR (Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro, Brigada Cinotécnica), GREM, SMPC_Ourém, Bombeiros de Alcabideche e do concelho de Ourém, bem como agrupamentos de escuteiros do concelho.

Ao longo de 24 horas foram simuladas situações de busca, de salvamento, com estabilização de estruturas, desobstrução de escombros e criação de acessos, triagem, socorro, incluindo “life support” e “down staging” dos feridos, acondicionamento de cadáveres e assistência à movimentação de deslocados.

Esta foi a segunda acção levada a cabo no âmbito do protocolo celebrado entre oMunicípio de Ouréme a ANAFS.

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publicado por Carlos Gomes às 18:10
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“HISTÓRIAS DA TERRA” PARTILHADAS NO AGROAL

Decorreu no passado fim-de-semana, no Centro de Interpretação do Parque da Natureza do Agroal, a primeira edição de “Histórias da Terra”. Este foi o primeiro dos muitos encontros que, com o objectivo de proporcionar um tempo e um espaço de partilha de saberes e tradições, deverão ter continuidade.

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A primeira edição da actividade Histórias da Terra atraiu várias dezenas de pessoas que, de uma forma entusiástica e muito participada, criaram um ambiente intimista e uma atmosfera familiar e propícia à partilha de saberes e tradições.

O pontapé de partida foi dado pelo contador de histórias Carlos Oliveira que apresentou ao público “A Árvore Generosa” de Shell Silverstein. Uma história acompanhada por alguns momentos musicais que conta a relação entre uma árvore e um menino, relação esta que de acordo com as opções do menino, depois homem, pode ser para toda a vida ou talvez não. De seguida, foi possível apreciar um texto da autoria de Helena F. Dias, que subordinado ao tema da iniciativa propõe uma reflexão sobre a Terra e o que esta representa para cada um de nós, de acordo com a forma como a vemos e tratamos.

O passo seguinte, já com bolos e chá a aquecerem o espírito, consistiu em passar o foco da acção para o público presente, em particular os mais idosos, depositários de conhecimentos ancestrais e memórias longínquas de quem já muito viveu. As cadeiras dispostas em círculo, o interesse em partilhar experiências por parte dos mais velhos e a vontade dos mais novos em receber esse legado, permitiram uma tertúlia descontraída e um momento sincero de troca de experiências.

A despedida foi feita com a promessa de novas edições da actividade Histórias da Terra. Todos ficaram convocados para um novo encontro de memórias e afectos onde a criação de um espaço cultural vivo e a sensibilização para a preservação da Natureza é uma constante e uma prioridade. Esta iniciativa foi organizada pela empresa municipal OurémViva e contou com o apoio da Junta de Freguesia de Formigais.

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publicado por Carlos Gomes às 17:42
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REALIZA-SE EM OURÉM NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA O 1º CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA

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Ourém vai receber no próximo fim-de-semana o 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura que terá lugar no Cine-Teatro Municipal de Ourém. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Centro do Património da Estremadura (CEPAE), doMunicípio de Ouréme do Centro de Formação "Os Templários", visando o desenvolvimento de diversas temáticas, tais como Arqueologia; História; História da Arte; Património Cultural; Património Natural. As sessões são creditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (15 horas - 0,6 créditos).

Programa

28 de Outubro

17:30 Sessão de abertura

29 de Outubro

8:45 – Recepção aos participantes

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9:00 Sessão 2 — Arqueologia

9:05 O Habitat Pré-histórico de Castelo da Loureira (Alvaiázere): Problemática e Interpretação

Rui Santos eAlexandra Figueiredo

9:30 Alguns dados inéditos da pré-história e proto-história dos concelhos de Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, sua correlação com a arqueologia da serra da Lousã e serra da Estrela

Nuno Ribeiro,Anabela Joaquinito eAntónio S. Pereira

9:55 A Idade do Bronze na Alta Estremadura: depósitos metálicos e sua conexão com o espaço

Raquel Mariada Rosa Vilaça

10:20 Reminiscências das sociedades metalúrgicas nalgumas grutas do nordeste estremenho

Ana Graça

10:45 Questões

11 – 11:15 Pausa

11:15 Sessão 4 — Arqueologia

11:15 Arqueologia no Nordeste do Distrito de Leiria: O Povoado Fortificado de N.ª S.ª dos Milagres/Castelo Velho – (I.ª Fase Bronze Final/Bronze Final e I.ª Idade do Ferro) – Pedrógão Grande

José Costa Santos

11:40 Organização política, territórios e economia na transição entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro na Alta Estremadura

Paulo Félix

12:05 O monte do Castelo (Ourém): conhecimentos actuais

Jaqueline Pereira eSofia Ferreira

12:30 O projecto de investigação arqueológica do Núcleo do Castelo de Leiria: enquadramento, objectivos e resultados

Vânia Carvalho e Isabel Inácio

12: 50 Questões

13:00 Encerramento da manhã:   Almoço

14:30 Sessão 6 — Arqueologia

14:30 Olaria Romana do Morraçal da Ajuda, Peniche: Uma “indústria” da Lusitânia litoral

Guilherme Cardoso, Eurico Sepúlveda, Severino Rodrigues e Inês Ribeiro

14:50 De indígenas a Romanos: o caso da família dos Sulpícios da Região de Leiria

João Pedro Bernardes

15:10 O sitio dos Cortiçais: naufrágio de época romana na costa meridional de Peniche

Jean-Yves Blot e António Dias Diogo

15:30 A villa Romana da Columbeira – Bombarral

Guilherme Cardoso, Eurico de Sepúlveda, Severino Rodrigues, Inês Ribeiro, Luísa Batalha

15:50 Ruim sítio, ruins ares e vizinhança de brejos”: modelização e reconstituição da evolução da lagoa de Óbidos entre o Período Clássico e a Idade Moderna

Alexandre Monteiro e Sérgio Pinheiro

16: 15 – 16:30 Pausa

16:30 Sessão 8 — Arqueologia / Património Cultural e Natural

16:30 Roteiros arqueológicos de Peniche-Berlengas, proposta de um projecto

Paulo Costa e Jorge Russo

16:50 “O Último Pezeiro” – Vivências de uma época na Mata do Urso

Maria Luísa Marques Batalha Santos

17:10 Da arte sineira à linguagem dos sinos: a relevância de património material e imaterial a preservar. O caso da fundição de sinos da Boca da Mata (Alvaiázere)

Maria Adelaide Furtado

17:30 Dos moinhos de vento às torres eólicas: contextualização do aproveitamento da energia eólica no âmbito do património natural e cultural na região de Sicó

João Forte, Sérgio Medeiros, Lucinda Silva, Hugo Neves, Gustavo Medeiros, Pedro Alves, Carlos Ferreira, Marise Silva, Cláudia Neves, Hugo Mendes

18:10 A Casa-Museu Afonso Lopes Vieira [CMALV] em S. Pedro de Moel como núcleo de um património cultural

Cristina Nobre

18.30 – Fim da sessão

30 de Outubro

9:00 Sessão 10 — Património Cultural e Natural

9:05 Visão Patrimonial de Ourém na perspectiva de gestão autárquica de Turismo e Cultura

João Fiandeiro Santos e Luís Mota Figueira

9:30 Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia: Um Projecto Museológico Participativo

Raquel Janeirinho, Rui Venâncio e Jorge Martins

9:55 O Museu do Hospital e das Caldas: uma visão assistencial

Tânia Jorge e Dora Mendes

10:20 O Museu da Nazaré: da identidade à problematização das representações do mar

Dóris Santos

10:45 A região da Alta-Estremadura: património(s) e identidade(s)

Fernando Paulo Oliveira Magalhães

Nota: Por imperativos organizativos, esta comunicação será apresentada na Sessão 3, às 12:15 de sábado (Piso1).

A esta hora será apresentada a comunicação A Misericórdia do Alvorge no século XVIII, por Manuel Augusto Dias

11: 10 Questões

11:15 – 11:30 Pausa

11:30 Sessão 12 — Património Cultural e Natural

11:30 Alvaiázere – um património sócio-económico e cultural ancorado na pedra calcária: um contributo para a sua identificação e divulgação

Maria José Marques Rosa de Guanilho Duarte

11:55 A Vegetação Autóctone dos Concelhos da Alta Estremadura

Mário Fernandes Lousã e José Carlos Costa

12:20 Questões

12:30 – 13.15 Sessão de Encerramento



publicado por Carlos Gomes às 15:11
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FEIRA DE SANTA IRIA COMEÇA HOJE EM OURÉM

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A Feira de Santa Iria arranca hoje na cidade de Ourém. Artesanato, restauração, feira, diversão e música vão animar o ambiente até ao final do mês. Nos dias 29 e 30 haverá exposição no Centro de Negócios. E, para os mais novos, não há festa sem carrosséis, pipocas e algodão doce. À noite, as luzes emprestam um colorido muito peculiar. As campainhas marcam os ritmos dos jogos e Ourém reveste-se de uma auréola de festa que contrasta com o ambiente soturno do Outono.

A Feira de Santa Iria é uma feira centenária que, todos os anos, assenta arraiais em Ourém. Começou a realizar-se em Ourém por volta de 1897. Em 21 de Setembro de 1957, a Câmara Municipal de Ourém proibiu a admissão de barracas de tiro e outros divertimentos semelhantes. Em 2 de Outubro de 1959, o município determinou a sua passagem a “feira franca” ou seja, ficaria isenta de impostos. Porém, catorze anos decorridos, mais precisamente em 2 de Outubro de 1973, o município determinou que deixasse de ser “feira franca” e ficasse sujeita a uma taxa diária.

Pese embora as deliberações que se foram tomando e as mudanças dos tempos, a Festa de Santa Iria chegou até aos nossos dias e promete continuar a realizar-se pela vontade do próprio povo que a aprecia.

Porém, as origens das festividades a Santa Iria são bem mais remotas. A própria lenda de Santa Iria constitui uma versão cristianizada do culto pagão de origem celta a Nabia, deusa dos rios e das águas e que veio também a nomear os rios Navia e Neiva, na Galiza e no Minho.

