Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sábado, 30 de Julho de 2016
MUNICÍPIO DE OURÉM QUER “AGROAL AZUL”

CARTAZ_AGROAL AZUL.jpg



publicado por Carlos Gomes às 12:39
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016
MUNICÍPIO DE OURÉM QUER “AGROAL AZUL”

O Município de Ourém vai promover campanhas de sensibilização ambiental na Praia Fluvial do Agroal que alertem para os riscos da poluição nos recursos hídricos do concelho. Estas campanhas, requisito para uma potencial candidatura à bandeira azul da ABAE, serão desenvolvidas pelo Município de Ourém em parceria com a Be Water, Valorlis e Suma.

CARTAZ_AGROAL AZUL.jpg

26 JULHO e 09 AGOSTO – BE WATER

“APRENDA A CUIDAR DA ÁGUA PARA TER UM FUTURO MELHOR”

10.00H e 16.00H

PROVA DE ÁGUA | BE WATER

10.30H e 16.30H

ZUMBA | VILLA FIT

A Be Water – Águas de Ourém vai dinamizar uma “Prova da Água” e em colaboração com o Ginásio Vila Fit, sessões de Zumba. Estas atividades pretendem promover a atividade física e hidratação do corpo, bem como a adoção de hábitos saudáveis.

04 e 05 AGOSTO – VALORLIS

 “VERÃO A RECICLAR”

14.00H às 18.00H

A Valorlis vai realizar um atelier de reutilização de materiais que será adaptável a todas as idades. No final os participantes recebem um brinde.

14 e 15 AGOSTO – SUMA

“ESQUECIDOS & ACHADOS”

09.00H às 18.00H

A Suma vai desenvolver uma campanha que tem como intenção criar repulsa pela quantidade de resíduos “esquecidos e achados” nas ações de limpeza das praias, bem como estimular os utilizadores a insurgirem-se contra comportamentos negligentes. Serão desenvolvidas estratégias de contacto pró-ativo junto dos banhistas com a entrega de cinzeiros individuais para colocação na relva. Para os mais novos será desenvolvida a atividade EKOPÁTEO com a exploração do Jogo XXL – SOBE & DESCE, onde serão disponibilizadas às crianças pulseiras com informação ambiental.

25 de julho de 2016



publicado por Carlos Gomes às 23:04
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016
PAN QUER INCENTIVAR RECICLAGEM

PAN apresenta iniciativa para aumentar as expectativas de reciclagem e cumprir as metas europeias

  • Cerca de 80% do lixo produzido em Portugal não é reciclado
  • Reduzidas taxas de gestão de resíduos para envio de resíduos para aterro e incineração não incentivam reciclagem
  • Projeto de Lei propõe aumento gradual das taxas de gestão de resíduos
  • Estímulo ao alcance das metas ambientais europeias de reciclagem para 2020

O PAN, Pessoas- Animais-Natureza, avança hoje com uma iniciativa legislativa que pretende contribuir para aumentar as expectativas de reciclagem e cumprir as metas europeias, fazendo de Portugal um país mais ecológico.

Portugal está ainda distante das metas europeias de reciclagem para 2020 que são de 50%. De acordo com dados divulgados pela Agência Portuguesa do Ambiente - APA - a taxa de reciclagem em 2014 não foi além de 29%, “bastante aquém da meta definida para 2020”, sendo que “o curto intervalo de tempo até que a meta seja aplicável exigirá um esforço considerável”.

Cerca de 80% do lixo produzido em Portugal não é reciclado e uma forma de se combater esta tendência passa pela revisão dos valores pagos a título de taxa de gestão de resíduos atualmente extremamente reduzidos. De acordo com o Regime Geral da Gestão de Resíduos, se um resíduo for para aterro, paga uma taxa de gestão de resíduos na ordem dos € 5,00 por tonelada, a qual deverá evoluir até € 11,00 em 2020. O valor que está a ser cobrado não é suficiente, sendo os valores da taxa de gestão de resíduos para envio de resíduos para aterro e incineração tão baixos, não há qualquer incentivo à reciclagem dos mesmos. Em 2014, a deposição em aterro, a pior opção de acordo com a hierarquia de gestão dos resíduos, continuou a ser o método de eliminação de resíduos urbanos mais utilizados em Portugal.

Em Portugal, no ano de 2014, foram gerados 453 kg/hab de resíduos urbanos, o que coloca o país abaixo da média da União Europeia em quase 20 kg/hab ano. Já no que diz respeito à gestão de resíduos urbanos, Portugal encontra-se a meio da tabela da UE, com 51,0% dos resíduos urbanos valorizados, ainda assim quase 20 p.p. abaixo da média da UE. A comparação de Portugal com outros países da UE no que diz respeito às opções de gestão dos resíduos urbanos permite constatar que os quantitativos de resíduos eliminados em aterro (222 kg/hab ano em 2014) são superiores ao valor médio da UE (147 kg/hab) em 75 kg/hab ano. Este resultado coloca Portugal como o décimo oitavo Estado membro com maior quantidade de resíduos urbanos eliminados em aterro, apresentando valores per capita próximos da Irlanda (223 kg/hab) e da Roménia (213 kg/hab).

Pelo que, a alteração à Lei da Fiscalidade Verde, com um aumento gradual dos valores pagos a título de taxa de gestão de resíduos, incentivando as entidades que fazem a esta gestão a apostar na reciclagem, será um primeiro passo para estimular a reciclagem e permitir que Portugal alcance as metas ambientais com as quais se comprometeu.



publicado por Carlos Gomes às 11:30
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
PAN ESTÁ PREOCUPADO COM EFEITOS DA POLUIÇÃO MARÍTIMA NA PRESERVAÇÃO DA SARDINHA

PAN aborda o impacto da poluição marítima na saúde pública e a preservação dos stocks da sardinha

  • Recomenda ao governo que declare a costa portuguesa como Área de Emissões Controladas
  • Salvaguardar a saúde pública à semelhança do que foi feito por outros países da Europa
  • Recomenda ao governo que proceda à elaboração de estudo científico sobre as flutuações na abundância da sardinha
  • Variações na abundância da espécie constituem questões para as quais são necessárias respostas

O PAN – Pessoas - Animais - Natureza avança hoje com duas iniciativas legislativas. Por um lado, recomenda ao governo que declare a costa portuguesa como Área de Emissões Controladas, por uma diminuição significativa da poluição atmosférica costeira, uma redução dos custos humanos para as populações, com impactos positivos na saúde pública e financeiros para o Estado. Por outro lado, recomenda ao governo que proceda à elaboração de estudo científico sobre as flutuações na abundância da sardinha.

A velocidade a que se têm acelerado as transações internacionais de mercadorias obriga a que mais e maiores navios naveguem os mares, com elevado impacto na sustentabilidade do planeta. A costa portuguesa é uma das costas mais frequentadas e congestionadas do mundo e, por consequência, uma das que maior poluição atmosférica apresenta. O impacto da poluição atmosférica na saúde pública mantém-se elevado em toda a Europa, mas está a diminuir em geral por via da regulamentação europeia para o controlo das emissões gasosas de fontes de emissão terrestres. No entanto, as emissões gasosas devidas ao aumento do tráfego marítimo internacional nas costas europeias continuam a aumentar, gerando impactos na saúde pública das populações costeiras em diversos países, nomeadamente cancro, asma, ataques cardíacos e mortalidade prematura.

As emissões de partículas emitidas pelos navios a nível mundial têm impactos na saúde. Calcula-se que as despesas de saúde na Europa devidas à contribuição das emissões de poluentes originadas pelo Shipping deverão aumentar dos 7% em 2000, ou seja, € 58,4 mil milhões de euros, para 12% em 2020, atingindo um valor de cerca de € 64,1 mil milhões de euros.

De forma a mitigar o impacto das emissões gasosas originadas pelos navios, vários países da Europa (Reino Unido, Alemanha, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estónia, Letônia, Lituânia, Polônia e Alemanha), implementaram Áreas de Emissões Controladas (designadas de modo abreviado por ECA’s), só podendo circular na sua costa os navios que navegam a gasóleo (com baixo teor de enxofre) ou a combustível pesado (Heavy Fuel Oil) desde que com sistemas de tratamento de gases.

Em Portugal, não existem indicadores estatísticos que permitam aferir qual o número de óbitos relacionados com as patologias diretamente associadas às emissões de partículas, pela queima de combustíveis. Dado o elevado tráfego de navios ao longo da costa nacional, com tendência clara para aumentar ainda mais, pelo menos até 2020, e dado que tal facto acarreta custos humanos é necessário atuar para contrariar a atual situação, pelo que a declaração de toda a costa portuguesa como zona de emissão controlada, à semelhança do que foi feito por outros países para melhorarem a qualidade do ar, seria um primeiro passo bastante relevante.

Por outro lado, a sardinha, a espécie mais capturada em Portugal, tem apresentado flutuações periódicas na sua abundância, não se conhecendo a causa ou causas para esse facto. Até 2011, as capturas de sardinha situavam-se acima das 50 mil toneladas, iniciando-se após aquele ano uma quebra acentuada.

Segundo a Nota de Imprensa sobre “Campanha da Sardinha em 2016” divulgada pelo Gabinete da Ministra do Mar, foi determinada a realização de um cruzeiro científico sobre a sardinha, tendo os dados apurados demonstrado um aumento da biomassa de sardinha, ou seja, cada vez existem menos sardinhas e um aumento considerável do recrutamento, ou seja, não estão a nascer sardinhas. Assim, foi determinado como limite de capturas as 10 mil toneladas até Julho, sendo esperado pelo Governo que os níveis de captura sejam revistos em alta, o que permitirá atingir as 19 mil toneladas até ao final do ano. As variações na abundância desta espécie constituem questões para as quais tem que se saber dar resposta. É necessário conhecer cientificamente e de modo aprofundado a espécie, para melhor compreender os efeitos das pressões antropogénicas e ambientais sobre os organismos e o ambiente marinho em geral.



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
PAN QUER PROIBIR O USO DOS GLIFOSATOS

Pedidos de audições do PAN sobre Glifosatos foram hoje aprovados

  • Audições com Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Bastonário da Ordem dos Médicos e Plataforma Transgénicos Fora
  • A OMS através Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro declarou o Glifosato como carcinogénio provável para o ser humano
  • Palavra final sobre comercialização assumida pela Comissão Europeia em Junho

Foram hoje aprovados na Comissão de Agricultura e Mar os requerimentos do PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentados a 02 de Maio, para audição do Senhor Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, do Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos e da Plataforma Transgénicos Fora, antes de dia 18 de Maio. O objetivo é que estas entidades possam prestar esclarecimentos sobre os dados apresentados num recente estudo sobre a presença de glifosato em urina em níveis inesperados e bastante elevados e sobre o sentido de voto português na reunião do comité científico de dia 18 de Maio em Bruxelas.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou recentemente na Assembleia da República um projeto de resolução que recomenda ao Governo que se oponha à renovação da autorização do uso do glifosato na União Europeia e que proíba a sua utilização em Portugal que foi chumbado, tendo apresentado posteriormente, no dia 20 de Abril, um outro que recomenda ao Governo um conjunto de medidas para a verificação da presença de resíduos de glifosato na água e em produtos agrícolas de origem vegetal, que foi distribuído hoje e aguarda data para discussão na Comissão de Agricultura e Mar, esperando-se que venha a acontecer durante a próxima semana.

O Parlamento Europeu acaba de aprovar a renovação da licença de comercialização do glifosato para uso agrícola profissional no espaço comunitário por mais sete anos, (374 votos a favor, 225 contra e 102 abstenções). No entanto, esta é uma resolução não-vinculativa. A decisão final será tomada pela Comissão Europeia em junho (a licença expira a 30 de junho deste ano), depois de avaliadas as conclusões do comité científico, que tem uma reunião agendada para 18 e 19 de maio, em Bruxelas. Uma decisão aguardada com muita expectativa pelas indústrias que produzem este e outros herbicidas, uma vez que poderá impactar fortemente um negócio que faz dos cidadãos cobaias humanas. Para o PAN é fundamental que o governo português se posicione de forma assertiva e vote contra.



publicado por Carlos Gomes às 15:11
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Sábado, 30 de Abril de 2016
PAN PEDE ANÁLISE A ÁGUAS E ALIMENTOS PARA CONSUMO HUMANO

Glifosato - Novas evidências com graves razões para preocupação

  • O herbicida mais vendido em Portugal com conhecidas causas de intoxicações
  • A OMS através Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro declarou o Glifosato como carcinogénio provável para o ser humano
  • Palavra final sobre comercialização assumida pela Comissão Europeia em Junho
  • PAN pretende ouvir Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural

Após o alerta lançado pela RTP sobre as graves preocupações para a saúde pública decorrentes do uso do Glifosato, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, complementa as várias iniciativas que tem encetado neste âmbito, quer na Assembleia da República, quer a nível local, com um pedido ao governo para que, para além de um programa de análise a águas destinadas a consumo humano, se analisem também os alimentos vegetais, com o objetivo de apurar a presença deste conhecido herbicida que, para além da perigosa toxicidade na saúde humana tem diversos outros efeitos negativos na biodiversidade.

