Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Terça-feira, 2 de Agosto de 2016
CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA PROMOVE PRÉMIO VILA PORTELA

No intuito de desenvolver o gosto pela investigação no âmbito da História Local e do Património do distrito de Leiria e do concelho de Ourém, que representam um património da mais elevada importância para a cultura nacional, Ricardo Charters d’ Azevedo instituiu e solicitou ao CEPAE | Centro do Património da Estremadura que promovesse, em parceria com a CML | Câmara Municipal de Leiria e o IPL | Instituto Politécnico de Leiria e ADLEI | Associação para o Desenvolvimento de Leiria, o Prémio ‘Villa Portela’ de que a edição de 2016 será a terceira, destinado a galardoar trabalhos naquele âmbito.

Com a instituição do Prémio Villa Portela, Ricardo Charters d’ Azevedo pretende homenagear os seus antepassados, que viveram na propriedade com aquele nome, lugar emblemático da cidade e da região.

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publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sábado, 9 de Julho de 2016
CEPAE DIVULGA PATRIMÓNIO DE OURÉM

No intuito de desenvolver o gosto pela investigação no âmbito da História Local e do Património do distrito de Leiria e do concelho de Ourém, que representam um património da mais elevada importância para a cultura nacional, Ricardo Charters d’ Azevedo instituiu e solicitou ao CEPAE | Centro do Património da Estremadura que promovesse, em parceria com a CML | Câmara Municipal de Leiria e o IPL | Instituto Politécnico de Leiria e ADLEI | Associação para o Desenvolvimento de Leiria, o Prémio ‘Villa Portela’ de que a edição de 2016 será a terceira, destinado a galardoar trabalhos naquele âmbito.

Com a instituição do Prémio Villa Portela, Ricardo Charters d’ Azevedo pretende homenagear os seus antepassados, que viveram na propriedade com aquele nome, lugar emblemático da cidade e da região.

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Terça-feira, 28 de Junho de 2016
CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA PROMOVE PRÉMIO DE INVESTIGAÇÃO EM HISTÓRIA LOCAL DEDICADO AO DISTRITO DE LEIRIA E CONCELHO DE OURÉM

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publicado por Carlos Gomes às 18:45
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Quarta-feira, 22 de Junho de 2016
ESTREMADURA DEBATE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E ARTÍSTICA

Colóquio "Reflexões sobre Educação Patrimonial e Artística - Homenagem a Ernesto Korrodi II"

O auditório do Arquivo Distrital de Leiria acolheu mais um colóquio dedicado à obra do arquiteto Ernesto Korrodi. O encontro teve lugar no passado 18 de junho e contou com a organização do Arquivo Distrital de Leiria e do CEPAE - Centro de Património da Estremadura, cabendo a curadoria de Genoveva Oliveira, autora do projecto de Educação Patrimonial “Rota da Arquitectura Korrodi”. O evento teve o apoio da União de Freguesias de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes.

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 “Reflexões sobre Educação Patrimonial e Artística – Homenagem a Ernesto Korrodi II” deu nome a uma iniciativa que trouxe a debate diversas questões relacionadas com a preservação e educação patrimoniais, servindo o legado de Korrodi de mediador comum.

Educação artística e patrimonial, preservação e divulgação documentais, avanços e retrocessos do desenvolvimento urbanístico, restauros, intervenções e abandono, papel de entidades públicas e privadas foram alguns do temas em discussão no decorrer da manhã de trabalhos. Os oradores Odete João (professora/deputada), Paula Cândido (Arquivo Distrital de Leiria), Adélio Amaro (CEPAE), Miguel Velloso (Fórum Cidadania Lx), Ana Filipa Pinhal (Arquitecta) contribuíram para a reflexão e debate junto de uma assistência com cerca de 45 participantes. A moderação esteve a cargo de Joaquim Ruivo, director do Mosteiro da Batalha.

A tarde reservou um painel composto por dois arquitectos e um artista plástico. Filipe Oliveira e Joel Correia (arquitectos) dedicaram-se ao estudo do trabalho de Camilo Korrodi em Leiria e na região. Os oradores exibiram imagens fotográficas de obras construídas e de desenhos que fundamentam o espírito de modernidade, experimentação e de evolução do arquitecto. O orador Nuno Vieira, apresentou peças de sua autoria produzidas no atelier SIMALA, revelando o pensamento do artista plástico e professor, num percurso de trabalhos de continuidade, expostos em distintos espaços. O debate, moderado por Genoveva Oliveira, permitiu a reflexão sobre a importância da dimensão humana necessária em todos os aspectos relacionados com a intervenção e valorização patrimoniais.

A jornada terminou com uma visita à mostra do acervo do Ernesto e Camilo Korrodi e Camilo, patente no Arquivo, e com um percurso pedestre pela cidade de Leiria, onde os participantes puderam contemplar in loco algumas das obras apresentadas no Colóquio.

A nova direção do CEPAE congratula-se de ter contribuído para a organização de mais um encontro que contribui para a promoção do património regional, permitindo a divulgação e a reflexão de distintas investigações académicas que prestam a justa homenagem ao nome Korrodi.

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publicado por Carlos Gomes às 00:43
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Terça-feira, 7 de Junho de 2016
LEIRIENSES DEBATEM O PATRIMÓNIO

O Centro de Património da Estremadura (CEPAE), o Museu de Leiria, a Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) e o CICS.Nova -Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais promovem a tertúlia «O Território e o Património nos discursos sobre Leiria e as suas regiões», a decorrer naSala do Capítulo do Museu de Leiria, no dia 13 de junho, pelas 21h30, sendo dirigida pelos Professores Doutores Fernando Magalhães e Ricardo Vieira e pelo Vice-Presidente e Vereador do Município de Leiria, Dr. Gonçalo Lopes.

Neste evento serão abordados os temas da afirmação de Leiria enquanto território, referindo a importância que o património cultural existente na região tem nessa fundamentação identitária e cultural, tanto a nível nacional como europeu. O formato tertúlia pretende criar as condições para um maior envolvimento dos participantes que terão assim um papel ativo na iniciativa".



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CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA PROMOVE COLÓQUIO SOBRE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E ARTÍSTICA

O Centro de Património da Estremadura (CEPAE) e o Arquivo Distrital de Leiria realizam o Colóquio "Reflexões sobre educação patrimonial e artística - Homenagem a Ernesto Korrodi", organizado em parceria com a Doutora Genoveva Oliveira, a realizar no próximo dia 18 de Junho, a partir das 9h30 no edifício do Arquivo Distrital de Leiria.

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2016
PORQUE NÃO ABRE A PARÓQUIA DO OLIVAL AS PORTAS DA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PURIFICAÇÃO AOS VISITANTES?

A antiga igreja de Nossa Senhora da Purificação, no Olival, há cerca de dois anos classificada como monumento de interesse público, reconhecimento que foi exarado por despacho do Gabinete do secretário de Estado da Cultura, a 12 de Fevereiro de 2014. Contudo, apesar do seu valor artístico, permanece fechada ao público quando deveria ser promovida no roteiro turístico e cultural do concelho de Ourém, com horário definido, visitas guiadas e material de divulgação. De nada vale a cultura e o património se os cidadãos não podem beneficiar da sua fruição.

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A Freguesia do Olival recebeu anteontem centenas de visitantes de diferentes regiões do país, integrados nos ranchos folclóricos que ali vieram atuar no festival organizado pelo Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira. Os visitantes tiveram oportunidade de conhecer o moinho e o museu do Rancho Folclórico, além de outros locais de referência da freguesia do Olival, nomeadamente na área de hotelaria, como sucedeu com o restaurante “Colina Verde”.

Um grupo melhor informado deslocou-se à igreja de Nossa Senhora da Purificação mas deparou com a porta fechada – e a inexistência de quem a pudesse abrir aos visitantes. Numa tarde de sábado, em dia de festa na freguesia, a receber forasteiros ávidos por conhecer o património e as belezas da terra, eis que se deparam com as portas fechadas quando se deveria primar pela arte de bem-receber!

O Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira recebeu os seus convidados com a maior hospitalidade e simpatia. Mas, quem tem à sua guarda as chaves da igreja de Nossa Senhora da Purificação, no Olival, ainda não deve ter entendido a importância que o monumento possui para o concelho de Ourém nem o significado da sua classificação patrimonial. Esperemos, ao menos, que futuramente saibamos tirar partido do nosso património cultural e artístico e promover condignamente o concelho de Ourém.

“Os primeiros registos alusivos ao templo datam do século XIII, mas a sua estrutura atual data do séc. XV, testemunhando o final do poder cisterciense e templário da Região; nos séculos XVII e XVIII foi alvo de grandes obras, que lhes conferiram a feição atual; no séc. XIX de 1888 a 1898 sofreu importantes obras de modernização.

No final do séc. XX o imóvel denunciava um avançado estado de degradação, tendo sido submetido a um processo de estudo e recuperação a partir de 2002, o qual consistiu na substituição da cobertura, reboco e pintura de exteriores, realização de sondagens arqueológicas, consolidação da azulejaria do altar-mor, e restauro do retábulo do altar-mor. O processo de recuperação ainda não se encontra encerrado.

Descrição: Igreja de planta longitudinal de nave única, volumes articulados da torre sineira, capelas laterais, capela-mor e anexos, cobertura diferenciada na nave, capela-mor e capelas laterais e telhado de duas águas nas primeiras, de uma nave nas segundas massas dispostas na vertical.

No interior destaca-se o revestimento a azulejos seiscentistas, tipo padrão, da capela-mor e o seu retábulo em talha dourada.

No plano do património móvel, integra um acervo relevante, composto nomeadamente por Imaginária barroca (esculturas, 3 delas quatrocentistas em pedra e uma outra em madeira do séc. XVII), paramentaria, alfaias religiosas.”

Fonte: http://www.ourem.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 22:21
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS APRESENTA “MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS”

Apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, Volume 2 da colecção Etnografia e Tradição

O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros de Arrimal, Porto de Mós, leva a efeito no próximo dia 22 de Maio, pelas 15h30, a apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, segundo volume da colecção Etnografia e Tradição com a coordenação de Adélio Amaro, antecedendo o XXVIII Festival de Folclore Arrimal/2016.

Em anexo Prefácio, Introdução, Apresentação, capa e cartaz do festival.

Colecção Etnografia e Tradição

1 – Rancho da Região de Leiria

2 – Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, Arrimal (Porto de Mós)

3 – Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria (Batalha) – 18/06/2016, 17h30

Prefácio

Abraçando o desafio deste projecto de Adélio Amaro, a direcção do Luz dos Candeeiros e todos os seus componentes mergulharam no baú das recordações e nada melhor para brindar os 29 anos de existência que a apresentação do livro “Memórias Fotográficas” com alguns dos momentos mais marcantes na história do grupo.

É para nós uma honra e um orgulho imenso ser parte integrante da colecção “Etnografia e Tradição”, iniciativa, coordenação e edição de Adélio Amaro, um entusiasma que tem apoiado quer na publicação e divulgação da cultura da Alta Estremadura, assim como na pesquisa e edição de textos, imagens e apontamentos do folclore e da etnografia popular e tradicional do povo português.

Desta forma, e muito para além de publicar este livro, o Luz dos Candeeiros, com este trabalho, pretende eternizar as memórias deixadas por aqueles que, em cada representação ou actividade que envergamos os nossos trajes, tentamos perpetuar.

Tentaremos com esta apresentação fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho, sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes: o seu interior, as vivências, experiências e aventuras, e, quiçá algumas desventuras e percalços. Nesta pequena mostra faremos referência a alguns dos festivais onde o rancho participou. Nunca, porém, com o intuito de atribuir maior ou menor valor a qualquer deles. De salientar que este grupo, na preocupação de bem retratar todo um rico património cultural, sempre encarou de igual modo todas as suas atuações. Procuramos divulgar as nossas tradições, sempre com o mesmo rigor.

– “O que cá deixamos são as recordações”.

Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos quantos contribuíram para que fosse possível a edição deste livro, assim como todos quantos já fizeram, fazem ou venham a fazer parte activa do Luz dos Candeeiros.

Por último, uma palavra especial de agradecimento, pela coragem e ousadia em lançar o desafio aos ranchos folclóricos e bandas filarmónicas para que deixem registado a história da instituição para as gerações vindouras. Um mais que justo reconhecimento público a Adélio Amaro.

A Direcção

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Introdução

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos/Grupos Folclóricos, Bandas Filarmónicas e Grupos Corais.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora muitas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade ou estado de conservação, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história de um determinado grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O segundo número é dedicado ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Arrimal, Porto de Mós), grupo exemplar que tem representado a região desde a sua fundação (1987). Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos quase 30 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho fotográfico da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Uma palavra, também, de agradecimento ao Norberto Afonso pelo design da capa.

Adélio Amaro,

Coordenador da Colecção Etnografia e Tradição

Apresentação

Corria o ano de 1987 quando Maria Albertina Pereira Paulo Matias e Maria de Fátima Sousa Amado Vazão impulsionaram um grupo de jovens e com muita garra, entusiasmo, audácia e determinação, fundaram o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros.

