Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sexta-feira, 18 de Março de 2016
FOLKLOURES É A NOVA MARCA DO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO EM LOURES

O Encontro de Culturas Verde Minho que anualmente tem lugar em Loures passa a designar-se FolkLoures. Trata-se de uma nova imagem de marca criada pelo organizador do evento – o Rancho Folclórico Danças e Cantares Verde Minho – seguindo uma estratégia de renovação e de promoção desta iniciativa que é já considerada a maior do género do concelho de Loures. Assim, o 23º Encontro de Culturas, designação que se mantém, passará a ser identificado como FolkLoures’16.

Esta iniciativa tem lugar no próximo dia 28 de Maio, tendo como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures.

Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Segunda-feira, 14 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Domingo, 13 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 10:38
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Domingo, 6 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 00:39
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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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ORGANIZADORES DE ESPETÁCULOS DE FOLCLORE ARRISCAM CONSEQUÊNCIAS DO INCUMPRIMENTO DA LEI

Nos últimos tempos, muitos espetáculos de folclore têm vindo a despertar o interesse de pessoas particulares e empresas que procedem à gravação do espetáculo para depois reproduzirem em vídeos que, sem qualquer licenciamento, são introduzidos no mercado paralelo, à semelhança do que noutros tempos sucedia com as chamadas “cassetes piratas”.

As gravações são efetuadas de forma abusiva, sem qualquer autorização explícita por parte dos organizadores dos espetáculos e dos próprios grupos que neles participam. Uma vez feita a gravação, os vídeos são reproduzidos e vendidos ilegalmente, sem qualquer proveito para os grupos folclóricos que foram indevidamente gravados para a sua representação ser comercializada. A reportagem e venda destes vídeos piratas chegam inclusive a ser anunciadas através da internet, arriscando caírem sob a alçada da lei.

A responsabilidade pelos atos praticados durante a realização de um evento é dos próprios organizadores do mesmo, incluindo a autorização implícita ou explícita da sua utilização para fins comerciais ilícitos. Perante uma eventual fiscalização por parte das autoridades competentes, de nada valerá virem depois alegar o desconhecimento dos factos uma vez que, do ponto de vista jurídico, revelaram-se cúmplices de uma atividade considerada ilegal.

De igual modo, cabe aos grupos participantes impor ás entidades organizadores as suas condições, nomeadamente no que respeita à utilização comercial da sua imagem.



publicado por Carlos Gomes às 23:27
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MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, LEVAM A LOURES FOLCLORE DE OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 22:45
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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

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Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2016
DIA MUNDIAL DA RÁDIO CELEBRA-SE HOJE E O BLOGUE “AUREN” ELEGE A RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PARA ASSINALAR A EFEMÉRIDE

Celebra-se hoje, dia 13 de fevereiro, o Dia Mundial da Rádio. A data foi em 2011 declarada pela UNESCO em virtude de ter sido neste dia, no longínquo ano de 1946, que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez um programa radiofónico para seis países em simultâneo. Este ano, a data será celebrada em alusão ao seu papel em situações de desastres e emergência social.

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Desde o seu aparecimento, a radiofonia acompanhou os grandes acontecimentos mundiais e prestou valioso auxílio às populações em situações de guerra e catástrofes. Com o aparecimento das novas tecnologias soube adaptar-se e continua a cumprir a missão que lhe é destinada. Mais ainda, tornou-se um meio ao alcance das comunidades locais para dar conhecer o seu património histórico e cultural, mormente o folclore e a etnografia das suas gentes.

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E, porque hoje é o Dia Mundial da Rádio, elegemos a Rádio do Folclore Português como um dos melhores veículos de divulgação da nossa cultura tradicional.

A emitir há 11 anos através da Internet no endereço www.rfpfolclore.com, a Rádio do Folclore Português tem sido a voz da cultura e das tradições portuguesas a transmitir via Internet para todo o mundo.

Esta estação radiofónica entra-se licenciada pela Sociedade Portuguesa de Autores e mantém padrões de qualidade invulgares, sobretudo quando comparadas com outras iniciativas do género no Internet e até nas ondas hertzianas no panorama das rádios locais.

A Rádio do Folclore Português (RFP) surgiu em Abril de 2005, para combater uma lacuna na radiodifusão da música folclórica e da etnografia em geral

Assim, difunde e divulga a música tradicional portuguesa e música folclórica. A etnografia e folclore são temas de aprofundamento nomeadamente através da realização de entrevistas a dirigentes de agrupamentos folclóricos.

A RFP é uma estação radiofónica temática na internet sediada em Coimbra, com estúdios também em Vila Nova de Gaia, Castelo Branco e nos Estados Unidos da América, a transmitir via internet.

A sua programação tem por base a música tradicional e folclórica e a informação sobre esta área temática. A sua filosofia é que tudo tem o seu tempo, e que no global há tempo para tudo. É isso que pretendem mostrar ao ouvinte.

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 20:07
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MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA RECEBE CONFERÊNCIA SOBRE "O MODERNISMO E O FOLCLORE"



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
RANCHO MOLEIROS DA RIBEIRA (OLIVAL) DANÇA EM LOURES NO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO

Oureenses que vivem na região de Lisboa deverão apoiar a participação do seu rancho folclórico

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Salão Nobre do Município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 13:11
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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE “O MODERNISMO E O FOLCLORE”



publicado por Carlos Gomes às 22:12
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Domingo, 3 de Janeiro de 2016
ORGANIZADORES DE FESTIVAIS DE FOLCLORE DEVEM SEPARAR O TRIGO DO JOIO

O folclore debate-se atualmente com dois problemas bastante sérios que colocam em causa a credibilidade do trabalho daqueles que procuram realizá-lo com seriedade: a persistente falta de qualidade de alguns grupos folclóricos e, situação mais grave, a forma como alguns grupos estranhos ao folclore procuram de forma mais ou menos explícita passarem-se por tal, ao ponto de introduzirem-se em festivais de folclore e etnografia.