MARCHA ANIMAL 051

“Muito embora o Ministério da Agricultura mantenha, ao longo de sucessivos governos, um Plano de Controlo Nacional de Resíduos de Pesticidas em Produtos de Origem Vegetal que testa a presença de mais de 300 resíduos de pesticidas, o glifosato tem sido excluído das análises. O mesmo se passa com a água de consumo, uma vez que o Ministério não inclui o glifosato na lista de substâncias a pesquisar pelas entidades fornecedoras. Quando questionado formalmente no início deste ano o mesmo Ministério não apresentou quaisquer análises, nem mesmo as previstas pelas diretivas técnicas da União Europeia, afirmando que até à data tinha sido considerado desnecessário incluir este químico nas suas análises de rotina.” Conforme se pode ler no comunicado daPlataforma Transgénicos Fora (PTF). Posto isto, o PAN pretende ouvir, com carácter de urgência, o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, pronunciar-se sobre este assunto no parlamento.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou recentemente na Assembleia da Republica um projeto de resolução que recomenda ao Governo que se oponha à renovação da autorização do uso do Glifosato na União Europeia e que proíba a sua utilização em Portugal que foi chumbado, tendo apresentado posteriormente, no dia 20 de Abril, um outro que recomenda ao Governo um conjunto de medidas para a verificação da presença de resíduos de glifosato na água e em produtos agrícolas de origem vegetal, que vai ser distribuído no dia 03 de Maio na Comissão de Agricultura e Mar.



publicado por Carlos Gomes às 11:31
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Terça-feira, 26 de Abril de 2016
PARTIDO "OS VERDES" RELCAMA ENCERRAMENTO DA CENTRAL NUCLEAR DE ALMARAZ, EM ESPANHA

De Chernobyl a Almaraz: Pelo fim da era Nuclear

O acidente com a central nuclear de Chernobyl, há 30 anos, na Ucrânia, persiste na nossa memória para nos ir relembrando da urgência de se abandonar a opção nuclear nas nossas sociedades.

As consequências para as pessoas, para o ambiente e para a vida na Terra são demasiado dolorosas e destruidoras causando muitas mortes prematuras, malformações genéticas que se transmitem por gerações e gerações, graves consequências para o ambiente e para a biodiversidade. Com Chernobyl recordamos também os acidentes de Three Miles Island nos Estados Unidos da América, em 1979, ou mais recentemente Fukushima no Japão em 2011.

São graves riscos já vividos pela humanidade nestas diversas situações, para além de outras tantas menos gravosas, mas que ciclicamente vêm acontecendo pelo nosso planeta e que nos vão expondo cada vez mais ao perigo aniquilador da energia nuclear.

Um perigo que é ainda mais aumentado pela exploração das Minas de Urânio, combustível para estas centrais e cujos dramas o nosso país bem conhece pelas marcas que vai deixando quer na população mineira, quer pelo ambiente circundante, onde a palavra doença, chaga, cancro lhe está tão associada.

Mas o nuclear está também intimamente ligado à indústria do armamento que, apesar dos tratados internacionais de não proliferação de armas nucleares, uma iniciativa deveras importante no contexto internacional, não têm posto fim a esta ameaça e são muitas as armas nucleares ainda existentes no planeta. Nesta matéria os Estados Unidos da América encimam a lista de países com mais armamento nuclear. País este que até hoje (e esperemos assim continue) foi o único a lançar bombas nucleares sobre alvos civis (Hioroshima e Nagasaky) e cujas consequência e devastação ainda hoje se fazem sentir.

Esta é uma questão de sobrevivência e vital para o nosso planeta.

Os Verdes consideram que o princípio da responsabilidade deve chamar os povos e os seus representantes políticos para a salvaguarda da vida do Planeta unindo-se pelo Não ao Nuclear.

Que se encerre de vez o capítulo nuclear da história da humanidade.

Que se acabe com as armas nucleares, que se encerram os mais de 400 reatores nucleares existentes em todo o Mundo e a funcionar, que se travem os novos projetos para centrais nucleares!

É urgente que sejam feitos todos os esforços para que se encerre a central nuclear de Almaraz, a escassos 100km da nossa fronteira e cujo tempo de vida útil já expirou. Neste sentido, Os Verdes irão também dar corpo à grande jornada Ibérica pelo encerramento de Almaraz, que está prevista acontecer em Cáceres, Espanha, no próximo dia 11 de junho.



publicado por Carlos Gomes às 14:38
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
PARTIDO "OS VERDES" COMEMORA 40º ANIVERSÁRIO DA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

Os Verdes comemoram os 40 anos da Constituição Portuguesa dando relevo ao A de Ambiente

Os 40 anos da Constituição Portuguesa, que se assinalam amanhã, serão comemorados pelo Partido Ecologista Os Verdes com uma Campanha que visa dar a conhecer aos cidadãos, e aos jovens em particular, o direito ao Ambiente e ao Desenvolvimento Sustentável, expresso na Lei Mãe da Democracia Portuguesa desde a sua 1.ª versão em 1976.

O direito a um ambiente sadio e ecologicamente equilibrado, previsto no Art.º. 66.º, a um ordenamento do território equilibrado que visa a sustentabilidade e a equidade territorial, à defesa da proteção da Natureza e dos recursos naturais, à conservação e valorização do património cultural, à promoção de um desenvolvimento sustentável, são algumas das questões que Os Verdes querem dar a conhecer com esta Campanha e sobre as quais querem aprofundar o debate com os cidadãos.

A Campanha que inicia já este mês, com a realização de “Conversas Ecologistas” sobre esta temática, em diversos pontos do pais, continuará com uma vertente de rua, a partir do dia 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, com exposições, distribuição de documentos, animações de rua, etc. Campanha que visa alargar a mais cidadãos, com especial destaque para os jovens, o conhecimento sobre os direitos e deveres previstos na Constituição, na vertente ambiental.



publicado por Carlos Gomes às 12:00
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Quarta-feira, 2 de Março de 2016
PARTIDO "OS VERDES" ASSINALA DIA INTERNACIONAL DA VIDA SELVAGEM

Vida Selvagem em Risco - Os Verdes alertam para a necessidade de investir na Conservação da Natureza

Celebra-se amanhã, dia 3 de Março, o Dia Internacional da Vida Selvagem, sob o lema “O Futuro da Vida Selvagem Está Nas Tuas Mãos”. Este dia, proclamado em 2013 pelas Nações Unidas, serve exatamente para chamar a atenção sobre a vida selvagem, cada vez mais ameaçada pela ação do homem e por um modelo de desenvolvimento humano cada vez mais destruidor e explorador dos recursos, num planeta finito e cada vez menos renovável.

Também em Portugal a vida selvagem carece cada vez mais de atenção, proteção e de efetivas medidas de conservação, quer através da melhoria das condições de funcionamento dos instrumentos de conservação da natureza, como sejam as áreas protegidas, quer por um melhor planeamento e ordenamento do território.

Se algumas espécies ameaçadas se tornaram mediáticas e facilmente as identificamos, como o lobo ibérico, o lince ibérico, a águia pesqueira nidificante, a águia-real, muitas outras espécies da nossa fauna e flora estão ameaçadas e em risco, como a maioria das espécies de morcegos, muitos dos répteis e anfíbios, ou mesmo as abelhas e outros insetos polinizadores, fundamentais para a nossa sobrevivência.

São muitos os exemplos das agressões aos nossos ecossistemas que colocam cada vez mais em risco a nossa diversidade biológica: destruição de habitats, exploração excessiva dos recursos, poluição, pesticidas e agroquímicos, redução drástica dos meios técnicos financeiros e humanos para a proteção da natureza, como seja a vigilância, grandes projetos imobiliários, ou de agricultura intensiva em áreas protegidas, autoestradas e grandes vias rodoviárias em áreas sensíveis, extensas manchas de monocultura de eucalipto ou transformação de reservas naturais em reservas de caça.

Neste dia, o Partido Ecologista Os Verdes não pode deixar de assinalar a sua grande preocupação pelos riscos da sobrevivência da nossa fauna e flora continuará a erguer esta bandeira nas suas prioridades de intervenção. Está nas mãos de todos nós contribuir para a preservação da vida selvagem mas está muito, também, na mão dos decisores, tomar medidas para que essa proteção seja uma realidade.

O Partido Ecologista Os Verdes



publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
PARTIDO PAN PREOCUPA-SE COM ALIMENTAÇÃO E AMBIENTE

Evidências inquietantes nas áreas da alimentação e do ambiente marcam a agenda política do PAN da semana

  • Inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas
  • Elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos alimentos desde a sua produção ao consumo
  • Adoção de medidas urgentes para impedir a prática da pesca e da caça ilegal em zonas protegidas da Ilha de Santa Maria, no arquipélago dos Açores
  • Intervenção do governo português para o encerramento da central nuclear espanhola de Almaraz

São quatro as iniciativas legislativas que o PAN – Pessoas – Animais – Natureza dá entrada esta semana na Assembleia da República. Após um período de adaptação, de estudo e de audiências diárias com várias entidades representantes da sociedade civil, o PAN dá cada vez mais forma ao seu objetivo de, dentro dos limites regimentares do seu âmbito de ação, trazer ao parlamento medidas legislativas com impacto direto na promoção da prosperidade social e para o bem-estar de pessoas, animais e natureza.

O projeto de lei pela inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas pretende dar resposta a uma evidência que o país precisa acompanhar. Em 2007 existiam em Portugal cerca de 30.000 vegetarianos, segundo a Associação Vegetariana Portuguesa.

Em 2014, a Associação Portuguesa de Medicina Preventiva veio a divulgar que, até essa data, já cerca de 200.000 portugueses seguiam uma dieta vegetariana. O aumento do número de pessoas a seguir este tipo de dieta, tem vindo a aumentar de ano para ano pelas mais diversas razões. Esta medida inclui uma função pedagógica, contempla motivos ambientais; motivos de saúde mas também impede a discriminação das pessoas que já seguem esta dieta mas que dificilmente conseguem fazer uma refeição fora das suas casas.

Acreditando que a alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais, o segundo Projeto de Resolução do PAN, apresentado esta semana, recomenda ao Governo a elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos dos alimentos desde a sua produção ao consumo, com base na premissa de que uma alimentação feita com produtos nacionais e, preferencialmente, locais, possibilita o consumo de alimentos frescos, saudáveis e com menos conservantes e aditivos químicos.

Estima-se que, atualmente, a maioria dos alimentos do mundo viaja em média cerca de 5000 quilómetros desde o local de produção até ao local de consumo. A uniformização e globalização da agricultura tem impactos negativos a vários níveis, nomeadamente ambientais, económicos, culturais e de saúde e segurança alimentar.

“Se tivermos uma alimentação mais correta, vamos ter menos doentes, menos medicamentos e menos despesa, logo, vamos ter um SNS mais sustentável. A prevenção primária faz-se muito por via da alimentação,” recorda André Silva, Deputado do PAN.

Pescas abusivas nos Açores e uma central nuclear “ameaçadora”

Na área ambiental o PAN recomenda ao Governo a adoção de medidas urgentes para impedir a prática da pesca e da caça ilegal em zonas protegidas da Ilha de Santa Maria, no arquipélago dos Açores e aborda os perigos potenciais para Portugal decorrentes da proximidade da central nuclear espanhola de Almaraz, sugerindo a intervenção do governo português junto do governo espanhol para o seu encerramento.

O turismo assume um papel estratégico no desenvolvimento dos Açores, como impulsionador do processo de crescimento e desenvolvimento da região.

Os mergulhadores são dos mais procuram esta região pela abundante biodiversidade e riqueza natural. Todavia, aqueles locais, que deveriam ser incondicionalmente protegidos, encontram-se a ser seriamente ameaçados, diariamente, pela prática de pesca ilegal e caça submarina, que se encontra, em ampla medida, favorecida por uma falta de fiscalização das autoridades competentes que, apesar das diversas denúncias que lhe são feitas, continuam a não agir de modo eficiente. O impacto que a falta de regulação e de fiscalização das práticas de pesca e caça submarina abusivas, já estão a demonstrar um decréscimo do turismo no arquipélago dos Açores.

Já, a central nuclear espanhola de Almaraz encontra-se localizada a cerca de 100 km da fronteira com Portugal e é refrigerada pelas águas do rio Tejo. A sua localização expõe Portugal a eventuais perigos decorrentes desta central, a qual, nos últimos anos, tem vindo a registar vários incidentes que obrigaram a paragens no seu funcionamento.

Após o pedido da Organização Greenpeace para a realização de testes de resistência por uma entidade independente, o relatório concluiu que a central nuclear de Almaraz não é segura e não deveria estar, ainda, em funcionamento. Recorde-se que uma das causas atribuídas à ocorrência do desastre nuclear na central de Fukushima, no Japão, foi a inexistência de válvulas de segurança para prevenir a explosão do hidrogénio. Desde então, a implementação desta medida adicional de segurança foi tornada obrigatória em todas as centrais nucleares da União Europeia, o que não se verifica na central de Almaraz, nem se prevê a sua colocação num futuro próximo.

O tempo de vida útil para as centrais nucleares deste género é de 25 anos, o que a torna actualmente como obsoleta, funcionando sem possuir os mais modernos e avançados sistemas de segurança. A acrescer que o Governo de Espanha não disponibilizou a Portugal os estudos de impacto ambiental na sequência de renovação de licença de exploração da central, incumprindo assim a Convenção em vigor quanto a esta matéria.

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português, inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011.

A sua missão é criar uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver em paz e felicidade, numa harmonia tão ampla quanto possível, em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas eleições legislativas de 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%).

Desde então, tem participado em todos os atos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia.

Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido.

O símbolo do PAN representa a unidade e interdependência das três causas que defende como uma só (pessoas, animais, natureza), com a mão humana aberta, generosa, interventiva e solidária que se ergue da Terra para o Céu, as patas animais e as folhas, componentes inseparáveis de uma Árvore da Vida que se expande e cresce para abraçar o mundo.



publicado por Carlos Gomes às 20:33
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Sábado, 19 de Dezembro de 2015
PARA QUANDO A CONSTRUÇÃO DE ECODUTOS NAS ESTRADAS A FIM DE SALVAGUARDAR A VIDA SELVAGEM E PREVENIR A SEGURANÇA RODOVIÁRIA?

A construção de autoestradas e outras vias rodoviárias um pouco por todo o país, muitas vezes atravessando áreas florestais e de parques naturais, não tem observado na maior parte dos casos a necessidade de proteger a vida selvagem.

A construção de estradas representa frequentemente o isolamento das espécies, a restrição de acessos a recursos naturais que garantam a sua subsistência como água e alimentos, à destruição de refúgios, a limitações à sua capacidade de reprodução pela dificuldade de encontrar parceiros, submetendo-os ao mesmo tempo à poluição sonora e atmosférica, à fragmentação e destruição de habitats naturais e à sua mortalidade.

Impedidos de circular livremente no seu próprio habitat, muitos animais atravessam as estradas arriscando quase sempre a sua vida e, não raras as vezes, causando sérios aos automobilistas que circulam nessas estradas.

