Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sexta-feira, 17 de Junho de 2016
PAN QUER OPÇÃO VEGETARIANA NAS CANTINAS PÚBLICAS

Inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas baixa à comissão sem votação

  • Discussão da iniciativa permitirá integrar ideias e contributos sérios de todos os parceiros parlamentares
  • Iniciativa inclusiva por uma opção alimentar saudável, sustentável e acessível para todos os portugueses
  • Todos os partidos estão de acordo sobre a consagração da “liberdade de escolha na alimentação”

A inclusão de uma opção vegetariana em todas as cantinas públicas, tema agendado pelo PAN, Pessoas-Animais-Natureza, discutido esta semana na Assembleia da Republica baixou hoje à comissão de Comissão de Agricultura e Mar sem votação por um período de 90 dias.

Todos os partidos estão de acordo sobre a consagração da “liberdade de escolha na alimentação” apesar das dúvidas apresentadas durante o debate, nomeadamente no que respeita aos custos e aos eventuais desperdícios que podem estar associados a esta iniciativa, sobre aplicabilidade da lei no ano orçamental em vigor e a necessidade de se prever um prazo de implementação e de analisar as obrigações contratuais em curso.

A alimentação tem evidente impacto na nossa saúde e por este motivo já é um investimento. Para além disso, uma refeição vegetariana tem tendencialmente um custo menor do que uma refeição não vegetariana e isso vê-se pelo preço dos menus dos restaurantes vegetarianos, em cada vez maior número por todo o país, e também no orçamento familiar de quem já segue esta dieta.

Se durante o processo de regulamentação for previsto, por exemplo, um sistema de planeamento que permita a pré aquisição de senhas de refeições vegetarianas, poderemos evitar desperdícios alimentares e gradualmente adequar a oferta à procura.

A possibilidade das cantinas públicas disponibilizarem uma opção alimentar saudável, sustentável e acessível para todos os portugueses é uma iniciativa inclusiva não apenas para os milhares de cidadãos que, cada vez mais, têm optado por dietas vegetarianas, mas também para todos os que procuram alternativas alimentares saudáveis.

“Acreditamos que esta é uma prioridade transversal a todas as bancadas e o objetivo durante os próximos dias de discussão desta iniciativa é integrar ideias e contributos sérios de todos os parceiros parlamentares e desta forma encontrar pontos de entendimento, que permitam criar uma lei aplicável e responsável que possa acolher a mudança, com vista a melhorar o nível nutricional da população, a estimular padrões alimentares mais éticos e mais sustentáveis e a incluir a vasta parcela de cidadãos que já segue um regime alimentar diferente”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:51
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Terça-feira, 24 de Maio de 2016
PAN QUER EMENTAS VEGETARIANAS NAS CANTINAS PÚBLICAS

PAN leva inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas a debate no Parlamento

  • Inclusão de uma alternativa vegetariana em todas as cantinas públicas, debatida a 16 de Junho,tem motivações de saúde, ética, ambientais, pedagógicas e inclusivas
  • Petição entregue recolheu mais cerca de 15.000 assinaturas que pedem resposta a uma necessidade que o país precisa acompanhar
  • Fim da discriminação das crianças e jovens que já seguem este tipo de alimentação

O PAN – Pessoas- Animais- Natureza avança hoje com o seu terceiro agendamento potestativo, ou seja, o momento na atual sessão legislativa em que é possível ao partido marcar o debate em plenário. O tema escolhido é a inclusão de uma opção vegetariana em todas as cantinas públicas e será debatido no parlamento no dia 16 de Junho.

O crescente interesse dos cidadãos pelas dietas vegetarianas e a procura de alternativas alimentares saudáveis tem estimulado a oferta que cada vez mais apresenta opções vegetarianas mais acessíveis e próximas. As perspetivas são que cada vez mais pessoas procurem estas opções, devendo aumentar a procura não só por pessoas que sigam uma dieta vegetariana mas também por outras pessoas.

Em Março deste ano deu entrada na Assembleia da Republica uma petição pela inclusão de opções vegetarianas nas escolas, universidades e hospitais portugueses. Das cerca de 15.000 assinaturas recolhidas, foram validadas e hoje entregues cerca de 12.000, que representam a vontade de muitos portugueses que, por opção ou necessidade, motivados por aspetos éticos, ecológicos ou de saúde, seguem regimes de alimentação que diferem da norma, nomeadamente uma alimentação vegetariana.

A alimentação tem evidente impacto na nossa saúde. A Direcção Geral de Saúde publicou inclusive em 2015 “As linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável”, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, onde claramente reconhece os benefícios de uma alimentação baseada em produtos de origem vegetal.

Relativamente às condições necessárias para adotar uma dieta vegetariana, Portugal possui condições que beneficiam esta escolha, já que possui uma produção vegetal de elevada qualidade, com variedade sazonal e diversificada. A nossa tradição gastronómica baseia-se em produtos de origem vegetal, que vão desde a sopa de hortícolas a uma grande variedade de frutas, passando ainda pelo pão e pelo azeite.

No que diz respeito aos motivos ambientais, as escolhas alimentares têm um impacto na natureza, este pode ser mais ou menos negativo conforme o tipo de alimentação que se faz. Recentemente, a Organização das Nações Unidas voltou a insistir na promoção e utilização do termo “Dieta Sustentável”, conceito que reflete o desenvolvimento de padrões alimentares saudáveis para os consumidores mas também para o Ambiente. Assim, uma Dieta Sustentável “deve ter um baixo impacto ambiental contribuindo para padrões elevados de segurança alimentar e de saúde das gerações futuras”.

A oportunidade para a inclusão de uma alternativa vegetariana em todas as cantinas públicas tem várias motivações, não só uma função pedagógica, fazendo com que mais pessoas tenham contacto com este tipo de dieta e quais as suas vantagens; motivos ambientais; motivos de saúde mas também para impedir a discriminação das pessoas que já seguem esta dieta mas que dificilmente conseguem fazer uma refeição fora das suas casas. Esta questão torna-se especialmente relevante quando se tratam de crianças e jovens, os quais são também cada vez mais a seguir este tipo de alimentação e sentem-se muitas vezes discriminados nas escolas, pelos colegas, professores, auxiliares, por comerem comida diferente, necessariamente trazida de casa. Com a introdução desta opção nas escolas, essa discriminação deixa de existir e as restantes pessoas passam a encarar este tipo de alimentação com normalidade. É importante que sejam asseguradas as condições para que todos possam seguir as suas dietas sem qualquer tipo de discriminação mas também é de extrema importância informar e sensibilizar as pessoas para o impacto que a sua alimentação tem na natureza mas também na sua própria saúde.



publicado por Carlos Gomes às 18:21
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016
PARLAMENTO APROVA PROPOSTA DO PAN SOBRE DISTÂNCIA PERCORRIDA PELOS ALIMENTOS
  • Parlamento aprovou unanimemente a proposta do PAN que recomenda ao Governo estudo sobre o impacto ambiental da distância percorrida pelos alimentos
  • Alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais
  • Foi também aprovada a implementação daRecomendação da Comissão Europeia relativa às normas mínimas de proteção e bem-estar de suínos

O parlamento aprovou hoje por unanimidade o Projeto de Resolução do PAN que recomenda ao Governo a elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos alimentos desde o local de produção ao consumidor final, com base na premissa de que a alimentação produzida pelo sistema convencional “quilométrico” utiliza 4 a 17 vezes mais combustível e dióxido de carbono. Os “alimentos viajantes” geram quase 5 milhões de toneladas de CO2 por ano, contribuindo para o agravamento das alterações climáticas. Para além disto, uma alimentação feita com produtos nacionais e, preferencialmente, locais, possibilita o consumo de alimentos frescos, saudáveis e com menos conservantes e aditivos químicos.