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Não existe nenhum meio de “certificar” os grupos de folclore nem de impedir o aparecimento de grupos estranhos ao folclore que, qualquer que seja a sua denominação e de forma menos honesta, se façam passar por autênticos grupos de folclore a tal ponto que não raras as vezes, conseguem ludibriar os organizadores de alguns festivais.

Porém, tal apenas se verifica porque os organizadores dos ditos festivais nem sempre estão atentos a quem vão convidar e não procuram verificar a qualidade da sua representação. E, em consequência dessa forma descuidada e menos responsável, a participação de grupos que, uma vez em cima do palco, acabam por vender gato por lebre à assistência que toma a representação como genuína, apenas vem descredibilizar a entidade organizadora do evento e os demais participantes no festival.

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Esta situação prejudica o associativismo folclórico no seu conjunto, denegrindo o trabalho que é desenvolvido por muitos grupos folclóricos, etnógrafos e outras entidades ligadas ao folclore. Tal como sucede em relação à museologia, o primeiro objetivo deve consistir na guarda e conservação do nosso património cultural e só depois na sua divulgação, uma vez convenientemente analisado e devidamente contextualizado.

Mas, na sua divulgação, importa separar o trigo do joio, devendo os organizadores de festivais serem mais criteriosos na escolha dos grupos participantes e na elaboração do programa. E, quanto àqueles grupos folclóricos que desejam preservar a sua imagem, devem cuidar de saber previamente com quem vão partilhar o palco, as características do espetáculo e, se for caso disso, recusarem-se liminarmente a participar num evento que em nada os dignifica. Sem uma atitude firme, o folclore continuará a manter-se neste limbo e sujeitar-se à conotação pejorativa de que tem sido alvo!



publicado por Carlos Gomes às 00:41
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
ASSOCIAÇÃO PARA A DEFESA DA CULTURA TRADICIONAL PROMOVE DEBATE SOBRE ETNOGRAFIA E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:19
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Sábado, 7 de Novembro de 2015
ARTE POPULAR E NAÇÃO NO ESTADO NOVO – A POLÍTICA FOLCLORISTA DO SECRETARIADO DE PROPAGANDA NACIONAL

- Um livro da investigadora Vera Marques Alves que se recomenda a todos quantos se decidam ao estudo do folclore e etnografia

“A generalidade da investigação tem olhado para o conjunto das práticas e dos discursos etnográficos promovidos pelo Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) entre 1933 e 1950 como um epifenómeno da ideologia conservadora e ruralista, dominante no pensamento de Salazar.

Este livro mostra-nos como tais análises deixam de fora aspetos decisivos da intervenção folclorista do SPN/SNI.

A partir das teorias desenvolvidas pela antropologia e outras ciências sociais em torno dos usos nacionalistas da cultura popular, Vera Marques Alves relaciona os contornos de tal política com os caminhos que a etnografia portuguesa vinha seguindo nas décadas anteriores à institucionalização do Estado Novo, ao mesmo tempo que revela que o seu desenho deve muito ao próprio trajeto modernista e cosmopolita do primeiro diretor do SPN, António Ferro.

A autora defende, ainda, que é impossível explicar a campanha etnográfica do SPN, sem dar atenção ao contexto internacional de circulação de ideias em que as mesmas se enquadram. De resto, este livro torna bem patente a insistência de Ferro na exibição da «arte rústica portuguesa» em palcos internacionais, revelando assim que as iniciativas folcloristas desenvolvidas por este organismo não podem ser compreendidas sem considerarmos a sua configuração enquanto instrumento de reafirmação simbólica das fronteiras da nação, num período em que os processos de utilização identitária do folclore e da cultura popular são comuns” *

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Vera Marques Alves, a autora, é Investigadora do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e Professora Auxiliar Convidada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Nasceu em Lisboa, no dia 16 de Maio de 1969 e, em 1993, licenciou-se em Antropologia Social no ISCTE. Em 2008, doutorou-se em Antropologia pelo mesmo Instituto. Fez investigação sobre os usos nacionalistas da «arte popular portuguesa» durante o Estado Novo e continua a estudar a construção moderna desta categoria de objetos.

Colaborou nas obras coletivas “Vozes do povo. A folclorização em Portugal” (2003), ”Enciclopédia da música em Portugal no século XX” (2010) e “Como se faz um Povo” (2010).

É autora de”Arte popular e nação no Estado Novo. A política folclorista do Secretariado da Propaganda Nacional, (Imprensa de Ciências Socais (2013).

* https://www.imprensa.ics.ulisboa.pt/



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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015
RANCHO DA REGIÃO DE LEIRIA REALIZA CASTANHADA



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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
CENTRO DE PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA APRESENTA EM OURÉM ATAS DAS CONFERÊNCIAS DO "CICLO RURAL"



publicado por Carlos Gomes às 14:27
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INATEL LEVA ETNOGRAFIA, MÚSICA E TEATRO À CASA DO ARTISTA

Conservatório de Música de Ourém e Fátima atua no Teatro Armando Cortez

Teatro Armando Cortez recebe festivais de talentos nacionais | Fim-de-semana cultural, de 7 a 8 de novembro, que reúne etnografia, música e teatro em palco. Festivais INATEL elegem melhores trabalhos

O Teatro Armando Cortez receberá, no próximo fim-de-semana, um programa alargado de festivais, organizado pela Fundação INATEL, que conta com 14 distritos/regiões autónomas em competição.