O Ribatejo e a Beira Litoral são regiões particularmente afetadas por esta situação em virtude da sua enorme riqueza florestal e faunística. Importa, pois, que se construam ecodutos para o atravessamento das grandes vias rodoviárias ou seja, passagens subterrâneas e superiores para que os animais possam atravessar em segurança e, ao mesmo tempo, zelar pela segurança rodoviária.



publicado por Carlos Gomes às 22:17
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Sábado, 12 de Dezembro de 2015
ECOLOGISTAS DEBATEM CIMEIRA DO CLIMA E ELEIÇÕES PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” reuniu hoje, dia 12 de dezembro, em Lisboa com dois pontos fundamentais em discussão: a Cimeira do Clima e as eleições para a Presidência da República.

  • Relativamente à Cimeira do Clima, o Conselho Nacional ecologista manifesta a sua grande preocupação e desagrado pelo acordo assinado, no qual as metas ficam muito aquém dos objetivos que seriam necessários para travar o aumento de 2ªC. Como tal, o Conselho Nacional dos Verdes junta-se à Marcha do Clima que irá decorrer hoje em Lisboa, no Marquês de Pombal. Os Verdes continuarão empenhados para que em Portugal e no Planeta se tomem as medidas mais eficientes para reduzir as emissões. Em Portugal, essas medidas passam, nomeadamente, por uma política proactiva de incentivo ao uso do transportes públicos e de fomento à ferrovia nacional, assim como as medidas necessárias de adaptação aos efeitos das alterações climáticas já sentidos, nomeadamente na orla costeira.
  • Relativamente à Presidência da República, Os Verdes consideraram que os recentes acontecimentos que o país acaba de viver deixam bem patente a importância do papel que o Presidente da República desempenha na vida do país e dos valores que este deve assumir.

Por isso, Os Verdes estão empenhados em contribuir para mobilizar os portugueses para participarem nestas eleições e para, com o seu voto, elegerem um Presidente que não só assuma um compromisso claro com a Constituição da República e com os valores de Abril, como traduza ainda a vontade de mudança de políticas, expressa nas últimas legislativas, que deram origem a um novo quadro parlamentar e abriram a esperança para um futuro melhor.

 

No quadro destas eleições, tendo Os Verdes decidido não apresentar candidatura, fizeram uma análise profunda das candidaturas já publicamente conhecidas, na sequência da qual determinaram a seguinte posição:

  1. Os Verdes vão-se empenhar no debate e no esclarecimento aos eleitores, por forma a impedir a eleição das duas candidaturas que consideram ser, marcadamente, suportadas e corporizadas pelos grandes interesses económicos e apoiarem um modelo de sociedade que se afasta do projeto ecologista que o PEV defende para Portugal sendo estas a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa e Maria Belém.
  2. O Conselho Nacional dos Verdes traçou o perfil que deve assumir uma candidatura que garanta a defesa e o cumprimento da Constituição Portuguesa, os valores de Abril e um paradigma ecologista de sociedade. Nesse sentido, Os Verdes consideram que o próximo Presidente da República deve assumir um compromisso claro nomeadamente com: a defesa da soberania nacional; a justiça social e as funções sociais do Estado; o combate à pobreza; a defesa e a valorização do trabalho e dos direitos dos trabalhadores; o desenvolvimento sustentável do país; a defesa da natureza e dos nossos recursos naturais; a defesa e valorização da cultura; a democracia participativa; a paz e a cooperação entre os povos. Mas os Verdes consideraram, contudo, que não é suficiente clamar estes valores, é fundamental a candidatura já tenha experiência, provas dadas e lutas travadas na defesa destes valores e demonstre uma coerência e um empenho implacáveis na sua defesa.

O Conselho Nacional dos Verdes deixa à responsabilidade dos seus dirigentes e ativistas a decisão de dar corpo a estas resoluções.

O Conselho Nacional do Partido Ecologista Verdes,

Lisboa, 12 de Dezembro de 2015



publicado por Carlos Gomes às 14:46
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015
MÊS DE NOVEMBRO É DEDICADO AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Ano Europeu para o Desenvolvimento: Novembro é dedicado ao Desenvolvimento Sustentável e à Ação Climática

No Ano Europeu para o Desenvolvimento (AED), Novembro é o mês dedicado ao Desenvolvimento Sustentável e à Ação Climática. O Desenvolvimento Sustentável visa satisfazer as necessidades da geração atual sem que as gerações futuras tenham de suprimir as suas próprias necessidades. Esta ideia de sustentabilidade pertence ao modelo de desenvolvimento que tem vindo a ser praticado e que responde a padrões de produção e consumo incompatíveis com os recursos naturais que o planeta tem para oferecer.

“É necessário refletir e agir sobre os atuais padrões de produção e consumo. A alteração destes padrões é necessária para a construção de um futuro sustentável, que exige uma ação global, com a participação ativa de todos. – Ana Paula Laborinho, presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

O conceito de Desenvolvimento Sustentável entrou para a agenda política internacional em 1992, na Cimeira do Rio, onde foi assinada a Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (CQNUAC). Este foi o primeiro grande acordo internacional para lutar contra as alterações climáticas e foi ratificado por 196 países, onde entraram todos os Estados-Membros da União Europeia (UE), para além da própria UE enquanto entidade à parte. Foi aqui estabelecido um quadro que permite a colaboração dos países na regulação do impacto da atividade humana no ambiente. Os países que fizeram parte desta convenção reúnem-se anualmente na Conferência das Partes (COP), de onde resultou o Protocolo de Quioto (1997), um tratado internacional para a redução das emissões dos gases com efeito de estufa (GEE) nos países desenvolvidos, que está em vigor desde 2005 e cujo fim de vigência será em 2020.

A 21ª Conferência das Partes da Convenção (COP21) acontecerá este ano, em dezembro de 2015, em Paris. Esta tem uma maior relevância na medida em que se espera a adoção de um novo acordo, para entrar em vigor a partir de 2020, aquando do fim da vigência do Protocolo de Quioto. Este novo acordo pretende implementar compromissos de redução de GEE como no anterior protocolo, mas desta vez dirigidos a todas as partes, países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento. Para tal, é necessário que os países em desenvolvimento, especialmente os mais pobres e vulneráveis, beneficiem de ajuda financeiraM de forma a conseguirem reduzir as suas emissões de GEE e adaptarem-se ao paradigma climático atual. A UE é o maior doador de ajuda pública ao desenvolvimento e, como tal, a principal fonte de financiamento nesta luta contra as alterações climáticas.

As alterações climáticas são uma realidade cada vez mais palpável e, resultado direto ou indireto da atividade humana, são uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrentam. Responder a este fenómeno é urgente. A Ação Climática, que surge como resposta, tem como base a mitigação das emissões de GEE e a adaptação das sociedades às alterações climáticas, procurando torná-las mais resistentes e procurando reduzir ao máximo os impactos que estas alterações podem vir a ter.

O Protocolo de Quioto foi o primeiro passo para inverter a tendência mundial de aumento de emissões. No entanto, só em 2015 é que acontece uma fusão da agenda internacional de Desenvolvimento com uma agenda ligada ao Ambiente, propondo para a nova “Agenda para a Ação Global” os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável universais, transversais a todos os países e com um objetivo comum: “tornar a vida no planeta melhor e com futuro”.

“É importante que todos entendam o impacto da ação humana no sistema climático, e que a inação é, sem dúvida, a pior resposta. Agora é o tempo para agir de forma a evitar as piores consequências das alterações climáticas na nossa sociedade. A nova Agenda Global 2030 é uma oportunidade para mobilizar o esforço de governos e cidadãos em torno deste objetivo comum.” – Cláudia Semedo, Embaixadora do AED em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 20:07
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015
SECA E DESERTIFICAÇÃO AMEAÇAM PORTUGAL

17 de Junho - Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação. É urgente a inversão das políticas atuais

No Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação, que se assinala hoje, o Partido Ecologista Os Verdes manifesta a sua profunda preocupação com o alastramento da desertificação em Portugal, nomeadamente nas regiões interiores e sobretudo a sul do país.

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A perda de solos férteis e a perda de biodiversidade, são fenómenos muito preocupantes e que poderão ter consequências dramáticas e irremediáveis para a nossa qualidade de vida e até para a nossa sobrevivência se não forem imediatamente travadas as suas causas. Para o Partido Ecologista Os Verdes, estas causas residem não só nas incidências das alterações climáticas, nomeadamente na região sul do país, mas, essencialmente, no despovoamento acelerado que levou ao abandono da terra, nas práticas agro-florestais intensivas e desadaptadas das nossas condições afro-climáticas, nomeadamente a eucaliptização intensiva que se tem expandido por todo o país e, ainda, numa gestão errada dos recursos hídricos que não tem garantido os caudais ecológicos fundamentais para a preservação dos ecossistemas nos nossos rios.

Para “Os Verdes”, o despovoamento que está a assolar o país, devido às políticas de austeridade que têm vindo a ser impostas por este Governo em conjunto com a troika, e que tem levado milhares de cidadãos à emigração forçada, nomeadamente das regiões interiores do país, ainda agrava mais esta situação.

Por tudo isto, Os Verdes consideram que, para contrariar estar desertificação, é fundamental: por fim à austeridade, o que passa pela renegociação da dívida; apoiar a agricultura familiar por forma a contribuir para repovoar as zonas interiores do país; travar o encerramento de serviços públicos; por fim ao incentivo e às ajudas a práticas agrícolas e florestais de monocultura intensiva, nomeadamente o eucalipto e o olival intensivo; rever ao cordo luso-espanhol por forma a garantir os caudais ecológicos necessários nos rios internacionais e abandonar definitivamente o Programa Nacional de Barragens Hidroelétricas.

O Partido Ecologista Os Verdes



publicado por Carlos Gomes às 20:08
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015
MUNICÍPIO DE OURÉM INAUGURA ECOCENTRO DE FÁTIMA

O Município de Ourém assinalou o Dia Mundial do Ambiente no passado dia 5 de junho, com a inauguração do Ecocentro de Fátima. Esta estrutura, localizada na Estrada de Alvega, está disponível para todos os cidadãos depositarem vários tipos de resíduos de forma ecológica e amiga do ambiente.

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O Ecocentro de Fátima está preparado para receber papel e cartão, plástico, vidro, monos e monstros, metais, madeiras, resíduos verdes, resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, resíduos de construção e demolição, pilhas e acumuladores, roupas e têxteis, plásticos duros e óleos alimentares usados.

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O Ecocentro de Fátima resulta do reaproveitamento das instalações da antiga ETAR de Fátima, espaço desativado que além de passar a armazenar resíduos de forma ecológica, tem também dois tanques de água que ficarão à disposição dos bombeiros em caso de necessidade para o combate a incêndios.

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Na sua intervenção, o vereador com o pelouro do Ambiente, Nazareno do Carmo, realçou a importância e pertinência desta obra “que é útil para a comunidade e está disponível para todos”, e encetou desejos para que “o Ecocentro de Fátima seja muito utilizado”.

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O presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, defendeu a necessidade de “continuar a difundir uma consciência ambiental junto de toda a população” e reforçou a importância da reutilização de um equipamento com cerca de 30 anos que nunca teve utilidade e que agora fica ao serviço dos cidadãos.

Esta cerimónia contemplou ainda a assinatura do protocolo de gestão do Ecocentro com a Valorlis. O momento contou com a presença de alunos da Escola Básica e Secundária de Ourém, do Colégio S. Miguel, do Centro de Estudos de Fátima e do Colégio Sagrado Coração de Maria que entregaram ao presidente Paulo Fonseca os “Testemunhos” da “Rota dos 20 anos das Eco-Escolas”. Seguiu-se a assinatura da “Bandeira” e do “Livro dos Municípios” e o encerramento da “Rota dos 20 anos das Eco-Escolas” no concelho de Ourém.

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No final foram depositados os primeiros materiais no Ecocentro, resíduos que foram distribuídos durante alguns dias na cidade de Fátima, enquanto ação de rua de sensibilização junto da população.

O Ecocentro de Fátima está em funcionamento todos os dias úteis entre as 09h00 e as 13h00 e entre as 14h00 e as 17h00. Para esclarecimento de dúvidas e mais informações pode usar os contactos 249 540 909 e ambiente@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 20:51
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Terça-feira, 28 de Abril de 2015
PARTIDO “OS VERDES” QUER PROIBIR PESTICIDA GLIFOSATO

“Os Verdes” querem interdição do uso de pesticida glifosato – iniciativa em discussão no Parlamento a 30 de Abril

“Os Verdes” entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a interdição do uso do glifosato, o pesticida mais usado em Portugal e, de acordo com a OMS, «Carcinogéneo provável para o ser humano». O PEV pretende ainda que se promovam, junto de agricultores e autarquias, esclarecimentos sobre os efeitos do glifosato na saúde humana.

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Assim que foi tornada pública a classificação do glifosato como «carcinogéneo provável para o ser humano», “Os Verdes” questionaram o Primeiro-ministro, num debate no Parlamento, sobre as medidas a tomar pelo Governo perante a evidência de ameaça à saúde pública e ao ambiente. Em resposta ao PEV, num debate posterior, Passos Coelho afirmou não haver evidência de que possa haver contaminação e que se iniciaria uma investigação sobre esta matéria. Para o PEV, é evidente a existência de contaminação do glifosato e é a própria existência de legislação que lhe impõe limites de presença nos alimentos. Para além disso, a investigação anunciada pelo Primeiro-ministro já está feita pela Organização Mundial de Saúde: resultados preocupantes que relacionam o glifosato com tipos de cancro tornam urgente a implementação de medidas que salvaguardem a saúde pública e o ambiente.

É com esse propósito que o PEV apresenta o Projeto de Resolução em causa que recomenda a promoção urgente de formas de esclarecimento sobre os resultados relativos aos efeitos do glifosato sobre a saúde humana e que se tome como objetivo urgente a interdição do uso do glifosato. “Os Verdes” recomendam ainda o alargamento da interdição à escala da União Europeia e que se apoiem, fundamentalmente os agricultores na fase de transição para o uso de outros meios alternativos livres de glifosato.

