Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sábado, 3 de Setembro de 2016
DEPUTADO MENDES CORREIA EXALTOU EM 1956, NA ASSEMBLEIA NACIONAL, AS VIRTUDES DO FOLCLORE PORTUGUÊS, REFERINDO-SE AO CONGRESSO REALIZADO EM BRAGA

Na sessão de 29 de junho de 1956 da VI Legislatura da Assembleia Nacional, o deputado Mendes Correia falou sobre o Congresso de Etnografia e Folclore que se realizou em Braga naquele ano, exaltando as suas virtualidades e qualidades artísticas. A sessão foi presidida por Albino dos Reis Júnior e secretariada por José Paulo Rodrigues e Alberto Pacheco Jorge.

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O Sr. Mendes Correia: - Sr. Presidente: na sessão de ontem o nosso colega Dr. Alberto Cruz referiu-se, a propósito das impressões que teriam deixado a terra e a gente bracarenses e o Minho em geral nos membros do recente Congresso de Etnografia e Folclore, realizado em Braga, as tradições regionais de hospitalidade e à necessidade de se apoiar o desenvolvimento do turismo naquela província.

Não precisa o nosso colega da minha solidariedade nas aspirações que formulou, e que naturalmente perfilho sem restrições, mas pedi a palavra para, ainda com um mandato que me permite traduzir o sentir de todos os congressistas, sublinhar a hospitalidade e a cortesia que todos encontrámos em Braga e na boa gente do Minho, aproveitando este ensejo para, mais uma vez, salientar o significado nacional e político da assembleia realizada e a importância - nos mesmos aspectos, além do cientifico- de muitas matérias nela versadas e de muitos dos votos finais ali adoptados.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Não trago, evidentemente, a esta Câmara um relato pormenorizado do que foi o Congresso e do que ele representa na vida cultural e social do Pais.

Mas acentuarei que a sua magnitude decorre do tema dos seus relatórios e das suas duzentas comunicações. Esse tema é o povo português, a sua psicologia, as suas tradições, a sua arte, os seus anseios, as suas tendências e as suas capacidades.

Tema que é hoje versado cientificamente, com métodos e técnicas adequados, de maneira sistemática, imparcial e objectiva, e não ao modo antigo, por coleccionadores

a esmo, por simples amadores sem preparação, por devaneadores e fantasistas, com maior ou menor brilho literário, maior ou menor sentimento e entusiasmo, mas numa ausência total, ou quase, de espirito cientifico. Há ainda quem suponha que etnografia e folclore são puras colectâneas amenas de temas pitorescos da vida popular.

Ora, o último Congresso definiu posições nítidas e úteis quanto à natureza dos objectos dessas disciplinas e quanto à maneira de os tratar e utilizar. Pôs em evidência o interesse de certas investigações. Salientou as ligações entre o âmbito das ditas disciplinas e a história, a filosofia, a religião, a arte, a sociologia, a política, a economia, etc. Pôs sobretudo em relevo o valor nacional daqueles estudos.

E a todos foi grato verificar que, a par das contribuições mais singelas sobre um ou outro facto local ou regional, surgiram naquela assembleia teses de conjunto ou de carácter genérico e doutrinário, como as de metafísica, do folclore e da ética dos provérbios populares, tratados pelos reverendos Drs. Bacelar e Oliveira e Craveiro da Silva, da Faculdade Pontifícia de Filosofia, de Braga.

Não faltaram outros elementos universitários e académicos, participantes do Brasil, Espanha e México, os temas mais variados. Mas desejo aqui congratular-me, sobretudo, com o apoio e interesse manifestados ao Congresso, não só por corpos administrativos, como as Camarás Municipais de Braga -a autora da iniciativa e sua grande realizadora-, Viana do Castelo, Santo Tirso e Porto, e algumas juntas de província, mas também por organizações como o Secretariado Nacional da Informação e Cultura Popular, a Mocidade Portuguesa, a Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, etc.

O Governo da Nação, o Governo de Salazar, dispensou ao Congresso o apoio mais expressivo, sendo notáveis os discursos proferidos no mesmo pelos ilustres Ministro das Corporações e Subsecretário de Estado da Educação Nacional.

Verificou-se, assim, este facto altamente consolador: é que de sectores os mais variados da vida nacional, de todos os planos hierárquicos, dos domínios directamente ligados ao assunto como de outros, do Governo ao próprio povo - como o de Braga e como o que participou nos festivais folclóricos então realizados-, houve geral concordância no reconhecimento do vasto e profundo significado da bela iniciativa da Câmara de Braga, e especialmente do seu extraordinário presidente.

Como ó oportuna e confortante tal verificação, precisamente quando nesta Assembleia se está discutindo o Plano de Formação Social e Corporativa, marcando-se o desejo de, abrindo os braços a todos os progressos reais e fecundos, conservar as melhores e mais sãs tradições nacionais!

O Congresso emitiu numerosos votos, como em matéria de ensino, investigação, propaganda, museus, protecção, etc., de assuntos etnográficos e folclóricos. Sublinharei apenas, neste instante, os que dizem respeito às actividades ultramarinas nesse domínio e à recusa ao fado do título, tão correntemente usado, de canção nacional por excelência.
O estudo da etnografia e folclore das populações ultramarinas mereceu ao Congresso uma atenção especial, salientando-se a necessidade dessa matéria nos centros de estudos sociais e políticos e nos novos institutos de investigação cientifica de Luanda e Lourenço Marques, entre as ciências humanas ou sociais.

Quanto ao fado, proclamou-se o inconveniente nacional e folclórico da sua difusão excessiva, quer pela sua proveniência, quer pelo pessimismo e desanimo que traduz, em contradição com as fontes e as manifestações mais autenticas e construtivas da inspiração popular. O fado lembra as guitarras plangentes de Alcácer, não um brado de vitória ou de fé.

Não pretendo negar a beleza de alguns fados, das toadas mais melancólicas, de versos profundamente tristes. Mas não se chame canção nacional por excelência a uma canção folclòricamente tão discutível e tão distinta, em tudo, das belas, joviais e empolgantes canções de que é felizmente tão rico. O autentico folclore nacional.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Vi um dia, num festival folclórico, no Porto, centenas de visitantes estrangeiros, como um só homem, perante uma exibição de ranchos de Viana, erguerem-se a aplaudir e a gritar: «Viva Portugal»! Em vez do fado depressivo, como não hão-de ser estimulantes e gratas para nós, Portugueses, essas manifestações da nossa música popular que tom assim o dom de arrebatar os próprios estrangeiros?

Sem recusar a possibilidade de introdução e adopção de factos novos, ou seja do processo chamado de aculturação pelos etnógrafos e sociólogos, o Congresso pronunciou-se pela definição do facto etnográfico e folclórico como caracterizado por serem tradicionais e de origem espontânea e anónima na alma popular.

