Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quinta-feira, 1 de Setembro de 2016
QUANDO VISITA OFICIALMENTE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA O TERRITÓRIO PORTUGUÊS DE OLIVENÇA?

À semelhança do que se verificou com as recentes celebrações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, estas comemorações deverão ocorrer no futuro junto das comunidades portuguesas radicadas noutros países. Existe, porém, um território que, não obstante pertencer de jure a Portugal, encontra-se desde há mais de dois séculos sob administração de Espanha – trata-se do concelho de Olivença, Tálega incluída – que até ao momento não recebeu a visita oficial do Presidente da República.

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Apesar do tempo já percorrido desde a ridícula “guerra das laranjas” e das gerações que entretanto se sucederam ao longo de mais de duzentos anos, os oliventinos de origem portuguesa guardam com nostalgia a sua identidade como podem na esperança de que um dia a terra que os viu nascer regresse à Pátria a que verdadeiramente pertence: Portugal. A comprovar tal sentimento patriótico, basta referir o grande número de pedidos de atribuição da nacionalidade portuguesa que ultimamente se vem verificando, pese embora as alterações demográficas que se registaram ao longo do tempo.

Com uma área superior a 430 quilómetros quadrados – correspondendo ao triplo da área das cidades de Lisboa e Porto juntas! – Olivença faz parte de Portugal desde a celebração do tratado de Alcanizes celebrado em 1297.

À altura da ocupação, integravam o concelho de Olivença as freguesias de Santa Maria do Castelo, Santa Maria Madalena, São Jorge da Lor, São Domingos de Gusmão e Tálega. Vila Real, entretanto anexada a Olivença, fazia até então parte do concelho de Juromenha, localidade que agora integra o município do Alandroal.

O território português de Olivença, situado na margem esquerda do rio Guadiana, permanece ocupado por Espanha desde 1801. Em 1817, ao abrigo do Tratado de Viena, Espanha reconheceu a soberania portuguesa e comprometeu-se a devolver o território à soberania portuguesa, compromisso que nunca honrou até ao momento.

O Estado Português não reconhece a soberania espanhola sobre o território de Olivença, razão pela qual falta ainda demarcar a fronteira entre os dois países entre entre as confluências do Guadiana com o rio Caia (a norte) e a ribeira de Cuncos (a sul), não estando colocados os marcos fronteiriços entre o 801 e o 900, na zona adjacente ao território histórico de Olivença.

Não faltam as razões que fundamentem do ponto de vista jurídico a reclamação de Portugal relativamente a Olivença nem tão pouco os argumentos de ordem moral que lhe assistem: a Espanha deve honrar os seus compromissos e respeitar um país cujo relacionamento sempre se pautou pela amizade e boa vizinhança. E, em nome de Portugal, o Presidente da República jamais se deveria inibir a efetuar uma visita oficial a Olivença e ali celebrar o Dia de Portugal, levando aos oliventinos – Portugueses de Olivença! – uma palavra de afeto e esperança!

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Domingo, 10 de Julho de 2016
PORTUGAL É CAMPEÃO DA EUROPA!

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publicado por Carlos Gomes às 22:52
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2016
OLIVENÇA COMEMORA DIA DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 23:56
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Terça-feira, 31 de Maio de 2016
PORTUGUESES NO BRASIL FESTEJAM PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 01:32
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Sábado, 21 de Maio de 2016
OLIVENÇA É TERRITÓRIO PORTUGUÊS ILEGALMENTE OCUPADO POR ESPANHA

Em 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelas tropas do exército espanhol. Desde lá, A NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA encontra-se, sequestrada pelo país vizinho.

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Ocupação contestada desde que regressou a paz à Europa após a tempestade napoleónica, e que, como recordava recentemente um jornal britânico, constitui um dos últimos litígios fronteiriços pendentes na actual Europa Comunitária.

Percebendo a delicadeza que a Questão de Olivença apresenta no relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que só a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo pelo Estado português, colocando-a na ordem do dia e inserindo-a na agenda diplomática luso-espanhola, permitirá ultrapassa-la a contento dos interesses nacionais.

Esta é uma data de contradições na Histórica de Portugal. Também hoje se assinala a data em que se formou o Estado independente de Timor-Leste. Tal como Timor Lorosae afastou o ocupante estrangeiro e iniciou a construção do seu próprio Estado, reservando à língua portuguesa uma particular importância, também Olivença há-de obter Justiça, resgatando a sua Identidade, a sua História e a sua Liberdade, reencontrando-se com a Cultura e a Língua de Camões!

Por estas razões, e confiando que as Autoridades nacionais saibam tomar as medidas necessárias à defesa do Direito, da dignidade e dos interesses nacionais, o Grupo dos Amigos de Olivença exorta os portugueses, detentores da Soberania, a sustentarem com veemência a devolução do território oliventino.

Contra o silêncio e a indignidade, um passo por Olivença

Lisboa, 20 de Maio de 2015.

A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença

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publicado por Carlos Gomes às 21:36
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016
VAI PORTUGAL SUBSTITUIR OS SEUS SÍMBOLOS NACIONAIS?

