Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Terça-feira, 26 de Julho de 2016
GARRETT MCNAMARA DÁ AULAS DE SURF NA NAZARÉ

Aulas de surf para “todos” de norte a sul do país

2ª edição Buondi Surf Sessions com Garrett McNamara e SURFaddict

29 julho | 15h30 | Praia da Vila, Nazaré

Depois do enorme sucesso da 1ª edição do projeto Buondi Surf Sessions,Buondi volta a oferecer aulas de surf com a participação de Garrett McNamara, de norte a sul do país. Este ano, a 2ª edição do projeto Buondi Surf Sessions vai ainda mais longe com a parceria com a SURFaddict(Associação Portuguesa de Surf Adaptado), que vai permitir às pessoas com mobilidade reduzida experimentar esta modalidade.

Entre 26 de julho e 7 de agosto, o Buondi Surf Sessions vai percorrer 8 praias do país – de Matosinhos ao Algarve – oferecendo aulas à população e a várias instituições.

Próxima Buondi Surf Session:

29 julho – Praia da Vila, Nazaré

Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:

15:30 – Crianças e jovens da CERCINA e da Associação de Bem Estar Social e Recreativo de Alpedriz

16:30 – Aberta à população



publicado por Carlos Gomes às 18:33
link do post | favorito
|

Quarta-feira, 20 de Julho de 2016
CAFÉS “BUONDI” OFERECEM AULAS DE SURF PARA “TODOS” DE NORTE A SUL DO PAÍS

2ª edição Buondi Surf Sessions com Garrett McNamara e SURFaddict

Depois do enorme sucesso da 1ª edição do projeto Buondi Surf Sessions, Buondi volta a oferecer aulas de surf, de norte a sul do país, a quem nunca ousou ou teve oportunidade de experimentar ou até mesmo a quem quer experimentar pela segunda vez.

logo_surf sessions2nd (1).png

Começou com um projeto-piloto, em 2015, e este ano a 2ª edição do projeto Buondi Surf Sessions vai ainda mais longe com a parceria com a SURFaddict (Associação Portuguesa de Surf Adaptado), que vai permitir às pessoas com mobilidade reduzida experimentar esta modalidade. “A SURFaddict pretende criar um movimento que permita às pessoas com deficiência desfrutarem do mar, proporcionando-lhes maior bem-estar físico e mental, bem como atenuar a barreira de exclusão. Ficamos muito satisfeitos com esta parceria e com o apoio da Buondi, é muito bom saber que as marcas portuguesas apoiam esta causa e nos permitem chegar mais longe e a mais pessoas” refere Nuno Vitorino, Presidente SURFaddict.

Além de proporcionar uma experiência intensa, o projeto Buondi Surf Sessions visa também divulgar o surf, desporto que tem vindo a angariar cada vez mais fãs. Com este intuito, o projeto, que conta com a participação de Garrett McNamara e apoio da SURFaddict, assenta na oferta de aulas à população em geral mas também a crianças e jovens institucionalizados e/ou com necessidades especiais.

Entre 26 de julho e 7 de agosto, o Buondi Surf Sessions vai percorrer oito praias do país – de Matosinhos ao Alentejo – oferecendo aulas à população e a várias instituições.

Estas aulas contarão com um professor muito especial: Garrett McNamara, cara da marca portuguesa de cafés torrados promotora da iniciativa. A lenda mundial de surf reconhece a enorme satisfação que este projeto lhe traz pela segunda vez: “Sempre quis criar um projeto deste género, que me permitisse levar a experiência do surf a quem nunca teve essa oportunidade, em especial às crianças. Fiquei muito feliz pela oportunidade que Buondi me deu no ano passado e por poder repeti-la este ano. Espero que este projeto se mantenha por muitos mais anos”.

Para Teresa Roseta, Responsável de Marketing da área de Cafés e Bebidas da Nestlé, esta iniciativa “vem na continuidade daquele que tem sido desde sempre o posicionamento da marca, que está ao lado do surf há mais de 25 anos”, acrescentando que “depois do sucesso da 1ª edição das Buondi Surf Sessions, não poderíamos deixar de dar continuidade a este projeto que proporciona mais uma experiência única e intensa a muitas pessoas, convidando-as a expressarem-se intensamente, encorajando-as a viverem também de forma intensa e apaixonada.”

Sempre presente nos momentos de partilha e convívio dos portugueses, em particular nas praias e esplanadas, Buondi está no território do surf desde 1989 - data do primeiro campeonato mundial de surf realizado em Portugal, o “Buondi Instinct Pro”.

AGENDA BUONDI SURF SESSIONS 2016

26 julho – Praia de Carcavelos, Lisboa

Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:

10:30 – Crianças e jovens da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

11:30 – Aberta à população

27 julho – Praia Troia - Bico das Lulas Setúbal

Aulas de Paddle Surf com Garrett McNamara:

10:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

11:30 – Aberta à população

29 julho – Praia da Vila, Nazaré

Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:

15:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

16:30 – Aberta à população

2 agosto – Praia de Matosinhos, Porto

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

11:00 – Aberta à população

3 agosto – Praia do Cabedelo, Figueira da Foz

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

10:30 – Aberta à população

4 agosto – Praia da Foz do Lizandro, Ericeira

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

10:30 – Aberta à população

5 agosto – Praia Grande, Sintra

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

10:30 – Aberta à população

6 agosto – Praia de São João, Costa da Caparica

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

11:00 – Aberta à população

7 agosto – Praia do Amado, Alentejo

Aulas de Surf com Garrett McNamara:

10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social

11:00 – Aberta à população

Pode consultar a agenda em: https://www.facebook.com/BuondiCaffe



publicado por Carlos Gomes às 19:26
link do post | favorito
|

Terça-feira, 22 de Setembro de 2015
JOÃO BAPTISTA-LOPES: UM OUREENSE QUE É O POETA DO FADO

A Folheto Edições leva a efeito a apresentação do livro “A Sebenta dos meus Versos” de JOÃO BAPTISTA-LOPES, que terá lugar no Restaurante Maria do Mar, Nazaré, no dia 25 de Setembro de 2015 (sexta-feira), pelas 19 horas, entrada livre. Pelas 21 horas, no mesmo local, haverá Jantar com Fado (necessário fazer reserva para o telfs.: 919 444 711 / 262 553 976), com os fadistas Lúcia Mourinho, Isabel Gil, João Baptista-Lopes, Marina Mar e Júlio, acompanhados por José Bacalhau (Guitarra Portuguesa) e António Queiroz (Viola de Fado).