Durante o período que antecedeu à ocupação romana, Nábia era uma divindade pagã venerada em toda a faixa ocidental da Península Ibérica ou seja, a área que actualmente corresponde a Portugal e à Galiza. Na mitologia céltica, Nábia, era a deusa dos rios e da água, tendo em sua honra o seu nome sido atribuído a diversos rios como o Navia, na Galiza e o Neiva e o Nabão em Portugal. Inscrições epigráficas como as da Fonte do Ídolo, em Braga e a de Marecos, em Penafiel, atestam-nos a antiga devoção dos nossos ancestrais à deusa Nábia.

Quando ocuparam a Península Ibérica à qual deram o nome de Hispânia, os romanos não haviam ainda se convertido ao Cristianismo. E, como era seu costume, adoptaram as divindades indígenas ampliaram o seu panteão, apenas convertendo o primitivo nome de Nábia para Nabanus, tal como antes haviam feito com os deuses da antiga Grécia.

Após a cristianização da Península Ibérica, a crença pagã em Nábia – ou Nabanus para os romanos – veio a dar origem à lenda de Santa Iria – ou Santa Irene – cujo corpo, após o seu martírio, ficou depositado nas areias do rio Tejo junto às quais se ergueram vários locais de culto, tendo inclusive dado origem a alguns topónimos como Póvoa de Santa Iria e à atribuição do seu nome à antiga Scallabis, a actual cidade de Santarém.

Tal como no passado longínquo Nábia habitou as águas e nascentes do rio Nabão levando-as ao rio Zêzere e ao rio Tejo, é agora nas margens deste rio que Santa Iria encontrou o eterno repouso e a veneração das suas gentes.

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Pavilhão



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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011
FEIRA DE SANTA IRIA ANIMA OURÉM ATÉ AO FINAL DO MÊS

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Começa amanhã a centenária Feira de Santa Iria em Ourém. Até ao fim do mês, o recinto junto ao Mercado Municipal vai receber muitas diversões, com os habituais carrosséis e carrinhos de choque.

O certame atingirá o seu ponto alto no fim-de-semana com a habitual feira no espaço de feiras e mercados e a exposição noCentro de Negócios deOurém onde o visitante poderá encontrar os mais variados produtos, desde vestuário, artesanato, frutos secos, doçaria, mobiliário, para além dos postos de venda de farturas e pipocas.

A animação musical está ano a cargo dos Xaral´s Dixie, no sábado, e dos Amigos da Farra, no domingo.

A Feira de Santa Iria é uma iniciativa doMunicípio de Ouréme da empresa municipal Ourém Viva.

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publicado por Carlos Gomes às 14:26
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ARRANCA AMANHÃ EM OURÉM A FEIRA DE SANTA IRIA

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OURÉM VAI TER NOITES AO PIANO COM RITA GUERRA

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Domingo, 23 de Outubro de 2011
PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA EM 1927

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A imagem mostra a peregrinação a Fátima, precisamente dez anos após as aparições.



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Sábado, 22 de Outubro de 2011
AMANHÃ HÁ CARNEIRO À VALE TRAVESSO PARA ALMOÇO

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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
FÁTIMA RECEBE TORNEIO DE PAINTBALL

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COMEÇA AMANHÃ EM OURÉM O WORKSHOP DE FOTOGRAFIA DE NATUREZA

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A realização do workshop de Fotografia de Natureza é concebida e orientada por Pedro Martins, fotógrafo profissional freelancer há 10 anos. Pedro Martins encontrou na natureza o cenário perfeito, cheio de cores, simetrias, formas e modelos, uma fonte inesgotável de conhecimentos e beleza. Hoje em dia trabalha a reportagem com temas sociais, culturais e de ambiente. É fotógrafo colaborador regular de várias revistas, destacando-se a National Geographic – Portugal e a Notícias Magazine e alguns jornais nacionais como O Público e internacionais como o El Mundo de Espanha. Tem também trabalhado com várias empresas e instituições do nosso País em termos de imagem e promoção. É orientador de muitos cursos, workshops e passeios nas temáticas da Fotografia, Natureza e Biodiversidade, sendo um dos formadores da empresa de fotografia Dream Pictures. É autor das imagens no livro “Geopark Naturtejo da Meseta Meridional – 600 milhões de anos em imagens” e em muitas outras publicações.

Programa:

Sábado – 22 de Outubro

9h30 – componente teórica: Introdução à Fotografia de Natureza (Conhecer o equipamento; O uso de Flash; Desenhar imagens)

12h30 – almoço livre

14h00 – início do workshop

16h00 – componente prática nos arredores do local de formação

Domingo – 23 de Outubro

8h00 – componente prática em local a definir

12h30 – almoço livre

14h00 – componente teórica: A paisagem natural ou rural (Vida Selvagem; Flora e Vegetação; Macrofotografia; Trabalhar por objectivos)

Material fotográfico aconselhado:

Máquina fotográfica, tripé, flash e cabo disparador.

Destinatários:

Qualquer pessoa que goste de fotografia e pretenda aprofundar os aspectos criativos, independentemente das temáticas preferidas e do tipo de equipamento que possua.

Preço: 35€ - Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça-feira a domingo das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

Tel: 249 540900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919585003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011
OURÉM PREPARA JORNADAS DA FLORESTA

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MUSEU DE ARTE SACRA REALIZA COLÓQUIO SOBRE POLÍTICAS MUSEOLÓGICAS

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publicado por Carlos Gomes às 18:35
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QUEM ÉS TU? - MUSEU MUNICIPAL EXIBE AMANHÃ FILME BASEADO NA OBRA "FREI LUÍS DE SOUSA" DE ALMEIDA GARRETT

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Baseado na peça “Frei Luís de Sousa” de Almeida Garrett, o filme recria o ambiente de fins do século XVI em Portugal. Romeiro é dado como morto na Batalha de Alcácer-Quibir e, quando regressa a casa, descobre que a sua mulher voltou a casar… quando todos haviam perdido a esperança, apenas o aio Telmo Pais acreditou no regresso do seu senhor, D. João de Portugal, presságio que se confirma vinte anos mais tarde através da personagem do romeiro. Trata-se, na realidade, da esperança patriótica dos portugueses no regresso de El-Rei D. Sebastião e da redenção da Pátria cativa ao jugo espanhol, enformando o mito sebastianista que o escritor Almeida Garrett recupera para criar um paralelismo com a situação vivida em Portugal no século XIX. Melhor ainda, a peça “Frei Luís de Sousa” inspira-se em factos reais ocorridos no século XVI e que retratam a vida de Manuel Luís de Sousa Coutinho e de sua esposa, D. Madalena de Vilhena.

Este filme é exibido amanhã, dia 21 de Outubro, a partir das 21h30, no Museu Municipal de Ourém.



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OURÉM VAI CRIAR BANCO DE VOLUNTARIADO

A Câmara Municipal de Ourém aprovou a criação de um Banco de Voluntariado Municipal e a adaptação das instalações do antigoJardim Infantil de Ourém, para Centro Comunitário de Voluntariado onde serão alojados os serviços a implementar no âmbito do Plano de Acção Voluntariado 2011, concretamente o Banco de Ajudas Técnicas, Espaço de Comércio Social, Ateliers de voluntariado com 4 oficinas, Espaço de Educação e Formação (voluntariado docente) e o Espaço de actividades para a Universidade Sénior. A decisão foi tomada na última reunião do executivo camarário.

O Banco de Voluntariado Municipal de Ourém temos seguintes objectivos:

▪ Criar uma estrutura privilegiada de promoção da responsabilidade social;

▪ Gerir a oferta e procura de voluntariado;

▪ Definir um modelo organizacional que potencie a eficácia e a eficiência do trabalho desenvolvido pelo Banco de Voluntariado Municipal numa administração pública moderna;

▪ Aprofundar o conhecimento do voluntariado;

▪ Servir de instrumento para o desenvolvimento local;

▪ Valorizar e promover o voluntariado;

▪ Promover o encontro entre as necessidades das organizações e a disponibilidade de voluntários;

▪ Sensibilizar os cidadãos para o voluntariado;

▪ Criar, colaborar, fomentar e divulgar projectos e oportunidades de voluntariado;

▪ Promover a concertação pública e privada nesta matéria.

Com vista à implementação deste Banco de Voluntariado Municipal foram ainda aprovados os seguintes documentos: Regulamento Interno; Ficha de caracterização do Projecto de Voluntariado; Ficha de inscrição para entidades; Ficha de inscrição para voluntários e a Minuta do Programa de Voluntariado a estabelecer entre a entidade e o voluntário. Estes documentos serão enviados à Assembleia Municipal para aprovação.



publicado por Carlos Gomes às 14:46
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"HISTÓRIAS DA TERRA" CONTAM-SE AMANHÃ NO AGROAL

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OURÉM RECEBE 1º CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA

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1.º Congresso de História e Património da Alta Estremadura

28, 29 e 30 de Outubro

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Organizado pelo CEPAE - Centro do Património da Estremadura e pela Câmara Municipal de Ourém o Congresso pretende ser um contributo para o desenvolvimento da consciência da importância da História e do Património para a identidade local e para o desenvolvimento regional. A área geográfica abrangida pelas comunicações é o Distrito de Leiria e o Concelho de Ourém. Em termos temáticos, comporta as seguintes secções:

  • Arqueologia;
  • História;
  • História da Arte;
  • Património Cultural;
  • Património Natural.

Programa detalhado e inscrições em http://alta-estremadura.net/

A inscrição é obrigatória e carece do pagamento de 5 euros até 1 de Outubro e 10 euros ente 2 e 15 de Outubro. Estão isentos do pagamento os participantes com comunicação, os estudantes, os desempregados e os pensionistas com pensões inferiores ao salário mínimo.



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MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA

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A poetisa Graziela Vieira junto à estátua da Princesa do Tua, em Mirandela, sua terra natal

 

MÊS DE MAIO, MÊS DE MARIA

 

Mês de Maio, é de Maria,

Do coração e das flores!... 

Das mães que espalham alegria

 Nos frutos dos seus amores

 

 

Ó Mãe de todas as mães,

Da terra e do Céu rainha.

Abençoa as outras mães,

Guarda junto a Ti a minha

.