O desafio de organizar um agrupamento com vista à salvaguarda dos usos e costumes tradicionais das gentes do Arrimal – aldeia de cariz rural encravada na Serra dos Candeeiros, onde o Sol e o sino do campanário da Igreja eram o relógio do povo; onde as tarefas agrícolas e o ciclo litúrgico ritmavam as quadras e os tempos – constituiu desde logo um orgulho, a par de algum bairrismo, no repto a um persistente e metódico trabalho de recolha e preservação de todo o património histórico e cultural que caracteriza a comunidade arrimalana.

Abílio Sousa, Ilídio Gil, Joaquim Durão (Quim Nogueira), Maria de Jesus e Zulmira Luís, procederam então ao trabalho de recolha: desde as tradições mais singelas, aos trajes, danças, cantigas, usos e costumes desta comunidade rural. Calcorrearam e percorreram os quatro cantos desta Serra trazendo à luz do presente o passado do nosso bom povo. Em suma, colocaram a descoberto lembranças e recordações dos nossos avós e demais antepassados, abriram baús e velhas arcas de madeira já carcomidas e gastas pelo tempo, para mostrar às novas gerações a natureza etnográfica desta comunidade e as raízes culturais da gente que dá vida a estas serranias.

Com o director Abílio Sousa, este grupo iniciou, timidamente os seus primeiros passos no panorama folclórico português.

Recente ainda, participava já nos festivais mais conceituados deste nosso país.

Nesta época, os ensaios do grupo decorriam com a direção do Sr. José Saraiva (Zeca).

Ainda sob a direção de Abílio Sousa, a 11 de Dezembro de 1989, obteve a tão desejada filiação na Federação do Folclore Português.

Já filiado, e com todas as suas participações nos mais acreditados festivais de folclore de Norte a Sul do País, o grupo ganhou a coragem e o traquejo necessários para enfrentar a sua primeira saída ao estrangeiro.

À época ainda gravou a sua primeira e única cassete num estúdio em Lisboa.

Em 1994, com a viagem a Espanha, convidado a participar no Festival Internacional de Cabanillas del Campo – Guadalajara, o grupo constatou que a sua comunhão interna, vivência comum e extrema alegria, se entrelaçavam e bem sintonizavam com o comum interesse pela causa do folclore.

Com extremo rigor, saber técnico na execução das suas representações (que se tornava uma constante crescente em todas as atuações) e caldeados com enorme alegria, o grupo, jovem ainda, tímido e envergonhado apercebeu-se que, mais que um dos representantes do seu povo, era já uma família.

Sempre alvo de grandes e calorosas ovações, tanto pelas representações efetuadas, como pelo seu comportamento amistoso fora de palco, as características e laços desta família tornam-se cada vez mais notórios.

O convívio, a alegria contagiante, a comunhão e toda a intimidade deste grupo, começam a transparecer, viciando e deixando curiosos todos os que contactavam com os elementos do Luz dos Candeeiros.

Torna-se sem dúvida um grupo querido e afável que estreita laços de amizade por onde quer que passe.

Durante o ano de 1996, debaixo de um calor tórrido, marcou presença no festival de Alcorcon - Espanha. Em 1997 voltou a Espanha, mas desta feita para levar as suas tradições a PonteVedra.

Com a Professora Maria Santa Baptista na direção, e ensaios a cargo de Fernando Santos, participou nos festivais mais longínquos até então.

Em 1999, o grupo rumou a França para participar no grandioso Festival do Rouergue – um dos mais conceituados encontros folcloristas do Mundo que conta com o apoio do C.I.O.F.F.

Num grupo assustadoramente jovem, esta viagem veio por fim retirar todos os medos das distâncias e fazer desabrochar a faceta mais arrojada, até então desconhecida, por quase todos os elementos do grupo: o estar longe dos familiares durante largos períodos de tempo, à sua inteira responsabilidade. Também aqui o grupo continuou os seus retumbantes sucessos.

Entendemos que tudo isto faz parte da educação, crescimento pessoal e de grupo, contribuindo de forma inimaginável para a autoestima e responsabilização de cada um.

A primeira passagem pelo país da fraternidade foi dos momentos mais proveitosos para o grupo cimentar os seus laços de companheirismo, amizade, alegria e união assumindo por fim as suas múltiplas facetas.

Acarinhado e mimado pela população francesa, onde ainda hoje tem fortes laços de amizade, os elementos do Luz dos Candeeiros confirmaram que, para além da representação artística e etnográfica, a convivência e o modo ímpar de privar com as populações com que se cruzavam era algo que lhes era inato e impossível de evitar. Após esta viagem, ainda em 1999, Luís Carlos assume o comando dos ensaios do grupo. A fim de participar no Festival Internacional de Folclore, rumou-se então até Albacete, Espanha.

Este rancho esteve ainda presente nos festivais internacionais de Valladolid em 2000 (Espanha), Arvieu em 2001 (França), neste último revendo velhos amigos.

Marcou ainda presença em festivais de folclore no País Basco nos anos 2002 (Sestao – Bilbao) e 2003 (Amurrio – Vitória).

Em 2002 atravessou toda a Península Ibérica e sul da Europa, rumo a S. Angelo Romano, em Itália. Aqui teve a primeira experiencia com a nova moeda / o euro, assustando-se com os elevados preços dos bens essenciais.

Um ano depois, para participar na XII Trobada Internacional de Cituadela, na Ilha de Menorca, atravessou o Mediterrâneo numa viagem carregada de tal bucólico, puro e belo romantismo, que nem nos atrevemos a descrever.

Tal só é possível nas palavras de grandes escritores, de tal modo apaixonados pelas visões cálidas e serenas das águas mediterrânicas, ou, quem sabe, pelo perfume inebriante do rosmaninho e alecrim que decidiram ali morar.

Num teatro de tal modo ostentoso, que recordava uma das mais majestosas salas de ópera do século XVIII, o Luz dos Candeeiros voltou a ser sucesso.

Sem qualquer tipo de receios em viajar, no ano de 2005, embarcam num voo das linhas aéreas da SATA com destino à ilha Terceira, nos Açores.

Percorreram esta ilha de lés-a-lés, fazendo aí mostras do belo folclore e das tradições Estremenhas, com participação no COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira e uma breve passagem pela ilha de Santa Maria.

Impelidos pela alegria e orgulho de levar as tradições do Arrimal por toda a parte, um ano mais tarde, rumavam à Ilha da Madeira.

Se a viagem correu bem, a estadia foi ainda melhor. A Poncha, a Coral, toda a animação noturna, casadas com a beleza natural das ilhas e todo o espírito entusiasmante deste festival, perduram ainda hoje nas nossas recordações.

No ano de 2008, e pela primeira vez, trouxemos o folclore à noite Arrimalana com o início dos Festivais Internacionais de Folclore do Arrimal, realizados à noite, junto à Lagoa Pequena.

Em 2009, numa nova fase marcada pela tomada de posse do seu atual presidente – o jovem Ricardo Simão – e para brindar os seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros, conseguiu, finalmente, reunir as condições necessárias para editar a gravação de um CD com as suas modas recolhidas ao longo dos tempos.

Para brindar as duas décadas de existência, nada melhor e distinto, per iternum, que o lançamento de um álbum das cantigas e modas mais marcantes do seu reportório, recolhidas e executadas ao longo da caminhada até aí percorrida.

Foi uma festa à séria. Inclusivamente com sessão solene no lançamento da sua produção musical em suporte digital de nome “20 Anos de Eterna Tradição”.

Acreditamos que este é um legado para memória futura perpetuando as nossas tradições, com que os nossos filhos e netos muito terão a aprender. Este CD é um contributo para a história do povo que foi a sua origem e raiz.

Desta forma, e muito para além de gravar um mero disco comemorativo dos seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros pretendeu eternizar as memórias herdadas e deixadas por todos os que, na dureza da labuta diária do árduo trabalho do campo, souberam ainda encontrar e forjar tempos de recreio e diversão sadia. Ainda hoje, em cada representação, atividade, ou sempre que envergamos os seus trajes, procuramos perpetuar essas vivências e recordações.

Citando Camões, “A memória daqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando” – foi a eles, aos nossos antepassados, que quisemos honrar ao dedicar-lhes este trabalho discográfico. Que permaneçam imortais, tal como nós intimamente desejamos.

Nesse mesmo ano, em 2009, volta ao Grandioso Festival do Rouergue, em Rodez, na França.

Em 2011 faz a sua mais longa deslocação para integrar a Gala Internacional de Folclore de Messina e o Festival Internacional de Folclore de Caltavulturo, na Sicília, ambos com a chancela do C.I.O.F.F.. Mais uma vez o grupo faz retumbantes sucessos nas atuações onde participa.

Uma vez mais, e como tem sido sempre seu apanágio, o Luz dos Candeeiros levou bem longe as tradições arrimalanas e o nome de Porto de Mós.

No ano de 2012, comemorando o seu 25.º Aniversário, organizou os festivais de folclore onde procurou trazer amigos de longa data para em conjunto assinalarem este marco importante da sua história.

Para finalizar as comemorações juntou todos quantos tornaram possível a chegada do grupo ao quarto de século num grandioso jantar convívio com antigos e actuais componentes do Luz dos Candeeiros, bem assim como familiares e amigos.

Em modo de conclusão, procurámos fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho; o seu interior, as vivências, experiências e aventuras. Histórias e estórias do grupo e seus componentes.

Quisemos narrar o que foi e é o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros: sempre fiel às tradições e um digno representante dos seus antepassados, para além de uma escola de vida e de relações humanas.

Agradecemos a todos os que, no coração desta família entraram e deram o seu contributo auxiliando-nos a transpor mais um aniversário: a população do Arrimal, os órgãos políticos, os antigos e atuais componentes, o C.C.R.D. do Arrimal e a todos aqueles que puxaram a corda que nos içou até aqui.

O NOSSO MUITO OBRIGADO!

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



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Terça-feira, 10 de Maio de 2016
MOSTEIRO DA BATALHA RECEBE CONFERÊNCIAS SOBRE CULTURA E IDENTIDADE

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CONFERÊNCIAS DO MOSTEIRO 2016

CULTURA | IDENTIDADE | HISTÓRIA | GLOBALIZAÇÃO

PORTUGAL | EUROPA | DEMOCRACIA | FUTURO

de maio a outubro – no Mosteiro da Batalha

Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República



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Domingo, 17 de Abril de 2016
OURÉM COMEMORA AMANHÃ DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS



publicado por Carlos Gomes às 16:18
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Sábado, 16 de Abril de 2016
OURÉM COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS



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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016
OURÉM COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS



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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016
ACONTECE NO MUSEU – S. SEBASTIÃO: RESUSTADOS RECENTES DO SEU ESTUDO

O encontro de conferências sobre a capela de São Sebastião em Atouguia, Ourém, surgiu de um trabalho coletivo de estudos e obras de consolidação do templo levado a efeito nos últimos anos. A uma intervenção de emergência para estancar o processo de degradação mais acelerado, sucedeu a limpeza de entulhos e uma campanha arqueológica no templo, em 2014.

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Em simultâneo, decorreram vários processos de estudo e outros projetos de valorização deste património imóvel, que o Museu Municipal acompanhou e reuniu em 10 de abril na Casa do Administrador. Cinco oradores dinamizaram um painel diverso de comunicações, que trouxeram novas informações a algumas conclusões sobre o templo.

A primeira comunicação, conduzida pelo Professor A. Cunha e Silva foi dedicada ao culto Sebastiano a nível nacional e a sua relação com o caso de Ourém. Foram discutidas diversas pistas que poderão encontrar relação com o culto e com a capela em Ourém, como o relicário que terá existido na Igreja Colegiada, o registo de mordomias e confrarias dedicadas a S. Sebastião, a Batalha de Alcácer-Quibir, as invasões francesas e as próprias fogaças características na região.

As comunicações prosseguiram com a intervenção da arqueóloga Seara Rei que apresentou os resultados das sondagens arqueológicas realizadas no interior da Capela e no seu adro. As escavações permitiram detetar diversos vestígios arqueológicos até então desconhecidos, como estruturas, cerâmicas, moedas e material osteológico humano o que permitiu aferir novos dados sob o aproveitamento deste espaço religioso e da comunidade onde estava inserido.

Os resultados antropológicos preliminares relativos ao estudo do espólio osteológico humano foram apresentados pela antropóloga forense Sandra Assis, que contextualizou os resultados obtidos na sondagem, descrevendo os materiais encontrados e a sua pertinência para a reconstrução das vivências associadas à capela.

Ana Luísa Ferreira, aluna na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, expos os principais resultados da investigação que se encontra a conduzir no âmbito da sua dissertação de mestrado. Depois de uma breve resenha histórica sobre os principais episódios históricos que se relacionam com a capela, a oradora conduziu o publico pelos diversos espaços, numa tentativa de interpretar a composição da estrutura, intervenções e alterações que sofreu ao longo dos séculos.

