Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016
QUANDO VISITA OFICIALMENTE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA O TERRITÓRIO PORTUGUÊS DE OLIVENÇA?

À semelhança do que se verificou com as recentes celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, estas comemorações deverão ocorrer no futuro junto das comunidades portuguesas radicadas noutros países. Existe, porém, um território que, não obstante pertencer de jure a Portugal, encontra-se desde há mais de dois séculos sob administração de Espanha – trata-se do concelho de Olivença, Tálega incluída – que até ao momento não recebeu a visita oficial do Presidente da República.

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Apesar do tempo já percorrido desde a ridícula “guerra das laranjas” e das gerações que entretanto se sucederam ao longo de mais de duzentos anos, os oliventinos de origem portuguesa guardam com nostalgia a sua identidade como podem na esperança de que um dia a terra que os viu nascer regresse à Pátria a que verdadeiramente pertence: Portugal. A comprovar tal sentimento patriótico, basta referir o grande número de pedidos de atribuição da nacionalidade portuguesa que ultimamente se vem verificando, pese embora as alterações demográficas que se registaram ao longo do tempo.

Com uma área superior a 430 quilómetros quadrados – correspondendo ao triplo da área das cidades de Lisboa e Porto juntas! – Olivença faz parte de Portugal desde a celebração do tratado de Alcanizes celebrado em 1297.

À altura da ocupação, integravam o concelho de Olivença as freguesias de Santa Maria do Castelo, Santa Maria Madalena, São Jorge da Lor, São Domingos de Gusmão e Tálega. Vila Real, entretanto anexada a Olivença, fazia até então parte do concelho de Juromenha, localidade que agora integra o município do Alandroal.

O território português de Olivença, situado na margem esquerda do rio Guadiana, permanece ocupado por Espanha desde 1801. Em 1817, ao abrigo do Tratado de Viena, Espanha reconheceu a soberania portuguesa e comprometeu-se a devolver o território à soberania portuguesa, compromisso que nunca honrou até ao momento.

O Estado Português não reconhece a soberania espanhola sobre o território de Olivença, razão pela qual falta ainda demarcar a fronteira entre os dois países entre entre as confluências do Guadiana com o rio Caia (a norte) e a ribeira de Cuncos (a sul), não estando colocados os marcos fronteiriços entre o 801 e o 900, na zona adjacente ao território histórico de Olivença.

Não faltam as razões que fundamentem do ponto de vista jurídico a reclamação de Portugal relativamente a Olivença nem tão pouco os argumentos de ordem moral que lhe assistem: a Espanha deve honrar os seus compromissos e respeitar um país cujo relacionamento sempre se pautou pela amizade e boa vizinhança. E, em nome de Portugal, o Presidente da República jamais se deveria inibir a efetuar uma visita oficial a Olivença e ali celebrar o Dia de Portugal, levando aos oliventinos – Portugueses de Olivença! – uma palavra de afeto e esperança!

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2016
OLIVENÇA COMEMORA DIA DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 23:56
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Sábado, 21 de Maio de 2016
OLIVENÇA É TERRITÓRIO PORTUGUÊS ILEGALMENTE OCUPADO POR ESPANHA

Em 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelas tropas do exército espanhol. Desde lá, A NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA encontra-se, sequestrada pelo país vizinho.

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Ocupação contestada desde que regressou a paz à Europa após a tempestade napoleónica, e que, como recordava recentemente um jornal britânico, constitui um dos últimos litígios fronteiriços pendentes na actual Europa Comunitária.

Percebendo a delicadeza que a Questão de Olivença apresenta no relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que só a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo pelo Estado português, colocando-a na ordem do dia e inserindo-a na agenda diplomática luso-espanhola, permitirá ultrapassa-la a contento dos interesses nacionais.

Esta é uma data de contradições na Histórica de Portugal. Também hoje se assinala a data em que se formou o Estado independente de Timor-Leste. Tal como Timor Lorosae afastou o ocupante estrangeiro e iniciou a construção do seu próprio Estado, reservando à língua portuguesa uma particular importância, também Olivença há-de obter Justiça, resgatando a sua Identidade, a sua História e a sua Liberdade, reencontrando-se com a Cultura e a Língua de Camões!

Por estas razões, e confiando que as Autoridades nacionais saibam tomar as medidas necessárias à defesa do Direito, da dignidade e dos interesses nacionais, o Grupo dos Amigos de Olivença exorta os portugueses, detentores da Soberania, a sustentarem com veemência a devolução do território oliventino.