No próximo sábado, dia 7 de novembro, o Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, receberá as Finais Nacionais das iniciativas “Os Melhores Talentos Portugueses” e “Festival INATEL da Canção”, nas quais participam grupos culturais e recreativos de Centros de Cultura e Desporto filiados da Fundação INATEL.

No dia 8, decorrerá ainda a 3ª edição do “Festival INATEL”, que apresenta uma mostra de costumes e tradições dos distritos e regiões de Portugal, nas mais diferentes áreas de expressão.

Em competição estão os distritos/regiões de Aveiro, Bragança, Coimbra, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu e ainda São Miguel (Açores).

Os espetáculos, de carácter amador, incluem-se em, pelo menos, uma das seguintes áreas temáticas: Etnografia, Música/Canto; Teatro; Dança e Variedades.

A seleção dos premiados será feita através de votação de um painel de júris nomeado para o efeito, composto por Fernando Pereira, Carlos Quintas, Wanda Stuart, Dulce Guimarães, Cláudio Hochman e Ludgero Mendes, entre outros agentes das áreas da produção e criação cultural.

Serão considerados critérios como o conteúdo, a criatividade/originalidade da apresentação, a coerência do espetáculo no âmbito do festival, a cenografia, o guarda-roupa/figurinos, a encenação/dramatização e a caracterização do elenco.

Estão apurados para as finais dos festivais os seguintes grupos concorrentes:

Os Melhores Talentos Portugueses: D’orfeu Associação Cultural (Aveiro), Associação de Amigos Unidos pelo Escoural (Évora), Casa do Povo de Canaviais (Évora), Sport Operário Marinhense (Leiria), Grupo Etnográfico de Areosa (Viana do Castelo).

Festival INATEL da Canção: Rancho Folclórico S.Tiago de Lobão (Aveiro), Acafe - Associação de Cantares de Alfândega da Fé (Bragança), Sociedade Recreativa e Dramática Eborense (Évora), Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Imprensa Nacional Casa Da Moeda (Lisboa), Orfeão de Portalegre (Portalegre), Grupo Cultural Recreativo de Santo Amaro de Azurara (Viseu).

Festival INATEL: Associação Unojovens de Ponta Garça (Açores), Tuna Popular de Arganil (Coimbra), Associação da Orquestra Ligeira de Gouveia (Guarda), Associação Cultural e Recreativa Vallis Longus (Porto), Conservatório de Música de Ourém e Fátima (Santarém), Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de Moreira (Viana do Castelo), Casa do Povo de Barqueiros (Vila Real).

De acordo com a Fundação INATEL, a iniciativa pretende envolver a participação de grupos regionais numa mostra singular de talentos locais, valorizando-se espetáculos considerados como representativos das características culturais de cada zona/região em competição.

Com o objetivo de envolver as comunidades locais na iniciativa, foram criadas viagens com saída prevista a partir de todas as capitais de distrito.

Um euro do valor pago por viagem reverterá a favor do projeto social “Mealheiro Solidário



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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA APRESENTA EM OURÉM AS ATAS DAS CONFERÊNCIAS DO CICLO RURAL

No próximo dia 8 de novembro, domingo, pelas 16h00, na sede do Rancho Folclórico dos Moleiros da Ribeira (Olival – Ourém), decorrerá o lançamento das Atas das Conferências do Ciclo Rural do Centro do Património da Estremadura.

As conferências decorreram em 2011 em três dos municípios associados do CEPAE (Ourém, Leiria e Marinha Grande) onde se debateram diversos assuntos patrimoniais ligados ao mundo rural, desde as carvoarias do Pilado (Marinha Grande), à matança do porco, até aos moinhos de água.

Estarão presentes os autores das conferências apresentadas nos três territórios e no mesmo evento atuará o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira”, terminando-se os trabalhos com um tradicional magusto.



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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONGRESSO PARA JOVENS FOLCLORISTAS

O Blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo um dos espaços na internet que maior relevo confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.

Porém, se mais não divulga, isso dever-se-á a razões que lhe são alheias pois, apesar de insistentes contactos, aquela entidade não faculta qualquer resposta, revelando o seu sentido de urbanidade.

Consagra o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa a Liberdade de expressão e informação, segundo o qual “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações

Apesar de tão estranha atitude, não deixa o Blogue AUREN de dar a conhecer a sua iniciativa, não privando os seus leitores da informação a que têm direito.

Viana-do-Castelo-acolheu-Congresso-para-Jovens-Fol

Viana do Castelo acolheu Congresso para Jovens Folcloristas

O Centro Cultural de Viana do Castelo recebeu, durante o final de semana, o Congresso da Federação do Folclore Português para jovens Folcloristas 2015, cujo tema principal de debate foi “Jovens e Tradição: perspetivas de renovação”. Na sessão solene de abertura, o autarca de Viana do Castelo louvou o trabalho dos grupos na defesa e preservação do folclore e das tradições etnográficas e lembrou que Viana do Castelo tem sabido conservar o seu património cultural.

O congresso, que teve como objetivos abordar temáticas como as aceções da etnografia e do folclore na contemporaneidade, formar e capacitar os jovens folcloristas, compreender a etnografia e o folclore, facultar abordagens de ação inovadoras e promover a representatividade do movimento folclórico português, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e da vereadora da cultura, Maria José Guerreiro.