A componente de representação da capela para o público mais jovem ficou a cargo de Alexandre Ferreira, que apresentou o projeto multimédia de réplicas tridimensionais da capela em cinco momentos da sua história que permitem a realização de visitas virtuais à capela em tecnologia 3D.

O encontro não terminou sem a intervenção do Presidente da Junta de Freguesia de Atouguia que agradeceu os contributos e salientou a importância dos estudos apresentados para perpetuar a memória da capela.

Colaboração: Museu Municipal de Ourém



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Domingo, 3 de Abril de 2016
OURÉM QUER RECUPERAR CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO NA ATOUGUIA



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Quinta-feira, 31 de Março de 2016
CENTROS HISTÓRICOS CLASSIFICADOS PELA UNESCO ESTÃO ISENTOS DE IMI

- Quem o garante é a Secretaria de Estado das Autarquias Locais

Informação baseia-se no Estatuto dos Benefícios Fiscais, Lei de Bases do Património Cultural e classificação dos bens imóveis de interesse cultural.

O Secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, informou a Câmara Municipal de Guimarães que os moradores dos prédios integrados nos centros históricos incluídos na lista do Património Mundial pela UNESCO beneficiam da isenção da taxa de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). A informação resulta de uma reunião efetuada em Lisboa com o Presidente do Município, Domingos Bragança, no passado dia 04 de fevereiro, onde foi abordado o tema da divergência da aplicação da isenção.

De acordo com a exposição apresentada pelo titular da Secretaria de Estado das Autarquias Locais, o Centro Histórico de Guimarães «integra a lista dos bens classificados como de interesse nacional sendo, como tal, designado monumento nacional. Os monumentos nacionais não exigem a classificação individualizada dos prédios que os integram para efeitos de isenção de IMI», acrescenta o texto do ofício.  

Além da missiva remetida para a Câmara Municipal de Guimarães, na qual menciona explicitamente não ser «necessária a produção de qualquer alteração legislativa», a informação foi igualmente enviada para o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais para «confirmação deste entendimento e eventual auscultação da Autoridade Tributária».

Interesse público nacional

A alínea n) do nº 1 do artigo 34º do Estatuto dos Benefícios Fiscais determina que estão isentos de imposto municipal sobre imóveis «os prédios classificados como monumentos nacionais e os prédios individualmente classificados como de interesse público ou de interesse municipal, nos termos da legislação em vigor».

Nos termos do disposto no nº 7 do artigo 15º da Lei nº 107/2001, de 08 de setembro, «os bens culturais imóveis incluídos na lista do património mundial integram, para todos os efeitos e na respetiva categoria, a lista dos bens classificados como de interesse nacional», cuja referência está expressa no nº 3 do artigo 3º do Decreto de Lei nº 309/2009: «A designação de ‘monumento nacional’ é atribuída aos bens imóveis classificados como de interesse nacional, sejam eles monumentos, conjuntos ou sítios».



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Sábado, 26 de Março de 2016
OURÉM APRESENTA RESULTADOS DO ESTUDO SOBRE A CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO NA ATOUGUIA

Acontece no Museu

Capela de São Sebastião: resultados recentes do seu estudo

10 de abril - 15h00

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Por Alexandre Ferreira, Ana Luísa Ferreira, António Cunha e Silva, Sandra Assis e Seara Rei.

Organização: Município de Ourém

Entrada Livre



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Quinta-feira, 24 de Março de 2016
OURÉM COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Visitas guiadas gratuitas à Vila Medieval

18 de abril –  10h

Vila Medieval de Ourém

Mínimo: 5 pessoas

Participação gratuita mediante inscrição prévia

Inscrições: Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00

Contactos: tel: 249 540 900 (ext. 6831), tlm: 919 585 003, e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt

Geocaching na Vila Medieval de Ourém

A partir de 18 de abril

O Geocaching é uma caça ao tesouro dos tempos modernos, praticada ao ar livre, com a ajuda de recetores de GPS. A ideia base do jogo é deslocar-se até umas coordenadas específicas e encontrar a ‘geocache’ escondida nesse local.

Para comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Museu Municipal vai instalar caches na Vila Medieval de forma a potenciar quer a prática de desporto ao ar livre, quer a descoberta dos diferentes patrimónios que a integram.



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Domingo, 20 de Março de 2016
PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS



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Quinta-feira, 17 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INAUGURA ÓRGÃO COM REALIZAÇÃO DE UM CONCERTO

Concerto inaugural do Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima estreia peça de João Pedro Oliveira. Composição inédita é baseada na primeira profecia sobre Maria

É já no domingo, dia 20, que o Santuário de Fátima vai inaugurar o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário com a estreia mundial da peça Hû yeshûphekâ rô’sh, da autoria do compositor português João Pedro Oliveira, num concerto interpretado por Olivier Latry, organista titular da Catedral de Notre-Dame de Paris.

A inauguração do Órgão, que se realiza às 15h30 e é aberta ao público em geral, começa com a bênção do instrumento pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, seguindo-se um improviso do organista Olivier Latry, que demonstrará as potencialidades deste instrumento.

O concerto inaugural do órgão estreará a obra de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria, no Livro do Génesis, encomendada pelo Santuário de Fátima para assinalar esta ocasião, bem como uma improvisação final que será executada tendo como base o Ave-Maria de Fátima.

O objetivo do Santuário foi “devolver” às celebrações que têm lugar nesta  Basílica “a beleza e a imponência do órgão de tubos”, referiu à Sala de Imprensa o Reitor, Pe Carlos Cabecinhas.

O responsável não esconde que a recuperação deste instrumento, o maior do género em Portugal, “ficará para a posteridade como marca da celebração do Centenário das Aparições de Fátima”.

O órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, instalado no coro alto, é um instrumento com uma grande presença física no espaço e na memória de muitos peregrinos. Construído em 1951, pela empresa italiana Fratelli Ruffatti, é o maior instrumento do género em Portugal, com 90 registos e cerca de 6.500 tubos.

A reestruturação foi levada a cabo pela empresa italiana Mascioni Organi, que conservou uma parte considerável da tubaria original mas acrescentou alguns registos com o intuito de conferir ao instrumento uma sonoridade homogénea e moderna.

A nova conceção foi idealizada tendo em vista a filosofia de um órgão sinfónico, caracterizando-se pelos detalhes de cada registo em separado, mas também, pela poderosa massa sonora, tornando-o apto para a interpretação de todo o repertório organístico.

A consola de cinco teclados e pedaleira foi restaurada e modernizada. O tubo maior, de madeira, tem cerca de 12 metros de altura e 50 centímetros de largura e os tubos de metal, da fachada, têm cerca de oito metros de altura.

A parte frontal deste instrumento foi redesenhada pela arquiteta Joana Delgado, autora do projeto de reformulação do presbitério da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e conta com uma intervenção artística do escultor português Bruno Marques, autor do crucifixo, bem como das obras de arte que materializam os lugares litúrgicos do presbitério da Basílica. Para a restante caixa foi proposto um revestimento em madeira cuidadosamente desenhado em total articulação com os organeiros da Mascioni Organi. Os eco-órgãos, instalados nas galerias, foram também objeto de um trabalho conjunto na definição estética da solução.

O concerto de dia 20 de março é o primeiro de um ciclo de seis concertos para órgão que se realizam até outubro, no âmbito das comemorações que assinalam o Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, com um repertório criado em diversas épocas, regiões geográficas, estilos e atitudes composicionais variadas. Música alemã, música francesa, música sacra, música contemporânea e hinos marianos aludem a um período de tempo centenário e permitem uma perspetiva abrangente das capacidades expressivas do novo órgão.

O primeiro realiza-se a 8 de maio e terá como intérprete António Esteireiro que percorrerá a Música alemã dos séculos XIX e XX, incluindo alguns dos grandes clássicos do órgão deste período, e as Ave-Maria de Max Reger e Karg-Elert.

A 5 de junho António Mota apresentará um programa de cem anos de música contemporânea, incluindo a Suite Mariale de Maleingreau.

A 10 de julho, Felipe Veríssimo interpretará um repertório retratando cem anos de música sacra, incluindo a Sinfonia da Paixão de Marcel Dupré, obra emblemática do início do século XX.

A 14 de agosto, Giampaolo Di Rosa fará Improvisações sobre melodias e hinos ligados à tradição de Fátima, que se tornaram parte da tradição litúrgica e popular e são conhecidas pelo público e fiéis, compostos e cantados durante os últimos cem anos. E, a 9 de outubro, João Santos (organista titular do Santuário de Fátima) interpretará cem anos de música francesa, de César Franck a Messiaen, incluindo vários excertos dos 15 Versets sur les Vêpres du commun des fêtes de la Sainte Vierge.

Recorde-se que quer o concerto inaugural quer o ciclo de órgão foram pensados no âmbito das comemorações do Centenário das Aparições, que terminará com outro grande concerto em que serão interpretadas 13 peças do compositor escossês James McMillan, recentemente nomeado compositor do ano pela Pittsburg Simphony Orchestra, e uma composição de Eurico Carrapatoso, interpretada pelo Coro e Orquestra Gulbenkian, sob a direção da maestrina Joana Carneiro, a 13 de outubro de 2017.

CR



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Segunda-feira, 14 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INAUGURA ÓRGÃO DA BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Santuário de Fátima inaugura órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário. Concerto estreia obra Hû yeshûphekâ rô’sh, de João Pedro Oliveira

Após a bênção do órgão pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, Olivier Latry explora toda a capacidade sonora deste instrumento, através de um programa que aborda vários estilos, percorrendo cerca de 300 anos de história da música. Segue-se a estreia mundial da obra de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria, no Livro do Génesis, encomendada pelo Santuário de Fátima para assinalar esta ocasião, bem como uma improvisação final que será executada tendo como base o Ave-Maria de Fátima.

Instalado no coro alto, o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário é um instrumento com uma grande presença física no espaço e na memória de muitos peregrinos. Construído em 1951, pela empresa italiana Fratelli Ruffatti, é o maior instrumento do género em Portugal, com 90 registos e cerca de 6.500 tubos.

A reestruturação foi levada a cabo pela empresa italiana Mascioni Organi, que conservou uma parte considerável da tubaria original mas acrescentou alguns registos com o intuito de conferir ao instrumento uma sonoridade homogénea e moderna, consentânea com as necessidades sentidas.

A nova conceção fónica do instrumento foi idealizada tendo em vista a filosofia de um órgão sinfónico, caracterizando-se pelos detalhes de cada registo em separado, mas também, pela poderosa massa sonora, tornando-o apto para interpretação de todo o repertório organístico.

A consola de cinco teclados e pedaleira foi restaurada e modernizada. O tubo maior, de madeira, tem cerca de 12 metros de altura e 50 centímetros de largura e os tubos de metal, da fachada, têm cerca de oito metros de altura.

A parte frontal deste instrumento foi redesenhada pela arquiteta Joana Delgado, autora do projeto de reformulação do presbitério da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e conta com uma intervenção artística do escultor português Bruno Marques, autor do crucifixo, bem como das obras de arte que materializam os lugares litúrgicos do presbitério da Basílica. Para a restante caixa foi proposto um revestimento em madeira cuidadosamente desenhado em total articulação com os organeiros da Mascioni Organi. Os eco-órgãos, instalados nas galerias, foram também objeto de um trabalho conjunto na definição estética da solução.

Trata-se do primeiro de um ciclo de seis concertos para órgão que se realizam até outubro, no âmbito das comemorações que assinalam o Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, com um repertório criado em diversas épocas, regiões geográficas, estilos e atitudes composicionais variadas. Música alemã, música francesa, música sacra, música contemporânea e hinos marianos aludem a um período de tempo centenário e permitem uma perspetiva abrangente das capacidades expressivas do novo órgão.



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Segunda-feira, 7 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INAUGURA ÓRGÃO DA BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Santuário de Fátima inaugura órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário com concerto que estreia obra Hû yeshûphekâ rô’sh, de João Pedro oliveira

O Santuário de Fátima inaugura o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário com a estreia mundial da peça Hû yeshûphekâ rô’sh, da autoria do compositor português João Pedro Oliveira, num concerto interpretado por Olivier Latry, organista titular da Catedral de Notre-Dame de Paris, no dia 20 de março, às 15h30.

Após a bênção do órgão pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, Olivier Latry explora toda a capacidade sonora deste instrumento, através de um programa que aborda vários estilos, percorrendo cerca de 300 anos de história da música. Segue-se a estreia mundial da obra de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria, no Livro do Génesis, encomendada pelo Santuário de Fátima para assinalar esta ocasião, bem como uma improvisação final que será executada tendo como base o Ave-Maria de Fátima.

Instalado no coro alto, o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário é um instrumento com uma grande presença física no espaço e na memória de muitos peregrinos. Construído em 1951, pela empresa italiana Fratelli Ruffatti, é o maior instrumento do género em Portugal, com 90 registos e cerca de 6.500 tubos.

A reestruturação foi levada a cabo pela empresa italiana Mascioni Organi, que conservou uma parte considerável da tubaria original mas acrescentou alguns registos com o intuito de conferir ao instrumento uma sonoridade homogénea e moderna, consentânea com as necessidades sentidas.