Contra o silêncio e a indignidade, um passo por Olivença

Lisboa, 20 de Maio de 2015.

A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença

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publicado por Carlos Gomes às 21:36
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Sábado, 27 de Dezembro de 2014
GREGÓRIO CORREIA: UM OUREENSE QUE SE BATEU NAS CAMPANHAS DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA PELA DEFESA DA SOBERANIA PORTUGUESA EM OLIVENÇA

Gregório Correia foi um dos bravos oureenses que se bateram nas guerras da Restauração em defesa da praça de Olivença, sacrificando a sua própria vida. O seu exemplo heroico merece ser lembrado aos oureenses e o dia 1º de dezembro que assinala a data histórica da Restauração da Independência Nacional em 1640 deveria ser celebrada em Ourém, à semelhança do que se verifica em muitas cidades e vilas do nosso país.

Tal como, cinco séculos antes fizera Martins Moniz para franquear as portas do Castelo de S. Jorge aos Portugueses, o oureense Gregório Correia conseguiu impedir que os invasores tomassem a vila de Olivença. Apenas em 1801, por ocasião da chamada “guerra das laranjas”, lograram os espanhóis apoderarem-se daquela praça portuguesa, mantendo-a ilegalmente na sua posse até à atualidade.

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A imagem mostra as muralhas do castelo de Olivença onde o mártir oureense Gregório Correia se bateu heroicamente em defesa da soberania portuguesa com o sacrifício da sua própria vida.

“195. Feitos militares. – Nunca faltaram os ourienses a prestar á pátria os serviços militares que d’elles exigiu, e muitas vezes se fizeram afamados na defeza da independência. Acclamado rei, D. Doão IV, o Restaurador, seguiram-se os annos da guerra com a Hespanha: os terços da Extremadura eram os primeiros nas fronteiras a disputar o passo às tropas invasoras, ameaçando a província do Alemtejo. Corria o anno de 1641 quando o conde de Monte Rei saindo de Badajoz investira a NOSSA Olivença com as forças imponentes do seu commando; eram n’ella os ourienses, e para os immortalisar, um novo Martim Moniz na pessoa de Gregório Correia. – “Houve no successo referido (diz o auctor do Portugal Restaurado) acções muito assignalas: “foi das mais celebres, defender na porta, Gregório Correia, “natural do termo de Ourém, sendo de setenta annos, grande espaço, com um chuço aos castelhanos á entrada d’ella, e repetindo muitas vezes: Dou-me a Deus, e ao meu rei D. João, afastae castelhanos que não haveis de entrar. – Foi invencível recebendo grande numero de golpes, etc.”

- in ELYSEU, José das Neves Gomes. Esboço Histórico do Concelho de Villa Nova de Ourém. Lisboa. 1868. Ourém. Três Contributos para a sua História. Câmara Municipal de Ourém. 1988.



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OLIVENTINOS QUEREM SER PORTUGUESES – NÃO ESQUECEMOS OLIVENÇA!

Dezenas de habitantes de Olivença obtêm nacionalidade portuguesa

80 habitantes de Olivença, território português de jure sob ocupação de Espanha, adquiriram recentemente a nacionalidade portuguesa, tendo sido entregues mais 90 pedidos junto do Estado português para obter a dupla nacionalidade, anunciou hoje a associação Além Guadiana.

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A associação tem sido a entidade "canalizadora" deste processo, uma vez que tem como missão «divulgar e preservar» naquele território, que considera «singular e bicultural», o património e a cultura portuguesa.

«Além de outros oliventinos que possam ter adquirido a nacionalidade portuguesa por outras vias, há 80 pessoas com dupla nacionalidade. E já estão solicitados mais 90 pedidos para obter a nacionalidade portuguesa», explicou Eduardo Machado, um dos fundadores da Além Guadiana.

De acordo com o responsável, que falava à Lusa à margem da apresentação dos resultados obtidos com esta iniciativa, numa unidade hoteleira em Olivença, «muitos destes novos pedidos» que estão em curso são de descendentes de oliventinos (naturais de Olivença, historicamente disputada entre Portugal e Espanha) que já adquiriram a nacionalidade portuguesa.

Os cidadãos que já obtiveram a dupla nacionalidade possuem ascendência portuguesa, sendo a associação um «veículo» que contribui para que todo o processo seja concluído com sucesso.