O Projeto de Resolução do PEV vai ser discutido na Assembleia da República na próxima quinta-feira, dia 30 de Abril, a partir das 15.00h.

PROJETO DE RESOLUÇÃO N.º1450/XII/4ª

SOBRE A INTERDIÇÃO DO USO DO GLIFOSATO

Nota justificativa

«Carcinogéneo provável para o ser humano» - é esta a classificação que a Organização Mundial de Saúde, por intermédio da sua Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro, faz do glifosato, o pesticida mais usado em Portugal, tendo aqui sido vendidas, só no ano de 2012, mais de 1400 toneladas e assistindo-se a uma tendência crescente do seu uso, nos últimos anos.

Está, assim, declarado um efeito perigoso do glifosato para a saúde humana, estabelecendo-se designadamente uma relação entre este herbicida e um cancro do sangue - o Linfoma não Hodgkin. Esta relação não se faz de ânimo leve, mas sim com base na existência e no reconhecimento de provas científicas credíveis e suficientes. Curiosamente, ou não, em Portugal todos os anos surgem cerca de 1700 novos casos deste tipo de cancro, apresentando uma taxa de mortalidade superior à média da União Europeia.

O glifosato apresenta uma ligação próxima aos organismos geneticamente modificados (OGM), na medida em que estes são resistentes ao herbicida em causa. Não por acaso, a Monsanto comercializa quer o glifosato (sob a marca comercial Roundup) quer as variedades transgénicas. Eis um, para além de outros, dos grandes problemas dos OGM - mais de 80% das plantas transgénicas no mundo foram modificadas no sentido de resistir às aplicações do herbicida.

Para além disso o glifosato tem utilização muito alargada na agricultura em geral (e.g. produção de arroz e muitas outras); pode também ser encontrado à venda em grandes superfícies abertas ao público, para usos mais domésticos; é também amplamente usado na limpeza de vias públicas e também em linhas de água para controlo de infestantes.

Para obtenção de informação relevante sobre esta questão do glifosato, recomenda-se a consulta do sítio da internet da Plataforma Transgénicos Fora (www.stopogm.net)

Assim, que foi tornada pública a classificação do glifosato como «carcinogéneo provável para o ser humano», os Verdes colocaram na Assembleia da República, num debate quinzenal com o Primeiro Ministro (de 1 de abril de 2015), a questão de saber o que pensaria o Governo fazer perante tal evidência de ameaça à saúde pública e ao ambiente.

Já sem tempo para intervenção nesse debate, o Primeiro Ministro guardou, contudo, resposta para o debate quinzenal seguinte (realizado em 17 de Abril de 2015), referindo o seguinte: Não existe evidência de que possa haver contaminação, embora haja sido sinalizado, por parte da Organização Mundial de Saúde, o risco provável de que isso possa acontecer. A Comissão Europeia ainda não tomou nenhuma posição, mas vamos iniciar uma investigação sobre esta matéria e, se concluirmos que é caso disso, não deixaremos de tomar medidas que protejam a saúde pública, nesta matéria

Face a esta resposta importa referir a evidência de que existe contaminação do glifosato é a da própria existência de legislação que lhe impõe limites de presença nos alimentos, havendo contudo muitos aspetos onde nem sequer é analisada a sua presença (como na água). Isto para já não falar da pulverização a céu aberto e em grandes quantidades. Partir do pressuposto de que pode não haver contaminação é, no mínimo, estranho.

Para além disso, a investigação anunciada pelo primeiro-ministro está feita pela Organização Mundial de Saúde. Agora, a partir desses resultados preocupantes, que relacionam o glifosato com tipos de cancro o passo responsável é tomar medidas que salvaguardem a saúde pública e o ambiente.

Com essa convicção e com esse propósito, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresenta o seguinte Projeto de Resolução:

Ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a Assembleia da República delibera recomendar ao Governo que:

1.Promova urgentemente formas de esclarecimento, designadamente a agricultores e a autarquias, sobre os resultados relativos aos efeitos do glifosato sobre a saúde humana, apontados pela Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro.

2.Tome como objetivo urgente a interdição do uso do glifosato.

3.Assuma a proposta urgente e a defesa intransigente para que essa interdição se dê à escala da União Europeia.

4. Apoie, fundamentalmente os pequenos e médios agricultores, na fase de transição para o uso de outros meios alternativos livres de glifosato.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 24 de abril de 2015

Os Deputados,

Heloísa Apolónia                                                                  José Luís Ferreira



publicado por Carlos Gomes às 19:26
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015
OURÉM SENSIBILIZA JOVENS PARA O AMBIENTE

Município de Ourém e SUMA promovem campanha de sensibilização ambiental nas escolas

O Município de Ourém, em parceria com a SUMA, vai dar início à campanha “Até quando está disposto a tolerar que os outros sujem o que também é seu?” nos estabelecimentos escolares do concelho. Esta campanha decorre entre 21 de janeiro e 4 de fevereiro e é dirigida a toda a comunidade escolar do 1º ciclo do Município de Ourém.

Cartaz

Os espaços públicos pertencem a todos e exigem de cada um o mesmo empenho e diligência na sua manutenção que dedicamos aos espaços privados. Assim, esta iniciativa pretende apresentar soluções simples para questões quotidianas de limpeza urbana que todos devemos seguir e exigir que os outros também façam. Serão tratados assuntos como a remoção dos dejetos caninos, a utilização de papeleiras, o encaminhamento de objetos de grandes dimensões, o cumprimento de horários de deposição de resíduos por forma a evitar a acumulação e os maus cheiros e a valorização de matérias-primas, entre outros.

Para reforçar a importância dos gestos individuais de civismo num plano mais prático, a campanha relaciona também a má conduta cívica ou descuido com a percentagem de orçamento camarário dirigido à manutenção da limpeza urbana, que poderia ser poupado ou usado para outros fins se todos cumprissem com as rotinas que lhes são devidas. Como complemento às intervenções, serão distribuídas bases de secretária que reforçam as informações transmitidas com mensagens de sensibilização.



publicado por Carlos Gomes às 14:53
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2014
PARTIDO “OS VERDES” QUESTIONA POLÍTICAS AMBIENTAIS

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Chuvadas de ontem levantam questões de fundo e salientam debilidades políticas

A intempérie ocorrida ontem no país com danos e prejuízos avultados para as populações e municípios, principalmente em Lisboa, deve levar-nos a refletir não só sobre as falhas da proteção civil ocorridas, nomeadamente as questões de prevenção e coordenação que deverão ser apuradas, como ainda sobre a forma como o país se tem preparado para as consequências das alterações climáticas que se fazem sentir.

Esta chuvada ocorreu precisamente no dia em que encerrou oficialmente a Semana Europeia da Mobilidade e na véspera do início da Cimeira do Clima. Desde a conferência do Rio, em 1992, que muitas cimeiras têm ocorrido e se têm estabelecido protocolos. No entanto, não se conseguiu travar o fenómeno das alterações climáticas e muito poucos países tomaram medidas de adaptação, como é o caso de Portugal. No passado inverno, a debilidade face à situação foi particularmente visível na costa portuguesa e, apenas entrados no Outono, já os espaços urbanos deram mostra das suas fragilidades face às ocorrências excecionais e particularmente violentas que todos os estudos, nomeadamente os realizados em Portugal, apontavam que iriam acontecer e ser cada vez mais frequentes.

A redução da emissão de CO2 e de outros gases poluentes era fundamental para mitigar esta situação. Em Portugal, sendo os sectores da indústria e dos transportes os principais responsáveis por estas emissões, era aí que se esperava, deste e dos anteriores Governos, uma atitude e propostas políticas indutoras de uma verdadeira mudança. Mas tal não aconteceu, antes pelo contrário. E foi mais às consequências da crise do que às políticas e às ações governativas, ao encerramento de numerosas empresas e ao desemprego consequente, que se deve o abrandamento das emissões poluentes ligadas à produção e aos transportes.

Por exemplo, com o Plano Estratégico de Transportes (PET), este Governo promoveu uma política exatamente contrária à necessária, encerrando centenas de quilómetros de linhas ferroviárias e desmantelando a rede ferroviária nacional, deixando assim vastas áreas do território, nomeadamente as zonas deprimidas, sem transportes coletivos, aumentando as tarifas, não melhorando a intermodalidade.

Tudo situações que “Os Verdes” acabam novamente de confirmar “in loco”, através das iniciativas que levaram a cabo para assinalar as jornadas da mobilidade, no quadro das jornadas ecologistas no Distrito de Santarém, onde verificaram também que, no dia 1 de Setembro deste ano, foram suprimidas novas ligações entre as sedes de concelho e as freguesias, remetendo os cidadãos para o uso individual do carro, contrariamente ao que seria desejável do ponto de vista ambiental.

Por outro lado, ao nível da adaptação tão fundamental para mitigar os impactos negativos das consequências das alterações climáticas, as medidas foram nulas e só tomadas a posteriori, tal como aconteceu na costa portuguesa. E o que é verdade é que, no ordenamento do território, das florestas, nos recursos hídricos, no urbanismo... a grande maioria da legislação produzida e das ações concretizadas não apontam uma inversão das opções políticas de fundo, tal como se pode verificar com os PIN’s que levaram à destruição de zonas húmidas, com os eucaliptos que deixam o país à mecê dos incêndios e com as barragens que retêm os inertes que fazem falta na costa. E vem agora o Governo PSD/CDS-PP acenar com a “Fiscalidade Verde” como se fosse a poção mágica para resolver todos estes problemas.

“Os Verdes” consideram que, perante esta falta de atuação concreta e de fundo para mudar o paradigma das alterações climáticas, as populações estão cada vez mais em risco e o país a empobrecer economicamente e também ao nível da sua biodiversidade. “Os Verdes” pouco esperam desta nova cimeira do clima e menos esperam ainda da atuação do Governo português.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 20:13
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
CENTRO DE PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA ORGANIZA CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO, AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

O I Congresso Internacional "Educação, Ambiente e Desenvolvimento" irá realizar-se entre os dias 13 e 15 de novembro do corrente ano, em Leiria.

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Apresentação

As sociedades contemporâneas, os modelos de desenvolvimento em curso e os problemas deles resultantes, carecem de reflexão aprofundada face ao desígnio de uma sustentabilidade almejada. Neste contexto, o I Congresso Internacional “Educação, Ambiente e Desenvolvimento” (I CIEAD) pretende alcançar os seguintes objetivos:

  • Fomentar a discussão e divulgação de metodologias utilizadas e estudos científicos relacionados com os temas propostos;
  • Apresentar e refletir sobre práticas consideradas relevantes na perspetiva da sustentabilidade das sociedades contemporâneas;
  • Promover a cooperação entre entidades públicas e privadas na definição de novos modelos de desenvolvimento;
  • Sensibilizar e incentivar todos os agentes (poderes central, regional e local, agentes económicos, ONG, docentes, discentes e população em geral) para as temáticas em análise e sua relevância estratégica, económica, social e ambiental.

Participantes

Professores, investigadores, estudantes dos diferentes níveis de ensino, técnicos de instituições/associações e público em geral.

Tema da Conferência

Educação, Ambiente e Desenvolvimento:

  • Turismo e sustentabilidade
  • Recursos hídricos
  • Participação e cidadania
  • Ambiente e comunicação
  • Educação Ambiental
  • Desenvolvimento e sustentabilidade
  • Património(s) e Identidade(s)

Línguas de trabalho

Português, inglês e castelhano.

ACREDITAÇÃO — Formação de Professores

O Congresso encontra-se em processo de acreditação como curso de formação contínua de Professores, pelo CCEMS, com a duração de 15h a que correspondem 0,6 créditos, que relevam para efeitos de progressão na carreira de professores do Ensino Básico e Secundário.



publicado por Carlos Gomes às 16:04
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
ECOLOJOVEM – “OS VERDES” DEFENDE MUDANÇA URGENTE DE POLÍTICAS PARA A JUVENTUDE

No momento em que se assinala o Dia Internacional da Juventude, é com preocupação que a Ecolojovem - «Os Verdes» olha para os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados ontem, que revelam que a proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que existem estatísticas.

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Os habitantes entre os 15 e os 29 anos representam apenas 17% do total do país, consequência da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados divulgados referem ainda que esta geração representa hoje cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes. Ainda segundo o INE, a diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflete a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal.

Uma geração cada vez mais qualificada mas que, ao mesmo tempo, representa 32% dos desempregados em Portugal, e que abandona o seu país na procura de melhores condições de vida. Em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal e, destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. Os que ficam em Portugal, e estão no mercado de trabalho, ganham cada vez menos, em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem, diferença salarial que se tem vindo a agravar continuamente desde 2002.

Para a Ecolojovem - «Os Verdes», os dados divulgados pelo INE não representam uma novidade, devem sim, representar mais um grito de alerta para o atual Governo PSD/CDS, pois são a prova de que as políticas, sucessivamente agravadas, têm vindo a gerar um país cada vez mais envelhecido, sem crescimento, sem sustentabilidade, sem jovens.

Os Jovens Ecologistas rejeitam veemente estas políticas castradoras que têm levado milhares de jovens a abandonar o nosso país, sendo que os que teimam aqui ficar ficam privados dos seus direitos, liberdades e garantias, como sejam, ensino, emprego com direitos, habitação e qualidade de vida.

A Ecolojovem - «Os Verdes» defende que é necessário uma mudança efetiva de políticas que promova a criação de emprego com direitos, políticas que façam com que os nossos jovens deixem de ter como única alternativa o abandono do país.

O Partido Ecologista “Os Verdes”

(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769

Lisboa, 12 de Agosto de 2014



publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014
MAIORIA DOS OUREENSES SEPARA RESÍDUOS PARA A RECICLAGEM

- É a conclusão de um estudo realizado no âmbito da “Missão Reciclar” em Ourém

A Sociedade Ponto Verde dinamizou uma ação de sensibilização nos lares do concelho de Ourém para avaliar os hábitos dos oureenses relativamente à separação de resíduos para reciclagem. Os resultados da ação “Missão Reciclar” foram apresentados no dia 15 de julho, no auditório da Câmara Municipal, e revelam que 65,6% dos lares oureenses separam os seus resíduos.