João Baptista-Lopes nasceu e viveu os primeiros anos da sua vida em Ourém (Vila Nova de Ourém), onde fez o primeiro ano do Liceu, continuando, depois, na Nazaré (um dos alunos do 1.º ou 2.º ano de existência do Colégio D. Fuas Roupinho).

Partiu para Lisboa e regressou à Nazaré, onde passou os últimos anos da adolescência.

De regresso a Lisboa, ali fez parte da sua vida.

Entretanto, como a maior parte da sua geração, prestou serviço militar na Guiné, durante 28 meses.

Embora profissionalmente ligado aos têxteis e moda, foi sempre dando vida ao seu passatempo – o Fado. Em Lisboa cantou ao lado de grandes nomes do Fado, nomeadamente Alfredo Marceneiro, com quem manteve uma estreita relação de amizade. (Em 1973, a convite da etiqueta «Alvorada», gravou um disco 45 rpm, com poemas de Mário Cláudio e João Barge). Mais tarde (já a viver na Suíça) editou um CD com 12 temas de sua autoria.

Aos 41 anos, por estar ligado ao Trading, recebeu um convite para ir trabalhar para a Suíça, onde ficou até hoje.

Em Portugal, na Guiné e mais intensamente na Suíça, participou em actividades culturais, sobretudo, relacionadas com Portugal.

Já na Suíça, foi sendo solicitado para fazer traduções F/P e P/F. Após a sua passagem à reforma, dedicou-se mais assiduamente a esta actividade, quer oral, quer escrita e tornou-se tradutor oficial para o Cantão de Neuchâtel, em particular, mas actuando também em toda a Suíça de Língua oficial Francesa.

Contudo, sem a mesma assiduidade de agora, foi escrevendo, aqui e ali, alguns versos.

Só após a reforma, é que se dedicou mais seriamente ao exercício da rima na sua escrita, tendo editado em 2013 um caderno sobre a sua vila de nascimento (hoje cidade), com o título "Ourém a preto e branco / Anos 50 em sextilhas".

Com este gosto pela escrita, tem colaborado assiduamente no jornal "Gazeta Lusófona".

z

Depoimentos

Atentos ao código tradicional da nossa lírica, e da letragem fadista, os versos de João Baptista-Lopes, reunidos neste caderno a que com ironia o autor chamou “sebenta”, ascendem a respiração muito acima do sentimento comum.

Refiro-me a um conjunto de convites maiores, aqui contidos, do qual decorre um luminoso acerto com a procissão dos dias. Confronta-nos assim o poeta, e só para aduzir uns quantos exemplos, com a inventiva rebelde, a tenacidade sem crispação, e a saudável troça dos desacertos do mundo. A mais do que isto, não excluindo do seu quadro emocional a beleza do tom menor, Baptista-Lopes oferece-nos o testemunho de uma antiga valentia à portuguesa, a que persiste em “deitar as mágoas ao mar, p’ra que a miragem se acabe.”

Mário Cláudio

“A poesia de J.B.L. é uma escrita, singela, fluente encontrando-se carregada de experiências vividas no seio do fado e sobretudo na ausência da Terra Natal. Assim, o seu lado mais romântico talvez se encontre em “Aquele olhar de incerteza no jeito de quem despreza os gestos vindos de mim”... Depois na vertente saudosista, as suas palavras traduzem com perfeição o sentimento tão Português de quem está longe da Pátria – a saudade, sobretudo nestes versos:

Faz-me falta ouvir o mar... faz-me falta Portugal.”

Humberto Sotto Mayor

“O João teve sempre o entendimento da música que resulta dos versos, seja uma sextilha dum fado vadio, seja uma quadra a uns olhos negros pesarosos... Essa música brota dos seus poemas, como água límpida que vai da fonte para o mar!”

António L. Leal de Oliveira

“Demonstrar toda a sensibilidade através da eloquência da rima e das palavras, é poesia. O João é um poeta no verdadeiro sentido da palavra. A poesia não está ao alcance de todos, mas apenas daqueles que sentem de uma forma diferente o dia-a-dia e o sentimento pelas diversas formas que a vida nos dá a conhecer. A poesia tem momentos que eleva a inspiração fugaz em palavras que moldam uma quadra, um pensamento, verdadeiramente intensos e profundos. E, assim, o resultado pode ser deslumbrante quando o sentido é cristalino e transmite a verdadeira natureza do homem, do poeta. O João é um iluminado pelo mundo das palavras e dos sentimentos, através da sua poesia.”

A Sá

“UM POETA DO FADO

A poesia de João Baptista Lopes é a poesia do Fado.

Mesmo quando as suas poesias não são cantáveis, a cadência dos seus versos, a sua musicalidade, faz-nos ouvir uma música, o som das guitarras e as vozes ora de um fadista ora de uma cantadeira.