Esta é a ditosa Pátria Minha Amada! – Luís de Camões

As Armas nacionais de Portugal são “de prata, com cinco escudetes de azul, postos em cruz de Cristo, cada um carregado por cinco besantes de prata, postos em cruz de Santo André (ou quincunce); bordadura de vermelho, carregada de sete castelos de ouro; o escudo sobreposto a uma esfera armilar, rodeada por dois ramos de oliveira (ou loureiro) de ouro, atados por uma fita verde e vermelha

As Armas Nacionais que desde há muitos séculos figuram nas bandeiras nacionais de Portugal identificam um passado glorioso cujos elementos heráldicos testemunham a matriz Cristã de Portugal e o seu papel histórico na Reconquista Cristã.

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Entre tais símbolos, realce-se os escudetes azuis besantados de prata dispostos sob a forma de Cruz de Santo André e que, de acordo com explicação lendária, teriam origem no milagre da Batalha de Ourique segundo a qual, Jesus Cristo terá aparecido a D. Afonso Henriques garantindo-lhe a vitória, caso adotasse por armas as suas chagas. Com efeito, segundo algumas teorias, os escudetes referem-se às cinco chagas de Cristo ou às cinco feridas de D. Afonso Henriques na batalha de Ourique.

A bordadura de vermelho, carregada de sete castelos de ouro representa, segundo a tradição, o antigo reino do Algarve, conquistado por D. Afonso III aos mouros.

Por conseguinte, qualquer que seja o significado dos seus símbolos, é evidente que o Cristianismo constitui a matriz da Cultura e da Civilização portuguesa, da identidade do povo português, com raízes tão profundas que nenhuma ideologia defensora de um pretenso laicisismo será capaz de arrancar…

Numa altura em que outros povos da Europa parecem envergonhar-se da sua própria identidade, cobrem com um manto de ignomínia as suas obras de arte e vergam perante os ditames dos arautos de outras culturas a pretexto de uma falsa tolerância, importa saber se também Portugal renegará os seus valores e a sua identidade, porventura ao ponto de substituir os seus próprios símbolos nacionais?



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sábado, 12 de Dezembro de 2015
QUAL É O TERRITÓRIO DE PORTUGAL NO CONTINENTE EUROPEU?

1. Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu e os arquipélagos dos Açores e da Madeira.

2. (…)

3. O Estado não aliena qualquer parte do território português ou dos direitos de soberania que sobre ele exerce, sem prejuízo da rectificação de fronteiras.

- artigo 5.º da Constituição da República Portuguesa

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Foto: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/home.do

Traité de délimitation de la frontière entre l'Espagne et le Portugal à partir de l'embouchure du Minho jusqu'au confluent du rio Caya et du Guadiana. Signé à Lisbonne le 29 septembre 1864

Acte final approuvant les annexes au Traité susmentionné.

Signé à Lisbonne le 4 novembre 1866

Textes authentiques : espagnol et portugais.

Classés et inscrits au répertoire à la demande de l'Espagne le 21 septembre 1982.

TRATADO DE LIMITES DESDE LA DESEMBOCADURA DEL MINO HASTA LA UNION DEL RIO CAYA CON EL GUADIANA ENTRE ESPANA Y PORTUGAL

Sua Magestade A Rainha das Hespanhas e Sua Magestade El Rei de Portugal e dos Algarves, tomando em consideraçâo o estado de desassocego em que se encontram muitos povos situados nos confins de ambos os Reinos por nâo existir uma demarcaçâo bem defïnida do territorio, nem Tratado algum internacional que a désigne; e desejando pôr termo de uma vez para sempre, aos desagradáveis conflictos que por tal motivo se suscitam en varios pontos de raia, estabelecer e consolidar a paz e harmonia entre os povos limitrophes, e finalmente, reconhecendo a necessidade de fazer dessapparecer a situaçâo anomala em que, à sombra de antigas tradiçôes feudaes tem permanecido até hoje alguns povos immédiates à linha divisoria de ambos os Estados com reconhecido e commun prejuizo destes, convieram en celebrar um Tratado especial que détermine clara e positivamente, tanto os direitos respectives dos povos confinantes, como os limites territoriaes de ambas as Soberanias na linha de fronteira que se estende desde a foz do rio Minho até à confluencia do Caya com o Guadiana.

Para este effeito nomearam seus Plenipotenciarios a saber:

Sua Magestade A Rainha das Hespanhas ao Senhor Dom Joào Jimenez de Sandoval, Marquez de la Rivera, Commendador de numéro da Real e distincta ordem de Carlos III, Commendador da de Izavel a Catholica, Caballeiro da de Sâo Joào de Jérusalem, Commendador da do Leâo Neerlandez, Officiai da Legiào d'Honra de França, Caballeiro de primeira classe da Aguila Vermelha da Prussia, Secretario com exercicio de Décrètes, Seu Enviado Extraordinario e Ministre Plenipotenciario na Côrte de Sua Magestade Fidelissima, etcetera, etc.; e ao Senhor Dom Facundo Goni, seu Ministre Résidente, Deputado que foi as Certes, etc., etc.