Na sessão, o autarca elogiou o trabalho dos grupos de folclore por serem um espaço de encontros intergeracionais de promoção e valorização cultural popular, referindo ainda que “tem sido o seu trabalho na pesquisa, recolha e preservação das tradições etnográficas que permite que possamos ter fontes e origens do nosso património e que este que seja preservado, sendo que desta forma se valoriza a chamada cultura popular”.

O trabalho de preservação do património cultural é o mesmo que permite a Viana do Castelo ter o epíteto de capital do folclore, sublinhou ainda José Maria Costa, lembrando como exemplo o trabalho que tem sido desenvolvido no Museu do Traje com o seu precioso espólio, bem como com a certificação do traje à vianesa. “Foi graças ao envolvimento dos grupos que foi possível efetuar um bom trabalho de preservação e certificação do traje e da nossa etnografia”, sublinhou ainda.

Fonte: http://local.pt/portugal/viana-do-castelo-acolheu-congresso-para-jovens-folcloristas/



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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015
OURÉM: FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015
FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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GRUPO "SONS DO MINHO" ENCERRA CONGRESSO DOS JOVENS FOLCLORISTAS



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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015
OURÉM: FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015
FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

Realiza-se no próximo dia 24 de outubro, no Centro Cultural de Viana do Castelo o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

  1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;
  2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
    3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;
  3. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;
  4. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 08:55
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015
FÁTIMA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

O Centro Cultural de Viana do Castelo vai no próximo dia 24 de outubro receber o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;

2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;

4. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;

5. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



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Sábado, 12 de Setembro de 2015
CAMPONESES DA RIBEIRA DO FÁRRIO FESTEJAM 25 ANOS DE ATIVIDADE



publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015
CAMPONESES DA RIBEIRA DO FÁRRIO FESTEJAM 25 ANOS DE ATIVIDADE



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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015
OURÉM PARTICIPA NA MOSTRA DE TRAJE TRADICIONAL DA ALTA ESTREMADURA

Vai ter lugar no próximo dia 5 de setembro, em Leiria, a Mostra de Traje Tradicional da Alta Estremadura, evento no qual vão também participar dois grupos folclóricos do concelho de Ourém, o Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira e o Rancho Folclórico da Casa do povo de Fátima.

Leiria - Costumes

A iniciativa pretende dar a conhecer a história da região da Alta Estremadura, ou seja de todo o distrito de Leiria e ainda do concelho de Ourém à população local e aos turistas.

Uma espécie de “passagem de modelos” muito especial está marcada para este sábado à noite, na frente do antigo Banco de Portugal. A IV Mostra do Trajo Etnográfico vai mostrar como se vestia na Alta Estremadura.

A apresentação estará a cargo de Travaços Santos e Maria Emília Francisco e nela participam, a partir das 21 horas, vários ranchos e grupos do distrito de Leiria e concelho de Ourém.

A iniciativa tem entrada livre e é organizada pela Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura.



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Sábado, 29 de Agosto de 2015
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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FÁRRIO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Domingo, 23 de Agosto de 2015
OURÉM REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE NO FÁRRIO



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Sábado, 22 de Agosto de 2015
BRASIL COMEMORA HOJE DIA INTERNACIONAL DO FOLCLORE

Em Portugal, o Dia nacional do Folclore Português será celebrado no último domingo de maio

O Dia do Folclore é assinalado hoje em vários países, incluindo o Brasil, como forma de assinalar a data em que o termo “folclore” foi criado pelo arqueólo inglês William John Thoms para definir a sabedoria e as tradições populares.

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No Brasil, o Dia do Folclore foi oficializado em 17 de agosto de 1965, através do Decreto nº 56.747, assinado pelo então presidente, Humberto de Alencar Castelo Branco e por seu Ministro da Educação, Flávio Suplicy de Lacerda, nos seguintes termos:

Art. 1º Será celebrado anualmente, a 22 de agosto, em todo o território nacional, o Dia do Folclore.

Art. 2º A Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro do Ministério da Educação e Cultura e a Comissão Nacional do Folclore do Instituto Brasileiro da Educação, Ciência e Cultura e respectivas entidades estaduais deverão comemorar o Dia do Folclore e associarem-se a promoções de iniciativa oficial ou privada, estimulando ainda, nos estabelecimentos de curso primário, médio e superior, as celebrações que realcem a importância do folclore na formação cultural do país.

Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 17 de agôsto de 1965; 144º da Independência e 77º da República.”

Em Portugal, a Assembleia da República instituiu, no passado dia 12 de junho, o “Dia Nacional do Folclore Português”, a ser celebrado no último domingo do mês de maio de cada ano. No próximo ano, a data será assinalada no dia 29 de maio.

À semelhança de qualquer outra celebração, também o Dia Nacional do Folclore Português pretende comemorar (co-memorar = memória coletiva) um acontecimento que é considerado marcante para o folclore português e o seu associativismo: a fundação, em 28 de maio de 1977, da Federação do Folclore Português!

Por estranho que pareça, o legislador procurou fazer coincidir a comemoração com a data de aniversário de uma instituição que tanto podia ser a Federação do Folclore Português como o dia da fundação de um qualquer grupo de Alguidares-de-baixo… o critério foi necessariamente político!

Por conseguinte, através da comemoração do seu aniversário, a federação do Folclore Português passará, ao menos simbolicamente, a tutelar todo o folclore português e não apenas os grupos filiados ou aderentes, pese embora a maior parte não se encontrar integrada na referida entidade.