Mas não é só a musicalidade do Fado: é também a temática. O amor (“Se me tivesses amado/como o amor deve ser/eu teria dito ao fado/ que não me viesse ver…”), o desejo (“A minha última rima/será refresco de lima/em noite de verão escaldante,/Será, quem sabe, um desejo,/será lembrança de um beijo/porque não corpo de amante”, a saudade, (“se tiveres saudades minhas/manda-as num pombo correio…”) o mar (“Faz-me falta ouvir o mar/nesse surdo ribombar/quando se encontra co’a areia/Como um beijo que magoa/melodia que ressoa/em noite de maré cheia…”).

O João Baptista Lopes é, visceralmente, um homem do Fado e a sua poesia reflecte esse seu ser fadista que conheço há trinta e seis anos. Um grande poeta do Fado, da nossa alma portuguesa que é única e muito nossa.”

João Mattos e Silva

“É-me tão difícil dizer o que é o FADO.

Mas uma coisa é certa...

Ele acontece, a cada vez que o teu coração te permite esculpir com palavras, verdadeiras obras-primas cantáveis. Sabes? Sou feliz a fazer FADO e a cantar os teus versos. Estes são meus e para ti:

Seja em prosa, seja em verso

Ou noutra escrita em que tropeço

Escuta o que diz meu coração

Sei que ele é meio sem jeito

Mas vai dizendo a preceito

Que gosta de tiii, João!

 Que a nossa amizade se eternize,

tanto quanto a musicalidade da tua poesia!”

Lúcia Mourinho

“João Baptista-Lopes. Para quem ainda não conhece, um nome a reter. Porquê, passo a explicar: Oureense de nascimento, a sua identidade mental e espiritual cresceu e consolidou-se na trilogia Ourém-Nazaré-

-Lisboa, culminando no homem apaixonado pelas pessoas, pela poesia e pelo fado. A sua escrita nasce e flui nos seus poemas de quadras, sextilhas e outras formas, com a mestria de quem conta uma história como se de uma colorida aguarela se tratasse, envolvida nas melodias de um fado. É um prazer ouvi-lo e lê-lo. Por seu amigo, sou suspeito, mas o convite está feito!”

Luís Silva Rosa

“Descrever o conteúdo da poesia do meu querido amigo João Baptista Lopes, é a firme constatação de alguém que vive longe do seu País e que, amargamente, se revê na saudade de uma Pátria onde não se revê, num amor que tenta não esquecer, num fado que canta com letra que só ele fez, na amargura de não poder estar onde nunca quis!

E ele soube, sabiamente dizer que, “fado, verso e poesia, acontece não se cria”!”

Francisco Pessoa

“Quando a vida nos dá o prazer de conhecer alguém que nos marca pela positiva, tanto pela simpatia como pela voz ou ainda pela poesia carregada de sentimentos, isso é gratificante!!!! Ao saber tanto da minha linda Nazaré, para mim foi uma agradável surpresa.

Partilhar comigo vivências do antigamente, enriqueceu a minha vida.

Alegra-me a Alma quando eu preciso. Um seu poema é o meu remédio. É um privilégio tê-lo como meu Amigo.”

Marina Freire

“Estamos perante poemas fruto de uma sensibilidade bem portuguesa, em que a saudade, o mar, o amor, o desengano se materializam naquela tão expressiva maneira de sentir que é o Fado. Poemas feitos com experiente saber e noção do valor das palavras.

É a alma portuguesa que se exprime nestes poemas e que a recolha num livro não podemos deixar de saudar.”

Paula Barge



publicado por Carlos Gomes às 15:08
link do post | favorito
|

Sábado, 22 de Agosto de 2015
GOVERNO PROÍBE PESCA DA SARDINHA EM PENICHE E NAZARÉ

Tratado de Lisboa entregou a Bruxelas a gestão dos recursos marinhos da ZEE Portuguesa

A partir deste momento e até ao final do ano, os pescadores e armadores de Peniche e Sesimbra estão proibidos de pescar sardinha na costa portuguesa. Mais de três centenas de pescadores e 20 empresas do sector têm o futuro em risco. Em causa está o Plano de Acção da Pesca da Sardinha que fixa a quota limite de captura, de acordo com as diretivas da União Europeia.

1278500_584453134951093_173487309_n

Esta medida não irá afetar a indústria conserveira nacional uma vez que esta tem é abastecida sobretudo por empresas pesqueiras de Espanha, França e Marrocos que não conhecem as mesmas limitações.

Recorde-se a propósito que o Tratado de Lisboa transferiu para Bruxelas a gestão dos recursos marinhos da Zona Económica Exclusiva de Portugal.

Fotos: Luís Eiras / http://esposendealtruista.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 12:52
link do post | favorito
|

Quarta-feira, 28 de Maio de 2014
NAZARÉ ORGANIZA COLÓQUIO SOBRE “MEMÓRIAS, TURISMO E TRAJES TRADICIONAIS”

Memórias, Turismo e Trajes tradicionais

31 maio | 15 horas

Local: Auditório da Biblioteca Municipal da Nazaré

Oradores:

Paulo Ferreira da Costa | Direção Geral do Património Cultural

João Alpuim Botelho | Museu Bordalo Pinheiro – Câmara Municipal de Lisboa

Madalena Braz Teixeira | Investigadora sobre traje tradicional

José Maria Trindade | Instituto Politécnico de Leiria

Cristina Luz | Câmara Municipal da Nazaré – Turismo

Presença de costureiras do traje tradicional da Nazaré.

Organização: Museu Dr. Joaquim Manso – Nazaré

Colaboração: Câmara Municipal da Nazaré, CEPAE – Centro de Património da Estremadura

Encontro dedicado ao traje tradicional em Portugal, promovendo a reflexão sobre o seu papel identitário e de construção memorial, bem como os seus usos turísticos, o que se articula com as vivências comunitárias e as preocupações subjacentes ao inventário do património cultural imaterial.