E Sua Magestade El Rei de Portugal e dos Algarves ao Senhor Nuno José Severo de Mendoça Rolim de Moura Barretto, Duque e Marquez de Loulé, Conde de Valle de Reis, Estribeiro Môr, Par do Reino, Conselheiro d'Estado, Grào Cruz da antiga e muito nobre ordem da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Merito, Commendador da Ordem de Christo, condecorado com a Medalha numéro nove de Dom Pedro e Dona Maria, Caballeiro da Ordem Suprema da Santissima Annunciada e Grâo Cruz da Ordem de Sâo Mauricio e Sâo Lazaro de Italia, de Carlos III de Hespanha, da Coroa Verde e de Ernesto o Pio de Saxonia, de Leopoldo da Belgica, do Leâo Neerlandez, da Aguila Vermelha e da Aguila Negra da Prussia, do Danebrog de Dinamarca, de Pio IX, da Legiào d'Honra da França e de Santo Olavo de Suecia, Présidente do Conselho de Ministres, Ministre e Secretario de Estado dos Négocies Estrangeiros e interinamente dos do Reine, etc., etcetera, e o Senhor Jacinto da Selva Mengo, do seu Conselho, Caballeiro das Ordems de Christo, de Nossa Senhora de Conceiçâo de Villa Viçosa e da antiga e muito nobre Ordem da Torre e espada de Valor, Lealdade e Merito, condecorado com a medalha numéro nove de Don Pedro e Dona Maria, Commendador de numéro extraordinario da Real e distincta Ordem de Carlos III, e da de Izavel a Catholica de Espanha, das de Sâo Mauricio e Sâo Lazaro de Italia, de Leopoldo da Belgica, do Danebrog de Dinamarca e da Coroa de Carbalho dos Paises Baixos, Cavalleiro de segona classe da Ordem Impérial de Santa Anna de Russia, condecorado com o Nichani Iftijar em brilhantes de Turquïa, Officiai e Chefe da primeira repartiçâo da Secretaria d'Estade des Négocies Estrangeiros; os quaes, depois de haberem communicado os seus plenos poderes achados em boa e debida forma, tendo examinado minuciosa e detidamente varios e numerosos documentos, assim antigos como modernes, adducidos por ambas as partes em apoio de seus direitos e pretençôes, e tendo alem disto présentes os estudos e trabalhos da Comissào mista de limites que nos ultimos annos percorrera a linha de fronteira convieram nos artigos seguintes:

Artigo I. A linha de separaçào entre a Soberania do Reino de Hespanha e a de Portugal começarâ na foz do rio Minho entre a provincia hespanhola de Pontevedra e o distrito portugez de Vianna do Castello e se diiïgirâ pela principal veia fluida do dito rio até à confluencia de rio Barjas ou Troncoso.

A ilha Canosa situada perto da foz do Minho, a denominada Cancella, a Insua Grande que se encontra no grupo das ilhas de Verdoejo entre o povo hespanhol Caldelas e o portuguez Verdoejo, e o ilhote Filha Boa, situado perto da Salvatierra, pertençerâo a Hespanha.

As ilhas chamadas Canguedo e Ranha Gallega que forman parte do mesmo grupo de Verdoejo, pertençerâo a Portugal.

Artigo IL Desde a confluencia do rio Minho com o Troncoso a linha internacional subira pelo curso deste ultimo rio até ao Porto dos Caballeiros e d'aqui continuarâ pela serra do Lavoreiro, passando successivamente pelos altos Guntin e de Lavoreirâo; pelo marco das Rossadas e pela Portella do Pao.

O terreno comprehendido entre huma linha recta desde o marco das Rossadas à Portella de Pao e outra linha que passe pelo Châo das Passaras e alto da Basteira questionado por Gorgoa e Adufeira, sera dividido en duas partes eguaes.

Artigo III. Desde a Portella de Pao seguirâ a raia pela serra de Laboreiro, tocando no cerro chamado Outeiro de Ferro e Cabeço da Meda, e pasando em seguida pelo marco d'Antella, alto denominado Coto dos Cravos, Penedo de Homem e Penedo Redondo, descerâ a tomar o curso das aguas do rio de Castro, tresentos métros mais abaixo do ponto que no dito rio se conhece pelo nome de Porto de Pontes.

0 terreno questionado por Pereira e Meijoeiia, situado entre o Penedo Redondo e o rio de Castro, pertencerâ a Portugal.

Artigo IV. A linha divisoria partindo do ponto designado no rio de Castro continuarâ pela veia fluida deste rio e depois pela do Barcias ou Tibô até à sua junçào com o Lima, pela corrente do cual subira até à un ponto equidistante entre a confluencia do rio Cabril e a Pedra de Bousellos. Do referido ponto subira ao elevado rochedo da Serra de Gérez, chamado Cruz dos Touros.

O terreno questionado entre os (povos) hespanhoes da freguezia de Manin e os portuguezes de Lindoso sera dividido pela linha de fronteira em duas partes eguaes.