A nova conceção fónica do instrumento foi idealizada tendo em vista a filosofia de um órgão sinfónico, caracterizando-se pelos detalhes de cada registo em separado, mas também, pela poderosa massa sonora, tornando-o apto para interpretação de todo o repertório organístico.

A consola de cinco teclados e pedaleira foi restaurada e modernizada. O tubo maior, de madeira, tem cerca de 12 metros de altura e 50 centímetros de largura e os tubos de metal, da fachada, têm cerca de oito metros de altura.

A parte frontal deste instrumento foi redesenhada pela arquiteta Joana Delgado, autora do projeto de reformulação do presbitério da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e conta com uma intervenção artística do escultor português Bruno Marques, autor do crucifixo, bem como das obras de arte que materializam os lugares litúrgicos do presbitério da Basílica. Para a restante caixa foi proposto um revestimento em madeira cuidadosamente desenhado em total articulação com os organeiros da Mascioni Organi. Os eco-órgãos, instalados nas galerias, foram também objeto de um trabalho conjunto na definição estética da solução.

Trata-se do primeiro de um ciclo de seis concertos para órgão que se realizam até outubro, no âmbito das comemorações que assinalam o Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, com um repertório criado em diversas épocas, regiões geográficas, estilos e atitudes composicionais variadas. Música alemã, música francesa, música sacra, música contemporânea e hinos marianos aludem a um período de tempo centenário e permitem uma perspetiva abrangente das capacidades expressivas do novo órgão.



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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA RESTAURA ÓRGÃO DA BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima vai ser Inaugurado

Concerto estreia peça de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria. O Santuário de Fátima vai inaugurar o órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário com a estreia mundial da peça Hû yeshûphekâ rô’sh, da autoria do compositor português João Pedro Oliveira, num concerto interpretado por Olivier Latry, organista titular da Catedral de Notre-Dame de Paris, no dia 20 de março, às 15h30.

A inauguração começa com a bênção do órgão pelo Bispo de Leiria-Fátima, D. António Marto, seguindo-se um improviso do organista Olivier Latry, que demonstrará as potencialidades do instrumento.

O concerto inaugural do órgão estreará a obra de João Pedro Oliveira, baseada na primeira profecia sobre Maria, no Livro do Génesis, encomendada pelo Santuário de Fátima para assinalar esta ocasião, bem como uma improvisação final que será executada tendo como base o Ave-Maria de Fátima.

O órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário, instalado no coro alto, é um instrumento com uma grande presença física no espaço e na memória de muitos peregrinos. Construído em 1951, pela empresa italiana Fratelli Ruffatti, é o maior instrumento do género em Portugal, com 90 registos e cerca de 6.500 tubos.

A reestruturação foi levada a cabo pela empresa italiana Mascioni Organi, que conservou uma parte considerável da tubaria original mas acrescentou alguns registos com o intuito de conferir ao instrumento uma sonoridade homogénea e moderna.

A nova conceção foi idealizada tendo em vista a filosofia de um órgão sinfónico, caracterizando-se pelos detalhes de cada registo em separado, mas também, pela poderosa massa sonora, tornando-o apto para a interpretação de todo o repertório organístico.

A consola de cinco teclados e pedaleira foi restaurada e modernizada. O tubo maior, de madeira, tem cerca de 12 metros de altura e 50 centímetros de largura e os tubos de metal, da fachada, têm cerca de oito metros de altura.

A parte frontal deste instrumento foi redesenhada pela arquiteta Joana Delgado, autora do projeto de reformulação do presbitério da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, e conta com uma intervenção artística do escultor português Bruno Marques, autor do crucifixo, bem como das obras de arte que materializam os lugares litúrgicos do presbitério da Basílica. Para a restante caixa foi proposto um revestimento em madeira cuidadosamente desenhado em total articulação com os organeiros da Mascioni Organi. Os eco-órgãos, instalados nas galerias, foram também objeto de um trabalho conjunto na definição estética da solução.

O concerto de dia 20 de março é o primeiro de um ciclo de seis concertos para órgão que se realizam até outubro, no âmbito das comemorações que assinalam o Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima, com um repertório criado em diversas épocas, regiões geográficas, estilos e atitudes composicionais variadas. Música alemã, música francesa, música sacra, música contemporânea e hinos marianos aludem a um período de tempo centenário e permitem uma perspetiva abrangente das capacidades expressivas do novo órgão.

O primeiro realiza-se a 8 de maio e terá como intérprete António Esteireiro que percorrerá a Música alemã dos séculos XIX e XX, incluindo alguns dos grandes clássicos do órgão deste período, e as Ave-Maria de Max Reger e Karg-Elert.

A 5 de junho António Mota apresentará um programa de cem anos de música contemporânea, incluindo a Suite Mariale de Maleingreau.

A 10 de julho, Felipe Veríssimo interpretará um repertório retratando cem anos de música sacra, incluindo a Sinfonia da Paixão de Marcel Dupré, obra emblemática do início do século XX.

A 14 de agosto, Giampaolo Di Rosa fará Improvisações sobre melodias e hinos ligados à tradição de Fátima, que se tornaram parte da tradição litúrgica e popular e são conhecidas pelo público e fiéis, compostos e cantados durante os últimos cem anos. E, a 9 de outubro, João Santos (organista titular do Santuário de Fátima) interpretará cem anos de música francesa, de César Franck a Messiaen, incluindo vários excertos dos 15 Versets sur les Vêpres du commun des fêtes de la Sainte Vierge.

Recorde-se que quer o concerto inaugural quer o ciclo de órgão foram pensados no âmbito das comemorações do Centenário das Aparições, que terminará com outro grande concerto em que serão interpretadas 13 peças do compositor escossês James McMillan, recentemente nomeado compositor do ano pela Pittsburg Simphony Orchestra, e uma composição de Eurico Carrapatoso, interpretada pelo Coro e Orquestra Gulbenkian, sob a direção da maestrina Joana Carneiro, a 13 de outubro de 2017. CR



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PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS



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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2016
OURÉM COMEMORA DIA NACIONAL DOS CENTROS HISTÓRICOS

O MMO vai comemorar o Dia Nacional dos Centros Históricos com visitas guiadas gratuitas. Estas visitas vão realizar-se na Vila Medieval de Ourém no dia 28 de março de 2016.

Programa:

10.00 H - Viagem a outros tempos para crianças dos 6 aos 14 anos

15.00 H – Visita guiada para o público em geral

Participação Gratuita

Mínimo de 5 participantes

A participação é sujeita a inscrição prévia

Mais informações e inscrições no Museu Municipal de Ourém, terça-feira a domingo – das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Contactos: tel.: 249 540 900 (6831) | tlm: 919585003 | 910 502 917 | museu@mail.cm-ourem.pt | www.museu.cm-ourem.pt 



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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2016
MUNICÍPIO DE OURÉM REQUALIFICA CRUZEIRO DO REGATO

O Município de Ourém realizou trabalhos de conservação e restauro no Cruzeiro do Regato, restituindo o valor histórico deste elemento patrimonial enquanto símbolo na fundação da Aldeia da Cruz.

Os trabalhos foram executados pela equipa de Conservação e Restauro do Museu Municipal de Ourém e permitiram estabilizar os processos de degradação verificados. A intervenção consistiu na aplicação de um biocida para eliminação da colonização biológica, seguida de uma limpeza mecânica com escovas de nylon e água corrente.

O Cruzeiro do Regato está associado à lenda que envolve D. Nuno Álvares Pereira e o seu irmão Pedro Álvares Pereira, após a Batalha de Aljubarrota no ano de 1385.

A imagem mostra o aspecto do cruzeiro antes dos trabalhos de requalificação



publicado por Carlos Gomes às 21:14
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016
ESTADO ABANDONA CASA DOS CANTONEIROS EM RIO DE COUROS

A casa dos cantoneiros situada em Rio de Couros continua votada ao abandono. Quem passa na estrada, facilmente constata o estado deplorável em que se encontra, apresentando a porta arrancada, com sobrado e paredes destruídas.

Provisório 027.JPG

O local ameaça a saúde pública e constitui um risco em termos de segurança.

Em 2011, a Junta de Freguesia de Rio de Couros mostrou interesse na sua aquisição mas o valor exigido revelava a intenção de não realizar o negócio.

O Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Couros, sr. Manuel Lourenço, chegou mesmo a afirmar: A Junta de Freguesia sempre esteve interessada na sua recuperação, mas o Estado pede 18.500,00 euros pela sua venda. Claro que assim não houve nem haverá negócio. Como não pudemos comprar temos estado a exigir pelo menos que façam aquilo que nos exigem a nós: conservem!”

- Mas não conservam! Em tempo de vacas magras, o Estado prefere abandonar o património…



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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015
FÁTIMA ASSINALA DIA NACIONAL DOS BENS CULTURAIS DA IGREJA

Para assinalar o Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja, 18 de outubro, domingo, o CONSOLATA MUSEU | Arte Sacra e Etnologia, em Fátima, irá oferecer aos seus visitantes várias ofertas, surpresas e duas visitas guiadas ao museu e às reservas sem pagamentos extra. A primeira visita terá início às 15h00 e a segunda às 16h30.

Tutelado pelo Instituto Missionário da Consolata, este museu reúne uma vasta coleção de elevadíssimo interesse artístico e cultural, promovendo o encontro com a beleza, a arte, a história e a cultura.

Através das suas coleções de Arte Sacra, que espelham os diferentes passos da vida de Cristo, e de Etnologia, que fazem eco dos mais longínquos lugares relacionados com a Missão, o visitante é levado a contemplar as mais surpreendentes peças da cultura artística cristã e a tomar contacto com povos e culturas de todo o mundo. A sua ligação ao espaço onde se implanta aparece especialmente vinculada através do espólio relacionado com os videntes de Fátima apresentado na Sala dos Pastorinhos.



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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015
FÁTIMA ASSINALA DIA NACIONAL DOS BENS CULTURAIS DA IGREJA

Para assinalar o Dia Nacional dos Bens Culturais da Igreja, 18 de outubro, domingo, o CONSOLATA MUSEU | Arte Sacra e Etnologia, em Fátima, irá oferecer aos seus visitantes várias ofertas, surpresas e duas visitas guiadas ao museu e às reservas sem pagamentos extra. A primeira visita terá início às 15h00 e a segunda às 16h30.

Tutelado pelo Instituto Missionário da Consolata, este museu reúne uma vasta coleção de elevadíssimo interesse artístico e cultural, promovendo o encontro com a beleza, a arte, a história e a cultura.

Através das suas coleções de Arte Sacra, que espelham os diferentes passos da vida de Cristo, e de Etnologia, que fazem eco dos mais longínquos lugares relacionados com a Missão, o visitante é levado a contemplar as mais surpreendentes peças da cultura artística cristã e a tomar contacto com povos e culturas de todo o mundo. A sua ligação ao espaço onde se implanta aparece especialmente vinculada através do espólio relacionado com os videntes de Fátima apresentado na Sala dos Pastorinhos.



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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015
O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS FERIADOS?

Os feriados são os dias em que, por prescrição civil ou religiosa, se suspende o trabalho a fim de comemorar algo que se pretende seja preservado na memória de uma comunidade. A sua manutenção apenas faz sentido na medida em que os mesmos são celebrados.

Desde os tempos mais remotos, o homem celebrava através do rito a ação criadora dos deuses, assegurando assim a sua continuidade. Integram-se nesse conceito os festejos dos ciclos da Natureza, mormente o solstício do inverno e da primavera, o entrudo e a serração da velha. Uma vez cristianizadas muitas das celebrações outrora pagãs e instituídos os feriados religiosos, destinam-se eles a celebrar os principais acontecimentos da vida de Jesus como marcos fundamentais da Fé cristã.

Por seu turno, a sociedade passou de igual modo a assinalar efemérides consideradas importantes na vida das respetivas comunidades, as quais se destinam a preservar a sua memória coletiva ou seja, a comemorar os acontecimentos mais marcantes da História, a exaltar os seus feitos e a venerar os seus heróis e poetas.

Trata-se de uma espécie de religião cívica que possui o seu panteão, os seus símbolos, as suas datas de celebração e uma liturgia própria. Desse modo, os feriados cívicos destinam-se a serem celebrados pela comunidade com vista à preservação da memória e, por conseguinte, da respetiva identidade, seja ela de um município ou da Nação no seu todo!

A necessidade de preservação da memória pressupõe de igual modo o esquecimento. A título de exemplo, a comemoração da implantação da República apenas faz sentido no contexto do regime republicano como forma de garantir a identificação do povo com o significado e os símbolos que lhe estão subjacentes. Por seu turno, a supressão dos feriados cívicos, seja a que pretexto for, visa sempre promover o esquecimento em relação àquilo que os mesmos representam.