Este colóquio insere-se na exposição “Como se veste a Nazaré? A tradição hoje”, organizada pelo Museu Dr. Joaquim Manso / Museu da Nazaré e patente ao público entre 18 de maio e 15 de junho, no Centro Cultural da Nazaré.



publicado por Carlos Gomes às 14:07
link do post | favorito
|

Domingo, 11 de Agosto de 2013
EM 1927, AINDA HAVIA ESPERANÇA NA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA TOMAR-OURÉM-NAZARÉ

z

A imagem mostra a comissão que em 18 de janeiro de 1927 se deslocou a Lisboa a fim de avistar-se com o Ministro do Comércio a fim de tratar de assuntos relacionados com a projetada linha de caminho-de-ferro Tomar-Ourém-Nazaré, a qual nunca chegou a concretizar-se. A recente construção do IC9 veio a estabelecer aquela ligação.

Fonte: Arquivo Nacional da Torre do Tombo



publicado por Carlos Gomes às 00:01
link do post | favorito
|

Sexta-feira, 4 de Maio de 2012
IC9 JÁ LIGA TOMAR À NAZARÉ COM LIGAÇÃO A OURÉM

A Estradas de Portugal acaba de anunciar no seu site oficial a abertura ao tráfego do lanço do IC9, que integra a Subconcessão Litoral Oeste.

“Com a abertura deste lanço, numa extensão total de 40 quilómetros, fica concluída a rede de 110 quilómetros que integra a subconcessão do Litoral Oeste. 

A conclusão do IC9 possibilita a ligação, sem portagem, entre a Nazaré (EN242) e Tomar (IC3) com evidentes ganhos para os utentes pela redução da extensão do percurso em cerca de 34 quilómetros e em cerca de 20 minutos, conjugado com o aumento substancial das condições de conforto e segurança rodoviária.

O IC9, via transversal no litoral oeste do país, beneficia diretamente as acessibilidades entre os concelhos da Nazaré, Alcobaça, Batalha, Porto Mós, Leiria, Ourém e Tomar.

A Subconcessão do Litoral Oeste foi adjudicada em Fevereiro de 2009, à AELO – Autoestradas do Litoral Oeste S.A., em regime de conceção, construção, financiamento, manutenção e exploração, de um conjunto de vários lanços do IC2 e do IC9, num total concessionado de cerca de 111 quilómetros, dos quais cerca de 84 quilómetros correspondentes a estradas a construir de raiz”.

Há pouco mais de um século, esta ligação estava prevista para ser efetuada por linha férrea. Tal projeto jamais se concretizou. Na sessão de 6 de Junho de 1910 Câmara dos Senhores Deputados da Nação Portuguezaa, foi apresentada a “Proposta de lei relativa ao complemento da rede ferro-viaria”, da qual transcrevemos a seguinte passagem:

 “Base 7.ª

É autorizado o Governo a contratar com a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses a construcção e exploração de tres caminhos de ferro de via de um metro, em leito proprio, com tracção a vapor um de Thomar a Miranda do Corvo a entroncar na linha de Coimbra á Lousa, com um ramal para a Certa, outro para Thomar por Payalvo, ou Chão de Maças, Villa Nova de Ourem, Batalha e Alcobaça á Nazareth, com um ramal da Batalha a Leiria, e o terceiro de Castello Branco, pela Idanha, a Salvaterra, com as seguintes condições

Com efeito, o que Portugal investe em estruturas rodoviárias desinveste na rede ferroviária!



publicado por Carlos Gomes às 11:50
link do post | favorito
|

Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011
CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA REALIZA-SE EM OURÉM

Mais de uma centena de congressistas reuniram-se no passado fim-de-semana em Ourém, durante três dias consecutivos, no Cine-Teatro Municipal de Ourém, para debater os mais variados temas relacionados com a Arqueologia, História, História da Arte, Património Cultural e Património Natural da nossa região. Tratou-se do 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura, uma iniciativa conjunta do Centro do Património da Estremadura (CEPAE), do Município de Ourém e do Centro de Formação "Os Templários" que contou ainda com a colaboração da Associação Fátima Cultural (AFAC), Associação de Defesa do Património Al-Baiaz, Associação dos Amigos do Mosteiro de Alcobaça e Património e Desenvolvimento da Nazaré.

feira sta_iria_congresso_visita_31_10_2011 012[1]

A importância do conhecimento da história e património para a identidade local e para o desenvolvimento regional, nomeadamente no que ao distrito de Leiria e concelho de Ourém diz respeito, constituiu o mote para a realização do O 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura, que se realizou no passado fim de semana e que contou com a participação de mais de uma centena de participantes ao longo dos três dias de trabalhos.

A sessão de abertura contou com a presença do Presidente daCâmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, que além dos votos de “conclusões sólidas e capazes de valorizar uma região com fortes potencialidades”, expressou ainda o desejo de que o congresso “tenha a capacidade de criar um hábito de reflexão, discussão e promoção da História e Património da Alta Estremadura” exigindo que esta iniciativa seja a primeira de muitas neste âmbito. De seguida,o Presidenteda Comissão Executiva do congresso e do Centro do Património da Estremadura (CEPAE), Dr. Joaquim Ruivo, e o Dr. João Pedro Bernardes da Comissão Científica, valorizaram a promoção da investigação e o desenvolvimento de estudos sobre a História e Património regional, bem como a variedade e abrangência das diversas comunicações apresentadas no congresso. De facto, as temáticas abordadas no congresso versaram sobre Arqueologia, História, História da Arte, Património Cultural e Património Natural.

