Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Domingo, 17 de Julho de 2016
CINE-TEATRO DE OURÉM EXIBE ESPECTÁCULO "PELAS ASAS DA INCLUSÃO"

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2016
OURÉM REALIZA FESTIVAL DE CINEMA

O Município de Ourém e a Associação La Boîte Carrée (França), realizam um Festival Internacional de Cinema "Le Plein de Super".

O festival de cinema itinerante "Le plein de Super" vai estacionar no concelho de Ourém, entre 13 e 17 de julho.

O autocarro “La Boîte Carrée” partiu de Nantes (França) até Lisboa para circular por cidades e aldeias de todo o país com o objetivo de projetar filmes ao ar livre.

A próxima paragem será no Mercado de Fátima, no dia 15(amanha), e Ourém e no Parque da Cidade António Teixeira, a 17 de julho.

As sessões têm início às 22 horas e têm entrada livre.

A iniciativa pretende promover o acesso à cultura, favorecer os laços sociais, aguçar o olhar do público, valorizar a criação contemporânea, proporcionar momentos de convívio cinematográfico e possibilitar um intercâmbio entre Portugal e França.

Cada sessão durará aproximadamente uma hora, sendo exibidos cerca de 7 a 8 filmes (de animação, ficção, documentário, experimental...).

No final de cada sessão, os espectadores podem escolher um dos artistas e escrever-lhe um postal.

Ao todo serão cerca de 60 filmes a serem exibidos, provenientes de diversos países como EUA, Canadá, França, Portugal, Irão, Japão, Itália, Argentina, entre outros.

Assim sendo, pedimos a vossa colaboração na divulgação deste evento junto dos potenciais interessados e assim a poder aumentar a vossa oferta cultural.


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publicado por Carlos Gomes às 18:44
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OURÉM RECEBE FESTIVAL DE CINEMA ITINERANTE

O festival de cinema itinerante "Le plein de Super" vai estacionar no concelho de Ourém, entre 13 e 17 de julho. O autocarro “La Boîte Carrée” partiu de Nantes (França) até Lisboa para circular por cidades e aldeias de todo o país com o objetivo de projetar filmes ao ar livre.

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A próxima paragem será no Mercado de Fátima, no dia 15(amanha), e Ourém e no Parque da Cidade António Teixeira, a 17 de julho. As sessões têm início às 22 horas e têm entrada livre.

A iniciativa pretende promover o acesso à cultura, favorecer os laços sociais, aguçar o olhar do público, valorizar a criação contemporânea, proporcionar momentos de convívio cinematográfico e possibilitar um intercâmbio entre Portugal e França.

Cada sessão durará aproximadamente uma hora, sendo exibidos cerca de 7 a 8 filmes (de animação, ficção, documentário, experimental...).

No final de cada sessão, os espectadores podem escolher um dos artistas e escrever-lhe um postal.

Ao todo serão cerca de 60 filmes a serem exibidos, provenientes de diversos países como EUA, Canadá, França, Portugal, Irão, Japão, Itália, Argentina, entre outros.


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publicado por Carlos Gomes às 16:08
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Terça-feira, 28 de Junho de 2016
OURÉM PROMOVE OFICINA DE INTRODUÇÃO AO CINEMA

Ourém realiza a Oficina de Introdução ao cinema a realizar nos dias 09 e 10 de Julho, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 no Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador.

Esta oficina pretende desenvolver as competências cinematográficas necessárias que possibilitam os alunos a realizar um filme através das diversas técnicas existentes.

Formadoras: Margarida Cartaxo e Marta Mendes

Para jovens dos 13 aos 17 anos

Inscrições: 10€

Mínimo: 8 / máximo: 10 participantes

Inscrições: Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919 585 003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt | www.museu.cm-ourem.pt

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publicado por Carlos Gomes às 18:34
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Segunda-feira, 27 de Junho de 2016
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA O FILME "PORTUGAL - UM DIA DE CADA VEZ"

Acontece no Museu - "Portugal - Um dia de cada vez"

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

02 de julho – 21h30

O Museu Municipal de Ourém vai receber no próximo dia 2 de julho alguns elementos da equipa de produção do filme Portugal – Um dia de cada vez, da autoria de João Canijo, para a exibição do filme e uma pequena tertúlia com todos os que se quiserem juntar a nós.

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O documentário retrata a vida de habitantes de aldeias e vilas de Trás-os-Montes, ao mesmo tempo que conta a história e o percurso de nove mulheres que se deslocam em peregrinação até Fátima.

O filme foi rodado pela atriz Anabela Moreira que andou de câmara na mão a filmar um dia na vida de vários portugueses, daquela região. "Um retrato de gentes cada vez mais sós e esquecidas e que vivem o seu dia a dia, um dia de cada vez"; "As pessoas abriram-me a porta de casa e a câmara não era a coisa mais importante entre mim e elas. Não fui com um espírito de jornalista ou documentarista. Descobri que as pessoas têm uma grande necessidade de serem escutadas. O filme retrata sobretudo mulheres, idosas que vivem sozinhas em casa, em aldeias pequenas, que dedicam o dia inteiro ao trabalho, que cuidam de familiares em casa. É o retrato de um país que se isolou.

Entrada Livre

Organização: Município de Ourém



publicado por Carlos Gomes às 14:58
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Domingo, 19 de Junho de 2016
OURÉM APRESENTA FILMES DE BRUNO CARNIDE

O Museu municipal de Ourém leva a efeito a iniciativa “Acontece no Museu... Filmes de Bruno Carnide”, que terá lugar no dia 24 de junho, no Museu Municipal de Ourém - Casa do Administrador às 21h30.

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Sessão de visionamento de curtas-metragens seguido de tertúlia.

Bruno Carnide é realizador independente desde 2008, realizou centenas de vídeos institucionais, corporativos e telediscos. A par disso é co-organizador e fundador do Leiria Film Fest - Festival Internacional de Curtas-Metragens, desde 2013.

Como realizador de cinema, realizou mais de uma dezena de curtas-metragens de ficção, documentais e animação, que já foram selecionadas e exibidas em mais de 80 festivais de cinema de todo o mundo.

De destacar que a sua mais recente curta-metragem de ficção, «Calou-se. Saiu. Saltei.», foi exibida na televisão pública portuguesa.

Saiba mais em: http://cargocollective.com/brunocarnide/Home

Entrada Livre



publicado por Carlos Gomes às 20:13
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Terça-feira, 31 de Maio de 2016
MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA REALIZA TERTÚLIA CINEMATOGRÁFICA

A Liga dos Amigos do Museu e o Consolata Museu |Arte Sacra e Etnologia promovem no dia 3 de junho, sexta-feira, a última sessão da temporada CINEMA CON|VIDA. A iniciativa consiste no convite lançado a uma personalidade de Fátima, ligada ao cinema ou não, desafiando-a a escolher um filme que a tenha marcado na sua vida. Após a sua projeção decorrerá uma tertúlia sobre as impressões sentidas.

Assim, na próxima sessão, o convidado André Pereira, estudante de Educação Social, selecionou o filme ”A Eternidade e um dia” de Theodoros Angelopoulos

O espaço escolhido para esta iniciativa foi um local emblemático para os fatimenses e não só, a antiga sala do Hotel Pax, agora denominado Consolata Hotel. Esta sala mantem a decoração ao gosto dos anos 60 e foi uma referência durante largos anos pela realização de sessões de cinema, pois ir ao cinema implicava deslocações para fora de Fátima. A sala insere-se numa construção de raiz para receber um Hotel que abriu as suas portas em 1967, sendo os italianos Giggi Capabava e o missionário da Consolata Fiameni os autores do projeto.

É um contributo do museu e sua liga para assinalar um dos momentos relevantes da história de Fátima ao longo dos últimos 100 anos

A sessão terá início às 21h00.

Alexandre vai dar entrada no hospital: "Quando as dores se tornarem insuportáveis", tinha-lhe dito o médico. Entretanto arruma a casa. Prepara-se para deixar a velha casa à beira-mar onde sempre viveu. Encontra as cartas de Anna, a sua mulher, morta há muito, e apercebe-se do quanto ela o amava. Um amor que na altura ele tinha como garantido. As recordações começam a voltar como a maré-cheia



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Terça-feira, 19 de Abril de 2016
MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA ORGANIZA TERTÚLIA SOBRE CINEMA

A Liga dos Amigos do Museu e o Consolata Museu |Arte Sacra e Etnologia promovem no dia 29 de abril, sexta-feira, mais uma sessão do CINEMA CON|VIDA. A iniciativa consiste no convite lançado a uma personalidade de Fátima, ligada ao cinema ou não, desafiando-a a escolher um filme que a tenha marcado na sua vida. Após a sua projeção decorrerá uma tertúlia sobre as impressões sentidas.

Para a realização da terceira sessão, lançou-se o desafio a Francisco Vieira, diretor executivo da Insignare, que escolheu o filme “O GRANDE PEIXE” de Tim Burton.

O espaço escolhido para esta iniciativa foi um local emblemático para os fatimenses e não só, a antiga sala do Hotel Pax, agora denominado Consolata Hotel. Esta sala mantem a decoração ao gosto dos anos 60 e foi uma referência durante largos anos pela realização de sessões de cinema, pois ir ao cinema implicava deslocações para fora de Fátima. A sala insere-se numa construção de raiz para receber um Hotel que abriu as suas portas em 1967, sendo os italianos Giggi Capabava e o missionário da Consolata Fiameni os autores do projeto.

É um contributo do museu e sua liga para assinalar um dos momentos relevantes da história de Fátima ao longo dos últimos 100 anos.

A sessão terá início às 21h00.



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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016
LIGA DOS AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA E CONSOLATA MUSEU ORGANIZAM TERTÚLIA SOBRE CINEMA

A Liga dos Amigos do Museu e o Consolata Museu |Arte Sacra e Etnologia promovem nas duas primeiras sextas-feiras de março, dias 4 e 11, o CINEMA CON|VIDA. A iniciativa consiste no convite lançado a uma personalidade de Fátima, ligada ao cinema ou não, desafiando-a a escolher um filme que a tenha marcado na sua vida. Após a sua projeção decorrerá uma tertúlia sobre as impressões sentidas.

Foto sala

Para a realização deste evento, o espaço escolhido foi um local emblemático para os fatimenses e não só, a antiga sala do Hotel Pax, agora denominado Consolata Hotel. Esta sala mantem a decoração ao gosto dos anos 60 e foi uma referência durantes largos anos pela realização de sessões de cinema, pois ir ao cinema implicava deslocações para fora de Fátima. A sala insere-se numa construção de raiz para receber um Hotel que abriu as suas portas em 1967, sendo o italiano Giggi Capabava o autor do projeto. É um contributo do museu e da sua liga para assinalar um dos momentos relevantes da história de Fátima ao longo dos últimos 100 anos.

A primeira sessão realizar-se-á no dia 4 de março, lançando-se o desafio a Humberto Figueira da Silva, Presidente da Junta de Freguesia de Fátima, que escolheu o filme “ A Vida é Bela” (1997) de Roberto Benigni. Já no dia 11, a Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Ourém e Fátima, Fernanda Rosa, desafia os espectadores a assistirem ao filme “Segredos de Guerra” (2014), dirigido por Dennis Bots.



publicado por Carlos Gomes às 14:46
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Domingo, 20 de Setembro de 2015
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA CURTA-METRAGEM "AO REDOL DA TIJOMEL"

O Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador leva a efeito na sexta-feira, 25 de setembro às 22h30, a sessão "Acontece no museu… “Ao Redol da Tijomel”.

"Nos inícios dos anos 40, num campo de milho em Caxarias (Ourém), pelas quarenta mãos dos vinte empregados iniciais, sob a visão de um grande homem, Júlio Redol, transformou-se e edificou-se uma fábrica chamada Tijomel.

À sua semelhança fez crescer a fábrica, multiplicando-a, expandindo-a em várias secções, como a Tijomel, a Duromel, a Pavimel e a Decormel.