Foi assim, e será sempre,

Filha és, e mãe serás.

Com os frutos do teu ventre,

Como fizeres, acharás.

 

Para que um dia teus filhos

Te acarinhem também

Não escolhas falsos brilhos,

Acarinha tua mãe.

 

Graziela Vieira

Ourém, 1/5/2005


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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011
VEREADORES DO PSD EM OURÉM EMITEM NOTA DE IMPRENSA

Recebemos do Grupo de Vereadores do PSD da Câmara Municipal de Ourém a seguinte Nota de Imprensa:

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NOTA DE IMPRENSA

Os Vereadores do PSD da Câmara Municipal de Ourém, decidiram que a partir da presente data e após a realização da habitual reunião de Câmara que se realiza quinzenalmente emitir uma nota de imprensa, com as nossas tomadas de posição sobre os diversos assuntos abordados, para que a população possa ter conhecimento verdadeiro e sem deturpações das mesmas.

PERÍODO ANTES DA ORDEM DO DIA

Os Vereadores do PSD apresentaram um requerimento a solicitar um conjunto de informações sobre vencimentos do pessoal que secretaria os membros do actual executivo e sobre o pessoal que secretaria os Presidentes dos Conselhos de Administração das Empresas Municipais, assim como do critério que presidiu à atribuição de viaturas oficiais.

SECÇÃO DE PATRIMÓNIO E CONTABILIDADE

Foi presente um ofício da Associação de Caçadores da Freguesia de Seiça a comunicar que estavam interessados em adquirir o edifício da antiga Escola dos Cristovãos. Este edifício é actualmente ocupado pela referida Associação que paga uma renda mensal à Câmara.

Foi deliberado por unanimidade remeter este processo para reunião posterior, a fim de ser analisado em conjunto com outros processos de edifícios de antigas Escolas que ficaram devolutas em virtude da reorganização do Parque Escolar do nosso concelho. Para o efeito o executivo constituiu um grupo de trabalho para de uma forma global apresentar uma proposta para os edifícios referidos.

DIVISÃO DE ACÇÃO CULTURAL

Foi presente proposta de contrato-programa de desenvolvimento desportivo de comparticipação financeira com o Centro Desportivo de Fátima para requalificação do Pavilhão Desportivo do clube. Os Vereadores do PSD concordam com o princípio do contrato programa, tendo no entanto alertado para algumas das cláusulas do referido contrato programa que em nosso entender poderiam no futuro inviabilizá-lo.

Face às questões suscitadas pelo Vereadores do PSD foi deliberado por unanimidade remeter o processo para os serviços, para que possa ser rectificado e ser de novo presente a reunião de Câmara para aprovação.

ASSUNTOS FORA DE AGENDA

Foi presente fora de agenda proposta de protocolo a celebrar com o Clube Atlético Ouriense, de cedência do complexo desportivo da Caridade ao clube pelo prazo de 50 anos.

Depois de discutido o assunto foi deliberado por unanimidade concordar com o proposto, alterando apenas o prazo do protocolo para 5 anos, renovável automaticamente pelo mesmo período.

Ourém 18, de Outubro de 2011

Os Vereadores do PSD



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GOVERNO RESPONDE À QUESTÃO LEVANTADA PELO DEPUTADO ANTÓNIO FILIPE (PCP) ACERCA DA SITUAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE NO CONCELHO DE OURÉM

Em resposta à questão colocada pelo deputado Dr. António Filipe, do PCP, relativamente à situação do sistema de saúde no Concelho de Ourém, a Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Drª Marina Resende endereçou à Secretária-Geral da Assembleia da República, Conselheira Adelina Sá Carvalho, o ofício nº 6876 de 17 de Outubro do Gabinete do Ministro da Saúde, assinado pelo Chefe de Gabinete, Luís Vitório, o qual dá conta do seguinte:

“Em resposta à pergunta mencionada em epígrafe, a fim de prestar os esclarecimentos solicitados, informo:

  1. Estão em curso um conjunto de medidas que visam o controlo da despesa pública, através, designadamente, da reorganização das estruturas e recursos visando-se a manutenção da qualidade do serviço prestado. Neste âmbito está prevista a análise, caso a caso, dos contratos de prestação de serviços do ACES XIX – Serra D’Aire, celebrados com cariz extraordinário, de acordo com a realidade existente nas várias unidades funcionais, incluindo o número de profissionais de enfermagem existente na ARSLVT,IP, com vista a uma eventual reorganização dos serviços e ajustamento de horários de funcionamento / atendimento.
  2. Deste modo o fim destes contratos não colocará em causa a prestação de cuidados de saúde no município, dado que o funcionamento dos serviços será assegurado com uma gestão cuidada do grupo de profissionais dos vários Centros de Saúde (CS) que integram aquele ACES, com a partilha dos recursos humanos e dando prioridade aos cuidados de saúde inadiáveis, com o objectivo de cumprir com os programas de saúde preventivos e de promoção da saúde.”

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publicado por Carlos Gomes às 15:02
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UNIVERSIDADE CATÓLICA ACOLHE EXPOSIÇÃO ALUSIVA A FÁTIMA

“Eu tinha muitas coisas para lhe pedir”

“Eu tinha muitas coisas para lhe pedir” é o título da exposição patente ao público durante o mês de Outubro na Biblioteca Universitária João Paulo II (BUJP), da Univesidade Católica Portuguesa, em Lisboa.

Para a organização desta iniciativa, “no âmbito do fenómeno de Fátima, Outubro é um mês particularmente significativo, e por isso lhe dedicámos a exposição do mês com o título “Eu tinha muitas coisas para lhe pedir” (Irmã Lúcia, 4ª Memória – descrição da Aparição de Outubro)”.

Ainda que a BUJP detenha um conjunto muito significativo de obras sobre a Teologia das Aparições e a História do Santuário de Fátima, a opção para a construção da exposição foi “mostrar um aspecto complementar do mesmo - o fenómeno da religiosidade popular que em sua volta nasceu, cresceu, se desenvolveu e continua bem vivo”.

Os objectos expostos são da colecção temática de Francisco Noronha de Andrade, artista plástico e membro da Associação dos Servitas de Nossa Senhora de Fátima.

São objectos dos mais variados tipos e materiais, “que em conjunto ilustram por forma única a simplicidade, por vezes mesmo ingenuidade, dessa muito respeitável religiosidade popular”.

A Biblioteca Universitária João Paulo II é uma biblioteca de livre acesso, aberta a todos os alunos, professores e funcionários da UCP, bem como a qualquer outra pessoa que se inscreva como leitor externo.

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 13:14
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GRUPO DE ASSOCIAÇÕES CATÓLICAS DO SENEGAL RECEBIDO PELO REITOR DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Embaixadora em Portugal pede orações pela manutenção da paz no seu país

Na tarde de 13 de Outubro, o reitor do Santuário de Fátima, Padre Carlos Cabecinhas, recebeu um grupo oriundo do Senegal em peregrinação a Fátima. O grupo foi recebido na Reitoria e chegou acompanhado pela embaixadora do Senegal em Portugal, Maymona Diop Sy,  ainda recentemente em funções no país e que peregrinou particularmente a Fátima onde depois se associou ao grupo em peregrinação.

Na sua saudação, o Padre Carlos Cabecinhas afirmou que “para o Santuário de Fátima é motivo de particular alegria encontrar um grupo assim numeroso que quer visitar o Santuário”.

O grupo integrava representantes de várias associações cristãs do Senegal, um país onde, nas palavras da embaixadora do Senegal em Portugal, “não existem problemas inter-religiosos”.

“Os bons e os maus momentos são vividos pela população senegalesa de igual modo, independentemente do credo, da tradição religiosa”, afirmou Maymona Diop Sy.

Nas suas palavras ao reitor do Santuário,  a embaixadora pediu que em Fátima se reze pela “paz no Senegal, onde se vai realizar em breve um acto eleitoral (Fevereiro de 2012), e pela paz no mundo”.

“Estamos muito gratos por nos receber, estamos muito honrados por aqui estar, revemo-nos nesta hospitalidade tão característica de Portugal. Em Fátima, neste Santuário, o ambiente é singular, é espiritual”, disse.

O grupo de peregrinos esteve em Fátima acompanhado por um sacerdote da arquidiocese de Dakar.

“Estareis presentes nas nossas orações, peço a bênção para todos vós”, afirmou o reitor do Santuário de Fátima, após lembrar que “a paz está fortemente ligada à mensagem de Fátima”.

O encontro terminou com o grupo a cantar um cântico tradicional senegalês dedicado a Nossa Senhora.

LeopolDina Simões

 



publicado por Carlos Gomes às 13:10
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APOSTOLADO DE ORAÇÃO CONSIDERA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA COMO “FESTA DE DEUS”

Movimento promove o culto e a devoção ao Coração de Jesus

A 16 de Outubro, foi retomada uma iniciativa iniciada há cerca de trinta anos: a Peregrinação Nacional do Apostolado de Oração ao Santuário de Fátima. “Esta nova iniciativa ultrapassou todos os cálculos”, refere o Padre Dário Pedroso, secretário-geral do Apostolado da Oração (AO) em Portugal.

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Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, o Padre Dário Pedroso classifica este encontro em Fátima como uma “verdadeira Festa de Deus” e confirma a presença de pessoas vinda de muitas paróquias de quase todas as dioceses de Portugal.

Os cálculos oficiais do Santuário de Fátima apontam para a presença de mais de 80 mil peregrinos na eucaristia dominical, celebrada às 11:00 no Recinto do Santuário. Ainda que outros grupos de peregrinos (34, no total, de sete diferente países), estivessem registados como participantes nesta celebração, o mais numeroso foi o do Apostolado de Oração.

“Os estandartes do Coração de Jesus eram mais de 200”, informa o Padre Dário Pedroso.

“Foi belo sentir como o Apostolado de Oração está bem vivo em muitas paróquias e conseguiu juntar tantos milhares de pessoas”, acrescenta o sacerdote.