Estima-se que, atualmente, a maioria dos alimentos do mundo viaja em média cerca de 5000 quilómetros desde o local de produção até ao local de consumo. A uniformização e globalização da agricultura tem impactos negativos a vários níveis, nomeadamente ambientais, económicos, culturais e de saúde e segurança alimentar. A alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais. “Se tivermos uma alimentação mais correta, vamos ter menos doentes, menos medicamentos e menos despesa, logo, vamos ter um SNS mais sustentável. A prevenção primária faz-se muito por via da alimentação,” recorda André Silva, Deputado do PAN.

Já o projeto de resolução do PAN – Pessoas-Animais-Natureza que recomenda ao Governo a adoção da Recomendação (EU) 2016/336 da Comissão, que é relativa às normas mínimas de proteção de suínos e prevê a implementação de medidas destinadas a reduzir a necessidade de corte de cauda destes animais, foi aprovado com os votos contra de CDS e PSD, a abstenção do PCP e votos a favor do PAN, PS, PEV e BE.

Em causa estão práticas comuns associadas à indústria da suinicultura que, para evitar mordeduras e outros vícios que os suínos adotam tem por hábito aplicar o corte das suas caudas. A explicação para este hábito é simples: estando os suínos confinados a espaços reduzidos e sem recursos de enriquecimento ambiental, ou seja, sem qualquer espaço ou elementos naturais de interação, acabam por morder as causas dos restantes numa resposta imediata ao stress e desgaste a que são sujeitos todos os dias.



publicado por Carlos Gomes às 23:32
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
PARTIDO PAN QUER EMENTAS VEGETARIANAS NAS CANTINAS PÚBLICAS

Petição pela inclusão de opções vegetarianas nas cantinas públicas entregue na Assembleia da República

  • . - Recolhidas cerca de 15.000 assinaturas que pedem resposta a uma necessidade que o país precisa acompanhar

Deu hoje entrada na Assembleia da Republica uma petição pela inclusão de opções vegetarianas nas escolas, universidades e hospitais portugueses. Das cerca de 15.000 assinaturas recolhidas, foram validadas e hoje entregues cerca de 12.000, que representam a vontade de muitos portugueses que, por opção ou necessidade, motivados por aspetos éticos, ecológicos ou de saúde, seguem regimes de alimentação que diferem da norma, nomeadamente uma alimentação ovo-lacto-vegetariana ou estritamente vegetal (vegetariana).

Esta é uma iniciativa que surgiu em Fevereiro de 2015, pela mão de Nuno Alvim, vegano e membro da Associação Vegetariana Portuguesa (AVP), após constatar, pela experiência pessoal e pelo diálogo com várias pessoas, a necessidade de mobilizar o público para esta causa, com o objetivo de sensibilizar a casa da democracia portuguesa para a real necessidade de tantos cidadãos.

Tal como a AVP, também o PAN – Pessoas – Animais – Natureza, tem sentido esta necessidade e por isso deu entrada na Assembleia da República, no final de Janeiro, de um projeto de lei pela inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas que pretende, precisamente dar resposta a uma evidência que o país precisa acompanhar. Em 2007 existiam em Portugal cerca de 30.000 vegetarianos, segundo a Associação Vegetariana Portuguesa. O aumento do número de pessoas a seguir este tipo de dieta, tem vindo a aumentar de ano para ano pelas mais diversas razões. Esta medida inclui uma função pedagógica, contempla motivos ambientais; motivos de saúde mas também impede a discriminação das pessoas que já seguem esta dieta mas que dificilmente conseguem fazer uma refeição fora das suas casas.



publicado por Carlos Gomes às 11:38
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
PARTIDO PAN PREOCUPA-SE COM ALIMENTAÇÃO E AMBIENTE

Evidências inquietantes nas áreas da alimentação e do ambiente marcam a agenda política do PAN da semana

  • Inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas
  • Elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos alimentos desde a sua produção ao consumo
  • Adoção de medidas urgentes para impedir a prática da pesca e da caça ilegal em zonas protegidas da Ilha de Santa Maria, no arquipélago dos Açores
  • Intervenção do governo português para o encerramento da central nuclear espanhola de Almaraz

São quatro as iniciativas legislativas que o PAN – Pessoas – Animais – Natureza dá entrada esta semana na Assembleia da República. Após um período de adaptação, de estudo e de audiências diárias com várias entidades representantes da sociedade civil, o PAN dá cada vez mais forma ao seu objetivo de, dentro dos limites regimentares do seu âmbito de ação, trazer ao parlamento medidas legislativas com impacto direto na promoção da prosperidade social e para o bem-estar de pessoas, animais e natureza.

O projeto de lei pela inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas pretende dar resposta a uma evidência que o país precisa acompanhar. Em 2007 existiam em Portugal cerca de 30.000 vegetarianos, segundo a Associação Vegetariana Portuguesa.

Em 2014, a Associação Portuguesa de Medicina Preventiva veio a divulgar que, até essa data, já cerca de 200.000 portugueses seguiam uma dieta vegetariana. O aumento do número de pessoas a seguir este tipo de dieta, tem vindo a aumentar de ano para ano pelas mais diversas razões. Esta medida inclui uma função pedagógica, contempla motivos ambientais; motivos de saúde mas também impede a discriminação das pessoas que já seguem esta dieta mas que dificilmente conseguem fazer uma refeição fora das suas casas.

Acreditando que a alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais, o segundo Projeto de Resolução do PAN, apresentado esta semana, recomenda ao Governo a elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos dos alimentos desde a sua produção ao consumo, com base na premissa de que uma alimentação feita com produtos nacionais e, preferencialmente, locais, possibilita o consumo de alimentos frescos, saudáveis e com menos conservantes e aditivos químicos.

Estima-se que, atualmente, a maioria dos alimentos do mundo viaja em média cerca de 5000 quilómetros desde o local de produção até ao local de consumo. A uniformização e globalização da agricultura tem impactos negativos a vários níveis, nomeadamente ambientais, económicos, culturais e de saúde e segurança alimentar.

“Se tivermos uma alimentação mais correta, vamos ter menos doentes, menos medicamentos e menos despesa, logo, vamos ter um SNS mais sustentável. A prevenção primária faz-se muito por via da alimentação,” recorda André Silva, Deputado do PAN.

Pescas abusivas nos Açores e uma central nuclear “ameaçadora”

Na área ambiental o PAN recomenda ao Governo a adoção de medidas urgentes para impedir a prática da pesca e da caça ilegal em zonas protegidas da Ilha de Santa Maria, no arquipélago dos Açores e aborda os perigos potenciais para Portugal decorrentes da proximidade da central nuclear espanhola de Almaraz, sugerindo a intervenção do governo português junto do governo espanhol para o seu encerramento.

O turismo assume um papel estratégico no desenvolvimento dos Açores, como impulsionador do processo de crescimento e desenvolvimento da região.

Os mergulhadores são dos mais procuram esta região pela abundante biodiversidade e riqueza natural. Todavia, aqueles locais, que deveriam ser incondicionalmente protegidos, encontram-se a ser seriamente ameaçados, diariamente, pela prática de pesca ilegal e caça submarina, que se encontra, em ampla medida, favorecida por uma falta de fiscalização das autoridades competentes que, apesar das diversas denúncias que lhe são feitas, continuam a não agir de modo eficiente. O impacto que a falta de regulação e de fiscalização das práticas de pesca e caça submarina abusivas, já estão a demonstrar um decréscimo do turismo no arquipélago dos Açores.