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O Presidente da Câmara Municipal, Paulo Fonseca, congratulou-se com a iniciativa e mostrou “total disponibilidade da autarquia para colaborar nestas ações”, já que “o Município é sensível às questões ambientais e felizmente os comportamentos dos cidadãos têm sofrido alterações”. O representante da Sociedade Ponto Verde, João Letras, e o representante da Valorlis (parceira da iniciativa), António Guerra, agradeceram a colaboração do Município de Ourém e manifestaram o seu agrado pelos resultados alcançados no concelho.

Os dados apurados colocam Ourém no plano dos restantes municípios que receberam a iniciativa, com 34,3% dos inquiridos a apontarem a falta de recipientes próprios como razão para não separarem os resíduos. Dos mais de 7000 lares contactados, cerca de 1600 estiveram disponíveis para receber a equipa da “Missão Reciclar” e 23,1% alegaram não separar o lixo produzido nas suas casas por falta de tempo e pelo excesso de trabalho implicado. A iniciativa permitiu distribuir 1554 ecopontos domésticos (três sacos das cores dos ecopontos para separação seletiva de embalagens), sensibilizar os oureenses que ainda não reciclam e clarificar algumas regras de reciclagem.

A “Missão Reciclar” pretende continuar a criar condições para que um número cada vez maior de portugueses cumpra a missão cívica de separar os resíduos e de os colocar no ecoponto correto. Em 2013 a Sociedade Ponto Verde encaminhou 382 mil toneladas de resíduos para reciclagem, o que representa um crescimento de 7% em relação ao ano transato.

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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
OURÉM PROMOVE RECICLAGEM

A Câmara Municipal de Ourém promove, no próximo dia 17 de julho, às 10h30, uma sessão de esclarecimento subordinada ao tema “Missão Reciclar”, a qual vai ter lugar no Auditório dos Paços do Concelho, em Ourém.

Esta iniciativa promovida pela Sociedade Ponto Verde, em parceria com a Valorlis e Município de Ourém, é de entrada gratuita mas carece de inscrição até 15 de julho para os contactos aa.da@mail.cm-ourem.pt e 249 540 900 (Ext. 6416).

No final da sessão serão distribuídos ecopontos domésticos aos participantes.



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2014
OURÉM PROMOVE RECICLAGEM

A Câmara Municipal de Ourém promove, no próximo dia 17 de julho, às 10h30, uma sessão de esclarecimento subordinada ao tema “Missão Reciclar”, a qual vai ter lugar no Auditório dos Paços do Concelho, em Ourém.

Esta iniciativa promovida pela Sociedade Ponto Verde, em parceria com a Valorlis e Município de Ourém, é de entrada gratuita mas carece de inscrição até 15 de julho para os contactos aa.da@mail.cm-ourem.pt e 249 540 900 (Ext. 6416).

No final da sessão serão distribuídos ecopontos domésticos aos participantes.



publicado por Carlos Gomes às 22:30
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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014
MUNICÍPIO DE OURÉM RESPONDE À ACUSAÇÃO DA QUERCUS

COMUNICADO

Face às notícias veiculadas pela comunicação social, em que a Quercus denuncia o corte de “uma dezena de choupos brancos e pinheiros bravos de grande porte na Estrada Nacional 356, junto da Zona Industrial de Casal dos Frades, no concelho de Ourém”, cumpre-nos informar que:

1 – O terreno onde foi realizado o abate é propriedade do Município de Ourém;

2 – Após uma análise efetuada pela Proteção Civil verificou-se que as árvores em causa se encontravam em risco de queda eminente para a via, bem como para infra-estruturas privadas, colocando em causa pessoas e bens;

3 – A operação decorreu ontem, dia 06 de fevereiro, e contou com a presença do SMPC (Serviço Municipal de Proteção Civil) e a colaboração da EDP e da PT.



publicado por Carlos Gomes às 19:49
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Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014
MUNICÍPIO DE OURÉM PROMOVE CAMPANHA DE RECOLHA DE ÓLEOS ALIMENTARES USADOS

A Estação de Tratamento de Águas Residuais de Fátima foi palco da assinatura de um protocolo de colaboração no âmbito da campanha de sensibilização “Óleo no Peixe só para Fritar”, no passado dia 28 de janeiro. Este protocolo foi celebrado pelo Município de Ourém com os parceiros SIMLIS, ACISO e Oleotorres tendo ocorrido, de seguida, uma visita às instalações.

Imagem 055

Este protocolo surge na sequência da identificação de inúmeros problemas de entupimentos na rede de saneamento, decorrentes da descarga de óleos alimentares usados (OAU), e tem como objetivo alertar e educar a população sobre os impactos e consequências da deposição de OAU na rede de saneamento. Deste modo, pretende-se promover a correta recolha dos óleos alimentares usados nas unidades hoteleiras e de restauração, eliminando os problemas detetados nos sistemas de drenagem e tratamento de águas residuais provocados pelos óleos e gorduras, promovendo a salvaguarda do meio ambiente através de uma gestão de recursos mais eficiente e impulsionando o estabelecimento de parcerias com entidades locais que contribuam para a implementação da campanha de sensibilização.

Imagem 060

Nazareno do Carmo, vereador com o pelouro do Ambiente, manifestou a sua preocupação face ao problema dos óleos alimentares usados depositados na rede de saneamento mas também “uma enorme satisfação por este protocolo promover medidas para melhorar a vida dos cidadãos e do meio ambiente”. Aproveitou também o momento para, mais uma vez, divulgar o Oleão existente no Centro Comunitário de Voluntariado, disponível para usufruto de todos.

O protocolo de colaboração define o Município de Ourém e a SIMLIS como promotores da campanha em causa e de programas de sensibilização ambiental junto dos estabelecimentos do concelho, enquanto a ACISO assumirá um papel de elo de ligação entre os estabelecimentos e os diferentes parceiros. Por último, a Oleotorres fica como entidade responsável pela implementação da campanha “Óleo no Peixe só para Fritar” nos estabelecimentos aderentes.

Imagem 082



publicado por Carlos Gomes às 12:16
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Sexta-feira, 6 de Dezembro de 2013
PERÍMTROS DE PROTEÇÃO DAS CAPTAÇÕES DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

Perímetros de proteção das captações de águas subterrâneas afetas ao sistema de abastecimento público de água para consumo humano

As Portarias n.º 327/2013 e 348/2013, publicadas a 4 e 29 de novembro, respetivamente, aprovaram os perímetros de proteção das captações de águas subterrâneas afetas ao sistema de abastecimento público de água para consumo humano.

  • AC1, AC2, AC3, AC4 e FR1 do polo de captação de Caridade;
  • AC5 e AC6 do polo de captação de Olival;
  • AC7 e AC8 do polo de captação de Caxarias;
  • FR2 e PS2 do polo de captação de Vale Sobreiro;
  • FR3 do polo de captação de Casal dos Crespos;
  • JK4 do polo de captação de Vale da Meda;
  • JK11 do polo de captação de Valada;
  • JK12 do polo de captação de Carvalhal;
  • SL1 do polo de captação de Casal do Ribeiro.

Estas portarias determinam a proibição de determinadas atividades e as condicionantes ao uso do solo em causa, de acordo com o Decreto-Lei n.º 382/99, de 22 de setembro.

O Decreto-Lei n.º 382/99 estabelece as normas e os critérios para a delimitação de perímetros de proteção de captações de águas subterrâneas destinadas ao abastecimento público, com a finalidade de proteger a qualidade das águas dessas captações. Os perímetros de proteção visam prevenir, reduzir e controlar a poluição das águas subterrâneas, nomeadamente, por infiltração de águas pluviais lixiviantes e de águas excedentes de rega e de lavagens. Têm também como objetivo potenciar os processos naturais de diluição e de auto depuração, prevenir, reduzir e controlar as descargas acidentais de poluentes e, por último, proporcionar a criação de sistemas de aviso e alerta para a proteção dos sistemas de abastecimento de água proveniente de captações subterrâneas, em situações de poluição acidental destas águas.

Na sequência do estudo hidrogeológico do aquífero onde se inserem as captações, realizado de acordo com o n.º 2 do art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 382/99, de 22 de Setembro apresentado pela Câmara Municipal de Ourém, a Agência Portuguesa do Ambiente, I. P., elaborou uma proposta de delimitação e respetivos condicionamentos do perímetro de proteção para as captações do sistema público de abastecimento de água. Esta proposta foi aprovada pelo Governo e os termos da delimitação do perímetro de proteção das captações encontram-se definidos nas Portarias n.º 327/2013, de 4 de novembro e 348/2013, de 29 de novembro.



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Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013
MUNICÍPIO DE OURÉM EMITE PARECER FAVORÁVEL AO ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DA FÁBRICA MICROLIME

A Câmara Municipal de Ourém deliberou ontem, por unanimidade, “emitir parecer favorável condicionado nos termos e condições apontadas nas informações técnicas”, ao Estudo de Impacte Ambiental para a instalação da fábrica Microlime – Produtos de Cal e Derivados, SA, e para a ampliação da pedreira “Serrado das Oliveirinhas”.

Relativamente à fábrica de cal, a Câmara alerta ainda para a “necessidade de serem cumpridos os parâmetros declarados no anterior licenciamento ambiental antes emitido para o lugar de Moimento”. Com esta relocalização (cerca de 6km do local inicial) verifica-se um maior afastamento da mesma do núcleo urbano de Fátima.

O parecer foi solicitado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, como autoridade de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), a quem compete a emissão da decisão final.



publicado por Carlos Gomes às 19:09
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Sexta-feira, 11 de Outubro de 2013
OURÉM LIDERA RANKING DOS CONCELHOS DA REGIÃO CENTRO COM ÁGUA SEGURA

Relatório da ERSAR confirma excelência. Qualidade da água da torneira mantém-se nos 98 por cento

A qualidade da água da torneira ultrapassou os 98 por cento em 2012 mantendo a tendência que já se verificava nos últimos cinco anos. Os dados do Controlo da Qualidade da Água para Consumo Humano constam do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos em Portugal, que foi divulgado a 1 de Outubro, Dia Nacional da Água, pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

Entre 2007 e 2011 cerca de 98 por cento das análises efectuadas à água já cumpria os valores paramétricos estabelecidos para garantir uma elevada qualidade, que coloca Portugal ao nível dos países mais desenvolvidos da Europa Ocidental neste campo.

Vinte e oito concelhos alcançaram mesmo os 100 por cento para o indicador de água segura em 2012. Destes municípios exemplares, 11 são da zona centro (Alcobaça, Alvaiázare, Bombarral, Entroncamento, Estarreja, Golegã, Murtosa, Ourém, Pedrogão Grande, Peniche, Sobral de Monte Agraço), sete são do Alentejo (Alter do Chão, Alvito, Borba, Castelo de Vide, Serpa, Vendas Novas, Viana do Alentejo) e seis são do Norte (Esposende, Paços de Ferreira, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, Vila do Conde, Vila Nova de Gaia). Há ainda dois concelhos do Algarve com o resultado máximo (Aljezur e Lagos) e dois na região de Lisboa e Vale do Tejo (Cascais e Mafra).

Em contrapartida oito concelhos do Norte e Alentejo (menos sete que no ano anterior) registaram valores inferiores a 95 por cento. A vermelho no mapa surgem Reguengos de Monsaraz, Sever do Vouga, Trancoso, Chaves, Peso da Régua, São João da Pesqueira, Vale de Cambra, Valpaços e Arganil.

A percentagem de cumprimento dos valores paramétricos na torneira do consumidor tem vindo a subir (98,35 por cento em 2012, 98,07 em 2011 e 97,91 em 2010), traduzindo-se no último ano num incremento do valor da água segura de quase 0,5 pontos percentuais (97,75 em 2011 e 98,20 em 2012).

Os parâmetros em incumprimento (1,35 por cento) detectados nas análises de controlo de qualidade são relativos “a bactérias coliformes e enterococos, por ineficiência da desinfecção, e a pH, ferro, manganês, alumínio e arsénio, devido às características hidrogeológicas das origens de água”, identifica o relatório. Nestas situações as entidades gestoras, em articulação com as autoridades de saúde e a ERSAR, tomaram as medidas adequadas para garantir a protecção da saúde humana. A entidade reguladora possui um sistema de comunicação e acompanhamento dos incumprimentos dos valores paramétricos que permite um alerta quase imediato da ocorrência com conhecimento em 24 horas, além de facilitar um apoio técnico na resolução da situação.

Por outro lado, a percentagem de análises impostas por lei está muito próximo dos 100 por cento (99,85 por cento em 2012). Em 248 concelhos esse valor atinge os 100 por cento. Desde 2008 que esse valor se situa acima dos 99 por cento.

O desempenho das entidades gestoras em “baixa” que prestam um serviço directo ao consumidor, quer em termos de cumprimento da frequência das análises, quer em termos de cumprimento dos valores paramétricos, continua a reflectir as assimetrias regionais do desenvolvimento em Portugal. “Continua a ser no interior, com maiores carências de recursos humanos, técnicos e financeiros, que se concentram os incumprimentos ocorridos, essencialmente nas pequenas zonas de abastecimento, que servem menos de 5000 habitantes”, conclui o relatório.

As 15 entidades gestoras em “alta”, que vendem a água a municípios, sejam multimunicipais e intermunicipais, continuam a revelar globalmente melhorias na qualidade da água fornecida. O relatório confirma que a percentagem de água segura, indicador de água controlada e de boa qualidade, tem vindo a crescer de forma contínua ao longo das últimas duas décadas. “Se em 1993 apenas cerca de 50 por cento da água era controlada e revelava boa qualidade, em 2012 este indicador atingiu o valor de 98,20 por cento”, lê-se no documento. O relatório, bem como informação mais detalhada por município e por zona de abastecimento, estão disponíveis na internet (www.ersar.pt).

