Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Terça-feira, 26 de Abril de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA APRESENTA ESPETÁCULO “FÁTIMA – O DIA EM QUE O SOL BAILOU”

Santuário de Fátima promove estreia mundial do espetáculo multidisciplinar “Fátima – O dia em que o Sol bailou”

Iniciativa desenvolvida pela Vortice Dance Company foi encomendada pelo Santuário no âmbito das celebrações do Centenário das Aparições.

“Fátima – O dia em que o Sol bailou” é um espetáculo multidisciplinar promovido pelo Santuário de Fátima no âmbito da programação do Centenário das Aparições, e desenvolvido pela Vortice Dance Company.

A antestreia do espetáculo, reservada às escolas e colégios de Fátima e Leiria, está marcada para o dia 11 de maio, pelas 14h30, e a estreia para o dia 13, pelas 21h00, com repetição no dia 15, pelas 16h00, no grande auditório do Centro Pastoral de Paulo VI, em Fátima.

Trata-se de um projeto que, focando as aparições de Fátima e o seu reflexo na história contemporânea, procura esboçar um retrato do acontecimento que marcou o século XX.

Com a assinatura dos coreógrafos e diretores artísticos Cláudia Martins e Rafael Carriço, o espetáculo evoca a presença de Nossa Senhora «vestida toda de branco, mais brilhante que o sol» diante de três crianças de Aljustrel, Lúcia, Jacinta e Francisco, procurando estabelecer um paralelismo entre esse encontro e o tempo presente.

O luminoso quadro da Senhora a apontar o terço como instrumento para a paz no mundo, o dramático quadro do inferno como horizonte da autorreferência humana, o quadro belo e desafiante do Coração sem mancha, que se oferece por amor, ou o apoteótico quadro do sol a bailar ao ritmo da bênção de Deus encontram paralelo em situações presentes em que a fé, a esperança e a caridade inspiram uma atitude de coragem, de entrega generosa e perseverança, de oração como encontro com Deus e com os irmãos.

O espetáculo, com uma linguagem contemporânea, cruza várias disciplinas artísticas como a dança, o vídeo, o vídeo mapping, a figuração em holograma, a cenografia 3D, figurinos recicláveis e junta artistas de diferentes nacionalidades que, interpretando o sentido e o alcance da mensagem de Fátima, a procuram projetar à luz dos nossos dias.

Este trabalho foi encomendado pelo Santuário à Vortice Dance Company, residente em Fátima, que este ano completa 15 anos de existência, numa estratégia permanente de valorização da produção cultural desenvolvida por agentes inseridos num contexto de proximidade geográfica e afetiva.

Durante estes anos, o trabalho da Vortice Dance Company tem sido marcado por uma intensa atividade no estrangeiro, com apresentações em vinte e cinco países, e tem sido reconhecido e premiado internacionalmente pela UNESCO, com o Helsinky Grand Prix of Choreography; pelo Príncipe Takamado, no Japão; por Maya Plisetskaya; pela presidente da República Finlandesa Tarja Halonen; com o Prémio de Reconhecimento Artístico IBBF, na Ópera de Riga; por Madame Chirac, no Teatre Champs Elysèes, entre outros.

Das suas colaborações internacionais destacam-se a Inauguração da Gare do TGV de Liége, obra do arquiteto Santiago Calatrava, com o espetáculo "Guillemins, Une Gare a Vous" de Franco Dragone, o espetáculo televisivo "Star of Ciences", para a Qatar Foundation, e recentemente a direção artística do projeto "Beatles na Favela", uma colaboração com a ONG brasileira Afroreggae e com a Branco Produções.

Após as apresentações em Fátima – a 11 , 13 e 15 de maio o espetáculo estará em cena em Portugal, no Teatro Municipal de Bragança, e no Brasil, passando por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Natal, entre outras.



publicado por Carlos Gomes às 20:08
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Sábado, 23 de Abril de 2016
HOJE É DIA DE S. JORGE

Hoje é o dia que os cristãos consagram a S. Jorge. De acordo com a tradição, terá sido um soldado romano do exército do Imperador Diocleciano, altura de grandes perseguições aos cristãos, mandado degolar por não ter renunciado à sua fé e, consequentemente, venerado como mártir cristão.

Durante a Idade Média surgiram à sua volta, diversas lendas, uma das quais relata ter existido em Silene, cidade da Líbia, um terrível dragão ao qual o povo oferecia sacrifícios humanos. Tendo em dada altura caído a sorte à filha única do rei, S. Jorge, que acabava de chegar àquela cidade na altura precisa em que a vítima ia ser imolada, prestou-se para a libertar, o que conseguiu. Uma vez derrotado o dragão, rei e povo converteram-se de imediato ao Cristianismo.

Remonta ao século XII a introdução do culto a S. Jorge em Portugal, através dos cruzados que vinham combater nas hostes de D. Afonso Henriques nomeadamente a quando da tomada de Lisboa aos mouros. Porém, a sua invocação em forma de grito de guerra começou contudo durante o reinado de D. Afonso IV e teve como objetivo demarcar-se da invocação de S. Tiago Mata-mouros que era feita pelos exércitos leoneses. Até então, nas suas batalhas de Reconquista contra os mouros, os cavaleiros portugueses também invocavam: Por S. Tiago!

Mas foi sobretudo a partir do reinado de D. João I que este culto veio a adquirir verdadeira dimensão nacional, passando a partir de então a sua imagem a integrar a procissão do Corpo de Deus. Ainda hoje, a sua simbologia é empregue nos meios castrenses, principalmente para representar o exército português.

O culto a S. Jorge adquiriu verdadeira feição popular e nacionalista, conservando-se nos dias que correm algumas manifestações culturais que evocam a lenda de S. Jorge e, por seu intermédio, as lutas travadas pelos portugueses contra o invasor castelhano-leonês, numa reconfiguração da luta entre o Bem e o Mal.

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Nas margens do rio Minho onde as veigas verdejantes da Galiza se alcançam em duas braçadas, as gentes minhotas do concelho de Monção mantêm um velho costume que consiste em celebrar todos os anos, por ocasião dos festejos do Corpo de Deus, o lendário combate travado entre S. Jorge e o Dragão.

A luta tem lugar na Praça de Deu-La-Deu cujo nome consagrado na toponímia local evoca a heroína que com astúcia conseguiu que as forças leonesas levantassem o cerco que impunham àquela praça. Perante uma enorme assistência, a coca - nome pelo qual é aqui designado o dragão! - procura, pesadamente e com grande estardalhaço, escapar à perseguição que lhe é movida por S. Jorge que, envolto numa longa capa vermelha e empunhando alternadamente a lança e a espada, acaba invariavelmente por vencer o temível dragão.

O dragão é representado por um boneco que se move com a ajuda de rodízios, conduzido a partir do exterior por dois homens e transportando no seu bojo outros dois que lhe comandam os movimentos da cabeça. Depois de o guerreiro lhe arrancar os brincos que lhe retiram a força e o poder, a besta é vencida quando S. Jorge o conseguir ferir mortalmente introduzindo-lhe a lança ou a espada na garganta, altura em que de uma bolsa alojada do seu interior escorre uma tinta vermelha que simula o sangue da coca.

- Por S. Jorge!



publicado por Carlos Gomes às 10:30
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2016
CRIANÇAS PEREGRINAM A FÁTIMA

“Deus está contente!” é o mote da 38ª Peregrinação das Crianças

Iniciativa decorre entre os dias 9 e 10 de junho no Santuário de Fátima

Nos dias 9 e 10 de junho, o Santuário de Fátima recebe a 38ª Peregrinação das Crianças, que este ano tem como tema “Deus está contente!”, e será presidida por D. José Cordeiro, bispo de Bragança-Miranda.

Esta peregrinação é uma das maiores peregrinações ao Santuário, onde vêm milhares de crianças de todas as dioceses do país.

O lema deste ano - “Deus está contente!” - tem como acontecimento de referência a Aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos a 13 de Setembro de 1917, em que lhes disse «Deus está contente com os vossos sacrifícios».

Por isso, a habitual campanha do mês de maio lança um desafio aos mais jovens no sentido de durante este mês, sempre que fizerem algo que possa deixar Deus contente, como rezar, fazer um sacrifício ou uma boa ação, perdoar, acolher, adorar, devem recortar um balão e colocar dentro do balão o registo desse desafio alcançado. Estes registos deverão ser colocados posteriormente numa caixa que será entregue no dia da grande celebração Eucarística desta peregrinação, a 10 de junho.

“Quando rezamos a Deus e quando O adoramos, quando fazemos o bem e perdoamos, procuramos estar junto de Deus e junto dos irmãos, procuramos viver o mandamento do amor a Deus e aos outros, como Jesus nos ensinou, e isso faz com que Deus fique feliz” refere a organização desta peregrinação.

O importante, acrescenta é que “as crianças tenham verdadeira consciência de que tudo o que fizerem de bom deixará Deus contente”.

O Santuário espera que este tema ajude as crianças que participam na peregrinação a aprenderem essa “atitude de oferecimento” para no seu “quotidiano” contribuírem “para que o mundo seja melhor”.

Cada paróquia ou grupo poderá pedir as campanhas que desejar, solicitando-as atempadamente para 10junho@fatima.pt, através do telefone 249 539 600 ou por carta para Santuário de Fátima| Peregrinação das Crianças |Apartado 31 |2496-908 Fátima

O Santuário de Fátima oferece alojamento aos grupos que o desejem, desde que solicitado antecipadamente.

Também já está disponível o hino da Peregrinação deste ano.

Criada há mais de 30 anos, a Peregrinação Nacional das Crianças é hoje uma das peregrinações mais importantes do Santuário de Fátima, apenas suplantada pelas peregrinações internacionais de maio e outubro.

Progressivamente, a iniciativa tem juntado não só participantes dos mais diversos pontos do país mas também grupos de crianças vindas do estrangeiro.

O programa da peregrinação vai incluir visitas aos locais das aparições do Anjo de Fátima, na Loca do Cabeço e em Aljustrel; a oferta de balões a Nossa Senhora, na Capelinha das Aparições, e uma encenação inspirada no tema deste ano, na Basílica da Santíssima Trindade.

Pode encontrar aqui os materiais da Peregrinação.



publicado por Carlos Gomes às 16:28
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Domingo, 10 de Abril de 2016
PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 18:01
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Quarta-feira, 6 de Abril de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA ENCERRA CICLO DE CONFERÊNCIAS

Pe. Manuel Morujão encerra Ciclo de Conferências sobre o tema do ano no Santuário de Fátima

“Quem perder a sua vida salvá-la-á” é o título da conferência que o sacerdote fará no próximo domingo

A quinta e última conferência do ciclo de conferências sobre o tema do ano pastoral no Santuário de Fátima realiza-se no próximo domingo, dia 10 de abril, pelas 16h00 e terá como orador o pe. Manuel Morujão.

Quem perder a sua vida salvá-la-á é o tema desta conferência e também uma das «ipsissima verba Christi» que, segundo o pe. Morujão, é “uma ideia central da Boa Nova de Cristo. Trata-se sobretudo de uma citação autobiográfica, como legenda da vida de Jesus, que viveu a dar a vida”, refere numa entrevista à Sala de Imprensa.

“Partindo da lógica de Deus que desafia o egocentrismo humano, apresentarei o feliz paradoxo evangélico: perder a vida para a salvar, com as suas consequências práticas na nossa vida quotidiana”, afirma.

“A figura e o exemplo de Maria não poderão ficar esquecidos, ela que é a Nossa Senhora da Visitação em Fátima, descentrada de si mesma e centrada no serviço amoroso de todos nós seus filhos. Os pastorinhos de Fátima serão também lembrados como modelos da arte de perder a vida para sermos salvadores”, destaca o sacerdote, que é reitor da Comunidade da FacFil/AO, em Braga.

Há uma ligação perfeita entre a proposta para este ano temático do Santuário de Fátima Eu vim para que tenham vida e o tema da conferência Quem perder a sua vida salvá-la-á pois “para ter vida em abundância é preciso viver a oferecê-la”, refere o pe. Morujão.

“O egoísta centrado em si mesmo, talvez sendo milionário e vivendo no luxo, é um pobre de alegria e realização em cheio, que só está na doação e na entrega de nós próprios. Quanto mais nos damos mais rica é a nossa vida. Só quem se perde na entrega serviçal é que se encontra a si mesmo”, sublinha.

O conferencista explicita, ainda, o significado contido na expressão “perder a vida”: “significa libertar‑se do egoísmo, da idolatria do eu, de «sair do próprio amor, querer e interesse», usando uma expressão dos Exercícios Espirituais de S. Inácio. Esta lógica evangélica encontramo‑la na conhecida oração de S. Francisco de Assis: «É dando que se recebe… É morrendo que se vive para a vida eterna»”.

À primeira vista este versículo evangélico pode parecer exclusivista pois parece centrar-se naqueles que deixam tudo para seguir Jesus, explicita o sacerdote. No entanto, o pe. Morujão esclarece que “Jesus se dirige aos que aceitam segui-lo, indicando as condições, independentemente do próprio estado de vida”.

O conferencista destaca, de resto, a ideia de que “quem constitui a sua própria família também tem que seguir a mesma regra: perder a sua vida para a salvar; perder a vida na doação generosa ao próprio marido ou à sua esposa; perder a vida, superando todo o egoísmo, no amor e serviço dos filhos e de todas as pessoas que for encontrando”.

Em declarações à sala de imprensa o Pe. Morujão afirma que podemos esperar “algo de muito simples” da sua conferência.

O Pe Manuel Morujão é autor de várias publicações, entre elas “Celebrar e praticar a misericórdia”; é sacerdote jesuíta e ex-Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa.

Esta será a última conferência do ciclo proporcionado pelo Santuário de Fátima a todos quantos quiseram aprofundar e vivenciar melhor o tema deste ano Pastoral.

A primeira conferência deste ciclo sobre o tema do ano – “Eu vim para que tenham vida”-  realizou-se dia 13 de dezembro e teve como orador o diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, João Duarte Lourenço, que apresentou o tema “O meu espírito alegra-se em Deus, meu Salvador”, numa reflexão a partir do Magnificat. A segunda comunicação teve lugar no passado dia 11 de janeiro pelo teólogo Pedro Valinho Gomes com o título “Em vós está a fonte da vida” e cujo ponto de partida foi a parábola de Jeremias- Jr 2,13-, em que o povo abandona as nascentes de águas vivas para construir cisternas rotas. A terceira conferência foi no dia 14 de fevereiro e teve como conferencista Alexandre Palma, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. A quarta conferência foi no dia 13 de março e teve como orador o Pe. Luís Pereira da Silva que apresentou o tema “Alegremo-nos e façamos festa”.

A entrada é livre e aberta ao público em geral.



publicado por Carlos Gomes às 00:08
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA REALIZA CICLO MUSICAL

Fátima recebe projeto musical inédito produzido a partir das Memórias da Irmã Lúcia

“Tropário para uma pastora de ovelhas mansas” reúne seis compositores para um espetáculo de coro, acordeão e piano

O Santuário de Fátima apresenta no dia 3 de abril o projeto artístico “Tropário para uma pastora de ovelhas mansas”, uma iniciativa integrada nas comemorações do Centenário das Aparições, que reúne o trabalho de seis compositores contemporâneos desafiados a pensar Fátima do ponto de vista musical.

O projeto inicia o Ciclo Ouvir Fátima, propõe uma leitura musical das Memórias da Irmã Lúcia, e junta um coro- Officium Ensemble- e dois instrumentos: acordeão- Octávio Martins- e piano- João Lucena e Vale, sob a direção artística do maestro Pedro Teixeira.

É um projeto compósito que nasce do desafio de construir uma obra musical a partir das Memórias da Irmã Lúcia, em que cada compositor é desafiado a fazer uma leitura independente destas memórias, mas integrada numa narrativa concreta que dá uma dimensão coletiva à produção. A coordenação do projeto de composição esteve a cargo de Alfredo Teixeira.

Este projeto musical, único, que faz uma leitura musical da Mensagem de Fátima, para além das leituras teológicas habituais, tem no coro o protagonista fundamental, acrescentando-lhe o acordeão e o piano, dois instrumentos improváveis que lhe dão uma dimensão sui generis, mas que assume uma pluralidade dos mundos sociais e culturais que atravessam a história de Fátima, ao longo destes cem anos.

A partir de um argumento próprio, centrado em dois textos fundamentais – as Memórias da Irmã Lúcia e Como vejo a Mensagem através dos tempos e dos acontecimentos- privilegia uma dimensão mais mística, que nos transporta para o mistério de Deus.

Os textos escolhidos remetem para aspetos centrais da Mensagem de Fátima, mas também para as figuras desta narrativa.

O Tropário começa com uma declaração da própria Irmã Lúcia sobre o que é escrever uma memória, segue-se a Aparição do Anjo, os Pastorinhos, a Senhora e, depois, o Adeus, a partir da despedida da Irmã Lúcia da sua terra natal, o que confere a este tropo a própria experiência do peregrino, já que a Cerimónia do adeus é, porventura, a que melhor expressa a relação entre o peregrino e Fátima.

Em cada sequência, a narrativa conhece interpolações diversas, mas todos os elementos textuais, incluindo os poemas criados ou recolhidos, têm origem nas fontes referidas sem que alguma coisa seja acrescentada.

Neste trabalho artístico procurou-se, ainda, tornar o discurso mais direto mantendo a linguagem mística e bucólica de uma pastora vidente que descobre, no que a rodeia, uma transparência sobrenatural.