Aliás, uma das atividades «mais importantes» da associação, formada em 2008, tem sido o acompanhamento do processo de adquisição da nacionalidade portuguesa para os oliventinos que o desejarem. «Nós fomos uns meros canalizadores desta vontade popular», sublinhou.

Eduardo Machado explicou que o processo burocrático junto do Estado português «não é complicado», apesar de longo.

Em Olivença fala-se português desde a Idade Média, embora o seu uso se encontre hoje reduzido às camadas mais idosas, quando estão em «ambiente familiar». A presença portuguesa em Olivença é evidente em vários locais, sendo um dos maiores exemplos a igreja de Santa Maria da Madalena, o único espaço religioso espanhol de estilo manuelino.

O templo, obra da arquitetura portuguesa do século XVI, rico na talha dourada, na azulejaria e nos elementos marítimos, é visitado diariamente por centenas de turistas. Olivença está localizada na margem esquerda do rio Guadiana, a 23 quilómetros da cidade portuguesa de Elvas e a 24 quilómetros de Badajoz (Espanha).

Fonte: Lusa

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publicado por Carlos Gomes às 09:59
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Sábado, 30 de Novembro de 2013
GREGÓRIO CORREIA: UM OUREENSE QUE SE BATEU NAS CAMPANHAS DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA PELA DEFESA DA SOBERANIA PORTUGUESA EM OLIVENÇA

Gregório Correia foi um dos bravos oureenses que se bateram nas guerras da Restauração em defesa da praça de Olivença, sacrificando a sua própria vida. O seu exemplo heroico merece ser lembrado aos oureenses e o dia 1º de dezembro que assinala a data histórica da Restauração da Independência Nacional em 1640 deveria ser celebrada em Ourém, à semelhança do que se verifica em muitas cidades e vilas do nosso país.

Tal como, cinco séculos antes fizera Martins Moniz para franquear as portas do Castelo de S. Jorge aos Portugueses, o oureense Gregório Correia conseguiu impedir que os invasores tomassem a vila de Olivença. Apenas em 1801, por ocasião da chamada “guerra das laranjas”, lograram os espanhóis apoderarem-se daquela praça portuguesa, mantendo-a ilegalmente na sua posse até à atualidade.

Olivença (21)

A imagem mostra as muralhas do castelo de Olivença onde o mártir oureense Gregório Correia se bateu heroicamente em defesa da soberania portuguesa com o sacrifício da sua própria vida.

“195. Feitos militares. – Nunca faltaram os ourienses a prestar á pátria os serviços militares que d’elles exigiu, e muitas vezes se fizeram afamados na defeza da independência. Acclamado rei, D. Doão IV, o Restaurador, seguiram-se os annos da guerra com a Hespanha: os terços da Extremadura eram os primeiros nas fronteiras a disputar o passo às tropas invasoras, ameaçando a província do Alemtejo. Corria o anno de 1641 quando o conde de Monte Rei saindo de Badajoz investira a NOSSA Olivença com as forças imponentes do seu commando; eram n’ella os ourienses, e para os immortalisar, um novo Martim Moniz na pessoa de Gregório Correia. – “Houve no successo referido (diz o auctor do Portugal Restaurado) acções muito assignalas: “foi das mais celebres, defender na porta, Gregório Correia, “natural do termo de Ourém, sendo de setenta annos, grande espaço, com um chuço aos castelhanos á entrada d’ella, e repetindo muitas vezes: Dou-me a Deus, e ao meu rei D. João, afastae castelhanos que não haveis de entrar. – Foi invencível recebendo grande numero de golpes, etc.”

- in ELYSEU, José das Neves Gomes. Esboço Histórico do Concelho de Villa Nova de Ourém. Lisboa. 1868. Ourém. Três Contributos para a sua História. Câmara Municipal de Ourém. 1988.



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
ESPANHÓIS VISITAM PORTUGAL E... FÁTIMA!

Um grupo de cidadãos espanhóis da localidade de Villarejo de Salvanes, um pequeno município pertencente à Comunidade Autónoma de Madrid com uma população de pouco mais de seis mil habitantes, organiza entre os próximos dias 15 e 20 de setembro, uma excursão a Portugal e… Fátima!

A julgar pela contestação de Espanha junto da ONU em relação à jurisdição portuguesa das Ilhas Desertas que fazem parte integrante do arquipélago da Madeira e a forma ilegítima como mantém sob ocupação o território português de Olivença, receamos que venha algum dia a contestar a soberania portuguesa sobre a Freguesia de Fátima, no concelho de Ourém!...