No primeiro dia do congresso, além das conferências inaugurais, foi possível apreciar a exposição fotográfica “Memórias com Presente: Património Rural de Fátima e Ourém” apresentada pela Associação Fátima Cultural(AFAC).

O segundo dia de trabalhos terminou com a apresentação do livro “O Diário “Perdido” da autoria do Dr. MárioRui Simões Rodriguesque apresenta o registo histórico da viagem de José Cornide por Espanha ePortugal no anode 1772, onde constam descrições da sua passagem pelazona de Leiriae arredores.

A sessão de encerramento do 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura foi presidida pelo Vice-Presidente daCâmara Municipal de Ourém, Dr. José Alho cuja declaração “enalteceu o trabalho desenvolvido por todos os intervenientes na organização desta iniciativa e reforçou a convicção de que o sucesso da primeira edição só poderia resultar na construção de uma dinâmica de futuro capaz de desenvolver novos projectos e afirmar sem hesitações uma nova atitudeem relação à Históriae Património da Alta Estremadura”.

feira sta_iria_congresso_visita_31_10_2011 018[1]

feira sta_iria_congresso_visita_31_10_2011 047[1]

feira sta_iria_congresso_visita_31_10_2011 209[1]

feira sta_iria_congresso_visita_31_10_2011 431[1]



publicado por Carlos Gomes às 15:32
link do post | favorito
|

Terça-feira, 25 de Outubro de 2011
REALIZA-SE EM OURÉM NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA O 1º CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA

CongressoHistoriaPatrimAltaEstremadura2011

Ourém vai receber no próximo fim-de-semana o 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura que terá lugar no Cine-Teatro Municipal de Ourém. Trata-se de uma iniciativa conjunta do Centro do Património da Estremadura (CEPAE), doMunicípio de Ouréme do Centro de Formação "Os Templários", visando o desenvolvimento de diversas temáticas, tais como Arqueologia; História; História da Arte; Património Cultural; Património Natural. As sessões são creditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (15 horas - 0,6 créditos).

Programa

28 de Outubro

17:30 Sessão de abertura

29 de Outubro

8:45 – Recepção aos participantes

Sala Piso 0

9:00 Sessão 2 — Arqueologia

9:05 O Habitat Pré-histórico de Castelo da Loureira (Alvaiázere): Problemática e Interpretação

Rui Santos eAlexandra Figueiredo

9:30 Alguns dados inéditos da pré-história e proto-história dos concelhos de Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, sua correlação com a arqueologia da serra da Lousã e serra da Estrela

Nuno Ribeiro,Anabela Joaquinito eAntónio S. Pereira

9:55 A Idade do Bronze na Alta Estremadura: depósitos metálicos e sua conexão com o espaço

Raquel Mariada Rosa Vilaça

10:20 Reminiscências das sociedades metalúrgicas nalgumas grutas do nordeste estremenho

Ana Graça

10:45 Questões

11 – 11:15 Pausa

11:15 Sessão 4 — Arqueologia

11:15 Arqueologia no Nordeste do Distrito de Leiria: O Povoado Fortificado de N.ª S.ª dos Milagres/Castelo Velho – (I.ª Fase Bronze Final/Bronze Final e I.ª Idade do Ferro) – Pedrógão Grande

José Costa Santos

11:40 Organização política, territórios e economia na transição entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro na Alta Estremadura

Paulo Félix

12:05 O monte do Castelo (Ourém): conhecimentos actuais

Jaqueline Pereira eSofia Ferreira

12:30 O projecto de investigação arqueológica do Núcleo do Castelo de Leiria: enquadramento, objectivos e resultados

Vânia Carvalho e Isabel Inácio

12: 50 Questões

13:00 Encerramento da manhã:   Almoço

14:30 Sessão 6 — Arqueologia

14:30 Olaria Romana do Morraçal da Ajuda, Peniche: Uma “indústria” da Lusitânia litoral

Guilherme Cardoso, Eurico Sepúlveda, Severino Rodrigues e Inês Ribeiro

14:50 De indígenas a Romanos: o caso da família dos Sulpícios da Região de Leiria

João Pedro Bernardes

15:10 O sitio dos Cortiçais: naufrágio de época romana na costa meridional de Peniche

Jean-Yves Blot e António Dias Diogo

15:30 A villa Romana da Columbeira – Bombarral

Guilherme Cardoso, Eurico de Sepúlveda, Severino Rodrigues, Inês Ribeiro, Luísa Batalha

15:50 Ruim sítio, ruins ares e vizinhança de brejos”: modelização e reconstituição da evolução da lagoa de Óbidos entre o Período Clássico e a Idade Moderna

Alexandre Monteiro e Sérgio Pinheiro

16: 15 – 16:30 Pausa

16:30 Sessão 8 — Arqueologia / Património Cultural e Natural

16:30 Roteiros arqueológicos de Peniche-Berlengas, proposta de um projecto

Paulo Costa e Jorge Russo

16:50 “O Último Pezeiro” – Vivências de uma época na Mata do Urso

Maria Luísa Marques Batalha Santos

17:10 Da arte sineira à linguagem dos sinos: a relevância de património material e imaterial a preservar. O caso da fundição de sinos da Boca da Mata (Alvaiázere)

Maria Adelaide Furtado

17:30 Dos moinhos de vento às torres eólicas: contextualização do aproveitamento da energia eólica no âmbito do património natural e cultural na região de Sicó

João Forte, Sérgio Medeiros, Lucinda Silva, Hugo Neves, Gustavo Medeiros, Pedro Alves, Carlos Ferreira, Marise Silva, Cláudia Neves, Hugo Mendes

18:10 A Casa-Museu Afonso Lopes Vieira [CMALV] em S. Pedro de Moel como núcleo de um património cultural