O que significa pertencer ao Apostolado de Oração? O secretário-geral em Portugal deste movimento internacional nascido em França, no seio da comunidade jesuíta, e que chegou a Portugal em 1864, explica: “Primeiro a oferta da vida toda com Jesus Eucaristia para se ser hóstia viva com Cristo; segundo: ser apóstolo pela oração, rezando e ensinando a rezar; terceiro: no coração da Igreja, rezar cada mês pelas grandes intenções que o Papa escolhe, unido, como família de orantes a milhões espalhados pelo mundo; quarto: promover o culto e a devoção ao Coração de Jesus, isto é, ajudar as famílias a rezar e a consagrarem-se ao Coração do Redentor, promover a Adoração Eucarística, assinalar a revista Mensageiro, órgão oficial do Apostolado da Oração”.

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, Presidiu à eucaristia que marcou o momento mais importante do programa e falou aos peregrinos da riqueza espiritual do Apostolado da Oração e da devoção e culto ao Coração de Jesus.

“Creio que todas as comunidades cristãs, todas as famílias cristãs, na devoção ao Coração de Jesus, todos os associados do Apostolado de Oração, em cada comunidade, mantendo esta prioridade da devoção, isto é, da devoção centrada em Deus, se tornarão depois e consequentemente os primeiros obreiros da sociedade de nós todos, reconstruída segundo Deus, que quer o bem de todos e de cada um dos seus filhos, de todas e de cada uma das suas criaturas”, afirmou.

O Padre Dário, agradece desta forma a todos os envolvidos na organização da peregrinação: “A Peregrinação Nacional sem a colaboração dos Directores Diocesanos e suas equipas, sem a ajuda dos zeladores e associados em suas paróquias não teria sido a maravilha que foi. Bendito seja o Coração de Cristo. Que Ele a todos agradeça e abençoe”, afirma.

LeopolDina Simões

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publicado por Carlos Gomes às 13:02
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OURÉM NA INTERNET (XXXVI)

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O “Rodízio Boi Preto” é um dos mais conceituados estabelecimentos de restauração do Concelho de Ourém. Trata-se, como o nome indica, de um restaurante de rodízio qe serve especialidades brasileiras como a picanha, a polenta, o feijão preto e a farinha de mandioca servidos por empregados trajados de gaúchos, os famosos guardadores de gado do Rio Grande do Sul. Mas o “Boi Preto” também está presente na Internet através do seu site no endereço http://www.boipreto.com/ onde, além da informação disponível, podem ser feitas as reservas de mesas para refeições individuais e banquetes.

Nota: Acabamos de receber a informação de que este restaurante já não existe em Ourém, tendo sido substituído pela "A Traineira", curiosamente o restaurante que no mesmo local antecedeu o "Rodízio Boi Preto".



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2011
DELEGAÇÕES DO BRASIL E UCRÂNIA VISITAM OURÉM

A Câmara Municipal de Ourém recebeu durante o dia de ontem, duas delegações provenientes do Brasil e da Ucrânia, as quais foram recebidas nos Paços do Concelho. A deslocação das comitivas estrangeiras ao nosso Concelho insere-se na estratégia de internacionalização e estreitamento de laços que vem sendo promovido pelo actual executivo.

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Ao início da tarde, Cleide Oliveira, Prefeita do Município de Pesqueira – Pernambuco, no Brasil, reuniu com o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca. Neste encontro, o presidente da edilidade oureense sublinhou a importância do Turismo e da promoção do nosso concelho e da região de modo integrado e concertado no exterior. Ficou ainda combinada uma nova visitade Cleide Oliveira,num encontro mais alargado com outros municípios brasileiros, para aferirem da experiênciaoureense no tratamentode águas e resíduos sólidos urbanos, assim como estabelecer contacto com empresas dedicadas a este sector.

Pesqueira é um Município com três eixos turísticos: Fé: o Santuário de Nossa Senhora da Graça, cuja aparição a duas crianças data de 1936, o Artesanato: as rendas Renascença e a Gastronomia: doces e licores caseiros.

Ao fim do dia, foi a vez de receber uma comitiva da Ucrânia composta por 16 jornalistas e operadores turísticos que visitarama região durantetrês dias.

Na recepção, o Dr.Paulo Fonsecaagradeceu a cooperação da Embaixada da Ucrânia em Portugal no estabelecimento deste contacto, afirmando que “será o primeiro de muitos momentosde aproximação entrea Ucrânia e Ourém”, cidade que tem no seu território a “jóia da coroa de Portugal – Fátima”. Neste contexto destacou a sua excelente localização geográfica e acessibilidades e o baixo preço do alojamento, “para além da diversidade de ofertas em termos de turismo religioso, cultural e patrimonial existentes na região”, factores que permitirão”uma maior permanência dos turistas ucranianos em Fátima”.

Como resposta, o Dr.Paulo Fonsecaouviu um dos representantes da comitiva e também membro da Câmara de Comércio da Ucrânia afirmar que o destino Fátima, “um dos mais conhecidos do mundo inteiro (…) será incluído nos pacotes promovidos pelos operadores turísticos da Ucrânia”, o que irá resultar ”num aumento significativo de turistas para Fátima e paraa região”.

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publicado por Carlos Gomes às 19:32
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VEREADORES DO PSD QUESTIONAM VENCIMENTOS NO MUNICÍPIO DE OURÉM

Os vereadores do PSD apresentaram na última reunião da Câmara Municipal de Ourém o requerimento que a seguir se publica.

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REQUERIMENTO

Na coluna de opinião de João Heitor, Presidente da concelhia do Partido Socialista de Ourém e actual Chefe de Gabinete do Sr. Presidente da Câmara, publicada a 14 de Outubro de 2011, podemos ler “ Há que cortar na despesa do estado? Então, por exemplo, o Governo que ordene a imediata fusão e extinção das empresas municipais, como já foi feito pelo actual executivo camarário em Ourém. Aqui, juntou-se a Verourém, a Ambiourém e o Centro de Negócios numa só empresa Municipal: a Ourémviva. De seis vencimentos que se pagavam a administradores e Presidentes dos Conselhos de Administração passaram a existir somente dois”.

Tal como já fizemos no passado, perguntamos:

1º Quais os Presidentes dos Conselhos de Administração que auferiam vencimento antes da fusão?

2º Quais eram os seus montantes?

3º A quem eram pagos os seis vencimentos?

4º Quem são os actuais Secretários dos Administradores da OurémViva e da Sru?

5º Que vencimentos auferem?

6º Todos os actuais Administradores têm ou não viatura atribuída?

Ainda a propósito de cargos e vencimentos queremos ainda perguntar:

1º Quem são os actuais secretários dos elementos que compõem o actual executivo?

2º Que vencimentos auferem?

3º Que cargos desempenham os vários elementos que não estando nomeados Secretários vemos apoiar os diversos Gabinetes do 2º Piso?

4º Quais os vencimentos destes elementos?

5º Qual o critério que presidiu à atribuição de viaturas oficiais?

Em tempos de austeridade estas são algumas das questões que a todos preocupam.

Será que a contenção não deva ser também uma preocupação deste executivo?

Ourém, 18 de Outubro de 2011

Os Vereadores do PSD



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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SOCIAIS-DEMOCRATAS DE OURÉM DEBATEM REFORMA ADMINISTRATIVA

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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REQUALIFICAÇÃO URBANA DA AV. D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA - CERTIDÃO DA DELIBERAÇÃO

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MUNICÍPIO DE OURÉM

Câmara Municipal

CERTIDÃO DE DELIBERAÇÃO TOMADA EM REUNIÃO DE 18 DE OUTUBRO DE 2011

REQUALIFICAÇÃO URBANA DA AV. D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA – PARTE B – TROÇOS ENTRE A PASSAGEM DESNIVELADA E AS ROTUNDAS NORTE E SUL INCLUSIVE, EM FÁTIMA

---- Foi apresentado o Relatório Final, datado de 17 do corrente mês, do Júri do concurso indicado em título, que a seguir se transcreve: “Aos dezassete dias do mês de Outubro do ano de dois mil e onze, reuniu na Sala de Sessões do Edifício dos Paços do Concelho de Ourém, o Júri para os trabalhos designados em epígrafe, constituído pelo Director do Departamento Administrativo e do Planeamento, Dr. Vítor Manuel Sousa Dias, pelo Chefe de Divisão de Obras Municipais, Eng. Rui Manuel Costa Teixeira e pelo Arq. Luís Paulo dos Santos Rato Niza Ribeiro, do qual o primeiro é presidente, a fim de procederem à análise das propostas do concurso designado em epígrafe.

---- Depois de realizado o relatório preliminar, nos termos e para os efeitos do artigo 122.º do Código dos Contratos Públicos, foi o mesmo enviado a todos os concorrentes, no dia 7 (sete) de Outubro do corrente ano, nos termos e para os efeitos do artigo 123.º do CCP.

---- Esta reunião foi agendada para analisar as reclamações das empresas OLIVEIRAS, S. A., Lena Engenharia e Construções, S. A. e Consórcio constituído pelas empresas Ramalho Rosa Cobertar – Sociedade de Construções S. A. E Construções J. J. R. & Filhos S. A. apresentadas ao Júri do Procedimento, sobre o Relatório Preliminar, que em resumo propõe a adjudicação da empreitada designada em epígrafe ao concorrente com CONSÓRCIO: ASIBEL – CONSTRUÇÕES, S.A. E

CMR – CONSTRUÇÕES MARTINS & REIS, LDA, pelo valor de seis milhões, duzentos e quarenta e seis mil euros (6.246.000,00 euros), mais IVA (6%) e pelo prazo de execução de 221 dias.

1---- -Reclamação do concorrente n.º 2 – Lena – Engenharia e Construções, S. A.

---- Inicia a sua reclamação o concorrente n.º 2 por no ponto 2 da reclamação manifestar a sua discordância “com a proposta de adjudicação contida no Relatório Preliminar, porquanto a mesma recai sobre uma proposta que, de forma inequívoca, deve ser excluída do procedimento de ajuste directo…” prosseguindo no 6º que “o agrupamento constituído pelas empresas «ASIBEL – Construções, S. A., e CMR – Construções Martins & Reis Lda.» (de ora em diante, o Agrupamento) não preencheu o formulário…” e que (ponto 7 da reclamação) “nos termos do numero 2 do artigo 13 do citado diploma legal,» o não preenchimento do formulário referido no número anterior é causa de exclusão da proposta ou da candidatura». Ora, este Agrupamento concorrente” (ponto 8) “não preencheu o valor da proposta”, (ponto 9) “não indicou as condições de pagamento e adicionalmente,” (ponto 10) “ainda faz constar deste Formulário que apresenta a proposta individualmente, inferindo-se, da documentação apresentada precisamente o contrário, ou seja, que concorre em agrupamento.”