A supressão do feriado do dia 1 de dezembro que evoca a data da Restauração da Independência de Portugal em 1640, mais não representa do que a tentativa de fazer os portugueses esquecerem a sua condição de povo livre e soberano, criando as condições com vista a submetê-lo a novos jugos do estrangeiro. É por essa razão que os cidadãos jamais devem deixar de celebrar a sua liberdade, impondo o restabelecimento dos feriados religiosos e civis que foram suprimidos e comemorando o feito heroico dos seus antepassados que nos legaram uma Pátria livre e soberana!



publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2015
OUREENSES REGRESSAM À VILA MEDIEVAL

Festival de Setembro, música e outras artes 2015

Chegou ao fim o “Festival de Setembro, música e outras artes”, iniciativa promovida pelo Município de Ourém e pela Fundação da Casa de Bragança e que decorreu na Vila Medieval de Ourém, nos dias 11, 12 e 13 de setembro.

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Nas praças, largos e jardins da Vila Medieval, coletividades e restaurantes locais proporcionaram aos visitantes uma degustação com “Sabores do Mediterrâneo”, realçando-se o conceito de que a “dieta mediterrânica constitui uma herança cultural dos países banhados pelo Mediterrâneo, ou que são por ele influenciados, representando um padrão alimentar saudável e sustentável para o mundo e, em especial, para a zona mediterrânica”. Do cruzamento desta premissa com o itinerário da viagem de D. Afonso, 4.º Conde de Ourém, por vários países do Mediterrâneo, foram servidos nos restaurantes, terreiros e praças da Vila Medieval petiscos e refeições típicas de Portugal, Espanha, França, Itália e Marrocos.

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A componente musical e cénica também integraram de forma marcante o Festival, com a programação a incluir uma Visita Guiada ao Paço dos Condes e a Recriação Histórica no Castelo, destacando-se ainda o espetáculo de teatro “D. Afonso, Conde de Ourém, Príncipe de Portugal”, um espetáculo que retrata a viagem de D. Afonso, 4º Conde de Ourém, para Lisboa, de onde partiria como Embaixador do Rei D. Duarte para Basileia. “D. Afonso, Conde de Ourém, Príncipe de Portugal” concilia a história da viagem com a monumentalidade da Vila Medieval de Ourém, numa coprodução do Nariz – Teatro de Grupo e o Grupo de Teatro Apollo. O Festival recebeu ainda as participações musicais de Dead Combo e Lula Pena, duas referências incontornáveis no panorama musical português.

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Em vertente complementar, o cinema assumiu-se como outra das manifestações artísticas presentes no “Festival de Setembro, música e outras artes”. Numa parceria com o cinANTROP - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, foram exibidos os documentários a concurso pelo concelho de Ourém na edição de 2015: “Ao Redol da Tijomel” (vencedor do Grande Prémio Regional António Campos), “Pelos Cantos de Ourém” (vencedor do prémio Melhor Curta-Metragem do Concelho de Ourém) e “Labuta e Uma Ginja Diferente”. A problemática dos refugiados oriundos do norte de África seria alvo de reflexão no filme “Respiro”, seguindo-se a exibição de “Terra Firme”.

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Complementarmente refira-se que o Município de Ourém disponibilizou transporte gratuito de passageiros nos dias do Festival, a partir do Mercado Municipal Manuel Prazeres Durão (junto ao Centro de Negócios de Ourém) até à Vila Medieval, estando e entidade promotora já a trabalhar com vista à edição de 2016, procurando superar algumas lacunas que sempre se evidenciam em cada ano e no sentido de projetar o Festival para uma dimensão mais alargada, quer nos propósitos culturais do evento, quer no que respeita à escala do público-alvo.

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A organização do evento foi da responsabilidade do Município de Ourém e da Fundação da Casa de Bragança, em parceria com a empresa municipal OurémViva, Junta de Freguesia de Nª. Srª. das Misericórdias e ADIRN e com o apoio do Grupo Lux Hotels e da APORFEST - Associação Portuguesa de Festivais de Música.

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publicado por Carlos Gomes às 13:40
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015
CEPAE REALIZA NA BATALHA COLÓQUIO SOBRE "LUGAR DE MEMÓRIA DA DINASTIA DE AVIS"



publicado por Carlos Gomes às 12:42
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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2015
VILA MEDIEVAL É A JÓIA HISTÓRICA DO CONCELHO DE OURÉM MAS A MAIORIA DOS OUREENSES AINDA NÃO A VISITOU

Qual Acrópole lusitana, o antigo burgo medieval com o Castelo e o Paço dos Condes de Ourém, atualmente designado por “Cidade Velha”, constitui o mais precioso núcleo patrimonial do concelho de Ourém com potencialidade para atrair milhares de visitantes. Pelas suas caraterísticas urbanas e arquitetónicas, a vila medieval de Ourém é apenas comparável a Óbidos, Marvão e Monsaraz, localidades que se inscrevem em todos os roteiros turísticos como locais de visita obrigatória.

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O Concelho de Ourém possui um potencial turístico que não se restringe às peregrinações ao Santuário de Fátima e à histórica aldeia de Aljustrel. Com os seus monumentos e história, os vestígios da sinagoga e as histórias de judeus narradas por Camilo Castelo Branco na sua novela “Olho de Vidro”, as ruelas estreitas e o magnífico Terreiro de Santiago, a apreciada ginjinha e as soberbas paisagens que dali se desfruta, o centro histórico de Ourém é um tesouro que espera o momento de ser desvendado.

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Desde que a destruição causada pelas invasões francesas levou à debandada dos oureenses e sua fixação na insignificante Pedela que, com o decorrer do tempo veio a dar origem à Aldeia da Cruz e consequentemente à progressiva Vila Nova de Ourém, a nobre e veneranda vila medieval de Ourém continua votada ao esquecimento, mau grado a beleza e graciosidade que encerra nas suas estreitas ruelas e recantos ajardinados.

O centro histórico de Ourém constitui um património de valor inestimável que necessita de ser preservado e usufruído. A sua conservação deve ter em consideração a utilização que dele possa ser feito, conciliando o comércio, o turismo e a ocupação habitacional de forma proporcionada. Não se pretende a fossilização de um centro histórico ou seja, a sua preservação sem uso.

A dinamização daquele espaço depende naturalmente da sua divulgação, da realização de um vasto programa de atividades e, naturalmente, da melhoria das condições de acesso e estacionamento.

O turismo é uma das indústrias que mais contribui para a preservação do património e o desenvolvimento económico. E, mais do que outra qualquer localidade, Ourém possui um valioso património que necessita de ser aproveitado!

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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Segunda-feira, 17 de Agosto de 2015
OURÉM ABANDONA MOINHO DA FAZARGA

O protocolo que o Município de Ourém e a Junta de Freguesia de Fátima celebraram com a empresa Coelho & Sá Lda. Com vista à recuperação do Moinho da Fazarga não foi cumprido. Já passou meio ano desde o término da data prevista e o moinho permanece sem qualquer intervenção de restauro.

Desprovido de capelo, em breve será impossível recuperar o moinho propriamente dito ou seja, o engenho de moagem e toda a sua estrutura em madeira.

Este moinho é propriedade do Município de Ourém e integra o conjunto de moinhos de vento do cabeço da Fazarga, situado na freguesia de Fátima, constando da lista de valores patrimoniais em PDM, bem como da lista do processo em curso da revisão do PDM.

O Protocolo estabelecia o prazo de dezoito meses para a recuperação e reativação do moinho a contar de agosto de 2013.

Entre outros aspetos, o “Protocolo entra a Câmara Municipal de Ourém, a Empresa Coelho e Sá, Ldª e Junta de Freguesia de Fátima, na cláusula IV respeitante aos “Direitos e Deveres do Segundo Outorgante”, estabelece que “o processo de recuperação e reativação do moinho deverá decorrer no prazo de dezoito meses a contar a partir da entrada em vigor do presente protocolo”. Porém, prestes a esgotar-se o tempo estabelecido no contrato em questão, regista-se o fato das referidas obras de recuperação ainda nem sequer terem começado, permanecendo o moinho no seu estado de progressiva degradação e abandono.

A empresa não cumpriu aquilo a que se comprometeu e as autarquias locais – Município de Ourém e Junta de Freguesia de Fátima – não tomaram qualquer iniciativa com vista à resolução do problema, a avaliar pelo estado em que o moinho ainda se encontra.

Apesar de várias tentativas, não conseguimos obter quaisquer esclarecimentos a este respeito. A recuperação do moinho da Fazarga parece tratar-se de um assunto tabu em Ourém.



publicado por Carlos Gomes às 00:53
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Terça-feira, 9 de Junho de 2015
ESTREMADURA DEBATE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E ARTÍSTICA

O CEPAE – Centro de Património da Estremadura e o Arquivo Distrital de Leiria organizam no dia 20 de junho, sábado, um colóquio intitulado "Reflexões sobre Educação Patrimonial e Educação Artística - homenagem a Ernesto Korrodi".

A decorrer entre as 9h30 e as 17h00 no Auditório do Arquivo Distrital de Leiria, este colóquio coordenado pela curadora de arte Genoveva Oliveira surge no âmbito da missão educativa da Rota de Arquitetura Korrodi cujos objetivos visam integrar a obra pedagógica, humana e arquitetónica de Ernesto Korrodi na identidade da cidade de Leiria, bem como a perpetuação da memória do património do Mestre e a passagem de um testemunho do presente para o futuro.

O colóquio permitirá a reflexão sobre as temáticas patrimoniais que intersectam experiências de investigação e de ensino com diferentes públicos. Terá o olhar reflexivo dos oradores Paula Cândido, Catarina Almeida, Helena Coelho, Sílvia Marques, Joel Correia e Genoveva Oliveira.

A participação no colóquio permitirá ainda a observação de uma mostra do acervo do arquiteto Ernesto e Camilo Korrodi e um percurso pedestre onde se poderá admirar algumas das suas obras.

A participação é gratuita, mas sujeita a marcação prévia através do telefone 244 766 199 (CEPAE – 10h00-13h00) ou do e.mail cepae@sapo.pt

Reflexões sobre Educação Patrimonial e Educação Artística

Homenagem a Ernesto Korrodi

COLÓQUIO

Programa

9h30 – Acolhimento

10h00 – Abertura – Deputada Odete João

10h15 - Ernesto Korrodi: o acesso à memória - Paula Cândido

10h40 - Leiria: A Evolução do Espaço Urbano da Cidade Moderna (1926-1974) – Joel Correia

11h00 - «Por esta rua acima…» - Helena Coelho e Sílvia Marques

11h20 – Debate – moderador Gonçalo Cardoso

12h00 – Visita ao Arquivo Distrital

12h30 – Almoço Livre

14h30 - Ernesto Korrodi em Lisboa: através dos periódicos de arquitectura do início do século XX – Catarina Almeida

14h50 - Análise gráfica das edificações Arte Nova portuguesas segundo a visão do arquiteto - Pedro da Silva

15h10 – Debate – moderadora Genoveva Oliveira

15h45 – Visita pedestre com Genoveva Oliveira e Joel Correia



publicado por Carlos Gomes às 15:38
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Terça-feira, 14 de Abril de 2015
LUÍSA BERNARDINO APRESENTA LIVRO SOBRE A VIDA QUOTIDIANA NO MOSTEIRO DA BATALHA

O Centro de Estudos do Património da Alta Estremadura (CEPAE) promove no próximo dia 18 de abril, no Auditório do Mosteiro da Batalha, o livro “OS ÚLTIMOS ANOS – A vida quotidiana no Convento da Batalha (1830-1834), da autoria de Luisa Bernardino.

A “pequena História”, da “grande História” - Quantos frades habitaram o Mosteiro da Batalha, nos últimos 4 anos antes da extinção das ordens religiosas, em 1834?- Como se chamavam?- O que faziam?- O que comiam?- De que viviam?- O que cultivavam na Cerca?- Que despesas tiveram?- Que hóspedes receberam?- A que obras se dedicavam?- O que lhes aconteceu, após o encerramento do Mosteiro? A estas e a outras questões, dá resposta a investigadora Luísa Bernardino, na obra “OS ÚLTIMOS ANOS – A vida quotidiana no Convento da Batalha (1830-1834)”

Luisa Bernardino licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 1974. Foi professora do segundo ciclo do Ensino Básico durante trinta e três anos. Após a aposentação, trabalhou como voluntária na biblioteca do Centro de Informação e Documentação do Mosteiro da Batalha.



publicado por Carlos Gomes às 12:59
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Sábado, 11 de Abril de 2015
OURÉM COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

O Museu Municipal de Ourém participa nas comemorações oficiais do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios: “Conhecer, Explorar, Partilhar”

Com este tema pretende-se chamar a atenção dos cidadãos para a necessidade de conhecermos o património, para a sua potencialidade enquanto recurso vital para um desenvolvimento harmonioso e para a imprescindibilidade de o partilharmos, entendendo-o como legado e possibilidade de futuro.