Cristina Nobre

18.30 – Fim da sessão

30 de Outubro

9:00 Sessão 10 — Património Cultural e Natural

9:05 Visão Patrimonial de Ourém na perspectiva de gestão autárquica de Turismo e Cultura

João Fiandeiro Santos e Luís Mota Figueira

9:30 Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia: Um Projecto Museológico Participativo

Raquel Janeirinho, Rui Venâncio e Jorge Martins

9:55 O Museu do Hospital e das Caldas: uma visão assistencial

Tânia Jorge e Dora Mendes

10:20 O Museu da Nazaré: da identidade à problematização das representações do mar

Dóris Santos

10:45 A região da Alta-Estremadura: património(s) e identidade(s)

Fernando Paulo Oliveira Magalhães

Nota: Por imperativos organizativos, esta comunicação será apresentada na Sessão 3, às 12:15 de sábado (Piso1).

A esta hora será apresentada a comunicação A Misericórdia do Alvorge no século XVIII, por Manuel Augusto Dias

11: 10 Questões

11:15 – 11:30 Pausa

11:30 Sessão 12 — Património Cultural e Natural

11:30 Alvaiázere – um património sócio-económico e cultural ancorado na pedra calcária: um contributo para a sua identificação e divulgação

Maria José Marques Rosa de Guanilho Duarte

11:55 A Vegetação Autóctone dos Concelhos da Alta Estremadura

Mário Fernandes Lousã e José Carlos Costa

12:20 Questões

12:30 – 13.15 Sessão de Encerramento



publicado por Carlos Gomes às 15:11
link do post | favorito
|

Sábado, 13 de Agosto de 2011
1.º CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA JÁ TEM COMUNICAÇÕES APROVADAS

capture3

Ourém vai acolher o 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura nos próximos dias 29 e 30 de Outubro. A organização do evento é da responsabilidade do Centro de Património da Estremadura (CEPAE) e da Câmara Municipal de Ourém, contando com a colaboração da Al-Baiaz – Associação de Defesa do Património, da Associação dos Amigos do Mosteiro de Alcobaça e do Património e Desenvolvimento da Nazaré.

A realização do 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura reveste-se de elevada importância para o conhecimento da História e do Património para a identidade local e para o desenvolvimento regional.

A área geográfica abrangida pelas comunicações é o Distrito de Leiria e o Concelho de Ourém. Em termos temáticos, comporta as secções de Arqueologia, História, História da Arte, Património Cultural e Património Natural

Entretanto, foram aprovadas as seguintes comunicações a serem apresentadas ao referido Congresso:

ARQUEOLOGIA

"Ruim sítio, ruins ares e vizinhança de brejos": modelização e reconstituição da evolução da lagoa de Óbidos entre o Período Clássico e a Idade Moderna

Drs. Alexandre Monteiro e Sérgio Pinheiro

Reminiscências das sociedades metalúrgicas nalgumas grutas do nordeste estremenho

Dr.ª Ana Graça

Organização política, territórios e economia na transição entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro na Alta Estremadura

Dr. Paulo Félix

O monte do Castelo (Ourém): conhecimentos actuais

Dras. Jaqueline Pereira e Sofia Ferreira

De indígenas a Romanos: o caso da família dos Sulpícios da Região de Leiria

Doutor João Pedro Bernardes

“O Último Pezeiro” – Vivências de uma época na Mata do Urso

Dr.ª Maria Luísa Marques Batalha Santos

O projecto de investigação arqueológica do Núcleo do Castelo de Leiria: enquadramento, objectivos e resultados

Dras. Vânia Carvalho e Isabel Inácio

A Idade do Bronze na Alta Estremadura: depósitos metálicos e sua conexão com o espaço

Doutora Raquel Maria da Rosa Vilaça

Olaria Romana do Morraçal da Ajuda, Peniche: Uma "indústria" da Lusitânia litoral

Drs. Guilherme Cardoso, Eurico Sepúlveda, Severino Rodrigues e Inês Ribeiro

Alguns dados inéditos da pré-história e proto-história dos concelhos de Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, sua correlação com a arqueologia da serra da Lousã e serra da Estrela

Drs. Nuno Ribeiro,Anabela Joaquinito e António S. Pereira

O sitio dos Cortiçais: naufrágio de época romana na costa meridional de Peniche

Doutores Jean-Yves Blot e António Dias Diogo

Roteiros arqueológicos de Peniche-Berlengas, proposta de um projecto

Paulo Costa e Jorge Russo

A villa Romana da Columbeira - Bombarral

Drs. Guilherme Cardoso, Eurico de Sepúlveda, Severino Rodrigues, Inês Ribeiro, Luísa Batalha

Arqueologia no Nordeste do Distrito de Leiria: O Povoado Fortificado de N.ª  S.ª dos Milagres/Castelo Velho - (I.ª  Fase Bronze Final/Bronze Final e I.ª  Idade do Ferro) - Pedrógão Grande

Dr. José Costa Santos

HISTÓRIA

Os Soares Barbosa – Ansianenses ilustres

Eng.º Ricardo Charters d'Azevedo

Autoria e data da Planta de Leiria do início do século XIX

Eng.º Ricardo Charters d'Azevedo

A evolução histórica e administrativa da Alta Estremadura e do Distrito de Leiria

Doutor Saul António Gomes

A Misericórdia do Alvorge no século XVIII

Dr. Manuel Augusto Dias

Óbidos na Casa das Rainhas Medievais de Portugal

Doutora Manuela Santos Silva

Leiria no Séc. XVIII – apontamento para entender a Cidade

Dr.ª Maria da Luz Franco Monteiro Moreira

Epidemias na região de Leiria em meados do século XIX: impacto social, económico e demográfico

Eng.º Carlos Fernandes

Hic sepulta est Mécia Vasques Coutinho: uma beiroa da Corte sepultada na Alta Estremadura

Dr. João António Portugal

Um Castanheirense na Implantação da República

Kalidás Barreto

Os caminhos utilizados na Batalha Real

Cor. Victor Portugal Valente dos Santos

A liderança económica do Norte do Distrito de Leiria nos sécs. XVII e XVIII: Centro de confluências ou de influências?