Destas saía toda a diversidade de um vasto leque de produtos, fruto do trabalho de centenas de homem que por lá passaram, como os tijolos de vento, as pastilhas cerâmicas, as telhas, os pavimentos, as vigas, entre outros.

Em plena ditadura, Redol fazia a diferença. Ditava as regras, os apoios, a formação e a motivação dos seus operários. Grandes tempos de glória e de prosperação. Esta fábrica de cerâmica foi a escola de vida de todos os que lá trabalharam ou que de certa forma participaram nela.

Entrada livre

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo – das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Contactos: tel.: 249540900 (6831) | tlm: 919585003 | 910502917 | museu@mail.cm-ourem.pt |



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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015
OURÉM RECEBE CINEMA NO FESTIVAL DE SETEMBRO

O cinema é uma das manifestações artísticas presentes no Festival de Setembro, que decorrerá em Ourém de 11 a 13 de Setembro.

Numa parceria entre o cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, serão exibidos os documentários a concurso pelo concelho de Ourém na edição de 2015: “Ao Redol da Tijomel” (vencedor do Grande Prémio Regional António Campos), “Pelos Cantos de Ourém” (vencedor do prémio Melhor Curta-Metragem do Concelho de Ourém), ”Labuta e Uma Ginja Diferente”.

A problemática dos refugiados que têm desembarcado ao longo do Mediterrâneo será alvo de reflexão no filme “Respiro”, lançado em 2012, obra que aborda a realidade das gentes de Lampedusa, seguindo-se a exibição de “Terra Firme”, uma longa-metragem, produzida em 2011,” que retrata o quotidiano de Ernesto, um pescador numa ilha turística no sul de Sicília e da sua família, que vê a sua vida mudada quando Ernesto decide abrigar refugiados que vieram da África”.


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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2015
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA ETNOGRÁFICO DILATA PRAZOS DE ENTREGA

O cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, continua deixar sementes de motivação, em gerações que vão ter uma palavra a dar no futuro do património cultural da nossa região. Para corresponder às muitas solicitações o PRAZO de entrega dos filmes para as produções regionais, com atribuição de prémios no valor até 600€, foi ADIADO para dia 31 de maio.

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A admissão ao Festival de Curtas-Metragens é realizado através do preenchimento completo do formulário online, https://docs.google.com/…/19WZkwCJLEvhNW3gebIZsByo…/viewform, e do envio de uma cópia em DVD da curta-metragem para visionamento, cartaz do filme, caso exista, e EPK (Electronic Press-Kit), também opcional, para a seguinte morada: (Cinantrop: Rua Santa Maria Madalena, nr. 17, Torrinhas, 2440-221 Batalha) até ao dia 18 de Maio.

A Competição Regional contará com filmes com duração não superior a 25 minutos, relacionados com os Concelhos da Batalha, de Leiria e de Ourém (terminados após 1 de Agosto de 2014), em película ou vídeo.

Prémio Competição Regional
- Categoria “Melhor Curta-Metragem do Concelho da Batalha (350€);
- Categoria “Melhor Curta-Metragem do Concelho de Leiria" (350€);
- Categoria “Melhor Curta-Metragem do Concelho de Ourém” (350€);
- “Grande Prémio Regional António Campos” (600€).

O Júri poderá ainda atribuir, sempre que se justifique, Menções

Honrosas.

A inscricão no festival é gratuita.
Em caso de dúvida, deve contactar a direccão do Festival,através do seguinte e-mail: cinantrop@gmail.com ou então para museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 18:12
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Domingo, 26 de Abril de 2015
OURÉM RECEBE FESTIVAL INTERNACIONAL DO CINEMA ETNOGRÁFICO

cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico

28, 29 e 30 de abril e 02 de maio, com sessões às 14h30 e 18h00

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador.

Ourém recebe a terceira edição do cinANTROP – Festival Internacional de Cinema Etnográfico, de 28, 29 e 30 de abril e 02 de maio. Com sessões às 14h30 e 18h00.

Venha assistir a este evento, que é um projeto pioneiro de Bruno Gaspar e que remonta a 2013, sendo o primeiro festival de cinema etnográfico na Península Ibérica!

O Festival nasceu com o objetivo de elevar o cinema documental e etnográfico, com especial enfoque para o Festival de Curtas Metragens, com o Prémio António Campos para ser atribuído aos melhores projetos apresentados por qualquer participante. Consulte o regulamento e saiba como pode participar: (link do facebook ou página net do cinANTROP).

As sessões decorrerão em simultâneo com os concelhos da Batalha, Leiria e Marinha Grande para criar uma região que se quer como capital do cinema etnográfico de Portugal e pretende preservar e promover a identidade dos municípios através do cinema.

Os filmes abordarão  temáticas como a dimensão turística, o património natural e edificado, a história, as tradições, a cultura material e imaterial dos concelhos envolvidos.

São muitas as parcerias do festival, que lhe darão inclusive projeção internacional a partir da colaboração com outros festivais.

 28 de abril – 14h30 | M/12

PASTORPOLIS

Joaquim Dâmaso e Manuel Leiria – 12m

DO MAR AO FADO

Silvio Espalha – 20m:29s

29 abril – 14h30 | M/12

MORCELA DE ARROZ

Ricardo Portela, Sofia Mota, Joel Rainho - 12 minutos

CURA

Pedro Alves – 17 m_25s

30 abril – 18h00 | M/12

QUE ESTRANHA FORMA DE VIDA

Pedro Serra – 108 m

2 maio – 18h | M/12

NAS TRIBOS DO VALE DE OMO - Etiópia

Érico Hiller - 3 minutos

MANUEL LIMPINHO

Silvino Espalha – 9m:30s

GENTES DA PRAIA DA VIEIRA

fotos da ECO – 1m:29s

UMA VIDA MAIS SIMPLES

Inês Alves – 39 minutos

A VIDA QUE SÓ A GENTE OUVE FALAR

Júlia Tami Ishikawa – 20min

Acesso gratuito

Museu Municipal de Ourém: terça-feira a domingo – das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Contactos: Tel.: 249540900 (6831) | tlm: 919585003 | 910502917 | museu@mail.cm-ourem.pt | www.museu.cm-ourem.pt



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Quinta-feira, 5 de Março de 2015
OURÉM APRESENTA "OS TOMATES DO PADRE INÁCIO"

Acontece no Museu… “Os tomates do Padre Inácio” – Longa-metragem

14 de março – às 21 horas. Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Os tomates do Padre Inácio desapareceram... Quem os terá? Esta longa-metragem relata a vida de uma aldeia à volta dos tomates do pároco. É um conjunto de histórias rocambolescas que contam o modo como os ditos legumes vão passando de mão em mão pelos habitantes da aldeia, sem que o dono conheça o seu paradeiro. Com pessoas dos 8 aos 88, desde aldrabões, incompetentes e guardas corruptos até gente séria, religiosos e trabalhadores, todos participam nesta aventura surpreendente onde há sempre lugar para boa disposição. Será que algum dia o Padre Inácio os conseguirá reaver?

Produção: Horácio Batalha e João Patrício
Realização: Horácio Batalha
Participação: Grupo de Jovens S. Pedro – Palheira

Palheira 2014

No final da projeção seguir-se-á uma conversa informal com o realizador e elenco do filme.

Entrada LIVRE

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919 585 003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt | www.museu.cm-ourem.pt



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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA CURTAS METRAGENS DE AÇÃO

A rubrica "Acontece no museu… Curtas Metragens de Ação", tem lugar na sexta-feira, 20 de fevereiro às 21h00, no Museu Municipal de Ourém de Ourém – Casa do Administrador.

Gostas de filmes de ação?

A PRP Produções é um grupo de 3 amigos, que desde o ano 2006 tem vindo a realizar projetos de curtas-metragens de ação. Mas agora eles têm um sonho a realizar: Profissionalizarem-se e mostrar ao mundo (novos horizontes) ou (uma nova perspetiva) do cinema português.

Entrada livre

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo – das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Contactos: tel.: 249540900 (6831) | tlm: 919585003 | 910502917 | museu@mail.cm-ourem.pt



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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2015
OURÉM APRESENTA FILME PROMOCIONAL

“Conheça-nos melhor. Ourém. Fé, História e Natureza” é o título do filme promocional que o Município de Ourém apresentou na passada sexta-feira aos membros do executivo e que será exibido publicamente no próximo de 20 de fevereiro, no âmbito do III Workshop Internacional de Turismo Religioso, em Fátima.

apresentação filme ourém

Para além de promover o Município em várias vertentes, retratando as potencialidades em termos patrimoniais, culturais e económicos, o vídeo assume um maior enfoque na promoção turística (Fé, História e Natureza), abordando também as questões relacionadas com a qualidade de vida de quem aqui vive.

Disponível em versão curta e longa, o filme, em português ou inglês, retrata as múltiplas experiências que podem ser vividas no concelho, através de uma protagonista que quer convencer o namorado que o Município de Ourém é ideal para construírem um futuro juntos. Para isso, vai passando pelos pontos de maior interesse interagindo com eles.

Uma história com final feliz que tem como principal objetivo ir conquistando o interesse e a atenção do espetador para cada pormenor dos lugares de Ourém, mostrando não só a sua beleza, mas um lugar, económica e financeiramente atrativo e o lugar ideal para viver e constituir família.

Após a apresentação pública, a versão longa do filme ficará disponível no site do Município: www.cm-ourem.pt, na página de facebook e no youtube.

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2014
FILME “FÁTIMA NO MUNDO” COMEMORA CENTENÁRIO DAS APARIÇÕES

“Fátima no Mundo” em todas as TV’s a CABO

O filme “Fátima no Mundo” já se encontra disponível para aluguer em todas as TV´s a cabo em Portugal. A informação é transmitida pela produtora ADONAI, que, junto com o Santuário de Fátima, tem a responsabilidade de co-produção deste filme.

De acordo com informação da Adonai, “basta aceder com o comando em MENU e abrir em Videoclube (novidades) ou em Categoria (docs), ou abrir em Pesquisa, e escrever FÁTIMA NO MUNDO. O aluguer tem um custo de 3,99 euros e não há previsão de quanto tempo ficará em cartaz”.

Recorde-se que “Fátima e o Mundo” foi exibido nos cinemas da ZON-Lusomundo em Portugal Continental, em maio, na Madeira e em Moçambique, em junho, e nalguns voos da TAP, nos meses de Verão. Chega agora a casa dos subscritores dos vários canais de TV por cabo em Portugal.

O filme-documentário, da autoria do escritor Manuel Arouca, tem 90 minutos, e foi filmado um pouco por todo o mundo, desde a Coreia do Sul ao Hawai, dos EUA a África, no Brasil e na Polónia, entre muitos outros países, de todos os continentes. Surge como uma oportunidade para se conhecer o impacto internacional, nalguns casos inesperado, que a história e mensagem de Fátima têm na vida de milhares de pessoas e de comunidades.

O TRAILLER:

https://www.youtube.com/watch?v=DUJ49S4ZXD4



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Quinta-feira, 24 de Julho de 2014
CinANTROP – OURÉM VALORIZA CINEMA DOCUMENTAL NO CONCELHO

O Município de Ourém recebeu no passado fim-de-semana o CinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, com sessões que decorreram na Casa do Administrador e no Torreão do Castelo, e que teve como objetivo estimular a exibição pública de curtas-metragens originais e contribuir para a preservação e divulgação da identidade das comunidades.

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Segundo a organização, a realização “foi ao encontro das expectativas”, sobretudo porque se trata de uma “área (cinema documental) ainda sem grande expressão”, mas que o Município, através da Divisão de Ação Cultural, pretende fomentar.

Na primeira edição do festival foram exibidos três produções locais, (“Pelos cantos de Ourém”, “Contra cena” e “Ser um Peorth”) que retrataram o panorama do concelho, com enfoque para o mundo rural, o associativismo e as dinâmicas culturais nas áreas do teatro e da música, e que irão fazer parte do acervo audiovisual de Ourém.