18 de abril

-Visitas guiadas à Vila Medieval - 11h e 15h

Mínimo: 3 pessoas. Participação gratuita

-Caça ao Tesouro na Vila Medieval - 15h

Crianças dos 6 aos 14 anos. Participação gratuita

-Dia Aberto no Museu - Visitas às exposições das 9h às 13h e das 14h às 18h. Entrada livre

-Teatro de Sombras "Um amor de história com a Moura Oureana"

21h - Castelo Vila Medieval de Ourém.

Entrada livre



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Quarta-feira, 4 de Março de 2015
PINTURAS DE ANDRÉ GONÇALVES REGRESSAM AO CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO

As obras encontram-se atualmente no Convento de Cristo, em Tomar

Inserido no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Instituto Hidrográfico realiza uma Exposição subordinada ao tema “André Gonçalves e o Ciclo dos Santos Trinitários no Convento das Trinas do Mocambo”, através da qual dá a conhecer um conjunto de treze importantes pinturas do barroco português, parte das quais exibindo as magníficas molduras em talha dourada.

As obras são da autoria do pintor André Gonçalves e participavam na decoração da igreja de Nossa Senhora da Soledade do Convento das Trinas do Mocambo, tendo na década de trinta do século passado sido retiradas do seu local de origem e entregues ao Convento de Cristo, em Tomar.

O retorno temporário das referidas obras ao local de origem constitui um acontecimento cultural de elevado significado histórico porquanto a sua retirada para efeitos de salvaguarda ocorreu há cerca de oito décadas, conservando-se apenas com caráter permanente a pintura do teto do coro-baixo representando a coroação da Virgem.

Ainda, no âmbito das referidas comemorações, o historiador Dr. João Miguel Simões profere uma palestra subordinada ao tema da exposição, a qual terá lugar no dia 7 de abril, pelas 11h00, no Auditório Duarte Pacheco Pereira, do Instituto Hidrográfico.

A conferência e a exposição são abertas ao público, podendo esta ser visitada nos dias úteis, de 7 a 30 de abril, entre as 10 às 16 horas. Durante o mês de abril, todas as publicações sobre o Convento das Trinas à venda na Loja do Navegante do Instituto Hidrográfico beneficiam de um desconto de 50%.

Entre os dias 8 e 30 de abril, as visitas guiadas aos espaços conventuais realizar-se-ão diariamente, carecendo apenas de marcação prévia para rp@hidrografico.pt.

Situado na rua das Trinas, junto ao bairro típico da Madragoa, o Convento das Trinas do Mocambo teve a sua origem num aglomerado de casas que, em 1657, foi pelo casal flamengo Cornélio Wandali e Martha de Bóz legado por disposição testamentária à Ordem Hospitalar da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos. A partir de 1878, passou a ser ocupado pelas religiosas da Ordem das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, que aqui permaneceram até à implantação da República.

O Instituto Hidrográfico encontra-se instalado no edifício do antigo Convento das Trinas do Mocambo desde 1969, altura em que foi desalojado das suas antigas instalações na rua do Arsenal na sequência de um violento incêndio ocorrido naquele ano.

Para além da sua missão fundamental que consiste em assegurar atividades relacionadas com as ciências e técnicas do mar, tendo em vista a sua aplicação na área militar, e contribuir para o desenvolvimento do País nas áreas científica e de defesa do ambiente marinho, o Instituto Hidrográfico, órgão da Marinha Portuguesa, preserva e dá a conhecer o património que lhe está confiado, nomeadamente participando nas comemorações oficiais do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.



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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015
SANTUÁRIO DE FÁTIMA RESTAURA ORGÃO DA BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA

Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima objeto de intervenção de restauro. Concerto inaugural previsto para março de 2016

O Santuário de Fátima informa que o Órgão da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, construído pela firma Fratelli Ruffatti e inaugurado em 1952, se encontra a ser objeto de uma intervenção de restauro pela firma de organaria Mascioni Organi, de Azzio/Cuvio, em Itália.

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Esta intervenção tem como horizonte a celebração do Centenário das Aparições de Fátima. O concerto inaugural está previsto para o dia 20 março de 2016, Domingo de Ramos.

Do órgão Ruffatti, que se encontrava há muitos anos em avançado estado de deterioração, será utilizada uma parte substancial dos tubos, enquadrados agora numa nova caixa, concebida numa estética contemporânea, resultado de uma estreita articulação entre o organeiro e os serviços de arquitetura do Santuário de Fátima.

A nova versão do instrumento será dotada, tal como a anterior, de 5 teclados, ainda que com uma disposição reestruturada, e contará com cerca de 90 registos. 

Todo este processo tem sido acompanhado por responsáveis das áreas da música e arquitetura do Santuário, assim como por personalidades convidadas, externas à instituição.

Reitoria do Santuário de Fátima



publicado por Carlos Gomes às 20:47
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Domingo, 28 de Dezembro de 2014
MOINHO DA FAZARGA NÃO FOI RECUPERADO COMO PREVISTO NO PROTOCOLO QUE O MUNICÍPIO DE OURÉM ESTABELECEU COM A EMPRESA COELHO & SÁ Ldª

O Protocolo estabelece o prazo de dezoito meses para a recuperação e reativação do moinho a contar de agosto de 2013

O Município de Ourém, a Junta de Freguesia de Fátima e a empresa Coelho & Sá Lda., celebraram no dia 19 de agosto de 2013 um protocolo com vista à recuperação do Moinho da Fazarga. Este moinho é propriedade do Município de Ourém e integra o conjunto de moinhos de vento do cabeço da Fazarga, situado na freguesia de Fátima, constando da lista de valores patrimoniais em PDM, bem como da lista do processo em curso da revisão do PDM.

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Entre outros aspetos, o “Protocolo entra a Câmara Municipal de Ourém, a Empresa Coelho e Sá, Ldª e Junta de Freguesia de Fátima, na cláusula IV respeitante aos “Direitos e Deveres do Segundo Outorgante”, estabelece que “o processo de recuperação e reativação do moinho deverá decorrer no prazo de dezoito meses a contar a partir da entrada em vigor do presente protocolo”. Porém, prestes a esgotar-se o tempo estabelecido no contrato em questão, regista-se o fato das referidas obras de recuperação ainda nem sequer terem começado, permanecendo o moinho no seu estado de progressiva degradação e abandono.

Apesar das diligências efetuadas junto do Município de Ourém, o blogue AUREN não conseguiu obter quaisquer esclarecimentos a este respeito. As imagens domoinho que aqui se publicam foram feitas hoje.

Moinho Fazarga

PROTOCOLO ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE OURÉM, A EMPRESA COELHO E SÁ, LDA E JUNTA DE FREGUESIA DE FÁTIMA

PREÂMBULO

O Moinho da Fazarga, propriedade do Município de Ourém, integra o conjunto de moinhos de vento do cabeço da Fazarga, situado na freguesia de Fátima, que consta da lista de valores patrimoniais em PDM, bem como a lista do processo em curso da revisão do PDM.

Este conjunto molinológico é um dos mais qualificados no quadro dos patrimónios industriais no concelho, de acordo com os critérios de apreciação patrimonial nos termos da Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro. Em harmonia com o disposto no artigo 17.º da Lei em apreço, apresenta um conjunto de caraterísticas que valorizam o Município, nomeadamente nas perspetivas Patrimonial, Educativa e Turística. São exemplos:

  1. a) A componente geográfica pela localização na freguesia de Fátima, nas proximidades da Cova de Iria, beneficiando das potencialidades turísticas do Santuário de Fátima;
  2. b) A componente paisagística, pela implantação no plano alto, com excelente visibilidade para as áreas que se estendem pelo Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, funcionando dessa forma como um leitor de paisagem;
  3. c) O valor técnico e material intrínseco. Do ponto de vista técnico representa um modelo caraterístico. É erguido com materiais locais, com métodos artesanais de construção; adota um sistema de moagem de cereal tradicional que tem o vento como força motriz. O moinho, propriedade do Município, apresenta planta circular, de volume único simples. A estrutura assenta em materiais e técnicas de construção artesanais e locais (cantaria de pedra calcária e argamassa com cal);
  4. d) A conceção arquitetónica representativa dos modelos tipológicos adotados para estas unidades molinológicas de vento;
  5. e) A extensão do bem e o que nela se reflete, do ponto de vista da memória coletiva, de grande importância, pelo percurso geracional destas unidades na relação com os moleiros que o dinamizaram. Saliente-se as histórias de vida dos antigos moleiros Adriano e Adelina, cujas narrativas foram registadas durante as suas vidas, o que confere a este equipamento um potencial cultural e educativo especial. Mas também é importante na relação com a comunidade de fregueses e, nos últimos anos já num plano turístico e de conhecimento, com os visitantes de outras proveniências, com relevo para o público escolar;
  6. d) Ou finalmente, os riscos de perda material irremediável do bem.

 Estas caraterísticas justificam a sua intervenção numa óptica de consolidação da estrutura de reabilitação ou reposição de algum do equipamento interveniente na ação moageira e preferencialmente, na sua refuncionalização.

Na impossibilidade de intervenção imediata no imóvel perante estabelecido na Lei 8/2012, com propósitos de salvaguarda e de reativação, o Município de Ourém recebe proposta apresentada por Arnaldo Coelho Heleno, gerente da empresa Coelho & Sá, Lda, que manifestou interesse em proceder à reabilitação e reativação do imóvel, assumindo os encargos inerentes.

Analisada a proposta, constata-se que o proponente tem um saber adquirido sobre o processo de funcionamento deste tipo de unidades de moagem, o que atualmente rareia no Concelho. Assumiu ainda a gestão do equipamento entre 1989 e 1994, mediante protocolo celebrado com a Região de Turismo de Leiria, Rota do Sol, então legítima proprietária do imóvel, o que lhe confere um conhecimento especialmente profundo da história do mesmo.

Nestes termos, a Câmara Municipal de Ourém representada pelo seu Presidente Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca, como Primeiro Outorgante, a empresa Coelho & Sá, Lda, representada por Arnaldo Coelho Heleno, como Segundo Outorgante e a Junta de Freguesia de Fátima, como Terceiro Outorgante, celebram entre si o protocolo de cooperação, que passará a ter a seguinte redação:

Cláusula I

Objeto

O presente Protocolo tem por objeto a atribuição de gestão do Moinho de vento da Fazarga, freguesia de Fátima, inscrito na matriz predial urbana sob o Artigo Matricial n.º 562 da mesma freguesia, a empresa Coelho & Sá, Lda, representada por Arnaldo Coelho Heleno.

Este acordo assenta num modelo de gestão ajustado pelas partes, destinado a cumprir os seguintes objetivos:

  1. Garantir a salvaguarda do património edificado concelhio, nomeadamente do património industrial pela via da recuperação;
  2. Valorizar as expressões culturais locais através da sua reativação e dinamização;
  3. Promover a formação pedagógica, nomeadamente dos públicos escolares através da realização de visitas escolares, com acompanhamento por conhecedores do funcionamento, da história e do sistema construtivo do moinho;
  4. Potenciar o desenvolvimento local através do reforço da oferta turística, por complementaridade ao património religioso de Fátima e ao património etnográfico local através do Museu Municipal.

Cláusula II

Período de Vigência

Sem prejuízo de eventuais revisões dos termos contratuais, o período de vigência deste Protocolo é de cinco anos, a contar da data da sua assinatura, sendo renovado automaticamente por período igual de tempo, caso não seja denunciado por qualquer das partes com 60 dias de antecedência.

Cláusula III

Direitos e Deveres do Primeiro Outorgante

  1. O Primeiro Outorgante compromete-se a ceder a gestão do moinho do vento da Fazarga ao Segundo Outorgante, para o cumprimento dos objetivos expostos na primeira cláusula.
  2. O Primeiro Outorgante reserva-se o direito de utilizar o moinho sempre que a realização de visitas culturais, educativas e turísticas o justifiquem. Nestes termos, o moinho integrará um novo Pólo Interpretativo doMuseu Municipalde Ourém. A dinamização será feita através de visitas e da produção, e disponibilização ao público de farinha com método de fabrico artesanal, com a chancela do Museu Municipal, enquanto gastronomia e expressão de identidade local.

Cláusula IV

Direitos e Deveres do Segundo Outorgante

  1. Compete ao Segundo Outorgante:
    1. Realizar as obras de recuperação e de manutenção do edifício assumindo os encargos inerentes. Dado tratar-se de um imóvel constante em PDM, como valor patrimonial e simultaneamente propriedade do Município, o programa de intervenção delineado, nomeadamente nas vertentes dos materiais, técnicas e faseamento de obra deverão ser submetidos à aprovação do Município, mediante parecer dos serviços técnicos doMuseu Municipale património cultural.
    2. Garantir o acolhimento de visitas escolares, culturais e turísticas sempre que solicitados previamente, mediante um agendamento direto, ou feito junto dos serviços do Museu Municipal de Ourém, ou da Junta de Freguesia de Fátima.
    3. Quando, excecionalmente, não for possível a presença do Segundo Outorgante no local aquando da visita, esta deverá ser articulada previamente com oMuseu Municipale a Junta de Freguesia, de forma a um dos parceiros assegurar a sua realização.
    4. O Segundo Outorgante reserva-se o direito de explorar a componente de moagem para fins de comercialização nos termos da promoção e valorização de produtos artesanais locais.
    5. O processo de recuperação e reativação do moinho deverá decorrer no prazo de dezoito meses a contar a partir da entrada em vigor do presente protocolo.
    6. Não poderá efetuar quaisquer obras ou outro tipo de intervenções físicas ou imateriais no edifício, as quais se desviem nos termos da cláusula I, assim como não poderá descurar de trabalhos de manutenção indispensáveis à salvaguarda do imóvel, sob pena de cessação imediata do Protocolo.
    7. A utilização deste edifício está exclusivamente afeta ao Segundo Outorgante, não podendo este cedê-lo a terceiros em circunstância alguma.