A aculturação só pode dar-se quando esta alma lhe é favorável, quando nesta encontra eco, aceitação, concordância psicológica. Nos nossos territórios ultramarinos é do maior interesse o estudo da aculturação das populações nativas sob a influência da cultura que tenho chamado luso-cristã.

Por estas singelas considerações creio ter dado uma ideia da importância nacional e científica do Congresso de Braga. Mas o que sobretudo desejei sublinhar, usando da palavra, foi a gratíssima impressão que congressistas nacionais e estrangeiros trouxeram do convívio, da hospitalidade, da afabilidade, da cortesia, do trato, da doçura, do irradiante poder de simpatia, da boa gente de Braga e do Minho, daquele admirável povo em que se conservam e florescem tantas virtudes tradicionais de suavidade de alma, de bondade, de apego ao lar, de dedicação pelo trabalho, de amor pelo seu berço e de fidelidade aos altos valores espirituais que garantem a perenidade da Pátria e da civilização.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O Orador:-Posso depor com firmeza que na multidão que em avalancha jovial festejava o S. João, na noite de 23, em Braga, não vi senão atitudes simpáticas e dignas. Quem dava involuntariamente um encontrão pedia desculpa.

Ausência de palavrões, de qualquer grosseria, de brutalidade. Bom povo, admirável povo, que a dissolução tendenciosa de outros meios ainda não inquinou nem perverteu.

Tenho a certeza de que a acção de organizações como as que citei manterá indemnes a sua alma e as suas tradições sãs contra a vaga cosmopolita ou exótica de materialismo pretensamente científico e humano que ameaça subverter o que há de melhor e mais luminoso no património moral da nossa civilização. Bom povo de Portugal, porque creio em ti e nos valores espirituais que te animam, creio na eternidade da Pátria.

Tenho dito.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O orador foi muito cumprimentado.



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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016
ALVAIÁZERE: PUSSOS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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OURÉM: RIBEIRA DO FÁRRIO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016
OURÉM: RIBEIRA DO FÁRRIO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Terça-feira, 30 de Agosto de 2016
ALVAIÁZERE: PUSSOS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Sábado, 27 de Agosto de 2016
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016
ALVAIÁZERE: PUSSOS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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TRAJO POPULAR DESFILA EM SANTO TIRSO

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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016
ALVAIÁZERE: PUSSOS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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Quinta-feira, 28 de Julho de 2016
TRAJO POPULAR DESFILA EM SANTO TIRSO

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Domingo, 24 de Julho de 2016
RANCHO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DE OURÉM, PARTICIPA NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE PEVIDÉM EM GUIMARÃES

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Sábado, 23 de Julho de 2016
ALVAIÁZERE REALIZA AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE EM MAÇÃS DE DONA MARIA

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2016
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE EM MAÇÃS DE DONA MARIA

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Sexta-feira, 15 de Julho de 2016
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE EM MAÇÃS DE DONA MARIA

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Sábado, 25 de Junho de 2016
ARTESANATO E FOLCLORE REPRESENTAM OURÉM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

Engº Rocha de Matos, atualmente Presidente da CE-CPLP, saudou o Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, Ourém, na pessoa da sua Diretora, a Drª Isaura Vieira.

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O folclore de Ourém e da Alta Estremadura marcou hoje a abertura de um dos mais importantes certames nacionais e internacionais dedicados ao artesanato, a Feira Internacional do Artesanato que uma vez mais se realizou nos pavilhões da FIL, no parque das Nações, em Lisboa. Tratou-se da participação do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, um dos mais lídimos representantes do folclore da nossa região.

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Por duas vezes pisou o tabuado para mostrar ao público presente como outrora as nossas gentes se trajavam, cantavam e dançavam. Entre as duas atuações, desfilaram pelos pavilhões rumo ao stand dos “Artesãos de Ourém” que, à semelhança de anos anteriores, também estiveram presentes neste certame com os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos das suas gentes.

Para além de atrair numeroso público ao stand do pavilhão dos “Artesãos de Ourém”, a atuação do “Moleiros” da Ribeira traduziu-se num autêntico momento de confraternização entre conterrâneos e numa verdadeira jornada regionalista das gentes de Ourém.

O Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, assume-se cada vez mais como um verdadeiro embaixador do concelho de Ourém, levando a todo o país os usos e costumes das gentes ourienses e contribuindo desse modo para a divulgação da nossa terra e dos seu património cultural.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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Quinta-feira, 16 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO ROSAS DO LENA, DA REBOLARIA – BATALHA, LANÇA LIVRO SOBRE MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS

O lançamento do livro “Rancho Rosas do Lena – Memórias Fotográficas”, tem lugar no próximo dia 18 de Junho, às 17h30, na sede do Rancho Folclórico, na Rebolaria, em sessão que será presidida pelo Presidente da Câmara Municipal da Batalha, Dr. Paulo Baptista dos Santos. Esta obra, coordenada pelo Dr. Adélio Amaro, insere-se na coletânea “Etnografia e Tradição”

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Colecção "Etnografia e Tradição"

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos / Grupos Folclóricos e Bandas Filarmónicas.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora algumas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história do grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O terceiro número é dedicado ao Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria, concelho de Batalha. Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos mais de 50 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Rosas do Lena uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Rosas do Lena e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho de Memóias Fotográficas da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Adélio Amaro

Coordenador

Prefácio

Através, sobretudo, das imagens e de pequenos textos, esta publicação, da iniciativa e edição de Adélio Amaro, que à Cultura da Região da Alta Estremadura vem prestando serviços relevantes quer pela sua obra literária e artística, quer pela sua acção editorialista, quer ainda pelas suas iniciativas na área do Associativismo, tem como finalidade registar e divulgar a intensa e ininterrupta actividade do Rancho Folclórico Rosas do Lena, com sede na Rebolaria, aldeia com bastantes ligações ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória, de que está à vista, distando cerca de um quilómetro da Vila da Batalha.

Trata-se sem dúvida duma narrativa da sua história, contudo feita dum modo dinâmico sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes.

O agrupamento, aparecido em 23 de Fevereiro de 1963, nasceu de uma marcha organizada por um grupo de jovens da aldeia.

Por acção do saudoso folclorista Mestre António Pereira Marques (1915-2001), a marcha haveria de transformar-se no Grupo de Folclore que hoje é.

Ao longo dos seus cinquenta e três anos construiu todo um valioso património material e salvaguardou e soube aproveitar um precioso património imaterial, herança cultural que identifica o Povo da Região e o seu País. Em muitos aspectos, o Rosas do Lena foi um pioneiro, sendo uma das suas características a capacidade para lançar e organizar iniciativas, diversas a inovar as práticas folclóricas e todas a prestigiá-las.

Obra colectiva é, necessariamente, também uma obra de anónimos, a que muitos intervenientes deram, com modéstia e generosidade, o seu contributo. Por esta expressiva edição, o nosso reconhecimento ao Adélio Amaro.