Artigo V. Da Cruz dos Touros o limite internacional, voltando a sua

direcçâo gérai para Nordeste, correrâ pelos eûmes das serras do Gérez e do Pisco, passando succesivamente pela Portella do Hommen, alto da Amoreira, Pico de, Nevosa, Portella da Cerdeirinha, Alto da Ourella do Cabalhinho, Coto de Fonte Pria, Pedra do Pisco na Portella de Pitoens, e marco do Pisco.

O terreno situado entre os dous ultimos pontos pretendido por Guntemil e Pitoens, sera dividido pela raia em duas partes eguaes.

Artigo VI. A partir do marco do Pisco seguirâ a linha de fronteira pela demarcaçâo actual, tocando na Buraca do Foxo; e atravesando o rio Sallas continuarâ pelo marco da Fonte-Fria até ao marco chamado Lage da Ovelha. Daqui ira pelo marco da Calveira até a capella portugueza de Sâo Lourenzo; e cortande segunda vez o rio Sallas, no sitio chamado a Fraga, seguirâ pelas penhas da Raposeira e Fonte da Devesa, e depois pelo ribeiro de Barjas que corre proximo a dita fonte até ao marco do Sapateiro na cumeada da serra do Pisco. Daqui se encaminharâ em direcçào Este e por aguas vertentes da serra da Penha até as pedras de Malrandin, passando pelo Cabeço do Româo, Outeiro do Borracho, Cabeço do Sabugueiro e Portella do Grito.

O terreno situado à direita do ribeiro de Barjas ja mencionado, e que pretendem Vilarinho e Tourem, pertencerâ a Hespahha. O terreno de dominio duvidoso entre Vilar e Sabuzedo ficarâ demarcado por aguas vertentes.

Artigo VU. Desde as pedras de Malrandin se dirigirâ a raia em direcçào Norte pela actual linha de separaçào entre o Couto misto e o termo de Vilar até ao ponto em que a corte un alinhamento recto tirado do Castello da Piconha ao Pico de Monte Agudo e deste ponto de encontre, voltando em direcçào Este continuarâ por outro alinhamento recto até ao Porto de Bancellos.

Portugal renuncia a favor de Hespanha todos os direitos que possa ter sobre o terreno do Couto misto e sobre os povos nelle situados, os quaes em virtude da direcçào determinada pela linha acima descripta ficam em territorio hespanhol.

Artigo VIII. Desde o Porto de Bancellos a linha de fronteira entre ambas as Naçôes dirigirse-ha pelo Penedo das Cruzes, Cabeço da Escusa, sitio denominado Capella de Sâo Fitorio, Penedo dos Bastos, ruinas do Castello portuguez de Portello ou de Sendim, Pedra Laça e marco da Roussiâ; depois subira a Serra do Larouco que atravessarâ pelas penhas da Cascalheira, Penedo Airoso ou Fraga da Eiroca, Vidoeiro do Extremo e continuarâ a meia distancia entre os ribeiros do Inferno e Cabana até a Cruz do Grou. Daqui seguirâ pelo Regueiro da Rega até à um ponto conveniente que deve fixar-se, e deste continuarâ em linha recta até ao Outeiro de Maria Sacra.

Os terrenos existentes entre Vidoeiro do Extremo e a Cruz de Grou e entre a Cruz de Grou e o Outeiro de Maria Sacra disputadas pelos povos da Gironda e de Santo André serâo divididos em partes eguaes.

Artigo IX. Do Outeiro de Maria Sacra ira a raia pelo Madorno das Terras até à Adega dos Palomares, e daqui em linha recta ao Penedo Grande de Modorno.

Depois continuarâ pela fonte de Codeceira, Pedras da Estiveira, Porto Cobil ou das Bestas, e entrando no rio Porto de Rei descerâ por este até um ponto que se ache proximamente a 150 métros do Pontào de Porto de Rei. Do dito ponto ira em linha recta as Cruzes do Marco de Porto de Rei, entrando no rio Assureira e subindo por elle até à ponte de Assureira.

En consequencia da demarcaçâo consignada neste artigo, a estrada directa de Sâo Milâo a Videfferre ficarâ toda em territorio hespanhol.

Artigo X. Da ponte d'Assureira a linha de separaçào entre as duas Monarchias se encaminharâ pelos marcos ora existentes até as inmediaçôes do povo promiscuo de Soutelinho, e passando pelos pontos que se demarcarâo perto do dito povo, que ficarâ em territorio portuguez, tornarâ a encontrar o limite actual da fronteira e continuarâ por elle, tocando na Cruz da Fonte do Asno, Porto-Caballo de Cima e de Baixo, Penedo dos Machados e marco da Fecha, seguindo pelo ribeiro de Cambedo até à sua confluencia com o de Valle de Ladera, O povo promiscuo de Soutelinho pertenecerâ a Portugal, demarcandose-lhe em territorio de Hespanha uma zona de 90 a 100 métros de largo, contigua à povoaçào.