Já, a central nuclear espanhola de Almaraz encontra-se localizada a cerca de 100 km da fronteira com Portugal e é refrigerada pelas águas do rio Tejo. A sua localização expõe Portugal a eventuais perigos decorrentes desta central, a qual, nos últimos anos, tem vindo a registar vários incidentes que obrigaram a paragens no seu funcionamento.

Após o pedido da Organização Greenpeace para a realização de testes de resistência por uma entidade independente, o relatório concluiu que a central nuclear de Almaraz não é segura e não deveria estar, ainda, em funcionamento. Recorde-se que uma das causas atribuídas à ocorrência do desastre nuclear na central de Fukushima, no Japão, foi a inexistência de válvulas de segurança para prevenir a explosão do hidrogénio. Desde então, a implementação desta medida adicional de segurança foi tornada obrigatória em todas as centrais nucleares da União Europeia, o que não se verifica na central de Almaraz, nem se prevê a sua colocação num futuro próximo.

O tempo de vida útil para as centrais nucleares deste género é de 25 anos, o que a torna actualmente como obsoleta, funcionando sem possuir os mais modernos e avançados sistemas de segurança. A acrescer que o Governo de Espanha não disponibilizou a Portugal os estudos de impacto ambiental na sequência de renovação de licença de exploração da central, incumprindo assim a Convenção em vigor quanto a esta matéria.

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português, inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011.

A sua missão é criar uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver em paz e felicidade, numa harmonia tão ampla quanto possível, em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas eleições legislativas de 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%).

Desde então, tem participado em todos os atos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia.

Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido.

O símbolo do PAN representa a unidade e interdependência das três causas que defende como uma só (pessoas, animais, natureza), com a mão humana aberta, generosa, interventiva e solidária que se ergue da Terra para o Céu, as patas animais e as folhas, componentes inseparáveis de uma Árvore da Vida que se expande e cresce para abraçar o mundo.



publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2015
PARLAMENTO APROVA INCENTIVO À PRODUÇÃO ALIMENTAR LOCAL NAS CANTINAS PÚBLICAS

Iniciativa legislativa pertence ao partido “Os Verdes”

Foi hoje aprovado, na Assembleia da República, o Projeto de Lei dos Verdes que estabelece a exigência de utilização de produção alimentar local nas cantinas públicas. Esta iniciativa legislativa constitui um contributo muito significativo para a garantia de escoamento da produção nacional e para potenciar a agricultura familiar, biológica e localizada.

O Estado deve dar o exemplo das boas práticas nas compras públicas e incentivar, desta forma, uma maior soberania alimentar e uma menor dependência externa de bens alimentares, com claras vantagens ao nível económico, social e ambiental, designadamente através da ajuda à redinamização do mundo rural, da biodiversidade agrícola, do combate às alterações climáticas, por via da redução das necessidades de transporte de longo curso de bens alimentares, pela redução de desperdício alimentar, que também se manifesta nas fases da cadeia alimentar correspondentes ao transporte e à conservação de alimentos, entre outras questões.

Os Verdes relembram que já na anterior legislatura tinham apresentado no Parlamento uma iniciativa legislativa com o mesmo objetivo, chumbada na altura, e salientam a importância da persistência na apresentação de matérias relevantes para a resolução de problemas com que o país se depara, uma persistência que acabou por ser hoje recompensada com a aprovação, na generalidade, da iniciativa legislativa em causa.



publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015
PARTIDO “OS VERDES” QUER PRODUÇÃO ALIMENTAR LOCAL NAS CANTINAS PÚBLICAS

Discute-se amanhã, dia 11 de Dezembro, na Assembleia da República, o Projeto de Lei dos Verdes “Preferência pela produção alimentar local nas cantinas públicas”.

Com esta iniciativa legislativa, o PEV propõe que, no mínimo, 60% de produtos alimentares utilizados para confeção das refeições das cantinas públicas sejam obrigatoriamente de origem nacional. Através desta regra – que se aplica às cantinas ou refeitórios dos serviços e organismos da Administração Pública, central, regional e local, bem como dos institutos públicos que revistam natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos - o Estado contribuirá, por via das suas compras públicas, para garantir o escoamento da produção alimentar nacional.

A proposta dos Verdes - discutida amanhã, dia 11 de dezembro, em plenário da Assembleia da República - trará diversas vantagens ao país, tanto de ordem económica, social, ambiental, como cultural e de segurança alimentar, tais como o combate a défice agro-alimentar, a dinamização da economia nacional, a redinamização do setor pesqueiro, o combate ao despovoamento e à desertificação do mundo rural, a preservação da biodiversidade agrícola e o combate às alterações climáticas.



publicado por Carlos Gomes às 21:28
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
PARTIDO PAN ALERTA PARA OS RISCOS DE CONSUMO DE CARNES VERMELHAS E PROCESSADAS

Comunicado da OMS sobre o consumo de carne reforça propostas do PAN neste âmbito

A Organização Mundial de Saúde (OMS) acaba de alertar para o perigo do consumo de carne processada e de carne vermelha, revelando que a ingestão de carne processada é cancerígena para os intestinos - com o mesmo grau de ameaça quanto o tabaco, o arsénico e o amianto - e que o consumo de carne de vaca ou porco pode também aumentar as probabilidades de cancro.

“Esta posição vem reforçar todo o trabalho de sensibilização e ação que o PAN tem vindo a desenvolver em prol de uma alimentação saudável, que reduza o consumo de produtos de origem animal, baseada em alimentos vegetais, não processados e sem agroquímicos”, refere o deputado e porta-voz do PAN André Silva.

São várias as propostas eleitorais do PAN que vão ao encontro de soluções viáveis para este problema, entre as quais uma melhor regulamentação e restrições para a publicidade alusiva a produtos não saudáveis ou com impactos negativos na saúde, a tributação da produção pecuária intensiva e a promoção junto de escolas públicas e privadas de alternativas alimentares vegetarianas. O PAN apoia ainda o movimento global “Segundas sem carne”, projeto que visa contribuir para a tomada de consciência para o impacto que o consumo excessivo de produtos e derivados animais tem sobre a saúde humana, a preservação do ambiente e no que concerne o bem-estar animal.

“Cabe ao Estado desenvolver políticas integradas que promovam a saúde pública e este alerta da OMS deixa clara a necessidade imediata de se tomarem resoluções concretas e não demagógicas em relação à alimentação dos cidadãos e cidadãs”, reforça André Silva.

O PAN relembra ainda que, globalmente, a produção de carne contribui em 51% para as emissões de gases de efeito de estufa, ocupando quase 40% da superfície da terra e ameaçando diariamente inúmeros ecossistemas. A promoção e adoção de uma alimentação mais saudável serão também decisivas para o equilíbrio do Serviço Nacional de Saúde visto que estaremos a trabalhar a jusante do problema, no âmbito da prevenção.



publicado por Carlos Gomes às 16:42
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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015
ANO EUROPEU PARA O DESENVOLVIMENTO: OUTUBRO É DEDICADO À SEGURANÇA ALIMENTAR

“In a world of plenty, no one, not a single person, should go hungry. But almost 1 billion still do not have enough to eat. I want to see an end to hunger everywhere within my lifetime.”

Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas

Entende-se por Segurança Alimentar o acesso físico e económico a alimentos seguros, nutritivos e suficientes para satisfazer as suas necessidades dietéticas e preferências alimentares, e para levarem uma vida ativa e sã. No entanto, e apesar do reconhecimento do direito à alimentação e da importância da segurança alimentar, uma em cada oito pessoas no mundo passa fome e cerca de 1/3 dos alimentos produzidos para consumo alimentar são desperdiçados.

A fome e a subnutrição são inimigas do desenvolvimento humano e refletem-se não só na qualidade de vida das pessoas, mas também nas perspetivas de crescimento e desenvolvimento das sociedades. Ter acesso a alimentos a preços comportáveis, que promovam a saúde e a boa nutrição, num contexto de população mundial em crescimento, permanece um grande desafio internacional.

A segurança alimentar é posta em causa por vários fatores, como as alterações climáticas e desastres naturais, instabilidade política, conflitos e também o comércio internacional que, juntamente com as políticas de importação e exportação afetam a disponibilidade e preço dos produtos alimentares, condicionando o acesso dos mais pobres aos alimentos.

A humanidade dispõe de todos os recursos necessários para erradicar a pobreza extrema e, como tal, acabar com a fome e todas as formas de subnutrição. Para tal, é necessário criar um ambiente adequado à redução destes problemas, a qual passa pelo fornecimento de bens e serviços públicos para o desenvolvimento do setor agrícola, o acesso equitativo aos recursos pelos pobres, o empoderamento das mulheres e a implementação de sistemas de proteção social” afirma Ana Paula Laborinho, presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua. Estes sistemas de proteção social devem ter também em conta que grande parte da população mundial vive no meio rural e que estas comunidades, que incluem os pequenos agricultores e a agricultura familiar, têm uma grande importância no combate à insegurança alimentar e nutricional.

Cláudia Semedo, embaixadora do Ano Europeu para o Desenvolvimento em Portugal, afirma que “o mundo necessita que haja um crescimento económico inclusivo, onde todos tenham o mesmo acesso a alimentos, meios de produção e recursos. O aumento da produtividade sustentável dos recursos agrícolas é também um fator-chave para o aumento da disponibilidade de alimentos e para a melhoria da segurança alimentar e nutricional. É importante que haja um aumento do investimento para as infraestruturas rurais, para o desenvolvimento de tecnologias e para o aumento da capacidade da produção agrícola nos países em desenvolvimento, que continuam a ser os países onde há mais situações de fome e de subnutrição”. 



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015
HERÓIS DA FRUTA ESTÃO DE VOLTA!

A APCOI – Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil quer estender já neste ano letivo 2015-2016, a adesão de todas as escolas de 1º ciclo e jardins-de-infância do país, ao projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável”. As inscrições para a 5ª edição desta que é já considerada a maior iniciativa gratuita de educação para a saúde em Portugal abriram esta semana e prolongam-se até 9 de outubro de 2015. Podem inscrever-se os estabelecimentos de ensino, públicos e privados, de todos os distritos e também das regiões autónomas a Madeira e dos Açores através do endereço www.heroisdafruta.com ou do telefone 210961868.

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Depois do sucesso das edições anteriores que envolveram no total 183.395 alunos, «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» é atualmente o maior programa gratuito de educação para a saúde de âmbito nacional com uma das maiores taxas de sucesso de sempre em reeducação alimentar infantil.

“Está cientificamente comprovado que a aplicação do modelo pedagógico dos heróis da fruta aumenta em pelo menos 42% o consumo de fruta no lanche escolar das crianças que nele participam”, afirmou Mário Silva, presidente e fundador da APCOI, sublinhando ainda que “nas últimas edições tivemos participações de todos os distritos e regiões autónomas, mas a nossa meta é chegar a todas as escolas do país”.

O projeto «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» regressa às escolas no início do ano letivo 2015/2016 para prevenir uma realidade preocupante: 74% das crianças portuguesas não ingere fruta na quantidade recomendada diariamente, das quais 7% não consome qualquer porção de fruta por dia. Este baixo consumo de fruta provoca carências nutricionais e tem efeitos muito negativos para a saúde: diminui os níveis de energia, de concentração, de aprendizagem e das defesas do organismo, tornando as crianças mais sujeitas a doenças como a obesidade ou a diabetes tipo 2, logo desde a infância. Portugal está entre os países europeus com maior número de crianças afetadas por esta epidemia mundial: uma em cada três crianças portuguesas tem excesso de peso.

Com a aproximação do novo ano letivo, a APCOI já abriu as inscrições para a 5ª edição do projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável”. Depois de fazer a inscrição, a escola recebe acesso aos materiais pedagógicos que necessita, sem qualquer custo. “Trata-se de um modelo chave-na-mão que qualquer estabelecimento de ensino poderá colocar em prática de uma maneira simples e eficaz”, referiu Mário Silva.

A adesão a esta iniciativa de educação para a saúde está disponível para jardins-de-infância, escolas de 1º ciclo do ensino básico e ATL's, públicos ou privados, de todo o país, incluindo as regiões autónomas da Madeira e dos Açores, sendo apenas necessária uma inscrição gratuita através do endereço www.heroisdafruta.com ou do telefone 210961868 até 9 de outubro de 2015.



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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Terça-feira, 28 de Julho de 2015
PARTIDO “PAN” FELICITA DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE PELA PUBLICAÇÃO DE “LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA UMA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA SAUDÁVEL”

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza felicita a Direcção-Geral de Saúde (DGS) pela publicação de um manual sobre a alimentação vegetariana, pois considera que este tipo de guias é um passo importante para que Portugal seja um país mais saudável, sustentável e ético.

“Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável” está disponível no site do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e da própria DGS, e surgiu para responder ao número cada vez maior de pessoas que querem seguir uma alimentação isenta de produtos animais, mas também para valorizar e dar a conhecer um padrão alimentar saudável junto da população e criar condições para que os profissionais de saúde possam aceder a informação que lhes permita ganhar competências para aconselhamento nesta matéria.

O manual salienta a importância de aliar este tipo de alimentação a um estilo de vida mais saudável e promove a utilização de produtos vegetais de origem nacional, sazonais e enquadrados na nossa tradição culinária, sugerindo assim que é possível e desejável juntar sabor, tradição e saúde.

“A alimentação vegetariana é, na maior parte das vezes, uma alternativa para quem procura um estilo de vida mais saudável, justo para com os animais (humanos e nãohumanos) e ecológico. Além disso, nos últimos anos, este tipo de nutrição tem sido largamente estudada ao nível da prevenção de doenças muito prevalentes na nossa sociedade, nomeadamente as doenças crónicas como a doença cardiovascular, a oncológica, a diabetes ou a obesidade”, recorda André-Silva, porta-voz do PAN e candidato por Lisboa às eleições legislativas de 04 de Outubro, sublinhando que “esta tomada de consciência tem tido como consequência o aumento gradual e sustentado do número de vegetarianos em Portugal e no mundo e que este manual, como instrumento de apoio e esclarecimento, é um incentivo para todos aqueles que pretendem adoptar este tipo de padrão alimentar, quer por razões de saúde ou de filosofia de vida.”

Prevenir para não delapidar o erário público e o Serviço Nacional de Saúde

No entender do PAN, este tipo de ferramentas são também uma peça crucial para a mudança diária de hábitos que irá beneficiar não só a saúde pública como os recursos administrados pelo Serviço Nacional de Saúde, uma vez que impactam diretamente as causas dos problemas e não assentam em soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas.