Cada um dos seis tropos foi pensado e composto por um compositor e o trabalho final desenvolveu-se para Coro, Piano e Acordeão. A formação coro-piano e coro-acordeão alternam sempre ao longo da peça, num verdadeiro diálogo tímbrico.

O primeiro tropo, intitulado Memória, para coro-acordeão foi composto por João Madureira; o segundo “O Anjo”, para coro-piano por Alfredo Teixeira. O terceiro tropo designado “A Senhora”, para coro-acordeão foi desenvolvido por Sérgio Azevedo; o quarto- “Francisco”- para coro-piano foi composto por Nuno Côrte-Real e o quinto- “Jacinta”- para coro-acordeão foi composto por Rui Paulo Teixeira. O sexto e último tropo foi composto por Carlos Marecos, para coro-acordeão e piano e intitula-se “Adeus”.

O projeto será apresentado na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, espaço com o qual apresenta também uma particular relação, no dia 3 de abril, pelas 15h30.



publicado por Carlos Gomes às 13:52
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Quinta-feira, 31 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INSTITUI PRÉMIO JORNALISMO CENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE FÁTIMA

Concurso aberto a todos os profissionais da comunicação social a partir do dia 1 de abril

A partir do dia 1 de Abril, sexta-feira, está aberto o concurso para o prémio de jornalismo, uma iniciativa do Santuário de Fátima no âmbito das celebrações do Centenário das Aparições.

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Designado Prémio Jornalismo Centenário das Aparições de Fátima, tem como objetivo premiar trabalhos de jornalismo, do género “reportagem”, publicados em órgãos de comunicação social, no período entre abril de 2016 e julho de 2017. Estes trabalhos devem ter como objeto o fenómeno Fátima e podem debruçar-se sobre as peregrinações, a mensagem de Fátima, a história, o Santuário, o património, entre outros.

O prémio Jornalismo Centenário das Aparições de Fátima é composto por um júri de sete elementos: Pe. Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima; Carmo Rodeia, diretora do Centro de Comunicação Social do Santuário; Clara Almeida Santos, Vice-Reitora da Faculdade de Letras; Eduardo Cintra Torres, professor auxiliar na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa; Manuel Pinto, responsável pelas disciplinas da área de Jornalismo do Departamento de Ciências da Comunicação do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho; Paulo Agostinho, Editor de Lusofonia e Mundo da agência Lusa; Rogério Santos, professor associado e coordenador da área científica de Ciências da Comunicação na Universidade Católica Portuguesa.
À melhor reportagem é atribuído o prémio “Reportagem do Centenário das Aparições de Fátima”, com uma gratificação, numa cerimónia pública a realizar. Serão ainda entregues menções honrosas.

Este concurso é aberto a todos os profissionais da comunicação social e decorre entre o período de 1 de abril de 2016 e 31 de julho de 2017. A data limite de entrega de candidaturas é de 31 de agosto de 2017, e a deliberação do júri será divulgada no dia 12 de outubro de 2017.



publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Quinta-feira, 24 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA PROPÕE PROGRAMA PARA A SEMANA SANTA

A “semana maior” da vida cristã é vivida com especial intensidade

As grandes celebrações do Tríduo Pascal, centro de todo o Ano Litúrgico, são os momentos mais importantes e significativos da Semana Santa que o Santuário de Fátima preparou para o período entre 24 e 27 de março, proporcionando aos peregrinos um conjunto de celebrações.

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O Santuário, durante estes dias espera acolher 7 grupos de peregrinos, oriundos de Espanha, Estados Unidos da América, Alemanha e Portugal, que já se inscreveram no Serviço de Peregrinos, num total de cerca de 1400 pessoas.

As celebrações do Tríduo começam às 18h00 com a Missa vespertina da Ceia do Senhor. Esta celebração, juntamente com a da Paixão e Morte de Jesus e a solene Vigília Pascal constituem a estrutura celebrativa fundamental. A estes momentos, acrescentamos as horas de Laudes e Vésperas, mas igualmente a oração na agonia do Senhor, a Via Sacra e as celebrações marianas de sábado santo que nos ajudam a esperar a ressurreição de Jesus com Maria e como Maria.

“A história cristã nasce na Páscoa. É à luz do Mistério Pascal que todos os mistérios da vida de Cristo ganham sentido e profundidade” refere o reitor do Santuário de Fátima sublinhando que “nele estão compreendidos e podem ser lidos todos os mistérios da sua vida”.
Por este motivo, “é o Tríduo Pascal que constitui o verdadeiro centro de todo o Ano litúrgico da Igreja”, acrescenta ainda o Pe. Carlos Cabecinhas.

Quinta-feira da Semana Santa

09h00 - Laudes na Basílica de Nossa Senhora do Rosário

18h00 - Missa Vespertina da Ceia do Senhor na Basílica da Santíssima Trindade

23h00 - Oração comunitária, na Capela da Morte de Jesus

Ofertório para os pobres.

Sexta-feira da Paixão do Senhor

00h00 – 03h00 - Via-sacra aos Valinhos, com início na Capelinha das Aparições.

09h00 - Laudes, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário

15h00  - Celebração da Paixão do Senhor, na Basílica da Santíssima Trindade

21h00  -  Via-Sacra, no Recinto de Oração

Ofertório para os Lugares Santos de Jerusalém.

Sábado Santo

09h00 - Laudes na Basílica de Nossa Senhora do Rosário

12h00 - Rosário, na Capelinha das Aparições

15h00 - Oração a Nossa Senhora da Soledade, na Capelinha das Aparições

17h30 - Vésperas na Basílica de Nossa Senhora do Rosário

22h00 - Vigília Pascal, na Basílica da Santíssima Trindade, seguida de Procissão Eucarística para a Capela do Santíssimo Sacramento

Páscoa da Ressurreição do Senhor

10h00 - Rosário, na Capelinha das Aparições,

11h00 – Missa, no Recinto de Oração.

17h30 - Procissão Eucarística também no Recinto de Oração

21h30 - Rosário e Procissão das Velas.



publicado por Carlos Gomes às 20:23
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FÁTIMA RECEBE PROJETO MUSICAL INÉDITO PRODUZIDO A PARTIR DAS MEMÓRIAS DA IRMÃ LÚCIA

“Tropário para uma pastora de ovelhas mansas” reúne seis compositores para um espetáculo de coro, acordeão e piano

O Santuário de Fátima apresenta no dia 3 de abril o projeto artístico “Tropário para uma pastora de ovelhas mansas”, uma iniciativa integrada nas comemorações do Centenário das Aparições, que reúne o trabalho de seis compositores contemporâneos desafiados a pensar Fátima do ponto de vista musical.

O projeto inicia o Ciclo Musical Ouvir Fátima, propõe uma leitura musical das memórias da Irmã Lúcia, e junta um coro- Officium Ensemble- e dois instrumentos: acordeão- Octávio Martins- e piano- João Lucena e Vale, sob a direção artística do maestro Pedro Teixeira.

É um projecto compósito que nasce do desafio de construir uma obra musical a partir das memórias da Irmã Lúcia, em que cada compositor é desafiado a fazer uma leitura independente destas memórias, mas integrada numa narrativa concreta que dá uma dimensão coletiva à produção, sob a orientação de Alfredo Teixeira.

Este projeto musical, único, que faz uma leitura musical da Mensagem de Fátima, para além das leituras teológicas habituais, tem no coro o protagonista fundamental, acrescentando-lhe o acordeão e o piano, dois instrumentos improváveis que lhe dão uma dimensão sui generis, mas que assume uma pluralidade dos mundos sociais e culturais que atravessam a história de Fátima, ao longo destes cem anos.

A partir de um argumento próprio, centrado em dois textos fundamentais – as Memórias da Irmã Lúcia e Como vejo a Mensagem através dos tempos e dos acontecimentos- privilegia uma dimensão mais mística, que nos transporta para o mistério de Deus. Os textos escolhidos remetem para aspetos centrais da Mensagem de Fátima, mas também para as figuras desta narrativa.

O Tropário começa com uma declaração da própria Irmã Lúcia sobre o que é escrever uma memória, segue-se a aparição do Anjo, os pastorinhos, a Senhora e, depois, o adeus, a partir da despedida da Irmã Lúcia da sua terra natal, o que confere a este tropo a própria experiência do peregrino, já que a cerimónia do adeus é, porventura, a que melhor expressa a relação entre o peregrino e Fátima.

Em cada sequência, a narrativa conhece interpolações diversas, mas todos os elementos textuais, incluindo os poemas criados ou recolhidos, têm origem nas fontes referidas sem que alguma coisa seja acrescentada.

Neste trabalho artístico procurou-se, ainda, tornar o discurso mais direto mantendo a linguagem mística e bucólica de uma pastora vidente que descobre, no que a rodeia, uma transparência sobrenatural. Cada um dos seis tropos foi pensado e composto por um compositor e o trabalho final desenvolveu-se para Coro, Piano e Acordeão. A formação coro-piano e coro-acordeão alternam sempre ao longo da peça, num verdadeiro diálogo tímbrico.

O primeiro tropo, intitulado Memória, para coro-acordeão foi composto por João Madureira; o segundo “O Anjo”, para coro-piano por Alfredo Teixeira. O terceiro tropo designado “A Senhora”, para coro-acordeão foi desenvolvido por Sérgio Azevedo; o quarto- “Francisco”- para coropiano foi composto por Nuno Côrte-Real e o quinto- “Jacinta”- para coro-acordeão foi composto por Rui Paulo Teixeira.

O sexto e último tropo foi composto por Carlos Marecos, para coro-acordeão e piano e intitula-se “Adeus”. O projeto será apresentado na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, espaço com o qual apresenta também uma particular relação, no dia 3 de abril, pelas 15h30.



publicado por Carlos Gomes às 11:50
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

A XIV Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português realiza-se este ano no próximo dia 24 de abril.

A Federação do Folclore Português está a organizar, uma vez mais a Peregrinação Nacional a Fátima dos Grupos de Folclore, onde estão desde já convidados para estarem presentes.

A Federação do Folclore Português disponibiliza o Programa, Regulamento e Ficha de Inscrição para a XIV Peregrinação Nacional a Fátima.

A data Limite de inscrição é dia 15 de Abril de 2016 para secretaria@ffp.pt

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PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



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Quinta-feira, 17 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INAUGURA ÓRGÃO COM REALIZAÇÃO DE UM CONCERTO

Concerto inaugural do Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima estreia peça de João Pedro Oliveira. Composição inédita é baseada na primeira profecia sobre Maria

É já no domingo, dia 20, que o Santuário de Fátima vai inaugurar o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário com a estreia mundial da peça Hû yeshûphekâ rô’sh, da autoria do compositor português João Pedro Oliveira, num concerto interpretado por Olivier Latry, organista titular da Catedral de Notre-Dame de Paris.

A inauguração do Órgão, que se realiza às 15h30 e é aberta ao público em geral, começa com a bênção do instrumento pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, seguindo-se um improviso do organista Olivier Latry, que demonstrará as potencialidades deste instrumento.

O concerto inaugural do órgão estreará a obra de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria, no Livro do Génesis, encomendada pelo Santuário de Fátima para assinalar esta ocasião, bem como uma improvisação final que será executada tendo como base o Ave-Maria de Fátima.

O objetivo do Santuário foi “devolver” às celebrações que têm lugar nesta  Basílica “a beleza e a imponência do órgão de tubos”, referiu à Sala de Imprensa o Reitor, Pe Carlos Cabecinhas.

O responsável não esconde que a recuperação deste instrumento, o maior do género em Portugal, “ficará para a posteridade como marca da celebração do Centenário das Aparições de Fátima”.

O órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, instalado no coro alto, é um instrumento com uma grande presença física no espaço e na memória de muitos peregrinos. Construído em 1951, pela empresa italiana Fratelli Ruffatti, é o maior instrumento do género em Portugal, com 90 registos e cerca de 6.500 tubos.

A reestruturação foi levada a cabo pela empresa italiana Mascioni Organi, que conservou uma parte considerável da tubaria original mas acrescentou alguns registos com o intuito de conferir ao instrumento uma sonoridade homogénea e moderna.

A nova conceção foi idealizada tendo em vista a filosofia de um órgão sinfónico, caracterizando-se pelos detalhes de cada registo em separado, mas também, pela poderosa massa sonora, tornando-o apto para a interpretação de todo o repertório organístico.

A consola de cinco teclados e pedaleira foi restaurada e modernizada. O tubo maior, de madeira, tem cerca de 12 metros de altura e 50 centímetros de largura e os tubos de metal, da fachada, têm cerca de oito metros de altura.

A parte frontal deste instrumento foi redesenhada pela arquiteta Joana Delgado, autora do projeto de reformulação do presbitério da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e conta com uma intervenção artística do escultor português Bruno Marques, autor do crucifixo, bem como das obras de arte que materializam os lugares litúrgicos do presbitério da Basílica. Para a restante caixa foi proposto um revestimento em madeira cuidadosamente desenhado em total articulação com os organeiros da Mascioni Organi. Os eco-órgãos, instalados nas galerias, foram também objeto de um trabalho conjunto na definição estética da solução.

O concerto de dia 20 de março é o primeiro de um ciclo de seis concertos para órgão que se realizam até outubro, no âmbito das comemorações que assinalam o Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, com um repertório criado em diversas épocas, regiões geográficas, estilos e atitudes composicionais variadas. Música alemã, música francesa, música sacra, música contemporânea e hinos marianos aludem a um período de tempo centenário e permitem uma perspetiva abrangente das capacidades expressivas do novo órgão.

O primeiro realiza-se a 8 de maio e terá como intérprete António Esteireiro que percorrerá a Música alemã dos séculos XIX e XX, incluindo alguns dos grandes clássicos do órgão deste período, e as Ave-Maria de Max Reger e Karg-Elert.

A 5 de junho António Mota apresentará um programa de cem anos de música contemporânea, incluindo a Suite Mariale de Maleingreau.

A 10 de julho, Felipe Veríssimo interpretará um repertório retratando cem anos de música sacra, incluindo a Sinfonia da Paixão de Marcel Dupré, obra emblemática do início do século XX.

A 14 de agosto, Giampaolo Di Rosa fará Improvisações sobre melodias e hinos ligados à tradição de Fátima, que se tornaram parte da tradição litúrgica e popular e são conhecidas pelo público e fiéis, compostos e cantados durante os últimos cem anos. E, a 9 de outubro, João Santos (organista titular do Santuário de Fátima) interpretará cem anos de música francesa, de César Franck a Messiaen, incluindo vários excertos dos 15 Versets sur les Vêpres du commun des fêtes de la Sainte Vierge.

Recorde-se que quer o concerto inaugural quer o ciclo de órgão foram pensados no âmbito das comemorações do Centenário das Aparições, que terminará com outro grande concerto em que serão interpretadas 13 peças do compositor escossês James McMillan, recentemente nomeado compositor do ano pela Pittsburg Simphony Orchestra, e uma composição de Eurico Carrapatoso, interpretada pelo Coro e Orquestra Gulbenkian, sob a direção da maestrina Joana Carneiro, a 13 de outubro de 2017.

CR



publicado por Carlos Gomes às 10:31
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PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



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Quinta-feira, 10 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA PROMOVE QUARTA CONFERÊNCIA SOBRE O TEMA DO ANO

Professor de liturgia da UCP apresenta  trabalho intitulado “Alegremo-nos e façamos festa”

“Alegremo-nos e façamos festa” é o título da conferência que o professor de liturgia Luís Pereira de Almeida vai proferir no próximo domingo, dia 13, pelas 16h00, na Casa de Retiros de Nossa Senhora das Dores, a convite do Santuário de Fátima.

Trata-se da quarta conferência do ciclo do tema do ano “Eu vim para que tenham vida”.

O Pe. Luís Manuel Pereira da Silva, ordenado há 23 anos,  é professor de Liturgia da Universidade Católica de Lisboa  e pároco da Sé Patriarcal de Lisboa.

A primeira conferência realizou-se dia 13 de dezembro e teve como orador o diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, João Duarte Lourenço, que apresentou o tema “O meu espírito alegra-se em Deus, meu Salvador”, numa reflexão a partir do Magnificat. A segunda comunicação teve lugar no passado dia 11 de janeiro pelo teólogo Pedro Valinho Gomes com o título “Em vós está a fonte da vida” e cujo ponto de partida foi a parábola de Jeremias- Jr 2,13-, em que o povo abandona as nascentes de águas vivas para construir cisternas rotas. A terceira conferência foi no dia 14 de fevereiro e teve como conferencista Alexandre Palma, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

A entrada é livre e aberta ao público em geral.



publicado por Carlos Gomes às 22:00
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SANTUÁRIO DE FÁTIMA LANÇA “JOGO DOS PASTORINHOS”

O jogo é gratuito e estará disponível na Apple Store e no Google Play a partir de hoje

No âmbito do Centenário das Aparições, o Santuário de Fátima lança hoje uma aplicação para dispositivos móveis. O Jogo dos Pastorinhos é destinado a crianças a partir dos 4 anos, e estará disponível no Google Play e na Apple Store.

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O jogo, pensado conceptualmente pelo Vice-reitor do Santuário e coordenador do Centenário das Aparições, Pe. Vítor Coutinho e pelo Diretor do Serviço de Estudos e Difusão, Marco Daniel Duarte foi produzido pela Terra das Ideias.

Neste Jogo dos Pastorinhos, cujo objetivo é chegar primeiro ao Coração de Jesus, os jogadores começam por escolher com qual dos personagens querem jogar: a Lúcia, o Francisco, a Jacinta ou o menino. Podem jogar no máximo 4 jogadores ao mesmo tempo.