---- Ora, sobre esta matéria, o júri reconhece que após melhor análise do formulário apresentado a concurso, pelo referido concorrente n.º 1, este não se encontra correctamente preenchido, confirmando-se que os campos “n.º 1 apresentação de proposta enquanto agrupamento e valor da proposta” e “3.1 – Condições de pagamento”, não estão preenchidos ou foram-no de forma deficiente. No entanto é exagerado afirmar que o concorrente não preencheu o formulário porquanto o documento em apreço é composto por um conjunto de 29 (vinte e nove) páginas que corresponde a um conjunto aproximado de 500 (quinhentos) campos e o concorrente recorda-se não preencheu ou preencheu de forma indevida 3 campos. Para que conste, o preenchimento deficiente destes três campos do formulário em nada impedem a correcta análise e comparação das propostas.

---- Prossegue no ponto seguinte ii) A lista de Preços unitários ao afirmar que “nos termos da alínea d) do ponto 5) do Convite, os concorrentes deverão instruir as propostas com «as seguintes informações (….) 2 – Formulário da proposta / Candidatura: preços Unitários por cada artigo»” e que “nesta alínea que, na Área 3 a «coluna deve ser preenchida com os valores a apresentar pelo concorrente, tendo em atenção às unidades referenciadas nas colunas «Designação» e Unid. Preencher, para cada uma das posições colocada com o preço unitário, expresso em Euros, sem IVA” e que “de forma inequívoca, e de acordo com o estipulado no Convite é necessário, para cada uma das posições, colocar preço unitário”. Concretiza no ponto seguinte que o “Agrupamento concorrente «Asibel – Construções SA e CMR – Construções Martins e Reis, Lda.» não preencheu todas as posições, tendo deixado, sem preço unitário o item xx.II.4.2.4 e o item IV.2.5.3…”

---- Efectivamente o júri do procedimento constata que o concorrente n.º 1 apresentou como preço unitário de 0 (zero) Euros para execução destes dois artigos, ou seja o valor para realização destas tarefas é zero euros.

---- Sobre esta situação o Júri do Procedimento entende ainda que a falta de indicação, na lista de preços unitários, do preço correspondente para uma das espécies de actividades, se equivaler ao compromisso da realização dessa tarefa sem contrapartida directa, não determina necessariamente a desconsideração desta proposta, aliás conforme acórdão do n.º 047982 de 16/08/2001 do Supremo Tribunal Administrativo, ou seja, o concorrente n.º 1 deverá apresentar uma declaração, onde expressamente manifeste a intenção de realizar esta actividade sem qualquer encargo para o dono de obra, assim como quaisquer trabalhos da mesma natureza que lhe venham a ser adjudicados para a realização desta empreitada, sanando desta forma o eventual vicio praticado.

---- Fundamenta ainda o concorrente reclamante que nos termos do artigo 57º do Código dos Contratos Públicos (CCP) a proposta deve ainda ser constituída por uma lista de preços unitários de todas as espécies de trabalho previstas no projecto de execução e que “sendo o Preço da proposta um atributo nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 57º do CCP, o certo é que, a inexistência de determinados preços unitários que compõem o preço global, é causa de exclusão obrigatória nos termos da alínea a) do n.º 2 do artigo 70º do CCP”. O Júri do Procedimento subscreve na íntegra o elencado pelo concorrente reclamante; no entanto, entende que os argumentos apresentados não se enquadram no caso em apreço porquanto o concorrente apresentou a lista de preços unitários para execução desta empreitada com indicação do preço para realização de todos os artigos que compõem esta empreitada, e disto não há, nem poderá haver qualquer dúvida.

---- Para basear a sua argumentação o concorrente n.º 2 invoca o conteúdo do “acórdão do STA de 23.1.2003 proc 512/02 onde se considerou que «constitui preterição de uma formalidade essencial concorrencialmente relevante, do procedimento concursal a omissão, na lista de preços unitários que acompanhou uma proposta, do capítulo Rede de Rega do mapa de trabalhos patenteado a concurso”.

---- Ainda sobre esta matéria o acórdão proferido pelo Tribunal de Contas, n.º 1/2010 publicado no Diário da República, 1ª série — N.º 32 — 16 de Fevereiro de 2010 é taxativo quanto a esta matéria ou seja a falta de indicação, na lista de preços unitários, de um preço correspondente a um bem, ou a uma actividade, não constitui, necessariamente, a preterição de uma formalidade essencial do procedimento pré contratual, determinante da exclusão da proposta onde ocorreu tal falta e que a omissão referida deve ser ponderada, caso a caso, ou seja, podemos concluir a esta analise é da competência do Júri do Procedimento e deverá ser o Júri do Procedimento a efectuar esta ponderação. Ainda sobre o aludido acórdão convém referir que faz menção a um conjunto vasto de artigos e não a um ou dois capítulos isoladamente.

---- Prossegue no ponto 24 e seguintes onde o concorrente defende que o “CCP não permite aos concorrentes uma eventual correcção da omissão, o que, a acontecer afectaria a igualdade entre os concorrentes”. Ora, o Júri do Procedimento ciente das suas obrigações não entende por que motivo haveria de proporcionar a este ou a qualquer outro concorrente a correcção desta omissão, quando o Júri do Procedimento sobre esta matéria não tem qualquer dúvida, o preço apresentado para realizar estas duas tarefas é zero. Ao concorrente classificado em primeiro lugar apenas lhe restará uma de duas alternativas: ou faz os dois artigos pelo valor indicado na lista de preços unitários e neste caso Zero Euros ou se pretender efectuar qualquer alteração, a proposta terá que obviamente não ser considerada.

---- A partir do ponto 28º da reclamação e até 55º o concorrente n.º 2 - Lena – Engenharia e Construções, S. A., apresenta um intrincado raciocínio sobre o critério de desempate Lista de preços unitários. Sobre este ponto da reclamação entende o Júri do procedimento que as regras foram definidas em sede elaboração de peças procedimentais e que não mereceram qualquer reparo por algum concorrente e que estes ao apresentarem as suas propostas estavam perfeitamente sabedores das normas com que o procedimento se regia, não sendo competência do Júri do procedimento alterá-las ou efectuar algum ajuste na fase em que o procedimento se encontra.

---- Prossegue no ponto 56º da reclamação com uma avaliação do preço do concorrente agrupamento, atribuindo-lhe, imagine-se, um valor de 6.248.764,32 € ao invés do dos 6.246.000,00 € que consta do formulário da proposta hierarquizada pelo júri deste procedimento em primeiro lugar. Sobre este ponto, no rebate da reclamação apresentada, o Júri do Procedimento foi suficientemente claro e objectivo na sua análise, porquanto se auto dispensa de tecer mais comentários.

---- Termina a sua reclamação a solicitar a exclusão da proposta do concorrente agrupamento formado pelas empresas «ASIBEL – Construções, S. A., e CMR – Construções Martins e Reis, Lda. e em consequência, proceder à reclassificação da proposta da Lena - Engenharia e Construções S. A., situações que no entender deste Júri deverão ser liminarmente recusadas.

2 - Reclamação do concorrente n.º 3 – O Agrupamento constituído pelas empresas Ramalho Rosa Cobetar – Sociedade de Construções, S.A., e Construções J.J.R. & Filhos S.A.

---- Inicia a sua reclamação com a afirmação de que “o concorrente nº1, não se apresentou a concurso enquanto agrupamento, conforme decorre da informação inserida e constante no campo relativo ao 1.Formulário Principal - da proposta,”. Ora desde logo inicia a sua reclamação com uma não verdade porquanto uma simples leitura dos documentos que integram a proposta (vide por exemplo a declaração de conformidade Anexo I) permitem facilmente aferir que estamos perante uma intenção de consórcio, reclamando no parágrafo seguinte com a solicitação da exclusão do concorrente classificado em primeiro lugar pelo júri por não ter preenchido correctamente o formulário, ou seja na óptica do concorrente reclamante este não cumpriu o estipulado “no ponto 5 – área2- do programa de convite, bem como o disposto no artigo 13.º da DL nº 143-A/2008”, sendo na sua perspectiva tal facto, “motivo de exclusão”.

---- Sobre os fundamentos que sustentam o pedido de exclusão, o Júri deste Procedimento em resposta à reclamação do concorrente n.º 2 já emitiu a sua opinião, escusando-se a tecer mais comentários.

---- Prossegue no ponto seguinte “Do incumprimento dos requisitos de apresentação de propostas pelo mesmo concorrente nº1” ao introduzir uma abordagem sobre as formalidades dos modos de apresentação de proposta, transcrevendo o conteúdo do ponto 8) Documentos da proposta.

---- Continuando ao afirmar que não poderão existir dúvidas sobre a “efectiva obrigatoriedade de apresentação do documento, designado declaração de aceitação do conteúdo do caderno de encargos a que se refere a alínea a) do nº1 do artigo 57.º do CCP, e deste ter que ter aposta a assinatura do concorrente ou do seu representante”, aprofundando “um pouco mais o conteúdo desde regime, uma vez que o mesmo não estipula o modo de assinatura deste documento, pois apenas refere que «a declaração referida na alínea a), deve ser assinada pelo representante comum …” e que a “definição dos termos a que deve obedecer a apresentação de propostas na plataforma electrónica utilizada pela entidade adjudicante é a constante na constante na referida Portaria nº 701-G/*2008” e que “todos os documentos carregados nas plataformas electrónicas devem ser assinados electronicamente mediante a utilização de certificados de assinatura electrónica qualificada.