Segundo Ana Saraiva, chefe desta divisão, foram expressadas “algumas vontades de apresentar projetos em novas edições”, adiantando que “vamos continuar a trabalhar com as escolas e com a comunidade no sentido de estimular o processo de captura de imagens que nos permitam fazer um retrato do concelho, dando assim resposta a uma área ainda sem dinâmica”.

No decorrer do festival, destaque para a estreia europeia de "A vida que a gente só ouve falar" de Júlia Tami.

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Quinta-feira, 17 de Julho de 2014
OURÉM REALIZA FESTIVAL DE CINEMA ETNOGRÁFICO

CinANTROP – Festival Internacional de Cinema Etnográfico - MMO

19 de Julho na Casa do Administrador - Museu Municipal de Ourém (sábado)

20 de Julho no Torreão do Castelo na Vila Medieval de Ourém (domingo),

A partir das 15 horas.

O cinANTROP traz o Festival Internacional Etnográfico a Ourém.

Se gosta de cinema, participe!

Este festival visa contribuir para a preservação e divulgação da identidade das comunidades, procedendo a uma recolha e desenvolvimento de projetos de interesse etnográfico.

ENTRADA LIVRE

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 09.00H às 13.00H e das 14.00H às 18.00H

Contatos: tel: 249 540 900 (6831) / tlm: 919 585 003 / 910 502 917 / museu@mail.com-ourem.pt / www.museu.com-ourem.pt



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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
OURÉM ACOLHE FESTIVAL DE CINEMA ETNOGRÁFICO

Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico em Ourém

O Município de Ourém recebe nos dias 19 e 20 de julho, o Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico. Este festival, com sessões a decorrer no Museu Municipal (Casa do Administrador e Torreão do Castelo, na Vila Medieval de Ourém), estimula a exibição pública de curtas-metragens originais e visa contribuir para a preservação e divulgação da identidade das comunidades, com vídeos de interesse etnográfico.

O Cinantrop chega a Ourém depois de passagens por Leiria e Lisboa e pretende promover temas relacionados com a identidade cultural do concelho. Serão exibidas curtas-metragens, em película ou vídeo, submetidas a concurso e avaliadas por um júri. As curtas-metragens apresentadas a concurso passam a fazer parte do arquivo audiovisual do município, possibilitando a sua utilização para fins educativos e de sensibilização sobre o património material e imaterial.

O programa do festival tem início ás 15h00 de sábado (19 de julho) na Casa do Administrador, com a exibição de várias curtas-metragens que viajam por Guiné-Bissau, Moçambique, Espanha, Sahara Ocidental e Brasil. Destaque para a estreia europeia de "A vida que a gente só ouve falar" de Júlia Tami e de documentários sobre o concelho: “Pelos cantos de Ourém” (21h30), o retrato de um casal de agricultores residente em Lagoa do Furadouro com realização de Pedro Marques, Rui Gaspar e Telmo Soares e “Contra cena”, a visão de Marco Maurício sobre o mundo do teatro após acompanhar durante um ano o percurso de uma companhia amadora (Grupo de Teatro Apollo – Peras Ruivas, Ourém).
No domingo, a ação passa para o Torreão do Castelo de Ourém que recebe a partir das 15h00 uma curta-metragem passada em Angola e outras cinco sobre diferentes realidades portuguesas. O festival termina com outra exibição oureense: “Ser um Peorth” da autoria de Pedro Dias Reis.  

PROGRAMA CINANTROP

Festival Internacional De Cinema Etnográfico

Ourém

SÁBADO

Casa do Administrador – Museu Municipal de Ourém

15h00 – “Kora”

Portugal/Guiné-Bissau, 70 min.

Realização: Jorge Carvalho

Na ficha de catalogação do Museu Nacional de Etnologia de Lisboa resume-se o invulgar objeto mas não se faz ouvir o seu som e toda a história, misticismo, querelas geográficas e percurso etnográfico de um dos mais importantes instrumentos musicais da África Ocidental. O kora é tão importante para esta região africana quanto desconhecido por nós, ocidentais. E enquanto um dos mais importantes repositórios destas culturas, a sua importância continua a ser transmitida pela oralidade, pela palavra do djidiu.

Motivo de orgulho de nações que nasceram de tribos sem fronteiras, existem discrepâncias sobre a origem deste instrumento, com os diferentes países a reclamarem-no como seu. Mas é durante o apogeu do Reino de Kaabú que muitas das lendas sobre a invenção do kora se cruzam. E Kansala, a cidade berço deste imponente reino, localizava-se numa área que atualmente pertence à Guiné-Bissau.

http://www.youtube.com/watch?v=QjSGnG_jUEs

16h10 – “Uma vida mais simples”

Portugal/Moçambique, 39 min.

Realização: Inês Alves

Uma Vida Mais Simples é a vida de uma família em África contada a partir dos filmes em 8mm que o avô da realizadora fez em Moçambique e na África do Sul entre 1954 e 1978; enquanto as imagens passam, os avós recordam aqueles momentos e as muitas histórias que eles encerram.

https://www.youtube.com/watch?v=fzQd3LDdeZc

17h00 – “Western Sahara”

Espanha/Sahara ocidental, 45 min.

Realização: Colectivo Left Hand Rotation

“Western: Sahara” documenta o processo de produção de um trabalho audiovisual participativo nos acampamentos de refugiados saharauis em Tinduf (Argélia). Partindo da elaboração de um trailer como peça de difusão mediática, os participantes imaginam um filme western sobre a criação do estado saharaui.

https://www.youtube.com/watch?v=8G-bB8VkMX0

17h45 – “A vida que a gente só ouve falar” (ESTREIA EUROPEIA)

Brasil, 21 min

Realização: Júlia Tami

Sioneide e António não sabem ler nem escrever. A ex-vereadora e o zelador de uma escola transformam a percepção da linguagem, quando o saber depende de ouvir. De Manari, em Pernambuco, a Franco da Rocha, em São Paulo, ouvimos histórias que nunca foram escritas. Narrativa sensorial sobre linguagem escrita e comunicabilidade no espaço urbano. Locais pacatos e o universo da oralidade contrastam com a dinâmica de grandes cidades, onde há um fluxo intenso de informações. O filme investiga a vida de quem transita entre os dois mundos e a maneira como se dão a comunicação e as relações das personagens com a sua própria língua. Registos pessoais e subjetivos relativizam a linguagem, a grafia, e a convivência do indivíduo neste universo.

 18h10 – “Xilunguine”

Moçambique, 30 min.

Realização: Inadelso Cossa

Há muitas gerações que os Tsongas, em Moçambique, têm migrado das suas terras de origem para a capital, a que chamam Xilunguine. Muitos pastores abandonaram os seus rebanhos para se instalarem na grande cidade e com eles trouxeram a sua língua, as suas crenças e os seus costumes para a nova terra que amanhã será a dos seus filhos e netos.

https://www.youtube.com/watch?v=2TwTsQpGzC0

21h30 – “Pelos cantos de Ourém”

Portugal, 8 min.

Realização: Pedro Marques, Rui Gaspar e Telmo Soares

Na freguesia Lagoa do Furadouro, concelho de Ourém, vive um casal de agricultores juntamente com os seus dois filhos. Estes dedicam-se ao trabalho no campo e à criação de gado como principal sustento familiar.

A mãe fala-nos da sua paixão pela vida que leva no campo, mas também das dificuldades que esta acarreta.

21h40 – “Contra cena”

Portugal, 2h00

Realização: Marco Maurício

O mundo do teatro, quando se apagam as luzes e atrás da cortina. Acompanha-se, durante um ano, o percurso de uma companhia amadora, aqui se revelam as relações individuais entre as pessoas que o compõem, o que os impele e o que os motiva. Num cenário em que cada vez menos se investe na cultura, são estas as pessoas que mantêm a chama acesa.

DOMINGO

Torreão do Castelo de Ourém – Vila Medieval

15h00 – “De Angola à contracosta”

Angola, 100 min.

Realização: Álvaro Romão

Às 9 horas da manhã do dia 6 de janeiro de 1884, Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens embarcam a bordo do vapor S. Tomé e dão início à última das grandes aventuras de Portugal. Como destino, Luanda. Como objetivo, ligar, por terra, as províncias de Angola e Moçambique.

A expedição de Capelo e Ivens vivida e contada, nos dias de hoje, “in loco”, pelo ilustrador João Catarino.

https://www.youtube.com/watch?v=25X1kfBkO_Q#t=344

17h00 – “Pastor Polis”

Portugal, 12 min.

Realização: Joaquim Dâmaso e Manuel Leiria

"Pastor Polis" é um dia na vida de António Neves, o pastor que quotidianamente passeia o seu rebanho no percurso que mudou o rosto de Leiria e revolucionou a vida e os hábitos da cidade e dos seus habitantes.

Vencedor do Prémio António Campos 2014 - Município de Leiria

http://vimeo.com/92250587

17h15 – “Morcela de arroz”

Portugal. 12 min.

Realização: Ricardo Portela e Sofia Mota

Vencedor do Prémio António Campos 2014 - Município da Batalha

http://vimeo.com/92263578~

17h30 – “Lugar da Quinta Nova”

Portugal, 9 min.

Realização: Bruno Carnide

Um casal habita o lugar da Quinta Nova (na concelho da Batalha, Portugal) há mais de três décadas. Os filhos cresceram e saíram de casa. Marido e mulher vivem, agora, sozinhos, com os seus animais domésticos, ocupando o tempo na agricultura, cozinha e artesanato. Uma visita à rotina de duas pessoas, que mantêm viva a memória das tradições. http://vimeo.com/91003028

17h40 – “Doces do reguengo do Fetal”

Realização: Rancho Folclórico do Reguengo do Fetal

Portugal, 10 min.

Vencedor do Grande prémio António Campos 2014

17h50 – “Cura”

Portugal, 12 min.

Realização: Pedro Alves

Desde sempre que o Homem tenta contornar as doenças que o atormentam. O recurso a métodos de cura pouco científicos vem de longe e perdura sobretudo nas aldeias de Portugal.

18h00 – “Ser um Peorth”

Portugal, 40 min.

Realização Pedro Dias Reis



publicado por Carlos Gomes às 18:55
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2014
OURÉM REALIZA FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA ETNOGRÁFICO

O prazo para entrega das curtas-metragens foi alargado, sendo que poderão entregar as mesmas até ao dia 13 de julho.

CinANTROP - Festival Internacional Etnográfico em Ourém a realizar nos dias 19 e 20 de julho de 2014, no Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador.

O cinANTROP traz o Festival Internacional Etnográfico em Ourém

Se gosta de cinema, participe!

Envie as curtas-metragens até ao dia 30 de Junho que não devem ultrapassar os 25 minutos.

Prémios:

1º 500€

2º 150€

3º 100€

(CRITÉRIOS DE SELEÇÃO)

Os elementos do Júri considerarão, como fundamental na apreciação dos documentos, critérios gerais de qualidade das curtas-metragens submetidas a concurso, designadamente:

− relação das obras produzidas com a dimensão concelhia de Ourém.

− relação das obras com temáticas relacionadas com a Etnografia,Tradições, Património (natural e construído), População, Gastronomia, Cultura, espaços/locais característicos, entre outros domínios materiais e imateriais das realidades geográficas atrás referidas;

− Originalidade das obras.



publicado por Carlos Gomes às 18:45
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2014
OURÉM PROMOVE CINEMA ETNOGRÁFICO

Se gosta de cinema, participe!

Envie as curtas-metragens até ao dia 30 de Junho que não devem ultrapassar os 25 minutos.

Prémios:

1º 500€

2º 150€

3º 100€

(CRITÉRIOS DE SELEÇÃO)

Os elementos do Júri considerarão, como fundamental na apreciação dos documentos, critérios gerais de qualidade das curtas-metragens submetidas a concurso, designadamente:
− relação das obras produzidas com a dimensão concelhia de Ourém.