Por outro lado, o legislador revela desconhecimento acerca da projeção internacional da cultura popular portuguesa que, à semelhança da nossa História, encontra-se entre as raízes do folclore de muitos povos, incluindo o povo brasileiro.



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OURÉM REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2015
GRUPOS FOLCLÓRICOS PREPARAM-SE PARA COMEMORAR DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

As comemorações vão ter lugar pela primeira vez no próximo dia 29 de maio

A Assembleia da República instituiu no passado dia 12 de junho o “Dia Nacional do Folclore Português” a ser celebrado no último domingo do mês de maio de cada ano. No próximo ano, a data será assinalada no dia 29 de maio, havendo já vários grupos folclóricos a preparar programas culturais com vista à sua comemoração.

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Os deputados dos grupos parlamentares do PSD e do CDS apresentaram então um Projeto de Resolução com vista à criação do “Dia Nacional do Folclore Português. O referido documento, cuja redação curiosamente não obedece ao Acordo Ortográfico em vigor, institui o último domingo do mês de maio para a sua celebração.

Esta iniciativa que tem a sua aprovação assegurada por parte da maioria parlamentar e deverá contar também com a aprovação dos partidos políticos da oposição, foi tomada a escassos meses das próximas eleições legislativas e reflete claramente a importância social do folclore, pese embora o desprezo a que sempre tem sido votado pela classe política. Até ao presente, os ranchos folclóricos apenas têm sido chamados para cantar as janeiras a titulares de cargos políticos ou fazer arruada em campanhas eleitorais…

Entretanto, a televisão pública continua a preterir o folclore português na sua programação e o Museu de Arte Popular mantém o seu destino incerto, privado do “Mercado da Primavera” e já ameaçado de demolição.

Transcreve-se o documento apresentado pelos grupos parlamentares do PSD e CDS.

Projecto de Resolução n.º 1531/XII/4.ª

INSTITUIÇÃO DO DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Exposição de motivos

O saber do povo português está, em grande parte, guardado no folclore. É, aliás, essa mesma a raiz da palavra ‘folclore’, que liga dois termos ingleses - ‘folk’ e ‘lore’ - que significam, respectivamente, ‘povo’ e ‘saber’. Ou seja, enquanto expressão do saber tradicional de um povo, o folclore tem um valor inestimável de identidade nacional e deve, como tal, ser preservado.

O folclore representa conhecimento transformado em cultura de origem popular, constituída pelos costumes, lendas e tradições, e celebrada em festas populares, que passam de geração em geração. Tradicional, porque passa de pais para filhos; oral, porque acessível a todos; anónimo, porque não tem autor mas é de todos; funcional, porque aproxima a comunidade e fortalece os laços entre os seus membros; espontâneo, porque é culturalmente dinâmico e não pode ser institucionalizado. Por todas estas características, o folclore é, de certo modo, o veículo através do qual a herança dos nossos antepassados chega até nós.

Assim sendo, assinalar a sua importância não se limita a apreciar o folclore enquanto género cultural, mas sobretudo a celebrar o que nos define como portugueses.

De facto, todos os povos têm as suas tradições e as suas crenças, e estas fazem parte do seu ADN e da sua História. Portugal não é excepção, contando com várias associações que, nas suas comunidades, mantêm o folclore vivo. De acordo com a Federação do Folclore Português, o movimento folclórico no território nacional engloba 1875 associações culturais – 534 no Norte, 306 no Douro/Vouga, 416 na região Centro, 306 na região Sul, 219 nas Beiras e 94 nas Ilhas. Considera-se, pois, que estas associações envolvem directamente mais de 150 mil portugueses e, indirectamente (incluindo associados), mais de 800 mil cidadãos.

Num momento em que a cultura portuguesa de origem popular se tem afirmado internacionalmente, como aconteceu com o reconhecimento, por parte da UNESCO, do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, e após várias iniciativas do actual Governo no sentido da valorização do nosso património popular, como a instituição do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas (reconhecendo o trabalho que desenvolvem em favor da sociedade e da cultura), os Deputados do Grupo Parlamentar do PSD e do CDS-PP apresentam este projecto de resolução no sentido de dar igual distinção ao folclore português, instituindo um Dia Nacional para a sua celebração.

Assim, a Assembleia da República resolve, nos termos do nº 5 do artigo 166º da Constituição da República Portuguesa:

Instituir o último Domingo do mês de Maio como dia nacional do folclore português.

Palácio de São Bento, 12 de Junho de 2015

Os Deputados



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Sábado, 25 de Julho de 2015
"MOLEIROS DA RIBEIRA" FAZEM ARRAIAL NO OLIVAL



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Quinta-feira, 23 de Julho de 2015
OURÉM: RANCHO FOLCLÓRICO “OS MOLEIROS DA RIBEIRA” DO OLIVAL REALIZAM ARRAIAL



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Segunda-feira, 20 de Julho de 2015
OURÉM: RANCHO FOLCLÓRICO “OS MOLEIROS DA RIBEIRA” FAZEM ARRAIAL EM OLIVAL



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Sábado, 18 de Julho de 2015
FOLCLORE CHECO MOSTRA-SE EM OURÉM

Música e Dança Tradicionais

Grupo Folclórico Oldsava – Uhersky Brod (República Checa)

22 de julho | 21h00

Praça Mouzinho de Albuquerque | Ourém

No próximo dia 22 de junho, às 21h00, a Praça Mouzinho de Albuquerque recebe o Grupo Folclórico Oldsava de Uhersky Brod (República Checa).

