Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Domingo, 4 de Setembro de 2016
TOCADORES DE CONCERTINA RUMAM A PORTO DE MÓS

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publicado por Carlos Gomes às 13:09
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Quinta-feira, 30 de Junho de 2016
CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA REALIZA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA NO CASTELO DE PORTO DE MÓS

Exposição de fotografia "Sensibilidades 25 // Antologia de Fotografia"

Castelo de Porto de Mós

De 21 de junho a 24 de julho, no Castelo de Porto de Mós, está patente ao público uma exposição de fotografia intitulada "Sensibilidades 25". Este projeto dinamizado pelo Centro do Património da Estremadura (CEPAE) e coordenado por José Luís Jorge, reúne trabalhos fotográficos inéditos de 25 fotógrafos do distrito de Leiria.

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Nesta exposição antológica patenteiam-se várias estéticas e tendências, que vão desde o fotojornalismo, até à chamada fotografia de autor, sem temas previamente impostos, permitindo uma visão abrangente do que melhor se faz na região de Leiria, no que à fotografia diz respeito.

Com este projeto o CEPAE reafirma o seu empenho em promover a arte e a cultura contemporânea, não a confinando apenas a uma perspectiva regional, mas valorizando-a igualmente no contexto nacional.

Não deixe de visitar!



publicado por Carlos Gomes às 20:42
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS APRESENTA “MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS”

Apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, Volume 2 da colecção Etnografia e Tradição

O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros de Arrimal, Porto de Mós, leva a efeito no próximo dia 22 de Maio, pelas 15h30, a apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, segundo volume da colecção Etnografia e Tradição com a coordenação de Adélio Amaro, antecedendo o XXVIII Festival de Folclore Arrimal/2016.

Em anexo Prefácio, Introdução, Apresentação, capa e cartaz do festival.

Colecção Etnografia e Tradição

1 – Rancho da Região de Leiria

2 – Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, Arrimal (Porto de Mós)

3 – Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria (Batalha) – 18/06/2016, 17h30

Prefácio

Abraçando o desafio deste projecto de Adélio Amaro, a direcção do Luz dos Candeeiros e todos os seus componentes mergulharam no baú das recordações e nada melhor para brindar os 29 anos de existência que a apresentação do livro “Memórias Fotográficas” com alguns dos momentos mais marcantes na história do grupo.

É para nós uma honra e um orgulho imenso ser parte integrante da colecção “Etnografia e Tradição”, iniciativa, coordenação e edição de Adélio Amaro, um entusiasma que tem apoiado quer na publicação e divulgação da cultura da Alta Estremadura, assim como na pesquisa e edição de textos, imagens e apontamentos do folclore e da etnografia popular e tradicional do povo português.

Desta forma, e muito para além de publicar este livro, o Luz dos Candeeiros, com este trabalho, pretende eternizar as memórias deixadas por aqueles que, em cada representação ou actividade que envergamos os nossos trajes, tentamos perpetuar.

Tentaremos com esta apresentação fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho, sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes: o seu interior, as vivências, experiências e aventuras, e, quiçá algumas desventuras e percalços. Nesta pequena mostra faremos referência a alguns dos festivais onde o rancho participou. Nunca, porém, com o intuito de atribuir maior ou menor valor a qualquer deles. De salientar que este grupo, na preocupação de bem retratar todo um rico património cultural, sempre encarou de igual modo todas as suas atuações. Procuramos divulgar as nossas tradições, sempre com o mesmo rigor.

– “O que cá deixamos são as recordações”.

Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos quantos contribuíram para que fosse possível a edição deste livro, assim como todos quantos já fizeram, fazem ou venham a fazer parte activa do Luz dos Candeeiros.

Por último, uma palavra especial de agradecimento, pela coragem e ousadia em lançar o desafio aos ranchos folclóricos e bandas filarmónicas para que deixem registado a história da instituição para as gerações vindouras. Um mais que justo reconhecimento público a Adélio Amaro.

