Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.
Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS APRESENTA “MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS”

Apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, Volume 2 da colecção Etnografia e Tradição

O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros de Arrimal, Porto de Mós, leva a efeito no próximo dia 22 de Maio, pelas 15h30, a apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, segundo volume da colecção Etnografia e Tradição com a coordenação de Adélio Amaro, antecedendo o XXVIII Festival de Folclore Arrimal/2016.

Em anexo Prefácio, Introdução, Apresentação, capa e cartaz do festival.

Colecção Etnografia e Tradição

1 – Rancho da Região de Leiria

2 – Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, Arrimal (Porto de Mós)

3 – Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria (Batalha) – 18/06/2016, 17h30

Prefácio

Abraçando o desafio deste projecto de Adélio Amaro, a direcção do Luz dos Candeeiros e todos os seus componentes mergulharam no baú das recordações e nada melhor para brindar os 29 anos de existência que a apresentação do livro “Memórias Fotográficas” com alguns dos momentos mais marcantes na história do grupo.

É para nós uma honra e um orgulho imenso ser parte integrante da colecção “Etnografia e Tradição”, iniciativa, coordenação e edição de Adélio Amaro, um entusiasma que tem apoiado quer na publicação e divulgação da cultura da Alta Estremadura, assim como na pesquisa e edição de textos, imagens e apontamentos do folclore e da etnografia popular e tradicional do povo português.

Desta forma, e muito para além de publicar este livro, o Luz dos Candeeiros, com este trabalho, pretende eternizar as memórias deixadas por aqueles que, em cada representação ou actividade que envergamos os nossos trajes, tentamos perpetuar.

Tentaremos com esta apresentação fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho, sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes: o seu interior, as vivências, experiências e aventuras, e, quiçá algumas desventuras e percalços. Nesta pequena mostra faremos referência a alguns dos festivais onde o rancho participou. Nunca, porém, com o intuito de atribuir maior ou menor valor a qualquer deles. De salientar que este grupo, na preocupação de bem retratar todo um rico património cultural, sempre encarou de igual modo todas as suas atuações. Procuramos divulgar as nossas tradições, sempre com o mesmo rigor.

– “O que cá deixamos são as recordações”.

Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos quantos contribuíram para que fosse possível a edição deste livro, assim como todos quantos já fizeram, fazem ou venham a fazer parte activa do Luz dos Candeeiros.

Por último, uma palavra especial de agradecimento, pela coragem e ousadia em lançar o desafio aos ranchos folclóricos e bandas filarmónicas para que deixem registado a história da instituição para as gerações vindouras. Um mais que justo reconhecimento público a Adélio Amaro.

A Direcção

capa_arrimal

Introdução

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos/Grupos Folclóricos, Bandas Filarmónicas e Grupos Corais.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora muitas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade ou estado de conservação, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história de um determinado grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O segundo número é dedicado ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Arrimal, Porto de Mós), grupo exemplar que tem representado a região desde a sua fundação (1987). Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos quase 30 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho fotográfico da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Uma palavra, também, de agradecimento ao Norberto Afonso pelo design da capa.

Adélio Amaro,

Coordenador da Colecção Etnografia e Tradição

Apresentação

Corria o ano de 1987 quando Maria Albertina Pereira Paulo Matias e Maria de Fátima Sousa Amado Vazão impulsionaram um grupo de jovens e com muita garra, entusiasmo, audácia e determinação, fundaram o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros.

O desafio de organizar um agrupamento com vista à salvaguarda dos usos e costumes tradicionais das gentes do Arrimal – aldeia de cariz rural encravada na Serra dos Candeeiros, onde o Sol e o sino do campanário da Igreja eram o relógio do povo; onde as tarefas agrícolas e o ciclo litúrgico ritmavam as quadras e os tempos – constituiu desde logo um orgulho, a par de algum bairrismo, no repto a um persistente e metódico trabalho de recolha e preservação de todo o património histórico e cultural que caracteriza a comunidade arrimalana.

Abílio Sousa, Ilídio Gil, Joaquim Durão (Quim Nogueira), Maria de Jesus e Zulmira Luís, procederam então ao trabalho de recolha: desde as tradições mais singelas, aos trajes, danças, cantigas, usos e costumes desta comunidade rural. Calcorrearam e percorreram os quatro cantos desta Serra trazendo à luz do presente o passado do nosso bom povo. Em suma, colocaram a descoberto lembranças e recordações dos nossos avós e demais antepassados, abriram baús e velhas arcas de madeira já carcomidas e gastas pelo tempo, para mostrar às novas gerações a natureza etnográfica desta comunidade e as raízes culturais da gente que dá vida a estas serranias.