A Direcção

Rancho Folclórico Rosas do Lena

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Terça-feira, 14 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL E “ROMEIROS” DE OURÉM PARTICIPAM NA FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os “Artesãos Oureenses” vão levar à Feira Internacional de Artesanato os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos da nossa região naquele que é considerado um dos maiores certames da especialidade. Pena é que não se verifique uma presença mais evidente de outros artesãos do concelho de Ourém e também na semana de gastronomia tradicional que decorre paralelamente a este evento, dando a conhecer as especialidades da nossa terra. A animar, vão estar presentes o Rancho Folclórico “Moleiros” da Ribeira, do Olival, e o Romeiros – Grupo de Música Tradicional de Ourém.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Domingo, 12 de Junho de 2016
FOLCLORE E IDENTIDADE – NACIONALISMO E LIBERDADE

A preservação da identidade nacional constitui uma condição essencial da liberdade de um povo, melhor dizendo de uma nação enquanto comunidade estável, historicamente constituída por vontade própria, assente num território e fundada em valores coletivos e elementos culturais como a língua, os costumes, religião, tradições e, de uma maneira geral, todos os aspetos que enformam a consciência nacional.

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Proveniente do latim natio, derivado de natus, o termo nação refere o sentimento de pertença a uma determinada comunidade de indivíduos unidos por laços históricos, assente numa identidade que remete para as suas origens étnicas.

Enquanto o termo nação identifica aqueles que são nascidos da mesma raiz, privilegiando o fator biológico e consequentemente o jus sanguinis na verificação da nacionalidade do indivíduo, o conceito de Pátria remete para uma noção de solo legado pelos antepassados, a terra paterna – do latim patrius, de pater – diretamente associado à ideia de país em relação ao qual um conjunto de indivíduos se encontra ligado por laços afetivos e culturais, ainda que não fazendo necessariamente parte da mesma comunidade nacional.

Por conseguinte, enquanto o nacionalismo advoga a defesa da identidade nacional de um povo como condição para a preservação da sua liberdade, o patriotismo exalta os valores que a prendem ao solo sagrado legado pelos seus antepassados e a sua obrigação de o transmitir aos vindouros. Ao invés do que tem vindo a ser propalado, nenhum dos conceitos em apreço – nacionalismo e patriotismo – tem a ver com atitudes exacerbadas de desconsideração e menosprezo em relação a outros povos ou atitudes reprováveis de rejeição de pessoas com identidades diferentes.

A identidade cultural de um povo é construída como um processo de auto-descrição, procurando através da unidade de elementos essenciais destacar a diferença em relação a outras culturas.

No que à definição dos elementos que definem essa identidade e o caráter de um povo dizem respeito encontram-se naturalmente as suas tradições mais genuínas, a cultura popular ou, para utilizarmos o neologismo que se vulgarizou, o seu folclore, traduzido na descrição da sabedoria popular e abrangendo os mais diversos aspetos da sua história não escrita como os contos e lendas, os provérbios e adivinhações, a religiosidade, a culinária e a medicina, o traje e o artesanato, os cantares e as danças, os jogos e as brincadeiras infantis.

Mais do que qualquer outra forma de opressão, é a aculturação e uniformização de hábitos e maneiras de pensar que caraterizam a sociedade capitalista, ávida de obtenção dos maiores proventos a qualquer custo, a principal ameaça à identidade dos povos e, consequentemente, à sua própria liberdade. Não admira, pois, a erosão provocada nas suas tradições mais genuínas, procurando apagar da sua memória o seu próprio passado.

À semelhança do que se verificou com os nacionalismos, também o interesse pelo folclore está intimamente associado à origem do Romantismo e aspiração dos povos oprimidos à sua emancipação política. É, pois, no folclore como fator de identidade cultural de um povo que assenta o ideário nacionalista como uma das condições da preservação da sua liberdade!

Fotos: José Carlos Vieira

Carlos Gomes

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publicado por Carlos Gomes às 21:34
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Domingo, 5 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL E “ROMEIROS” DE OURÉM PARTICIPAM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os “Artesãos Oureenses” vão levar à Feira Internacional de Artesanato os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos da nossa região naquele que é considerado um dos maiores certames da especialidade. Pena é que não se verifique uma presença mais evidente de outros artesãos do concelho de Ourém e também na semana de gastronomia tradicional que decorre paralelamente a este evento, dando a conhecer as especialidades da nossa terra. A animar, vão estar presentes o Rancho Folclórico “Moleiros” da Ribeira, do Olival, e o Romeiros – Grupo de Música Tradicional de Ourém.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

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A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.



publicado por Carlos Gomes às 00:32
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Sábado, 4 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “OS MOLEIROS DA RIBEIRA” DO OLIVAL É UM LÍDIMO REPRESENTANTE DO FOLCLORE E ETNOGRAFIA DO CONCELHO DE OURÉM E ALTA ESTREMADURA

A freguesia do Olival é porventura a mais fresca e verdejante localidade do concelho de Ourém, quase lembrando aos minhotos a magnífica paisagem das suas aldeias. Os seus campos férteis são atravessados por três ribeiras de águas cristalinas, qual divina trindade pois, na realidade, trata-se apenas de uma só que vai alterando o nome ao longo do seu percurso: a Ribeira da Atalaia, a Ribeira da Cardiga e a Ribeira da Ponte da Pedra.

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O Olival é caracterizado pelas suas ribeiras e olivais, onde se desenvolvem atividades ligadas à agricultura como a cultura do milho, da vinha, e da azeitona. O seu povoamento remonta a épocas pré-históricas como atestam os achados arqueológicos.

Dista cerca de oito quilómetros da sede do concelho – Ourém – vetusto burgo medieval que olha altivo e sobranceiro a extinta Vila Nova d’Ourém nascida a seus pés, na sequência das destruições causadas pelo invasor francês que, às ordens de Massena, foi mandada incendiar, meio século depois de ter sofrido os danos do terramoto de 1755.

Salpicada de moinhos, Olival é terra de moleiros pela qual o escritor e jornalista leiriense Acácio de Paiva um dia se deslumbrou e escolheu para passar os seus dias. Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros.

A associação Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” iniciou a sua atividade em Fevereiro de 1984, tornando-se membro efetivo da Federação do Folclore Português em 1990. Constituiu-se como associação legalizada em 1987 com o nome “As Violetas do Olival”. Mais tarde, em 1989, decorrente da necessidade de dar ao grupo um nome que perpetuasse os valores culturais e tradições do povo da nossa região, alterou a sua denominação para o atual nome.

Trata-se de um dos mais representativos grupos folclóricos do concelho de Ourém e da Alta Estremadura, apresentando trajes de noivos, de lavradores ricos, de feira, domingueiros, de trabalho e de pastora, resultantes de um contínuo trabalho de recolha da qual resultam numerosas danças, cantares, trajes, orações e mezinhas e cozinha tradicional.