Aliás, no programa eleitoral com o qual o PAN-Pessoas-Animais-Natureza se vai apresentar às legislativas deste ano, a “Promoção de uma Alimentação Saudável” é uma das principais medidas defendidas pelo Partido nos eixos de “Sustentabilidade” e “Saúde” para que se “desenvolvam padrões alimentares mais justos, saudáveis, ambientalmente sustentáveis e geradores de maior potencial de desenvolvimento.”

De acordo com os dados disponíveis, conclui-se que um estilo de vida sem produtos de origem animal, em termos de emissões de gases, equivale a uma poupança anual semelhante a uma viagem de automóvel de cerca de 7.000 kms, enquanto ao nível do consumo de água, equivale a uma poupança anual de cerca de 8.000 duches.

Por outro lado, o impacte diário da indústria da agro-pecuária e das pescas e sobre o meio ambiente é desastroso e é já considerada a principal causa de mudanças climáticas. Os 70 biliões de animais terrestres e 90 biliões seres marítimos que são abatidos a cada ano para consumo humano colocam uma tensão crescente sobre o meio ambiente no que respeita ao uso da terra, água doce, mas também ao nível da poluição e da produção de gases com efeito de estufa.

Perante os números, o partido defende a necessidade de “fomentar a consciência ecológica e sensibilizar a população para uma alimentação saudável, com base em alimentos produzidos sem prejudicar o ambiente, de modo a ser possível promover um futuro mais sustentável, do ponto de vista ambiental, económico e social”.

O PAN considera ainda, numa abordagem mais abrangente, que “a saúde dos ecossistemas, animais e plantas é indissociável da saúde do ser humano” e que “o respeito pela qualidade de vida de todos os intervenientes, partindo dos agricultores e mão-de-obra agrícola, até ao consumidor final, e uma atitude respeitadora para com os outros seres vivos e os recursos naturais, são os princípios que a seguir”.

Para fazer face a esta situação, o PAN advoga, entre outras medidas, a necessidade de “sensibilizar e informar o consumidor para a importância de uma dieta baseada em produtos frescos de origem vegetal, integral, com alimentos pouco processados, sazonais, de produção local e biológica, isenta de Organismos Geneticamente Modificados, fomentando, por exemplo, a consciência ecológica e sensibilização das crianças em idade escolar para uma alimentação saudável com ações de dinamização de hortas escolares”.

A “proibição total do cultivo de transgénicos; a cessação dos apoios à agricultura sintética e pecuária intensiva; e a discriminação positiva dos modos de produção biológicos” são outras das iniciativas que o partido pretende introduzir na agenda política através do seu programa e campanha eleitoral.

Um dos primeiros passos nesse sentido foi dado no âmbito do 1.º Congresso Internacional ‘Paredes de Coura Vegetariana’, que em dois dias viu passar cerca de 500 pessoas pelo Centro Cultural de Paredes de Coura. Organizado pela Associação Quinta das Águias, com a colaboração do município de Paredes de Coura, este espaço de reflexão e debate, no qual o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar marcou presença, contou também com a participação do PAN, pela cabeça-de-lista pelo distrito do Porto às Legislativas de 04 de Outubro Bebiana Cunha, que se juntou aos demais para debater o impacte das escolhas alimentares sobre o meio ambiente, na saúde pública e as suas consequências éticas.

Sobre o Partido Pessoas-Animais-Natureza – PAN

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português, inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011. A sua missão é criar uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver em paz e felicidade, numa harmonia tão ampla quanto possível, em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas eleições legislativas de 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%). Desde então, tem participado em todos os atos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia. Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido. O símbolo do PAN representa a unidade e interdependência das três causas que defende como uma só (pessoas, animais, natureza), com a mão humana aberta, generosa, interventiva e solidária que se ergue da Terra para o Céu, as patas animais e as folhas, componentes inseparáveis de uma Árvore da Vida que se expande e cresce para abraçar o mundo. A causa de todos http://www.pan.com.pt



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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015
CRIANÇAS ENSINAM ADULTOS A ALIMENTAREM-SE DE FORMA SAUDÁVEL

Crianças do concelho de Arcos de Valdevez lançam 6 vídeos para ensinar adultos a comer mais saudável

47 mil alunos de todo o país juntam-se à APCOI para promover hábitos saudáveis e convidam adultos a votar nos “Hinos da Fruta” até dia 10 de março.

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Já foram divulgados os 378 “Hinos da Fruta” (dos quais 6 são de escolas do concelho de Arcos de Valdevez) no site www.heroisdafruta.com, desenvolvidos por alunos dos 2 aos 12 anos de escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância, de todo o país, no âmbito da 4ª edição do projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável» promovido pela APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil, que tem como objetivo aumentar o consumo diário de fruta fresca em idade escolar tendo em conta que 73,5% das crianças portuguesas ainda não ingere fruta na quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os “Hinos da Fruta” são canções apresentadas em formato de videoclip nos quais as crianças pretendem partilhar com os adultos, através da música, as importantes lições que aprenderam na 1ª etapa deste projeto sobre o papel da alimentação saudável na prevenção da obesidade infantil, doença que em Portugal afeta uma em cada três crianças.

A 2ª etapa do projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável» que agora começa, convida todos os adultos a participar solidariamente naquela que é já segundo Mário Silva, presidente da APCOI “a maior iniciativa gratuita de educação para a saúde a nível nacional e que desde 2011 melhorou os hábitos alimentares de 183.395 crianças através de um modelo pedagógico de sucesso comprovado, como demonstram os resultados do impacto da última edição: 42,6% das crianças que participaram aumentaram o seu consumo diário de fruta, em apenas 12 semanas.”

Os vídeos estão disponíveis para votação do público até às 23:59 do dia 10 de março de 2015, no site www.heroisdafruta.com. Esta votação irá apurar os 60 hinos finalistas, correspondentes aos 3 mais votados dos 18 distritos continentais e das 2 regiões autónomas dos Açores e da Madeira.

Informação à Imprensa

18 Fevereiro de 2015

Posteriormente, o Júri composto por nomes de referência no panorama musical português (João Gil, Ana Bacalhau dos Deolinda, Amor Electro, Henrique Feist, Maria João, Mário Laginha, Vanessa Silva, Rita Redshoes, OqueStrada, HMB, Frankie Chavez, Filipe Pinto e também o cantor infantil Avô Cantigas) escolherá três vencedores entre os 60 finalistas e ainda um vencedor entre os hinos não finalistas.

Estas quatro escolas vencedoras vão receber a visita da APCOI que realizará a peça de teatro interactiva "Super Festa dos Heróis da Fruta" para celebrar a importância da fruta na alimentação diária das crianças.

Se votar nos “Hinos da Fruta” pode ganhar mais de 1200 prémios!

Quem votar nos hinos estará também a participar em simultâneo no passatempo "Vote nos Hinos da Fruta e Habilite-se a Ganhar Prémios" que vai oferecer 1250 bilhetes para: Parques Aquáticos, Zoológicos, Museus, Cinemas, Aquários, Centros Ciência Viva, Parques de Diversões e muito mais!