Com o director Abílio Sousa, este grupo iniciou, timidamente os seus primeiros passos no panorama folclórico português.

Recente ainda, participava já nos festivais mais conceituados deste nosso país.

Nesta época, os ensaios do grupo decorriam com a direção do Sr. José Saraiva (Zeca).

Ainda sob a direção de Abílio Sousa, a 11 de Dezembro de 1989, obteve a tão desejada filiação na Federação do Folclore Português.

Já filiado, e com todas as suas participações nos mais acreditados festivais de folclore de Norte a Sul do País, o grupo ganhou a coragem e o traquejo necessários para enfrentar a sua primeira saída ao estrangeiro.

À época ainda gravou a sua primeira e única cassete num estúdio em Lisboa.

Em 1994, com a viagem a Espanha, convidado a participar no Festival Internacional de Cabanillas del Campo – Guadalajara, o grupo constatou que a sua comunhão interna, vivência comum e extrema alegria, se entrelaçavam e bem sintonizavam com o comum interesse pela causa do folclore.

Com extremo rigor, saber técnico na execução das suas representações (que se tornava uma constante crescente em todas as atuações) e caldeados com enorme alegria, o grupo, jovem ainda, tímido e envergonhado apercebeu-se que, mais que um dos representantes do seu povo, era já uma família.

Sempre alvo de grandes e calorosas ovações, tanto pelas representações efetuadas, como pelo seu comportamento amistoso fora de palco, as características e laços desta família tornam-se cada vez mais notórios.

O convívio, a alegria contagiante, a comunhão e toda a intimidade deste grupo, começam a transparecer, viciando e deixando curiosos todos os que contactavam com os elementos do Luz dos Candeeiros.

Torna-se sem dúvida um grupo querido e afável que estreita laços de amizade por onde quer que passe.

Durante o ano de 1996, debaixo de um calor tórrido, marcou presença no festival de Alcorcon - Espanha. Em 1997 voltou a Espanha, mas desta feita para levar as suas tradições a PonteVedra.

Com a Professora Maria Santa Baptista na direção, e ensaios a cargo de Fernando Santos, participou nos festivais mais longínquos até então.

Em 1999, o grupo rumou a França para participar no grandioso Festival do Rouergue – um dos mais conceituados encontros folcloristas do Mundo que conta com o apoio do C.I.O.F.F.

Num grupo assustadoramente jovem, esta viagem veio por fim retirar todos os medos das distâncias e fazer desabrochar a faceta mais arrojada, até então desconhecida, por quase todos os elementos do grupo: o estar longe dos familiares durante largos períodos de tempo, à sua inteira responsabilidade. Também aqui o grupo continuou os seus retumbantes sucessos.

Entendemos que tudo isto faz parte da educação, crescimento pessoal e de grupo, contribuindo de forma inimaginável para a autoestima e responsabilização de cada um.

A primeira passagem pelo país da fraternidade foi dos momentos mais proveitosos para o grupo cimentar os seus laços de companheirismo, amizade, alegria e união assumindo por fim as suas múltiplas facetas.

Acarinhado e mimado pela população francesa, onde ainda hoje tem fortes laços de amizade, os elementos do Luz dos Candeeiros confirmaram que, para além da representação artística e etnográfica, a convivência e o modo ímpar de privar com as populações com que se cruzavam era algo que lhes era inato e impossível de evitar. Após esta viagem, ainda em 1999, Luís Carlos assume o comando dos ensaios do grupo. A fim de participar no Festival Internacional de Folclore, rumou-se então até Albacete, Espanha.

Este rancho esteve ainda presente nos festivais internacionais de Valladolid em 2000 (Espanha), Arvieu em 2001 (França), neste último revendo velhos amigos.

Marcou ainda presença em festivais de folclore no País Basco nos anos 2002 (Sestao – Bilbao) e 2003 (Amurrio – Vitória).

Em 2002 atravessou toda a Península Ibérica e sul da Europa, rumo a S. Angelo Romano, em Itália. Aqui teve a primeira experiencia com a nova moeda / o euro, assustando-se com os elevados preços dos bens essenciais.

Um ano depois, para participar na XII Trobada Internacional de Cituadela, na Ilha de Menorca, atravessou o Mediterrâneo numa viagem carregada de tal bucólico, puro e belo romantismo, que nem nos atrevemos a descrever.