A sua intervenção passa ainda pela divulgação da gastronomia tradicional da região, da qual se salienta o quinhão, os chícharos, o bacalhau assado, a friginada, a sopa à lavrador e os bolos de rodilha ou de festa, sejam elas religiosas ou casamentos.

A recuperação a partir de 1992, de um velho moinho movido a águas que se encontrava em ruínas, local onde instalou a sua sede e um Ecomuseu, é seguramente o seu maior orgulho e razão do grande prestígio e admiração que grangeia em toda a região.

Fonte: Revista FolkLoures’16

Fotos: José Alves / Auren TV

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publicado por Carlos Gomes às 22:40
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OURÉM ESTÁ EM FESTA – FOLCLORE SOBE AO PALCO NA VILA DE OLIVAL!

Começou há instantes o XXIX Festival de Folclore na Vila do Olival, em Ourém. Após a receção aos grupos participantes e uma visita guiada ao Museu Etnográfico e respetivo moinho, os ranchos folclóricos começaram já a subir ao palco para mostrarem aos ourienses como outrora se cantava e dançava na sua terra, a forma de trajar e, enfim, um pouco dos seus usos e costumes.

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Qual lídimo representante das nossas mais genuínas tradições, também o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém mostrou aos grupos convidados as os usos e costumes das gentes de Ourém e da Alta Estremadura.

Dentro de instantes subirá ao palco o Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral – Vareira, a que se seguirá o Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários e o Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura.

O presidente da Câmara Municipal de Ourém fez-se representar pela vereadora Maria Lucília Vieira que transmitiu as saudações do presidente da edilidade ouriense e da presidente da Assembleia Municipal. Presentes também estiveram Fernando Rolo em representação da Federação do Folclore Português e, naturalmente, o presidente da Junta de Freguesia do Olival.

O Festival de Folclore é transmitido em direto a partir das 21 horas através da AUREN TV, no Canal 585132 do MEO Kanal ou no facebook em https://www.facebook.com/aurentv/?fref=ts

Ourém é terra de folclore e este será seguramente um serão bem animado em torno das nossas tradições. Importa que os ranchos folclóricos de Ourém, de entre os quais salientamos o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, contribuam para a divulgação do concelho de Ourém, devendo para isso serem acarinhados nomeadamente pelos autarcas que o povo elegeu.

Fotos: José Alves / Auren TV

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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Sexta-feira, 3 de Junho de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, leva a efeito amanhã, dia 4 de junho, o seu XXIX Festival Nacional de Folclore. Trata-se de uma das mais grandiosas jornadas de folclore do concelho de Ourém, a qual conta com 4 grupos folclóricos representativos de várias regiões do país, para além naturalmente do grupo anfitrião.

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Foto: Manuel Santos

OLIVAL – OURÉM

4 de Junho de 2016 (sábado)

PROGRAMA

18:00 H – Receção dos Grupos participantes

19:00 H – Jantar

21:00 H – Início do Festival

- Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura

- Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral - Vareira

- Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho

- Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários

- Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura

 



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Quarta-feira, 1 de Junho de 2016
OURÉM REALIZA NO OLIVAL FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 07:49
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Domingo, 29 de Maio de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, leva a efeito no próximo dia 4 de junho o seu XXIX Festival Nacional de Folclore. Trata-se de uma das mais grandiosas jornadas de folclore do concelho de Ourém, a qual conta com 4 grupos folclóricos representativos de várias regiões do país, para além naturalmente do grupo anfitrião.

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Foto: Manuel Santos

OLIVAL – OURÉM

4 de Junho de 2016 (sábado)

PROGRAMA

18:00 H – Receção dos Grupos participantes

19:00 H – Jantar

21:00 H – Início do Festival

- Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura

- Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral - Vareira

- Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho

- Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários

- Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura



publicado por Carlos Gomes às 14:06
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PORQUE É O FOLCLORE TRATADO COMO O PARENTE POBRE DA NOSSA CULTURA?

O tratamento que em regra é dado ao folclore no nosso país traz-nos à lembrança a célebre história bíblica descrita no verso 19 do capítulo 16 do Evangelho Segundo São Lucas, no qual até as migalhas que caiam da mesa do rico eram recusadas ao pobre Lázaro. Com efeito, o folclore português é frequentemente tratado como o miserável mendigo a quem não é reconhecido suficiente mérito para poder participar condignamente na divulgação dos usos e costumes de antigamente – porque o folclore é a cultura do povo!

Não são raras as autarquias locais que preferem contratar a peso de ouro, artistas estranhos à sua própria terra e à cultura das suas gentes, pese embora sejam tais gastos feitos á custa do dinheiro extorquido aos contribuintes, para seguidamente regatear os mais modestos apoios que lhes são solicitados pelos ranchos folclóricos para procederem às suas atuações, esquecendo que são estes constituídos precisamente pelo povo que com os seus impostos contribuiu para o lauto banquete para o qual convidaram os artistas vindos de fora.

Entendem geralmente que o folclore constitui na melhor das hipóteses uma cultura menor, uma espécie de substrato cultural ou, para sermos mais explícitos, “música para parolos”. Ignoram, no entanto, que foi nas tradições folclóricos do povo que os grandes compositores de todo o mundo se inspiraram para a criação das suas obras que os tornaram imortais. Trata-se de um desconhecimento que apenas se deve a preconceitos que lhes tolhem a inteligência e o raciocínio e que, não raras as vezes, os mantêm afastados do seu próprio povo.

Nas culturas de todos os povos, um pouco por toda a parte, foi na sua religiosidade ancestral que tiveram origem as atuais festas e romarias em torno das quais acrescentaram o comércio e o divertimento, ligando o sagrado ao profano. Jamais foi em torno de celebrações cívicas desprovidas de religiosidade que o povo ergueu as suas manifestações mais genuínas da cultura popular. As comemorações de natureza cívica e política apenas servem para preservar a memória dos cidadãos e elevar o seu sentido patriótico. Mas, as verdadeiras raízes da sua identidade mergulham nas suas crenças mais profundas e longínquas sobre as quais assentam as suas referências nacionais enquanto povo.

Por conseguinte, por mais artistas de renome que contratem à custa de avultadas verbas do erário público para promoverem espetáculos em relação aos quais o povo é apenas chamado a assistir, sem a cultura tradicional, as manifestações mais genuínas da cultura do povo entre as quais se inclui o folclore – sem a participação ativa e empenhada do próprio povo! – a festa jamais lhes dirá respeito e significado. Deixem, pois, de tratar o folclore como o parente pobre da nossa cultura e confiram aos ranchos folclóricos a dignidade que lhes é devida!



publicado por Carlos Gomes às 13:46
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RANCHO FOLCLÓRICO “OS MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL REPRESENTAM COM DIGNIDADE O CONCELHO DE OURÉM E A REGIÃO DA ALTA ESTREMADURA NO FOLKLOURES’16

Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho possui projeto inovador: Encontro de Culturas “Verde Minho” deverá no próximo ano apresentar um novo formato sob a denominação oficial FolkLoures’17.