− relação das obras com temáticas relacionadas com a Etnografia,Tradições, Património (natural e construído), População, Gastronomia, Cultura, espaços/locais característicos, entre outros domínios materiais e imateriais das realidades geográficas atrás referidas;

− Originalidade das obras



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2014
“FÁTIMA NO MUNDO” EXIBE-SE NA MADEIRA E NOS VOOS DA TAP

O filme é uma oportunidade de se conhecer o impacto da mensagem de Fátima fora de Portugal

O filme-documentário “Fátima no Mundo”, uma produção conjunta do Santuário de Fátima e da empresa produtora Adonai, com realização do escritor Manuel Arouca, tem exibição agendada para o Funchal, Madeira, a pedido da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) da Madeira.

O filme estará em cartaz nos dias 10, 14 e 15 de junho, para uma sessão única diária, às 19:00, nas salas da Lusomundo/NOS do Fórum Madeira. Isto após uma primeira rodagem em várias salas de cinema da Lusomundo/NOS de Portugal Continental durante o mês de maio.

Também a companhia aérea TAP Portugal exibirá o filme, nos meses de agosto e de setembro, a bordo dos seus aviões.

O documentário estará também em cartaz nas salas da Lusomundo/NOS de Moçambique, no mês de junho, em datas ainda a anunciar.

Recorde-se que o documentário "Fátima no Mundo" (90 minutos) foi filmado um pouco por toda a parte, desde a Coreia do Sul ao Hawai, dos EUA a África, no Brasil e na Polónia, entre muitos outros países, de todos os continentes, dando oportunidade de se conhecer o impacto internacional, nalguns casos inesperado, que a história e a mensagem de Fátima têm na vida de milhares de pessoas e de comunidades fora de Portugal. 

Este documentário foi produzido no contexto das várias iniciativas culturais e de divulgação da Mensagem de Fátima com vista à preparação e celebração do Centenário das Aparições, em 2017. 

Tailler: https://www.youtube.com/watch?v=DUJ49S4ZXD4



publicado por Carlos Gomes às 15:56
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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
“FÁTIMA NO MUNDO” NUM CINEMA PERTO DE SI

Lusomundo leva "Fátima no Mundo" a Moçambique. Em Lisboa, exibições foram alargadas até ao fim de semana

O filme-documentário “Fátima no Mundo” - exibido no cinema em Poprtugal, nas salas da Lusomundo de Lisboa, Coimbra, Cascais, Braga, Vila Real e Viseu entre 8 e 18 de maio -, tem novas sessões agendadas para o próximo fim-de-semana, 24 e 25 de maio. A decisão de prolongamento do filme em cartaz é da Zon Lusomundo. As sessões mantem-se às 19:00, os bilhetes são de 4 euros. Também através da Zon Lusomundo, "Fátima no Mundo" encontra-se igualmente em exibição em Moçambique.

O documentário tem 90 minutos, e foi filmado um pouco por toda a parte, desde a Coreia do Sul ao Hawai, dos EUA a África, no Brasil e na Polónia, entre muitos outros países, de todos os continentes.

A história e a mensagem de Fátima já são conhecidas dos portugueses, o que o filme “Fátima no Mundo” traz de novo é a oportunidade de se conhecer o impacto internacional, nalguns casos inesperado, que essa história e mensagem têm na vida de milhares de pessoas e de comunidades fora de Portugal.

O documentário é uma co-produção do Santuário de Fátima e da produtora Adonai; é produzido no contexto das várias iniciativas culturais e de divulgação da Mensagem de Fátima com vista à preparação e celebração do Centenário das Aparições, em 2017. 

Trailer do filme: https://www.youtube.com/watch?v=DUJ49S4ZXD4

Para outras informações ou reserva de bilhetes: http://www.zonlusomundo.pt/ 

IV Curso sobre a Mensagem de Fátima

Inscrições encerradas

Estão encerradas as inscrições para participação na quarta edição do Curso sobre a Mensagem de Fátima «O triunfo do amor nos dramas da História». Sob a orientação da irmã Ângela de Fátima Coelho, religiosa da Aliança de Santa Maria e postuladora da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta Marto este curso decorrerá entre 6 e 8 de junho, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, no Santuário de Fátima. Participarão, de forma gratuita, 80 pessoas; por motivos de boa organização, não é possível um maior número de participantes.

O curso é destinado aos devotos e peregrinos de Fátima, aos agentes da pastoral dos mais diversos âmbitos, aos colaboradores do Santuário ou dos movimentos marianos, aos cristãos interessados em conhecer melhor a espiritualidade fatimita. Está prevista a realização de uma quinta edição, entre 17 e 19 de outubro deste ano. O período de inscrição para participação na quinta sessão será anunciado também por este meio; de momento, ainda não são aceites inscrições para esta quinta sessão.

L.S



publicado por Carlos Gomes às 14:15
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2014
ENTRE 8 E 18 DE MAIO DE 2014, EM PORTUGAL: “FÁTIMA NO MUNDO”, NUM CINEMA PERTO DE SI

O filme-documentário “Fátima no Mundo” será exibido no cinema entre os dias 8 e 18 de maio, nas salas da Lusomundo de Lisboa, Porto, Coimbra, Cascais, Braga, Vila Real e Viseu, sempre às 19:00.

A história e a mensagem de Fátima já são conhecidas dos portugueses, o que “Fátima no Mundo” traz de novo é a oportunidade de se conhecer o impacto internacional, nalguns casos inesperado, que essa história e mensagem têm na vida de milhares de pessoas e de comunidades fora de Portugal. 

A primeira e até agora única exibição pública deste trabalho audiovisual que retrata alguns dos principais lugares, acontecimentos e pessoas ligados à devoção a Nossa Senhora do Rosário de Fátima aconteceu no Brasil, integrada no programa da XXVIII Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Rio de Janeiro, em julho de 2013.

Nas vésperas dessa JMJ, o Papa Francisco recebeu, no Vaticano, uma cópia do filme que “acolheu e viu com grande interesse e comprazimento”.

O documentário tem 90 minutos e foi filmado um pouco por toda a parte, desde a Coreia do Sul ao Hawai, dos EUA a África, no Brasil e na Polónia, entre muitos outros países, de todos os continentes. 

As imagens dos lugares, das celebrações, dos monumentos e os testemunhos em viva voz, em diversas línguas e culturas, são expressivos da devoção a Nossa Senhora de Fátima nos quatro cantos do mundo e reveladores da expansão da mensagem de conversão e de paz que irradia a partir de Portugal desde 1917. Com este filme, desvenda-se uma espécie de fio condutor que une a todos na mesma esperança e louvor, a partir dos acontecimentos ocorridos na Cova da Iria.  

O documentário é uma co-produção do Santuário de Fátima e da produtora Adonai; foi produzido no contexto das várias iniciativas culturais e de divulgação da Mensagem de Fátima com vista à preparação e celebração do Centenário das Aparições, em 2017; a realização é do escritor Manuel Arouca.  

Para outras informações ou reserva de bilhetes: http://www.zonlusomundo.pt/  

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 21:47
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Terça-feira, 1 de Abril de 2014
FÁTIMA: LIGA DOS AMIGOS LEVA CINEMA AO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA

A Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia (LAMASE) e o MASE irão promover no dia 11 de abril, sexta-feira, pelas 21h30, mais uma edição do “Cinema no Museu”.

Nesta noite será apresentada a versão completa do documentário «O MEU BAIRRO» de autoria das irmãs Inês e Daniela Leitão. Este trabalho debruça-se sobre o bairro do Zambujal, um dos bairros mais problemáticos da zona periférica de Lisboa, onde padres e irmãs Missionários da Consolata vivem há 10 anos, combatendo diariamente problemas sociais e culturais, sendo acarinhados por todos os membros desta comunidade.

Enviado o documentário ao Papa Francisco, as irmãs foram convidadas por este a se deslocarem a Roma onde puderam entregar pessoalmente “O MEU BAIRRO” ao Santo Padre.

As autoras estarão presentes na sessão, seguindo-se depois um momento de tertúlia sobre a sua experiência no bairro, bem como a viagem até Roma.

O museu abrirá as suas portas pelas 21h00 para quem deseje visitá-lo. Entrada Livre.

Cinema2



publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Domingo, 23 de Fevereiro de 2014
GONDEMARIA EXIBE “MONSTROS E COMPANHIA”



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Segunda-feira, 10 de Fevereiro de 2014
GONDEMARIA EXIBE FILME "TURBO"



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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA DOCUMENTÁRIO SOBRE EMIGRAÇÃO

Acontece no Museu

Visionamento do documentário: “Depois liga pra cá”, de Tiago Gonçalves

7 de fevereiro – às 21h00

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Gravado em 2012, é um sintoma da nova vaga de emigração em Portugal. Os personagens centrais deste documentário acidental, como lhe chama o realizador, são o próprio Tiago Gonçalves e o avô, de quem se vai despedir antes de viajar para o estrangeiro.

Entrada LIVRE

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext 6831) / tlm: 919 585 003 / e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA DOCUMENTÁRIO SOBRE EMIGRAÇÃO

Acontece no Museu

Visionamento do documentário: “Depois liga pra cá”, de Tiago Gonçalves

7 de fevereiro – às 21h00

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Gravado em 2012, é um sintoma da nova vaga de emigração em Portugal. Os personagens centrais deste documentário acidental, como lhe chama o realizador, são o próprio Tiago Gonçalves e o avô, de quem se vai despedir antes de viajar para o estrangeiro.

Entrada LIVRE

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext 6831) / tlm: 919 585 003 / e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2014
GONDEMARIA EXIBE “MONSTROS E COMPANHIA”



publicado por Carlos Gomes às 22:58
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GONDEMARIA EXIBE FILME "TURBO"



publicado por Carlos Gomes às 22:46
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MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA DOCUMENTÁRIO SOBRE EMIGRAÇÃO

Acontece no Museu

Visionamento do documentário: “Depois liga pra cá”, de Tiago Gonçalves

7 de fevereiro – às 21h00

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Gravado em 2012, é um sintoma da nova vaga de emigração em Portugal. Os personagens centrais deste documentário acidental, como lhe chama o realizador, são o próprio Tiago Gonçalves e o avô, de quem se vai despedir antes de viajar para o estrangeiro.

Entrada LIVRE

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h às 13h e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext 6831) / tlm: 919 585 003 / e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 22:36
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Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014
DOCUMENTÁRIO “O SEGREDO DE FÁTIMA DE SALVADOR DALI” VENCE PRÉMIO DE PLATINA NO FESTIVAL DE DE NEVADA, NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

O documentário “O Segredo de Fátima de Salvador Dalí” produzido pela Sakkara Productions e Co-Produzido pela Fundação Oureana acaba de ganhar o “Prémio de Platina” no Festival de Cinema de Nevada, EUA.

O Documentário produzido por Paul Perry e Co-Produzido por Nicholas Decharnes e Carlos Evaristo, revela a história inédita por detrás do quadro “A Visão do Inferno em Fátima” encomendado em 1959 por John Haffert, fundador da Fundação Oureana e Co-Fundador do Exército Azul.

O quadro que é pouco conhecido retrata a aparição de 13 de Julho de 1917 tendo o Castelo de Ourém como pano de fundo e a imagem da lendária Fátima – Oureana.

O filme de 60 minutos foi também seleccionado pelo Festival de Cinema Internacional de White Sands nos Estados Unidos, como um dos 10 melhores filmes do género que vão a concurso este ano e obteve uma “Menção Honrosa” no Festival de Cinema de Berlím.

Na recepção do prémio em Las Vegas, foi dito que partilhamos este prémio com todos os amigos e com o povo de Ourém / Fatima, já que o documentário também trata da história do nosso Castelo e das Aparições. É a 1ª vez que um filme co-produção Portuguesa recebe Platina nesse Festival.



publicado por Carlos Gomes às 21:23
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Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013
VINHO MEDIEVAL DE OURÉM PROMOVIDO EM PARIS

Ourém e o vinho Medieval presentes no FESTAFILME, em Paris.