Depois de escolherem os personagens e escreverem o nome, lançam os dados, um de cada vez, conforme as instruções que o jogo vai dando.

A ordem de jogar será consoante a pontuação alcançada; caso existam pontuações semelhantes jogam pela ordem em que inseriram os nomes.

Cada jogador, na sua vez, lança os dados e avança no percurso pela Cova da Iria. Os pontos obtidos em cada lançamento de dados correspondem ao número de casas que cada jogador avança. Para chegar à última casa será necessário obter o número de pontos exato. Caso isso não aconteça, o jogador recua o número de casas correspondente aos pontos que sobram.

Esta é uma das várias iniciativas no âmbito do centenário das Aparições de Fátima.

O jogo está disponível na app store

E na Google play

CF



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Terça-feira, 8 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE LITURGIA

Santuário de Fátima promove quarta conferência sobre o tema do ano: Professor de liturgia da UCP apresenta trabalho intitulado “Alegremo-nos e façamos festa”

“Alegremo-nos e façamos festa” é o título da conferência que o professor de liturgia Luís Pereira de Almeida vai proferir no próximo domingo, dia 13, pelas 16h00, na Casa de Retiros de Nossa Senhora das Dores, a convite do Santuário de Fátima.

Trata-se da quarta conferência do ciclo do tema do ano “Eu vim para que tenham vida”.

O Pe. Luís Manuel Pereira da Silva, ordenado há 23 anos, é professor de Liturgia da Universidade Católica e pároco da Sé Patriarcal de Lisboa.

A primeira conferência realizou-se dia 13 de dezembro e teve como orador o diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, João Duarte Lourenço, que apresentou o tema “O meu espírito alegra-se em Deus, meu Salvador”, numa reflexão a partir do Magnificat. A segunda comunicação teve lugar no passado dia 11 de janeiro pelo teólogo Pedro Valinho Gomes com o título “Em vós está a fonte da vida” e cujo ponto de partida foi a parábola de Jeremias- Jr 2,13-. A terceira conferência foi no dia 14 de fevereiro e teve como conferencista Alexandre Palma, professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa.

A entrada é livre e aberta ao público em geral.



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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PESCADORES PEREGRINAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 22:40
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Quinta-feira, 3 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA LANÇA NOVO SITE

O Santuário de Fátima lança um novo site esta manhã onde se incluem informações sobre a atividade pastoral diária, permanentemente atualizada e informações de relevo histórico e teológico para a compreensão da mensagem de Fátima. Na nova página há um contador do tempo que nos conduzirá até ao dia 13 de maio de 2017.

Este endereço online permite conhecer melhor cada espaço do Santuário de Fátima, bem como a história das aparições e a vida dos Pastorinhos.

A vivência do Santuário, agenda cultural e celebração do Centenário das Aparições também têm lugar de destaque neste novo espaço online.

A novidade é um melhorado layout, com um espaço multimédia onde é possível ver fotografias, vídeos, e aceder a documentação.

A visualização em direto da Capelinha das Aparições continua a ser um dos pontos mais importantes deste novo site, que à semelhança do anterior se espera que continue a ser visitado por milhares de peregrinos diariamente.

O site está disponível nos 7 idiomas oficiais do Santuário: português, espanhol, italiano, francês, inglês, alemão, polaco.

Este novo espaço na internet permite, também, fazer compras online na loja oficial do Santuário de Fátima.

O novo site está disponível em http://www.fatima.pt/pt



publicado por Carlos Gomes às 11:31
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2016
BRAGA OFERECE FARRICOCO AO PRESIDENTE DO MUNICÍPIO DE OURÉM

Presidente do Município de Ourém visita espaço de Braga no workshop internacional que se realizou em Fátima

Paulo Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Ourém, foi presenteado com um farricoco de Braga, mostrando-se empenhado em continuar o estreitar de relações para contribuir para o reforço da notoriedade e atractividade dos dois Concelhos, nomeadamente no âmbito do turismo religioso, mostrando-se também aberto a outras parcerias para o desenvolvimento de Ourém e de Braga.

António Barroso e Paulo Fonseca

No espaço promocional de Braga estava em destaque a Semana Santa, o São João, a Sé Catedral, a mais antiga de Portugal, os Caminhos de Santiago, a cruz da primeira missa realizada no Brasil que se encontra no tesouro-museu da Sé, o Bom Jesus, o Mosteiro de Tibães e o segundo maior santuário mariano nacional depois de Fátima, o do Sameiro.

A Câmara Municipal de Braga marcou presença no IV Workshop Internacional de Turismo Religioso, que se realizou em Fátima. A presença deveu-se a um convite endereçado pela Câmara Municipal de Ourém e a ACISO (Associação Empresarial de Ourém-Fátima).

O workshop teve como principais objectivos a promoção de uma bolsa de contactos de negócio entre os participantes, a divulgação internacional de Portugal enquanto destino privilegiado de Turismo Religioso, a potenciação da importância do Turismo Religioso no contexto do sector turístico mundial e a reflexão sobre as novas tendências para melhor atrair turistas.

Este evento contou com mais de 500 participantes, com destaque para os operadores turísticos provenientes de mercados como: Brasil, Espanha, França, Irlanda, Itália, Polónia, Alemanha, Coreia do Sul, Indonésia, Israel, Filipinas, Colômbia, Canadá, Estados Unidos da América, Uruguai, Bolívia, Vietname, Argentina, Bélgica, Senegal, República Checa, India e Hungria, entre outros.

António Barroso, em representação do Município Bracarense, afirmou que ´existe um potencial enorme nos roteiros internacionais do turismo religioso onde Braga tem que reforçar a sua notoriedade´. “Esta nossa acção deve-se a um trabalho que temos vindo a executar com responsáveis de Fátima para que Braga e Fátima se afirmem como destinos complementares. Aqui há um papel preponderante que cabe também aos nossos agentes privados e à Arquidiocese para articularmos a nossa oferta para conseguirmos através deste género de turismo combatermos a sazonalidade e incrementarmos cada vez mais a nossa relevância nos circuitos turísticos internacionais”, disse..

Segundo António Barroso, apesar de, relativamente ao ano transacto, já serem evidentes novas operações turísticas em Braga, ainda existe muito mercado turístico a conquistar, nomeadamente no circuito do turismo religioso. “O facto de estarmos estrategicamente no meio do percurso entre Fátima e Santiago de Compostela, e vice-versa, tem que ser constantemente promovido e divulgado para que se consiga atrair e cativar todo o fluxo turístico e de peregrinação que estes dois grandes centros religiosos têm”, afirmou.

Com todos os atractivos culturais, patrimoniais e cultuais, Braga é um destino ímpar. “Temos o património e a história que Fátima, sendo um local de peregrinação com apenas 99 anos, não oferece. Estamos assim empenhados em trabalhar conjuntamente para aumentarmos a permanência de turistas nos nossos territórios.”

Operadores estrangeiros visitam Braga

Durante este fim-de-semana e na Segunda-feira, operadores estrangeiros inscritos no IV Workshop Internacional de Turismo Religioso fazem uma visita a Braga, onde terão oportunidade de ver e sentir in loco as riquezas turísticas, a localização e acessibilidades, o atraente comércio e o acolhimento que os Bracarenses proporcionam.

Para António Barroso, estas acções inserem-se na estratégia do Município de estimular e desenvolver a economia do Concelho através do turismo. “A nossa afirmação internacional e o estabelecimento de parcerias com parceiros estratégicos são fundamentais para fortalecer a nossa atractividade a todos os níveis”, salientou.

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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2016
PESCADORES PEREGRINAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

PESCADORES



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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
OUREENSES FAZEM VIGÍLIA COM MARIA



publicado por Carlos Gomes às 12:23
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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA RECEBE PEREGRINAÇÃO DOS PESCADORES

PESCADORES



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OUREENSES FAZEM VIGÍLIA COM MARIA



publicado por Carlos Gomes às 14:56
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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA ACOLHE CONCERTO EVOCATIVO DOS TRÊS PASTORINHOS DE FÁTIMA

Igreja paroquial de Fátima acolhe concerto Ex ore Infantium, no dia 20 de fevereiro

Realiza-se  este sábado, 20 de fevereiro, dia em que a igreja celebra a festa litúrgica dos Beatos Francisco e Jacinta, Ex ore infantium- II Concerto Evocativo dos Três Pastorinhos de Fátima, pelo coro Vox Ætherea, sob a direção do maestro Alberto Medina Seiça, que decorrerá na Igreja Matriz de Fátima, a partir das 21h00.

O Santuário todos os anos celebra este dia e este ano volta a fazê-lo, também, através da música, proporcionando um momento de fruição artística.

O recital Ex ore Infantium constrói-se num percurso marcado por três momentos que ressoam a mensagem de Fátima: conversão, paz, oração.

O intérprete do concerto é o Coro Vox Ætherea, constituído exclusivamente por vozes femininas.

Formado em 1999, com o intuito de promover a execução de repertorio coral para vozes iguais femininas, dedica-se, prioritariamente, à música sacra coral, desde o canto gregoriano até à música contemporânea, tanto a capella como com acompanhamento instrumental.

Entre outras obras, apresentou, em Coimbra e em Aveiro, a Missa em Mi bemol Maior, op. 155 de Joseph Rheinberger.

Participou no Projeto “Coimbra Vibra”, promovido pela Câmara Municipal de Coimbra, em outubro de 2003, e no Projeto “Passos de Inês”, em Montemor-o-Velho, em setembro de 2005.

Foi o coro convidado para o recital comemorativo dos 25 anos do Coro Sol Nascente (Lisboa). Em 2006, de entre diversas atuações, destaca-se o concerto, como coro convidado, no âmbito do Encontro de Pastoral Litúrgica da Diocese da Guarda . Em 2007, apresentou um recital centrado na figura feminina, Feminae cantus, e participou, ainda, no IV Encontro de Música Antiga de Tentúgal.

Em 2008, o Coro Vox Ætherea participou, com outros coros nacionais e estrangeiros, no ciclo de Música Sacra do Tempo da Paixão promovido pela Câmara Municipal do Porto. Em 2012, deu o concerto inaugural da 61ª Semana de Estudos Gregorianos, em Viseu. Em 2014, deu um recital na Igreja de Santa Marina, em Sevilha. Participou com duas obras em canto gregoriano no CD Lusitana Organa, vol. I, editado em 2012. É dirigido, desde a sua fundação, por Alberto Medina de Seiça, professor na Escola Diocesana de Música Sacra de Coimbra, desde 1999, lecionando as disciplinas de Canto Litúrgico, Canto Gregoriano e Coro.

O maestro, colabora como formador, desde 2000, nos cursos das Semanas de Estudos Gregorianos. Tem feito conferê̂ncias sobre canto litúrgico e cantochão, orientando ainda numerosos encontros de formação de canto gregoriano, de música litúrgica e de direção de coro. Alberto Medina de Seiça é Membro de PEM – Portuguese Early Music Database (http://pemdatabase.eu/) e do Cantus Index for Mass and Office (http://cantusindex.org/), tendo fundado vários coros entre eles os Coros Litúrgicos de Tentúgal e de São José, em Coimbra. Entre 2009 e 2013, foi Diretor do Coro da Sé Catedral de Coimbra. É, desde 2013, Maestro Titular e coordenador da Seção de Música Sacra do Santuário de Fátima.

Um dia para celebrar

Nesse dia, somos convidados a recordar a entrega destas duas crianças de coração puro e simples, que ofereceram os seus sacrifícios e orações a Nossa Senhora pela conversão dos pecadores e pela paz no mundo.

O programa preparado este ano pelo Santuário de Fátima é especialmente direcionado para as crianças, adolescentes, jovens e seus familiares e culmina com este concerto, mas incluirá, também, tempos de oração, catequese e celebração eucarística.

No dia 19, pelas 17h30, realiza-se a Adoração Eucarística Comunitária, na Capela do Santíssimo Sacramento, seguindo-se às 21h30 a Vigília na Capelinha das Aparições e Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

O dia 20, começa com a oração do Rosário, a partir das 10h00, na Capelinha das Aparições, e às 10h45, haverá a procissão para a Basílica da Santíssima Trindade, seguida da Missa com bênção das crianças.

Ainda na Basílica, mas às 14h30, é promovido o “encontro com os pastorinhos”: catequese e rosário.

Às 17h00 realiza-se na Casa das Candeias- Núcleo Museológico da Fundação Jacinta e Francisco Marto, a apresentação do Livro “A Missão de Francisco”, de Maria Teresa Maia Gonzalez.

O dia termina com o II Concerto evocativo dos pastorinhos na Igreja Paroquial de Fátima, onde Lúcia, Jacinta e Francisco foram batizados, celebraram a fé e rezaram ao “Jesus escondido”.

Jacinta e Francisco nasceram em Aljustrel, numa família humilde, que desde cedo os ensinou a conhecer e louvar a Deus e à Virgem Maria. Em 1916 viram três vezes um Anjo e em 1917 seis vezes a Santíssima Virgem que os exortavam a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados, para obter a conversão dos pecadores e a paz para o mundo. Ambos quiseram imediatamente responder com todas as suas forças a estas exortações. Inflamados cada vez mais no amor a Deus e às almas, tinham uma só aspiração: rezar e sofrer de acordo com os pedidos do Anjo e da Virgem Maria.

Francisco faleceu no dia 4 de Abril de 1919 e Jacinta no dia 20 de Fevereiro de 1920. O papa João Paulo II deslocou-se a Fátima no dia 13 de Maio de 2000 para beatificar as duas primeiras crianças não mártires.

Refira-se que este concerto está integrado no Programa das Comemorações do Centenário das Aparições de Nossa Senhora aos Pastorinhos, que se celebra em 2017.

CR



publicado por Carlos Gomes às 21:02
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SANTUÁRIO DE FÁTIMA LANÇA NOVO LIVRO QUE RELATA “A MISSÃO DO FRANCISCO”

A escritora Maria Teresa Maia Gonzalez escreveu um conto inspirado na vida e no testemunho de fé dos três pequenos videntes da Cova da Iria. O livro é apresentado na Casa das Candeias, em Fátima, no Sábado, Dia dos Pastorinhos, às 17h00.

O livro «A Missão do Francisco» é a mais recente obra de Maria Teresa Maia Gonzalez, encomendada pelo Santuário de Fátima, que será lançado no Dia dos Pastorinhos, na Casa das Candeias, em Fátima. A apresentação da obra será feita pelo teólogo do Santuário, Pedro Valinho Gomes, e a cerimónia contará com a presença do Bispo de Leiria Fátima, D. António Marto e do reitor do Santuário, Pe Carlos Cabecinhas.

Este novo conto, narrado por uma adolescente, apresenta “três jovens do século XXI, atraídos pelo exemplo de Francisco, Jacinta e Lúcia”, que “acolhem e procuram pôr em prática a Mensagem transmitida pela Mãe do Céu, na Cova da Iria”, como refere a autora no inicio do livro.

“Ao fazê-lo, Maria do Rosário, Filipe e Francisco (as três personagens) serão transformados. Não passarão a ser heróis, mas passam a Sentir, Pensar e Agir de uma forma nova que fará deles verdadeiros combatentes pela Oração e lutadores incansáveis pela Paz, sobretudo no contexto real das suas próprias famílias”, refere Maria Teresa Maia Gonzalez destacando que essa “transformação mudará, para sempre, o modo como se relacionam — consigo mesmos, com Deus e com as outras pessoas”.

O conto, ficcionado, acaba por ser um desafio aos jovens para conhecerem em profundidade a vida das três crianças-pastores, sobretudo naquela que foi a “extraordinária experiência de fé, de coragem e de amor, que nos últimos 100 anos atravessou as fronteiras do país para alcançar o mundo inteiro”, refere ainda a escritora.

“Conhecer o percurso das suas vidas é reconhecer o Amor de Deus que, de modo especial por Maria, chega até nós para nos curar (sobretudo do egoísmo), libertar, encher de confiança e de alegria” frisa Maria Teresa Maia Gonzalez expressando o desejo de que esta obra convide para uma verdadeira peregrinação a Fátima para ter “essa experiência particular de Deus”.

“Se não puderem fazê-lo, talvez possam, como as personagens deste livro, entrar na Grande Aventura de descobrir o Plano que Deus tem para cada um, para cada uma” diz a escritora, lembrando que “à semelhança do que Deus escolheu para os três pastorinhos da Cova da Iria, este é um caminho de aprendizagem do Amor e da Alegria, para a concretização da principal vocação à qual todos somos chamados: a Santidade”.

Com 93 páginas, a obra é ilustrada por Inês do Carmo, e prefaciada pelo bispo da diocese de Leiria-Fátima, António Marto. O prelado reconhece a dificuldade do mundo “fragmentado e complexo” de hoje, em que os jovens se interessam mais por uma literatura assente em histórias pessoais do que por uma literatura do conhecimento, com marcas da Grande História.

Maria Teresa Maia Gonzalez, autora de cerca de 150 títulos, é natural de Coimbra e foi professora dos ensinos básico e secundário. Os seus livros versam sobre diferentes temáticas, sobretudo as que dizem respeito a temas vividos na infância e na adolescência.

CR



publicado por Carlos Gomes às 20:57
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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2016
PESCADORES DE PORTUGAL PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 15:13
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2016
ENCONTRO EM CUBA ENTRE O PAPA FRANCISCO E O PATRIARCA KIRILL DE MOSCOVO É UM ACONTECIMENTO HISTÓRICO PARA OS CRISTÃOS DO MUNDO INTEIRO

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Declaração comum do Papa Francisco e do Patriarca Kirill de Moscovo e de toda a Rússia

«A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós» (2 Cor 13, 13).