A Direcção

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Introdução

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos/Grupos Folclóricos, Bandas Filarmónicas e Grupos Corais.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora muitas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade ou estado de conservação, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história de um determinado grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O segundo número é dedicado ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Arrimal, Porto de Mós), grupo exemplar que tem representado a região desde a sua fundação (1987). Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos quase 30 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho fotográfico da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Uma palavra, também, de agradecimento ao Norberto Afonso pelo design da capa.

Adélio Amaro,

Coordenador da Colecção Etnografia e Tradição

Apresentação

Corria o ano de 1987 quando Maria Albertina Pereira Paulo Matias e Maria de Fátima Sousa Amado Vazão impulsionaram um grupo de jovens e com muita garra, entusiasmo, audácia e determinação, fundaram o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros.

O desafio de organizar um agrupamento com vista à salvaguarda dos usos e costumes tradicionais das gentes do Arrimal – aldeia de cariz rural encravada na Serra dos Candeeiros, onde o Sol e o sino do campanário da Igreja eram o relógio do povo; onde as tarefas agrícolas e o ciclo litúrgico ritmavam as quadras e os tempos – constituiu desde logo um orgulho, a par de algum bairrismo, no repto a um persistente e metódico trabalho de recolha e preservação de todo o património histórico e cultural que caracteriza a comunidade arrimalana.

Abílio Sousa, Ilídio Gil, Joaquim Durão (Quim Nogueira), Maria de Jesus e Zulmira Luís, procederam então ao trabalho de recolha: desde as tradições mais singelas, aos trajes, danças, cantigas, usos e costumes desta comunidade rural. Calcorrearam e percorreram os quatro cantos desta Serra trazendo à luz do presente o passado do nosso bom povo. Em suma, colocaram a descoberto lembranças e recordações dos nossos avós e demais antepassados, abriram baús e velhas arcas de madeira já carcomidas e gastas pelo tempo, para mostrar às novas gerações a natureza etnográfica desta comunidade e as raízes culturais da gente que dá vida a estas serranias.

Com o director Abílio Sousa, este grupo iniciou, timidamente os seus primeiros passos no panorama folclórico português.

Recente ainda, participava já nos festivais mais conceituados deste nosso país.

Nesta época, os ensaios do grupo decorriam com a direção do Sr. José Saraiva (Zeca).

Ainda sob a direção de Abílio Sousa, a 11 de Dezembro de 1989, obteve a tão desejada filiação na Federação do Folclore Português.

Já filiado, e com todas as suas participações nos mais acreditados festivais de folclore de Norte a Sul do País, o grupo ganhou a coragem e o traquejo necessários para enfrentar a sua primeira saída ao estrangeiro.

À época ainda gravou a sua primeira e única cassete num estúdio em Lisboa.

Em 1994, com a viagem a Espanha, convidado a participar no Festival Internacional de Cabanillas del Campo – Guadalajara, o grupo constatou que a sua comunhão interna, vivência comum e extrema alegria, se entrelaçavam e bem sintonizavam com o comum interesse pela causa do folclore.

Com extremo rigor, saber técnico na execução das suas representações (que se tornava uma constante crescente em todas as atuações) e caldeados com enorme alegria, o grupo, jovem ainda, tímido e envergonhado apercebeu-se que, mais que um dos representantes do seu povo, era já uma família.

Sempre alvo de grandes e calorosas ovações, tanto pelas representações efetuadas, como pelo seu comportamento amistoso fora de palco, as características e laços desta família tornam-se cada vez mais notórios.

O convívio, a alegria contagiante, a comunhão e toda a intimidade deste grupo, começam a transparecer, viciando e deixando curiosos todos os que contactavam com os elementos do Luz dos Candeeiros.

Torna-se sem dúvida um grupo querido e afável que estreita laços de amizade por onde quer que passe.