Dr.ª Margarida Herdade Lucas

O Fabrico de Papel em Figueiró dos Vinhos no século XVII

Eng.º Miguel Portela

Santa Maria da Vitória e o Mosteiro da Batalha: Razões de uma Invocação Régia

Dr. Pedro Picoito

Entraves à ascensão social: Pretensões indeferidas pelo Santo Ofício para Familiares e Comissários. O caso da vila de Pombal e freguesias limítrofes

Dr. Ricardo Pessa de Oliveira.

Alta Estremadura: uma razão cultural e um equívoco político?

Dr. Acácio de Sousa

HISTÓRIA DA ARTE

O Ciclo da água no Mosteiro de Santa Maria da Vitória. Contributo para o estudo dos sistemas hidráulicos na arquitectura medieval portuguesa

Dr.ª Ana Patrícia Rodrigues Alho

A reforma joanina da Batalha: ensaio de reconstituição gráfica

Drs. António Luís Ferreira e Pedro Redol

Duas cercas conventuais da Estremadura joanina em confronto: Tomar e Batalha

Drs. Marisa Oliveira e Pedro Redol

Francisco Maria Teixeira (1842-1889). Esboço biográfico de um original desenhador de arquitectura

Doutor José Francisco Ferreira Queiroz

A torre da Sé de Leiria: da leitura histórica à musealização

Drs. Luciano Coelho Cristino e Marco Daniel Duarte

PATRIMÓNIO CCULTURAL

Itinerários de Cister: património construído e paisagístico nos coutos de Alcobaça

Doutor António Maduro

Alcobaça, Património construído, Ambiguidades,

Dr. Rui Rasquilho

A Casa-Museu Afonso Lopes Vieira [CMALV] em S. Pedro de Moel como núcleo de um património cultural

Doutora Cristina Nobre

Acção de Manuel Vieira Natividade (1860-1918) na divulgação e salvaguarda do património histórico dos antigos coutos de Alcobaça

Dr.ª Ana Margarida Louro Martinho

Alvaiázere - um património sócio-económico e cultural ancorado na pedra calcária: um contributo para a sua identificação e divulgação

Dr.ª Maria José Marques Rosa de Guanilho Duarte

Da arte sineira à linguagem dos sinos: a relevância de património material e imaterial a preservar. O caso da fundição de sinos da Boca da Mata (Alvaiázere)

Dr.ª Maria Adelaide Furtado

Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia: Um Projecto Museológico Participativo

Drs. Raquel Janeirinho, Rui Venâncio e Jorge Martins

Rendas de Bilros de Peniche

Jorge Amador

Visão Patrimonial de Ourém na perspectiva de gestão autárquica de Turismo e Cultura

Dr. João Fiandeiro Santos e Doutor Luís Mota Figueira

O Museu da Nazaré: da identidade à problematização das representações do mar

Dr. Dóris Santos

Museu do Hospital e das Caldas: uma visão assistencial

Dras. Tânia Jorge e Dora Mendes

PATRIMÓNIO NATURAL

A Vegetação Autóctone dos Concelhos da Alta Estremadura

Prof. Doutor Mário Fernandes Lousã

Dos moinhos de vento às torres eólicas: contextualização do aproveitamento da energia eólica no âmbito do património natural e cultural na região de Sicó

Drs. João Forte, Sérgio Medeiros, Lucinda Silva, Hugo Neves, Gustavo Medeiros, Pedro Alves, Carlos Ferreira, Marise Silva, Cláudia Neves, Hugo Mendes

Dinâmica geográfica e expressão territorial dos valores patrimoniais: o caso particular da paisagem urbana de Pombal

Doutor João Luís Jesus Fernandes



publicado por Carlos Gomes às 00:54
link do post | favorito
|

Segunda-feira, 25 de Julho de 2011
OURÉM ORGANIZA 1.º CONGRESSO DE HISTÓRIA E PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA

capture3

Ourém vai acolher o 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura nos próximos dias 29 e 30 de Outubro. A organização do evento é da responsabilidade do Centro de Património da Estremadura (CEPAE) e da Câmara Municipal de Ourém, contando com a colaboração da Al-Baiaz – Associação de Defesa do Património, da Associação dos Amigos do Mosteiro de Alcobaça e do Património e Desenvolvimento da Nazaré.

A realização do 1º Congresso de História e Património da Alta Estremadura reveste-se de elevada importância para o conhecimento da História e do Património para a identidade local e para o desenvolvimento regional.

A área geográfica abrangida pelas comunicações é o Distrito de Leiria e o Concelho de Ourém. Em termos temáticos, comporta as secções de Arqueologia, História, História da Arte, Património Cultural e Património Natural.

Para assistir ao Congresso, as inscrições devem ser efectuadas através do e-mail congressoaltaestremadura@gmail.com até ao próximo dia 1 de Outubro, mediante o pagamento de 5 euros, devendo ser indicados o nome, morada, telefone, endereço de e-mail e profissão. As inscrições até ao dia 15 de Outubro são aceites, com penalização de mais 5 euros. Encontram-se isentos de pagamento, os participantes com comunicação, estudantes, desempregados e pensionistas com pensões inferiores ao salário mínimo.