Cláusula V

Direitos e Deveres do Terceiro Outorgante

  1. Compete ao Terceiro Outorgante:
    1. Divulgar o moinho enquanto Pólo Turístico da freguesia de Fátima;
    2. Encaminhar pedidos de visitas escolares e turísticas para o Segundo Outorgante, com conhecimento ao Primeiro Outorgante;
    3. Participar na dinamização cultural e turística do moinho, mediante articulação prévia entre as partes envolvidas no presente Protocolo.

Cláusula VI

Devolução do Espaço

Aquando do Termo do presente Protocolo, qualquer que seja a causa, o Segundo Outorgante compromete-se a devolver a utilização do espaço ao Município, em boas condições de conservação.

 Cláusula VII

Casos Omissos

As questões omissas no presente Protocolo serão resolvidas por acordo das partes.

Cláusula Única

O presente Protocolo contém cinco folhas, todas numeradas e rubricadas pelos representantes das entidades outorgantes, à exceção da última que contém as suas assinaturas, sendo feito em triplicado, ficando um exemplar na posse de cada uma das entidades outorgantes.

Ourém,___ de _________ de 2013

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2014
OURÉM APRESENTA RESULTADOS DA CAMPANHA ARQUEOLÓGICA NA CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO NA ATOUGUIA

De 4 a 14 de agosto de 2014, a capela de São Sebastião, em Atouguia, foi alvo de uma campanha arqueológica contou com a participação de 16 voluntários, jovens e adultos, ao abrigo do programa municipal “Férias Arqueológicas”.

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As escavações realizadas neste templo do município trouxeram novos e interessantes dados sobre a sua história, com destaque para os seguintes: foram encontrados materiais arqueológicos como cerâmicas (do século XVI ao século XVIII) e moedas (do século XV ao início do século XVIII), que apontam para uma baliza cronológica entre final do período medieval e o final da época moderna (1453-1789). O templo foi continuamente utilizado como espaço funerário por uma comunidade composta por indivíduos de ambos os sexos, com várias idades e sem lesões acentuadas a nível osteológico. Tendo em conta que em 1984 foi decretada a proibição e enterramentos no interior e adro das igrejas, por votivos de saúde pública, o espaço funerário terá sido selado em meados do século XIX.

Visita Férias Arqueológicas (30)-net

Há ainda indícios de que o templo terá sofrido várias vicissitudes, sendo submetido a sucessivas reconstruções ao longo dos séculos.

Estas e outras informações podem ser consultadas integralmente nos relatórios científicos da responsabilidade da arqueóloga Seara Rei e da antropóloga Sandra Assis, disponíveis no núcleo de documentação do Museu Municipal de Ourém – Oficina do Património, bastando endereçar pedido de acesso pelo email museu@mail.cm-ourem.pt.

A investigação deverá prosseguir com novas etapas de estudo, uma vez que continuam a existir muitas descobertas por fazer e dúvidas por esclarecer.

Férias Arqueológicas



publicado por Carlos Gomes às 11:14
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2014
MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA PREPARA DIA DE TODOS OS SANTOS ATRAVÉS DO PATRIMÓNIO CULTURAL

O Departamento do Património Cultural da diocese de Leiria-Fátima irá promover no dia 25 de outubro, sábado, a partir das 15h00, em Fátima, no Museu de Arte Sacra e Etnologia, dos Missionários da Consolata, uma jornada de apresentação de atividades sob o título “Preparar o Dia de Todos os Santos através do Património Cultural”.

Num tempo em que o dia de Todos os Santos deixou de estar presente nas datas em que oficialmente se faz uma pausa no trabalho, o Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima leva a efeito uma ação de formação acerca da importância desta celebração, propondo que se faça uma leitura do tema a partir dos testemunhos culturais, designadamente da forma de representar os santos no património material e no património imaterial.

Assim, Marco Daniel Duarte, diretor do Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima apresentará a conferência: “Os santos e os seus atributos. Olhar, ver e interpretar”, seguindo-se depois a apresentação da publicação “Pedra e Mistério: comunhão ao serviço da fé” a cargo de Fátima Eusébio, coordenadora do Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu, e das coordenadoras da publicação, Cristina Vouga, Inês Borges, Susete Rodrigues e Vera Magalhães.

Sónia Vazão, do Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima, concluirá a jornada com a apresentação do calendário de ações previstas deste departamento para o ano pastoral de 2014-2015.

A entrada é livre, mas condicionada ao número de lugares da sala. Os participantes terão um certificado de presença.



publicado por Carlos Gomes às 13:08
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2014
MOSTEIRO DA BATALHA PROMOVE VISITA GUIADA AO ANTIGO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA

“O antigo abastecimento de água ao Mosteiro da Batalha” visita guiada pelo Prof. Doutor Virgolino Ferreira Jorge

Segundo este especialista, “um mosteiro medieval, para funcionar em condições higiossanitárias adequadas, carecia de uma infra-estrutura hidráulica sólida e tecnicamente eficiente, desde a captação de águas subterrâneas, seu transporte por gravidade, armazenamento e distribuição pelo interior do mosteiro, até à evacuação normal dos efluentes domésticos e pluviais.

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As comunidades religiosas necessitavam de sistemas de abastecimento de água corrente para a cozinha, para beber, para a sua higiene corporal (abluções, barbear, tonsurar, etc.), para o saneamento das latrinas e, ainda, para usos agrícolas (irrigação dos jardins e pomares) e actividades industriais (accionamento de noras, moinhos, forjas, etc.)”.

Esta visita pretende mostrar o importante contributo dos mosteiros para o conhecimento hidrotécnico medieval. A este propósito, aconselha-se a leitura do estudo do Prof. Virgolino Jorge, acerca do sistema hidráulico conventual batalhino, disponível on-line em https://uevora.academia.edu/VirgolinoJorge

Os participantes, em número limitado a 30 pessoas, deverão trajar fato de trabalho informal (calças e ténis), pois a visita inclui o reconhecimento do sistema adutor, num trajecto rural de cerca de 0,900 km. A visita será no dia 25 de Outubro de 2014 (Sábado), com início às 10,00 horas, em frente ao Mosteiro.

A inscrição é gratuita, mas obrigatória e deverá ser feita até ao próximo dia 23 de Outubro, através do e-mail diretor@mbatalha.dgpc.pt ou pelo telefone 244 765 497.

Nota: Verificando-se um elevado número de inscrições para o dia 25 de Outubro, serão realizadas mais duas visitas – a 1 e 8 de Novembro – para as quais estão abertas inscrições.

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publicado por Carlos Gomes às 13:48
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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2014
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM PROMOVE VISITA À CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO NA ATOUGUIA



publicado por Carlos Gomes às 00:10
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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014
JUNTA DE FREGUESIA DE BELÉM LANÇA PETIÇÃO PÚBLICA PARA DEFENDER OS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

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PETIÇÃO PÚBLICA EM DEFESA DOS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

A Junta de Freguesia de Belém tem recebido inúmeras solicitações para actuar relativamente à intenção (já confirmada) da CML de destruir os brasões dos Jardins da Praça do Império, "apagando" alguns dos que fazem parte da histórica colectiva de todos os portugueses.

Este atentado cultura a Belém, a Lisboa e ao País e aos seus mais de 850 anos de história é inaceitáveil.

Assim, a Junta de Freguesia lança umapetição pública que será, em finais de Setembro levada à Assembleia de Freguesia para que esta a subscreva formalmente e seja depois remetida à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal de Lisboa, com o objectivo de travar esta iniciativa e que a mesma seja susbstituída por uma outra que promova a reabilitação integral dos barsões, conforme o seu desenho e forma original.

Haverá igualmente uma cópia da petição para assinar na Junta de Freguesia, para quem não tem acesso à internet.

Pode assinar a petição em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=BrasoesPracaImperi

POR FAVOR ASSINE, CONVIDE A ASSINAR E DIVULGUE!



publicado por Carlos Gomes às 19:20
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MUNICÍPIO DE LISBOA QUER DESTRUIR OS JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

Existe na Câmara Municipal de Lisboa um plano para apagar os brasões nacionais nos espaços ajardinados

Na sequência do artigo que ontem aqui publicámos referente ao estado de abandono a que estão votados os jardins da Praça do Império, na zona histórica de Belém, recebemos via facebook a informação da Junta de Freguesia de Belém denunciando a intenção por parte da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões existentes nos espaços ajardinados e que constituíram sempre uma magnífica obra de arte da jardinagem na nossa cidade.

005_Lisboa

Transcrevemos a informação colocada junto da notícia que foi partilhada pela própria Junta de Freguesia de Belém: “Infelizmente este é um caso triste na nossa Freguesia. E que estamos a tentar sensibilizar a CML para que altere esta situação. A resposta que temos tido é que, inclusivamente, planeiam destruir os brasões ali existentes! O que somos frontalmente contra!!”

“Esta situação, que nos arrepia, tem de ser combatida de todas as formas. Existem planos na CML para pura e simplesmente apagar a história que está esculturalmente marcada na Praça do Império, destruindo os brasões que ali se encontram, feitos em flores e arbustos.

O espaço tem sido paulatinamente abandonado de forma a justificar a "inviabilidade" da sua recuperação e assim justificar a sua destruição.

A Junta de Freguesia de Belém é frontalmente contra a destruição do jardim! A história não se apaga! Belém e a Cidade de Lisboa ficariam irremediavelmente mais pobres!”

A intenção da Câmara Municipal de Lisboa constitui um verdadeiro atentado ao património da cidade que deve merecer o repúdio por parte de todos os cidadãos!

Fonte: http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 10:11
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014
D. NUNO ÁLVARES PEREIRA, 3º CONDE DE OURÉM, FUNDOU HÁ 625 ANOS O CONVENTO DO CARMO

Sobranceiro ao Rossio, em Lisboa, ergue-se o Convento do Carmo, assim designado por ter pertencido à Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, vulgo Ordem do Carmo, uma congregação religiosa inspirada na vida eremítica de silêncio e oração do profeta Elias, surgida no século XI, próximo de Haifa, no atual Estado de Israel.

O Convento do Carmo, em Lisboa, foi fundado em 1389 pelo 3º Conde de Ourém, D. Nuno Álvares Pereira, aliás São Nuno de Santa Maria, nele tendo ingressado em 1423 e na respetiva igreja sido sepultado.

O terramoto, ocorrido em 1 de novembro de 1755, destruiu grande parte do edifício, tendo-se durante o reinado de D. Maria I iniciado a sua reconstrução, tendo sido concluída uma das alas do convento. Porém, em 1834, aquando da extinção das ordens religiosas, os trabalhos foram interrompidos, tendo-se entretanto optado por não se proceder ao prosseguimento das obras de reconstrução, optando-se pela manutenção das ruínas muito ao gosto da época.

Atualmente, as ruínas da igreja albergam o Museu Arqueológico do Carmo enquanto a parte restante do edifício conventual servem de quartel à Guarda Nacional Republicana, palco de muitos acontecimentos históricos, de entre os quais se destaca o cerco levado a efeito pelos militares revoltosos no 25 de abril de 1974 que levou ao derrube do Estado Novo.

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publicado por Carlos Gomes às 13:35
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
UNESCO E ENTIDADES GESTORAS DO PATRIMÓNIO MUNDIAL EM PORTUGAL CRIAM REDE NACIONAL

Acordo foi assinado hoje em Coimbra

Parceria foi oficializada esta sexta-feira em Coimbra. Aproximação dos sítios Património Mundial e participação conjunta em projetos de valorização são alguns dos objetivos.

Rede_Patrimonio_Mundial_Portugal

A assinatura do acordo de cooperação, celebrado esta sexta-feira, 18 de julho, em Coimbra, entre cidades e sítios portugueses classificados pela UNESCO com o estatuto de Património Mundial, permitirá reforçar, entre outros objetivos, a promoção a nível internacional de centros históricos, monumentos e outros locais classificados como Património Mundial, como sucede com o Convento de Cristo em Toma, Mosteiro da Batalha e Mosteiro de Alcobaça.

Partilhar experiências e saberes adquiridos, desenvolvendo competências, informações e resultados ligados à gestão do Património Mundial, é um dos pressupostos que estão subjacentes à criação desta nova organização, promovida pelas entidades gestoras do Património Mundial em Portugal e pela Comissão Nacional da UNESCO.