Durante o ano de 1996, debaixo de um calor tórrido, marcou presença no festival de Alcorcon - Espanha. Em 1997 voltou a Espanha, mas desta feita para levar as suas tradições a PonteVedra.

Com a Professora Maria Santa Baptista na direção, e ensaios a cargo de Fernando Santos, participou nos festivais mais longínquos até então.

Em 1999, o grupo rumou a França para participar no grandioso Festival do Rouergue – um dos mais conceituados encontros folcloristas do Mundo que conta com o apoio do C.I.O.F.F.

Num grupo assustadoramente jovem, esta viagem veio por fim retirar todos os medos das distâncias e fazer desabrochar a faceta mais arrojada, até então desconhecida, por quase todos os elementos do grupo: o estar longe dos familiares durante largos períodos de tempo, à sua inteira responsabilidade. Também aqui o grupo continuou os seus retumbantes sucessos.

Entendemos que tudo isto faz parte da educação, crescimento pessoal e de grupo, contribuindo de forma inimaginável para a autoestima e responsabilização de cada um.

A primeira passagem pelo país da fraternidade foi dos momentos mais proveitosos para o grupo cimentar os seus laços de companheirismo, amizade, alegria e união assumindo por fim as suas múltiplas facetas.

Acarinhado e mimado pela população francesa, onde ainda hoje tem fortes laços de amizade, os elementos do Luz dos Candeeiros confirmaram que, para além da representação artística e etnográfica, a convivência e o modo ímpar de privar com as populações com que se cruzavam era algo que lhes era inato e impossível de evitar. Após esta viagem, ainda em 1999, Luís Carlos assume o comando dos ensaios do grupo. A fim de participar no Festival Internacional de Folclore, rumou-se então até Albacete, Espanha.

Este rancho esteve ainda presente nos festivais internacionais de Valladolid em 2000 (Espanha), Arvieu em 2001 (França), neste último revendo velhos amigos.

Marcou ainda presença em festivais de folclore no País Basco nos anos 2002 (Sestao – Bilbao) e 2003 (Amurrio – Vitória).

Em 2002 atravessou toda a Península Ibérica e sul da Europa, rumo a S. Angelo Romano, em Itália. Aqui teve a primeira experiencia com a nova moeda / o euro, assustando-se com os elevados preços dos bens essenciais.

Um ano depois, para participar na XII Trobada Internacional de Cituadela, na Ilha de Menorca, atravessou o Mediterrâneo numa viagem carregada de tal bucólico, puro e belo romantismo, que nem nos atrevemos a descrever.

Tal só é possível nas palavras de grandes escritores, de tal modo apaixonados pelas visões cálidas e serenas das águas mediterrânicas, ou, quem sabe, pelo perfume inebriante do rosmaninho e alecrim que decidiram ali morar.

Num teatro de tal modo ostentoso, que recordava uma das mais majestosas salas de ópera do século XVIII, o Luz dos Candeeiros voltou a ser sucesso.

Sem qualquer tipo de receios em viajar, no ano de 2005, embarcam num voo das linhas aéreas da SATA com destino à ilha Terceira, nos Açores.

Percorreram esta ilha de lés-a-lés, fazendo aí mostras do belo folclore e das tradições Estremenhas, com participação no COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira e uma breve passagem pela ilha de Santa Maria.

Impelidos pela alegria e orgulho de levar as tradições do Arrimal por toda a parte, um ano mais tarde, rumavam à Ilha da Madeira.

Se a viagem correu bem, a estadia foi ainda melhor. A Poncha, a Coral, toda a animação noturna, casadas com a beleza natural das ilhas e todo o espírito entusiasmante deste festival, perduram ainda hoje nas nossas recordações.

No ano de 2008, e pela primeira vez, trouxemos o folclore à noite Arrimalana com o início dos Festivais Internacionais de Folclore do Arrimal, realizados à noite, junto à Lagoa Pequena.