---- Concluindo adiante que “a assinatura da declaração de aceitação do conteúdo do caderno de encargos a que se referem os n.ºs 4 e 5 do artigo 57.º do CCP é uma assinatura electrónica qualificada (cfr. n.º1 do artigo 27.º da Portaria nº 701-G/2008) que permita atestar a existência de uma relação de representação entre o concorrente (pessoa colectiva) e o assinante (cfr nº 3 do artigo 27.º da Portaria 701-G/2008)” e que “tanto a declaração de aceitação do conteúdo do caderno de encargos bem como todos os documentos que constituam a proposta tem necessariamente de ser assinados electronicamente através de um certificado válido de assinatura digital”.

---- De seguida adverte que “a proposta do concorrente nº1, não é composta por vários documentos isolados, mas por pastas zipadas, essas sim compostas por vários documentos” e que nada tem a opor a não ser “o facto dos documentos constantes nas pastas zipadas não se encontrarem em obediência ao estipulado quer no programa do convite, quer na lei da contratação pública, i.é., quer a declaração do conteúdo de aceitação do caderno de encargos, quer todos os outros exigidos para instruírem a proposta, não se encontram assinados electronicamente” e ainda que “o concorrente nº1 optou por apenas assinar electronicamente as pastas zipadas, denominadas; ANEXO I; MEMÓRIA DESCRITIVA; OUTROS DOCUMENTOS E A PROGRAMA DE TRABALHOS, quando submeteu as mesmas na plataforma e porque a plataforma assim o exige”.

---- Para o concorrente n.º 3, o concorrente “ao proceder do modo sobredito, não cumpriu as formalidades do modo de apresentação das propostas. È QUE NÃO SE CONFUNDA A ASSINATURA ELECTRONICA DOS DOCUMENTOS QUE INSTRUEM A PROPOSTA, EXIGIVEL NOS PRECEITOS ACIMA DESCRITOS, COM A ASSINATURA A EFECTUAR NA FASE DE CARREGAMENTO DA PROPOSTA OU NA FASE DE SUBMISSÃO DA PROPOSTA”.

---- Ora para o Júri do Procedimento, esta é uma afirmação despropositada porquanto a proposta apresentada pelo concorrente n.º 1 está devidamente assinada com o certificado electrónico qualificado emitido pela DIGITALSIGN para a empresa ASIBEL – Construções S A.

---- É entendimento deste Júri que o objectivo do art. 27º da Portaria n.º701-/2008 é garantir a autenticidade de cada documento que integra cada proposta em conformidade com o art. 57º do CCP. De acordo com o art. 27º, n.º 1 todos os documentos que sejam carregados nas plataformas electrónicas devem ser assinados, pelo que deverá, ser aposta uma assinatura electrónica qualificada, independentemente da forma como são submetidos, quer individualmente quer conjuntamente em ficheiro.zip.

---- Para o concorrente reclamante “existem dois momentos distintos, um momento é o documento ser assinados electronicamente, outro momento ocorre aquando do carregamento quando a plataforma exige que os ficheiros também sejam assinados com assinatura electrónica” e que “torna-se igualmente importante aprofundar o valor da essencialidade da formalidade prevista nos nºs 4 e 5 do artigo 57.º do CCP e no nº 3 do artigo 27.º da Portaria 701-G/2008., para demonstrar que não é apenas o formalismo pelo formalismo, este formalismo corresponde à necessidade da defesa ou da tutela de interesses materiais, é um formalismo cuja não observância tem consequências gravosas, como é o caso presente que implica a não admissão da proposta. A assinatura electrónica é um elemento essencial dos documentos que integram a proposta, cujo objectivo ultimo é permitir que o júri do concurso ou Entidade Adjudicante tenha, por si, a certeza da vinculação do concorrente àquela proposta que foi apresentada a concurso, i.e., de que aquele documento constante da proposta representa a vontade contratual do concorrente” e ainda que “noutra perspectiva: sem essa assinatura electrónica certificando o poder de representação do assinante, pode o concorrente, arrependendo-se do seu teor, vir posteriormente declarar que o documento apresentado a concurso não lhe é imputável ou não traduz a sua vontade contratual, sem que a Entidade Adjudicante possa provar o contrário”, para depois concluir que “faltando a assinatura electrónica nos documentos juntos à proposta para dar resposta a solicitado no ponto 8 do Programa de Convite o concorrente nº1 integra a previsão do previsto no 16.2 do mesmo Programa de Convite, que dispõe como consequência da inobservância da assinatura electrónica o seguinte «são consideradas inaceitáveis as propostas que não estejam assinadas electronicamente pelo responsável ou seu representante», e não se pretenda que a previsão agora citada, vise a proposta enquanto conjunto de todos os documentos que a integram, pois tal interpretação colocaria em causa a razão de ser das formalidades do modo de apresentação de propostas que se encontram previstas no artigo 62.º do CCP, o que, nos termos da alínea L) do nº2 do artigo 146.º do CCP, constitui causa de exclusão da proposta”.

---- Em suma, a questão levantada pelo concorrente reclamante resume-se ao facto de os concorrentes não terem assinado directamente sobre os documentos mas colocados somente os documento com recurso a um certificado qualificado que garante a autenticidade da pessoa que colocou o documento. Para o Júri do Procedimento o simples facto de o documento ser carregado com recurso a um assinatura digital qualificada emitida por uma entidade certificadora é suficiente para garantir a autenticidade das propostas ou será que seguindo a conveniente interpretação do concorrente reclamante este não deveria assinar todas as páginas dos documentos apresentados (vide paginas 2, 3 e 4 do Anexo 1) e desta forma também ele ser excluído?

---- Não podemos ser “mais papistas que o papa” e fazer uma interpretação que ultrapassa os limites da razoabilidade e do bom senso, porquanto a proposta do concorrente n.º 1 está assinada, correctamente assinada com recurso a um certificado digital qualificado.

---- Prossegue, no ponto seguinte ao focar as suas observações na “declaração dos preços parciais contem o valor dos trabalhos indicados para a subcategoria do Alvará respeitante a calcetamentos de 1,189,824.97€, o valor da lista de preços unitários, para os mesmos trabalhos indicados (com os seguintes códigosI.8.4.1.1 até I.8.4.1.1.10, do I.8.4.2.1.a I.8.4.3.1.2. e do II.3.1. a II.3.2.) apresenta o valor de 2.046,876.80€” e que “tal divergência apesar da sua resolução aparente estar constante no disposto no nº3 do artigo 60.º do CCP, que refere que entre os vários preços indicados prevalece, «os preços parciais, unitários ou não, mais decompostos», tal solução não afastaria o problema do caso concreto da proposta do concorrente nº1, nº1, relacionado com a questão da classe de alvará no tipo de trabalhos, é que Prevalecendo o valor da lista de preços unitários, ou seja, o valor de 2.046,876.80€, nenhum dos membros do agrupamento, terá alvará para realizar os trabalhos de calcetamento pois a classe de alvará nº4, tem como limite o valor de 1.328.000.00€.” E ainda “em conclusão além da proposta do concorrente nº1, mais concretamente na referida declaração dos preços parciais, de não dar cumprimento ao nº5 do referido artigo que estipula que os agrupamentos concorrentes, deverão «para o efeito, indicar na proposta os preços parciais dos trabalhos que cada um dos seus membros se propõe executar».”

---- Sobre este ponto conclui o oncorrente reclamante que o concorrente n.º 1 “não cumpriu assim, mais uma vez, a proposta do concorrente nº1, os normativos a que estava obrigada, pelo que a mesma deve ainda ser excluída, nos termos alínea d) do no nº 2 do artigo 146.º Código dos Contratos Públicos anexo ao Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro”. Uma leitura atenta ao fixado no Ponto 9 do Convite concretamente – Documentos de Habilitação, dispensava o concorrente reclamante de tecer quaisquer observações sobre esta matéria, porquanto nesta fase para apresentação de propostas era bastante a apresentação de Alvará ou Título de Registo, emitido pelo InCI, contendo as habilitações adequadas e necessárias à execução da obra a realizar, nos termos dos nºs 1 e 2 do artº 31º do DL nº 12/2004 de 9/1 e Portarias nº 19/2004 de 10/1 e nº 1371/2008 de 2/12; com a classificação como Empreiteiro Geral de Obras de Urbanização da 2.ª categoria (de acordo com o estabelecido na Portaria n.º 19/2004, de 10 de Janeiro), em classe correspondente ao valor da proposta”, aliás salienta-se ainda que nesta fase a não apresentação de alvará não é motivo de exclusão e que apenas em sede de apresentação de documentos de habilitação é que o concorrente deverá fazer prova da titularidade dos documentos exigidos. A título explicativo esclarece-se que a empresa ASIBEL – Construções S. A. possui da habilitação de Empreiteiro Geral de Obras de urbanização na classe 7 (10.624.000,00 €).

---- No ponto 1.4 da reclamação o concorrente, apresenta uma argumentação semelhante à apresentada pelo concorrente n.º 2 sobre a indicação de dois preços unitários “Zero Euros” na lista de preços unitários por parte do concorrente n.º 1. Estando, suficientemente explanada a posição do Júri deste procedimento sobre esta temática na resposta já dada, dispensamo-nos de mais considerações.

---- Direcciona de seguida a sua reclamação para a proposta apresentada pelo concorrente n.º 2 – Lena – Engenharia e Construções, S. A., onde começa por afirmar que “à semelhança do que se verificou com a proposta do concorrente nº1, viola claramente as normas a respeito da aposição da assinatura electrónica nos documentos que constituem a proposta, pelo que a exclusão da proposta impõe-se como forçosa estatuição”. Sobre este ponto o Júri do Procedimento repete a argumentação apresentada anteriormente não vislumbrando motivos para se alterar a posição assumida anteriormente, situação que se repete para responder ao elencado pelo concorrente reclamante até ao ponto 2.2 da reclamação, dada a semelhança das razões apresentadas.