  1. Por vontade de Deus Pai de quem provém todo o dom, no nome do Senhor nosso Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo Consolador, nós, Papa Francisco e Kirill, Patriarca de Moscovo e de toda a Rússia, encontramo-nos, hoje, em Havana. Damos graças a Deus, glorificado na Trindade, por este encontro, o primeiro na história.

Com alegria, encontramo-nos como irmãos na fé cristã que se reúnem para «falar de viva voz» (2 Jo 12), coração a coração, e analisar as relações mútuas entre as Igrejas, os problemas essenciais de nossos fiéis e as perspectivas de progresso da civilização humana

  1. O nosso encontro fraterno teve lugar em Cuba, encruzilhada entre Norte e Sul, entre Leste e Oeste. A partir desta ilha, símbolo das esperanças do «Novo Mundo» e dos acontecimentos dramáticos da história do século XX, dirigimos a nossa palavra a todos os povos da América Latina e dos outros continentes.

Alegramo-nos por estar a crescer aqui, de forma dinâmica, a fé cristã. O forte potencial religioso da América Latina, a sua tradição cristã secular, presente na experiência pessoal de milhões de pessoas, são a garantia dum grande futuro para esta região.

  1. Encontrando-nos longe das antigas disputas do «Velho Mundo», sentimos mais fortemente a necessidade dum trabalho comum entre católicos e ortodoxos, chamados a dar ao mundo, com mansidão e respeito, razão da esperança que está em nós(cf. 1 Ped3, 15).
  2. Damos graças a Deus pelos dons que recebemos da vinda ao mundo do seu único Filho. Partilhamos a Tradição espiritual comum do primeiro milénio do cristianismo. As testemunhas desta Tradição são a Virgem Maria, Santíssima Mãe de Deus, e os Santos que veneramos. Entre eles, contam-se inúmeros mártires que testemunharam a sua fidelidade a Cristo e se tornaram «semente de cristãos».
  3. Apesar desta Tradição comum dos primeiros dez séculos, há quase mil anos que católicos e ortodoxos estão privados da comunhão na Eucaristia. Estamos divididos por feridas causadas por conflitos dum passado distante ou recente, por divergências – herdadas dos nossos antepassados – na compreensão e explicitação da nossa fé em Deus, uno em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Deploramos a perda da unidade, consequência da fraqueza humana e do pecado, ocorrida apesar da Oração Sacerdotal de Cristo Salvador: «Para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti; para que assim eles estejam em Nós» (Jo17, 21).
  4. Conscientes da permanência de numerosos obstáculos, esperamos que o nosso encontro possa contribuir para o restabelecimento desta unidade querida por Deus, pela qual Cristo rezou. Que o nosso encontro inspire os cristãos do mundo inteiro a rezar ao Senhor, com renovado fervor, pela unidade plena de todos os seus discípulos. Num mundo que espera de nós não apenas palavras mas gestos concretos, possa este encontro ser um sinal de esperança para todos os homens de boa vontade!
  5. Determinados a realizar tudo o que seja necessário para superar as divergências históricas que herdámos, queremos unir os nossos esforços para testemunhar o Evangelho de Cristo e o património comum da Igreja do primeiro milénio, respondendo em conjunto aos desafios do mundo contemporâneo. Ortodoxos e católicos devem aprender a dar um testemunho concorde da verdade, em áreas onde isso seja possível e necessário. A civilização humana entrou num período de mudança epocal. A nossa consciência cristã e a nossa responsabilidade pastoral não nos permitem ficar inertes perante os desafios que requerem uma resposta comum.
  6. O nosso olhar dirige-se, em primeiro lugar, para as regiões do mundo onde os cristãos são vítimas de perseguição. Em muitos países do Médio Oriente e do Norte de África, os nossos irmãos e irmãs em Cristo vêem exterminadas as suas famílias, aldeias e cidades inteiras. As suas igrejas são barbaramente devastadas e saqueadas; os seus objectos sagrados profanados, os seus monumentos destruídos. Na Síria, no Iraque e noutros países do Médio Oriente, constatamos, com amargura, o êxodo maciço dos cristãos da terra onde começou a espalhar-se a nossa fé e onde eles viveram, desde o tempo dos apóstolos, em conjunto com outras comunidades religiosas.
  7. Pedimos a acção urgente da comunidade internacional para prevenir nova expulsão dos cristãos do Médio Oriente. Ao levantar a voz em defesa dos cristãos perseguidos, queremos expressar a nossa compaixão pelas tribulações sofridas pelos fiéis doutras tradições religiosas, também eles vítimas da guerra civil, do caos e da violência terrorista.
  8. Na Síria e no Iraque, a violência já causou milhares de vítimas, deixando milhões de pessoas sem casa nem meios de subsistência. Exortamos a comunidade internacional a unir-se para pôr termo à violência e ao terrorismo e, ao mesmo tempo, a contribuir através do diálogo para um rápido restabelecimento da paz civil. É essencial garantir uma ajuda humanitária em larga escala às populações martirizadas e a tantos refugiados nos países vizinhos.

Pedimos a quantos possam influir sobre o destino das pessoas raptadas, entre as quais se contam os Metropolitas de Alepo, Paulo e João Ibrahim, sequestrados no mês de Abril de 2013, que façam tudo o que é necessário para a sua rápida libertação.

  1. Elevamos as nossas súplicas a Cristo, Salvador do mundo, pelo restabelecimento da paz no Médio Oriente, que é «fruto da justiça» (Is32, 17), a fim de que se reforce a convivência fraterna entre as várias populações, as Igrejas e as religiões lá presentes, pelo regresso dos refugiados às suas casas, a cura dos feridos e o repouso da alma dos inocentes que morreram.

Com um ardente apelo, dirigimo-nos a todas as partes que possam estar envolvidas nos conflitos pedindo-lhes que dêem prova de boa vontade e se sentem à mesa das negociações. Ao mesmo tempo, é preciso que a comunidade internacional faça todos os esforços possíveis para pôr fim ao terrorismo valendo-se de acções comuns, conjuntas e coordenadas. Apelamos a todos os países envolvidos na luta contra o terrorismo, para que actuem de maneira responsável e prudente. Exortamos todos os cristãos e todos os crentes em Deus a suplicarem, fervorosamente, ao Criador providente do mundo que proteja a sua criação da destruição e não permita uma nova guerra mundial. Para que a paz seja duradoura e esperançosa, são necessários esforços específicos tendentes a redescobrir os valores comuns que nos unem, fundados no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

  1. Curvamo-nos perante o martírio daqueles que, à custa da própria vida, testemunham a verdade do Evangelho, preferindo a morte à apostasia de Cristo. Acreditamos que estes mártires do nosso tempo, pertencentes a várias Igrejas mas unidos por uma tribulação comum, são um penhor da unidade dos cristãos. É a vós, que sofreis por Cristo, que se dirige a palavra do Apóstolo: «Caríssimos, (...) alegrai-vos, pois assim como participais dos padecimentos de Cristo, assim também rejubilareis de alegria na altura da revelação da sua glória» (1 Ped4, 12-13).
  2. Nesta época preocupante, é indispensável o diálogo inter-religioso. As diferenças na compreensão das verdades religiosas não devem impedir que pessoas de crenças diversas vivam em paz e harmonia. Nas circunstâncias actuais, os líderes religiosos têm a responsabilidade particular de educar os seus fiéis num espírito respeitador das convicções daqueles que pertencem a outras tradições religiosas. São absolutamente inaceitáveis as tentativas de justificar acções criminosas com slôganes religiosos. Nenhum crime pode ser cometido em nome de Deus, «porque Deus não é um Deus de desordem, mas de paz» (1 Cor14, 33).
  3. Ao afirmar o alto valor da liberdade religiosa, damos graças a Deus pela renovação sem precedentes da fé cristã que agora está a acontecer na Rússia e em muitos países da Europa Oriental, onde, durante algumas décadas, dominaram os regimes ateus. Hoje as cadeias do ateísmo militante estão quebradas e, em muitos lugares, os cristãos podem livremente confessar a sua fé. Num quarto de século, foram construídas dezenas de milhares de novas igrejas, e abertos centenas de mosteiros e escolas teológicas. As comunidades cristãs desenvolvem uma importante actividade socio-caritativa, prestando variada assistência aos necessitados. Muitas vezes trabalham lado a lado ortodoxos e católicos; atestam a existência dos fundamentos espirituais comuns da convivência humana, ao testemunhar os valores do Evangelho.
  4. Ao mesmo tempo, estamos preocupados com a situação em muitos países onde os cristãos se debatem cada vez mais frequentemente com uma restrição da liberdade religiosa, do direito de testemunhar as suas convicções e da possibilidade de viver de acordo com elas. Em particular, constatamos que a transformação de alguns países em sociedades secularizadas, alheias a qualquer referência a Deus e à sua verdade, constitui uma grave ameaça à liberdade religiosa. É fonte de inquietação para nós a limitação actual dos direitos dos cristãos, se não mesmo a sua discriminação, quando algumas forças políticas, guiadas pela ideologia dum secularismo frequentemente muito agressivo, procuram relegá-los para a margem da vida pública.
  5. O processo de integração europeia, iniciado depois de séculos de sangrentos conflitos, foi acolhido por muitos com esperança, como uma garantia de paz e segurança. Todavia convidamos a manter-se vigilantes contra uma integração que não fosse respeitadora das identidades religiosas. Embora permanecendo abertos à contribuição doutras religiões para a nossa civilização, estamos convencidos de que a Europa deve permanecer fiel às suas raízes cristãs. Pedimos aos cristãos da Europa Oriental e Ocidental que se unam para testemunhar em conjunto Cristo e o Evangelho, de modo que a Europa conserve a própria alma formada por dois mil anos de tradição cristã.
  6. O nosso olhar volta-se para as pessoas que se encontram em situações de grande dificuldade, em condições de extrema necessidade e pobreza, enquanto crescem as riquezas materiais da humanidade. Não podemos ficar indiferentes à sorte de milhões de migrantes e refugiados que batem à porta dos países ricos. O consumo desenfreado, como se vê em alguns países mais desenvolvidos, está gradualmente esgotando os recursos do nosso planeta. A crescente desigualdade na distribuição dos bens da Terra aumenta o sentimento de injustiça perante o sistema de relações internacionais que se estabeleceu.
  7. As Igrejas cristãs são chamadas a defender as exigências da justiça, o respeito pelas tradições dos povos e uma autêntica solidariedade com todos os que sofrem. Nós, cristãos, não devemos esquecer que «o que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte. O que o mundo considera vil e desprezível é que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa. Assim, ninguém se pode vangloriar diante de Deus» (1 Cor1, 27-29).
  8. A família é o centro natural da vida humana e da sociedade. Estamos preocupados com a crise da família em muitos países. Ortodoxos e católicos partilham a mesma concepção da família e são chamados a testemunhar que ela é um caminho de santidade, que testemunha a fidelidade dos esposos nas suas relações mútuas, a sua abertura à procriação e à educação dos filhos, a solidariedade entre as gerações e o respeito pelos mais vulneráveis.
  9. A família funda-se no matrimónio, acto de amor livre e fiel entre um homem e uma mulher. É o amor que sela a sua união e os ensina a acolher-se reciprocamente como um dom. O matrimónio é uma escola de amor e fidelidade. Lamentamos que outras formas de convivência já estejam postas ao mesmo nível desta união, ao passo que o conceito, santificado pela tradição bíblica, de paternidade e de maternidade como vocação particular do homem e da mulher no matrimónio, seja banido da consciência pública.
  10. Pedimos a todos que respeitem o direito inalienável à vida. Milhões de crianças são privadas da própria possibilidade de nascer no mundo. A voz do sanguedas crianças não nascidas clama a Deus(cf. Gn 4, 10).

O desenvolvimento da chamada eutanásia faz com que as pessoas idosas e os doentes comecem a sentir-se um peso excessivo para as suas famílias e a sociedade em geral.

Estamos preocupados também com o desenvolvimento das tecnologias reprodutivas biomédicas, porque a manipulação da vida humana é um ataque aos fundamentos da existência do homem, criado à imagem de Deus. Consideramos nosso dever lembrar a imutabilidade dos princípios morais cristãos, baseados no respeito pela dignidade do homem chamado à vida, segundo o desígnio do Criador.

  1. Hoje, desejamos dirigir-nos de modo particular aos jovens cristãos. Vós, jovens, tendes o dever de não esconder o talento na terra(cf. Mt25, 25), mas de usar todas as capacidades que Deus vos deu para confirmar no mundo as verdades de Cristo, encarnar na vossa vida os mandamentos evangélicos do amor de Deus e do próximo. Não tenhais medo de ir contra a corrente, defendendo a verdade de Deus, à qual estão longe de se conformar sempre as normas secularizadas de hoje.
  2. Deus ama-vos e espera de cada um de vós que sejais seus discípulos e apóstolos. Sede a luz do mundo, de modo que quantos vivem ao vosso redor, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está no Céu (cf. Mt5, 14.16). Haveis de educar os vossos filhos na fé cristã, transmitindo-lhes a pérola preciosada fé (cf. Mt 13, 46), que recebestes dos vossos pais e antepassados. Lembrai-vos que «fostes comprados por um alto preço» (1 Cor 6, 20), a custo da morte na cruz do Homem-Deus Jesus Cristo.
  3. Ortodoxos e católicos estão unidos não só pela Tradição comum da Igreja do primeiro milénio mas também pela missão de pregar o Evangelho de Cristo no mundo de hoje. Esta missão exige o respeito mútuo entre os membros das comunidades cristãs e exclui qualquer forma de proselitismo.

Não somos concorrentes, mas irmãos: por esta certeza, devem ser guiadas todas as nossas acções recíprocas e em benefício do mundo exterior. Exortamos os católicos e os ortodoxos de todos os países a aprender a viver juntos na paz e no amor e a ter «os mesmos sentimentos, uns com os outros» (Rm 15, 5). Por isso, é inaceitável o uso de meios desleais para incitar os crentes a passar duma Igreja para outra, negando a sua liberdade religiosa ou as suas tradições. Somos chamados a pôr em prática o preceito do apóstolo Paulo: «Tive a maior preocupação em não anunciar o Evangelho onde já era invocado o nome de Cristo, para não edificar sobre fundamento alheio» (Rm 15, 20).

  1. Esperamos que o nosso encontro possa contribuir também para a reconciliação, onde existirem tensões entre greco-católicos e ortodoxos. Hoje, é claro que o método do «uniatismo» do passado, entendido como a união duma comunidade à outra separando-a da sua Igreja, não é uma forma que permita restabelecer a unidade. Contudo, as comunidades eclesiais surgidas nestas circunstâncias históricas têm o direito de existir e de empreender tudo o que é necessário para satisfazer as exigências espirituais dos seus fiéis, procurando ao mesmo tempo viver em paz com os seus vizinhos. Ortodoxos e greco-católicos precisam de reconciliar-se e encontrar formas mutuamente aceitáveis de convivência.
  2. Deploramos o conflito na Ucrânia que já causou muitas vítimas, provocou inúmeras tribulações a gente pacífica e lançou a sociedade numa grave crise económica e humanitária. Convidamos todas as partes do conflito à prudência, à solidariedade social e à actividade de construir a paz. Convidamos as nossas Igrejas na Ucrânia a trabalhar por se chegar à harmonia social, abster-se de participar no conflito e não apoiar ulteriores desenvolvimentos do mesmo.
  3. Esperamos que o cisma entre os fiéis ortodoxos na Ucrânia possa ser superado com base nas normas canónicas existentes, que todos os cristãos ortodoxos da Ucrânia vivam em paz e harmonia, e que as comunidades católicas do país contribuam para isso de modo que seja visível cada vez mais a nossa fraternidade cristã.
  4. No mundo contemporâneo, multiforme e todavia unido por um destino comum, católicos e ortodoxos são chamados a colaborar fraternalmente no anúncio da Boa Nova da salvação, a testemunhar juntos a dignidade moral e a liberdade autêntica da pessoa, «para que o mundo creia» (Jo17, 21). Este mundo, onde vão desaparecendo progressivamente os pilares espirituais da existência humana, espera de nós um vigoroso testemunho cristão em todas as áreas da vida pessoal e social. Nestes tempos difíceis, o futuro da humanidade depende em grande parte da nossa capacidade conjunta de darmos testemunho do Espírito de verdade.
  5. Neste corajoso testemunho da verdade de Deus e da Boa Nova salvífica, possa sustentar-nos o Homem-Deus Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que nos fortifica espiritualmente com a sua promessa infalível: «Não temais, pequenino rebanho, porque aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino» (Lc12, 32).

Cristo é fonte de alegria e de esperança. A fé n’Ele transfigura a vida humana, enche-a de significado. Disto mesmo puderam convencer-se, por experiência própria, todos aqueles a quem é possível aplicar as palavras do apóstolo Pedro: «Vós que outrora não éreis um povo, mas sois agora povo de Deus, vós que não tínheis alcançado misericórdia e agora alcançastes misericórdia» (1 Ped 2, 10).

  1. Cheios de gratidão pelo dom da compreensão recíproca manifestada durante o nosso encontro, levantamos os olhos agradecidos para a Santíssima Mãe de Deus, invocando-A com as palavras desta antiga oração: «Sob o abrigo da vossa misericórdia, nos refugiamos, Santa Mãe de Deus». Que a bem-aventurada Virgem Maria, com a sua intercessão, encoraje à fraternidade aqueles que A veneram, para que, no tempo estabelecido por Deus, sejam reunidos em paz e harmonia num só povo de Deus para glória da Santíssima e indivisível Trindade!