Em 2009, numa nova fase marcada pela tomada de posse do seu atual presidente – o jovem Ricardo Simão – e para brindar os seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros, conseguiu, finalmente, reunir as condições necessárias para editar a gravação de um CD com as suas modas recolhidas ao longo dos tempos.

Para brindar as duas décadas de existência, nada melhor e distinto, per iternum, que o lançamento de um álbum das cantigas e modas mais marcantes do seu reportório, recolhidas e executadas ao longo da caminhada até aí percorrida.

Foi uma festa à séria. Inclusivamente com sessão solene no lançamento da sua produção musical em suporte digital de nome “20 Anos de Eterna Tradição”.

Acreditamos que este é um legado para memória futura perpetuando as nossas tradições, com que os nossos filhos e netos muito terão a aprender. Este CD é um contributo para a história do povo que foi a sua origem e raiz.

Desta forma, e muito para além de gravar um mero disco comemorativo dos seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros pretendeu eternizar as memórias herdadas e deixadas por todos os que, na dureza da labuta diária do árduo trabalho do campo, souberam ainda encontrar e forjar tempos de recreio e diversão sadia. Ainda hoje, em cada representação, atividade, ou sempre que envergamos os seus trajes, procuramos perpetuar essas vivências e recordações.

Citando Camões, “A memória daqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando” – foi a eles, aos nossos antepassados, que quisemos honrar ao dedicar-lhes este trabalho discográfico. Que permaneçam imortais, tal como nós intimamente desejamos.

Nesse mesmo ano, em 2009, volta ao Grandioso Festival do Rouergue, em Rodez, na França.

Em 2011 faz a sua mais longa deslocação para integrar a Gala Internacional de Folclore de Messina e o Festival Internacional de Folclore de Caltavulturo, na Sicília, ambos com a chancela do C.I.O.F.F.. Mais uma vez o grupo faz retumbantes sucessos nas atuações onde participa.

Uma vez mais, e como tem sido sempre seu apanágio, o Luz dos Candeeiros levou bem longe as tradições arrimalanas e o nome de Porto de Mós.

No ano de 2012, comemorando o seu 25.º Aniversário, organizou os festivais de folclore onde procurou trazer amigos de longa data para em conjunto assinalarem este marco importante da sua história.

Para finalizar as comemorações juntou todos quantos tornaram possível a chegada do grupo ao quarto de século num grandioso jantar convívio com antigos e actuais componentes do Luz dos Candeeiros, bem assim como familiares e amigos.

Em modo de conclusão, procurámos fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho; o seu interior, as vivências, experiências e aventuras. Histórias e estórias do grupo e seus componentes.

Quisemos narrar o que foi e é o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros: sempre fiel às tradições e um digno representante dos seus antepassados, para além de uma escola de vida e de relações humanas.

Agradecemos a todos os que, no coração desta família entraram e deram o seu contributo auxiliando-nos a transpor mais um aniversário: a população do Arrimal, os órgãos políticos, os antigos e atuais componentes, o C.C.R.D. do Arrimal e a todos aqueles que puxaram a corda que nos içou até aqui.

O NOSSO MUITO OBRIGADO!

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015
TOCADORES DE CONCERTINA RUMAM A PORTO DE MÓS



publicado por Carlos Gomes às 12:08
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Quarta-feira, 3 de Julho de 2013
PAULO FERRAZ SEM SORTE NO RALI SPRINT DE PORTO DE MÓS

Depois do Rali do Catrepe onde fez a estreia em terra com o seu Porche 944 agora era a vez de rumar mais a sul.Com mais de 125 equipas inscritas, esta 3ª edição da rampa de Porto Mós da responsabilidade do NDML acabaria por ditar a grande festa do automobilismo da zona centro num dia de extremo calor.