Terminou há instantes o FolkLoures’16 sob o ribombar do fogo-de-artifício que iluminou por breves minutos os céus da cidade de Loures com o seu colorido. Tendo como cenário a magnífica réplica da fachada das ruínas da igreja de S. Paulo, em Macau, vários grupos folclóricos representativos das tradições mais genuínas de diversas regiões do país exibiram no palco as suas danças e cantares tradicionais.

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Por diversas vezes, S. Pedro abriu as portas do céu para, em jeito de bênção, borrifar os ranchos em atuação com água da chuva mas nenhum desistiu da sua atuação e, com a maior dignidade, presentearam o público com a sua atuação, com redobrado esforço no cantar e maior cuidado no dançar. E o público não lhes regateou os aplausos e em todos os presentes e organizadores ficou um sentimento de gratidão. Após 23 edições do Encontro de Culturas “Verde Minho”, as sementes do FolkLoures estão lançadas!

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Subiram ao palco o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Antes, porém, teve lugar a cerimónia de entrega de lembranças que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loures a que se seguiu o desfile etnográfico pelas artérias da cidade.

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Pela importância de que se reveste, registamos as palavras proferidas pelo sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, na sessão solene que teve lugar na Câmara Municipal de Loures:

“Em primeiro lugar, quero endereçar em nome do Rancho Folclórico Verde Minho e em meu próprio nome, a V.Exªs e a todos os presentes, as minhas mais cordiais saudações.

O Rancho Folclórico Verde Minho realiza hoje a 23ª edição do Encontro de Culturas que, a partir deste ano, passa simultaneamente a designar-se por FolkLoures.

Não se trata de uma mera operação publicitária mas da transformação dialética de um projeto que vem amadurecendo ao longo de duas décadas: o tempo percorrido impõe uma nova qualidade!

Esta iniciativa consiste na renovação de um projeto que, mantendo o objetivo de promover o Encontro de Culturas, passa a adquirir um carácter mais inclusivo a pensar nomeadamente nas comunidades que constituem atualmente o mosaico social do concelho de Loures.

Por outro lado, procura-se através deste evento projetar o concelho de Loures a nível nacional e até internacional como um palco privilegiado do folclore e das culturas tradicionais, contribuindo para a paz e amizade entre os povos.

Porém, para que se consiga realizar tal desiderato, o Rancho Folclórico Verde Minho espera poder vir a contar com a parceria da Câmara Municipal de Loures – mais do que o apoio que a autarquia jamais regateou a esta iniciativa, lançamos o repto para que, como parceiros neste ambicioso projeto, façamos de Loures uma referência internacional do folclore e da cultura tradicional. E, para começar, o Rancho Folclórico Verde Minho aceita integrar este evento nas Festas do Concelho de Loures!

Quero também deixar uma palavra de grande apreço aos presidentes das Juntas de Freguesia aqui presentes, ao representante da Federação do Folclore Português e…

A todos, o meu muito obrigado pela vossa presença e as manifestações de apreço que sempre nos têm dirigido.

- Muito obrigado!”

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No próximo dia 4 de Junho, será a vez do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho trazer a Ourém a alegria, vivacidade e colorido do folclore das gentes do Minho, participando no festival organizado pelo Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival. Esta festa tem início às 21 horas e contará ainda com a participação do Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral – Vareira; Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários e do Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura, além naturalmente do anfitrião, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura.

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publicado por Carlos Gomes às 02:28
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Sábado, 28 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, OLIVAL VÃO HOJE A LOURES REPRESENTAR AS TRADIÇÕES DE OURÉM E DA ALTA ESTREMADURA



publicado por Carlos Gomes às 00:57
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, ATUA AMANHÃ EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no FolkLoures'16 e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai amanhã representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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publicado por Carlos Gomes às 19:39
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DO OLIVAL, LEVAM A LOURES O FOLCLORE DE OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2016
REVISTA “FOLKLOURES” DIVULGA RANCHO DO OLIVAL

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” do Olival – Ourém possui destaque de página inteira na revista “FolkLoures”, uma publicação que se destina à divulgação de todos os grupos e entidades participantes no Encontro de Culturas “Verde Minho” que, a partir deste ano, passou a usar a marca “FolkLoures”. O artigo inclui ainda duas imagens do Rancho Folclórico que, no próximo dia 28 de Maio, vai representar Ourém e a região da Alta Estremadura naquele evento que se realiza no concelho de Loures.

A revista que iniciou a sua publicação o ano passado, é editada pelo Rancho Folclórico Danças e Cantares “Verde Minho”, o grupo anfitrião do FolkLoures.

Para além da apresentação dos diversos grupos folclóricos, a revista reproduz na capa uma pintura Alfredo de Morais retratando a Festa de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, insere abundante publicidade dos seus patrocinadores e publica como nota de abertura um artigo da autoria do Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr Bernardino Soares, para além de outras entidades ligadas ao folclore e ao associativismo popular.

Esta iniciativa constitui um bom exemplo daquilo que poderia ser feito no concelho de Ourém em prol da divulgação da sua cultura tradicional, assim consigam as autarquias locais, os grupos folclóricos e outras entidades conjugar esforços para a sua afirmação.



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS DA RIBEIRA" PREPARA FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, leva a efeito no próximo dia 4 de junho o seu XXIX Festival Nacional de Folclore. Trata-se de uma das mais grandiosas jornadas de folclore do concelho de Ourém, a qual conta com 4 grupos folclóricos representativos de várias regiões do país, para além naturalmente do grupo anfitrião.

OLIVAL – OURÉM

4 de Junho de 2016 (sábado)

PROGRAMA

18:00 H – Receção dos Grupos participantes

19:00 H – Jantar

21:00 H – Início do Festival

- Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura

- Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral - Vareira

- Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho

- Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários

- Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura



publicado por Carlos Gomes às 00:44
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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publicado por Carlos Gomes às 00:38
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS APRESENTA “MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS”

Apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, Volume 2 da colecção Etnografia e Tradição

O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros de Arrimal, Porto de Mós, leva a efeito no próximo dia 22 de Maio, pelas 15h30, a apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, segundo volume da colecção Etnografia e Tradição com a coordenação de Adélio Amaro, antecedendo o XXVIII Festival de Folclore Arrimal/2016.

Em anexo Prefácio, Introdução, Apresentação, capa e cartaz do festival.