Artigo XL A raia partindo do ribeiro de Valle de Ladera seguirâ o leito deste e continuarâ pelo limite do terme municipal hespanhol de Cambedo até Portella de Vamba para dirigirse à Penha ou Fraga da Raia. Deste ponto ira atravessando o valle do rio Tamega pelos marcos que hoje determinan a fronteira, tocarâ no Pontâo de Lama, e logo passando proxima dos povos portuguezes de Villarelho e Villarinho, entrarâ no rio Tamega pela Fraga de Bigode ou Porto de Villarinho. Daqui seguirâ pela veia principal do Tamega até à confluência do rio Pequenho ou de Fezes, por onde subira até à Fraga de Maria Aloes, prosseguindo depois pelo limite do termo municipal hespanhol de Lama d'Arcos até ao Outeiro de Castello Ancho.

Os dous povos promiscuos Cambedo e Lama d'Arcos com sens actuâes termes municipaes ficam pertendo a Portugal.

Artigo XII. Desde o Outeiro de Castello Ancho ira a raia atravessando a serra de Mairos ou Penhas livres pelo Outeiro da Teixogueira; Pedra Lastra e Fonte Pria, e descerâ pelo ribeiro de Palheiros até à Fraga da Maceira e Laga do Frade. Continuarâ depois pela demarcaçào practicada en 1857 até à Fonte de Gamoal ou de Talhavalles, da quai ira ao marco de Valle de Gargalo, e dirigiendose por um ribeiro que tem sua origen perto do dito marco até à sua uniào com o rio Valle de Madeiros, descerâ por este até um ponto proximo do primeiro regato que se Ihe junta pela esquerda e continuarâ daqui en linhas rectas inmediatas ao caminho de Sào Vicente a Sigirey, o quai deverâ ficar todo em território portuguez, até ao marco do caminho de Soutechao.

Desde este marco seguirâ a raia invariavelmente a demarcaçào feita en 1857 até à Pedra Negra, d'onde se encaminharâ a um ponto equidistante entre o marco de Cabeça de Peixe e o sitio designado pelos portuguezes com egual nome.

Artigo Xlll. Desde o ponto de Cabeça do Peixe a linha divisoria ira pela demarcaçào existente, passando pela Igrejinha de Mosteirô à confluencia dos rios Arçoâ e Mente, e subindo pelo curso deste até ao ribeiro dos Cabrées, seguirâ pelo dito ribeiro até perto de sua origem, dexando-o para ir passar entre os dous sitios que os hespanhoes e os portuguezes chaman Cruz de Carapainho e chegar à confluencia do ribeiro Valle de Souto com o rio Diabredo ou Moâs. Daqui seguirâ pelo dito rio um curto espace, subindo logo pelo Covanco do Diabredo: depois dirigirse-ha ao Penedo de Pé de Meda, e, atravessando as Antas de Pinheiro, correrâ por aguas vertentes até ao Portello do Cerro de Esqulqueira.

Os terrenos de dominio duvidoso entre Barja é Cisterna a entre Esqulqueira e Pinheiro Novo e Pinheiro Velho serâo divididos segundo o determinha a linha de fronteira descripta no présente artigo.

Artigo XIV. Do Portello do Cerro da Esqulqueira ira a raia pela cumeada deste até ao penedo mais elevado dos do dito cerro, situado quasi a meia distancia da descida domesmo, de fronte do Monte do Castro, d'onde se dirigirâ, seguindo un alinhamento recto, a tocar no primeiro ribeiro que conflue com o rio Assureira, mais abaixo do Porto do Vinho, e em um ponto distante 450 métros do dito rio. D'aqui ira a raia seguindo em linha recta até terminar no ponto em que o rio Assureira muda de direcçào de Sul para Oeste, pouco mais acima do Pontào de Cerdedo. Desde o dito ponto, ou antes, desde a volta do Assureira, subira a raia por este rio até à um ponto equidistante entra a uniâo do ribeiro das Carvalhas e o sitio chamado Cova d'Assureira, indo d'aqui em linha recta a terminar na Cavanca dos Ferreiros junto do caminho de Manzalvos a Tioselo. Continuar pelo marco das Carvalhas ou Pedra da Vista e pela vereda chamada Verea Velha até ao Penedo dos très Reinos, donde termina a provincia de Orense.

Os terrenos questionados respectivamente entre Chaguazoso e Pinheiro Velho, Villarinho das Touças e Cerdedo e entre Manzalvos e Casares e Carvalhas ficarâo divididos segundo détermina a linha de fronteira descripta no presente artigo.

Artigo XV. Desde o Penedo dos très Reinos ira a raia a Pedra Carbalhosa, atravessarâ depois o rio Tuella no porto da Barreira, e subindo até proximo ao Forno de Cal, voltarâ em direcçào Este, passando pelos sitios chamados. Escusenha, Valle de Carvalhas, marco de Roi e Pedra Estante ou Pedra dos Très Rispos na serra de Gamoneda e continuarâ pela Fonte Grande, Pedra Negra e Penha da Formiga.