Decorrerá no próximo fim-de-semana o FESTAFILME, um festival que tem por objetivo promover a cultura lusófona e criação de contactos entre francófonos e lusófonos através do cinema.

Entre outros filmes, será exibido o documentário Mother Vine – A Mátria do Vinho, do realizador norte-americano Ken Payton, com a participação do Professor Vergílio Loureiro. Uma viagem por várias regiões vitivinícolas de Portugal, onde o vinho Medieval de Ourém tem grande destaque.

No final haverá uma prova de vinhos Medievais da Quinta do Montalto e do produtor Carlos de Sousa.

http://zarpante.wordpress.com/2013/11/05/festafilm-sur-paris/

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publicado por Carlos Gomes às 19:56
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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013
FUNDAÇÃO INATEL REALIZA CONCURSO DE VÍDEO

A Fundação INATEL leva a efeito a 8ª edição do concurso de vídeo, aberto a associados e não associados da Fundação.

As entregas dos trabalhos decorrem até ao próximo dia 31 de Outubro e deverão ser remetidos para Fundação INATEL | Calçada de Sant’Ana, 180 | 1169 – 062 Lisboa.

Esta edição do concurso envolve três prémios, a saber:

·         Fundação INATEL - €1500

·         Património Imaterial - €1500

·         Jovem realizador - €1000

Junto se envia o regulamento e a respetiva ficha de inscrição deste concurso.

Para mais informações poderá contactar-nos através dos tlfs. 258 823 357 ou 210 027 148 e através do emailcultura@inatel.pt.

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Terça-feira, 11 de Junho de 2013
LEIRIA E LISBOA RECEBEM FESTIVAL DE CINEMA ETNOGRÁFICO



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Quarta-feira, 29 de Maio de 2013
IN MEMORIAM FERNANDO LOPES

Fernando Lopes é cineasta. Fundou com mais uns poucos, poucos, o Cinema Novo que inspirou Portugal numa década de renovações. Na década seguinte sentiu intimamente a Revolução que nos marcou a todos. Fez um canal de televisão de quem todos ainda se lembram.

O normal seria passar a vida na terra, na Várzea, a cavar. Mas não. Quis o destino, por razões que se detalham, que a sua vida fosse outra. E a vida e a história são pungentes.

Tem cinco filhos. É casado com Maria João Seixas. É um entrevistado admirável.

Fernando Lopes1

Em que circunstância partilhou casa com o Alexandre O’Neill?

Quando me separei da minha primeira mulher fui viver para casa do Alexandre. Partilhámos casa durante um ano, quase. Éramos grandes amigos, e eu tinha uma imensa admiração por ele como poeta.

Como é que se conheceram?

O Alexandre veio com o Alain Oulman, com quem estava a trabalhar nos fados que a Amália veio a cantar, ver a primeira projecção que fiz do «Belarmino», no laboratório da Tobis. E quando me separei, em 67, ele deu-me acolhimento.

Partilharam a tal casa a que ele chamava «Cabine dos Irmãos Marx»?

Não. O primeiro sítio que lhe conheci foi na Rua Monte Olivete. Depois tivemos imensos encontros na famosa «Cabine dos Irmãos Marx», na Rua de S. Marçal, onde também conheci o António Tabucchi.

Como era a Cabine?

Era uma coisa pequeníssima onde se juntava toda a gente de Lisboa, do Zé Cardoso Pires ao Tabucchi. A casa tinha uma pequena sala, um pequeno quarto e nas traseiras um espaço muito pequeno onde o Alexandre fazia grandes sardinhadas. Depois passou para outra casa na Rua da Escola Politécnica.

Ele era o seu melhor amigo? Daqueles a quem se liga à uma da manhã a dizer «Saí de casa, posso ficar no teu sofá-cama»? Não sei bem como é que os homens funcionam neste registo.

Funcionam bem, nesse registo. A amizade entre homens é muito misteriosa, é muito íntima. Calculo que com as mulheres também seja assim. Mas sim, com o Alexandre tinha esse tipo de vida: íamos pelos copos dentro, pela noite dentro, sobretudo a noite.

O café era o espaço de discussão?

Havia tertúlias de café. A tertúlia do Café Chiado, a do Café Ribadouro (onde passei muitos anos com o Baptista Bastos, o Carlos de Oliveira, o Cardoso Pires, o António Pedro, que era encenador do Teatro Experimental do Porto e que vinha todos os fins de semana ter connosco). Havia a tertúlia do Monte Carlo, que era uma mistura de tertúlia de escritores, artistas, aspirantes a políticos e também de forcados! Havia a tertúlia do Versalhes e a do Aviz, que eram de Direita.

E a do Vá-vá?

É posterior. É do meio dos anos 60. É francamente uma tertúlia de cinema, quando se começa a falar de Cinema Novo em Portugal, mas também de política porque o Vá-vá não estava longe da universidade. Vivia muito perto do Vá-va, o Alberto Seixas Santos, o António Pedro Vasconcelos, o Lauro António, o Eduardo Prado Coelho também, o Paulo Rocha vivia por cima. E perto havia um laboratório, a Odisseia Filmes, onde revelámos e montámos os nossos primeiros filmes. Essa tertúlia teve a vantagem de conjugar gente que tinha entre 24/27 anos com jovens estudantes que, tínhamos a consciência, iriam ser os políticos do futuro.

Tinham deveras essa consciência?

Aquilo tinha de mudar. «Aquilo» era o Portugal do «Respeitinho é que é bonito», como dizia o Alexandre O’Neill. O Eduardo Guerra Carneiro chamava-nos «Os Guerrilheiros do Vá-vá», (não fazíamos uma guerra frontal mas uma guerra de guerrilha). De tal modo que se dizia «Quando isto mudar, o que é que tu vais querer ser?» Lembro-me do Medeiros Ferreira dizer que gostaria de ser Ministro dos Negócios Estrangeiros. E foi. Lembro-me do Jaime Gama, que estava sempre com o Alfredo Barroso, dizer que gostaria de ser Ministro do Interior. E foi Ministro da Administração Interna.

Eles eram tão evidentemente sedentos de poder?

Não. Estavam, como todos, sedentos de mudança, de liberdade. Muitos dos meus companheiros da época foram presos, foram perseguidos, exilaram-se, e outros foram para a Guerra Colonial. O Nuno Brederote dos Santos foi para Moçambique.

O Zeca Afonso foi dar aulas para Moçambique. Foi professor de Geografia do Mia Couto.

Foi também visitante do Va-vá. O Vá-vá tinha também o grupo dos músicos, (os Sheiks nasceram lá), que tinham como guru o Luís Villas Boas do jazz. Sendo que nós, cineastas e associativos, olhávamos para os músicos com alguma distância. Mas com o Maio de 68 mudou muita coisa. Já nos dividíamos entre quem era Beatles e quem era Rolling Stones. A música introduzia novos elementos.

Claro. O menear de anca do Mick Jagger.

As relações que tínhamos com as meninas que paravam no Vá-vá mudaram a partir de 68. Mesmo numa sociedade com um peso moral tão opressivo como era o da Igreja.

A partir da libertação erótica constatou uma série de sinais que o levaram a concluir que o país ia mesmo mudar?

Percebi, todos percebemos. Percebemos que aquele Estado ilegítimo já não tinha capacidade para resistir à pulsão do mundo. Era uma questão de um ano, dois anos, três anos.

Exactamente um ano antes da Revolução assistiu-se a uma exibição do «Roma, Cidade Aberta» com a presença do Rossellini. É espantoso que fosse permitida a exibição de um filme como este num país fascista. Como foi o acolhimento ao filme?

O João Bénard da Costa dirigia a área de cinema da Fundação Gulbenkian. Resolve fazer uma retrospectiva do Rossellini, de que gostávamos todos muito. Eu era director do «Cinéfilo», uma revista um bocado especial e maluca; tinha como director o Fernando Lopes, como chefe de redacção o António Pedro Vasconcelos, como redactor principal o João César Monteiro. Já vê! Decidimos fazer dois números seguidos, que são hoje históricos, (são mesmo!), sobre o Rossellini. Bom, hoje nenhuma empresa jornalística permitiria que dois números seguidos fossem dedicados a um autor!

O empenhamento político de Rossellini, ainda que numa fase anterior da sua carreira, deve ter sido extremamente inspirador para o grupo.

Sim, mas ele veio já quase no final da sua vida. O João Bénard conduziu aquilo muito bem. O problema foi conseguir passar o «Roma, Cidade Aberta», foi uma longa batalha com a censura. A sala estava cheia, estavam os dignatários do poder, estava o Rossellini. Quando a sessão acabou, em estado de comoção, começou a ouvir-se «Abaixo o fascismo, abaixo o fascismo». O director da Cinemateca Francesa, que estava presente e tinha cedido a cópia, comentou «Isto é um sinal. Isto vai mudar». Um ano depois mudava.

Tudo isto vinha a propósito dos ventos de mudança e da alteração nas relações entre homem e mulher.

A partir daí, diria que deixou de ser pecado ter uma relação sexual, por exemplo.

Também para os homens da sua idade, havia o estigma do pecado a cobrir a sexualidade? Ele não era apenas pertença da mulher?

Não era bem o estigma do pecado. Julgo que para os homens se repensou a ideia do marialva.

Foram educados para ser marialvas.

Sim. Julgo que a partir de coisas que lemos, que vimos, que ouvimos..., a partir do «I can’t get no satisfaction» percebemos que tínhamos de jogar de outra maneira com as mulheres. Tudo isso foi potenciado a seguir ao 25 de Abril. Suponho que nunca houve tantos divórcios e separações como a seguir ao 25 de Abril.

Os homens tinham, apesar de tudo, uma outra realidade sexual. Os homens iam às putas, e era normal que fossem às putas.

Tinha um professor que me marcou imenso, novíssimo, que viria a ser um grande poeta, o David Mourão Ferreira. Foi ele, por volta dos 14/15 anos, que me levou ao número oito da Rua da Barroca. Porque havia números e havia ruas. Havia o Cem da Rua do Mundo. E pagou a relação, de resto. Esse era o mundo dos homens. Até aos anos 60, a iniciação fazia-se nos prostíbulos. Havia ritos iniciáticos, se quiser. Éramos levados pelos mais velhos, e depois se via. No meu caso, ela foi para mim, muito fellinianamente, uma Puta-Mãe.

Como no «Amarcord»?

Sim. Não é por acaso que é um dos filmes de que mais gosto do Fellini. Reconheço-me naquilo.

Aquele era o ideal de mulher, mamalhuda, com um regaço protector?

Era como uma mãe, porque era carinhosa. Se calhar vou dizer-lhe uma coisa estranha, mas tenho um enorme respeito pelas putas. Uma grande ternura e um grande respeito. Na minha geração fomos todos iniciados assim. Havia outros inícios, nas classes altas, com as criadas. Mas não fazia parte dessa classe, não fui iniciado por uma criada. Pelo contrário, a minha mãe, sim, foi criada numa casa.

Quando foi a primeira vez que se apaixonou?

Aos 17 anos, pela minha primeira mulher. Eu trabalhava num escritório da Baixa que tinha a particularidade de ter 30 ou 40 costureiras que faziam gravatas, écharpes, coisas mais ou menos luxuosas. Isto parece um romance do Romeu Correia. Uma das raparigas chamava-se Maria Otília, víamo-nos todos os dias, enviávamos sinais um ao outro.

Pudicos sinais?

Muito pudicos. Ela era muito activa politicamente. Casámos muito cedo, daí que tenha tido tantos filhos; dela tive quatro, e tenho o Diogo da Maria João.

Segundo a cartilha do marialva, era comum a reprodução de conversas sobre a sexualidade. Em relação à afectividade havia um pudor. Mais depressa diria ao O’Neill «Olha fui às putas» que «Olha apaixonei-me»?