Para ganhar um prémio basta votar em qualquer “Hino da Fruta”. Até 10 de Março a APCOI está a oferecer um destes prémios de 40 em 40 votos. Saiba como votar em: www.heroisdafruta.com

Conheça os 6 “Hinos da Fruta” criados pelas escolas participantes do concelho de Arcos de Valdevez:

  • Creche / JI Cerqueira Gomes
  • Escola Básica de Távora
  • JI de Giela
  • JI de Paçô
  • Escola Básica Sabadim
  • JI de Vila Fonche

O projeto gratuito «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável 2014-2015» conta com o apoio das seguintes entidades:

Parceiro Principal – Clube Pelicas Montepio; Parceiros de Comunicação – RTP; Nickelodeon; Canal Q; Local Visão TV; 24Kitchen; Rádio Renascença; SAPO; Agência Zero Fotografia; Goody; MRM Audiovisuais; That's It Publicidade e Turismo de Lisboa;

Parceiros de Comunicação Local - Correio da Azambuja; Correio dos Açores; Diário do Alentejo; EOL - Entroncamento Online; Estação Diária 96.8 FM; Íris FM; Jornal Algarve 123; Jornal Alpiarcense; Jornal Alto Alentejo; Jornal A Verdade; Jornal das Caldas; Jornal de Oleiros; Jornal - O Regional; Jornal Região do Castelo; Jornal Região de Cister; Jornal Voz Ribatejana; Rádio Dueça; Rádio Moncorvo; Rádio Voz do Marão; RCL - Rádio Clube Lourinhã; RCP - Rádio Clube Penafiel; Ribatejo FM; RUA 102.7 FM; Sesimbra FM; TVL - Televisão de Lisboa; Vida Ribatejana; Parceiros de Prémios – Monte Selvagem; Krazy World; Zoo da Maia; Badoca Safari Park; Zoo Marine; Jardim Zoológico; Zoo Santo Inácio; Diver Lanhoso – Parque Aventura; Sealife Porto; Portugal dos Pequenitos; Slide & Splash; Family Golf Park; Feijão Verde Parques de Diversões; Natur Water Park; Yellow Bus – Official Sightseeing Tours; Aquagruta - Grutas de Mira de Aire; Cinemateca Júnior; Açores Ambiente; Centro de Ciência Viva de Aveiro – A Fábrica; Visionarium – Centro Ciência Viva de Sta Mª Feira; Centro Ciência Viva do Alviela – Carsoscópio; Ruínas e Museu Monográfico de Conímbriga; Museu Nacional de Machado de Castro; Expolab – Centro Ciência Viva dos Açores; Museu de Angra do Heroísmo; Museu Francisco Tavares Proença Júnior; Corrida da Criança – Por um futuro mais saudável; Museu do Caramulo; Centro Ciência Viva de Tavira; Centro Ciência Viva Constância; Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva; Museu da Marioneta; Museu Nacional de História Natural e da Ciência; Museu das Comunicações; Porto Moniz: Aquário da Madeira, Piscinas Naturais, Centro de Ciência Viva e Teleférico das Achadas da Cruz; Centro Ciência Viva de Lagos; Centro de Ciência Viva de Sintra; Museu do Pão; Museu de Alberto Sampaio; Museu do Paço dos Duques de Bragança; Madeira Story Centre; Family Golf Park; Museu Cristiano Ronaldo – CR7; Centro de Visitantes da Furna do Enxofre; Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo; Centro de Interpretação da Serra de Santa Bárbara; Complexo Monte da Guia: Casa dos Dabney + Aquário de Porto Pim - Estação de Peixes Vivos; Jardim Botânico do Faial; Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos; Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão; Centro de Visitantes da Gruta das Torres; Centro de Interpretação da Paisagem da Cultura da Vinha do Pico; Centro de Monitorização e Investigação das Furnas; Centro de Interpretação da Fajã da Caldeira de Santo Cristo;

Outros Apoios – Immochan; Jumbo; Águas do Vimeiro; Associação de Produtores de Maçã de Alcobaça; Magalhães; Imacx – Impressão e Produção Publicitária; Fundação Portugal Telecom;

Parceiros Institucionais – Governo Regional dos Açores; Direção Regional de Educação dos Açores; Direção Regional de Educação da Madeira; Direção Regional de Educação do Alentejo;

Autarquias Parceiras - Câmara Municipal de Águeda; Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha; Câmara Municipal de Alcobaça; Câmara Municipal de Alvito; Câmara Municipal de Amadora; Câmara Municipal de Arcos de Valdevez; Câmara Municipal de Barcelos; Câmara Municipal de Boticas; Câmara Municipal de Braga; Câmara Municipal de Cadaval; Câmara Municipal do Cartaxo; Câmara Municipal de Cascais; Câmara Municipal de Castanheira de Pêra; Câmara Municipal de Castro Verde; Câmara Municipal de Castro Marim; Câmara Municipal de Celorico de Basto; Câmara Municipal de Chamusca; Câmara Municipal de Constância; Câmara Municipal de Estarreja; Câmara Municipal de Espinho; Câmara Municipal de Esposende; Câmara Municipal de Fafe; Câmara Municipal de Ferreira do Alentejo; Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere; Câmara Municipal de Golegã; Câmara Municipal de Lourinhã; Câmara Municipal de Mação; Câmara Municipal de Manteigas; Câmara Municipal de Óbidos; Câmara Municipal de Odivelas; Câmara Municipal de Oeiras; Câmara Municipal de Oliveira do Hospital; Câmara Municipal de Ovar; Câmara Municipal de Pombal; Câmara Municipal de Ponte de Lima; Câmara Municipal do Porto; Câmara Municipal de São Roque do Pico; Câmara Municipal de Salvaterra de Magos; Câmara Municipal de Seia; Câmara Municipal de Serpa; Câmara Municipal de Sertã; Câmara Municipal de Setúbal; Câmara Municipal de Torres Vedras; Câmara Municipal de Trofa; Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar; Câmara Municipal de Vila Viçosa; Junta de Freguesia de Barcarena; Junta de Freguesia Cascais e Estoril; Junta de Freguesia de Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra; União de Freguesias de Moura e Santo Amador;

Sobre a APCOI:

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, cuja missão é ajudar a criar um mundo melhor para as futuras gerações, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, promovam o combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam a obesidade infantil e todas as doenças associadas. A APCOI é composta por um grupo de voluntários preocupados com a saúde infantil, que se mobilizam em torno da responsabilidade de transmitir melhores hábitos de vida às crianças, ajudando-as a escolher as opções mais saudáveis. «O nosso modelo de atuação incide na criação de ações e campanhas de prevenção, projetos de intervenção social e programas de formação sobre nutrição e exercício físico dirigidos às crianças, às famílias e às comunidades escolares»

(Mário Silva, presidente e fundador da APCOI)

Desde Dezembro de 2010, a APCOI já beneficiou 202.031 crianças através das seguintes iniciativas: 183.395 inscritas em quatro edições do projeto «Heróis da Fruta»; 6.415 em ações de distribuição gratuita de fruta; 7.500 estiveram nas três edições da «Corrida da Criança»; 3.230 participaram em oficinas de alimentação saudável e exercício físico; 1.491 foram atendidas por nutricionistas em sessões gratuitas de aconselhamento personalizado. Saiba mais em www.apcoi.pt



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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014
PARTIDO “OS VERDES” REAFIRMA DIREITO DOS POVOS À SOBERANIA ALIMENTAR

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Amanhã - Dia Mundial da Alimentação

No dia em que se comemora o Dia Mundial da Alimentação, milhões de pessoas por este planeta, nomeadamente em Portugal, não verão esse direito básico garantido.