O Município de Ourém celebrou um acordo de cooperação com Uhersky Brod (o primeiro acordo de cooperação entre um município português e um município checo) e esta atuação corresponde ao início do intercâmbio cultural pretendido, no âmbito do acordo assinado



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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA INSTITUI DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Os deputados dos grupos parlamentares do PSD e do CDS apresentaram no passado dia 12 de junho, um Projeto de Resolução com vista à criação do “Dia Nacional do Folclore Português. O referido documento, cuja redação curiosamente não obedece ao Acordo Ortográfico em vigor, institui o último domingo do mês de maio para a sua celebração.

Esta iniciativa que tem a sua aprovação assegurada por parte da maioria parlamentar e deverá contar também com a aprovação dos partidos políticos da oposição, é tomada a escassos meses das próximas eleições legislativas e reflete claramente a importância social do folclore, pese embora o desprezo a que sempre tem sido votado pela classe política. Os ranchos folclóricos apenas têm sido chamados para cantar as janeiras a titulares de cargos políticos ou fazer arruada em campanhas eleitorais…

Entretanto, a televisão pública continua a preterir o folclore português na sua programação e o Museu de Arte Popular mantém o seu destino incerto, privado do “Mercado da Primavera” e já ameaçado de demolição.

Transcreve-se o documento apresentado pelos grupos parlamentares do PSD e CDS.

Projecto de Resolução n.º 1531/XII/4.ª

INSTITUIÇÃO DO DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Exposição de motivos

O saber do povo português está, em grande parte, guardado no folclore. É, aliás, essa mesma a raiz da palavra ‘folclore’, que liga dois termos ingleses - ‘folk’ e ‘lore’ - que significam, respectivamente, ‘povo’ e ‘saber’. Ou seja, enquanto expressão do saber tradicional de um povo, o folclore tem um valor inestimável de identidade nacional e deve, como tal, ser preservado.

O folclore representa conhecimento transformado em cultura de origem popular, constituída pelos costumes, lendas e tradições, e celebrada em festas populares, que passam de geração em geração. Tradicional, porque passa de pais para filhos; oral, porque acessível a todos; anónimo, porque não tem autor mas é de todos; funcional, porque aproxima a comunidade e fortalece os laços entre os seus membros; espontâneo, porque é culturalmente dinâmico e não pode ser institucionalizado. Por todas estas características, o folclore é, de certo modo, o veículo através do qual a herança dos nossos antepassados chega até nós.

Assim sendo, assinalar a sua importância não se limita a apreciar o folclore enquanto género cultural, mas sobretudo a celebrar o que nos define como portugueses.

De facto, todos os povos têm as suas tradições e as suas crenças, e estas fazem parte do seu ADN e da sua História. Portugal não é excepção, contando com várias associações que, nas suas comunidades, mantêm o folclore vivo. De acordo com a Federação do Folclore Português, o movimento folclórico no território nacional engloba 1875 associações culturais – 534 no Norte, 306 no Douro/Vouga, 416 na região Centro, 306 na região Sul, 219 nas Beiras e 94 nas Ilhas. Considera-se, pois, que estas associações envolvem directamente mais de 150 mil portugueses e, indirectamente (incluindo associados), mais de 800 mil cidadãos.

Num momento em que a cultura portuguesa de origem popular se tem afirmado internacionalmente, como aconteceu com o reconhecimento, por parte da UNESCO, do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, e após várias iniciativas do actual Governo no sentido da valorização do nosso património popular, como a instituição do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas (reconhecendo o trabalho que desenvolvem em favor da sociedade e da cultura), os Deputados do Grupo Parlamentar do PSD e do CDS-PP apresentam este projecto de resolução no sentido de dar igual distinção ao folclore português, instituindo um Dia Nacional para a sua celebração.

Assim, a Assembleia da República resolve, nos termos do nº 5 do artigo 166º da Constituição da República Portuguesa:

Instituir o último Domingo do mês de Maio como dia nacional do folclore português.

Palácio de São Bento, 12 de Junho de 2015

Os Deputados



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Terça-feira, 9 de Junho de 2015
O FOLCLORE E AS MARCHAS POPULARES

- O Estado Novo e as marchas são-joaninas

A celebração do Solstício de Verão que ocorre no dia 21 de Junho marca as tradições são-joaninas – ou juninas – que levam o povo a festejar os chamados “santos populares”. Nas regiões mais a norte, os festejos são predominantemente dedicados a São João enquanto as comunidades piscatórias, por afinidade de ofício, celebram a São Pedro. Em Lisboa, terra onde nasceu Fernando de Bulhões que haveria de ficar consagrado como Santo António, a devoção popular adquiriu tal dimensão que S. Vicente, padroeiro da cidade, acabou por ser remetido ao esquecimento.

Madragoa1968

As marchas populares de Lisboa, tal como actualmente as conhecemos, datam a sua origem de 1932, altura em que desfilaram na avenida da Liberdade os primeiros “ranchos” como então se diziam. Porém, pelo menos desde o século XVIII que as mesmas se realizavam, inserindo-se nas tradições são-joaninas que têm lugar um pouco por todo o país, com as suas características fogueiras e festões, manjericos e alho-porro. À semelhança de outras festividades que ocorrem noutras épocas do ano, a escolha do dia 24 para celebrar o S. João é devido ao calendário juliano.