---- No ponto 2.2 dos termos dos suprimentos dos Erros e Omissões, o concorrente n.º 3

reclama do facto de relativamente ao concorrente n.º 2 existir um documento denominado «Termos do suprimento dos Erros e Omissões Aceites pelo Dono de Obra» com a indicação expressa que tal não é aplicável. Efectivamente, o júri do procedimento manifesta a sua concordância com o facto de a não apresentação dos termos de suprimentos dos erros e omissões de forma clara e inequívoca é motivo de exclusão, aliás conforme é afirmado pelo concorrente reclamante nos parágrafos seguintes, no entanto não deixa de ser verdade que o referido concorrente anexou um documento intitulado “proposta / Venda Ourém” onde para o júri deste procedimento identifica de forma expressa e inequívoca os erros e omissões aceites pelo dono de obra.

---- Termina a sua reclamação requerendo ao júri do procedimento que aceite os argumentos invocados excluindo o concorrente nº 1 – consórcio constituído pelas empresas ASIBEL- CONSTRUÇÕES, S.A. E CMR – CONSTRUÇÕES MARTINS & REIS, LDA., e concorrente nº 2 – LENA - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S.A., e reordene a lista de propostas apresentadas pelos concorrentes admitidos, seguindo-se os demais termos legais aplicáveis, situações que no entender deste Júri deverão ser liminarmente recusadas.

3 - Reclamação do concorrente n.º 4 – Oliveiras S. A.

---- Inicia a sua reclamação o concorrente enumerando os factos que no seu entender determinam “o dever de exclusão, pelo Júri que após análise das propostas dos Concorrentes, verificar a impossibilidade de avaliação das mesmas em virtude da forma de apresentação de algum dos respectivos atributos” sendo que “o mesmo é dizer que a omissão do suprimento de erros e omissões, ou a sua deficiente apresentação, terá de determinar a exclusão das propostas que padeçam desse vício, vide, o artigo 70.º, n.º 2, alínea c) do Código dos Contratos Públicos” e que incorreram no vicio supra referido, de não suprimento total ou completo dos erros e omissões aceites ao concurso pelo Júri, assim padecendo do vicio supra enunciado, as propostas dos seguintes Concorrentes:

---- Concorrente n.º 1 - Consórcio Asibel Construções S.A. / Construções Martins & Reis, Lda., porquanto: “Não retrata no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos) os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos), o caminho crítico da Empreitada, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite; Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra, o cronograma de Preço/dia dos meios mobilizados, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite ; Não apresenta no Programa de Mão-de-obra, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Programa de Equipamentos, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra;Não apresenta no Programa de Pagamentos da Obra, os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra”;

---- Sobre esta matéria, convém desde já esclarecer que o nº 7 do artigo 61º do CCP estabelece que nos documentos previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 57º (Documentos que, em função do objecto do contrato a celebrar e dos aspectos da sua execução submetidos à concorrência pelo caderno de encargos, contenham atributos da proposta, de acordo com os quais o concorrente se dispõe a contratar), “os concorrentes devem identificar expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites nos termos do disposto no n.º 5, do qual não pode, em caso algum, resultar a violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos; e; O valor, incorporado no preço ou preços indicados na proposta, atribuído a cada um dos suprimentos a que se refere a aliena anterior”.

---- Ora, sobre este ponto o concorrente n.º 1. Consórcio Asibel Construções S.A. / Construções Martins & Reis, Lda.:

- Identifica expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites pelo dono de obra, os quais não resultam na violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos.

- Apresenta o valor atribuído a cada um dos suprimentos a que refere na alínea anterior;

- Para comprovação da situação descrita, o concorrente apresenta a lista de erros e omissões aceites pelo dono de obra em documento próprio;

---- Ainda sobre este ponto, esclarece-se que o concorrente, cumpre na íntegra o estipulado no n.º 7 do artigo 61º do CCP, ou seja, apresenta o suprimento de cada um dos erros e omissões, e indica expressa e inequivocamente os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites, o seu valor e o preço total que esses erros e omissões incorporam na proposta inicial. Sobre os restantes pontos apresentados sobre o concorrente n.º 1, os mesmos não constam dos motivos de exclusão indicados no Código dos Contrato Públicos nomeadamente nos artigos 146º e demais legislação aplicável.

---- Sobre o facto de o concorrente n.º 1 não ter preenchido os Campos de texto da Proposta, conforme solicitado na Plataforma Electrónica e os documentos que instruem a Proposta não se encontram assinados electronicamente, conforme exigido no ponto 8.5) do Convite, o júri considera que as respostas às reclamações anteriores sobre esta matéria são suficientes.

---- Concorrente n.º 2 – Lena – Engenharia e Construções S.A., porquanto “não retrata no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos) os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra. Esta situação ainda é conformada pela data de execução deste documento, apresentado pelo concorrente: 30 de Setembro de 2011, data esta anterior aos Erros e Omissões aceites pelo Dono da Obra em 04 de Outubro de 2011;.Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra, o cronograma Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra;Não apresenta no Programa de Pagamentos da Obra, os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra”;

---- Sobre esta matéria, convém desde já esclarecer que o nº 7 do artigo 61º do CCP estabelece que nos documentos previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 57º (Documentos que, em função do objecto do contrato a celebrar e dos aspectos da sua execução submetidos à concorrência pelo caderno de encargos, contenham atributos da proposta, de acordo com os quais o concorrente se dispõe a contratar), “os concorrentes devem identificar expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites nos termos do disposto no n.º 5, do qual não pode, em caso algum, resultar a violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos; e; O valor, incorporado no preço ou preços indicados na proposta, atribuído a cada um dos suprimentos a que se refere a aliena anterior”.

---- Ora, sobre este ponto o concorrente n.º 1. Consórcio Asibel Construções S.A. / Construções Martins & Reis, Lda.:

- Identifica expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites pelo dono de obra, os quais não resultam na violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos.

- Apresenta o valor atribuído a cada um dos suprimentos a que refere na alínea anterior;

- Para comprovação da situação descrita, o concorrente apresenta a lista de erros e omissões aceites pelo dono de obra em documento próprio;

---- Ainda sobre este ponto, esclarece-se que o concorrente, cumpre na íntegra o estipulado no n.º 7 do artigo 61º do CCP, ou seja, apresenta o suprimento de cada um dos erros e omissões, e indica expressa e inequivocamente os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites, o seu valor e o preço total que esses erros e omissões incorporam na proposta inicial. Sobre os restantes pontos apresentados sobre o concorrente n.º 1, os mesmos não constam dos motivos de exclusão indicados no Código dos Contrato Públicos nomeadamente nos artigos 146º e demais legislação aplicável.

---- Sobre o facto de o concorrente n.º 1 não ter preenchido os Campos de texto da Proposta, conforme solicitado na Plataforma Electrónica e os documentos que instruem a Proposta não se encontram assinados electronicamente, conforme exigido no ponto 8.5) do Convite, o júri considera que as respostas às reclamações anteriores sobre esta matéria são suficientes.

---- Concorrente n.º 2 – Lena – Engenharia e Construções S.A., porquanto “não retrata no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos) os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra. Esta situação ainda é conformada pela data de execução deste documento, apresentado pelo concorrente: 30 de Setembro de 2011, data esta anterior aos Erros e Omissões aceites pelo Dono da Obra em 04 de Outubro de 2011;.Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra, o cronograma ---- Concorrente n.º 3 – Agrupamento constituído pelas empresas Ramalho Rosa Cobetar – Sociedade de Construções, S.A., e Construções J.J.R. & Filhos S.A., porquanto “não retrata no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos) os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra, o cronograma de Preço/dia dos meios mobilizados, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite;

Não apresenta no Programa de Mão-de-obra, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Programa de Equipamentos, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Programa de Pagamentos da Obra, os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta o Programa de Pagamentos da Obra, em harmonia com o programa de trabalhos, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite, visto o detalhe da informação prestada nesse documento e ainda o facto de existirem capítulos em duplicado no plano de pagamentos da Empreitada; A lista de preços apresentada pelo Concorrente, nomeadamente o documento designado “LPU_275.11” não se encontra em conformidade com a Lista de Preços da proposta, visto o valor total não ser o mesmo”.

---- Dando continuidade aos esclarecimentos anteriores é conveniente desde já esclarecer que o nº 7 do artigo 61º do CCP estabelece que nos documentos previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 57º (Documentos que, em função do objecto do contrato a celebrar e dos aspectos da sua execução submetidos à concorrência pelo caderno de encargos, contenham atributos da proposta, de acordo com os quais o concorrente se dispõe a contratar), “os concorrentes devem identificar expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites nos termos do disposto no n.º 5, do qual não pode, em caso algum, resultar a violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos; e; O valor, incorporado no preço ou preços indicados na proposta, atribuído a cada um dos suprimentos a que se refere a aliena anterior”.

---- Ora, sobre este ponto o concorrente n.º 3 – Agrupamento constituído pelas empresas Ramalho Rosa Cobetar – Sociedade de Construções, S.A., e Construções J.J.R. & Filhos S.A..

- Identifica expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites pelo dono de obra, os quais não resultam na violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos.

- Apresenta o valor atribuído a cada um dos suprimentos a que refere na alínea anterior;

Para comprovação da situação descrita, o concorrente apresenta a lista de erros e omissões aceites pelo dono de obra em documento próprio;

---- Ainda sobre este ponto, esclarece-se que o concorrente, cumpre na íntegra o estipulado no n.º 7 do artigo 61º do CCP, ou seja, apresenta o suprimento de cada um dos erros e omissões, e indica expressa e inequivocamente os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites, o seu valor e o preço total que esses erros e omissões incorporam na proposta inicial. Sobre os restantes pontos apresentados sobre o concorrente n.º 2, os mesmos não constam dos motivos de exclusão indicados no Código dos Contrato Públicos nomeadamente no artigo 146º e demais legislação aplicável.

---- Sobre o facto de o concorrente n.º 3 de os documentos que instruem a Proposta não se encontram assinados electronicamente, conforme exigido no ponto 8.5) do Convite, o júri esclarece que as respostas às reclamações anteriores sobre esta matéria são suficientes.