O acordo de cooperação pretende facilitar a criação de condições para que, nas próximas décadas, as regiões onde se inserem os bens inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO assegurem não só o seu estatuto de Património Mundial, mas também estimulem a economia e mobilizem as suas gentes, no sentido de gerar valor no âmbito desse reconhecimento internacional.

A Rede é constituída pelo Centro Histórico de Guimarães, o Alto Douro Vinhateiro, Centro Histórico de Angra do Heroísmo, Centro Histórico de Évora, Centro Histórico do Porto, Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações, Convento de Cristo em Tomar, Floresta Laurissilva da Madeira, Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro da Batalha, Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, Paisagem Cultural de Sintra, Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Sítio de Arte Rupestre Pré-histórica do Vale do Coa e Universidade de Coimbra.



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Quarta-feira, 16 de Julho de 2014
MUNICÍPIOS CELEBRAM ACORDO PARA CRIAÇÃO DA REDE DO PATRIMÓNIO MUNDIAL EM PORTUGAL

Cerimónia terá lugar na sexta-feira, de manhã

Acordo de cooperação oficializado sexta-feira em Coimbra. Partilhar experiências e saberes adquiridos, desenvolvendo competências, informações e resultados ligados à gestão do Património Mundial é um dos objetivos para a criação desta rede.

Vai ser celebrado na próxima sexta-feira, 18 de julho, pelas 11 horas, na Sala do Senado da Universidade de Coimbra, um acordo de cooperação para a criação da Rede do Património Mundial em Portugal, promovida pelas entidades gestoras do Património Mundial em Portugal e pela Comissão Nacional da UNESCO.

Este acordo tem por objetivo a promoção da aproximação entre os sítios Património Mundial, através do debate de ideias sobre a gestão e reabilitação do património, do intercâmbio de conhecimentos e da discussão de questões de interesse mútuo, bem como na participação conjunta em projetos e iniciativas que gerem valor nas regiões onde se inserem e difundam o Património Mundial em Portugal e no Mundo.

Esta parceria pretende facilitar a criação de condições para que, nas próximas décadas, as regiões onde se inserem os bens inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO assegurem não só o seu estatuto de Património Mundial, mas também estimulem a economia e mobilizem as suas gentes, no sentido de gerar valor no âmbito desse reconhecimento internacional.

Este acordo de cooperação é constituído pelo Centro Histórico de Guimarães, Alto Douro Vinhateiro, Centro Histórico de Angra do Heroísmo, Centro Histórico de Évora, Centro Histórico do Porto, Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações, Convento de Cristo em Tomar, Floresta Laurissilva da Madeira, Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro da Batalha, Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, Paisagem Cultural de Sintra, Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Sítio de Arte Rupestre Pré-histórica do Vale do Coa e Universidade de Coimbra.



publicado por Carlos Gomes às 16:54
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2014
MUNICÍPIO DE OURÉM CELEBRA CONTRATO DE COMODATO COM FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA

A Câmara Municipal de Ourém e a Fundação da Casa de Bragança, celebram amanhã, dia 20 de junho, um Contrato de Comodato que tem por objetivo a cedência do edifício dos antigos Paços do Concelho, vulgo “antiga casa da Câmara”, situados na vila medieval, nomeadamente para fins de promoção cultural e turística. A cerimónia decorrerá na sessão solene do Dia do Município, que terá lugar a partir das 17:30h, no Castelo de Ourém.

CONTRATO DE COMODATO

Entre

FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA, com sede em Caxias, na Casa de Massarelos, Estrada da Gibalta, 2760-064 Caxias, titular do número único de pessoa colectiva e de matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Cascais 500.122.202, representada pelo Presidente do Conselho Administrativo, Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, adiante designada abreviadamente por FUNDAÇÃO,

MUNICÍPIO DE OURÉM, com sede na Praça D. Maria II n.º 1, 2490-499 Ourém, titular do número de pessoa colectiva n.º 501280740, representada pelo Presidente da Câmara, Senhor Dr. Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca, com poderes para o presente acto, adiante designada por Segundo Outorgante,

FREGUESIA DE N.ª SR.ª DAS MISERICÓRDIAS, com sede na Praça do Pelourinho, em Ourém, titular do número de pessoa colectiva n.º 507 340 329, representada pelo Presidente da Junta de Freguesia, Senhor Luís Pereira de Oliveira, adiante designado por Terceiro Outorgante,

é livremente e de boa fé assinado o presente contrato de comodato gratuito que se rege pelas seguintes cláusulas:

Cláusula Primeira

(Prédio)

A FUNDAÇÃO é a única e legítima proprietária do prédio urbano situado em Ourém, na Praça do Pelourinho, 2490-197 Ourém, conhecido como «antiga casa da Câmara», inscrito na matriz predial urbana da freguesia de N.ª Sr.ª das Misericórdias sob o nº 651 e descrito na Conservatória do Registo Predial de Ourém com o nº 826 da freguesia de N.ª Sr.ª das Misericórdias.

Cláusula Segunda

(Objecto e destino)

UM. Pelo presente contrato, a FUNDAÇÃO cede gratuitamente ao Segundo Outorgante o prédio identificado na cláusula anterior.

DOIS. O prédio ora cedido destina-se exclusivamente a ser utilizado pelo Segundo e Terceiros Outorgantes:

a)      Para fins de promoção cultural e turística - exposições temporárias de artes e de difusão de informação turística da região e do concelho; e

b)      Para funcionamento da sede da Junta de Freguesia de N.ª Sr.ª das Misericórdias (ora Terceiro Outorgante).

Cláusula Terceira

(Obrigações)

São obrigações solidárias dos Segundo e Terceiro Outorgantes:

a) Guardar e conservar o prédio e não fazer dele uma utilização imprudente;

b) Não o aplicar a fim diverso daquele a que a coisa se destina;

c) Efectuar as obras de conservação e de beneficiação necessárias e adequadas, depois de previamente autorizadas pela FUNDAÇÃO;

d) Não proporcionar a terceiro o uso do prédio, seja a que título for, excepto se a FUNDAÇÃO previamente o autorizar de forma expressa e escrita;

e) Facultar à FUNDAÇÃO o exame dele;

f) Cumprir e fazer cumprir todas as normas vigentes em tudo o que diga respeito ao prédio e sua utilização;

g) Manter e restituir o prédio em conformidade com os fins do contrato.

Cláusula Quarta

(Prazo e restituição)

UM. A cedência gratuita é feita pelo prazo inicial de 10 (dez) anos, e poderá ser renovada por períodos idênticos caso haja acordo das partes.

DOIS. O Segundo Outorgante deverá restituir o prédio:

a) Logo que o uso finde, independentemente de interpelação; ou,

b) No termo do prazo inicial de 10 (dez) anos, caso não seja renovado.

TRÊS. Em qualquer caso, a restituição do prédio implica a caducidade do presente contrato, não havendo lugar ao pagamento de qualquer indemnização ou compensação, quer ao Segundo, quer ao Terceiro Outorgantes, seja a que título for.

Cláusula Quinta

(Benfeitorias)

Todas as benfeitorias feitas pelos Segundo e Terceiro Outorgantes no prédio ficam a fazer parte integrante do mesmo sem direito a qualquer indemnização ou a serem levantadas.

Cláusula Sexta

(Foro)

Para a resolução de quaisquer questões emergentes do presente contrato fica estipulado o foro da comarca de Lisboa.

O presente contrato é constituído por três páginas, todas rubricadas pelos subscritores, à excepção da última, que contém as respectivas assinaturas, e é celebrado em triplicado e autenticado com o selo branco ou carimbo dos respetivos outorgantes.

Ourém, 20 de Junho de 2014

Em representação da FUNDAÇÃO CASA DE BRAGANÇA

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Em representação do Município de Ourém

Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca

Em representação da FREGUESIA DE NOSSA SENHORA DAS MISERICÓRDIAS

Luís Pereira de Oliveira



publicado por Carlos Gomes às 18:22
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MUNICÍPIO DE OURÉM CELEBRA PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO COM FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA

A Câmara Municipal de Ourém e a Fundação da Casa de Bragança, celebram amanhã, dia 20 de junho, um protocolo de Cooperação que tem por objetivo entre outros a recuperação e valorização do castelo de Ourém e do Paço dos Condes de Ourém, situados na vila medieval. A cerimónia decorrerá na sessão solene do Dia do Município, que terá lugar a partir das 17:30h, no Castelo de Ourém.

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

Entre

Fundação Casa de Bragança, com sede em Caxias, na Casa de Massarelos, Estrada da Gibalta, 2760-064 Caxias, titular do número único de pessoa colectiva e de matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Cascais 500.122.202, representada pelo Presidente do Conselho Administrativo, Senhor Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, adiante designada abreviadamente por FUNDAÇÃO,

Município de Ourém, com sede na Praça D. Maria II n.º 1, 2490-499 Ourém, titular do número de pessoa colectiva n.º 501280740, representada pelo Presidente da Câmara, Senhor Dr. Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca, com poderes para o presente acto, adiante designada por Município,

Considerando,

O disposto no artigo 11.º da Carta de Cracóvia 2000, ao referir: “A conservação do património cultural deve ser uma parte integrante dos processos de planificação e gestão de uma comunidade, e pode contribuir para o desenvolvimento sustentável, qualitativo, económico e social dessa comunidade”;

O interesse e preocupação da Fundação, enquanto única e legítima proprietária do Castelo e dos Paços dos Condes de Ourém (Monumento Nacional desde 1910), em recuperar e valorizar este importante património nacional;

As atribuições e competências do Município, ao propor associar-se e assumir um papel relevante numa acção estratégica e integradora de salvaguarda, valorização e promoção deste conjunto com elevado valor patrimonial;

As duas entidades, cientes de estarem a contribuir para o crescimento e progresso do concelho de Ourém e particularmente do Centro Histórico, celebram o presente Protocolo de Cooperação que se rege pelas cláusulas seguintes:

Cláusula Primeira

 (Objetivos do protocolo)

As entidades outorgantes acordam em cooperar entre si na concretização dos seguintes objetivos:

1.º - Aprofundamento do estudo e da investigação relativos aos bens propriedade da Fundação, localizados no Centro Histórico de Ourém, também conhecido como Vila Medieval de Ourém;

2.º - Recuperação e valorização do Castelo de Ourém e do Paço dos Condes (torre central e torreões) segundo programa museológico que promova a investigação e a fruição cultural, previamente aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura;

3.º - Implementação de um circuito turístico integrador dos pólos patrimoniais e turísticos de Fátima e Ourém;

4.º - Dinamização de programa cultural, regular e de qualidade, que envolva os actores locais (nomeadamente colectividades) na participação das dinâmicas e que projete externamente o Município como um pólo cultural e turístico.

Cláusula Segunda

 (Obrigações dos outorgantes)

1.º - A Fundação compromete-se a disponibilizar o Castelo e o Paço dos Condes de Ourém (doravante abreviadamente identificados como Espaços) pelo período de vigência do presente protocolo e em condições a definir;

2.º - O Município compromete-se a:

a) Assumir a gestão dos Espaços, nos termos que vierem a ser definidos por acordo com a Fundação, desde que obtida a prévia autorização da Junta da Casa de Bragança;

b) Promover a realização de estudos de investigação relativos ao património histórico, arquitetónico, arqueológico e etnológico, tendo por referência o concelho de Ourém e envolver as populações e agentes locais nos processos;

c) Elaborar o programa  museológico e o modelo de gestão dos Espaços, submetendo-os à apreciação, quer da Secretaria de Estado da Cultura, quer da Fundação;

d) Promover a dinamização cultural dos Espaços, mediante programa anual de atividades a aprovar pela Fundação;

e) Elaborar e promover a aprovação, quando tal for solicitado pela Fundação, de qualquer plano de acção, ou programa de iniciativas a desenvolver nos Espaços;

f)  Prestar o apoio técnico que se revelar indispensável para a prossecução dos objectivos estabelecidos no presente protocolo, dentro das suas capacidades;

h) Formular, com a aprovação prévia da Fundação, candidaturas a programas de financiamento, ou reunir contribuições no âmbito da Lei do mecenato cultural;

i) Apoiar a fiscalização das empreitadas a realizar, previamente aprovadas pela Fundação.

Cláusula Terceira

 (Vigência do protocolo)

1.º - O presente protocolo entra em vigor na data da sua assinatura e será válido por um período inicial de 3 (três) anos, renovável automaticamente por idênticos períodos.

2.º - O protocolo pode ser denunciado a todo o tempo por qualquer das partes, a concretizar com um pré-aviso mínimo de 3 (três) meses em relação ao termo do prazo em curso, salvaguardadas as actividades em curso ou programadas e aprovadas pelos dois outorgantes.

O presente Protocolo é constituído por três páginas, todas rubricadas pelos subscritores, à excepção da última, que contém as respectivas assinaturas e é celebrado em duplicado e autenticado com o selo branco ou carimbo dos respetivos outorgantes.

Ourém, 20 de Junho de 2014

Em representação da FUNDAÇÃO CASA DE BRAGANÇA

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Em representação do Município de Ourém

Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca



publicado por Carlos Gomes às 18:15
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