O terreno questionado por Castromil e Moimenta situado entre o Penedo dos très Reinos, Penedo do Moço e Fraga ou Pedra Carvalhosa sera dividido en duas partes eguaes.

Artigo XVI. Da Penha da Formiga continuarâ a linha internacional pelo Valle das Porfias até atravessar o rio de Calabor. D'aqui seguirâ pelo marco da Campiça e em alinhamentos rectos pelo Cabeço ou Cerro da Pedra Pousadeira, marco da Trapilha ou de Ervancede e marco de Rio d'Honor, subindo pelo ribeiro que corre entre Rio d'Honor de Cima e Rio d'Honor de Baixo. Passarâ depois pelos marcos de Leixo e de Ripas na serra de Barreiras Brancas, e ira encontrar proximo do povo hespanhol de Santa Cruz o rio Maçans, cujo curso seguirâ até ao marco situado mais abaixo do moinho da Ribeira grande. D'aqui se encaminharâ ao marco de Candena ou de Picào, e voltando para Este ira encontrar outra vez o rio Maçans na Penha Furada, a corrente do quai marcarâ a fronteira até à Pedra ou Poço da Olha.

Artigo XVII. Desde o Poço da Olha subira a linha de fronteira para o Castello do Mao-Visinho, e correndo pelo cume da serra de Rompe Barcas seguirâ tocando successivamente no alto da Manchona, Alto da Urrieta del Cerro ou da Lameira, marco de Valle de Frades, marco de Valle de Madeiros e marco da Cazica na serra desde nome, e moinho da Raya no ribeiro d'Avelanoso, serra de Cerdeira até ao sitio das Très Marras.

Artigo XVIII. Do sitio das Très Marras ira a raia por aguas vertentes da serra de Bouzas ao moinho da raia no rio d'Alcanhiças subira d'aqui ao alto do Canhiço na serra de Sâo Adriào; e passando depois pela pyramide geodesica, marcos de Nossa Senhora da Luz, da Appariçao, de Prado Pegado ou da ponte de Pâo, da Prateira e da Nogueira, entrarâ no rio Douro proximo da confluência do ribeiro do Castro. Deste ponto a linha internacional ira pelo centro da corrente principal do Douro até à sua confluencia com o Agueda, subindo por este até à sua juncçào com o Ribeiro dos Toirôes, que a seu turno demarcarâ a fronteira até um ponto proximo do moinho de Nave Cerdeira.

Artigo XIX. Do ponto indicado perto do moinho de Nave Cerdeira continuarâ a raia pelo valle das Meias para subir ao Alto das Vinhas da Alameda, d'onde se dirigirâ pela direita do caminho hespanhol que da Aldea do Bispo conduz a Fuentes d'Onor, a encontrar o Valle de Golpina ou de Provejo passando depois perto da Cruz da Raia, e mais adiante pela parede da Tapada de la Huerta de la Calzada. ira pela Hermida do Espiritu Santo ao Alto ou Teso da Polida, atravessarâ o ribeiro del Campo, e voltando ao Sul se encaminharâ pelo monte de Cabeça de Caballo ao Alto dos Campanarios. Daqui ira entrar no caminho que conduz de Nave de Aver a Alamedilla, pelo quai continuarâ até Alto Redondo, seguindo depois pelo Cabeço da Atalaia, Cruz da Raia, Monte Guardado e Barrocal das Andorinhas.

O terreno de dominio duvidoso situado entre o Monte Guardado e o Barrocal das Andorinhas sera dividido em duas partes eguaes entre ambas as Naçôes.

Artigo XX. Do Barrocal das Andorinhas a linha divisoria, passando pela parede Este da Tapada do Manso, e voltando pela do Sul seguirâ pelos penedos marcados com cruzes antigas até ao ponto chamado pelos portuguezes Canchal da Raia. Daqui pasarâ junto da Tapada do Piâo d'Ouro, e atravessando o Ribeiro da Lagiosa e Canchal do Freixo seguirâ pelo ribeiro de Codeçal, tocando no Cabeço das Barreras ou Vermelho, d'onde se encaminharâ a Penha de Navas Molhadas, situada na serra das Mesas. Continuarâ pelo cume desta serra, que aqui sépara as aguas dos rios Douro e Tejo, e passando pelo Cabeço de Clerigo, correrâ tambien por aguas vertentes da serra da Marvana, e descerâ a encontrar o rio Torto ou Ribeira Grande no sitio da Ginjeira ou Curral das Colmeas.

Artigo XXI. Desde o sitio da Ginjeira a linha internacional seguirâ pelo riu Torto até à sua juncçâo com o Basabiga, o quai formarâ a fronteira até à sua confluencia com o Erjas, que a seo turno a demarcarâ até desembocar no Tejo.

Depois seguirâ a raia principal veia fluida do Tejo abandonando-lo no ponto em que recebe as aguas do Sever, pelo quai subira até à presa do moinho da Negra, no sitio chamado Pego da Negra.