Boa questão. Mas não sou típico, sou pelas paixões. Nunca tive vergonha de dizer, «Olha estou apaixonado». Ao Alexandre, quando conheci a Maria João, disse «Eh pá...» [faz sinal de levantar voo]

Passados 30 anos, parece manter pela Maria João uma paixão avassaladora.

Mantenho. [pausa] Por exemplo, a «Abelha na chuva» não teria sido a mesma coisa se não me tivesse apaixonado quando comecei a fazer o filme. A meio do filme, a Maria João foi passar férias a Moçambique. Às tantas escreveu-me uma carta a dizer que íamos acabar. No entanto, tinha-me pedido para lhe arranjar um livro, «O Amor e o Ocidente» do Denis de Rougemont, que estava esgotado. Quando recebo a carta, o António Alçada Baptista consegue arranjar-me um exemplar. Decidi mandá-lo para Lourenço Marques com a seguinte dedicatória: «Variação sobre a Teoria de Lavoisier: em amor nada se perde, tudo se transforma» A Maria João volta, e casámos. Portanto, sou de paixões. Há um amigo meu, um amigo de balcão do Gambrinus, que diz que sou um Monogâmico Patológico!

Quando ouviu falar da Maria João pela primeira vez, soube que ela apreciava o seu «Belarmino». Extrapolando para um universo mais abrangente, acha possível dissociar o que é o homem e o que é o autor?

Não consigo. É, aliás, um enorme problema que tenho. Quando digo que sou fiel a paixões, significa que sou fiel a mim próprio, ao artista e àquele que está a falar consigo. Se as duas coisas não estiverem juntas há uma falha ontológica. O estarem juntas é um processo muito doloroso. Tenho essas dores com alguma frequência, mas não seria capaz de viver de outro modo. Mesmo que este viver ontológico me faça morrer mais cedo. Se fosse de outra maneira, era como dizer «Já não existo, já não sou o que sou».

Isso faz que na sua obra seja o Fernando Lopes abnegadamente.

Mas completamente. Não foi por acaso que no «Fio do Horizonte» fui buscar o Claude Barssin, que é parecido comigo e eu com ele, e os dois com o Belarmino. Foi como se tivesse trazido o Belarmino à terra outra vez. Foi como se tivesse feito uma longa viagem através da noite para me ver a mim próprio a morrer. Quando mostrei a primeira cópia à Maria João e ao meu filho Diogo, eles perceberam que tinha sido uma reflexão feita sobre mim a partir da personagem. A Maria João comentou «Esta é a tua viagem ao coração das trevas». Não concebo o meu cinema de outra maneira que não essa da permanente viagem ao coração das trevas que cada um de nós tem em si.

A viagem começa no «Belarmino» enquanto seu alter-ego?

Começa. No Portugal de 62, no fim do filme, quando lhe pergunto «E agora Belarmino, o que vais fazer?», ele diz «Agora vou fazer campeões». Há ainda uma esperança. Foi nessa frase que peguei para o «Fio do Horizonte».

Além de ser o Fernando, era o Portugal de então.

Era.

Como conhece o Belarmino? 

Conheço o Belarmino em 61/62, acabava de chegar de Londres. Tinha feito a primeira curta-metragem, «As pedras e o tempo», que, de certo modo, é um prenúncio de um novo cinema português. Na altura já trabalhava na RTP como realizador. O grupo da RTP parava muito Ribadouro e no Parque Mayer. A noite acabava às seis da manhã. Uma noite vou com o (Baptista) Bastos ao Clube dos Artistas beber mais um copo. O guarda-costas, o Leão de Pedra como se chamava, era o Belarmino, que eu sabia que tinha sido um grande boxeur mas que já não combatia.

O que é que o impressiona tanto?

Achei que ele tinha um físico de John Garfield! E que se mexia como os portugueses não sabiam mexer. Passado pouco tempo, sai no «Diário de Lisboa» uma pequena notícia sobre um combate falso que o Belarmino tinha feito em Inglaterra, em que tinha sido pago para perder. Apanhei a notícia e disse ao Bastos «Temos de pegar nisto. Isto é um filme».

E foi falar com o Belarmino.

Nessa altura já não era segurança, andava a engraxar sapatos na Baixa. Fui ter com ele e disse-lhe «Quero fazer um filme contigo». Entretanto tinha aparecido o Cunha Telles, que estava a acabar de produzir os «Verdes Anos». O filme começou por uma enorme gravação, e a partir daí é que desenvolvi toda a ideia. Levámo-lo para a Tobis e filmámos duas noites.

Descobriu a posteriori que o Belarmino era o seu alter-ego. Como foi feita a sua aproximação àquela pessoa?

O meu encontro com o Belarmino foi absolutamente instintivo. Percebi logo que tínhamos duas coisas em comum: vínhamos de baixo, ele mais do que eu, ainda; e uma relação de paixão pela cidade onde vivíamos, Lisboa.

Como assim?

Comecei a trabalhar muito miúdo, com 12 anos, num escritório mesmo ao lado do Gambrinus, e fazia o trajecto da Avenida Almirante Reis a salto nos eléctricos operários. Conseguia sempre fazer a viagem até ao Martim Moniz sem pagar bilhete. Depois fiz a minha vida estudando à noite, é outra história. Tinha os truques dos putos lisboetas, ia às salas de cinema dos putos lisboetas: o Imperial, o Liz, o Rex, o Piolho, o Animatógrafo, etc. Os bilhetes praticamente não existiam, era carimbos na mão. Então trocávamos o carimbo na mão uns dos outros para entrarmos de borla. É um universo completamente diferente do que você conhece, as cidades já não são isto.

O que representava o cinema?

O cinema era para nós, e para mim sobretudo, uma forma de sonhar. «Eu, se calhar, posso vir a ser igual ao John Garfield. Eu posso vir a ser igual ao Fred Astaire». Trabalhava no escritório com gente muito boa e ganhava um x por mês, que era pequeníssimo, mas pagavam-me os estudos. Era todo um sistema paternal, repare.

Como é que vem parar a Lisboa?

Venho aos 12 anos, a minha mãe era a cozinheira do dono deste escritório. A minha mãe tinha fugido da Várzea, do meu pai. Saí da minha aldeia aos quatro anos, estive em casa de uns tios em Ourém, e quando acabei a instrução primária vim para aqui.

Foi acolhido na família? Sente essas pessoas como a sua família?

Sim, foi fundamental. Acontece que esse senhor era republicano, opositor, um grande engenheiro. Foi ele que me incutiu o gosto pela leitura, «É preciso instruir este rapaz».

Ele tinha filhos?

Tinha uma filha. Foi uma espécie de pai. Para voltar à história, eu ganhava dinheiro, e isso permitia-me ir aos domingos ao cinema, e não só aos cinemas dos putos, mas às grandes salas: o S. Luís, o Tivoli, o Éden, o S. Jorge. Eram salas onde, como diz o Carlos de Oliveira num poema, «O espectáculo, por fim, se transforma no espectador». Na realidade, era como se estivesse no filme. Foi por aí que comecei. Devo isso à necessidade que tive de sonhar através de um ecrã. Tanto assim que quando estava a entrar no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, em 1957, vejo que há um concurso para a televisão. Resolvo concorrer e fico em primeiro lugar. Concorri para funcionário administrativo da RTP, mas percebi que podia chegar lá.

Qual era a sua função?

Escrever os noticiários à máquina. Por acaso, já falava razoavelmente inglês, porque no escritório tinham muitos negócios com Inglaterra. Costumo dizer que uma das coisas que fez com que desse o salto na RTP foi saber escrever Washington! Para além de, no curso da Escola Comercial, ter tirado 20 a dactilografia! À pala disso, tornei-me tão importante na informação que fiz um contrato com o director: ok, mantenho-me neste papel, mas no fim do noticiário deixam-me ir para a sala de montagem ver como é que se monta, e deixam-me exercitar.

Percebeu instintivamente a importância da montagem?

O que queria perceber era a essência do cinema, que vem da montagem, do meu ponto de vista. Como é que uma imagem e um som criam outros sinais e suscitam outras leituras. Uma imagem pode contrariar um som e vice-versa. Depois havia as outras grandes questões, a da narrativa, a da representação.

Essas aprende em Londres?

Tive uma bolsa e um apoio da RTP e fui para Londres. Estive lá dois anos. Num ponto de vista de abertura ao mundo, foram anos fundamentais. Tive ofertas para ficar, tive muito boa classificação. A Shell fez-me um convite no sentido de fazer documentários na Nigéria. Mas não me apetecia. A ideia que tinha, já nessa altura, é que seria possível fazer outras coisas no cinema português que arrumassem de vez com o que tinha existido até ali, que esteticamente, tecnicamente, eticamente estava morto.

Era também entendido como uma missão política e de cidadania?

Sim, interessava-me estar em Portugal, para que isto mudasse. Tinha a ambição de ajudar a mudar. Penso que foi pela mesma razão que o Paulo Rocha veio de Paris, o António da Cunha Telles, todos os que estávamos lá fora e regressámos. Achávamos que íamos mudar tudo com os filmes que íamos fazer!, coisa que não aconteceu! Mas ajudou.

Já lá vamos, ao desencanto. Chegou a estagiar com o Nicholas Ray.

Sim, durante um mês, num filme chamado «Sombras Brancas». Para já, admirava-o muito enquanto cineasta, mas para além disso era fisicamente um homem belíssimo. Durante muito tempo usei umas camisas de veludo de um vermelho que só ele usava. Agora não tenho nenhuma, dei a última que tinha ao meu filho Diogo. Era um mestre. Vê-lo um mês a filmar foi das coisas mais bonitas que me aconteceram, e nos intervalos falava connosco, alunos daquela escola. A noção de mestre que tenho vem dele.

Como digeriram, então, a desilusão do cinema e de Portugal e do mundo?

Não digerimos. Fomos tão sonhadores que não percebemos o estado do país. O país começava a ter acesso à televisão, que era o cinema dos pobres. Convencemo-nos que entrando outros filmes nas salas, iam descobrir outras imagens. Tínhamos um público de base que era criado pelos cineclubes e que valia dez mil, quinze mil espectadores – o cineclubismo foi importantíssimo em todo o país, fazia parte da chamada resistência cultural e política. O que pensávamos era que íamos conquistar uma outra base, e aí enganámo-nos. A classe média-alta, por uma razão estritamente cultural, nunca teve respeito pelo cinema português; mesmo o Manoel de Oliveira existia miticamente. O público dos filmes populares não conseguia entrar nas nossas imagens. Eu, o Paulo (Rocha) e o (António) Macedo tínhamos inspirações que vinham de filmes da Nouvelle Vague, do Godard, do Cassavetes, do Renoir. Eles não se entendiam com as nossas imagens e os nossos sonhos.

Ao fim de três filmes, as produções Cunha Telles faliram.

E com isso praticamente ia falindo o Cinema Novo Português. Fomos sobrevivendo fazendo filmes de publicidade, filmes de encomenda para grandes empresas. Lutámos muito. Como diz o Vasco Pulido Valente «Tu tens alma de sobrevivente». Depois apareceu a Gulbenkian e, numa reunião no Cineclube do Porto, com os cineastas todos, aparece o Centro Português de Cinema com o apoio da Gulbenkian. Torna-se possível continuar não só o que tínhamos começado a fazer em 61/ 62 como também trazer outra vez até nós o Manoel de Oliveira. Isto deu a volta toda ao cinema português. Hoje ele faz um filme por ano. Eu não faço um filme por ano, tenho, enfim, um ritmo diferente do dele.

Gostaria de fazer um filme por ano?

O Manoel de Oliveira tem um mundo próprio tão forte que pode fazer dois filmes por ano. No meu caso, cada filme é uma experiência de tal modo intensa que altera a minha vida. Não foi por acaso que quando fiz a «Abelha na chuva» me separei da minha primeira mulher e me casei com a Maria João.

Tem 64 anos e sete longas-metragens. Não se sente frustrado?