As marchas populares foram naturalmente influenciadas pelas quadrilhas que geralmente tinham lugar por ocasião dos festejos a Santo António e que se formavam de pequenos grupos constituídos por cerca de quarenta participantes que percorriam as ruas da cidade e se detinham em frente aos palácios aristocráticos ou de outras famílias abastadas onde, ao som do apito do marcador, se exibiam de forma ruidosa e sem grandes preocupações em relação à coreografia. Este ritual que também nos remete para a “marche aux flambeaux” ou seja, a marcha dos archotes que ocorria em França, foi levado pelos portugueses para o Brasil onde, sobretudo nas regiões do nordeste, se popularizou e veio a misturar com as danças brasileiras já existentes à época

São precisamente as quadrilhas que, de um modo geral, com as modificações que lhe foram introduzidas, acabariam por dar a forma às marchas populares e aos próprios corsos carnavalescos que antecedem a chegada da Primavera. Caracterizada originalmente como uma dança a quatro pares, a quadrilha constituiu uma adaptação dacountrydance inglesa, impropriamente traduzida para o francês como “contredance” e, finalmente, vertida para a Língua portuguesa como “contradança”.

No entanto, tais celebrações possuem origens bem mais remotas e perdem-se nos confins dos tempos. Desde sempre, o Homem procurou celebrar através do rito a acção criadora dos deuses, constituindo um ritual mágico destinado a perpetuar o gesto primordial da sua criação. Desse modo, ao celebrar a chegada do Verão por altura do solstício, o Homem assegurava que o ciclo da Natureza jamais seria interrompido, dando continuidade à vida num perpétuo ciclo de constante renascimento. E, à semelhança do que sucedia com a generalidade das celebrações pagãs, esta constitui a essência das festividades solsticiais que entretanto foram cristianizadas e, nesse contexto, dedicadas a São João Baptista.

Conta uma velha lenda cristã que, por comum acordo das primas Maria e Isabel, esta terá acendido uma enorme fogueira sobre um monte para avisar Maria do nascimento de São João Baptista e, desse modo, obter a sua ajuda por ocasião do parto. E, assim, pode a tradicional fogueira que os povos pagãos da Europa acendiam nomeadamente por ocasião do solstício de Verão ser assimilada pela nova religião então emergente. Na realidade, era também habitual acender fogueiras por altura da Páscoa e do Natal, tendo dado origem ao madeiro que se queima no largo da aldeia e ao círio pascal, bem assim às numerosas representações feitas nomeadamente na doçaria tradicional.

É ainda nas fogueiras de São João que têm origem as exuberantes exibições de fogo-de-artifício e os balões iluminados com que se enfeitam as ruas dos bairros e se penduram nos arcos festivos que são levados pelos marchantes que desfilam na noite de Santo António. Era ainda usual, na noite de São João, atarem-se aos balões, antes de os elevarem nos céus, pequenos papéis contendo desejos e pedidos, à semelhança das quadras feitas a Santo António que se colocam sobre os vasos de manjericos, tradição que remete para rituais ancestrais ligados à fertilidade e à vida. Estes festejos celebram-se também em diversos países europeus e, por influência da cultura portuguesa, no nordeste brasileiro onde tem lugar o casamento fictício no baile daquadrilha. Entre nós, este costume veio em 1958 a dar origem aos chamados “casamentos de Santo António”.

De um modo geral, pelo simbolismo que as caracterizam e a coreografia a que estão associadas, as festas solsticiais estão ligadas às chamadas “danças de roda” representadas desde a mais remota antiguidade. Perfilando-se geralmente em torno da fogueira ou do mastro de São João, a mocidade dá as mãos, canta e dança em seu redor, num ritual que denuncia o seu misticismo primordial. Esta constitui, aliás, uma das tradições mais arreigadas entre os povos germânicos e, sobretudo, na Suécia onde chega a ser considerada a sua maior festa nacional. O hábito de inicialmente nele se suspenderem coroas ou ramos de flores veio a dar origem a outros divertimentos como opau ensebado no cimo do qual é colocado uma folha de bacalhau para premiar aquele que o consiga alcançar.

À semelhança do que se verificou com outras manifestações da nossa cultura tradicional, também os festejos são-joaninos da cidade de Lisboa registaram a intervenção dos teóricos do Estado Novo e vieram a adquirir formas estilizadas, mais de acordo com o género da revista à portuguesa que já então animava os teatros do Parque Mayer. Foi então que, sob a batuta de Leitão de Barros e Norberto de Araújo, passou em Lisboa a realizar-se o concurso das denominadas “marchas populares”. Envergando o traje à vianesa, o bairro de Campo de Ourique foi o vencedor da primeira edição, facto que o levou a repetir o tema em 1997.

Organizados pelas colectividades de cultura e recreio, as “marchas populares” passaram a escolher preferencialmente temas relacionados com os aspectos pitorescos e a História dos seus bairros, dando ênfase a uma vivência predominantemente urbana e associada ao ambiente boémio e fadista. Nalguns casos, porém, era dado um particular realce ao elemento etnográfico como sucedia com as tradições saloias dos bairros de Benfica e Olivais ou então, ao carácter peculiar da colónia ovarina que habita o pitoresco bairro da Madragoa. Em relação à coreografia e à indumentária, caracterizam-se invariavelmente pela fantasia e a teatralidade, não revelando em qualquer dos casos quaisquer preocupações de natureza folclórica e etnográfica, pelo menos na sua perspectiva museológica ou seja, de preservação da sua autenticidade.

