Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Domingo, 29 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “OS MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL REPRESENTAM COM DIGNIDADE O CONCELHO DE OURÉM E A REGIÃO DA ALTA ESTREMADURA NO FOLKLOURES’16

Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho possui projeto inovador: Encontro de Culturas “Verde Minho” deverá no próximo ano apresentar um novo formato sob a denominação oficial FolkLoures’17.

Terminou há instantes o FolkLoures’16 sob o ribombar do fogo-de-artifício que iluminou por breves minutos os céus da cidade de Loures com o seu colorido. Tendo como cenário a magnífica réplica da fachada das ruínas da igreja de S. Paulo, em Macau, vários grupos folclóricos representativos das tradições mais genuínas de diversas regiões do país exibiram no palco as suas danças e cantares tradicionais.

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Por diversas vezes, S. Pedro abriu as portas do céu para, em jeito de bênção, borrifar os ranchos em atuação com água da chuva mas nenhum desistiu da sua atuação e, com a maior dignidade, presentearam o público com a sua atuação, com redobrado esforço no cantar e maior cuidado no dançar. E o público não lhes regateou os aplausos e em todos os presentes e organizadores ficou um sentimento de gratidão. Após 23 edições do Encontro de Culturas “Verde Minho”, as sementes do FolkLoures estão lançadas!

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Subiram ao palco o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Antes, porém, teve lugar a cerimónia de entrega de lembranças que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loures a que se seguiu o desfile etnográfico pelas artérias da cidade.

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Pela importância de que se reveste, registamos as palavras proferidas pelo sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, na sessão solene que teve lugar na Câmara Municipal de Loures:

“Em primeiro lugar, quero endereçar em nome do Rancho Folclórico Verde Minho e em meu próprio nome, a V.Exªs e a todos os presentes, as minhas mais cordiais saudações.

O Rancho Folclórico Verde Minho realiza hoje a 23ª edição do Encontro de Culturas que, a partir deste ano, passa simultaneamente a designar-se por FolkLoures.

Não se trata de uma mera operação publicitária mas da transformação dialética de um projeto que vem amadurecendo ao longo de duas décadas: o tempo percorrido impõe uma nova qualidade!

Esta iniciativa consiste na renovação de um projeto que, mantendo o objetivo de promover o Encontro de Culturas, passa a adquirir um carácter mais inclusivo a pensar nomeadamente nas comunidades que constituem atualmente o mosaico social do concelho de Loures.

Por outro lado, procura-se através deste evento projetar o concelho de Loures a nível nacional e até internacional como um palco privilegiado do folclore e das culturas tradicionais, contribuindo para a paz e amizade entre os povos.

Porém, para que se consiga realizar tal desiderato, o Rancho Folclórico Verde Minho espera poder vir a contar com a parceria da Câmara Municipal de Loures – mais do que o apoio que a autarquia jamais regateou a esta iniciativa, lançamos o repto para que, como parceiros neste ambicioso projeto, façamos de Loures uma referência internacional do folclore e da cultura tradicional. E, para começar, o Rancho Folclórico Verde Minho aceita integrar este evento nas Festas do Concelho de Loures!

Quero também deixar uma palavra de grande apreço aos presidentes das Juntas de Freguesia aqui presentes, ao representante da Federação do Folclore Português e…

A todos, o meu muito obrigado pela vossa presença e as manifestações de apreço que sempre nos têm dirigido.

- Muito obrigado!”

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No próximo dia 4 de Junho, será a vez do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho trazer a Ourém a alegria, vivacidade e colorido do folclore das gentes do Minho, participando no festival organizado pelo Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival. Esta festa tem início às 21 horas e contará ainda com a participação do Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral – Vareira; Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários e do Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura, além naturalmente do anfitrião, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura.