Francisco
Bispo de Roma
Papa da Igreja Católica

Kirill 
Patriarca de Moscovo
e de toda a Rússia

Havana (Cuba), 12 de Fevereiro de 2016.



publicado por Carlos Gomes às 22:04
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MENSAGEM DE FÁTIMA “OFERECE A PEDAGOGIA” PARA O ITINERÁRIO QUARESMAL DA CONVERSÃO

Reitor preside à celebração da quarta feira de cinzas na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima

A mensagem de Fátima e o testemunho de vida dos pastorinhos oferecem uma “verdadeira pedagogia” para cumprir o itinerário de conversão a que a Quaresma desafia, disse o reitor do Santuário de Fátima na homilia da celebração a que presidiu esta quarta feira de cinzas, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

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“Na mensagem de Fátima encontramos uma verdadeira pedagogia para este itinerário quaresmal que nos leva à conversão”, disse o Pe Carlos Cabecinhas pois “o apelo da quaresma está no próprio coração da Mensagem de Fátima”.

“Aqui encontramos o convite à oração e à oferta de sacrifícios, tal como no testemunho de vida dos pastorinhos, sepultados nesta Basílica, sempre atentos e preocupados com os mais pobres”, acrescentou.

“Na Mensagem de Fátima encontramos os três meios que a Igreja oferece para este tempo favorável de conversão: a oração, o jejum e a caridade”, precisou o Reitor do Santuário de Fátima.

O Reitor do Santuário, que presidiu à Missa das 11h00, e que foi concelebrada pelo ex Reitor, Monsenhor Luciano Guerra, lembrou que este “é o tempo favorável para a conversão”, sendo esta a palavra que “melhor sintetiza” a Quaresma. E para seguir este itinerário são necessárias “a oração, o jejum e a caridade”.

“Precisamos de rezar mais e melhor para reatarmos a nossa relação com Deus, tantas vezes enfraquecida pelas rotinas do dia-a-dia”, frisou o sacerdote, destacando a importância do jejum “mesmo contra a corrente”.

“Hoje falar de jejum vai contra a corrente e não colhe simpatias,  mas convém que tenhamos a consciência de que é preciso renunciar a algo” afirmou o Pe. Carlos Cabecinhas destacando que “jejuar dos alimentos é apenas um sinal de que queremos renunciar ao pecado”.

O sacerdote referiu-se ainda à caridade, como tradução do amor fraterno.

“Não há oração verdadeira sem sincero cuidado com os irmãos, pois o amor a Deus e ao próximo são inseparáveis” relembrou o sacerdote, que deixou uma palavra sobre este “tempo favorável” que este ano particularmente por ser um ano santo, tem a misericórdia como horizonte.

“É a misericórdia que torna possível a conversão e  este jubileu recorda-nos que esta conversão só é possível onde há a consciência do pecado e da misericórdia. Fora deste horizonte a consciência dos nossos pecados ou nos deixa desesperados ou indiferentes”, concluiu.

Os católicos de todo o mundo começam hoje a viver o tempo da Quaresma, com a celebração das Cinzas, que são impostas sobre a sua cabeça durante a Missa.

Este é um período de 40 dias, excetuando os domingos, marcado por apelos ao jejum, partilha e penitência, que serve de preparação para a Páscoa, a principal festa do calendário cristão.

Nos primeiros séculos, apenas cumpriam o rito da imposição da cinza os grupos de penitentes ou pecadores que queriam receber a reconciliação no final da Quaresma, na Quinta-feira Santa.

A partir do século XI, o Papa Urbano II estendeu este rito a todos os cristãos no princípio da Quaresma.

Na Liturgia, este tempo é marcado por paramentos e vestes roxas, pela omissão do ‘Glória’ e do ‘Aleluia’ na celebração da Missa.

O Santuário de Fátima, como santuário católico, tem um programa litúrgico para este tempo.

Esta quarta feira, depois da Missa das 7h30, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, houve Laudes, na Capela do Santíssimo Sacramento, seguida de Missa na Capela da Morte de Jesus.

Às 10h15 celebrou-se a Hora Intermédia- adoração comunitária, na Capela do Santíssimo Sacramento e às 11h00 Missa na Basílica de Nossa Senhora do Rosário.

Às 12h00 rezou-se o Rosário, na Capelinha das Aparições e às 14h00 celebra-se a Adoração Comunitária, na Capela do Santíssimo Sacramento, da Responsabilidade da Conferências dos Institutos Religiosos Portugueses.

Às 15h00 haverá Missa na Capela da Morte de Jesus, seguida de Adoração individual, na Capela do Santíssimo Sacramento e de Missa na Capela da Morte de Jesus, às 16h30.

Às 17h30 celebram-se as Vésperas, na Capela do Santíssimo Sacramento, depois Missa na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, às 18h30, altura em que se rezará o Terço na Capelinha das Aparições.

Refira-se que hoje às 22h15, por se iniciar a Quaresma haverá Adoração comunitária com Meditação sobre este tempo litúrgico, na Capela do Santíssimo Sacramento.

De referir que durante este período da Quaresma realiza-se todas as sextas feiras  e domingos a Via-Sacra no recinto da oração, às 14h00.

CR



publicado por Carlos Gomes às 18:14
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SANTUÁRIO DE FÁTIMA CELEBRA FESTA LITÚRGICA DOS BEATOS FRANCISCO E JACINTA

Igreja paroquial de Fátima acolhe concerto Ex ore Infantium, no dia 20 de fevereiro

Realiza-se no próximo dia 20 de fevereiro, dia em que a igreja celebra a festa litúrgica dos Beatos Francisco e Jacinta, Ex ore infantium- II Concerto Evocativo dos Três Pastorinhos de Fátima, pelo coro Vox Ætherea, sob a direção do maestro Alberto Medina Seiça, que decorrerá na Igreja Matriz de Fátima, a partir das 21h00.

O Santuário todos os anos celebra este dia e este ano volta a fazê-lo, também, através da música, proporcionando um momento de fruição artística.

O recital Ex ore Infantium constrói-se num percurso marcado por três momentos que ressoam a mensagem de Fátima: conversão, paz, oração.

O intérprete do concerto é o Coro Vox Ætherea, constituído exclusivamente por vozes femininas.

Formado em 1999, com o intuito de promover a execução de repertório coral para vozes iguais femininas,  dedica-se, prioritariamente, à música sacra coral, desde o canto gregoriano até à música contemporânea, tanto a capella como com acompanhamento instrumental.

Entre outras obras, apresentou, em Coimbra e em Aveiro, a Missa em Mi bemol Maior, op. 155 de Joseph Rheinberger.

Participou no Projeto “Coimbra Vibra”, promovido pela Câmara Municipal de Coimbra, em outubro de 2003, e no Projeto “Passos de Inês”, em Montemor-o-Velho, em setembro de 2005.

Foi o coro convidado para o recital comemorativo dos 25 anos do Coro Sol Nascente (Lisboa). Em 2006, de entre diversas atuações, destaca-se o concerto, como coro convidado, no âmbito do Encontro de Pastoral Litúrgica da Diocese da Guarda . Em 2007, apresentou um recital centrado na figura feminina, Feminae cantus, e participou, ainda, no IV Encontro de Música Antiga de Tentúgal.

Em 2008, o Coro Vox Ætherea participou, com outros coros nacionais e estrangeiros, no ciclo de Música Sacra do Tempo da Paixão promovido pela Câmara Municipal do Porto. Em 2012, deu o concerto inaugural da 61ª Semana de Estudos Gregorianos, em Viseu. Em 2014, deu um recital na Igreja de Santa Marina, em Sevilha. Participou com duas obras em canto gregoriano no CD Lusitana Organa, vol. I, editado em 2012. É dirigido, desde a sua fundação, por Alberto Medina de Seiça, professor na Escola Diocesana de Música Sacra de Coimbra, desde 1999, lecionando as disciplinas de Canto Litúrgico, Canto Gregoriano e Coro.

O maestro, colabora como formador, desde 2000, nos cursos das Semanas de Estudos Gregorianos. Tem feito conferê̂ncias sobre canto litúrgico e cantochão, orientando ainda numerosos encontros de formação de canto gregoriano, de música litúrgica e de direção de coro. Alberto Medina de Seiça é Membro de PEM – Portuguese Early Music Database e do Cantus Index for Mass and Office, tendo fundado vários coros entre eles os Coros Litúrgicos de Tentúgal e de São José, em Coimbra. Entre 2009 e 2013, foi Diretor do Coro da Sé Catedral de Coimbra. É, desde 2013, Maestro Titular e coordenador da Seção de Música Sacra do Santuário de Fátima.

Um dia para celebrar

Nesse dia, somos convidados a recordar a entrega destas duas crianças de coração puro e simples, que ofereceram os seus sacrifícios e orações a Nossa Senhora pela conversão dos pecadores e pela paz no mundo.

O programa preparado este ano pelo Santuário de Fátima é especialmente direcionado para as crianças, adolescentes, jovens e seus familiares e  culmina com este concerto, mas incluirá, também, tempos de oração, catequese e celebração eucarística.

No dia 19, pelas 17h30, realiza-se a Adoração Eucarística Comunitária, na Capela do Santíssimo Sacramento, seguindo-se às 21h30 a Vigília na Capelinha das Aparições e Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

O dia 20, começa com a oração do Rosário, a partir das 10h00, na Capelinha das Aparições, e às 10h45, haverá a procissão para a Basílica da Santíssima Trindade, seguida da Missa com bênção das crianças.

Ainda na Basílica, mas às 14h30, é promovido o “encontro com os pastorinhos”: catequese e rosário.

Às 17h00 realiza-se na Casa das Candeias- Núcleo Museológico da Fundação Jacinta e Francisco Marto, a apresentação do Livro “A Missão de Francisco”, de Maria Teresa Maia Gonzalez.

O dia termina com o II Concerto evocativo dos pastorinhos na Igreja Paroquial de Fátima, onde Lúcia, Jacinta e Francisco foram batizados, celebraram a fé e rezaram ao “Jesus escondido”.

Jacinta e Francisco nasceram em Aljustrel, numa família humilde, que desde cedo os ensinou a conhecer e louvar a Deus e à Virgem Maria. Em 1916 viram três vezes um Anjo e em 1917 seis vezes a Santíssima Virgem que os exortavam a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados, para obter a conversão dos pecadores e a paz para o mundo. Ambos quiseram imediatamente responder com todas as suas forças a estas exortações. Inflamados cada vez mais no amor a Deus e às almas, tinham uma só aspiração: rezar e sofrer de acordo com os pedidos do Anjo e da Virgem Maria.

Francisco faleceu no dia 4 de Abril de 1919 e Jacinta no dia 20 de Fevereiro de 1920. O papa João Paulo II deslocou-se a Fátima no dia 13 de Maio de 2000 para beatificar as duas primeiras crianças não mártires.

Refira-se que este concerto está integrado no Programa das Comemorações do Centenário das Aparições de Nossa Senhora aos Pastorinhos, que se celebra em 2017.

CR



publicado por Carlos Gomes às 18:04
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SANTUÁRIO DE FÁTIMA APRESENTA O LIVRO “A MISSÃO DE FRANCISCO” DA ESCRITORA MARIA TERESA GONZALEZ

“A Missão de Francisco”, a mais recente obra de Maria Teresa Maia Gonzalez, que decorrerá na Casa das Candeias, no próximo dia 20, pelas 17h00.

A obra, cujo lançamento está integrado nas celebrações do dia dos Pastorinhos, é um conto, narrado por uma adolescente, no qual “três jovens do século XXI, atraídos pelo exemplo de Francisco, Jacinta e Lúcia, acolhem e procuram pôr em prática a Mensagem transmitida pela Mãe do Céu, na Cova da Iria”, como refere a nota prévia da autora, no ínicio do livro.

“Ao fazê-lo, Maria do Rosário, Filipe e Francisco (as três personagens) serão transformados”, adianta a escritora.

“Não passarão a ser heróis”, mas passam a “Sentir, Pensar e Agir de uma forma nova que fará deles verdadeiros combatentes pela Oração e lutadores incansáveis pela Paz, sobretudo no contexto real das suas próprias famílias”, sublinha a nota da autora destacando que essa “transformação mudará, para sempre, o modo como se relacionam — consigo mesmos, com Deus e com as outras pessoas”.

O conto, ficcionado, acaba por ser um desafio aos jovens para conhecerem em profundidade a vida das três crianças-pastores, sobretudo naquela que foi a “extraordinária experiência de fé, de coragem e de amor, que nos últimos 100 anos atravessou as fronteiras do país para alcançar o mundo inteiro”, refere ainda a escritora.

“Conhecer o percurso das suas vidas é reconhecer o Amor de Deus que, de modo especial por Maria, chega até nós para nos curar (sobretudo do egoísmo), libertar, encher de confiança e de alegria” frisa Maria Teresa Maia Gonzalez expressando o desejo de que esta obra convide para uma verdadeira peregrinação a Fátima para ter “essa experiência particular de Deus”.

“Se não puderem fazê-lo, talvez possam, como as personagens deste livro, entrar na Grande Aventura de descobrir o Plano que Deus tem para cada um, para cada uma” diz a escritora, lembrando que “à semelhança do que Deus escolheu para os três pastorinhos da Cova da Iria, este é um caminho de aprendizagem do Amor e da Alegria, para a concretização da principal vocação à qual todos somos chamados: a Santidade”.

O prefácio desta obra, com 93 páginas, ilustrada por Inês do Carmo, é feito pelo Bispo de Leiria Fátima que destaca a sua importância no contexto da difusão da mensagem de Fátima com novas linguagens, destinadas a um público cada vez mais heterogéneo.

“É um belo modo de conhecer e transmitir a mensagem através da ‘história dos efeitos´, da repercussão que teve na sua vida, do seu testemunho e que julgamos particularmente apto para chegar ao público dos jovens adolescentes”, destaca D. António Marto.

O prelado reconhece a dificuldade do mundo “fragmentado e complexo” de hoje, em que os jovens interessam-se mais por uma literatura da impressão, baseada em histórias pessoais do que por uma literatura do conhecimento, marcada pela Grande História, ou as dificuldades em explicar o religioso a alguém que já “não conhece a língua mãe da fé”.

Por isso, refere D. António Marto, o desafio “ainda foi maior” e o resultado “não podia ser mais original”.

A escritora “ousou, com génio criativo, falar dos pastorinhos e da mensagem da Senhora de um modo novo e original, através de um conto” que se centra naquela que é a ”síntese” da Mensagem de Fátima: “Oração, Paz e Misericórdia que cura e salva”.

“Este conto — como aliás a história dos pastorinhos — é bem diferente do género das histórias de detetives e de Harry Potter que tanto

seduzem os adolescentes”, no entanto a narração é “de uma experiência viva e tocante que os mudou por dentro de maneira surpreendente e profunda”, frisa o Bispo de Leiria-Fátima.

“Por isso mesmo é também envolvente e comovente. Eu mesmo me senti envolvido quando li o livro pela primeira vez, de um fôlego. Quem narra quer tornar os outros participantes da experiência vivida, do que lhe vai no coração”, conclui agradecendo em nome do Santuário mas também “dos Pastorinhos e de Nossa Senhora”.

Maria Teresa Maia Gonzalez, autora de cerca de 150 títulos, é natural de Coimbra e foi professora dos ensinos básico e secundário. Os seus livros versam sobre diferentes temáticas, sobretudo as que dizem respeito a temas vividos na infância e na adolescência.

Mais se informa que nesse dia, às 21h00, na Igreja Paroquial de Fátima se realizará o II Concerto Evocativo dos Pastorinhas- Ex Ore Infantium, pelo coro Vox Ætherea, sob a direção do maestro Alberto Medina Seiça.



publicado por Carlos Gomes às 11:09
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
PEREGRINOS SÃO SEMPRE O “PONTO DE INTERESSE” DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

O reitor do Santuário de Fátima afirmou esta quarta feira, em conferência de imprensa, que a celebração do Centenário das Aparições “tem de passar por novas linguagens” para chegar a quem não se sente “sintonizado” com Fátima.

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“Toda a programação foi feita a pensar nas pessoas: nos peregrinos habituais e nas suas necessidades e expectativas, mas também naqueles que não estão tão ligados a Fátima, que queremos atrair e acolher”, disse o padre Carlos Cabecinhas, em conferência de imprensa,  que decorreu na sala 13 de setembro, do Centro Pastoral Paulo VI.

O Santuário preparou e organizou um programa celebrativo que sublinha “o impacto de Fátima no âmbito da fé, dos dinamismos sociais, da cultura e do seu significado enquanto mensagem de paz”, disse o Reitor .

“Houve, desde o inicio, a preocupação de que o plano de actividades fosse alicerçado num itinerário temático que criasse uma linha condutora ao longo de todo o ciclo e conferisse razão de ser às diversas iniciativas, enquadrando-as num horizonte orientador”, disse o Pe Carlos Cabecinhas.

“O itinerário  elaborado apresenta os temas significativos da Mensagem de Fátima através de um percurso que se procurou coeso, de modo a salientar as ideias unificadoras entre eles, a distinguir os aspetos centrais dos mais secundários e a encontrar uma perspetiva de abordagem e as indispensáveis chaves de leitura”, precisou ainda o responsável pelo Santuário.