Colecção Etnografia e Tradição

1 – Rancho da Região de Leiria

2 – Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, Arrimal (Porto de Mós)

3 – Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria (Batalha) – 18/06/2016, 17h30

Prefácio

Abraçando o desafio deste projecto de Adélio Amaro, a direcção do Luz dos Candeeiros e todos os seus componentes mergulharam no baú das recordações e nada melhor para brindar os 29 anos de existência que a apresentação do livro “Memórias Fotográficas” com alguns dos momentos mais marcantes na história do grupo.

É para nós uma honra e um orgulho imenso ser parte integrante da colecção “Etnografia e Tradição”, iniciativa, coordenação e edição de Adélio Amaro, um entusiasma que tem apoiado quer na publicação e divulgação da cultura da Alta Estremadura, assim como na pesquisa e edição de textos, imagens e apontamentos do folclore e da etnografia popular e tradicional do povo português.

Desta forma, e muito para além de publicar este livro, o Luz dos Candeeiros, com este trabalho, pretende eternizar as memórias deixadas por aqueles que, em cada representação ou actividade que envergamos os nossos trajes, tentamos perpetuar.

Tentaremos com esta apresentação fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho, sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes: o seu interior, as vivências, experiências e aventuras, e, quiçá algumas desventuras e percalços. Nesta pequena mostra faremos referência a alguns dos festivais onde o rancho participou. Nunca, porém, com o intuito de atribuir maior ou menor valor a qualquer deles. De salientar que este grupo, na preocupação de bem retratar todo um rico património cultural, sempre encarou de igual modo todas as suas atuações. Procuramos divulgar as nossas tradições, sempre com o mesmo rigor.

– “O que cá deixamos são as recordações”.

Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos quantos contribuíram para que fosse possível a edição deste livro, assim como todos quantos já fizeram, fazem ou venham a fazer parte activa do Luz dos Candeeiros.

Por último, uma palavra especial de agradecimento, pela coragem e ousadia em lançar o desafio aos ranchos folclóricos e bandas filarmónicas para que deixem registado a história da instituição para as gerações vindouras. Um mais que justo reconhecimento público a Adélio Amaro.

A Direcção

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Introdução

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos/Grupos Folclóricos, Bandas Filarmónicas e Grupos Corais.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora muitas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade ou estado de conservação, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história de um determinado grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O segundo número é dedicado ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Arrimal, Porto de Mós), grupo exemplar que tem representado a região desde a sua fundação (1987). Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos quase 30 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho fotográfico da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Uma palavra, também, de agradecimento ao Norberto Afonso pelo design da capa.

Adélio Amaro,

Coordenador da Colecção Etnografia e Tradição

Apresentação

Corria o ano de 1987 quando Maria Albertina Pereira Paulo Matias e Maria de Fátima Sousa Amado Vazão impulsionaram um grupo de jovens e com muita garra, entusiasmo, audácia e determinação, fundaram o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros.

O desafio de organizar um agrupamento com vista à salvaguarda dos usos e costumes tradicionais das gentes do Arrimal – aldeia de cariz rural encravada na Serra dos Candeeiros, onde o Sol e o sino do campanário da Igreja eram o relógio do povo; onde as tarefas agrícolas e o ciclo litúrgico ritmavam as quadras e os tempos – constituiu desde logo um orgulho, a par de algum bairrismo, no repto a um persistente e metódico trabalho de recolha e preservação de todo o património histórico e cultural que caracteriza a comunidade arrimalana.

Abílio Sousa, Ilídio Gil, Joaquim Durão (Quim Nogueira), Maria de Jesus e Zulmira Luís, procederam então ao trabalho de recolha: desde as tradições mais singelas, aos trajes, danças, cantigas, usos e costumes desta comunidade rural. Calcorrearam e percorreram os quatro cantos desta Serra trazendo à luz do presente o passado do nosso bom povo. Em suma, colocaram a descoberto lembranças e recordações dos nossos avós e demais antepassados, abriram baús e velhas arcas de madeira já carcomidas e gastas pelo tempo, para mostrar às novas gerações a natureza etnográfica desta comunidade e as raízes culturais da gente que dá vida a estas serranias.

Com o director Abílio Sousa, este grupo iniciou, timidamente os seus primeiros passos no panorama folclórico português.

Recente ainda, participava já nos festivais mais conceituados deste nosso país.

Nesta época, os ensaios do grupo decorriam com a direção do Sr. José Saraiva (Zeca).

Ainda sob a direção de Abílio Sousa, a 11 de Dezembro de 1989, obteve a tão desejada filiação na Federação do Folclore Português.

Já filiado, e com todas as suas participações nos mais acreditados festivais de folclore de Norte a Sul do País, o grupo ganhou a coragem e o traquejo necessários para enfrentar a sua primeira saída ao estrangeiro.

À época ainda gravou a sua primeira e única cassete num estúdio em Lisboa.

Em 1994, com a viagem a Espanha, convidado a participar no Festival Internacional de Cabanillas del Campo – Guadalajara, o grupo constatou que a sua comunhão interna, vivência comum e extrema alegria, se entrelaçavam e bem sintonizavam com o comum interesse pela causa do folclore.

Com extremo rigor, saber técnico na execução das suas representações (que se tornava uma constante crescente em todas as atuações) e caldeados com enorme alegria, o grupo, jovem ainda, tímido e envergonhado apercebeu-se que, mais que um dos representantes do seu povo, era já uma família.

Sempre alvo de grandes e calorosas ovações, tanto pelas representações efetuadas, como pelo seu comportamento amistoso fora de palco, as características e laços desta família tornam-se cada vez mais notórios.

O convívio, a alegria contagiante, a comunhão e toda a intimidade deste grupo, começam a transparecer, viciando e deixando curiosos todos os que contactavam com os elementos do Luz dos Candeeiros.

Torna-se sem dúvida um grupo querido e afável que estreita laços de amizade por onde quer que passe.

Durante o ano de 1996, debaixo de um calor tórrido, marcou presença no festival de Alcorcon - Espanha. Em 1997 voltou a Espanha, mas desta feita para levar as suas tradições a PonteVedra.

Com a Professora Maria Santa Baptista na direção, e ensaios a cargo de Fernando Santos, participou nos festivais mais longínquos até então.

Em 1999, o grupo rumou a França para participar no grandioso Festival do Rouergue – um dos mais conceituados encontros folcloristas do Mundo que conta com o apoio do C.I.O.F.F.

Num grupo assustadoramente jovem, esta viagem veio por fim retirar todos os medos das distâncias e fazer desabrochar a faceta mais arrojada, até então desconhecida, por quase todos os elementos do grupo: o estar longe dos familiares durante largos períodos de tempo, à sua inteira responsabilidade. Também aqui o grupo continuou os seus retumbantes sucessos.

Entendemos que tudo isto faz parte da educação, crescimento pessoal e de grupo, contribuindo de forma inimaginável para a autoestima e responsabilização de cada um.