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O Piloto da Freixianda tinha algumas expectativas para esta prova mas as coisas não correram pelo melhor, como nos referia no final : estava a correr bem mas no arranque para a última subida o alternador deixou de funcionar e não fiz a ultima subida! mas adorei o traçado da rampa achei espetacular!

Com isto em termos de classificação Paulo Ferraz e o seu Porche 944 terminaram em 53º lugar na sua categoria ( Clássicos).

Texto e foto: Santos Jorge



publicado por Carlos Gomes às 18:18
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
VAI O CONCELHO DE OURÉM FICAR DIVIDIDO EM DUAS REGIÕES DE TURISMO?

O Governo pretende extinguir as atuais estruturas do turismo e promover a sua fusão, passando apenas a sete regiões de turismo, concretamente Norte, Centro, Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira. A região de Turismo do Centro deverá integrar as anteriores regiões de turismo de Lisboa, Leiria-Fátima e a Serra da Estrela, deixando de fora o Concelho de Ourém.

Ourém Medieval 119

A reestruturação das regiões de turismo há muito tempo que se impunha como uma necessidade pois, para além de se traduzir num melhor aproveitamento de recursos humanos e materiais, vem resolver o problema da duplicação da promoção do mesmo produto turístico. Existem zonas do país que em termos de mercado apresentam características semelhantes e, não obstante, encontravam-se repartidas por diversas estruturas ligadas ao turismo.

Por outro lado, sentia-se a necessidade da promoção integrada do turismo na perspetiva do seu consumidor que é, afinal, o sujeito a quem se destina o serviço que se pretende promover. Milhares de turistas estrangeiros chegam anualmente ao nosso país através do aeroporto de Lisboa, dirigindo-se a Fátima em peregrinação ou em mera visita cultural, completando a sua estadia com a estadia noutros locais. Por conseguinte, faz todo o sentido que Fátima seja integrada numa região de turismo que abranja nomeadamente Lisboa e outras localidades em redor.

Porém, a aparentemente privilegiada localização geográfica do Concelho de Ourém, numa zona de transição do Ribatejo, da Beira Litoral e da Alta Estremadura, coloca-o frequentemente numa situação de indefinição que invariavelmente o prejudica. E, a intenção de integrar Fátima na Região de Turismo do Centro deixando de fora o Concelho de Ourém afigura-se como uma decisão insensata que, mais uma vez, só virá prejudicar esta região.

Para além de Fátima, possui Ourém o esplêndido burgo medieval que, à semelhança do que se verifica noutras localidades parecidas como Óbidos, Marvão e Monsaraz, poderia tornar-se um autêntico filão caso fossem devidamente aproveitadas as suas potencialidades turísticas. E, a fazê-lo, nada mais adequado do que numa perspetiva integrada, até porque do ponto de vista patrimonial possui monumentos que têm uma particular relação com Leiria e Porto de Mós, localidades a serem integradas na futura região de Turismo do Centro.

Por outro lado, as políticas de ordenamento devem contribuir para a coesão territorial. Caso venha a concretizar-se a dispersão do Concelho de Ourém em duas regiões de turismo, ela acabará por produzir um efeito perverso em vez de favorecer o desenvolvimento da região de uma forma equilibrada. Resta-nos esperar que o bom senso prevaleça!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 15:47
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
PADRE JOSÉ FRAZÃO CORREIA APRESENTA EM FÁTIMA A CONFERÊNCIA “FÉ, O DOM FRÁGIL”

O sacerdote jesuíta José Frazão Correia, da Universidade Católica Portuguesa, de Braga, apresenta no próximo dia 8 de Janeiro, em Fátima, a conferência “Fé, o dom frágil”.A iniciativa tem lugar na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, a partir das 16 horas, a que se seguirá um momento de actuação musical pela Associação Coral Calçada Romana, Alqueidão da Serra, de Porto de Mós.



publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
ASSOCIAÇÃO DE MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE LEIRIA UNIFORMIZA REGULAMENTOS MUNICIPAIS

A Associação dos Municípios da Região de Leiria, composta pelos municípios de Ourém, Porto de Mós, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ansião, Alvaiázere e Pombal, aprovou na última reunião, a 16 de Dezembro de2011, acriação de regulamentos intermunicipais. Uma decisão inédita e que permitirá a uniformização dos diferentes regulamentos Municipais, nos diferentes sectores.