Possuindo as suas raízes mais próximas nas tradições joaninas, as “marchas populares” depressa obtiveram a adesão popular. Em 1936, quatro anos após o primeiro desfile organizado em Lisboa, saíram à rua na cidade de Setúbal para, com o decorrer dos anos, iniciativas semelhantes se estenderem a todo o país

Em Lisboa, a “marcha popular” é constituída por vinte e quatro pares de marchantes a que se juntam quatro aguadeiros e um “cavalinho” composto por oito elementos, tocando um clarinete, um saxofone alto, dois trompetes, um trombone, um bombardino, um contrabaixo e uma caixa. Para além daqueles, podem ainda ser incorporados o porta-estandarte, duas crianças como mascotes, um par de padrinhos e dois ensaiadores. Todas as marchas devem incluir o festão e o balão ou o manjerico e exibir o “Trono de Santo António” ou o “Arraial”.

Constituindo o folclore o saber do povo, é este que cria a sua própria festa e constrói o saber à maneira do seu carácter, à sua feição e modo de entender o mundo que o rodeia, adaptando-o sempre a novas realidades. Embora influenciado através da intervenção feita em determinadas épocas históricas, a criação popular não cristaliza porquanto o povo ainda não constitui um objecto fossilizado – ela renasce sempre que reacende a fogueira de São João!

Fotos: Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/index.html

Benfica1947-2



publicado por Carlos Gomes às 17:06
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2015
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS DA RIBEIRA" ORGANIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE NO OLIVAL



publicado por Carlos Gomes às 22:51
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Domingo, 17 de Maio de 2015
RANCHO FOLCLÓRICO ROSAS DO LENA (BATALHA) REPRESENTA ALTA ESTREMADURA NO FESTIVAL DE FOLCLORE CIDADE DE LISBOA

Grupos folclóricos de várias regiões de Portugal participam no 34º Festival de Folclore Cidade de Lisboa organizado pelo Grupo de Danças e Cantares do Minho para celebrar o seu 35º aniversário

O Rancho Folclórico Rosas do Lena levou hoje a lisboa os usos e costumes das gentes da nossa região ou seja, as tradições mais genuínas da Alta Estremadura. Trajando de mordomos e almocreves, oferteiras e lavradores, com vestes domingueiros ou de trabalho, dançam o vira e o bailarico, a ciranda e a moda de dois passos e jogam o pau, porventura a arte marcial mais genuinamente portuguesa. Porém, é o “jogo do mioto” aquele que constitui a sua representação mais emblemática e maior curiosidade desperta do público.

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Para além do Rancho Folclórico Rosas do Lena em representação da nossa região, participaram ainda os Pastores de S. Romão em representação da Beira Alta, do Algarve esteve presente o Grupo Folclórico de Faro, a Beira Litoral fez-se representar pelo Grupo Folclórico Mourisca do Vouga e o Ribatejo marcou presença através do Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas, além do agrupamento anfitrião – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho!

Passam precisamente 35 anos desde que foi constituído em Lisboa o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho. Fundado em 16 de maio de 1980, este grupo é formado predominantemente por minhotos radicados na capital e tem como objetivos recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional.

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Na Freguesia de Benfica, em Lisboa, a assistência encheu por completo as bancadas do Ringue António Livramento e a plateia instalada no próprio recinto desportivo. E, perante as magníficas atuações dos diversos grupos folclóricos, todos eles com prestígio reconhecido no domínio da preservação dos usos e costumes das respetivas regiões, o público vibrou e aplaudiu de pé e, no final, dançou o “vira” com os componentes dos ranchos folclóricos, terminando em apoteose a festa de aniversário de um dos mais antigos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa.

Ao longo da sua existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho tem levado o folclore minhoto a todo o país e ainda a números países como Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta e Japão onde, aliás, participou nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses àquele país.

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Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.

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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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Quarta-feira, 13 de Maio de 2015
CONDES DE OURÉM CELEBRAM 20 ANOS DE CASAMENTO

Ranchos folclóricos fizeram a festa popular

Em 13 de maio de 1995, mais de três dezenas de ranchos folclóricos e outros grupos de música tradicional de todo o país saudaram os Duques de Bragança à sua chegada ao Mosteiro dos Jerónimos e dançaram nos jardins da Praça do Império, em Lisboa.

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Passam precisamente 20 anos desde a data em que, com a bênção de Nossa Senhora de Fátima, D. Duarte de Bragança e D. Isabel de Herédia celebraram o seu casamento perante centenas de convidados de várias partes do mundo, contando-se entre eles muitos membros da realeza europeia, mas a que também não faltaram muitos republicanos mais ou menos convictos. Transmitida em direto pela televisão, tratou-se de um acontecimento nacional a lembrar idênticas cerimónias de outras casas reais europeias a atrair a atenção do povo.

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Duas décadas decorridas, os atuais Duques de Bragança têm garantida a sucessão da Casa Real Portuguesa: Afonso de Santa Maria, atual Príncipe da Beira, nasceu em 25 de março de 1996, sendo o primeiro na linha de sucessão. Seguiu-se Maria Francisca a 3 de maio de 1997 e Dinis a 25 de novembro de 1999.

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Há vinte anos, procedia o fadista Gonçalo da Câmara Pereira aos preparativos da festa popular que deveria rodear a celebração. Reconhecendo a capacidade organizativa que à altura a Casa do Concelho de Ponte de Lima demonstrava, procurou obter a sua colaboração e transferiu para o autor destas linhas a responsabilidade da iniciativa. Como resultado, 32 agrupamentos folclóricos de todo o país emprestaram um colorido e uma alegria muito especial à cidade de Lisboa, cantando e dançando em redor da fonte luminosa e saudando à passagem dos noivos.

Fotos: Artur Morgado

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2015
RANCHO FOLCLÓRICO "ROSAS DO LENA": FOLCLORE DA ALTA ESTREMADURA EXIBE-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 07:58
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