Fonte: http://www.ambienteonline.pt/



publicado por Carlos Gomes às 10:04
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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013
OURÉM REALIZA AMANHÃ WORKSHOP SOBRE COZINHAS SOLARES

Workshop de Cozinhas Solares

Formador: Eng. Celestino Ruivo

Dia 21 - 10h – 12h30 e 14h – 17h

Oficina de Artes – Vale da Perra

Programa:

- Tipos e aplicações de cozinhas solares

- Demonstração da Construção de cozinha solar

Valor da inscrição: 30€

N.º mínimo de inscrições: 8

N.º máximo de inscrições: 15

Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30/12h30 e das 14h/18h.

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013
OURÉM PROMOVE ENERGIA SOLAR

Workshop de Cozinhas Solares

Formador: Eng. Celestino Ruivo

Dia 21 - 10h – 12h30 e 14h – 17h

Oficina de Artes – Vale da Perra

Programa:

- Tipos e aplicações de cozinhas solares

- Demonstração da Construção de cozinha solar

Valor da inscrição: 30€

N.º mínimo de inscrições: 8

N.º máximo de inscrições: 15

Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30/12h30 e das 14h/18h.

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 10:45
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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
NOTÍCIAS À ESPERA DE UM JORNAL CDU: AGROAL

O Agroal foi destaque nas notícias por duas vezes nesta época balnear.

Primeiro aquele disparate da Quercus sobre a falta de qualidade da água. Não fazemos ideia de onde veio a manobra, mas percebemos que o objetivo era político e que o alvo era a Câmara do PS. Afinal o assunto mais ou menos resolveu-se com a publicitação das análises, que vieram pôr a nu a imbecilidade da notícia. O descrédito que queriam lançar sobre o Agroal acabou por cair sobre a Quercus.

Depois veio a intoxicação alimentar no campo de férias que decorria na zona. Tudo se resolveu, dentro do que são as operações normais.

O resto não produziu destaques, porque o que é normal não é notícia. O Agroal cumpriu como sempre a sua função. Mas enquanto do lado de Ourém se nota o empenho da autarquia, na margem de Tomar é o abandono. A limpeza e asseio são asseguradas na margem esquerda, mas na margem direita o lixo não tem dono.

É uma questão de brio e boa vizinhança. Se Formigais tem orgulho naquele espaço, é pena que não consiga (ou não tente) convencer os vizinhos da Sabacheira a fazerem um pouco melhor. Se Ourém, depois de décadas de abandono, finalmente acordou para o investimento na riqueza daquele espaço, é de estranhar que não consiga (ou não tente) convencer os vizinhos de Tomar a empenharem-se um pouco mais.

Depois a questão do campismo. Uma vez que já são tradicionais os acampamentos de jovens no espaço do Ribeiro Grande, e uma vez que parte das estruturas já foram sendo instaladas, era boa ideia avançar para o estabelecimento definitivo de um parque de campismo municipal.

JFO

Fonte: http://ouremcdu.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 00:26
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Segunda-feira, 2 de Setembro de 2013
SERÁ A ÁGUA DAS FONTES DA FREIXIANDA IMPRÓPRIA PARA BEBER?

Algumas fontes existentes na área da freguesia da Freixianda não foram requalificadas como, aliás, era prometido pela candidatura vencedora nas últimas eleições autárquicas. Encontram-se nessa situação a fonte do Casal Pinheiro e, na Freixianda, junto à Várzea do Bispo. Apesar de injustificada, a razão poderá eventualmente relacionar-se com a qualidade da água ser considerada imprópria para consumo, mais precisamente para beber.

Freixianda 002

A confirmar-se tal receio, o caso apresenta-se de bastante gravidade porquanto em nenhuma das referidas fontes existe qualquer informação a alertar o público para a sua utilização, configurando-se um sério risco para a saúde pública.

Todas as águas provenientes de fontenários públicos devem ser devidamente analisadas pelas entidades competentes e, em caso de má qualidade, deve ser providenciada a colocação de um dístico apropriado.

Em virtude de não ter sido concluída a construção da rede de saneamento básico como, aliás, também foi prometida nas últimas eleições autárquicas à freguesia da Freixianda, os moradores continuam a recorrer à utilização de fossas domésticas que, na maior parte dos casos, acabam por contaminar os lençóis freáticos.

Independentemente de quem venha a ser eleito nas próximas eleições autárquicas, importa em primeiro lugar que sejam pessoas responsáveis, mais preocupadas com o bem-estar dos seus concidadãos. E, ainda, que não se esqueçam de cumprir aquilo que prometem aos seus eleitores!

Carlos Gomes

Freixianda 003



publicado por Carlos Gomes às 20:34
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OURÉM ENSINA A CONSTRUIR COZINHAS SOLARES

Workshop de Cozinhas Solares

Formador: Eng. Celestino Ruivo

Dia 21 - 10h – 12h30 e 14h – 17h

Oficina de Artes – Vale da Perra

Programa:

- Tipos e aplicações de cozinhas solares

- Demonstração da Construção de cozinha solar

Valor da inscrição: 30€

N.º mínimo de inscrições: 8

N.º máximo de inscrições: 15

Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30/12h30 e das 14h/18h.

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 10:44
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013
OURÉM PROMOVE ENERGIAS RENOVÁVEIS

Workshop de Cozinhas Solares

Formador: Eng. Celestino Ruivo

Dia 21 - 10h – 12h30 e 14h – 17h

Oficina de Artes – Vale da Perra

Programa:

- Tipos e aplicações de cozinhas solares

- Demonstração da Construção de cozinha solar

Valor da inscrição: 30€

N.º mínimo de inscrições: 8

N.º máximo de inscrições: 15

Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30/12h30 e das 14h/18h.

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 16:00
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Sábado, 24 de Agosto de 2013
A QUEM SERVE A ASSOCIAÇÃO QUERCUS? DIRIGENTE DA QUERCUS RESPONDE AO BLOGUE “AUREN”

A propósito do artigo publicado pelo AUREN com o título “A quem serve a associação QUERCUS?”, o qual pode se lido em http://auren.blogs.sapo.pt/1698216.html, recebemos do sr. Paulo Fonseca, dirigente da Quercus Ribatejo/Estremadura, o comentário que reproduzimos.

Caro amigo.

A Quercus serve e procura o interesse público. E, claro, que tem uma agenda política: a de defesa do ambiente e conservação da natureza.

As denúncias não são de agora. Faça uma pesquisa e verá que todos as anos esta associação faz imensas denúncias.

Fica-lhe mal utilizar o blogue para tecer insinuações que põem em causa o bom nome de uma associação.

Claro que a Quercus, como qualquer instituição ou pessoa, não está isenta de cometer erros. Contudo, o historial da associação fala por si e serve de resposta a qualquer insinuação.

Paulo Fonseca, dirigente da Quercus Ribatejo/Estremadura



publicado por Carlos Gomes às 15:03
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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
AMBIENTALISTAS NÃO SE ENTENDEM QUANTO AOS RESPONSÁVEIS PELAS DESCARGAS DE EFLUENTES NA RIBEIRA DE SEIÇA

Descargas poluentes ameaçam lampreia do Nabão. Quercus e Aqua apontam diferentes responsáveis

A lampreia do Nabão está em risco de extinção. Este é o dado mais concreto de um processo em que está em causa outro foco de poluição na nossa região. Domingos Patacho, da Quercus, disse à Hertz, na manhã desta quinta-feira, que uma empresa situada no concelho de Ourém está a fazer descargas poluentes, sublinhando que este cenário tem afectado a Ribeira de Seiça.

O-MataMunicipal 068

O dirigente critica o Estado por passividade perante este tipo de acções, sublinhando que as pessoas também são prejudicadas pelos maus-cheiros constantes: «Há uma empresa, no concelho de Ourém, que está a poluir a Ribeira de Seiça, que é afluente, precisamente do Nabão. E nesta bacia superior do rio, no concelho de Ourém e até à zona do Agroal, existe uma espécie de lampreia única no mundo, denominada lampreia do Nabão. E esta espécie é afectada por poluições que possam ocorrer nas águas. Há empresas a laborar sem licenças do Estado para trabalharem em condições sem poluir os rios e contaminar os solos e sem a libertação de maus cheiros... Ou estas empresas investem e fazem o tratamento ou então não podem estar em funcionamento pois prejudicam as pessoas e os meios envolventes. E estamos a falar de uma espécie única no mundo, que só existe naquele local, e por isso não pode ser afectada». Igualmente preocupado com a extinção da lampreia do Nabão está o grupo ambiental «Aqua». Contactado pela Hertz, Américo Costa, o rosto principal deste organismo tomarense, não deixou de agradecer à Quercus por ter denunciado a situação mas mostra-se discordante em relação ao responsável pela poluição. O dirigente não tem dúvidas em apontar o dedo à Estação de Tratamento de Águas Residuais de Seiça (que está no concelho de Tomar): «Agradecemos muito a denúncia da Quercus pois é sempre bom saber os focos poluidores de uma ribeira que vai desaguar ao Nabão. Demos a notícia do perigo de extinção da lampreia há cerca de dois meses... Já recebi denúncias da população da Sabacheira sobre aquela ETAR que, refira-se, pertence a Ourém mas está construída no concelho de Tomar. E muito perto do Agroal. E nessa altura falei com o senhor Patacho, que se sente um pouco responsável por aquela ETAR e, por isso, garantiu-me que iria procurar explicações para o que se passava pois ele julgava que estava tudo bem. Mas, pelos vistos, não terá feito absolutamente nada. Nós, os Aqua, fomos lá há dois meses e pouco e deparámo-nos com um caudal de esgoto, mal cheiroso e sem ser tratado. Passados vinte minutos detectaram a nossa presença e surgiu um caudal de água muito maior que limpou aquela zona toda junto da referida ETAR. Por isso, vimos logo aquilo que se está ali a passar. Ou seja, de dia tratam os esgotos, enquanto de noite vai tudo sem tratamento para a Ribeira de Seiça. E, aliás, esta situação está muito mais perto do Nabão do que aquele foco de poluição denunciado pela Quercus. Há aqui uma disparidade de critérios uma vez que a Quercus já sabia o que se passa na ETAR e remeteu-se ao silêncio».

Fonte: http://www.radiohertz.pt/



publicado por Carlos Gomes às 18:05
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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
A QUEM SERVE A ASSOCIAÇÃO QUERCUS?

Numa altura que se avizinham as eleições autárquicas, eis que se sucedem as denúncias de crimes ambientais por parte da QUERCUS – Associação Nacional de Conservação da Natureza.

melancia

Recentemente, classificou a Quercus como “más” as praias de São Roque, na Madeira, Pontilhão de Valeta, em Arcos de Valdevez, Fraga de S. Simão, em Figueiró dos Vinhos e Agroal, em Ourém. A referida classificação teve alegadamente por base a informação da Agência Portuguesa do Ambiente.

Entretanto, as análises efetuadas precisamente por aquela entidade à Praia Fluvial do Pontilhão da Valeta, revelam resultados excelentes, de acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, as quais não mereceram mais qualquer comentário ou justificação por parte da QUERCUS apesar das mesmas contrariarem a sua acusação.

Por sua vez, a Câmara Municipal de Ourém contatou a Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire e Agência Portuguesa do Ambiente com vista ao esclarecimento da situação. Desta feita, a acusação da QUERCUS incide na ocorrência de eventuais descargas poluentes na Ribeira de Seiça, em Ourém, as quais estarão a colocar em risco uma espécie de lampreia em vias de extinção.

Deixaremos para as entidades competentes a apreciação técnica das referidas denúncias e da sua fundamentação. Até porque não está em causa o exercício da vigilância e da denúncia relativamente a situações que coloquem em causa a defesa do meio ambiente e dos recursos naturais. Antes pelo contrário, constitui uma forma de intervenção cívica a todos os títulos merecedora do nosso aplauso.

Aquilo que nos parece estranho resulta do fato de, subitamente, surgirem um tão elevado número de ocorrências – ou de denúncias! – num determinado contexto político marcado pela proximidade das eleições autárquicas e, por conseguinte, já em ambiente de campanha eleitoral, quando nos pareceria mais natural que as mesmas sucedessem em qualquer época do ano, inclusive em anos nos quais não ocorram eleições. A não ser que o entusiasmo político gerado pela campanha tenha levado uns tantos malandros a conspurcar repentinamente as águas do Agroal e do Rio Seiça… quiçá, para prejudicar politicamente as diversas gestões municipais que naquele momento porventura se encontrem em exercício nas autarquias visadas!

Quero sinceramente acreditar que a QUERCUS não possui uma agenda política, sendo uma associação independente, apartidária, de âmbito nacional, sem fins lucrativos e constituída por cidadãos que se juntaram em torno do mesmo interesse pela Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais e na Defesa do Ambiente em geral, numa perspectiva de desenvolvimento sustentado”. Porém, a escolha do calendário de atuação e sobretudo a forma como desencadeia as acusações, não se justificando sequer quando as mesmas são desmentidas pelas análises feitas por entidades competentes, apenas conduz à sua própria descredibilização. Se tal vier a ocorrer, será uma perda que verdadeiramente lamentamos!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 20:27
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Crimes ambientais em Ourém põem em risco lampreia em vias de extinção - Quercus

Descargas poluentes na Ribeira de Seiça, em Ourém, estão a colocar em risco uma espécie de lampreia em vias de extinção, disse hoje à Lusa o presidente da direção do Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus.

"No processo fabril de uma fábrica que faz reciclagem de plástico sem o devido tratamento estão a ser lançados para a água efluentes tóxicos que desaguam nessa linha de água, o que afeta o ecossistema ribeirinho e em especial a rara lampreia do Nabão", informou Domingos Patacho.

A lampreia do Nabão (Lampreta auremensis) é espécie recentemente identificada por investigadores das universidades de Évora e Lisboa, sendo que em dezembro a Quercus já alertara para a ameaça que pendia sobre esta espécie de lampreia.

"A classificação de 'Criticamente em Perigo' é a mesma que recai sobre o lince ibérico. Esta espécie encontra-se em áreas de distribuição muito restritas e fragmentadas, em Ourém, com constrangimentos ao nível da multiplicação, pelo que todo o cuidado das entidades públicas e de privados será sempre pouco", explicou, então, Domingos Patacho à Lusa.