Não. Pelo meio fiz outras coisas. Talvez seja um caso especial. Adoro colaborar nos filmes de colegas, como montador, por exemplo.

Não o incomoda a tecnicidade da função? Não se sente um técnico?

Não, sinto-me um músico. A montagem tem que ver com a música. E depois estive muitos anos na televisão. Esse é talvez um problema: talvez tenha passado demasiados anos na RTP.

Envaidece-se quando, ainda hoje, as pessoas falam do seu segundo canal?

Dá-me gosto lembrar que o Rolo Durte, pai do Pedro, chamava ao canal o Canal Lopes. Entristece-me que a televisão pública não tenha percebido o que isto significava: os canais têm de ter personalidade, imaginação, criação. Não podem ser entregues a gestões jornalísticas e tecnocráticas. Os canais têm que ter uma impressão digital.

Era mais feliz nessa altura, trabalhando todos os dias num projecto, apaixonado pelo projecto?

Há dois momentos felizes: um foi o «Cinéfilo», (ainda hoje tenho nostalgia de não ter uma revista semanal para fazer); e o Segundo Canal.

Imaginaria que me falasse de pelo menos um dos seus filmes, do prazer inexcedível de fazer um primeiro filme.

Eu era ainda mais novo que você, tinha a impunidade que se tem aos 20 e tal anos de achar que se é imortal. Estava casado, tinha filhos, não sabia muito bem como é que ia arranjar o dinheiro para viver, mas sabia que ia passar para lá disto. Não era sobreviver a isto. Sabia que era mais forte, que ia ganhar.

O seu tempo parece agora muito mais dilatado.

Sobre isso tenho alguma hesitação. Sinto que o tempo me escasseia.

Sente-se cansado?

Cansado não é o termo. Nesta estação da vida a gente percebe que afinal já não pode dizer, como Cocteau dizia, como se diz n’ «O Acossado» do Godard, «Devenir immortel et depuis mourir». Sei que vou morrer, que não me resta muito tempo. É sobre isso, provavelmente, que me vou debruçar nos meus filmes. Mesmo este que fiz agora para o Porto 2001, que se chama «Cinema» e que é uma reflexão sobre a morte, e, ao mesmo tempo, sobre a perenidade das imagens. As imagens, como as civilizações, são mortais. Mas renascem. Este jogo é talvez aquele que hoje mais me toca.

O jogo da morte.

O que quer dizer que estou a reflectir sobre a desaparição da minha própria imagem. A partir do «Fio do Horizonte» comecei a perceber isso. (pausa) Mas ao mesmo tempo admito a hipótese de deixar de lado o cinema, ter uma câmara muito pequenina e fazer um diário: «Hoje nasceram as primeiras flores do pessegueiro que está à porta da casa de minha mãe». Pode ser tão simples como isto. Gostaria que ficasse com um ar exaltante a imagem de ver nascer as flores do pessegueiro.

O pessegueiro existe realmente?

Existe, existe, e tenho que o apanhar.

Era o pessegueiro da sua infância, onde costumava sentar-se com a sua mãe?

Exactamente. Dovjenko, se quiser cinema, isto é Dovjenko. A árvore. A minha mãe. Hoje é dia 25 (Outubro), daqui a seis dias vamos festejar todos juntos os seus 91 anos. Penso que vai ser muito bonito. Mas penso sempre na história do pessegueiro, está lá desde que me lembro.

Do que se trata sempre é do retorno a elementos da infância, à sua simplicidade e inocência.

Se já fiz dois filmes sobre ela, o «Nós por cá todos bem» e o «Se Deus quiser»... A terra é a minha mãe.

A terra é a Várzea?

Não, a terra mesmo. Quando ela desaparecer, sei que vou ficar muito mais frágil. Não apenas porque é a minha mãe, mas porque a noção que tenho de sobrevivência e de relação com a terra vai ser diferente. O meu pai era mais que um marialva. Era um personagem camiliano: um senhor da terra, aristocrata rural, que tinha estudado em Coimbra. Era o senhor que escolheu a minha mãe para viver com ele; ela trabalhava nas terras. Isto não se passou assim há tantos anos... O meu pai tinha cavalos, tinha terras, e tinha as pessoas. O meu pai é como o Tomás Palma Bravo do «Delfim»; a Maria das Mercês é da mesma classe, só que ele mantém-na presa. A minha mãe não era propriamente uma reclusa do meu pai, era propriedade do meu pai. Quando ela decide fugir em direcção a Lisboa, ia fazer quatro anos...

Lembra-se da fuga?

Lembro-me muito bem. O meu avô negociava em azeite e tinha carroças com oleados pretos. Ficámos às seis da manhã a salvo, eu e a minha mãe, o meu pai a dormir, debaixo dos oleados pretos, e depois fomos a uma terra próxima apanhar uma camioneta para Lisboa. Lembro-me do ar destroçado e triste da minha mãe. E lembro-me que, a certa altura, os passageiros e o motorista pararam e foram buscar figos, era tempo dos figos, para nos dar. Porque é que não filmo isto? Porque há coisas que são infilmáveis. De maneira que estava a dizer ao Vasco, «Na prática, sou um erro sociológico e estatístico! Sociologicamente, não devia estar aqui!»

 

Teve sempre a noção de ser um outsider?

Tive. Classless. Não tenho uma classe própria. Não sou um excluído, isso não sou. Até condecorado sou!, que é uma coisa chata! Sociologicamente, devia estar na Várzea a cavar e a beber copos de vinho tinto. Não estou. Estatisticamente, e aquilo é ainda uma zona muito pobre, não teria a possibilidade de chegar onde cheguei. Ou seja, voltamos ao Alexandre O’Neill: «Estou onde não devia estar», Pluma Caprichosa.

O Vasco é o seu melhor amigo?

Desde há muitos anos. Alguns dos meus melhores amigos morreram. O Nuno Bragança morreu, o Alexandre O’Neill morreu, o Carlos de Oliveira morreu, o Zé Cardoso Pires morreu. Quando há pouco me falava da questão do tempo, o tempo também conta com isto, com aqueles que se foram embora. O Vasco é um amigo muito constante.

É com ele que almoça diariamente no Gambrinus?

Almoçamos pelo menos duas vezes por semana.

Porque é que almoça todos os dias no Gambrinus?

O Gambrinus faz parte da minha vida desde 1960. A Maria João tem enormes ciúmes do Gambrinus, diz «É a tua casinha» e no outro dia disse uma coisa espantosa: «Não é a tua casinha. O Gambrinus é o teu Casal Ventoso»! E é verdade, porque é tão caro como a droga do Casal Ventoso! E depois estabelecem-se relações de amizade. Você diz, «Tem estatuto e tem dinheiro», já tive ocasiões em que não tinha dinheiro e falava com a gerência e dizia: «Neste momento não tenho dinheiro. Vocês passam-me aí dinheiro?» E eles passavam. Além do mais, há um lado de confessionário no balcão. Podemos dizer coisas a empregados que conhecemos há 20/30 anos... É como em todos os bares, e sou um tipo de bares.

Estava a pensar que o dinheiro, sendo sempre um problema, nunca foi um problema. O dinheiro nunca o condicionou de uma forma definitiva.

Está absolutamente correcto. Tenho um relacionamento aristocrático com o dinheiro. Gasto de mais..., mas o dinheiro não é um valor para mim, de todo. Tenho necessidade dele, porque preciso de tomar o metro ou apanhar o táxi ou pagar o almoço. Mas não é uma questão que conforme a minha vida. Coisa que me tem criado, ao longo da vida, alguns problemas de ordem familiar. Porque eu tenho evidentemente obrigações. Mas não consigo levar o dinheiro a sério. Acho sempre que vai haver uma solução. Sou muito optimista. Tenho os meus amigos. Pode ser o Brito do balcão do Gambrinus, «Olha Brito estou atrapalhado. Posso trocar um cheque?», «Com certeza, senhor Fernando Lopes». Isto é, estamos em pleno cinema, não é?

Quem imita quem...

Claro! Ou posso ir ter com o João Soares Louro, ou com o Baptista Bastos, ou com não sei quem. Eles sabem que sou assim. Quando tenho dinheiro, é uma qualidade que tenho, sou igualmente generoso. Se quiser que resuma, e voltamos ao «Belarmino», é o puto que chega a Lisboa, vem fazer um combate de boxe e diz «Eu vou conquistar esta dama». Foi isso que fiz.

Sente-se um vencedor? Um sobrevivente?

Sinto-me um sobrevivente. Um vencedor, não. A menos que considere que todos os apaixonados são vencedores. Aquilo a que se chama um vencedor, não me interessa nada. O Belmiro de Azevedo é um vencedor. A Teresa Guilherme é uma vencedora.

Claro, mas o seu cânone não é esse.

Vencedor? Sinto-me vencedor só no sentido em que não tenho feito truques com a vida. Não faço truques à vida. Faço-lhe frente. A vida responde a isso. Bom, essa é uma ideia. A outra, e é dos últimos anos, é a de que no fundo, no fundo a vida é sonho. Dou por mim, no balcão do Gambrinus, a ver passar as pessoas nas Portas de Santo Antão e a pensar: «Estas pessoas não sabem que isto não é tão real como lhes parece. Eles são parte deste sonho»

Que é sonhado por si ou por cada um deles individualmente.

Pois. Se não, não fazia filmes. Ou não se escreviam livros ou música. É isto que eu gosto.

Vamos, por último, ao «Delfim», que vai começar a filmar na Primavera. Está excitado?

Estou. É muito excitante, sobretudo por causa do trabalho sobre a matéria original, que é o livro, e sobre uma segunda matéria, que é o que era Portugal no final dos anos 60, quando se percebia que uma coisa ia morrer e dar nascimento a outra. Fiz um primeiro trabalho de adaptação com uma colaboradora; era talvez excessivamente respeitoso em relação ao livro do Zé. Dei-me conta que aquilo precisava de ser retrabalhado e pedi ao Vasco, que era também grande amigo do Zé, para trabalhar comigo. Já vamos na terceira versão, já estou muito contente com esta última. É menos reverencial, sem, por outro lado, perder o que há de essencial no livro. O livro ou o argumento são o mapa. O que quero é o território. Acho que já tenho esse território mítico na minha cabeça.

Vai ficar nervoso? Quando tem uma equipa em suspenso, à espera das suas decisões, fica nervoso?

Não, e é curioso. Eu, que sou um ansioso, quando tenho o filme todo na minha cabeça sou regradíssimo. Sou o primeiro a chegar, não gasto película a mais, não faço horas extraordinárias a mais. A Maria João costuma dizer «Adoro quando estás a filmar porque és regradíssimo: bebes menos, fumas menos, comoves-te menos». O que é verdade, porque bebo demais, fumo demais, comovo-me demais, e isso não ajuda muito.

É um problema para si, beber demais, fumar demais, comover-se demais?

É mais um problema para os que vivem comigo. Não é para mim, o que é muito egoísta da minha parte. Há um desregramento, sem dúvida. A ansiedade, a própria questionação de mim próprio... O que é que estou aqui a fazer? Sempre se pôs com muita frequência, devo confessar. Eventualmente não teria feito os filmes que fiz se isto não se tivesse posto.

Os filmes são a resposta a essa pergunta? Porque o ilustram a si e o fazem encontrar-se consigo?

Claramente. Para mim, um filme é uma questão de vida ou de morte. Admito que se façam outras coisas: telefilmes, séries, publicidade, e não é nada de pejorativo. Tal como se faz o Fiat Uno. É preciso ganhar a vida, com certeza. Mas a implicação ontológica é diferente. Nesse sentido, é como o famoso plano d’ «A Palavra» do Dreyer, quando ela ressuscita por via do amor e da fé. O cinema para mim é isso. Sei que nunca chegarei lá. Há tempos estava numa discussão com o meu filho e disse-lhe «Eh pá, há o Dreyer, há o Murnau, há o Renoir, há o Ford, o Welles, o Godard, o Rossellini; e depois Fernando Lopes há pelo menos cem mil pelo mundo fora».