Foto: Agostinho Bento de Oliveira



publicado por Carlos Gomes às 14:45
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
OLIVENÇA REALIZA MERCADO PORTUGUÊS

Realiza-se no próximo dia 9 de Julho mais uma edição do Mercado de Artesanato e Antiguidades de Portugal em Olivença, uma iniciativa da Associação Cultural Além Guadiana, uma entidade constituída por oliventinos e sediada em Olivença que vem desenvolvendo uma actividade notável em prol da preservação da língua e da cultura naquela localidade.

Aproveitamos para lembrar a figura do oureense Gregório Correia e o seu histórico feito à época das guerras da Restauração.

A quem visitar a cidade de Olivença, deixamos como sugestão uma visita à Igreja da Madalena e ao Museu Etnográfico Dr. González Santana, dentro das muralhas do castelo, não deixando de provar a técula-mécula, a especialidade mais afamada da doçaria oliventina de origem portuguesa.

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“195. Feitos militares. – Nunca faltaram os ourienses a prestar á pátria os serviços militares que d’elles exigiu, e muitas vezes se fizeram afamados na defeza da independência. Acclamado rei, D. Doão IV, o Restaurador, seguiram-se os annos da guerra com a Hespanha: os terços da Extremadura eram os primeiros nas fronteiras a disputar o passo às tropas invasoras, ameaçando a província do Alemtejo. Corria o anno de 1641 quando o conde de Monte Rei saindo de Badajoz investira a NOSSA Olivença com as forças imponentes do seu commando; eram n’ella os ourienses, e para os immortalisar, um novo Martim Moniz na pessoa de Gregório Correia. – “Houve no successo referido (diz o auctor do Portugal Restaurado) acções muito assignalas: “foi das mais celebres, defender na porta, Gregório Correia, “natural do termo de Ourém, sendo de setenta annos, grande espaço, com um chuço aos castelhanos á entrada d’ella, e repetindo muitas vezes: Dou-me a Deus, e ao meu rei D. João, afastae castelhanos que não haveis de entrar. – Foi invencível recebendo grande numero de golpes, etc.”

- in ELYSEU, José das Neves Gomes. Esboço Histórico do Concelho de Villa Nova de Ourém. Lisboa. 1868. Ourém. Três Contributos para a sua História. Câmara Municipal de Ourém. 1988.



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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
OLIVENÇA DEVE PERPECTUAR A MEMÓRIA DE GREGÓRIO CORREIA

Após a Restauração de 1640, no contexto das guerras da Restauração, Gregório Correia bateu-se às portas de Olivença, tornando-se um mártir à maneira de Egas Moniz para que esta praça permanecesse em mãos portuguesas. Gregório Correia era natural de Ourém mas ficou para sempre ligado a Olivença pelas teias que a História tece. Independentemente das razões de natureza jurídico-políticas que envolvem a questão da soberania sobre aquele território, o seu nome deveria ser perpectuado em Olivença para memória dos oliventinos, actuais e vindouros, porque a História jamais se apaga.

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Muralhas do Castelo de Olivença onde o oureense Gregório Correia heroicamente se bateu pela soberania portuguesa.

 

“195. Feitos militares. – Nunca faltaram os ourienses a prestar á pátria os serviços militares que d’elles exigiu, e muitas vezes se fizeram afamados na defeza da independência. Acclamado rei, D. Doão IV, o Restaurador, seguiram-se os annos da guerra com a Hespanha: os terços da Extremadura eram os primeiros nas fronteiras a disputar o passo às tropas invasoras, ameaçando a província do Alemtejo. Corria o anno de 1641 quando o conde de Monte Rei saindo de Badajoz investira a NOSSA Olivença com as forças imponentes do seu commando; eram n’ella os ourienses, e para os immortalisar, um novo Martim Moniz na pessoa de Gregório Correia. – “Houve no successo referido (diz o auctor do Portugal Restaurado) acções muito assignalas: “foi das mais celebres, defender na porta, Gregório Correia, “natural do termo de Ourém, sendo de setenta annos, grande espaço, com um chuço aos castelhanos á entrada d’ella, e repetindo muitas vezes: Dou-me a Deus, e ao meu rei D. João, afastae castelhanos que não haveis de entrar. – Foi invencível recebendo grande numero de golpes, etc.”

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