Fonte: http://www.alta-estremadura.net/index.html



publicado por Carlos Gomes às 09:23
link do post | favorito
|

Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
OURÉM CELEBRA PROTOCOLO COM CENTRO NACIONAL DE CULTURA

A Câmara Municipal de Ourém e o Centro Nacional de Cultura celebram hoje o Protocolo que estabelecerá os “Caminhos de Fátima”. A cerimónia decorre pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal da Nazaré e incluirá ainda os municípios da Batalha, Porto de Mós, Alcobaça e Nazaré.

Peregrinação

Este protocolo tem como finalidade a promoção de um itinerário mais seguro para os peregrinos, calculado em cerca de cinquenta quilómetros, com recurso a caminhos pedonais alternativos aos actualmente existentes, através de um percurso que contempla um vasto e rico património paisagístico, edificado e gastronómico.

Desde 1996, o Centro Nacional de Cultura concebeu e está a desenvolver o projecto CAMINHOS DE FÁTIMA que visa reconhecer "corredores" no território nacional onde possam ser traçados caminhos, preferencialmente pedonais, a serem percorridos pelas peregrinações a Fátima, que procurarão incluir os trajectos tradicionais, actualmente perigosos e inviáveis em numerosos troços. O seu objectivo principal é criar uma rede de trajectos turismo cultural e de recreio que deverá percorrer todo o país, ligando diferentes pontos de interesse histórico, religioso, arquitectónico e cultural. Pela natureza do projecto, este agrega e promove a colaboração entre o sector público e privado, organismos e instituições locais, regionais e nacionais de âmbito cultural, social, turístico e religioso.

Já estão sinalizados o CAMINHO DO TEJO que parte de Lisboa e o CAMINHO DO NORTE que parte de Valença onde entronca com o Caminho Português de Santiago pelo que em ambos os casos a sinalização é feita com setas azuis e amarelas, indicando Fátima e Santiago. Sempre em coordenação com as diversas autarquias por onde os caminhos passam e em colaboração com várias instituições com objectivos comuns, chegou o momento de sinalizar o pequeno mas importante CAMINHO DA NAZARÉ, que ligará os dois santuários Marianos.

Prevemos que este caminho venha a ser muito utilizado por peregrinos, portugueses ou estrangeiros, já que, se percorrido a caminho da Nazaré constituirá uma caminhada ao Finistarrae de Fátima mas, se a partida for da Nazaré, constituirá uma boa opção não só para peregrinos que dispõem de poucos dias para chegar a Fátima, como ainda dos que pretendem prosseguir de Fátima para Santiago de Compostela.



publicado por Carlos Gomes às 09:30
link do post | favorito
|

Terça-feira, 19 de Abril de 2011
CENTRO NACIONAL DE CULTURA CELEBRA PROTOCOLO COM MUNICÍPIO DE OURÉM PARA PROMOVER "CAMINHOS DE FÁTIMA"

image001

O Centro Nacional de Cultura concebeu e está a desenvolver desde 1996 o projecto CAMINHOS DE FÁTIMA que visa reconhecer "corredores" no território nacional onde possam ser traçados caminhos, preferencialmente pedonais, a serem percorridos pelas peregrinações a Fátima, que procurarão incluir os trajectos tradicionais, actualmente perigosos e inviáveis em numerosos troços. O seu objectivo principal é criar uma rede de trajectos turismo cultural e de recreio que deverá percorrer todo o país, ligando diferentes pontos de interesse histórico, religioso, arquitectónico e cultural.Pela natureza do projecto, este agrega e promove a colaboração entre o sector público e privado, organismos e instituições locais, regionais e nacionais de âmbito cultural, social, turístico e religioso.

Já estão sinalizados o CAMINHO DO TEJO  que parte de Lisboa e o CAMINHO DO NORTE  que parte de Valença onde entronca com o Camiño Portugués de Santiago pelo que em ambos os casos a sinalização é feita com setas azuis e amarelas, indicando Fátima e Santiago. Sempre em coordenação com as diversas autarquias por onde os caminhos passam e em colaboração com várias instituições com objectivos comuns, chegou o momento de sinalizar o pequeno mas importante CAMINHO DA NAZARÉ, que ligará os dois santuários Marianos.

Prevemos que este caminho venha a ser muito utilizado por peregrinos quer portugueses, quer estrangeiros já que, se percorrido a caminho da Nazaré constituirá uma caminhada ao Finistarrae de Fátima mas se a partida for da Nazaré constituirá uma boa opção não só para peregrinos que dispõem de poucos dias para chegar a Fátima, como ainda dos que pretendem prosseguir de Fátima para Santiago.

Assim, no dia 29 de Abril pelas 18h00 na Biblioteca Municipal da Nazaré será celebrado um Protocolo entre o CNC e as autarquias por cujo território o caminho passa (Ourém, Batalha, Porto de Mós, Alcobaça e Nazaré).



publicado por Carlos Gomes às 15:49
link do post | favorito
|

mais sobre mim
pesquisar
 
Setembro 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30


posts recentes

GARRETT MCNAMARA DÁ AULAS...

CAFÉS “BUONDI” OFERECEM A...

JOÃO BAPTISTA-LOPES: UM O...

GOVERNO PROÍBE PESCA DA S...

NAZARÉ ORGANIZA COLÓQUIO ...

EM 1927, AINDA HAVIA ESPE...

IC9 JÁ LIGA TOMAR À NAZAR...

CONGRESSO DE HISTÓRIA E P...

REALIZA-SE EM OURÉM NO PR...

1.º CONGRESSO DE HISTÓRIA...

OURÉM ORGANIZA 1.º CONGRE...

OURÉM CELEBRA PROTOCOLO C...

CENTRO NACIONAL DE CULTUR...

arquivos

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

tags

todas as tags

links
Twitter
blogs SAPO
subscrever feeds