Sente-se apaziguado com a sua condição?

Apaziguado não é termo.

Conformado?

Não estou. Espero ainda um dia ser capaz de fazer um plano, um plano, e isso justifica toda uma vida no cinema, que seja tão sublime como esse plano do Dreyer. We never know... Pode haver um milagre e um dia estar nas condições perfeitas, como diria o Rilke, naquela hora e naquele momento mágico.

Qual é o seu lugar no cinema português?

Poderia morrer e ser recordado estritamente por um plano. O Belarmino a atravessar um túnel a caminho de um estádio. Mesmo que na «Abelha na Chuva» haja uma coisa que gostaria de guardar e que tem a ver com a ideia da paixão: é o movimento de câmara para a Zita Duarte na carruagem da senhora, a arranjar o cabelo, e a gente a ouvir «Ó Teresa, Teresa, tão cedo nos vão separar». Pelo menos estes dois planos fiz. Não estou a dizer que isto me salve a vida. Mas dá-me algum direito, enquanto ser vivente, a não ter passado sem deixar um recadozinho. Uma pequena nota musical! O que há de fabuloso no cinema é aquilo que magicamente passa para cá do ecrã. Ou seja, de como esse sonho nos vem habitar e de como o habitamos.

Publicado originalmente no Diário de Notícias em 2003

Fernando Lopes morreu em Maio de 2012

Fonte: http://anabelamotaribeiro.blogs.sapo.pt/

Fernando Lopes



publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Quinta-feira, 21 de Março de 2013
OURÉM RECEBE FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS METRAGENS



publicado por Carlos Gomes às 19:34
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Quinta-feira, 14 de Março de 2013
FÁTIMA: AMANHÃ HÁ CINEMA NO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA



publicado por Carlos Gomes às 00:55
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Sexta-feira, 8 de Março de 2013
FÁTIMA: CINEMA NO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA



publicado por Carlos Gomes às 16:53
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FÁTIMA: AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA PROMOVEM “CINEMA NO MUSEU”

A Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia (LaMase) vai promover na próxima sexta-feira, 15 de março, pelas21h30, no Museu de Arte Sacra e Etnologia, em Fátima, a iniciativa “Cinema no Museu”.

Pretende-se com este evento convidar ao longo do ano personalidades ligadas ao cinema ou não, desafiando-os a escolherem um filme para depois comentarem e proporcionarem momentos de partilha sobre os vários aspetos cinematográficos.

Para esta sessão foi convidado Jorge Perfeito, natural de Fátima, advogado, desde sempre apaixonado pela sétima arte.

O filme por ele escolhido foi “Citizen Kane / O Mundo a Seus Pés” (1941) de Orson Wells. Foi a sua primeira longa-metragem, considerado um rapaz prodígio, e que havia angariado fama com as suas peças de teatro e narrações radiofónicas.

Marcou sua época devido às inovações, sobretudo nas técnicas narrativas e nos enquadramentos cinematográficos. O filme começa com o protagonista já morto, mudando-se a cronologia dos fatos. A cenografia mostra pela primeira vez o teto dos ambientes.

Mesmo dirigindo outros filmes, após Citizen Kane, o diretor Orson Welles nunca mais conseguiu restabelecer sua fama a ponto de ser contratado novamente por um grande estúdio de Hollywood.

O filme foi considerado, por grande parte da crítica especializada, como o maior filme da história até o momento, figurando em primeiro lugar na lista do American Film Institute (AFI).

A participação é gratuita para os sócios da Liga, sendo o valor da entrada para não sócios de “3 atores” (inclui visita ao museu). O evento apresenta ainda “ Arte com sabores”, sendo servido um Porto de Honra. O museu abrirá as suas portas pelas 21h00 para quem deseje visitá-lo.



publicado por Carlos Gomes às 16:35
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013
22 DE FEVEREIRO: FESTA DA CADEIRA DE S. PEDRO, APÓSTOLO

“Obrigado Santo Padre Bento XVI”

Hoje, 22 de fevereiro, dia em que a Igreja celebra a Festa da Cadeira de S. Pedro, o Santuário de Fátima homenageia o Santo Padre Bento XVI, a poucos dias da resignação do seu ministério pontifício.

De forma singela, através de um pequeno filme de dois minutos, o Santuário de Fátima agradece ao Papa o seu pontificado e a sua peregrinação à Cova da Iria, de 11 a 14 de maio de 2010.

O filme, em que são recordados os principais momentos da presença de Bento XVI neste santuário, está disponível nas páginas oficiais do Santuário de Fátima na Internet.

www.fatima.pt e www.facebook.com/SantuarioFatima.

Ficha técnica do filme: Humberto Magro e LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Sexta-feira, 30 de Novembro de 2012
OURÉM EXIBE HOJE "LINHAS DE WELLINGTON"

Exibição / Tertúlia “Linhas de Wellington”

30 de novembro, às 14 horas

Tertúlia com um dos atores portugueses que participou no filme.

O filme Linhas de Wellington, realizado por Valeria Sarmiento e produzido por Paulo Branco, depois da passagem pelos festivais de Veneza e Toronto, chega às salas portuguesas.

O filme passa-se na época da terceira invasão francesa a Portugal e conta com mais de cinco mil figurantes e um elenco internacional que junta nomes como o norte-americano John Malkovich, a espanhola Marisa Paredes e os portugueses Nuno Lopes e Soraia Chaves.

Duração: ca 135m / Público M/12 / Entrada: 1,50€

Reservas: No Cine-teatro Municipal de Ourém, até ao dia 16 de novembro, das 9h às 18h

Organização: Município de Ourém e OurémViva



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012
OURÉM APRESENTA CINEMA PORTUGUÊS

Exibição / Tertúlia “Linhas de Wellington”

30 de novembro, às 14 horas

Tertúlia com um dos atores portugueses que participou no filme.

O filme Linhas de Wellington, realizado por Valeria Sarmiento e produzido por Paulo Branco, depois da passagem pelos festivais de Veneza e Toronto, chega às salas portuguesas.

O filme passa-se na época da terceira invasão francesa a Portugal e conta com mais de cinco mil figurantes e um elenco internacional que junta nomes como o norte-americano John Malkovich, a espanhola Marisa Paredes e os portugueses Nuno Lopes e Soraia Chaves.

Duração: ca 135m / Público M/12 / Entrada: 1,50€

Reservas: No Cine-teatro Municipal de Ourém, até ao dia 16 de novembro, das 9h às 18h

Organização: Município de Ourém e OurémViva



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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM REALIZA A PARTIR DE AMANHÃ WORKSHOP SOBRE CURTA-METRAGEM



publicado por Carlos Gomes às 00:07
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM ORGANIZA WORKSHOP SOBRE CINEMA

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÃO

Workshop "Ficções – A curta-metragem"

23, 24 e 25 de Novembro

Horários:

dia 23 – 21h00 às 23h00

dia 24 - 10h00 às 13h00; 14h30 às 18h00 e 21h00 às 23h00

dia 25 - 10h00 às 13h00; 14h30 às 16h30 (17h)

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Formador: Frederico Corado

A curta-metragem é um género estimado, acarinhado e premiado. Em Portugal tem-se assistido, nos últimos anos, a uma grande dinamização do panorama de produção no género da curta-metragem, alterando o paradigma para uma nova visão criativa e profissional.

É para desenvolver o espírito criativo de quem não tem qualquer formação na área do vídeo ou do cinema que surge este workshop, cuja função é proporcionar uma introdução ao universo da curta-metragem.

Este workshop será dividido em seis fases, que passarão pela exibição de algumas curtas-metragens dos grandes clássicos do cinema aos nossos contemporâneos, até à escrita do argumento, à direcção de actores, realização, direcção de fotografia, montagem de imagem e som.

Será analisado o trabalho de alguns grandes nomes do cinema, como George Meliés, Orson Welles, Peter Greenaway, entre outros.

"Frederico Corado nasceu em Lisboa, em 1977. Filho do cineasta Lauro António, fascinado desde o berço – literalmente, pois a sua primeira intervenção no cinema deu-se quando tinha apenas 15 dias de idade, no filme “O Príncipe com Orelhas de Burro”, de António Macedo – pela linguagem das imagens em movimento, iria muito cedo trocar a actividade da vida académica pelas actividades ligadas ao audiovisual e ao teatro. Ainda como aluno do Colégio Moderno, realizou a sua primeira curta metragem documental, “O Recreio”, e no dia em que fez 16 anos, estreou, na Videoteca de Lisboa, a sua primeira incursão na ficção, “A Estrela”, adaptação de um conto de Vergílio Ferreira, com Maria do Céu Guerra e Camacho Costa nos principais papéis. Mais tarde, com um subsídio do então ICAM, voltaria a dirigir Camacho Costa, desta vez na companhia de José Raposo, entre outros, em “Telefona-me!”. No ano de 2008 idealizou e concretizou, no Museu do Teatro, em Lisboa, a iniciativa Prémios do Guia dos Teatros, com o objectivo de premiar o que de melhor acontecera no panorama teatral do ano e que viria a conhecer outras edições. No mesmo Museu do Teatro, dirigiu ainda o FICAP, festival dedicado às imagens em movimento e às artes performativas. Realizou, para além de diversos filmes publicitários, spots para mais de cinco dezenas de peças de teatro (Politeama, A Barraca, São Luiz, Culturgeste, Teatro Villaret, etc.) e videoclips, os documentários “Graça Lobo Dois Pontos”, "Pessoalmente Maria do Céu Guerra", “Fernando Filipe, Um Cenógrafo no Museu”, encontrando-se agora montar o documentário "A Nossa Marcha É Linda!".

Fascinado igualmente pelo cinema e pelo teatro, após ter colaborado com encenadores como Filipe La Féria, Graça Lobo, Maria do Céu Guerra, António Feio, João Pereira Bastos, entre outros, decidiu entretanto enveredar pela sua própria carreira de encenador, levando à cena “Táxi”, “Alguns Sonetos de Amor e uma Paixão Desesperada”, “Afixação Proibida”, “O Prisioneiro da Segunda Avenida”, de Neil Simon, e no último ano “Um Marido Ideal” de Oscar Wilde, “O Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Casa de Campo”, de Woody Allen."

Inscrições: 15€

Número mínimo de inscrições: 15

Idade mínima dos participantes: 15 anos

 INSCRIÇÕES no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h.

Tel: 249 540 900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919 585 003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt

Museu Municipal de Ourém

Largo Dr. Vitorino de Carvalho, nº14

2490-497 OURÉM

249 540 900 (6831) / tlm: 919585003 / museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 19:06
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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2012
OURÉM: MUSEU MUNICIPAL ORGANIZA WORKSHOP SOBRE CURTA-METRAGEM



publicado por Carlos Gomes às 00:08
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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012
OURÉM: INVASÕES FRANCESAS REGRESSAM AO CINEMA

Exibição / Tertúlia “Linhas de Wellington”

30 de novembro, às 14 horas

Tertúlia com um dos atores portugueses que participou no filme.

O filme Linhas de Wellington, realizado por Valeria Sarmiento e produzido por Paulo Branco, depois da passagem pelos festivais de Veneza e Toronto, chega às salas portuguesas.

O filme passa-se na época da terceira invasão francesa a Portugal e conta com mais de cinco mil figurantes e um elenco internacional que junta nomes como o norte-americano John Malkovich, a espanhola Marisa Paredes e os portugueses Nuno Lopes e Soraia Chaves.

Duração: ca 135m / Público M/12 / Entrada: 1,50€

Reservas: No Cine-teatro Municipal de Ourém, até ao dia 16 de novembro, das 9h às 18h

Organização: Município de Ourém e OurémViva



publicado por Carlos Gomes às 05:30
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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
OURÉM: MUSEU MUNICIPAL PREPARA WORKSHOP SOBRE CURTA-METRAGEM



publicado por Carlos Gomes às 00:09
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