Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sábado, 9 de Janeiro de 2016
OURÉM DÁ A CONHECER O LEGADO PORTUGUÊS NA MALÁSIA

Workshop "Conhecer o legado português na Malásia" 

23 e 30 de janeiro e 06 e 13 de fevereiro

Das 15h00 às 17h00

Na Casa do Administrador – Museu Municipal de Ourém

Temas que serão abordados: religião; língua; gastronomia e festividades.

Material de suporte: Videos, Fotografias, testemunho directo e projecções.

Situada no sudoeste asiático, a população da Malásia é constituída por malaicos, indinos, chineses e euroasiáticos. Venha descobrir quem são estes últimos, o que fazem e o que sentem em relação a Portugal.

Público-alvo: adultos

Máx: 20 / Min: 10

Custo de inscrição e participação: 15,00€

Inscrições obrigatórias:

Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 17:56
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Domingo, 16 de Fevereiro de 2014
PORTUGUESES DE MALACA DANÇAM FOLCLORE PORTUGUÊS

À semelhança do que se verifica nomeadamente em Goa e na Tailândia, existe em Malaca uma comunidade que resulta do cruzamento de povos e culturas promovido pela expansão marítima dos portugueses nas longínquas paragens da Ásia. São eles os “portugueses de Malaca”, descendentes dos navegadores portugueses e da sua miscigenação com malaios, goeses e chineses.

Orgulhosos das suas origens, os portugueses de Malaca procuram preservar a sua identidade, reproduzindo como podem a língua e as tradições portuguesas. Eles celebram as festas tradicionais portuguesas, preservam a religião, conservam hábitos alimentares. E, sempre que uma oportunidade se lhes apresenta, nomeadamente quando o Navio-Escola Sagres aporta num porto próximo, exibindo ufano as suas velas com a Cruz de Cristo, apressam-se por visitá-lo e rodear os nossos marinheiros com o seu carinho, revelando um patriotismo a todos os títulos surpreendente, sobretudo se tivermos em consideração que a sua esmagadora maioria jamais visitou a pátria dos seus antepassados ao longo de cinco séculos.

Não esperem, pois, os puristas do folclore encontrar aqui uma autenticidade que por vezes não existe sequer nos grupos folclóricos constituídos nas próprias regiões de origem. Registe-se, tão simplesmente, o apego que, gentes de origem portuguesa, tão distantes no espaço e no tempo, conservam pelas nossas raízes culturais, constituindo por si mesmo um exemplo para os que nunca tiveram a desdita de emigrar.



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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