O uso abusivo de produtos agroquímicos, cujos nutrientes podem contaminar as linhas de água, limpezas das margens agressivas, ausência de saneamento em algumas áreas, bem como possíveis descargas de pequenas unidades industriais, são "ameaças reais às lampreias", salientou o ambientalista.

Hoje, a associação ambiental revelou que têm surgido denúncias relativas à poluição provocada pela laboração da nova unidade da Tubogriz -- Fábrica de Tubos para Indústrias Elétricas e já foram alertadas entidades como o Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e a Câmara de Ourém.

A Quercus considera "inaceitável a manutenção da laboração da fábrica da Tubogriz enquanto não forem resolvidos os problemas ambientais que evidencia: descarga de efluentes sem o devido tratamento e consequente poluição da ribeira de Seiça, e abandono ilegal de resíduos".

"Dada a falta de atuação dos Ministérios do Ambiente e Economia para fazer cessar as infrações, a Quercus apelou à IGAMAOT [Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, Ambiente e Ordenamento do Território] para interditar o funcionamento das operações ilegais da fábrica da Tubogriz", pode ler-se num comunicado hoje divulgado pela associação.

A Quercus adiantou ainda que "o SEPNA já levantou vários autos de notícia por contraordenação devido à descarga de águas residuais para domínio hídrico", por "proceder a operações de gestão de resíduos devido ao abandono e aterro ilegal das lamas contaminadas" sem alvará da APA, assim como pela "falta de licença do município de Ourém para operações urbanísticas".

A Lusa contactou um responsável da empresa, que se escusou a tecer comentários para já, admitindo, contudo, possíveis esclarecimentos durante o dia de hoje.

JYMC // SSS

Fonte: http://portocanal.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 13:36
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APÓS QUESTIONAR A QUALIDADE DA ÁGUA DO AGROAL, ASSOCIAÇÃO QUERCUS VOLTA A ATACAR COM ACUSAÇÕES ACERCA DE EVENTUAIS CRIMES AMBIENTAIS NA RIBEIRA DE SEIÇA

Crimes ambientais em Ourém põem em risco lampreia em vias de extinção - Quercus

Descargas poluentes na Ribeira de Seiça, em Ourém, estão a colocar em risco uma espécie de lampreia em vias de extinção, disse hoje à Lusa o presidente da direção do Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus.

"No processo fabril de uma fábrica que faz reciclagem de plástico sem o devido tratamento estão a ser lançados para a água efluentes tóxicos que desaguam nessa linha de água, o que afeta o ecossistema ribeirinho e em especial a rara lampreia do Nabão", informou Domingos Patacho.

A lampreia do Nabão (Lampreta auremensis) é espécie recentemente identificada por investigadores das universidades de Évora e Lisboa, sendo que em dezembro a Quercus já alertara para a ameaça que pendia sobre esta espécie de lampreia.

Agência Lusa



publicado por Carlos Gomes às 13:26
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013
MUNICÍPIO DE OURÉM APRESENTA “REDE DE ESPAÇOS NATURAIS E DE LAZER”

No dia em que a Cafetaria do Agroal comemorou o seu primeiro aniversário, foi apresentada a “Rede de espaços naturais e de lazer”, um documento digital que segue o compromisso e a responsabilidade do Município na vertente ambiental, e que inventaria e regista o vasto e importante património ecológico do concelho de Ourém, com relevância ao nível das áreas naturais classificadas e de lazer. Nele constam uma série de locais pontuais ou áreas que, de uma forma ou de outra, segundo critérios ecológicos, possuem características que as identificam e individualizam como relevantes e que, por isso, importa valorizar.

agosto 2013 271

Na sessão de apresentação, que contou com sala cheia, o vereador do ambiente, José Manuel Alho, manifestou a sua satisfação na conclusão deste documento, justificando a escolha do Agroal para a sua apresentação, “fazendo justiça à qualidade deste espaço”, contrariando assim “as más notícias que têm tentado denegrir a sua imagem”. Neste sentido lembrou as três análises efetuadas à água balnear, “todas com resultados que atestam a sua qualidade”.

Carlos Marques, presidente da JuntadeFreguesia de Formigais, afirmou que “todos juntos vamos trabalhar para continuar a dignificar este espaço” que resultou de um investimento que rondou os 2,3 milhões de euros.

Paulo Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Ourém, reforçou a importância da “criação de uma melhor qualidade de vida para os cidadãos” e uma “promoção económica do concelho” que possui uma “vocação turística por excelência”.

A presidente da Assembleia Municipal, Deolinda Simões, realçou o fato “deste executivo ter continuado o projeto do Agroal”, reconhecendo-o como válido, “transformando este espaço num local agradável”.

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Quarta-feira, 31 de Julho de 2013
OURÉM APOSTA NA AGRICULTURA E NO AMBIENTE



publicado por Carlos Gomes às 18:16
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Terça-feira, 16 de Julho de 2013
OURÉM: NOVAS ANÁLISES ATESTAM QUALIDADE DAS ÁGUAS DO AGROAL



publicado por Carlos Gomes às 08:06
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Terça-feira, 9 de Julho de 2013
AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTA ANALISA ÁGUA DO AGROAL E COMPROVA A SUA QUALIDADE ACIMA DA MÉDIA E APROPRIADA PARA BANHOS

Análises realizadas à água balnear da Praia Fluvial do Agroal, pela Agência Portuguesa do Ambiente, a 25 de junho de 2013, comprovam QUALIDADE DA ÁGUA ACIMA DA MÉDIA E PRÓPRIA PARA BANHOS!

Resultados:

Enterococos intestinais

Valor apurado a 25 de junho de 2013 = <15

Valor acima do qual água é considerada imprópria = 660

Escherichia coli                          

Valor apurado a 25 de junho de 2013 = <15

Valor acima do qual água é considerada imprópria = 1800



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Terça-feira, 25 de Junho de 2013
ÁGUA DA PRAIA FLUVIAL DO AGROAL É PRÓPRIA PARA BANHOS

Com o início da época balnear no próximo dia 1 de julho, a Câmara Municipal de Ourém tem vindo a desenvolver todos os esforços necessários para aferir medidas de proteção de saúde pública e dos utilizadores da Praia Fluvial do Agroal, face à classificação da água balnear divulgada recentemente pela Agência Portuguesa do Ambiente.

Imagem 018

O Município promoveu uma reunião com representantes da Agência Portuguesa do Ambiente e da Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire e também uma visita ao local com as entidades referidas. As conclusões deste encontro foram apresentadas em conferência de imprensa realizada hoje, 25 de junho, que contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, o Vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, José Manuel Alho, a Presidente da Assembleia Municipal de Ourém, Deolinda Simões, o Presidente da Junta de Freguesia de Formigais, Carlos Marques, o representante da Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire, José Martins, representantes da Divisão de Ambiente da Câmara Municipal de Ourém e ainda representantes da empresa municipal Ourémviva, responsável pela gestão da Praia Fluvial do Agroal.

As conclusões apresentadas referem que as análises recolhidas em 2012 e as efetuadas já em 2013 confirmam a tendência positiva de consolidação da boa qualidade da água e não justificam medidas de interdição da praia fluvial aos banhistas. Foi também anunciada a publicação no local de um cartaz representativo da evolução da qualidade da água balnear para informação de todos os utilizadores. Na sequência da reunião com a APA ficaram esclarecidos os valores anómalos registados em 29 de junho de 2009 que estarão relacionados com as obras a decorrer nesse momento, e a limpeza do espaço efetuada para a inauguração ocorrida a 11 de julho de 2009. Ficou ainda definido com a APA a realizaçãode todos osprocedimentos necessários, e de acordo com a legislação em vigor, para no próximo ano ocorrer uma reclassificação da água balnear da Praia Fluvial do Agroal. JoséManuel Alhoreafirmou “total confiança na qualidade da água balnear do Agroal” e confirmou a abertura da época balnear com todos os serviços necessários em funcionamento, bem como, a abertura da Cafetaria do Agroal no próximo dia 29 de junho. A Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire, representada na conferência de imprensa por José Martins, reforçou a confiança demonstrada pelos responsáveis camarários afirmando que “os resultados apresentados pela APA devem-se ao balanço de 4 anos e não ao passado recente” e que “a melhoria significativa das condições e resultados das análises revelam não existir qualquer justificação para a interdição da praia”.

Juntamos o documento apresentado em conferência de imprensa com todas as conclusões apuradas após realização de novas análises na Praia Fluvial do Agroal e reunião com a Agência Portuguesa do Ambiente e Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire.



publicado por Carlos Gomes às 20:49
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Quarta-feira, 19 de Junho de 2013
VAI A AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE DESMENTIR A CLASSIFICAÇÃO ATRIBUÍDA PELA QUERCUS À PRAIA FLUVIAL DO AGROAL?

Segundo notícias recentemente vindas a público, a Quercus classificou como “más” as praias de São Roque, na Madeira, Pontilhão de Valeta, em Arcos de Valdevez, Fraga de S. Simão, em Figueiró dos Vinhos e Agroal, em Ourém. A referida classificação teve alegadamente por base a informação da Agência Portuguesa do Ambiente.

Entretanto, as análises efetuadas por aquela entidade à Praia Fluvial do Pontilhão da Valeta, revelam resultados excelentes, de acordo com informação divulgada pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e que foi publicada no BLOGUE DO MINHO em http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/1268553.html, a qual se transcreve. Resta-nos saber se, à semelhança do que se verifica em relação a Arcos de Valdevez, não irá de igual modo a Agência Portuguesa do Ambiente desmentir a classificação negativa atribuída à praia fluvial do Agroal?

analises_apa

AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE ATESTA QUALIDADE DAS ÁGUAS DA PRAIA DA VALETA, EM ARCOS DE VALDEVEZ

Análises à água realizadas pela APA - entidade que recentemente divulgou resultados, referentes a 2011, bastante desfavoráveis em relação à qualidade da água do Rio Vez - no início da época balnear revelaram valores excelentes, daí estar afixado na praia o aviso desta entidade, referindo que a água tem qualidade compatível com a prática balnear

O Município congratula-se com o resultado das análises realizadas pela APA no início da época balnear, nas quais se pode verificar que a praia da Valeta possui água com qualidade compatível com a prática balnear (Escherichia coli -15 quando os valores limite são 1800 e Enterococos - <15, quando os valores limite são 660). Resultados que não surpreendem a Câmara Municipal e atestam o que o controlo efetuado regularmente pela mesma e pela Autoridade de Saúde sempre revelaram: que a água era, e sempre foi, boa para a prática balnear.

Depois da confirmação pela APA da boa qualidade da água do Rio Vez, e reposta a verdade dos factos, o município, com total transparência e de forma a garantir a confiança dos banhistas, irá proceder à colocação semanal dos resultados analíticos nos painéis disponíveis desta praia durante a época balnear, que este ano começou em 15 de Junho e termina a 15 de Setembro.

O Município, tal como tem sido habitual, adotou nesta época ações para reduzir o risco de poluição e saúde pública (vigilante na praia, proibição de piqueniques e fogueiras), o fornecimento de informação ao público, através de painéis de praia, bem como a vigilância da mesma com a presença de nadadores-salvadores (de segunda a domingo, das 10h00 ao 12h00 e das 13h00 às 19h00). Em complemento, através de protocolo efetuado com a Junta de Freguesia de S. Salvador, promove ainda a manutenção das infraestruturas de apoio à praia com a manutenção das casas de banho e limpeza da zona do areal e envolvente.

O Município apela ainda a todos os banhistas e munícipes para serem responsáveis, nomeadamente colocando os lixos em locais próprios e não fazendo descargas ilegais para o Rio, de forma a preservarem este bem que é de todos.



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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
GEOMETRIA DAS PALAVRAS: AGROAL ESTÁ BEM E ACONSELHA-SE

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A nascente da Praia do Agroal é um local de características singulares, com uma beleza ímpar e conhecido pelas qualidades medicinais das suas águas. Ao longo da história recente do século XX, os portugueses passaram a frequentar o Agroal durante o Verão fazendo da sua nascente uma natural praia fluvial.

Com esta riqueza em termos ambientais, turísticos e promocionais, o Município de Ourém concretizou um conjunto de investimentos que colocam este local do nosso concelho com excelentes condições para todos aqueles que nos visitam e que ali passam férias.

A construção da piscina na nascente do rio, a construção de edifícios com sanitários, balneários e uma cafetaria, a presença de nadadores salvadores, a execução de todos os espaços exteriores, a construção de redes de esgotos, de um sistema de bombagem de águas residuais, de parques de estacionamento, da ampliação da rede água, a construção de uma fossa estanque no Parque Aventura colocaram o Agroal como referência na rede internacional do turismo natureza.

A notícia que saiu na comunicação social e que coloca a água da praia fluvial como água má para banhos é um atentado ao trabalho realizado por vários executivos camarários e de freguesia, e à imagem deste espaço classificado como Rede Natura 2000.

As últimas 42 análises efectuadas às águas da piscina, desde 15/06/2009 até à de 05/09/2012, pela ARH do Tejo e validadas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) classificam a água do Agroal como própria para banhos.

Estranha-se e lamenta-se que a APA, em Junho de 2013 venha classificar a água da praia fluvial do Agroal como água má para banhos, por terem seguido uma nova metodologia de avaliação da qualidade das águas, assente nas amostras recolhidas durante a época balnear dos últimos 4 anos (2009; 2010; 2011 e 2012). Só assim percebemos a irracionalidade de validarem uma única análise, registada em 29/06/2009 e que apresentou valores muito elevados de bactérias, passado 4 anos, influencie a classificação da água para a época balnear de 2013.

Então se em 2010, 2011 e 2012 todas as análises realizadas apresentam valores em que a água pode ser classificada de “excelente”, como se pode entender que uma única análise de 2009 coloque, em2013, aágua do Agroal como má para banhos?