Após a revisão de todos os regulamentos existentes, nos diferentes municípios integrantes da AMLEI, os concelhos de Pombal, Ourém, Porto de Mós, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ansião e Alvaiázere terão o mesmo regulamento de publicidade, ocupação do espaço público, horários de funcionamento, venda ambulante, actividades diversas, restauração e bebidas, urbanismo e taxas e licenças. Deste modo estes municípios tratarão do modo igual as situações iguais. Ficarão, no entanto, salvaguardadas as especificidades de cada concelho, nomeadamente em Ourém, com a particularidade de Fátima.

Para a vereadora Lucília Vieira, responsável pelo pelouro que gere estas áreas “esta, apesar de ter sido uma batalha difícil de concretizar, é uma medida muito positiva pois os cidadãos serão tratados de modo igual em toda a região”.



publicado por Carlos Gomes às 19:29
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Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
GASTRONOMIA DA REGIÃO DE LEIRIA ÀS MIL MARAVILHAS...

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publicado por Carlos Gomes às 00:52
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Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
FESTIVAL REGIONAL DE GASTRONOMIA DE LEIRIA ARRANCA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA

A Entidade Regional de Turismo de Leiria – Fátima e a Câmara Municipal de Leiria levam a efeito o XIX Festival Regional de Gastronomia de Leiria subordinado ao tema “Às mil Maravilhas”, iniciativa que conta com a colaboração dos municípios de Ourém, Batalha, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós. O certame vai decorrer no Marachão, em Leiria, a partir do próximo dia 26 de Agosto e decorrerá até ao dia 3 de Setembro.

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O tema escolhido constitui uma alusão directa ao Concurso das 7 Maravilhas Gastronómicas ao qual o arroz de marisco da Praia da Vieira se perfila como um dos candidatos favoritos entre os 21 finalistas do referido concurso.

De salientar a extraordinária diversidade gastronómica da região de Leiria – Fátima que reflecte a influência do mar e da serra que a caracterizam e conferem um cunho muito peculiar.

O Festival de Gastronomia deverá contar com a participação de cerca de uma dezena de restaurantes e ainda diversos pavilhões onde o visitante poderá encontrar produtos tradicionais como o mel, licores, vinhos, doçaria e frutas. Estarão também patentes algumas exposições e haverá animação cultural de cariz regional a abrilhantar o certame.



publicado por Carlos Gomes às 12:44
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Sexta-feira, 12 de Agosto de 2011
VAI SER RECRIADA A BATALHA DE ALJUBARROTA

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No âmbito das Comemorações da Batalha de Aljubarrota, assista à Recriação ao vivo da Batalha de Aljubarrota no próximo domingo, dia 14 de Agosto, às 17h15, junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA), em São Jorge, local onde se travou a célebre batalha a 14 de Agosto de 1385.

Situado a 2 km a sul do Mosteiro da Batalha, o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota visa salvaguardar e valorizar o património referente ao Campo Militar de S. Jorge. Perceber o contexto em que se realizou a batalha assim como a táctica que permitiu a vitória portuguesa e, por conseguinte, a consolidação da independência de Portugal após a crise dinástica de 1383-1385, eis o objectivo deste Centro de Interpretação que utiliza suportes expositivos distintos, desde as simples imagens a meios multimédia sofisticados onde a interactividade com os visitantes é essencial.

Fonte: Fundação Batalha de Aljubarrota em http://www.fundacao-aljubarrota.pt

Via Região de Turismo de Leiria-Fátima



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011
BATALHA DE ALJUBARROTA FOI HÁ 626 ANOS!