Uma em cada 3 crianças no mundo sobrevive em subnutrição. Os objetivos de desenvolvimento do milénio estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), ainda estão longe de serem atingidos, mesmo que alguns países tenham feito grandes esforços para erradicar a fome e a pobreza.

Esta situação inaceitável que se vive a nível planetar decorre, em grande parte, da injusta redistribuição da riqueza e do facto que a alimentação é, cada vez mais, um negócio refém dos grandes interesses do sector da distribuição, do agroalimentar e do agro-químico que controlam não só os preços dos alimentos e dos fatores de produção mas também, com os transgénicos, um património milenar dos povos e base da alimentação: as sementes. Este negócio escandaloso tem encontrado proteção política nos tratados e acordos internacionais de comércio e tem sido apadrinhado pela União Europeia.

A esta situação vergonhosa soma-se a destruição e empobrecimento de vastas áreas de solo fértil do planeta por via da construção desordenada, da impermeabilização, das monoculturas e do desvio de solos agrícolas para outros fins que não o alimentar, como é o caso da produção de biocombustíveis. As catástrofes naturais, decorrentes e agravadas pelas alterações climáticas, são ainda outro dos fatores que têm vindo a intensificar a destruição de culturas e de solos agrícolas, mergulhando ainda mais as populações na pobreza e na fome.

Neste Dia Mundial da Alimentação, “Os Verdes” reafirmam o direito dos povos à soberania alimentar. Soberania que também em Portugal não está garantida. O país está dependente para se alimentar, em mais de 70%, de importações quando tem todas as condições para inverter esta situação.

E também em Portugal o acesso à alimentação e a uma alimentação de qualidade não é, hoje em dia, a todos garantido. A crise e as políticas de austeridade que colocaram no desemprego milhares de portugueses, entre os quais famílias inteiras, agravado pelo corte, em simultâneo, de apoios sociais, impedem o acesso à alimentação, de forma digna, a muitos milhares de portugueses. O número de pessoas que em Portugal necessita de recorrer a formas assistenciais para garantir a sua alimentação, não tem parado de crescer. Esta é uma situação que deveria envergonhar os Governos que subscreveram e têm vindo a protagonizar estas políticas de austeridade.

Por outro lado, o encerramento de inúmeras explorações agrícolas familiares, fundamentais para garantir a alimentação, na sequência da pressão exercida por uma concorrência internacional, assente nos Tratados Internacionais de Comércio e apadrinhada pela Política Agrícola Comum, deixam o nosso país cada vez mais debilitado na sua capacidade de garantir a sua soberania alimentar e cada vez mais à mercê das pressões dos grandes interesses económicos e financeiros instalados neste setor.

Neste Dia Mundial da Alimentação, “Os Verdes” não podem ainda deixar de denunciar o facto do Governo português não defender acerrimamente a agricultura familiar em Portugal, pilar fundamental da produção alimentar, e de não defender os interesses e características da nossa agricultura no seio da União Europeia e de pactuar com as orientações da PAC que são lesivas da nossa produção nacional, tal como aconteceu com as quotas leiteiras.

Por outro lado, este Governo tem apadrinhado e incentivado políticas que têm levado à ocupação e destruição de solo agrícola, nomeadamente com a liberalização do plantio de eucaliptos que se tem expandido de norte a sul do continente, ocupando terras que poderiam e deveriam estar destinadas à produção alimentar.

“Os Verdes” não querem deixar de saudar todas as autarquias que têm promovido e apoiado a criação de hortas urbanas, hortas estas que têm dado um contributo valioso para garantir o acesso a uma alimentação mais saudável por parte das famílias.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,



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Domingo, 20 de Abril de 2014
OURÉM DEBATE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TEMPOS DE CRISE

À conversa com… alimentação saudável em tempos de crise

22 de abril | 18.30H

Ucharia do Conde

Entrada Livre

Inscrições limitadas | T. 249 541 676 | M. 915 002 924 | uchariadoconde@gmail.com

Organização do Município de Ourém e da empresa municipal OurémViva, E.M., S.A., responsável pela gestão da Ucharia do Conde no apoio à comercialização e dinamização dos produtos locais.



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Terça-feira, 8 de Abril de 2014
OURÉM DEBATE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TEMPOS DE CRISE

À conversa com… alimentação saudável em tempos de crise

22 de abril | 18.30H

Ucharia do Conde

Entrada Livre

Inscrições limitadas | T. 249 541 676 | M. 915 002 924 | uchariadoconde@gmail.com

Organização do Município de Ourém e da empresa municipal OurémViva, E.M., S.A., responsável pela gestão da Ucharia do Conde no apoio à comercialização e dinamização dos produtos locais.



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Terça-feira, 14 de Maio de 2013
ONU ACONSELHA-NOS A COMER GAFANHOTOS!

José Graziano da Silva, Diretor-geral da FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, afirmou ontem que “Animais selvagens e insetos são muitas vezes a principal fonte de proteína para pessoas em áreas florestais, enquanto as folhas, sementes e frutas fornecem vitaminas e minerais, garantindo uma dieta nutritiva”, acrescentando que “as florestas contribuem para os meios de existência de mais de mil milhões de pessoas, incluindo os mais desfavorecidos. As florestas são uma fonte de 'alimentação, de energia para a confecção dos alimentos, de alimento para os animais e de receitas para comprar comida. A afirmação foi proferida no âmbito da Conferência Internacional sobre Florestas para Segurança Alimentar e Nutricional que decorre até amanhã em Roma, na Itália.

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Aquela organização divulgou ontem um relatório no qual destaca a importância dos insetos comestíveis no combate à fome no mundo. Por conseguinte, atendendo a que muitos povos asiáticos de de várias regiões de Àfrica desde há muito tempo que incluem os insectos na sua dieta alimentar, a indicação que a FAO acaba de apresentar deve ser entendida como uma recomendação dirigida aos europeus e ocidentais de uma maneira geral para que passem a incluir estas iguarias nos seus hábitos alimentares.

Não sabemos qual o restaurante que José Graziano da Silva e os funcionários da ONU que o acompanharam, escolheram para fazer as suas refeições durante a sua permanência em Roma, nem tão pouco a ementa que escolheu. Em todo o caso, respeitamos as suas preferências gastronómicas, como aliás qualquer bizarria cultural com a qual se identifique, desde que as mesmas não coloquem em causa a integridade física de outros seres humanos.

O que mais nos impressiona é o fato de serem sistematicamente destruídas grandes quantidade de produtos alimentares não comercializáveis para não colocarem em causa a estabilidade do mercado, ainda que tal medida implique custos com a sua destruição, bens que são parcialmente recolhidos junto dos consumidores através de campanhas promovidas pelo “Banco Alimentar” para os fazer chegar a pessoas sem recursos financeiros. Mais ainda, a sociedade da miséria e da abundância em que se tornaram os países ocidentais estabelece limites à produção agrícola, impondo coimas aos agricultores que excedam as cotas estabelecidas, promove a abandono da pesca e da agricultura e o despovoamento das zonas rurais e, sob os mais variados pretextos, impõe frequentemente a destruição do produtos agrícolas e da pecuária.

As tecnologias atualmente ao nosso alcance permitem uma produtividade agrícola, pecuária e piscícola capaz de satisfazer as necessidades alimentares da humanidade, debelando a fome à superfície do planeta, não fosse a necessidade de assegurar a “estabilidade dos mercados” ou seja, o lucro das grandes cadeias de produção e distribuição alimentar, ainda que para tal se tenha de assistir à fome de milhões de crianças nos países mais subdesenvolvidos. Paradoxalmente, a origem da crise alimentar reside na superprodução que gera excedentes e não propriamente na escassez de bens alimentares.