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publicado por Carlos Gomes às 02:28
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Sábado, 28 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, OLIVAL VÃO HOJE A LOURES REPRESENTAR AS TRADIÇÕES DE OURÉM E DA ALTA ESTREMADURA



publicado por Carlos Gomes às 00:57
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, ATUA AMANHÃ EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no FolkLoures'16 e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai amanhã representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DO OLIVAL, LEVAM A LOURES O FOLCLORE DE OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2016
REVISTA “FOLKLOURES” DIVULGA RANCHO DO OLIVAL

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” do Olival – Ourém possui destaque de página inteira na revista “FolkLoures”, uma publicação que se destina à divulgação de todos os grupos e entidades participantes no Encontro de Culturas “Verde Minho” que, a partir deste ano, passou a usar a marca “FolkLoures”. O artigo inclui ainda duas imagens do Rancho Folclórico que, no próximo dia 28 de Maio, vai representar Ourém e a região da Alta Estremadura naquele evento que se realiza no concelho de Loures.

A revista que iniciou a sua publicação o ano passado, é editada pelo Rancho Folclórico Danças e Cantares “Verde Minho”, o grupo anfitrião do FolkLoures.

Para além da apresentação dos diversos grupos folclóricos, a revista reproduz na capa uma pintura Alfredo de Morais retratando a Festa de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, insere abundante publicidade dos seus patrocinadores e publica como nota de abertura um artigo da autoria do Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr Bernardino Soares, para além de outras entidades ligadas ao folclore e ao associativismo popular.

Esta iniciativa constitui um bom exemplo daquilo que poderia ser feito no concelho de Ourém em prol da divulgação da sua cultura tradicional, assim consigam as autarquias locais, os grupos folclóricos e outras entidades conjugar esforços para a sua afirmação.



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Sábado, 7 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTAM OURÉM NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 10:50
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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Por sua vez, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho desloca-se a Ourém no próximo dia 4 de Junho, para atuar na freguesia do Olival, no festival organizado Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, retribuindo a atuação do rancho ouriense no Encontro de Culturas que tem lugar em Loures. E, como é apanágio dos minhotos, trazem consigo a alegria e a vivacidade do folclore da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Terça-feira, 19 de Abril de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO OS MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESNTAM OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 16:26
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
MINHOTOS DANÇAM NO OLIVAL, EM OURÉM

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival, no concelho de Ourém, vai receber um grupo folclórico minhoto que transporta consigo o colorido e a alegria das gentes do Minho. Trata-se do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, sediado no concelho de Loures, e a sua vinda ao concelho de Ourém efetua-se a título de permuta, uma vez que no próximo dia 28 de maio desloca-se a Loures o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, a fim de participar no 23º Encontro de Culturas que ali se realiza.

O Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho foi fundado em 11 de Setembro de 1994 com a missão de unir as suas gentes no concelho de Loures e, de uma maneira geral em toda a região de Lisboa e preservar, salvaguardar e divulgar as suas próprias raízes culturais.

Através da sua atuação, visa ainda a promoção cultural, sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.

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As danças e cantares que exibem são alegres como as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco, vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e de lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, belas e graciosas nos seus trajes garridos, mostram os bordados que constituem obras primorosas das suas delicadas mãos, revelando o seu tanto artístico. Exibem com garbo os seus colares de contas e a reluzentes arrecadas de filigrana que constituem obra-prima da ourivesaria minhota, de ancestral tradição.

Cantam ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido nos começos do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Em jeito de divisa, este grupo folclórico lembra: O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival recebe no seu festival o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, grupo minhoto sediado em Loures a quem cabe a organização do Encontro de Culturas

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho.

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Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 09:27
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Sexta-feira, 25 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "MOLEIROS DA RIBEIRA" DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Sexta-feira, 18 de Março de 2016
FOLKLOURES É A NOVA MARCA DO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO EM LOURES

O Encontro de Culturas Verde Minho que anualmente tem lugar em Loures passa a designar-se FolkLoures. Trata-se de uma nova imagem de marca criada pelo organizador do evento – o Rancho Folclórico Danças e Cantares Verde Minho – seguindo uma estratégia de renovação e de promoção desta iniciativa que é já considerada a maior do género do concelho de Loures. Assim, o 23º Encontro de Culturas, designação que se mantém, passará a ser identificado como FolkLoures’16.

Esta iniciativa tem lugar no próximo dia 28 de Maio, tendo como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures.

Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Segunda-feira, 14 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Domingo, 13 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



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Domingo, 6 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 00:39
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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, LEVAM A LOURES FOLCLORE DE OURÉM



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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

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Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

Fotos do Verde Minho 023-2



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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

Fotos do Verde Minho 023-2



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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
RANCHO MOLEIROS DA RIBEIRA (OLIVAL) DANÇA EM LOURES NO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO

Oureenses que vivem na região de Lisboa deverão apoiar a participação do seu rancho folclórico

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

Fotos do Verde Minho 023-2

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Salão Nobre do Município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 13:11
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Sábado, 3 de Setembro de 2011
Os círios na tradição portuguesa

círio

De foice em punho, a deusa romana Ceres procede à colheita dos cereais enquanto o lavrador abastece o celeiro. No mês de Agosto, o mês das colheitas mas também das alegres romarias, é preciso sachar e regar o milho e arrancar-lhe os pondões para os dar de alimento ao gado bovino. Mas também é tempo de cumprir promessar e partir em romaria ao S. João d'Arga ou à Senhora das Neves, em Caminha ou à Senhora da Peneda que fica na Gavieira, nos confins de Arcos de Valdevez; à Senhora do Pranto em Vila de Rei, à Senhora da Piedade em Montalegre ou a São João do Deserto em Aljustrel. Por esta ocasião, Viana do Castelo enche-se de moças que envergam os lindos trajes garridos das lavradeiras ou os elegantes fatos de mordomas para receber os visitantes que não dispensam os festejos em honra da Senhora da Agonia.

Costume antiquíssimo que também tinha lugar durante o mês de Agosto e que quase desapareceu, em grande medida em consequência de fanatismos políticos que tiveram o seu tempo, consistia na organização dos círios à Senhora do Cabo que se encontra num templo situado no Cabo Espichel, à Senhora da Nazaré e à Senhora da Atalaia, sempre muito concorridos de gente nomeadamente das localidades ao redor de Lisboa. O círio à Senhora do Cabo que se realizava desde 1430 era organizado por uma confraria que chegou a reunir trinta paróquias, incumbindo a cada uma delas organizar anualmente o respectivo círio. Há alguns anos atrás, coube tal incumbência à paróquia de Rio de Mouro que a realizou após cinquenta anos em relação à última que levou a efeito em virtude do círio não ter sido organizado após o 25 de Abril de 1974. Aliás, devido ao clima anti-religioso vivido durante a vigência da Primeira República que levou inclusive a uma tentativa de destruição verificada na igreja de Carnaxide onde a imagem se guardava, também este círio não se realizou desde 1911 até 1926, ano em que foi instaurada a ditadura militar.

Levando consigo a imagem da Senhora do cabo e o respectivo pendão, o povo de Lisboa e de numerosas paróquias dos actuais concelhos de Oeiras, Sintra, Amadora, Cascais e Loures lá ía em cortejo processional de barco, atravessando o rio Tejo até à outra banda.

Desembarcavam em Porto Brandão e de lá seguiam até ao santuário do Cabo Espichel onde se lhes ajuntava muita gente da margem sul.

A tradição dos círios começou aparentemente entre nós como simples peregrinações organizadas por grupos de romeiros que de uma determinada localidade se deslocavam a um santuário, transportando consigo um círio que depunham no altar do santo da sua devoção. Um costume aliás que se origina dos cultos praticados às divindades locais durante a era pré-cristã e que certamente se encontra na génese das actuais romarias e festas que o nosso povo realiza aos santos padroeiros das suas localidades e ainda àqueles que habitam em pequenas ermidas às quais o povo sempre acorre em alegre peregrinação. É ainda relativo a tais tradições que se conserva o hábito de acender velas nos altares dos santos, embora as mesmas sejam em geral apenas acesas no local ou durante as cerimónias religiosas, costume este que também se encontra ameaçado como as novas técnicas de "velas electrónicas" cada vez mais empregue nos templos.

É aos etruscos geralmente atribuída a invenção das velas ou círios, devendo-se tal facto estar associado aos seus cultos funerários e outros rituais religiosos que marcaram a sua civilização. Também na Roma antiga eram muito utilizados em cerimónias pagãs. Os gregos usavam para o efeito pequenas candeias de azeite, costume aliás ainda praticado entre nós.