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As Câmaras Municipais de Alcobaça, Batalha e Porto de Mós, juntamente com o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota, vão promover uma série de actividades a decorrer em diferentes locais da região no âmbito das Comemorações da Batalha de Aljubarrota, que este ano celebram os 626 anos desde a célebre batalha que consolidou a independência de Portugal e deu início a uma nova dinastia, a Dinastia de Avis.

Em porto de Mós, as comemorações serão marcadas no Castelo da Vila, no próximo dia 13 de Agosto, pelas 21h30, com uma sessão de cinema ao ar livre, no âmbito da Batalha de Aljubarrota, seguida da actuação musical e lúdica do grupo medieval “Strella do Dia”.

As entradas são livres e o convite para participar nesta actividade estende-se a toda a região. Para conhecer melhor todo o programa das Comemorações da Batalha de Aljubarrota, poderá aceder aos endereços www.municipio-portodemos.pt ou a www.626aljubarrota.com



publicado por Carlos Gomes às 16:04
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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
OURÉM PARTICIPA NO FESTIVAL REGIONAL DE GASTRONOMIA DE LEIRIA

A Entidade Regional de Turismo de Leiria – Fátima e a Câmara Municipal de Leiria levam a efeito o XIX Festival Regional de Gastronomia de Leiria subordinado ao tema “Às mil Maravilhas”, iniciativa que conta com a colaboração dos municípios de Ourém, Batalha, Marinha Grande, Pombal e Porto de Mós. O certame vai decorrer no Marachão, em Leiria, a partir do próximo dia 26 de Agosto e decorrerá até ao dia 3 de Setembro.

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O tema escolhido constitui uma alusão directa ao Concurso das 7 Maravilhas Gastronómicas ao qual o arroz de marisco da Praia da Vieira se perfila como um dos candidatos favoritos entre os 21 finalistas do referido concurso.

De salientar a extraordinária diversidade gastronómica da região de Leiria – Fátima que reflecte a influência do mar e da serra que a caracterizam e conferem um cunho muito peculiar.

O Festival de Gastronomia deverá contar com a participação de cerca de uma dezena de restaurantes e ainda diversos pavilhões onde o visitante poderá encontrar produtos tradicionais como o mel, licores, vinhos, doçaria e frutas. Estarão também patentes algumas exposições e haverá animação cultural de cariz regional a abrilhantar o certame.



publicado por Carlos Gomes às 09:22
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Sábado, 14 de Maio de 2011
ALTA ESTREMADURA MOSTRA TRAJES TRADICIONAIS EM PORTO DE MÓS

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publicado por Carlos Gomes às 00:46
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Terça-feira, 3 de Maio de 2011
TRAJES TRADICIONAIS DA ALTA ESTREMADURA MOSTRAM-SE EM PORTO DE MÓS

cartaz trajes



publicado por Carlos Gomes às 19:42
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
OURÉM CELEBRA PROTOCOLO COM CENTRO NACIONAL DE CULTURA

A Câmara Municipal de Ourém e o Centro Nacional de Cultura celebram hoje o Protocolo que estabelecerá os “Caminhos de Fátima”. A cerimónia decorre pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal da Nazaré e incluirá ainda os municípios da Batalha, Porto de Mós, Alcobaça e Nazaré.

Peregrinação

Este protocolo tem como finalidade a promoção de um itinerário mais seguro para os peregrinos, calculado em cerca de cinquenta quilómetros, com recurso a caminhos pedonais alternativos aos actualmente existentes, através de um percurso que contempla um vasto e rico património paisagístico, edificado e gastronómico.