Mas, a recomendação que a FAO acaba de fazer mais não é do que o prenúncio dos tempos que se avizinham nomeadamente na Europa, uma vez que desde há muito tempo que os gafanhotos fritos são uma especialidade culinária muito apreciada entre os asiáticos. Por certo, a ONU irá a partir de agora habituar os embaixadores dos diversos países ocidentais que ali têm assento ao requinte dos novos paladares que constam da ementa do sr. Graziano da Silva!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 12:24
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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011
OURÉM ASSINALA DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO COM EMENTA ESPECIAL

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Ourém assinala amanhã o Dia Mundial da Alimentação com uma "Ementa Especial", uniformizada, que será enviada a todas as entidades responsáveis pelo serviço de refeições, assim como a todos os agrupamentos de escolas.

O tema lançado pela Fundação das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) para este ano é "O preço da alimentação, da crise à estabilidade". A data escolhida para assinalar o Dia Mundial da Alimentação é o dia 14 de Outubro uma vez que no calendário deste ano, o dia 16 correspondia a um Domingo.



publicado por Carlos Gomes às 10:37
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
QUINTA DO MONTALTO PARTICIPA NA FEIRA DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

A Quinta do Montalto marcou presença na edição de 2011 da Terra Sã, Feira Nacional de Agricultura Biológica que teve lugar no Palácio de Cristal, no Porto, durante este fim-de-semana. O certame foi organizado pela AGROBIO e teve como finalidade divulgar o único modo de produção sustentável de” alimentos saudáveis, nutritivos e suficientes para satisfazer as necessidades da população portuguesa”

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Com esta iniciativa, a organização, procurou “dar a conhecer o único modo de produção sustentável de “alimentos saudáveis, nutritivos e suficientes para satisfazer as necessidades da população portuguesa”, naquele que é um “contexto nacional de emergência social, gerada pela crise da dívida soberana, mas também de crise global à escala planetária, com alterações climáticas, perda da Biodiversidade, preço elevado e crescente dos combustíveis fósseis, procura crescente por energia e alimentos, especulação financeira no mercado dos alimentos e de utilização de culturas para a produção de energia”.

Desse modo, visou fomentar “o desenvolvimento de uma nova agricultura em Portugal, a Agricultura Biológica, envolvendo mais pessoas e acesso facilitado à terra em meio urbano, periurbano e rural”, que “pode ser decisivo para diminuir uma crise alimentar potencial, contribuindo para a auto-suficiência e segurança alimentar” nacional.

A exposição incluiu a realização de seminários e palestras acerca de aspectos relacionados com a horticultura biológica e a alimentação, provas de produtos biológicos como vinho, doces, azeite e mel e ainda a venda dos mais variados produtos de agricultura biológica.

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publicado por Carlos Gomes às 00:22
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011
QUINTA DO MONTALTO PARTICIPA NA FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

A Quinta do Montalto vai participar na edição de 2011 da Terra Sã, Feira Nacional de Agricultura Biológica que vai ter lugar no Palácio de Cristal, vulgo Pavilhão Rosa Mota, no Porto, a partir do próximo dia 7 de Outubro. O certame é organizado pela AGROBIO e decorre até Domingo, dia 9 de Outubro, e “pretende dar a conhecer o único modo de produção sustentável de” alimentos saudáveis, nutritivos e suficientes para satisfazer as necessidades da população portuguesa”

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Segundo a organização, “a Feira pretende dar a conhecer o único modo de produção sustentável de “alimentos saudáveis, nutritivos e suficientes para satisfazer as necessidades da população portuguesa”, naquele que é um “contexto nacional de emergência social, gerada pela crise da dívida soberana, mas também de crise global à escala planetária, com alterações climáticas, perda da Biodiversidade, preço elevado e crescente dos combustíveis fósseis, procura crescente por energia e alimentos, especulação financeira no mercado dos alimentos e de utilização de culturas para a produção de energia”.

Procura desse modo fomentar “o desenvolvimento de uma nova agricultura em Portugal, a Agricultura Biológica, envolvendo mais pessoas e acesso facilitado à terra em meio urbano, periurbano e rural”, que “pode ser decisivo para diminuir uma crise alimentar potencial, contribuindo para a autossuficiência e segurança alimentar” nacional.

A exposição inclui a realização de seminários e palestras acerca de aspectos relacionados com a horticultura biológica e a alimentação, provas de produtos biológicos como vinho, doces, azeite e mel e ainda a venda dos mais variados produtos de agricultura biológica.

Esta constitui uma excelente oportunidade nomeadamente para os nossos conterrâneos que vivem na região do Porto visitarem o certame e contactarem de perto com os produtos biológicos do Concelho de Ourém ali representado através da Quinta do Montalto.

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publicado por Carlos Gomes às 10:20
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Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
Ourém assinala Dia Mundial da Alimentação

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A Câmara Municipal de Ourém assinala no próximo sábado o Dia Mundial da Alimentação, uma iniciativa global que visa simultaneamente comemorar a fundação da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em 1945.

"O Direito à alimentação" foi o tema escolhido para a edição deste ano. O Município está a promover uma campanha de recolha de alimentos a ter lugar nesse dia, os quais serão posteriormente encaminhados para as famílias mais carenciadas identificadas pelos serviços sociais do Município.

Paralelamente, em parceria com a Delegação de Saúde de Ourém, será efectuado um rastreio de obesidade, a funcionar entre as 09h00 e as 13h00 desse dia.

Integrada nas comemorações do Dia Mundial da Alimentação, decorre até ao próximo Sábado, em frente aos Paços do Concelho, a exposição de rua "Apple Parede".

Pretende-se, com esta iniciativa, promover uma reflexão sobre aquilo que comemos, a situação alimentar no mundo actual e a forma como os alimentos são distribuídos e produzidos a nível mundial.

Existem mais de 1,2 biliões de pessoas que passam fome em todo o mundo. São seres humanos que vivem abaixo do limiar da pobreza. Actualmente, em todo o mundo, em cada 100 pessoas 13 passam fome diariamente. Além destas, também uma parte significativa da população sofre de carências em alguns nutrientes considerados essenciais para a sobrevivência.

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 15:00
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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010
Ourém realiza “Apple Parade”

“Apple Parade” ou Parada da Maçã?

Parada da Maçã

A iniciativa é da Câmara Municipal de Ourém e conta com a colaboração da Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça. Designa-se por “Apple Parade” que, na Língua portuguesa, quer dizer simplesmente Parada da Maçã. Trata-se de uma exposição de rua que está patente na Praça D. Maria II, em frente aos Paços do Concelho, até ao próximo dia 16 de Outubro, e visa sensibilizar a população para o consumo de produtos frutícolas, neste caso a maçã.

A exposição apresenta dez maçãs em formato gigante, pintadas e decoradas pelos alunos dos estabelecimentos de ensino do Distrito de Leiria e outros artistas plásticos da região.

Para além de constituir um incentivo à manutenção de hábitos alimentares saudáveis, esta iniciativa tem naturalmente em linha de conta o apoio que todos devemos dar à produção nacional, mormente aos agricultores da região de Alcobaça onde aliás predominam as culturas frutícolas.

- Só não entendemos porque, realizando-se num município português e dirigido a portugueses, esta iniciativa não se designa simplesmente por “Parada da Maçã”, preservando de igual modo a Língua portuguesa?

 

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 18:34
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