Contudo, os círios já eram conhecidos desde os povos da antiguidade que utilizavam para o efeito tochas formadas por paus de madeira resinosa para se alumiarem e prestarem os seus cultos. A designação de círios para identificar as romarias que se realizavam à Senhora da Nazaré, à Senhora da Atalaia e à Senhora do Cabo Espichel apenas se justifica por transportarem consigo o respectivo círio que, tal como os povos da antiguidade, íam depositar aos pés da santa como sinal de devoção. Os círios constituem uma das tradições que melhor caracterizam a identidade religiosa e cultural do povo português, razão pela qual se deveria desenvolver um esforço com vista à recuperação da sua grandeza de outros tempos. 

GOMES, Carlos. Os círios na tradição portuguesa. http://www.folclore-online.com

Foto: Círio de Nossa Senhora da Atalaia, no Montijo. Arquivo Fotográfico da C.M.L.

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011
As mentiras da Wikipédia: Manet era mulher, chamava-se Maria Ermelinda Silva e nasceu em Bucelas…

Como é do conhecimento geral, a Wikipédia é uma enciclopédia on-line cujos conteúdos resultam dos contributos que recebe por parte dos seus leitores, não existindo propriamente uma entidade editora que credibilize a informação ali disponibilizada e responsabilize por ela. Não obstante, vulgarizou-se a prática da sua consulta sobretudo por parte de alunos do ensino básico e secundário para a elaboração de trabalhos escolares.

Sem pretender questionar o interesse deste projecto na divulgação do conhecimento, importa no entanto utilizá-la com um sentido muito crítico, não sendo de todo recomendável como fonte de informação para a elaboração de trabalhos académicos ou de natureza científica. Senão vejamos: quem aceder ao artigo acerca da Tapada das Necessidades que constituem o magnífico jardim do Palácio das Necessidades onde actualmente se encontra instalado o Ministério dos Negócios Estrangeiros, através do endereço http://pt.wikipedia.org/wiki/Tapada_das_necessidades, ficará decerto surpreendido ao ler que Manet era mulher, chamava-se Maria Ermelinda Silva e nasceu em Bucelas…

DOUARD~1

Transcrevemos seguidamente o artigo que vem publicado na Wikipédia:

Manet e os Piqueniques na Tapada

Édouard Manet, pintor de génio, deixou nas suas Memórias a confissão de que a sua obra-prima Le déjeuner sur l'herbe deve tudo, ou quase tudo, a uma sua curta estadia no Palácio das Necessidades, em 1859, por motivos que o pintor deixa por esclarecer. Estudiosos da obra do mestre aventuram interpretações de alguns sinais através dos quais Manet quis passar uma mensagem críptica. Segundo Jean-Jacques Dupond, da escola dita de Denhaut, o artista ensaiou uma declaração política de aproximação ao bonapartismo (reinava em França Napoleão III), sobretudo através do jogo de cores figura feminina/roupa caída; segundo Jean-Michel Dupont, este da escola Denbat, há antes um código que conduz a conclusões surpreendentes sobre a origem do planeta Terra e sobre a verdadeira descendência de Jean-Pierre Dupons, alguém que Manet não conhecia, e que, curiosamente, não aparece representado no quadro.

Em Portugal, tem sido Serafim Valadares Meireles, o homem que demonstrou cabalmente que Alexander Fleming (Sebastião Silva Saraiva), o descobridor da cura para o sarampo, era português, a seguir a interessante pista que leva a questionar a identidade da mulher nua no primeiro plano da obra. Identificada por alguns como sendo a encarnação do Desejo, do Amor platónico ou da Liberdade, vem agora Valadares Meireles dizer que a figura feminina representa o próprio Manet, aliás Maria Ermelinda da Silva, que, para fugir à pobreza da sua Bucelas natal, emigrou para França, aí tendo assumido a identidade e a profissão de pintor, com o êxito que se conhece.



publicado por Carlos Gomes às 20:13
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