“Incluímos várias e diversificadas propostas, dentro do que seria próprio da missão de um Santuário Cristão” ressalvou o reitor adiantando que “em muitos casos” foi o Santuário a assumir a organização e realização dos projetos; e noutros recorreu a “parcerias com outras entidades”.

“Procurámos iniciativas que melhorassem as condições de acolhimento dos peregrinos e que passassem a fazer parte das ofertas habituais do santuário; apresentámos propostas efémeras e criámos património que permanecerá como herança para as gerações futuras”, disse ainda.

A reta final do programa celebrativo do centenário das Aparições, até outubro de 2017, vai ter uma “forte componente cultural”, procurando chegar a todos os públicos, porque “a fé cristã é sempre uma fé incarnada, que assume, transforma e produz cultura”, destacou o Pe Carlos Cabecinhas.

“O fenómeno Fátima, com a sua matriz especificamente cristã, não foge a esta lei da incarnação: exprime-se desde o seu inicio, há quase um século, nas formas culturais do ambiente em que nasceu e se desenvolveu; mas, ao mesmo tempo, marca a cultura envolvente e dá origem a novas expressões culturais” sublinhou o Reitor.

A partir deste mês, centena e meia de projetos procuram dar vida a uma celebração “aberta ao público em geral”, que visa “celebrar, evocar, fazer festa, refletir, contemplar e orar”, segundo o Reitor do Santuário.

O responsável disse aos jornalistas que a visita do Papa em maio de 2017 será, a “iniciativa mais marcante de toda a vivência do centenário”, mas sustentou que seria “injusto ignorar o conjunto abrangente de iniciativas que se dirigem ao público em geral para chegar ao maior número de pessoas possível”.

A agenda de eventos que o Santuário criou engloba várias expressões e géneros,  com exposições, congressos, colóquios e concertos, entre outros.

Uma das novidades apresentadas é uma exposição no Vaticano, já em 2018, que tem como objetivo sublinhar a relação entre “Fátima e a Santa Sé”, para além de funcionar como “balanço” de todo o período celebrativo do Centenário das Aparições, segundo o Pe Carlos Cabecinhas.

Face ao expectável “aumento de peregrinos” em todas as celebrações deste 100.º aniversário, o Reitor do Santuário assinalou que a instituição tem procurado colaborar com as diversas entidades e instituições” para procurar a “maior segurança possível em todos os eventos”.

Para o sacerdote, no entanto, “qualquer alarmismo é precisamente dizer que o terrorismo está a vencer”, pelo que propõe a recusa da “linguagem alarmista” para não “fazer o jogo dos grupos terroristas”.

“Não embarcaremos nesse tipo de linguagem alarmista em relação aos perigos que possa haver. Tomamos as precauções e continuamos a achar que Fátima é um lugar seguro”, insistiu.

Já em relação aos custos do programa de celebrações, o responsável pelo Santuário de Fátima adiantou que o Santuário pretende “oportunamente, dar informações sobre o custo de todas estas iniciativas”.

Entre as cerca de 150 iniciativas previstas está uma projeção na fachada da Basílica de Nossa Senhora do Rosário sobre Fátima como “fonte de luz”.

Carla Abreu Vaz, assessora do Serviço Executivo do Centenário das Aparições de Fátima, reforçou por sua vez a intenção de “ir ao encontro de um público diversificado”.

Nesse sentido, estão a ser oferecidas “novas propostas de oração”, cursos de formação e de aprofundamento teológico para a divulgação da Mensagem de Fátima e uma ampla “reflexão artística”.

As jornadas de estudo vão concluir-se de 21 a 24 de junho de 2017, num congresso internacional “Pensar Fátima, Leituras Interdisciplinares”.

O Santuário promove ainda um concurso de escolas católicas, prémios de fotografias, concertos, novas obras de arte e um programa musical, cultura e artístico, “desafiando vários artistas a olhar para Fátima”.

“O Santuário de Fátima continuará a usar linguagens contemporâneas para comunicar e refletir sobre a mensagem de Fátima e para dar a conhecer o seu património, que tem já 100 anos”, assinalou Carla Abreu Vaz.

As obras musicais encomendadas a James MacMillan e Eurico Carrapatoso, que serão interpretadas pelo Coro e Orquestra Gulbenkian, sob a batuta da Maestrina Joana Carneiro, em outubro de 2017, e a dança contemporânea evocativa da Mensagem de Fátima a apresentar em maio de 2016 pela Vortice Dance Company são exemplos particularmente relevantes de uma aproximação a linguagens que fossem atuais.

Um Centenário de Vozes (100 spots na rádio); um mural on line de testemunhos; os ciclos de conferências (um em cada ano temático com a realização de cinco conferências em cada ano); o simpósio de 2016- Eu Vim para que tenham Vida; o Congresso Mariano- Mariológico, da Pontifícia Academia Mariana; produção de diversos vídeos e filmes; publicações; Revista Cultural Fátima XXI; Exposições e concertos. Neste capítulo, importa destacar o Ciclo de Orgão, para além do Grande Concerto inaugural de Olivier Latry, interpretando uma obra de João Pedro Oliveira, que integra seis concertos onde poderão ser escutadas obras que representam períodos de 100 anos de música alemã, francesa, música sacra, contemporânea e hinos marianos. Além deste ciclo haverá um outro, de Música Sacra e o Ciclo Musical Ouvir Fátima. Tropário para uma pastora de ovelhas mansas, uma peça para coro, piano e acordeão sobre fragmentos das Memórias da Irmã Lúcia ou os concertos evocativos dos Pastorinhos, são outros destaques desta vasta programação cultural.

A instituição prevê ainda ao lançamento de um novo site e de uma aplicação para dispositivos móveis que pretende facilitar a visita dos peregrinos e do público em geral. 

CR



publicado por Carlos Gomes às 11:00
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BASÍLICA DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA FOI SIMBOLICAMENTE DEVOLVIDA AOS PEREGRINOS

Reitor do Santuário de Fátima satisfeito com “melhorias evidentes” no espaço  mais “icónico” a seguir ao Recinto

O reitor do Santuário de Fátima, Pe Carlos Cabecinhas, disse esta tarde aos jornalistas que a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi hoje “devolvida” aos peregrinos.

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“Hoje devolvemos a Basílica aos peregrinos não só porque reabrimos o espaço mas também porque acabamos por rever o programa celebrativo de forma a garantir aos peregrinos a visita a este espaço”, disse o responsável pelo Santuário, depois da Eucaristia de reabertura da Basílica ao culto, presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima, e durante a qual decorreu o rito de dedicação e consagração do Altar.

“Até agora o programa celebrativo era tão grande que não dávamos tempo aos peregrinos para visitarem este espaço que é o lugar mais icónico e simbólico do Santuário a seguir ao Recinto” precisou o Pe Carlos Cabecinhas adiantando que o Santuário vai reduzir o número de celebrações “ de modo a podermos devolver efetivamente a Basílica aos peregrinos”.

De salientar que a partir desta terça feira, serão celebradas três Missas na Basílica- 7h30, 11h00 e 18h30- ; a partir da Páscoa ficam apenas duas já que a missa das 11h00 da manhã regressará à Basílica da Santíssima Trindade.

A obra que hoje foi inaugurada e que demorou cerca de ano e meio a ser concretizada consistiu em trabalhos de “limpeza, conservação e restauro” destacando-se três grandes eixos.

Por um lado, o novo presbitério que procura “uma maior adequação às necessidades celebrativas deste lugar” e que teve em conta “garantir  uma maior proximidade com a assembleia celebrante”. O espaço ganhou amplitude e todo o mobiliário litúrgico foi desenhado de novo, incluindo um Cristo em Bronze, uma obra da autoria do escultor Bruno Marques.

Este Cristo tem aos seus pés uma imagem de Nossa Senhora, o que para o reitor do Santuário traduz “de forma simbólica e icónica” o Evangelho de São João onde se refere que junto à Cruz estava Maria, mãe de Jesus e o seu discípulo predileto.

“Pretendemos representar desta forma isto e julgo que os peregrinos embora mais distantes da Imagem de Nossa Senhora vão sentir-se mais próximos Dela por aquilo que isto significa”, frisou o sacerdote.

A intervenção na Basílica teve ainda em conta as Capelas Tumulares, associadas a um percurso devocional, que irá conduzir os peregrinos a este espaço de oração.

Por fim, o órgão de tubos profundamente re-estruturado e que apesar de estar ainda em processo de entonação e afinação já fez sentir a sua presença na Basílica, nesta cerimónia. A sua inauguração está agendada para o dia 20 de março com a cerimónia da bênção e concerto inaugural pelo organista titular da Catedral de Nôtre Dâme, de Paris, Olivier Latry.

Questionado sobre os custos desta obra, em concreto e os custos da obra do Altar do Recinto, o reitor do Santuário lembrou que são “obras significativas”, de “caráter estruturante” que implicam custos  e encargos que o “Santuário tenta estruturar tendo em conta que fiquem dentro da razoabilidade”.

“Procuramos que os custos sejam adequados e dentro daquilo que é a gestão responsável das ofertas dos peregrinos”, salientou ainda o Reitor, sublinhando que a política do Santuário tem sido sempre a de que “as ofertas dos peregrinos revertam para bem dos peregrinos e, estas obras,  inserem-se nesse espírito”.

A celebração de reabertura da Basílica ao culto acontece num dia liturgicamente importante: a apresentação do Senhor, que a Igreja Católica definiu como sendo o dia do Consagrado.

Por isso várias congregações estiveram presentes nesta celebração.

O Bispo de Leiria Fátima lembrou que a vida consagrada “é uma escola privilegiada de ternura e de misericórdia de Deus”, de “confiança no seu amor que nunca abandona”, mesmo tendo presente ”este mundo tão ferido, dilacerado, divido, violento e em busca da fraternidade”.

  1. António Marto destacou a importância da Vida Consagrada, sem a qual “seria mais pobre o mundo e a igreja”. Depois, exortou os consagrados a sair em missão pois “há caminhos não andados que esperam por alguém”.

Esta celebração, concelebrada por mais três bispos- D. Serafim Silva e D. Augusto César bispos eméritos de Leiria-Fátima e Castelo Branco, respetivamente e D. Benedito, Bispo de Malange- e vários sacerdotes incluindo os capelães do Santuário, contou, ainda, com a presença de várias autoridades.

De destacar toda a equipa que executou e acompanhou a obra, sob a coordenação geral da Arquiteta Joana Delgado. Presentes estiveram igualmente, Francisco Providência, o designer dos novos percursos devocionais e o escultor Bruno Marques.

Numa pequena entrevista à Sala de Imprensa do Santuário sublinhou “o desafio gratificante e enriquecedor” que lhe foi proposto e que acabou por ser concretizado num trabalho que “obedeceu a uma tentativa de simplificar formas”.

“Enquanto cristão, o facto da minha obra poder ser um veículo, um meio, no diálogo com Aquele em que, sempre e em tudo nos ultrapassa, é por si só um motivo de alegria”, disse Bruno Marques.

CR



publicado por Carlos Gomes às 10:57
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2016
FREIXIANDA FESTEJA A NOSSA SENHORA DA PURIFICAÇÃO



publicado por Carlos Gomes às 21:39
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016
REITORES DOS SANTUÁRIOS REÚNEM-SE EM FÁTIMA

Santuário de Fátima recebe assembleia geral da Associação de Reitores de Santuários em janeiro de 2017

O Santuário de Fátima será palco do próximo Congresso e Assembleia Geral da Associação de Reitores de Santuários, que se realizará em janeiro de 2017, precisamente no ano em que se assinala o Centenário das Aparições de Nossa Senhora aos Pastorinhos.

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Trata-se de uma associação francesa que integra todos os santuários católicos gauleses mas igualmente alguns santuários católicos da Bélgica, Suíça, Portugal e Líbano.

A reunião, que decorreu entre 24 e 26 de janeiro, em Le Puy-en-Velay, constituiu um momento de reflexão sobre o fenómeno da peregrinação e seus valores religiosos e antropológicos, mas serviu também para a aprovação de algumas alterações aos estatutos da associação e também para projetar o próximo encontro em Portugal, nomeadamente no Santuário de Fátima.

Para o Reitor do Santuário de Fátima, Pe Carlos Cabecinhas, trata-se de uma oportunidade para acolher responsáveis de santuários que são, muitas vezes, também organizadores de peregrinações a Fátima; para partilhar preocupações comuns e procurar soluções que conduzam a um melhor acolhimento dos peregrinos nos diferentes santuários.

No Congresso em Fátima participam também os membros de uma outra instituição internacional francófona: a Associação de Obras Marianas (AOM).

CR



publicado por Carlos Gomes às 15:20
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BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA REABRE A 2 DE FEVEREIRO

A Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima reabre ao culto no próximo dia 2 de fevereiro com uma Eucaristia presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima D. António Marto.

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A celebração, durante a qual será dedicado o novo altar, realiza-se num dia liturgicamente simbólico que a Igreja Católica definiu como Dia do Consagrado e, por isso a celebração será participada por várias congregações religiosas presentes em Fátima.

A Basílica reabre ao culto depois de cerca de ano e meio de obras de Conservação, limpeza e Reabilitaçãoque visaram, para além da promoção da conservação do património edificado e artístico (móvel e integrado), “proceder a ajustes funcionais que decorrem da necessidade de uma utilização particularmente intensa ao longo do tempo e ainda valorizar o espaço que acolhe as relíquias dos videntes de Fátima”, disse à sala de imprensa a coordenadora geral da obra, arquitecta Joana Delgado.

De entre as obras, destaque para a reformulação do presbitério e para a criação de um itinerário devocional que permitirá aos peregrinos a veneração e oração junto dos túmulos dos Pastorinhos.

A intervenção “complexa” exigiu “um criterioso levantamento do estado de conservação do edifício bem como de todo o seu património artístico móvel e integrado” que se revelou “particularmente útil” na definição dos critérios e metodologias de intervenção nas diversas áreas de forma articulada, tendo em conta o que de mais recente se faz na área da Conservação e Restauro.

A limpeza dos “materiais pétreos” representou uma parte significativa da intervenção. No espaço celebrativo fizeram-se algumas “alterações” tendo-se considerado oportuno remover a grade em pedra, que separava o presbitério da assembleia, e retomar a cota original do presbitério reforçando a relação da assembleia com aquele espaço.

    “A reformulação do espaço litúrgico proposta convida a uma maior aproximação da assembleia ao presbitério mas também a um uso diferente do espaço celebrativo em que a espacialidade converge de forma inequívoca para o altar”, refere a arquitecta.

A redefinição espacial do presbitério determinou, por seu lado, o redimensionamento dos lugares litúrgicos e a sua articulação com os restantes elementos integrantes do espaço nomeadamente os lugares destinados aos concelebrantes e a cruz que, associada à Imagem de Nossa Senhora de Fátima, “se torna marca indelével do lugar”.

Os lugares litúrgicos foram desenvolvidos artisticamente pelo Escultor Bruno Marques, autor de todo o mobiliário litúrgico cujo desenho assenta “numa lógica de simplificação estética garantindo a sua adequação funcional”.

    Esta obra permitiu, igualmente, a criação de “percursos devocionais”, concebidos por Francisco Providência, pensados e concebidos pelos Serviços de Ambiente e Construções (SEAC) e por Marco Daniel Duarte, do Santuário de Fátima. Este itinerário, com entrada e saída pelo exterior, propõe aos peregrinos o acesso a espaços que anteriormente lhes estavam vedados. Com início do lado Sul, os peregrinos são acolhidos pelo Ícone do Beato Francisco e depois convidados a percorrer o corredor posterior às capelas laterais da basílica acompanhados pela ladainha dos beatos, inscrita nas paredes, até às capelas tumulares. Os peregrinos são convidados a entrar na capela tumular do Beato Francisco e depois são convidados a aproximar-se dos túmulos da Beata Jacinta e da Irmã Lúcia e finalmente a retirar-se percorrendo o corredor simétrico, no tardoz das capelas laterias do lado Norte, sempre acompanhados pela ladainha dos beatos e encontrando à saída o Ícone da Beata Jacinta.

    “Com a intervenção nas capelas tumulares procurou-se dar condições adequadas à veneração e oração dos peregrinos junto das relíquias dos videntes com a criação de um genuflexório para uma breve oração”, sublinha ainda a arquitecta Joana Delgado.

Propôs-se, também, a substituição do pavimento policromado por um pavimento neutro cinzento que permite uma leitura contrastante das pedras tumulares dos Pastorinhos.

Esta obra contemplou igualmente uma intervenção nos espaços da sacristia e da Capela de São José , onde se desenvolveram trabalhos de conservação, com a reformulação dos seus sistemas de iluminação e ventilação. O mesmo será de referir relativamente a outros espaços existentes necessários ao bom funcionamento da basílica no seu todo.

A iluminação do edifício constituiu outro dos desafios desta intervenção, procurando-se que as soluções preconizadas fossem “simples, pouco invasivas do ponto de vista da sua implementação, e que resultassem de forma sóbria no espaço”.

O órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, instalado no coro alto, foi também sujeito a uma profunda re-estruturação levada a cabo pelos organeiros da Mascioni Organi.

CR



publicado por Carlos Gomes às 15:12
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO REABRE AO CULTO

A Basília de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, no santuário de Fátima, vai reabrir ao culto no próximo dia 2 de fevereiro, com a celebração da Eucaristia, durante a qual será feita a dedicação do Altar, numa cerimónia que será presidida pelo Bispo de Leiria Fátima, D. António Marto.