Uns constroem e outros destroem. Andou o Município de Ourém, a Junta de Freguesia, o país a investir para requalificar o Agroal, a colocá-lo com as condições que nunca teve, para, posteriormente, o governo seguir um nova fórmula de cálculo emanada da União Europeia, e condicionar, assim, uma praia fluvial por um resultado negativo de há 4 anos. Esses senhores das APAs e os que inventam estas teorias deviam ser exportados para a Sibéria. O Agroal tem água boa para banhos, condições únicas no país, continua a ser um orgulho dos cidadãos deste concelho e recomenda-se a todos!

João Heitor



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Segunda-feira, 3 de Junho de 2013
MUNICÍPIO DE OURÉM CONTESTA CLASSIFICAÇÃO DA QUERCUS SOBRE A QUALIDADE DAS ÁGUAS DA PRAIA FLUVIAL DO AGROAL

A Câmara Municipal de Ourém não aceita “a abordagem apresentada de classificação da qualidade da água da Praia Fluvial do Agroal, que após anos de avaliações positivas e em determinados momentos excelentes, vê este ano a classificação ser alterada para “má”, de acordo com resultados que, segundo o Vice-presidente da edilidade, Dr. José Manuel Alho, referiu hoje em conferência de imprensa, “poderão ser fruto de “meros caprichos estatísticos”. Em consequência, a Autarquia “realizou já os contactos necessários com as entidades responsáveis – a Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire e Agência Portuguesa do Ambiente – para solicitar instruções e esclarecimentos sobre os procedimentos a seguir”. Aos órgãos de comunicação social presentes foi distribuído o documento que a seguir se publica.

AGROAL: UM ESPAÇO NA REDE NATURA 2000

O AGROAL é um espaço de características singulares, na envolvente da nascente mais significativa do Rio Nabão, situado a poucos quilómetros do limite do concelho de Ourém.

Este local de uma beleza natural extraordinária foi conhecido pela suposta qualidade medicinal das suas águas e por isso objecto de procura pelas populações locais, em especial nos meses de verão.

A tradição fez deste local uma “praia fluvial” muito frequentada, mas sem o mínimo de condições de salubridade e de infra-estruturas de apoio.

A reconhecida riqueza paisagística e a diversidade biológica da sua área envolvente tem despertado a atenção de ambientalistas e investigadores e actualmente está integrada no âmbito da Rede Natura 2000 no Sítio “Sicó-Alvaiázere”.

A sua natureza calcária associada a uma abundância de água criou uma diversidade de condições de habitats que suportam uma complexa Biodiversidade.

Inclui das maiores e mais bem conservadas áreas do País de carvalhal de carvalho português e manchas notáveis de azinhais, também em bom estado de conservação, nas zonas mais secas.

Nas margens do Nabão existem notáveis galerias ripícolas de amieiros ou salgueiros, ricos em flora e fauna diversa.

Os muitos afloramentos rochosos são colonizados por comunidades casmofíticas num reticulado de fendas, e nos prados associados podem ocorrer diversas espécies de orquídeas.

Ocorrem também cascalheiras calcárias, pobres em vegetação quer pela instabilidade do substrato quer pela ausência de solo à superfície.

É uma das áreas mais importantes para a conservação da flora calcícola, sendo de realçar o Juncus valvatus, um endemismo lusitano.

A nível da fauna existem vários abrigos de morcegos importantes a nível nacional, que albergam colónias de criação de morcego-rato-grande, de hibernação de morcego-de ferradura-grande e de criação e hibernação de morcego-de-peluche.

O Rio Nabão é um dos locais de ocorrência confirmada da lampreia-de-riacho (Lampetra planeri/fluviatilis) que se constituiu como um exlibris e bandeira dos ambientalistas locais.

Investimento e gestão do AGROAL:

Uma forte aposta do município

O município de Ourém tem para com este espaço uma preocupação especial tendo desenvolvido uma estratégia de forte investimento em infraestruturas e num modelo de gestão integrada.

Nesse âmbito, o município em articulação com a Ouremviva-EM, a JF Formigais e empreendedores locais tem desenvolvido várias ações de gestão e valorização.

Apresenta-se um quadro resumo dos investimentos:

O1

O Município de Ourém, através de deliberação de reunião de Câmara de 17-02-2010 delegou na entidade empresarial municipal AmbiOurém, EEM a Gestão do Agroal e Promoção do Turismo Natureza, obrigando-se esta a proceder à sua gestão, promovendo também o turismo natureza do Concelho de Ourém.

As intervenções da AmbiOurém incidiram sobre:

a) Elaboração de um plano de ações a desenvolver no espaço natural do Agroal;

b) Implementação do centro de Educação Ambiental do Alto Nabão;

c) Aplicação das ações previstas no plano, tais como:

a. Limpeza da vegetação do sub-bosque e manutenção dos caminhos;

b. Implementação e manutenção de percursos pedestre e outras infraestruturas que se considerem necessárias à preservação e divulgação dos valores ambientais;

c. Corte de arvoredo seco, caduco ou em perigo de queda;

d. Plantações para aumento das áreas de sombra e recuperação do corredor ripícola do rio Nabão;

e. Outras ações necessárias à conservação, recuperação e divulgação de habitats.

d) Implementação do parque de campismo rural;

e) Elaboração de candidaturas no âmbito do atual quadro comunitário;

f) Promover a coordenação e vigilância da Zona Balnear do Agroal, no período compreendido entre 1 de Julho e 15 de Setembro;

g) Proceder ao levantamento dos valores naturais do concelho;

h) Promover o turismo natureza no concelho com apresentação de propostas de atuação ao Município de Ourém.

No ano de 2010, o valor para a Gestão do Agroal e Promoção do Turismo Natureza foi de 6.970,00€, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor.

No ano de 2011 a gestão do Agroal passou a ser efetuada pela empresa municipal OurémViva (empresa que resultou da transformação da VerOurém e integração dos serviços da AmbiOurém e Centro de Negócios) através do contrato programa Manutenção de Espaços de Lazer, tendo como objeto a gestão do Agroal e promoção do turismo natureza no concelho, a gestão da Mata Municipal, manutenção dos parques de merendas, de terreno junto à ponte do Carregal e dos parques infantis, bem como a gestão da mata da Zona Industrial.

O âmbito da gestão do Agroal no ano de 2011 seguiu a mesma linha do ano anterior, tendo-se efetuado também a vigilância do parque de estacionamento durante a época balnear.

No ano de 2011 o valor mensal para a gestão do Agroal foi de €3.536,00, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.

No ano de 2012 a gestão seguiu a mesma linha dos anos anteriores, tendo-se iniciado pela primeira vez a gestão da cafetaria do Agroal no período de 23 de Julho encerrando a 23 de Setembro. O valor para a gestão do espaço foi de 2.457,00€, acrescidos de IVA à taxa legal em vigor.

No ano em curso, o Município deu continuidade à delegação da gestão do espaço na OurémViva, mediante um contrato de prestação de serviços, pelo valor de 1.132,00€, acrescido de IVA à taxa legal em vigor, tendo-se dado continuidade, além de todas as atividades acima descritas, também a exploração e manutenção dos edifícios de apoio à Zona Balnear do Agroal, onde se incluem os sanitários/balneários e cafetaria.

Nesta gestão integrada do espaço do Agroal, inclui-se o Parque de Natureza e a zona balnear do Agroal.

A zona balnear está atualmente classificada com o estatuto de “Praia Fluvial” e conta com diversos equipamentos entretanto construídos como cafetaria, balneários, sanitários, anfiteatro, área para banhistas…etc.

No parque de Natureza existe um grande espaço vedado com diverso equipamento que serve o objetivo de criar condições para o apoio ao Turismo de Natureza, ao convívio e ao usufruto dos valores ambientais.

No interior deste Parque existe um Centro de Interpretação Ambiental do Alto Nabão que é um espaço que possui uma exposição interpretativa sobre os valores naturais da região e um auditório. No andar inferior do edifício existe uma sala polivalente e equipamento de cozinha, e instalações sanitárias e balneários que servem para apoiar a realização de actividades de ar-livre e de educação ambiental.

A partir do Centro de Interpretação Ambiental do Alto Nabão inicia-se um percurso pedestre que se inicia num jardim de flora característica da região.

Este percurso tem uma modalidade de 8 Km, é auxiliado por um folheto de apoio e 3 painéis interpretativos, mas pode ainda ser explorado numa opção somente com 2 Km de extensão.

Está a ser elaborado um programa educativo que será amplamente divulgado pelas escolas de todo o país, que proporcionará visitas para grupos escolares ao Sítio “Sicó-Alvaiázere”, aulas na natureza, campos de férias educativas e percursos interpretativos.

PRAIA FUVIAL Monitorização da Qualidade da Água

A evolução da qualidade da água balnear do Agroal tem sido acompanhada pelos serviços municipais, cuja monitorização tem sido efetuada pela ARH do Tejo (APA. IP) durante a época balnear.

Em nota divulgada ontem 02 de Junho de 2013 a Quercus-A.N.C.N, dá a conhecer que a Agência Portuguesa do Ambiente, IP (APA, IP) classificou a água da praia fluvial do Agroal como “Água Má para Banhos”, de acordo com o Decreto-lei n.º 113/2012 de 23 de Maio.

Supostamente seguindo uma metodologia que assenta nas amostras recolhidas durante a época balnear dos últimos 4 anos (2009; 2010; 2011 e 2012).

Durante o ano de 2012 a água esteve sempre classificada como “Água Própria para a Prática Balnear”, registando valores cerca de 90% abaixo dos valores de referência para uma qualidade aceitável, podendo ser classificada como Excelente, se apenas se tivesse em conta essa época balnear. Dado que se obtiveram com valores para o parâmetro Escherichia coli inferior a 58 UFC/100ml, quando o VMA para essa classificação é Escherichia coli <500 UFC/100ml; para os Enterococos intestinais obtiveram-se valores inferiores a 12 UFC/100 quando o VMA é de <200 UFC/100 ml.

No ano de 2011 a água esteve sempre classificada como “Água Própria para a Prática Balnear”.

No ano de 2010 a água do Agroal esteve mesmo classifica como Excelente, mais uma vez com valores de Enterococos intestinais Escherichia coli muito inferiores aos Valores de Referência, de acordo com o D.L n.º 113/2012 de 23 de Maio.

Os valores referidos, muito abaixo dos verificados na época balnear de 2011

(Enterococos intestinais inferiores a 12 UFC/100 ml e Escherichia coli inferior a 58 UFC/100ml) poderão estar relacionados com o encaminhamento atual de todas as águas residuais do Agroal para a ETAR do Alto Nabão.

Gráfico 1: Qualidade da Agua Balnear do Agroal 2012

O2

O3

O5

Perante a notícia alarmista divulgada nos órgãos de comunicação social a Câmara Municipal contactou a Autoridade de Saúde da ACES de Serra de Aire para realização de uma reunião com carácter de urgência para analise da situação, pretende ainda esta edilidade solicitar instruções/esclarecimentos à APA, IP sobre o procedimento a seguir, se os dados revelados obrigam ao encerramento da praia fluvial do Agroal ou se se trata de meros caprichos estatísticos.

Ourém, 03 de Junho de 2013

O Vice-presidente

José Manuel Alho



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Domingo, 2 de Junho de 2013
QUERCUS CLASSIFICA COMO "MÁ" A PRAIA DO AGROAL

Agroal3

Existem 543 praias classificadas pela Quercus

Portugal atingiu o número recorde de zonas balneares classificadas pela Quercus. São 543 praias classificadas com base na informação da Agência Portuguesa do Ambiente. No início do principal período de época balnear, e à semelhança de anos anteriores, a Quercus avisa também que quatro praias são classificadas como "más": são elas São Roque, na Madeira, Pontilhão de Valeta, em Arcos de Valdevez, Fraga de S. Simão, em Figueiró dos Vinhos, e Agroal, em Ourém. Vinte e três outras praias têm uso limitado, algumas por situações de risco associado às arribas. O estuário do Tejo tem pela 1ª vez uma praia devidamente classificada, a Ponta dos Corvos, onde é agora permitida a prática balnear.

http://www.rtp.pt/



publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
OURÉM CELEBRA DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

O Município de Ourém assume uma preocupação crescente com o ambiente e a qualidade de vida da população do concelho e é nesse contexto que irá comemorar o Dia do Ambiente. Esta iniciativa terá lugar no dia 5 de junho, inserida nas atividades da Festa da Criança, no Centro de Negócios de Ourém.

O Dia Mundial do Ambiente foi estabelecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da conferência de Estocolmo sobre Ambiente. Celebrado anualmente no dia 5 de junho, tem como objetivo assinalar ações positivas de proteção e preservação do ambiente e alertar as populações e os governos para a necessidade de o preservar. O programa do Dia Mundial do Ambiente em Ourém conta com o concurso “Um Rio às Cores”, promovido pela Simlis e que pretende sensibilizar para a preservação dos recursos hídricos, estimular a descoberta dos rios e da biodiversidade associada, promover o conhecimento ligado à bacia hidrográfica do rio Lis e ainda estimular a criatividade e gosto pela expressão plástica do público infantil. Haverá ainda espaço para a exibição de uma peça de teatro e entrega de prémios às escolas do 1º ciclo do ensino básico que participaram no concurso. Decorrerá também um atelier sobre a reutilização de embalagens, promovido pela Valorlis. Este visa sensibilizar para as boas práticas ambientais em termos de gestão de resíduos, realçando a importância da reciclagem e da reutilização de materiais para o ambiente. Estas atividades terão início às 9h30, altura a partir da qual estará patente uma exposição sobre o programa educativo “Há Vida na Serra” com a participação da Quercus. Em quatro sessões distintas poderá participar na oficina “Descobrir a Floresta” promovida pela Divisão de Ação Cultural da Câmara Municipal de Ourém, que consiste na dramatização de um conto de fantoches sobre a floresta. Ao longo do dia, em simultâneo com o programa, decorrerão atividades de preservação e segurança, ateliers infantis e outras atividades de animação.



publicado por Carlos Gomes às 22:10
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Quarta-feira, 10 de Abril de 2013
OURÉM REALIZA AMANHÃ SEMINÁRIO SOBRE O AMBIENTE



publicado por Carlos Gomes às 00:12
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