A primeira passagem pelo país da fraternidade foi dos momentos mais proveitosos para o grupo cimentar os seus laços de companheirismo, amizade, alegria e união assumindo por fim as suas múltiplas facetas.

Acarinhado e mimado pela população francesa, onde ainda hoje tem fortes laços de amizade, os elementos do Luz dos Candeeiros confirmaram que, para além da representação artística e etnográfica, a convivência e o modo ímpar de privar com as populações com que se cruzavam era algo que lhes era inato e impossível de evitar. Após esta viagem, ainda em 1999, Luís Carlos assume o comando dos ensaios do grupo. A fim de participar no Festival Internacional de Folclore, rumou-se então até Albacete, Espanha.

Este rancho esteve ainda presente nos festivais internacionais de Valladolid em 2000 (Espanha), Arvieu em 2001 (França), neste último revendo velhos amigos.

Marcou ainda presença em festivais de folclore no País Basco nos anos 2002 (Sestao – Bilbao) e 2003 (Amurrio – Vitória).

Em 2002 atravessou toda a Península Ibérica e sul da Europa, rumo a S. Angelo Romano, em Itália. Aqui teve a primeira experiencia com a nova moeda / o euro, assustando-se com os elevados preços dos bens essenciais.

Um ano depois, para participar na XII Trobada Internacional de Cituadela, na Ilha de Menorca, atravessou o Mediterrâneo numa viagem carregada de tal bucólico, puro e belo romantismo, que nem nos atrevemos a descrever.

Tal só é possível nas palavras de grandes escritores, de tal modo apaixonados pelas visões cálidas e serenas das águas mediterrânicas, ou, quem sabe, pelo perfume inebriante do rosmaninho e alecrim que decidiram ali morar.

Num teatro de tal modo ostentoso, que recordava uma das mais majestosas salas de ópera do século XVIII, o Luz dos Candeeiros voltou a ser sucesso.

Sem qualquer tipo de receios em viajar, no ano de 2005, embarcam num voo das linhas aéreas da SATA com destino à ilha Terceira, nos Açores.

Percorreram esta ilha de lés-a-lés, fazendo aí mostras do belo folclore e das tradições Estremenhas, com participação no COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira e uma breve passagem pela ilha de Santa Maria.

Impelidos pela alegria e orgulho de levar as tradições do Arrimal por toda a parte, um ano mais tarde, rumavam à Ilha da Madeira.

Se a viagem correu bem, a estadia foi ainda melhor. A Poncha, a Coral, toda a animação noturna, casadas com a beleza natural das ilhas e todo o espírito entusiasmante deste festival, perduram ainda hoje nas nossas recordações.

No ano de 2008, e pela primeira vez, trouxemos o folclore à noite Arrimalana com o início dos Festivais Internacionais de Folclore do Arrimal, realizados à noite, junto à Lagoa Pequena.

Em 2009, numa nova fase marcada pela tomada de posse do seu atual presidente – o jovem Ricardo Simão – e para brindar os seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros, conseguiu, finalmente, reunir as condições necessárias para editar a gravação de um CD com as suas modas recolhidas ao longo dos tempos.

Para brindar as duas décadas de existência, nada melhor e distinto, per iternum, que o lançamento de um álbum das cantigas e modas mais marcantes do seu reportório, recolhidas e executadas ao longo da caminhada até aí percorrida.

Foi uma festa à séria. Inclusivamente com sessão solene no lançamento da sua produção musical em suporte digital de nome “20 Anos de Eterna Tradição”.

Acreditamos que este é um legado para memória futura perpetuando as nossas tradições, com que os nossos filhos e netos muito terão a aprender. Este CD é um contributo para a história do povo que foi a sua origem e raiz.

Desta forma, e muito para além de gravar um mero disco comemorativo dos seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros pretendeu eternizar as memórias herdadas e deixadas por todos os que, na dureza da labuta diária do árduo trabalho do campo, souberam ainda encontrar e forjar tempos de recreio e diversão sadia. Ainda hoje, em cada representação, atividade, ou sempre que envergamos os seus trajes, procuramos perpetuar essas vivências e recordações.

Citando Camões, “A memória daqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando” – foi a eles, aos nossos antepassados, que quisemos honrar ao dedicar-lhes este trabalho discográfico. Que permaneçam imortais, tal como nós intimamente desejamos.

Nesse mesmo ano, em 2009, volta ao Grandioso Festival do Rouergue, em Rodez, na França.

Em 2011 faz a sua mais longa deslocação para integrar a Gala Internacional de Folclore de Messina e o Festival Internacional de Folclore de Caltavulturo, na Sicília, ambos com a chancela do C.I.O.F.F.. Mais uma vez o grupo faz retumbantes sucessos nas atuações onde participa.

Uma vez mais, e como tem sido sempre seu apanágio, o Luz dos Candeeiros levou bem longe as tradições arrimalanas e o nome de Porto de Mós.

No ano de 2012, comemorando o seu 25.º Aniversário, organizou os festivais de folclore onde procurou trazer amigos de longa data para em conjunto assinalarem este marco importante da sua história.

Para finalizar as comemorações juntou todos quantos tornaram possível a chegada do grupo ao quarto de século num grandioso jantar convívio com antigos e actuais componentes do Luz dos Candeeiros, bem assim como familiares e amigos.

Em modo de conclusão, procurámos fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho; o seu interior, as vivências, experiências e aventuras. Histórias e estórias do grupo e seus componentes.

Quisemos narrar o que foi e é o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros: sempre fiel às tradições e um digno representante dos seus antepassados, para além de uma escola de vida e de relações humanas.

Agradecemos a todos os que, no coração desta família entraram e deram o seu contributo auxiliando-nos a transpor mais um aniversário: a população do Arrimal, os órgãos políticos, os antigos e atuais componentes, o C.C.R.D. do Arrimal e a todos aqueles que puxaram a corda que nos içou até aqui.

O NOSSO MUITO OBRIGADO!

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 20:37
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Quinta-feira, 12 de Maio de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 09:36
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS DA RIBEIRA" DO OLIVAL (OURÉM) REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, leva a efeito no próximo dia 4 de junho o seu XXIX Festival Nacional de Folclore. Trata-se de uma das mais grandiosas jornadas de folclore do concelho de Ourém, a qual conta com 4 grupos folclóricos representativos de várias regiões do país, para além naturalmente do grupo anfitrião.

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O blogue AUREN anuncia já o programa do referido Festival de Folclore que constituirá certamente um dia animado para todos os ourienses pois é Ourém que está em festa.