Liturgicamente celebra-se o dia da Apresentação do Senhor, que a Igreja estipulou como o dia do Consagrado, e que este ano coincide com o fim das comemorações do Ano da Vida Consagrada.

O santuário de Fátima convida os órgãos de Comunicação Social a estarem presentes nesta cerimónia, que se realiza às 11h00, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, no dia 2 de fevereiro, devendo os interessados solicitar a respetiva acreditação, através dos contactos: 918520732; comunicacaosocial@fatima.pt.

Reabertura da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, dia 2 de fevereiro, às 11h00



publicado por Carlos Gomes às 19:41
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016
REITOR DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA SUBLINHA A IMPORTÂNCIA DO “RIGOR TEOLÓGICO” NAS MEDITAÇÕES DO ROSÁRIO NA CAPELINHA DAS APARIÇÕES

Pe Carlos Cabecinhas reúne com sacerdotes e órgãos de comunicação social ligados à recitação do terço

O Reitor do Santuário de Fátima pediu hoje aos sacerdotes que presidem e animam a recitação do Terço diariamente na Capelinha das Aparições, às 18h30, que mantenham o “rigor teológico nas reflexoes” e “adequem as meditações à realidade quotidiana”.

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Na reunião que decorreu esta terça feira ao fim da manhã, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, em Fátima, e na qual participaram cerca de duas dezenas de sacerdotes que presidem ao Rosário na Capelinha das Aparições, diariamente, bem como responsáveis dos orgãos de comunicação social, o Pe Carlos Cabecinhas sublinhou a “importância e a abrangência” deste momento na transmissão da fé.

“É um momento de oração seguido por muito gente- através das antenas da Rádio Renascença e Canção Nova- e, por isso, constitui um desafio para redobrarmos os cuidados de linguagem e de rigor teológico” disse o Pe Carlos Cabecinhas precisando que “os conteúdos das reflexões devem ser apelativos e transmitirem a verdade da fé adequadamente”, evitando sempre que possivel “o automatismo”.

Esta reunião, que se realiza pela quarta vez- a primeira foi em 2004 e só começou a ganhar periodicidade a partir de 2013- visa acertar aspetos que melhorem a transmissão radiofónica do Rosário, a partir da Capelinha das Aparições.

“Todos temos consciência de que este momento tem um impacto enorme porque são várias as pessoas, em todo o mundo, que seguem o Terço apartir daqui e que aprendem a rezar assim”, disse ainda.

O Reitor do santuário apelou, também, aos sacerdotes que tenham presente o tema do ano pastoral de 2015-2016, “Eu vim para que tenham Vida”, no Santuário de Fátima, o 6º do septenário de preparação e celebração do Centenário das Aparições,  partindo da aparição de Nossa Senhora no mês de Setembro.

Lembrou que este ano pastoral coincidirá com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, promulgado pelo papa Francisco e que é, ainda, o ano em que se assinala o centenário das aparições do Anjo aos três videntes de Fátima. 

Todos estes aspetos marcam necessariamente o ano pastoral que agora se inicia” e por isso, “também devem ser tidos em conta nas nossas reflexões e meditações”. 

“Neste Ano da Misericórdia, encontramos em Maria o modelo e a intercessora. Ela é a `Mãe de Misericórdia´, a quem o Papa Francisco pede que `a doçura do seu olhar nos acompanhe neste Ano Santo para podermos todos nós redescobrir a alegria da ternura de Deus. Ninguém como Maria conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem”, frisou ainda o sacerdote.

“É na misericórdia de Deus que encontramos a palavra-chave para interpretarmos a mensagem de Fátima” disse o Pe Carlos Cabecinhas, recordando que a mensagem de Fátima “não nos desvia para o periférico e secundário”, mas “leva-nos ao essencial da fé cristã: a revelação do amor de Deus, Santíssima Trindade, que se manifesta como misericórdia para salvar, para dar de novo esperança aos que sofrem, para revelar o rosto de Deus atento às nossas súplicas. Nossa Senhora, a Mãe de Misericórdia, apresentou-se em Fátima como transparência da misericórdia de Deus.”

“O Ano da Misericórdia é, assim, um desafio a interpretarmos a mensagem de Fátima à luz da misericórdia de Deus; mas, por outro lado, a mensagem de Fátima é convite a experimentarmos e testemunharmos a misericórdia de modo renovado”, destacou.

É esta a formulação do tema, que guiará a vida do Santuário ao longo deste ano e o Reitor do Santuário aproveitou esta reunião para lembrar algumas das orientações para o ano pastoral, fortemente inspirado na aparição de Setembro, na qual Nossa Senhora diz aos Pastorinhos que Deus está contente com os seus sacrifícios.

“Como os Pastorinhos, somos desafiados a descobrir a plenitude da vida que Deus nos oferece através da oferta de nós mesmos. Esse é igualmente o caminho da experiência da verdadeira alegria cristã”, diz

Por outro lado, a “atitude crente que se pretende motivar, neste ano pastoral, é a celebração, como dimensão constitutiva da experiência crente. A celebração da fé, sobretudo na Liturgia, é a forma por excelência de participação, desde já, na plenitude da vida que Deus nos oferece em Jesus Cristo”, frisou ainda terminando com uma referência ao Itinerário temático deste ano assente no centenário das Aparições do Anjo.

CR



publicado por Carlos Gomes às 19:59
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HOJE É DIA DE S. SEBASTIÃO, SANTO PROTETOR DA EPIDEMIA, A FOME E A GUERRA

Um pouco por todo o país, celebra-se hoje a festa litúrgica a S. Sebastião, advogado contra a epidemia, a fome e a guerra. Tais festividades, na maioria dos casos, tiveram origem precisamente em ocasiões que se verificaram a propagação de pestes muito recorrentes durante a Idade Média e que, quase sempre vitimavam uma parte considerável da população.

Em Portugal, foi sobretudo a partir do século XVI que o culto se desenvolveu, não sendo alheio o facto de seu nome ter sido atribuído ao Rei D. Sebastião por este ter nascido a 20 de Janeiro, dia que é consagrado ao mártir S. Sebastião.

Reza a lenda que S. Sebastião nasceu em Narbonne, no sul de França – ou terá sido em Milão – oriundo de uma família nobre. Atingida a idade adulta, terá ido viver para Roma onde se alistou no exército romano, ao tempo de Dioclesiano, altura em que se intensificaram as perseguições aos cristãos. Desconhecendo, porém, a sua fé cristã, o Imperador chegou a promovê-lo capitão da guarda pretoriana.

Mas, a sua fé e conduta branca em relação aos prisioneiros acabaram por atrair sobre si a ira do imperador que o julgou como traidor e condenou à morte, tendo sido cravado de flechas e o seu corpo lançado ao rio. No entanto, tendo sobrevivido, viria a ser de novo condenado à morte por espancamento e o seu corpo atirado aos esgotos de Roma. O seu corpo veio a ser resgatado por Santa Luciana que o depositou nas catacumbas da cidade.

Para além da data do seu martírio e local do seu sepultamento, a narrativa histórica é inexata e pouco consistente. Não deixa, contudo, do seu culto ser um dos mais celebrados entre os cristãos, tanto católicos como ortodoxos.

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publicado por Carlos Gomes às 10:29
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016
MUSEU INTERATIVO “O MILAGRE DE FÁTIMA” MOSTRA A HISTÓRIA DAS APARIÇÕES EM FÁTIMA

O Museu Interativo “ O Milagre de Fátima”, inaugurado a 06/06/2012, é um espaço inovador onde se apresentam a história das aparições em Fátima e os seus principais momentos de forma interativa.

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Através de uma visita guiada de cerca de 40 minutos e recorrendo às novas tecnologias, como hologramas e vídeo 4D, os visitantes são envolvidos na história deste lugar para que sintam que também fizeram parte dos acontecimentos. Ao longo da visita, é recriado o início do século XX, com um enquadramento histórico, as aparições do Anjo de Portugal e de Nossa Senhora de Fátima aos três Pastorinhos, o Milagre do Sol e, são revividos ainda, os momentos do Papa João Paulo II em Fátima, a procissão das velas e o Segredo.

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A História das Aparições como ninguém a contou... Sinta como tudo se passou!

Localização:

Centro Comercial Espaço Fatimae

Avenida Dom José Alves Correia da Silva, 123, (piso -1)

2495-402 Fátima – Portugal

Informações e Reservas:

+351 249 406 881

+351 916 030 189

info@omilagredefatima.com

Horários

(Abril - Outubro) - 9H30 - 19H00

(Novembro - Março) - 9H30 - 18H30

Dias de Encerramento: 24, 25 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro

Preçário

Bilhete de adulto: 7,50€

Bilhete de criança (7 - 12 anos): 4,00€

0 - 6 anos: Gratuito  (Quando em grupo ou visita escolar: condições sob consulta)

Bilhete Família: 21,00€  (2 adultos e 2 a 5 filhos até aos 16 anos)

Condições especiais: 

Redução de 50%

- Escolas e Catequeses

- Autarquias

- Instituições Particulares de Solidariedade Social

Condições para outros grupos: Sob consulta

Tempo estimado da visita guiada: 40 minutos.



publicado por Carlos Gomes às 20:46
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MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA PROMOVE CURSO LIVRE SOBRE "OS PRIMEIROS CAPÍTULOS DO GÉNESIS"

O CONSOLATA MUSEU |Arte Sacra e Etnologia, em Fátima, vai promover de 16 de fevereiro a 8 de março o Curso Livre “Os primeiros capítulos do Génesis: Criação e Queda. Leitura iconoteológica”.

O curso decorrerá às terças-feiras das 18h30 às 20h30 nas instalações do museu, onde se apresentará uma leitura tipológica cristã do texto bíblico como é apresentada nas artes plásticas, fazendo a leitura teológica e iconológica das imagens que têm ilustrado os textos bíblicos ao longo dos séculos.

Através da projeção de slides em PowerPoint, abordar-se-ão exemplos das artes hebraica, paleocristã e bizantina, medieval, do renascimento em Itália e no Norte da Europa, luterana, maneirista e barroca, neoclássica e revivalista, e contemporânea.

O curso será orientado pelo Frei António-José de Almeida OP (Doutorado em História da Arte, e com um pós-doutoramento em Iconografia Cristã). É membro do Instituto de São Tomás de Aquino (ISTA) e da Academia Portuguesa da História e é colaborador da secção ‘Bíblia e artes plásticas’ do programa Bíblia Em Suas Tradições (BEST) da Escola Bíblica de Jerusalém.

Este curso encontra-se aberto a todos os que se interessam por esta área, independentemente da sua formação profissional.

A data limite de inscrição é 12 de fevereiro, estando limitado a 25 vagas. Informações através do n.º de telefone 249 539 470 ou do e-mail museuartesacra@consolata.pt.

Inscrições online através do endereço http://masefatima.blogspot.com



publicado por Carlos Gomes às 10:36
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2016
OURÉM COMEMORA CENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE FÁTIMA COM CICLO DE CONFERÊNCIAS

“Internacionalização: Fátima no Mundo” na perspetiva de Paulo Fonseca e Guilherme d’Oliveira Martins

Fátima recebeu ontem o primeiro jantar conferência integrado no ciclo “Conversas de Fátima: Portugal 1917 - Estado, Sociedade - Razão e Fé”, no âmbito das comemorações do Centenário das Aparições – Contributo da Sociedade Civil. Esta primeira iniciativa com o tema “Internacionalização: Fátima no Mundo” contou com as intervenções de Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Centro Nacional de Cultura e de Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém.

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O evento teve lugar no Hotel D. Gonçalo e entre os muitos participantes marcaram presença a Presidente da Assembleia Municipal, Vereadores da Câmara Municipal, vários Presidentes de Juntas de Freguesia do concelho, D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva, Bispo Emérito de Leiria–Fátima, representantes do Santuário de Fátima e da ACISO, além de vários empresários e interessados no assunto.

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Paulo Fonseca iniciou a sua intervenção com uma apresentação do contexto histórico das Aparições em 1917 e realçou a importância da mensagem de Fátima que “vai mais longe do que a marca Portugal”. “É necessário perceber a dimensão de Fátima no Mundo”, defendeu o Presidente da Câmara e “compreender o tempo em que vivemos e a importância que a religião tem na vida dos povos e na construção de um Mundo melhor”. Paulo Fonseca exaltou também o ecumenismo como o caminho a seguir, já que “a lógica do cristianismo deve ser agregadora e integradora”, tal como a mensagem de Fátima. “Nós temos que nos afirmar como um centro mundial da Paz, um centro mundial do diálogo multicultural” e a finalizar lançou o repto para que saibamos “cultivar a Paz e uma relação positiva entre os humanos”.

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O Presidente do Centro Nacional de Cultura começou por sublinhar que “a liberdade de consciência é que permite a espiritualidade” e a compreensão do fenómeno religioso. Guilherme d’Oliveira Martins acrescentou que “Fátima é hoje uma referência extremamente importante, não apenas de cariz religioso, mas também nos caminhos de peregrinação”. Neste contexto sublinhou que “a peregrinação é um caminho para a descoberta de si mesmo” e relevou o contributo do Centro Nacional de Cultura e dos seus voluntários na marcação e manutenção dos “Caminhos de Fátima”. Segundo Guilherme d’Oliveira Martins um dos destinos mais procurados são os caminhos da peregrinação que, juntamente com os “Caminhos de Santiago”, têm trazido “milhões de peregrinos de todo o Mundo” ao território nacional. Em relação à mensagem de Fátima, o Presidente do Centro Nacional de Cultura reafirma que “todos são bem vindos a Fátima, todos sem exceção” e que “esta é a verdadeira mensagem de paz e de respeito de que o Mundo necessita”.

A próxima iniciativa no âmbito do ciclo “Conversas de Fátima: Portugal 1917 - Estado, Sociedade - Razão e Fé” está agendada para dia 20 de abril e terá continuidade com mais quatro jantares conferência até abril de 2017.

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publicado por Carlos Gomes às 20:00
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BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO REABRE AO CULTO A 2 DE FEVEREIRO

Cerimónia de Dedicação do Altar será presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima

A Basílica de Nossa Senhora do Rosário, em Fátima, vai reabrir ao culto no próximo dia 2 de fevereiro, às 11h00, com uma celebração eucarística na qual será dedicado o altar.

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Presidida pelo Bispo de Leiria-Fátima esta celebração assinala o Dia do Consagrado, que coincide com o encerramento das comemorações do Ano da Vida Consagrada, e por isso, contará com a presença de várias congregações e novas comunidades de vida consagrada.

A reabertura da Basílica ao culto, depois de um período de obras, é o culminar de um conjunto de intervenções num dos espaços mais importantes do Santuário de Fátima, a par da Capelinha das Aparições.

A Basílica foi alvo de uma profunda intervenção de limpeza, conservação, restauro e requalificação de alguns espaços. Entre eles estão o presbitério “totalmente reconstruído” e toda a zona de acesso às relíquias dos videntes, que “ficará muito mais facilitado”.

Os “percursos devocionais”, desenhados e concebidos pelo designer Francisco Providência constituem, de resto, a grande novidade desta obra.

Criou-se um “itinerário devocional” que permitirá aos peregrinos a oração junto das relíquias dos videntes em condições de maior tranquilidade e recolhimento, valorizando desta forma, a visita aos túmulos dos Pastorinhos e a veneração das relíquias dos beatos Francisco e Jacinta Marto.

Simultaneamente, destaca-se a requalificação do presbitério que passa a contar com uma escultura de Bruno Marques representando um Cristo Crucificado em bronze que integra a escultura da Virgem Peregrina, reabilitando a imagem de Nossa Senhora aos pés de Jesus.

O escultor é, igualmente, o autor de todas as peças do mobiliário litúrgico- cadeira, altar e ambão- construídos a partir da ideia do Rosário, com pequenas esferas lembrando os terços.

Segundo informações obtidas pela Sala de Imprensa, toda esta requalificação passou pelo crivo “de técnicos altamente qualificados de acordo com aquilo que é aceite junto da comunidade cientifica de conservação e restauro”.

O projeto desta basílica, cuja sagração aconteceu a 7 de outubro de 1953, foi concebido pelo arquiteto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquiteto João Antunes.

Trata-se de uma “peça” arquitetónica do revivalismo neobarroco, que foi sendo melhorada por campanhas artísticas nos anos 60, de que se destaca a introdução de vitrais na nave principal e pinturas no Altar Mor, de João Sousa Araújo.

Refira-se ainda que o título de Basílica foi concedido por Pio XII, pelo breve “Luce Superna”, de 11 de novembro de 1954.

O edifício mede 70,5 metros de comprimento e 37 de largura e foi construído inteiramente com pedra da região e os altares são de mármore de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima.

CR



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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2016
MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA APRESENTA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA «A SEARA DOS POBRES NA CASA DAS SEMENTES»

No próximo dia 16 de janeiro, sábado, pelas 16h00, abrirá ao público a exposição temporária “A SEARA DOS POBRES NA CASA DAS SEMENTES -Vida e obra da Venerável Madre Maria Isabel da Santíssima Trindade. Esta mostra, comissariada pela Doutora Margarida Rézio, estará aberta ao público das 10h00 às 17h00, de terça-feira a domingo, até ao dia 28 de fevereiro.

A Exposição “A SEARA DOS POBRES NA CASA DAS SEMENTES” é uma exposição individual que surge no âmbito do estudo da vida e obra da Venerável Madre Maria Isabel da Santíssima Trindade, coincidente com o encerramento do ano dedicado à Vida Consagrada. Neste contexto a autora expõe trabalhos dentro da Pintura produzidos pelos utentes do Lar de Idosos de Santa Beatriz da Silva em Fátima e Fotografia da sua autoria.