---- Concorrente n.º 4 – Domingos da Silva Teixeira S.A., porquanto “não retrata no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos) os trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra.; Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra (Plano de Trabalhos), o caminho crítico da Empreitada, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite; Não apresenta no Diagrama de faseamento da Obra, o cronograma de Preço/dia dos meios mobilizados, conforme solicitado na Alínea l.) do ponto 8.2) do Convite; Não apresenta no Programa de Mão-de-obra, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não apresenta no Programa de Equipamentos, as actividades referentes aos trabalhos de Erros e Omissões (Capítulo X.4), aceites pelo Dono da Obra; Não preenchimento dos Campos de texto da Proposta, conforme exigido na Plataforma Electrónica”.

---- Para finalizar e a semelhança do mencionado para os concorrente n. 1; 2 e 3, Convém desde já esclarecer que o nº 7 do artigo 61º do CCP estabelece que nos documentos previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 57º (Documentos que, em função do objecto do contrato a celebrar e dos aspectos da sua execução submetidos à concorrência pelo caderno de encargos, contenham atributos da proposta, de acordo com os quais o concorrente se dispõe a contratar), “os concorrentes devem identificar expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites nos termos do disposto no n.º 5, do qual não pode, em caso algum, resultar a violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos; e; O valor, incorporado no preço ou preços indicados na proposta, atribuído a cada um dos suprimentos a que se refere a aliena anterior”.

---- Ora, sobre este ponto o concorrente n.º º 4 – Domingos da Silva Teixeira S.A.,

- Identifica expressa inequivocamente: Os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites pelo dono de obra, os quais não resultam na violação de qualquer parâmetro base fixado no Caderno de Encargos.

- Apresenta o valor atribuído a cada um dos suprimentos a que refere na alínea anterior;

- Para comprovação da situação descrita, o concorrente apresenta a lista de erros e omissões aceites pelo dono de obra em documento próprio;

---- Ainda sobre este ponto, esclarece-se que o concorrente, cumpre na íntegra o estipulado no n.º 7 do artigo 61º do CCP, ou seja, apresenta o suprimento de cada um dos erros e omissões, e indica expressa e inequivocamente os termos do suprimento de cada um dos erros ou das omissões aceites, o seu valor e o preço total que esses erros e omissões incorporam na proposta inicial. Sobre os restantes pontos apresentados sobre o concorrente n.º 4, os mesmos não constam dos motivos de exclusão indicados no Código dos Contrato Públicos nomeadamente no artigo 146º e demais legislação aplicável.

---- Sobre o facto de o concorrente n.º 2 de os documentos que instruem a Proposta não se encontram assinados electronicamente, conforme exigido no ponto 8.5) do Convite, o júri esclarece que as respostas às reclamações anteriores sobre esta matéria são suficientes.

---- O concorrente reclamante enuncia uma série de aspectos já abordados na análise da reclamação apresentada pelo concorrente n.º 2 que nos dispensamos de recalcar, terminando a sua missiva requerendo a exclusão dos concorrentes n.º 1; n.º 2 n.º 3 e n.º 4 e consequente ordenação da sua proposta em primeiro, situações que no entender deste Júri deverão ser liminarmente recusadas.

---- Assim, e nos termos do artigo 124.º do CCP, o júri delibera manter o conteúdo do relatório preliminar realizado na reunião de sete (7) de Outubro do ano de dois mil e onze (2011), com o qual concorda, e para o qual remete, e que a seguir se anexa, para todos os efeitos legais:

---- O Júri ainda delibera:

1 - Propor a adjudicação da empreitada ao concorrente com CONSÓRCIO: ASIBEL – CONSTRUÇÕES, S.A. E CMR – CONSTRUÇÕES MARTINS & REIS, LDA, pelo valor de seis milhões, duzentos e quarenta e seis mil euros (6.246.000,00 euros), mais IVA (6%) e pelo prazo de execução de 221 dias. O valor da proposta é de aproximadamente 26 % inferior ao preço base da empreitada.

2 - Propor, nos termos da parte final do n.º 1, do artigo 122.º do CCP, a seguinte ordenação dos concorrentes:

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4 – Aprovar a presente acta.

-------------------- A CÂMARA DELIBEROU, POR UNANIMIDADE:

PRIMEIRO – APROVAR O RELATÓRIO FINAL APRESENTADO PELO JÚRI DO CONCURSO EM APREÇO E QUE FAZ PARTE INTEGRANTE DA PRESENTE DELIBERAÇÃO, PARA TODOS OS EFEITOS LEGAIS;

SEGUNDO – ADJUDICAR A EMPREITADA DE “REQUALIFICAÇÃO URBANA DA AV. D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA - PARTE B - TROÇOS ENTRE A PASSAGEM DESNIVELADA E AS ROTUNDAS NORTE E SUL INCLUSIVE”, AO CONSÓRCIO CONSTITUÍDO PELAS EMPRESAS, ASIBEL – CONSTRUÇÕES, S.A. E CMR – CONSTRUÇÕES MARTINS & REIS, LIMITADA, COM SEDE EM CASAL DO

ARQUEIRO, EM BATALHA, PELO VALOR DE 6.246.000,00 EUROS (SEIS MILHÕES, DUZENTOS E QUARENTA E SEIS MIL EUROS), ACRESCIDO DE IVA À TAXA DE (6%) E PELO PRAZO DE EXECUÇÃO DE 221 DIAS.

------------------- Departamento de Administração e Planeamento da Câmara Municipal de Ourém, 18 de Outubro de 2011.

------------------- O Director do Departamento,



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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REQUALIFICAÇÃO DA AVENIDA D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA

Recebemos da Câmara Municipal de Ourém a nota de imprensa que a seguir se publica, relativa à deliberação tomada de hoje, em reunião do executivo camarário, que aprova por unanimidade o relatório do júri da obra de requalificação da Avenida D. José Alves Correia de Silva e a adjudicação da mesma ao consorcio constituído pelas empresas Asibel – Construções, S.A. e CMR – Construções Martins & Reis, LIMITADA, pelo valor de 6.246.000,00 EUROS (SEIS MILHÕES, DUZENTOS E QUARENTA E SEIS MIL EUROS), acrescido de IVA à taxa de (6%) e pelo prazo de execução de 221 dias.

Reuniao de camara_18OUT2011

A Câmara deliberou por unanimidade a aprovação do relatório final apresentado pelo júri do concurso em apreço e a adjudicação da empreitada “REQUALIFICAÇÃO URBANA DA AV. D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA - PARTE B - TROÇOS ENTRE A PASSAGEM DESNIVELADA E AS ROTUNDAS NORTE E SUL INCLUSIVE”, ao consórcio constituído pelas empresas Asibel – Construções, S.A. e CMR – Construções Martins & Reis, LIMITADA, pelo valor de 6.246.000,00 EUROS (SEIS MILHÕES, DUZENTOS E QUARENTA E SEIS MIL EUROS), acrescido de IVA à taxa de (6%) e pelo prazo de execução de 221 dias.

Recorde-se que este procedimento deriva do processo de insolvência da Aquino Construções SA e da consequente rescisão do contrato pelo Município de Ourém com a referida empresa, “realizada em tempo oportuno” como referiu o vereador Nazareno do Carmo.

O vereador com o pelouro de Fátima recordou ainda que caso oMunicípio de Ourémtivesse esperado pela assembleia de credores da Massa Insolvente da Aquino Construções, como foi sugerido pelos vereadores da oposição, presentemente, estaríamos, com o processo estagnado, aguardando a próxima assembleia de credores que só se realizará daqui a um mês, inviabilizando, a execução da obra com recurso a fundos comunitários.

Ao avançar-se com o processo, foi possível “dar-se seguimento a estes procedimentos, de forma transparente, e depois de consultado o Tribunal de Contas e o QREN, permitindo salvaguardar a continuidade da obra, cumprindo-se os prazos de execução, sem colocar em causa o seu financiamento”.

A todos os 19 concorrentes do primeiro concurso foi realizado convite para apresentarem valores, tendo como requisito duas condicionantes: possuírem alvará que permita a concretização de obra e não estarem em processo de insolvência. Dos 19 convidados, responderam 13 que ficaram ordenados do seguinte modo:

 

Ordenação

Concorrentes

Valor da Proposta

(em EUROS), sem o IVA

Prazo (dias)

1.º lugar

Consórcio: Asibel – Construções, S.A. e CMR – Construções Martins & Reis, Lda.

6.246.000,00

221

2.º lugar

LENA - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES, S. A.

6.246.508,00

220

3.º lugar

Consórcio: Ramalho Rosa Cobetar, Sociedade de Construções, S.A. e Construções J. J. R. & Filhos, S.A.

6.246.500,00

220

4.º lugar

DST - DOMINGOS SILVA TEIXEIRA, S.A.

6.246.600,00

220

5.º lugar

OLIVEIRAS, S. A.

6.245.838,97

220

6.º lugar

MOTA - ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A.

6.246.497,16

221

7.º lugar

MRG - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO, S.A.

6.246.608,06

221

8.º lugar

Consórcio: VIBEIRAS –Sociedade Comercial dePlantas, S.A. / EDIVISA – Empresa de Construções, S.A. e SCOPROLUMBA – Sociedade de Construções e Projectos, S.A.

6.246.533,48

220

9.º lugar

SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES SOARES DA COSTA, S.A.

5.727.000,00

221

10.º lugar

Consórcio:Alexandre Barbosa Borges, S.A. / Britalar – Sociedade de Construções, S.A. e FDO – Construções, S.A.

6.246.608,07

221

11.º lugar

LUIS FRAZÃO -CONSTRUÇÕES CIVIS E OBRAS PUBLICAS, S.A.

5.064.827,95

220

12.º lugar

SOMAGUE - ENGENHARIA, S.A.

6.244.982,58

217

13.º lugar

ALBERTO COUTO ALVES, S. A.

6.697.576,15

221

A aprovação deste relatório possibilitará a entrada em obra do consórcio vencedor após a conclusãode todos osprocedimentos administrativos e legais que uma obra desta dimensão exige.



publicado por Carlos Gomes às 18:07
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CRENTES EM FÁTIMA AO TEMPO DAS PRIMEIRAS PEREGRINAÇÕES

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Esta imagem constitui um excelente registo a documentar o vestuário utilizado na época e o ambiente vivido nas primeiras peregrinações à Cova da iria.

Fonte: http://monumentosdesaparecidos.blogspot.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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