OLIVAL – OURÉM

4 de Junho de 2016 (sábado)

PROGRAMA

21:00 H – Início do Festival

- Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura

- Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral - Vareira

- Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho

- Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários

- Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura

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publicado por Carlos Gomes às 23:39
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Sábado, 7 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTAM OURÉM NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 10:50
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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Por sua vez, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho desloca-se a Ourém no próximo dia 4 de Junho, para atuar na freguesia do Olival, no festival organizado Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, retribuindo a atuação do rancho ouriense no Encontro de Culturas que tem lugar em Loures. E, como é apanágio dos minhotos, trazem consigo a alegria e a vivacidade do folclore da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
SEM FOLCLORE NA SUA PROGRAMAÇÃO A RTP NÃO PRESTA SERVIÇO PÚBLICO!

Enquanto estação de televisão estatal, deve a RTP prestar serviço público. Essa prestação deve passar pela divulgação da cultura tradicional do nosso povo, nomeadamente através da emissão de um programa que dê a conhecer as suas tradições de norte a sul do país, os seus usos e costumes, como é vulgar dizer-se, o folclore. Distantes vão os tempos em que o poeta Pedro Homem de Mello apresentava na RTP um programa dedicado ao folclore…. mas isso foi no “tempo da outra senhora”!

Porque não se unem os grupos de folclore de todo o país, incluindo os grupos de cante, para numa verdadeira demonstração da sua força e representatividade, desfilarem na avenida 5 de Outubro e concentrarem-se junto às instalações da RTP, procedendo à entrega de uma petição que reclame junto daquela estação pública o lugar que é devido ao folclore na sua programação? As centenas de milhares de pessoas que participam no associativismo folclórico também são cidadãos de pleno direito que contribuem com os seus impostos para a manutenção daquela estação televisiva!

Para que queremos uma estação de televisão pública se a mesma não serve para promover a nossa cultura ou seja, não presta o serviço público que os contribuintes dela esperam?



publicado por Carlos Gomes às 22:38
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Terça-feira, 19 de Abril de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO OS MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESNTAM OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 16:26
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
MINHOTOS DANÇAM NO OLIVAL, EM OURÉM

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival, no concelho de Ourém, vai receber um grupo folclórico minhoto que transporta consigo o colorido e a alegria das gentes do Minho. Trata-se do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, sediado no concelho de Loures, e a sua vinda ao concelho de Ourém efetua-se a título de permuta, uma vez que no próximo dia 28 de maio desloca-se a Loures o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, a fim de participar no 23º Encontro de Culturas que ali se realiza.

O Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho foi fundado em 11 de Setembro de 1994 com a missão de unir as suas gentes no concelho de Loures e, de uma maneira geral em toda a região de Lisboa e preservar, salvaguardar e divulgar as suas próprias raízes culturais.

Através da sua atuação, visa ainda a promoção cultural, sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.

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As danças e cantares que exibem são alegres como as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco, vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e de lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, belas e graciosas nos seus trajes garridos, mostram os bordados que constituem obras primorosas das suas delicadas mãos, revelando o seu tanto artístico. Exibem com garbo os seus colares de contas e a reluzentes arrecadas de filigrana que constituem obra-prima da ourivesaria minhota, de ancestral tradição.

Cantam ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido nos começos do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Em jeito de divisa, este grupo folclórico lembra: O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival recebe no seu festival o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, grupo minhoto sediado em Loures a quem cabe a organização do Encontro de Culturas

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho.

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Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 09:27
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Sábado, 2 de Abril de 2016
A SESTA É UMA FESTA... AMANHÃ, EM OURÉM!



publicado por Carlos Gomes às 12:22
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
A SESTA É UMA FESTA... NO OLIVAL!



publicado por Carlos Gomes às 14:54
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Domingo, 27 de Março de 2016
OUREENSES FAZEM DA SESTA UMA FESTA!



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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Sexta-feira, 25 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "MOLEIROS DA RIBEIRA" DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Quinta-feira, 24 de Março de 2016
MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL (OURÉM) REALIZA FESTA DA SESTA



publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Terça-feira, 22 de Março de 2016
FOLCLORE JÁ CHEGOU ÀS PRATELEIRAS DOS SUPERMERCADOS

Desde há algum tempo que, ao fazerem as suas compras nos supermercados das grandes superfícies comerciais, os clientes são contemplados com a atuação de grupos folclóricos e etnográficos das mais diversas regiões do país.

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Os estrategas de marketing viram na atuação de grupos folclóricos uma forma de atração do público consumidor e simultaneamente de promoção de produtos regionais mais caraterísticos como sucede com a doçaria, enchidos e queijos tradicionais.

E muitos grupos não se fizeram rogados, passando a exibir-se nos hipermercados, percorrendo os longos corredores de prateleiras apinhados de chouriços, detergentes e outros produtos recomendáveis para a higiene pessoal, fazendo destes locais um palco privilegiado para a sua atuação.

A crise económica agravou certamente a dificuldade com que se debatem alguns grupos folclóricos e, à semelhança do que noutros tempos faziam os ceguinhos, passaram a atuar nos supermercados, seguramente a troco de uma refeição ou de um pacote de esparquete, pois é sabido que os gerentes destes estabelecimentos não são muito reconhecidos pela sua generosidade.

Não podendo dizer-se que se trata de uma situação muito dignificante para o folclore, esperemos ao menos que ninguém se lembre de bordar a publicidade nos trajes e vir depois garantir que era tal e qual como no tempo dos nossos avós!

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

Fotos: http://padeirinhadevalongo.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 23:52
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

A XIV Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português realiza-se este ano no próximo dia 24 de abril.

A Federação do Folclore Português está a organizar, uma vez mais a Peregrinação Nacional a Fátima dos Grupos de Folclore, onde estão desde já convidados para estarem presentes.

A Federação do Folclore Português disponibiliza o Programa, Regulamento e Ficha de Inscrição para a XIV Peregrinação Nacional a Fátima.

A data Limite de inscrição é dia 15 de Abril de 2016 para secretaria@ffp.pt

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Sábado, 19 de Março de 2016
FREIXIANDA REALIZA “JULGAMENTO DO BACALHAU”

A Associação do Rancho Folclórico Lírios do Nabão, de São Jorge – Freixianda, do Concelho de Ourém, vai no próximo dia 3 de abril, às 16 horas, cumprir uma das mais apreciadas tradições das gentes de Ourém: o Julgamento do Bacalhau!

Esta antiga tradição do concelho de Ourém, característica desta altura do ano, é um dos maiores e mais apreciados eventos culturais das gentes da Freixianda e do concelho de Ourém em geral. Há alguns anos que não era realizada mais eis que regressa com a sua maior pujança, graças à iniciativa do Rancho Folclórico Lírios do Nabão.

Esta tradição vai ser apresentada no Domingo de Pascoela, na sede desta Associação, contando com a participação de um grande número de elementos do seu Rancho Folclórico e aberta à população em geral.

A entrada é gratuita e, como não podia deixar de acontecer, haverá Bacalhau Assado, azeite e alho para temperar!



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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