Desde 1996, o Centro Nacional de Cultura concebeu e está a desenvolver o projecto CAMINHOS DE FÁTIMA que visa reconhecer "corredores" no território nacional onde possam ser traçados caminhos, preferencialmente pedonais, a serem percorridos pelas peregrinações a Fátima, que procurarão incluir os trajectos tradicionais, actualmente perigosos e inviáveis em numerosos troços. O seu objectivo principal é criar uma rede de trajectos turismo cultural e de recreio que deverá percorrer todo o país, ligando diferentes pontos de interesse histórico, religioso, arquitectónico e cultural. Pela natureza do projecto, este agrega e promove a colaboração entre o sector público e privado, organismos e instituições locais, regionais e nacionais de âmbito cultural, social, turístico e religioso.

Já estão sinalizados o CAMINHO DO TEJO que parte de Lisboa e o CAMINHO DO NORTE que parte de Valença onde entronca com o Caminho Português de Santiago pelo que em ambos os casos a sinalização é feita com setas azuis e amarelas, indicando Fátima e Santiago. Sempre em coordenação com as diversas autarquias por onde os caminhos passam e em colaboração com várias instituições com objectivos comuns, chegou o momento de sinalizar o pequeno mas importante CAMINHO DA NAZARÉ, que ligará os dois santuários Marianos.

Prevemos que este caminho venha a ser muito utilizado por peregrinos, portugueses ou estrangeiros, já que, se percorrido a caminho da Nazaré constituirá uma caminhada ao Finistarrae de Fátima mas, se a partida for da Nazaré, constituirá uma boa opção não só para peregrinos que dispõem de poucos dias para chegar a Fátima, como ainda dos que pretendem prosseguir de Fátima para Santiago de Compostela.



publicado por Carlos Gomes às 09:30
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Terça-feira, 19 de Abril de 2011
CENTRO NACIONAL DE CULTURA CELEBRA PROTOCOLO COM MUNICÍPIO DE OURÉM PARA PROMOVER "CAMINHOS DE FÁTIMA"

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O Centro Nacional de Cultura concebeu e está a desenvolver desde 1996 o projecto CAMINHOS DE FÁTIMA que visa reconhecer "corredores" no território nacional onde possam ser traçados caminhos, preferencialmente pedonais, a serem percorridos pelas peregrinações a Fátima, que procurarão incluir os trajectos tradicionais, actualmente perigosos e inviáveis em numerosos troços. O seu objectivo principal é criar uma rede de trajectos turismo cultural e de recreio que deverá percorrer todo o país, ligando diferentes pontos de interesse histórico, religioso, arquitectónico e cultural.Pela natureza do projecto, este agrega e promove a colaboração entre o sector público e privado, organismos e instituições locais, regionais e nacionais de âmbito cultural, social, turístico e religioso.

Já estão sinalizados o CAMINHO DO TEJO  que parte de Lisboa e o CAMINHO DO NORTE  que parte de Valença onde entronca com o Camiño Portugués de Santiago pelo que em ambos os casos a sinalização é feita com setas azuis e amarelas, indicando Fátima e Santiago. Sempre em coordenação com as diversas autarquias por onde os caminhos passam e em colaboração com várias instituições com objectivos comuns, chegou o momento de sinalizar o pequeno mas importante CAMINHO DA NAZARÉ, que ligará os dois santuários Marianos.

Prevemos que este caminho venha a ser muito utilizado por peregrinos quer portugueses, quer estrangeiros já que, se percorrido a caminho da Nazaré constituirá uma caminhada ao Finistarrae de Fátima mas se a partida for da Nazaré constituirá uma boa opção não só para peregrinos que dispõem de poucos dias para chegar a Fátima, como ainda dos que pretendem prosseguir de Fátima para Santiago.

Assim, no dia 29 de Abril pelas 18h00 na Biblioteca Municipal da Nazaré será celebrado um Protocolo entre o CNC e as autarquias por cujo território o caminho passa (Ourém, Batalha, Porto de Mós, Alcobaça e Nazaré).



publicado por Carlos Gomes às 15:49
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