Tal só é possível nas palavras de grandes escritores, de tal modo apaixonados pelas visões cálidas e serenas das águas mediterrânicas, ou, quem sabe, pelo perfume inebriante do rosmaninho e alecrim que decidiram ali morar.

Num teatro de tal modo ostentoso, que recordava uma das mais majestosas salas de ópera do século XVIII, o Luz dos Candeeiros voltou a ser sucesso.

Sem qualquer tipo de receios em viajar, no ano de 2005, embarcam num voo das linhas aéreas da SATA com destino à ilha Terceira, nos Açores.

Percorreram esta ilha de lés-a-lés, fazendo aí mostras do belo folclore e das tradições Estremenhas, com participação no COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira e uma breve passagem pela ilha de Santa Maria.

Impelidos pela alegria e orgulho de levar as tradições do Arrimal por toda a parte, um ano mais tarde, rumavam à Ilha da Madeira.

Se a viagem correu bem, a estadia foi ainda melhor. A Poncha, a Coral, toda a animação noturna, casadas com a beleza natural das ilhas e todo o espírito entusiasmante deste festival, perduram ainda hoje nas nossas recordações.

No ano de 2008, e pela primeira vez, trouxemos o folclore à noite Arrimalana com o início dos Festivais Internacionais de Folclore do Arrimal, realizados à noite, junto à Lagoa Pequena.

Em 2009, numa nova fase marcada pela tomada de posse do seu atual presidente – o jovem Ricardo Simão – e para brindar os seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros, conseguiu, finalmente, reunir as condições necessárias para editar a gravação de um CD com as suas modas recolhidas ao longo dos tempos.

Para brindar as duas décadas de existência, nada melhor e distinto, per iternum, que o lançamento de um álbum das cantigas e modas mais marcantes do seu reportório, recolhidas e executadas ao longo da caminhada até aí percorrida.

Foi uma festa à séria. Inclusivamente com sessão solene no lançamento da sua produção musical em suporte digital de nome “20 Anos de Eterna Tradição”.

Acreditamos que este é um legado para memória futura perpetuando as nossas tradições, com que os nossos filhos e netos muito terão a aprender. Este CD é um contributo para a história do povo que foi a sua origem e raiz.

Desta forma, e muito para além de gravar um mero disco comemorativo dos seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros pretendeu eternizar as memórias herdadas e deixadas por todos os que, na dureza da labuta diária do árduo trabalho do campo, souberam ainda encontrar e forjar tempos de recreio e diversão sadia. Ainda hoje, em cada representação, atividade, ou sempre que envergamos os seus trajes, procuramos perpetuar essas vivências e recordações.

Citando Camões, “A memória daqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando” – foi a eles, aos nossos antepassados, que quisemos honrar ao dedicar-lhes este trabalho discográfico. Que permaneçam imortais, tal como nós intimamente desejamos.

Nesse mesmo ano, em 2009, volta ao Grandioso Festival do Rouergue, em Rodez, na França.

Em 2011 faz a sua mais longa deslocação para integrar a Gala Internacional de Folclore de Messina e o Festival Internacional de Folclore de Caltavulturo, na Sicília, ambos com a chancela do C.I.O.F.F.. Mais uma vez o grupo faz retumbantes sucessos nas atuações onde participa.

Uma vez mais, e como tem sido sempre seu apanágio, o Luz dos Candeeiros levou bem longe as tradições arrimalanas e o nome de Porto de Mós.

No ano de 2012, comemorando o seu 25.º Aniversário, organizou os festivais de folclore onde procurou trazer amigos de longa data para em conjunto assinalarem este marco importante da sua história.

Para finalizar as comemorações juntou todos quantos tornaram possível a chegada do grupo ao quarto de século num grandioso jantar convívio com antigos e actuais componentes do Luz dos Candeeiros, bem assim como familiares e amigos.

Em modo de conclusão, procurámos fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho; o seu interior, as vivências, experiências e aventuras. Histórias e estórias do grupo e seus componentes.

Quisemos narrar o que foi e é o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros: sempre fiel às tradições e um digno representante dos seus antepassados, para além de uma escola de vida e de relações humanas.

Agradecemos a todos os que, no coração desta família entraram e deram o seu contributo auxiliando-nos a transpor mais um aniversário: a população do Arrimal, os órgãos políticos, os antigos e atuais componentes, o C.C.R.D. do Arrimal e a todos aqueles que puxaram a corda que nos içou até aqui.

O NOSSO MUITO OBRIGADO!

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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