Artigo XXII. Desde o Pego da Negra ira à raia ao Canchal de Crença e por aguas vertentes ao da Cova do Ouro, encaminhandose pelas Penhas da Limpa e recorrendo a cumeada da Serra Pria, seguirâ logo pela Serra da Palha, passando pelo Cerro Mallon e Portello da Xola, descendu depois a cortar o rio Xebora no Pego da Raia, continuando pelo Cabeço de Valdemouros e o dos Très Termos até entrar no ribeiro Abrilongo. Depois de seguir certo espaço o leito do dito ribeiro, abandona-lo-ha para atravesar a Referta de Arronches, cuyo terreno dividirâ, deixando a terça parte deste em Portugal, e continuarâ pelo limite que separa de Hespanha a primeira Referta de Onguella, até ao moinho de Rozinha sobre o rio Xebora. D'aqui seguirâ pelo alto da Dessezinha e pelos marcos existentes até ao da Garrota, e passando logo pelo limite que sépara de Portugal a segunda Referta de Onguella ou de Baixo, ira tocar no primeiro rrtarco de terme de

Badajoz.

O terreno que comprehendem as Refertas, e que disfructam em comum o povo hespanhol de Alburquerque e os portuguezes de Arronches e Onguella sera dividido em partes eguaes entre ambos os Estados do seguinte modo: a segunda Referta de Onguella ou de Baixo pertenecerâ integralmente à Hespanha; a primera Referta de Onguella ou de Cima pertenecerâ integralmente a Portugal; a Referta de Arronches sera dividida ficando para Portugal a terça parte do terreno contiguo à primeira Referta de Onguella e para Hespanha as duas terças partes restantes.

Artigo XXIII. Desde o primeiro marco de Badajoz seguirâ a raia a demarcação existente, cortando o _Xebora e proseguindo ira entrar no rio Caia, pela corrente do quai continuarâ até à sua juncçào com o Guadiana, entre a provincia hespanhola de Badajoz e o distrito portuguez de Portalegre. Na confluencia do Caia com o Guadiana termina a fronteira internacional, cuya demarcaçâo tem sido objecte do présente Tratado.

Artigo XXIV. Para fixar com exactidào e de modo que nào dé logar a duvidas a linha divisoria internacional cujos pontos principaes ficam mencionados nos artigos précédentes, convieram as duas Partes contractantes em que se pro céda com a brevidade possivel à collocaçâo dos marcos necessaries e a sua descripçào geometrica; para levar a efeito estas operaçôes, os dous Gobernos nomerâo os Commissaries compétentes.

A collocaçâo dos marcos assistirào delegados das respectivas Municipalidades hespanholas e portuguezas interessadas em cada porçâo de fronteira. A fim de que a mesma collocaçâo nos pontos da referida linha divisoria, nâo ïndicados neste Tratado, se faça justa e dividamente, serào consultadas em casos de divergencia as actas da Comissào mixta de limites. A acta da collocaçâo dos marcos e a sua descripçào geometrica. feita em duplicado e devidamente legalizada se juntarâ ao présente Tratado e as suas disposiçôes terào a mesma força e vigor como se n'elle se houvessem literalmente inserido.

Artigo XXV. A fim de assegurar a permanencia dos marcos que designam a linha internacional conveio-se-em que as Municipalidades limitrophes dos dous Reinos empreguem na parte que Ihes respeite, e de accorde com as Autoridades compétentes as providencias que julguem necessarias para a conservaçào dos marcos collocados, reposiçào dos destruidos e castigo dos delinquentes. Para este effeito no mez de agosto de cada anno se farâ un reconhecimiento da raia por delegados das Municipalidades confinantes com assistencia dos Alcaides hespanhoes e dos Administradores dos concelhos portuguezes. Desse reconhecimento se lavrarâ auto, do quai se remetterâ uma copia as Autoridades superiores administrativas para que estas possam conhecer o estado da demarcaçâo da fronteira, e procéder segundo exigam as circumstancias.

Artigo XXVI. Os povos de ambos os Paizes que desde muito tempo gozam o direito de colher en commun as herbagens na ilha Canosa, situada no rio Minho, continuarâo como até agora e em conformidade dos seus regulamentos municipaes no gozo commun d'aquelle aproveitamento.

Considerando os perjuicios que soffren varies povos situados nas margens de alguns rios limitrophes e designadamente nos do Minho, assim como os embaraços para a navegaçâo, em consecuencia de construcçôes nas margens dos ditos rios e d'alteraçâo résultante no curso de suas aguas, e desejando obstar aos abuses e regular o exercicio dos legitimos dereitos, convem ambas as Partes contractantes em que depois de feitos os estudos previos se forme um regulamento especial, que tendo em dévida conta os damnos produzidos anteriormente estabeleça e fixe para o future as regras convenientes con respeito à construcçào d'obras de cualquier classe nas margens dos rios confinantes e particularmente nas do Minho e suas ilhas.