“Fiz-me pobre para privilegiar os pobres” (Madre Isabel da SSma. Trindade) (1889-1962) Fundadora das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres.

Tomado em toda a sua plenitude, este acto de abandono foi a regra da vida cristã, que regeu Maria Isabel durante toda a sua vida, certa da sua entrega a Deus. Fundamentada nesta convicção fundou a Congregação das Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres inspirada em Santa Beatriz da Silva, seguindo o carisma franciscano de pobreza. No aprofundamento da sua vida espiritual deixou-se conduzir por Deus “Via e Ouvia” sentindo a sua presença e mão firme e forte. Amadureceu na fé, permaneceu sempre em Cristo vivendo a vida de Cristo até amadurecer na vida de Cristo. Enveredou pelo caminho da cruz ao despojar-se de todos os bens materiais, esquecendo-se de si própria e transformando a sua vida secular em vida religiosa, pela oração e pela prática de obras de misericórdia corporais e espirituais, a favor dos mais carenciados, através de solidariedade humana.

As telas de acrílico representam passagens históricas da vida sócio religiosa da fundadora, despojamento, discernimento e de fé em Cristo e ainda como a Congregação Concepcionista se expandiu em missão.

Através da reprodução fotográfica de parte do acervo da Congregação, e do espólio pessoal da autora, pretende-se dar a conhecer a forma como foram acolhidas por Madre Maria Isabel as crianças e pessoas carenciadas e a sua intensa atividade de apostolado. E ainda enaltecer o trabalho das Irmãs Concepcionistas que souberam seguir o carisma de pobreza “se fordes humildes a congregação dará muito fruto” ao darem continuidade à obra, alargando a área de expansão, com a fundação de casas em Timor, Moçambique, Itália e México.

Margarida Rézio é Licenciada em Sociologia pela UAL de Lisboa, Mestre em Sociologia do Crime Violência e Segurança Interna e Doutorada em Sociologia Urbana Território e Ambiente pela Faculdade Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Atualmente é membro do CEHR/Universidade Católica Lisboa, dedica-se ao estudo da vida religiosa.



publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2016
TEÓLOGO PEDRO VALINHO PROFERE CONFERÊNCIA PROMOVIDA PELO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Iniciativa insere-se no ciclo de conferências proposto para este ano temático

“Em vós está a fonte da vida” é o tema da conferência que Pedro Valinho, assessor da Reitoria do Santuário de Fátima, vai proferir no próximo domingo, dia 10, pelas 16h00, na casa de retiros de Nossa Senhora das Dores, integrada no ciclo de conferências proposto pelo Santuário de Fátima para este ano temático, “Eu vim para que tenham vida”.

De acordo com declarações do teólogo à Sala de Imprensa do Santuário, a intervenção tem como ponto de partida a parábola de Jeremias- Jr 2,13-, em que o povo abandona as nascentes de águas vivas para construir cisternas rotas.

“Este é o paradoxo humano, também moderno”, refere o conferencista.

“Apostado na construção da sua Babel, o humano é interpelado pela Vida-que-dá-vida à aprendizagem da recetividade, do acolhimento, da hospitalidade”, precisa.

Fátima “faz eco da primeira pedra hermenêutica da fé”, o que, nas palavras de Pedro Valinho, “vem apenas confirmar que a sua mensagem recoloca no íntimo do mistério humano o coração bíblico, que o ilumina e convoca ao compromisso”.

A  primeira conferência realizou-se no passado dia 13 de dezembro e teve como orador o diretor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, João Duarte Lourenço, que apresentou o tema “O meu espírito alegra-se em Deus, meu Salvador”, numa reflexão a partir do Magnificat.

SD



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REITOR DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA REÚNE COM COMUNICAÇÃO SOCIAL

Pe Carlos Cabecinhas reúne com sacerdotes e orgãos de comunicação social ligados à recitação do terço

O Reitor do Santuário de Fátima pediu hoje aos sacerdotes que presidem e animam a recitação do Terço diariamente na Capelinha das Aparições, às 18h30, que mantenham o “rigor teológico nas reflexoes” e “adequem as meditações à realidade quotidiana”.

Na reunião que decorreu esta terça feira ao fim da manhã, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, em Fátima, e na qual participaram cerca de duas dezenas de sacerdotes que presidem ao Rosário na Capelinha das Aparições, diariamente, bem como responsáveis dos orgãos de comunicação social, o Pe Carlos Cabecinhas sublinhou a “importância e a abrangência” deste momento na transmissão da fé.

“É um momento de oração seguido por muito gente- através das antenas da Rádio Renascença e Canção Nova- e, por isso, constitui um desafio para redobrarmos os cuidados de linguagem e de rigor teológico” disse o Pe Carlos Cabecinhas precisando que “os conteúdos das reflexões devem ser apelativos e transmitirem a verdade da fé adequadamente”, evitando sempre que possivel “o automatismo”.

Esta reunião, que se realiza pela quarta vez- a primeira foi em 2004 e só começou a ganhar periodicidade a partir de 2013- visa acertar aspetos que melhorem a transmissão radiofónica do Rosário, a partir da Capelinha das Aparições.

“Todos temos consciência de que este momento tem um impacto enorme porque são várias as pessoas, em todo o mundo, que seguem o Terço apartir daqui e que aprendem a rezar assim”, disse ainda.

O Reitor do santuário apelou, também, aos sacerdotes que tenham presente o tema do ano pastoral de 2015-2016, “Eu vim para que tenham Vida”, no Santuário de Fátima, o 6º do septenário de preparação e celebração do Centenário das Aparições,  partindo da aparição de Nossa Senhora no mês de Setembro.

Lembrou que este ano pastoral coincidirá com o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, promulgado pelo papa Francisco e que é, ainda, o ano em que se assinala o centenário das aparições do Anjo aos três videntes de Fátima. 

Todos estes aspetos marcam necessariamente o ano pastoral que agora se inicia” e por isso, “também devem ser tidos em conta nas nossas reflexões e meditações”. 

“Neste Ano da Misericórdia, encontramos em Maria o modelo e a intercessora. Ela é a `Mãe de Misericórdia´, a quem o Papa Francisco pede que `a doçura do seu olhar nos acompanhe neste Ano Santo para podermos todos nós redescobrir a alegria da ternura de Deus. Ninguém como Maria conheceu a profundidade do mistério de Deus feito homem”, frisou ainda o sacerdote.

“É na misericórdia de Deus que encontramos a palavra-chave para interpretarmos a mensagem de Fátima” disse o Pe Carlos Cabecinhas, recordando que a mensagem de Fátima “não nos desvia para o periférico e secundário”, mas “leva-nos ao essencial da fé cristã: a revelação do amor de Deus, Santíssima Trindade, que se manifesta como misericórdia para salvar, para dar de novo esperança aos que sofrem, para revelar o rosto de Deus atento às nossas súplicas. Nossa Senhora, a Mãe de Misericórdia, apresentou-se em Fátima como transparência da misericórdia de Deus.”

“O Ano da Misericórdia é, assim, um desafio a interpretarmos a mensagem de Fátima à luz da misericórdia de Deus; mas, por outro lado, a mensagem de Fátima é convite a experimentarmos e testemunharmos a misericórdia de modo renovado”, destacou.

É esta a formulação do tema, que guiará a vida do Santuário ao longo deste ano e o Reitor do Santuário aproveitou esta reunião para lembrar algumas das orientações para o ano pastoral, fortemente inspirado na aparição de Setembro, na qual Nossa Senhora diz aos Pastorinhos que Deus está contente com os seus sacrifícios.

“Como os Pastorinhos, somos desafiados a descobrir a plenitude da vida que Deus nos oferece através da oferta de nós mesmos. Esse é igualmente o caminho da experiência da verdadeira alegria cristã”, diz

Por outro lado, a “atitude crente que se pretende motivar, neste ano pastoral, é a celebração, como dimensão constitutiva da experiência crente. A celebração da fé, sobretudo na Liturgia, é a forma por excelência de participação, desde já, na plenitude da vida que Deus nos oferece em Jesus Cristo”, frisou ainda terminando com uma referência ao Itinerário temático deste ano assente no centenário das Aparições do Anjo.

CR



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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015
SANTUÁRIO DE FÁTIMA CONVIDA OS PEREGRINOS A PARTICIPAR NO PROGRAMA QUE INICIA O ANO NOVO

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Ainda a celebrar o tempo de Natal, o Santuário de Fátima convida os peregrinos a participar no programa especial que marca o início do novo ano.

31 de dezembro

Vigília de oração e convívio

22:00 - Missa de Ação de graças | Basílica da Santíssima Trindade

          - Procissão para a Capelinha e recitação do Rosário

00:00 - Toque do carrilhão, consagração ao Imaculado Coração de Maria e gesto da Paz | Capelinha das Aparições

         - Chá-convívio | Casa de Retiros de Nossa Senhora das Dores

Neste dia não há celebração das vésperas, às 17:30, nem Rosário às 21:30

1 de janeiro - Santa Maria Mãe de Deus

Dia Mundial da Paz

- Programa dos domingos

- Missas do dia com osculação da imagem do Menino Jesus e ofertório a favor dos refugiados

15:00 - Missa, na Basílica da SS.ma Trindade

16:00 - Procissão Eucarística pela Paz no Mundo, para a Capelinha das Aparições

Neste dia não há Rosário, às 16:00, nem celebração das vésperas, às 17:30



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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015
AS ORIGENS PAGÃS DO BOLO-REI

À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes atuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei (ou bolo dos reis), da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efetuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e visavam preparar a chegada da Primavera e, como ela, o renascimento dos vegetais.

Bolo-Rei

A própria designação de Terça-feira Gorda remete-nos para o antigo costume de fazer desfilar pela cidade um boi gordo antes de sacrificá-lo, prática cujas reminiscências ainda se preservam nomeadamente através das largadas de touros e na corrida da Vaca das Cordas. Da mesma forma que nos festejos carnavalescos se preserva a figura do respetivo Rei que cabia outrora àquele que no bolo encontrasse a fava ou o feijão dourado, sendo como tal tratado durante o ano inteiro.

Por seu turno, os romanos introduziram tal prática por ocasião das saturnais que eram as festividades que se realizavam em 25 de Dezembro, em celebração do solstício de Inverno, também eles elegendo um rei da festa escolhido á sorte pelo método da fava. À semelhança do que se verifica com a Coroa do Advento, a sua forma circular remete para antigos ritos solares perfeitamente enquadrados nas festividades solsticiais e nas saturnais romanas.

Com vista à conversão dos povos do Império Romano que preservavam em geral as suas crenças pagãs, o Cristianismo passou a identificar o “bolo-rei” com a celebração da Epifania e, consequentemente, aos Reis Magos. E, assim, aos seus enfeites e condimentos passaram a associar-se as prendas simbólicas oferecidas ao Messias ou seja, a côdea, as frutas secas e cristalizadas e o aroma significam respetivamente o ouro, a mirra e o incenso. Apesar disso e atendendo a que eram três os reis magos, esta iguaria não passou a ser identificada como “bolo dos reis”, conservando apenas a sua designação como “bolo-rei” ou seja, contrariando a sua própria conversão.

Durante a Idade Média, este costume enraizou-se na Europa devido à influência da Igreja a tal ponto que passou a ser celebrado na própria corte dos reis de França e a ser conhecido como Gâteau des Rois. Porém, com a revolução francesa, o mesmo veio a ser proibido em virtude da sua alusão á figura real, o mesmo tendo sucedido entre nós, imediatamente após a instauração da República, tendo alguns republicanos passado a designá-lo por “bolo-presidente” e até “bolo Arriaga”, em homenagem ao então Presidente da República.

Quanto aos seus condimentos e método de confeção, é usual associar-se à tradição da pastelaria francesa a sul do Loire, o que parece corroborar com a informação de que foi a Confeitaria Nacional a primeira casa que em Portugal produziu e vendeu o bolo-rei a partir de uma receita trazida de França, por volta de 1870. Resta-nos saber, até que ponto, também esta não terá buscado inspiração no tradicional bolo inglês.

Com a aproximação da Páscoa associada à chegada da Primavera e, com ela, o renascimento da Vida, o tradicional folar não trará favas escondidas no seu interior mas ovos que simbolizarão a fertilidade, de novo a evocar ritos ancestrais a um tempo anterior à nossa conversão ao Cristianismo.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015
NATALE SOLIS INVICTI OU O SOLSTÍCIO DO INVERNO

Todo o mundo cristão celebra por esta altura o nascimento de Jesus, não obstante desconhecerem-se quaisquer referências históricas ou bíblicas que mencionem a data em que tal acontecimento se verificou. Por conseguinte, o Natal é festejado a 25 de Dezembro ou a 7 de Janeiro de acordo com as tradições católica ou ortodoxa, em virtude da adoção dos calendários juliano ou gregoriano. Ora, é nesta ocasião que ocorre o solstício do inverno ou nascimento do sol, precisamente a altura em que os raios solares deixam de decrescer e passam de a aumentar, fazendo de novo crescer os dias em relação às noites.

Desde a mais remota antiguidade que o ser humano adorou o sol, deificando-o e atribuindo-lhe a primazia sobre as demais divindades. Tal sucedeu na Caldeia, na Palestina e no Egipto, aqui adorado sob o nome de Ra. Na antiga Pérsia e na Índia, o deus Sol era designado por Mitra tendo o seu culto dado origem ao mitraísmo que viria mais tarde a rivalizar com o cristianismo a sua influência no Império romano, acabando por vir a sucumbir com a sua queda e mais tarde acabando por desaparecer por completo com o avanço do islamismo na Pérsia. Antes, porém, o mitraísmo fora assimilado pelos gregos e espalhou-se por todo o Império romano. O deus Mitra era geralmente representado por um jovem com um boné frígio, túnica e manto sobre o ombro esquerdo. Esta religião era superiormente dirigida por um sumo pontífice a os seus sacerdotes ostentavam sobre a cabeça uma mitra. Curiosamente, trata-se do chapéu com que os bispos se apresentam quando envergam as vestes pontificais, tendo a sua origem na Pérsia e no Egipto, correspondendo ao turbante e por conseguinte aludindo à adoração de Mitra.

Não admira, pois, que ao culto solar tenha sido sobreposta a adoração ao menino Jesus, sendo-lhe atribuída a data do seu nascimento precisamente numa altura em que os romanos celebravam o natale solis invicti consagrado ao deus Sol, à semelhança do que se verifica com inúmeras festividades pagãs que foram de algum modo adaptadas e "convertidas" à crença cristã. Na mesma ocasião realizavam os romanos as saturnais ou saturnálias que, como o próprio nome indica, eram festividades consagradas a Saturno, trocavam de presentes e organizavam um banquete público, aspetos que de alguma forma podemos relacionar com as tradicionais "festas dos rapazes" em várias localidades de Trás-os-Montes. Aliás, o culto a Saturno chegou a ser muito difundido na Península Ibérica, tendo diversos escritores da antiguidade referindo-se à existência de santuários entre os quais se supõe ter havido um na Ínsua do rio Minho, um local onde atualmente as gentes locais vão em peregrinação ao Senhor Jesus dos Mareantes, fazendo festa rija em Agosto. Saturno era o deus protetor dos semeadores e das sementes, pelo que os romanos acreditavam que durante as saturnais regressava a abundância, assegurando a fertilidade durante essa época do ano.

Ainda em relação ao mitraísmo, também este possuía extraordinárias semelhanças com o cristianismo, entre as quais a crença no céu e no inferno, na ressurreição, nos pastores que tal como os reis magos ofereciam presentes, no dilúvio, na santificação do domingo, na prática da confissão e da comunhão e, finalmente, a própria celebração do 25 de Dezembro!

A celebração do nascimento de Jesus constitui atualmente uma festa que é vivida com grande intensidade pelo povo português e que, apesar da sua significação profundamente religiosa, também não escapa às regras de funcionamento de uma sociedade mercantilizada, virada cada vez mais para os interesses materiais em detrimento dos valores espirituais. Não obstante, as festividades da quadra natalícia encontram-se profundamente enraizadas no nosso folclore revelando-se através das mais diversas manifestações de cariz popular, na gastronomia, na música, nas lendas e de um modo geral em todos os aspetos que envolvem tais celebrações. Não obstante, temos principalmente nos últimos tempos vindo a constatar que tradições oriundas de outros países têm vindo a substituir alguns costumes genuínos do nosso povo, como sucede com a reverência ao "Pai Natal", agora destituído para dar lugar a S. Nicolau, quando outrora as festividades decorriam exclusivamente em torno do "menino Jesus". Da mesma forma que o tradicional presépio cedeu o lugar ao nórdico pinheiro de Natal enfeitado com flocos de neve, mesmo em locais onde jamais nevou...

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
AUREN TV TRANSMITE MISSA EM OURÉM DEDICADA A SÃO NUNO DE SANTA MARIA

No passado dia 6 de novembro, teve lugar Sé da Colegiada de Nossa Senhora das Misericórdias, na Vila Medieval de Ourém, uma celebração religiosa em dedicação a D. Nuno Álvares Pereira, III Conde de Ourém e agora São Nuno de Santa Maria.

O AUREN TV registou em vídeo a cerimónia que agora pode ser visionada na página do AUREN TV em https://www.facebook.com/aurentv/?fref=ts ou através do MEO Kanal, canal 585132, na televisão.



publicado por Carlos Gomes às 19:58
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