Artigo XXVII. Havendo passade integralmente ao dominio e soberania de Portugal em virtude dos artigos decimo e undecimo os très povos promíscuos denominados Soutelinho, Cambedo e Lamadarcos, e ficando egualmente sob o dominio e soberania de Hespanha en virtude do artigo septimo, os très povos do Couto misto chamados Santa Maria de Rubiâs, San Thiago e Meaus, convem ambas as Partes contractantes em que tanto os habitantes dos povos promíscuos que sejam realmente subditos hespanhoes, como os habitantes do Couto misto que sejan realmente subditos portuguezes, possam, si assim Ihes convier, conservar a sua respect!va nacionalidade. Para este fin tanto ums como outros declararão a sua decisào ante as Autoridades locaes no termo de un anno, contado desde o dia en que se ponha em execuçào o présente Tratado.

Artigo XXVIII. Attendendo a que a linha internacional segue em varias partes cursos d'agua, a direçâo dos caminhos e toca em algumas fontes, conveiose-em que caminhos, cursos d'agua e fontes que se achen no caso indicado sejam de uso commum para os povos d'ambos os Reines.

As pontes construidas sobre os rios que limitam a fronteira pertençerâo por metade aos duos Estados, salva a justa indemnizaçâo entre os duos Governos, proveniente das despesas feitas na construcçào das mesmas pontes.

Artigo XXIX. A fim de evitar, quanto possivel, os damnos que possam provir aos povos arraianos por causa de apprehensôes de gados e para manter a melhor harmonia entre aquelles conveio-se:

1.° Que pelo facto de emtrarem gados a pastar indevidamente no territorio de outra Naçâo, se imponham tào sômente penas pecuniarias.

Que para responder pelas penas e gastos occasionados com as ditas apre hensôes nào possa reter-se mais do que uma rez de cada dez das apprehendidas.

3.° Que se se considerem legaes as apprehensôes verificadas pelos guardas dos povos ou pela força pûblica, devendo-se entregar os gados apprehendidos à Autoridade no termo jurisdiccional da quai se tenham encontrado. Para por em practica as bases que ficam establecidas adoptarâo de com mum accorde ambos os Governos as disposiçôes que julguem necessarias.

Artigo XXX. Todos os contractes, sentenças arbitraes e quaesquer outros accordes que existam relatives à demarcaçâo da fronteira desde a desembocadura do Minho no mar até à do Caia no Guadiana se declaram nulos de facto e de direito em quanto se opponham ao que se estipula nos artigos do presente Tratado desde o dia em que se achem em execuçào.

Artigo XXXI. O présente Tratado sera ratificado o mais brève possivel por Sua Magestade A Rainha das Hespanhas e por Sua Magestade El Rey de Portugal, e as ratificaçôes serâo trocadas en Lisboa um mez depois.

EN FE DE LO CUAL los infrascrïtos Plenipotenciarios respectives han firmado el présente Tratado por duplicado, y lo han sellado con el sello de sus armas en Lisboa a veinte y nueve de setiembre de mil ochocientos sessenta y cuatro.

El Marqués DE LA RIBERA

FACUNDO GONI

EM FE DO QUE os abaixo assignados Plenipotenciarios respectives assignaram o présente Tratado em duplicado e o sellaram com o sello de suas armas em Lisboa aos vinte e nove dias do mez de setembro de mil oitocentos sessenta e cuatro.

Duque DE LOULÉ

JACINTO DA SILVA MENGO



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL FOI HÁ 375 ANOS!

Portugal e a Catalunha estão nações unidas por laços históricos!

Passam 375 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.

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Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.

Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.

Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.

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Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.

Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.

Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.

Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.

Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.

É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!

Decorridos que são 375 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

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publicado por Carlos Gomes às 13:47
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Sábado, 31 de Outubro de 2015
GALIZA E PORTUGAL: UM SÓ POVO E UMA SÓ NAÇÃO!

Por um compreensível desconhecimento, grande parte dos folcloristas portugueses possui um entendimento errado em relação ao folclore das gentes galegas, classificando-o de "espanhol" e confundindo-o com os usos e costumes dos demais povos peninsulares. Aliás, tal como sucede em relação à língua portuguesa que é o idioma da Galiza e que também é erradamente confundida com o castelhano que é a língua oficial de Espanha, também ela impropriamente por vezes designada por "espanhol".

Guimarães (24)

Na realidade e para além dos portugueses, a Península Ibérica é habitada por gentes de culturas e idiomas tão distintos como os vascos, os catalães, os asturianos e finalmente, os galegos e portugueses que possuem uma língua e uma identidade cultural comum, apenas separados em consequência das vicissitudes da História. A Espanha, afinal de contas, não representa mais do que uma realidade supranacional, cada vez mais ameaçada pelas aspirações independentistas dos povos que a integram.

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No que respeita à sua caracterização geográfica e parafraseando o historiador Oliveira Martins, "A Galiza d'Aquém e d'além Minho" possui a mesma morfologia, o que naturalmente determinou uma espiritualidade e modos de vida social diferenciados em relação ao resto da Península, bem assim como uma diferenciação linguística evidente. Desse modo, a faixa atlântica e a meseta ibérica deram lugar a duas civilizações diferentes, dando a primeira origem ao galaico-português de onde derivou o português moderno e a segunda ao leonês de onde proveio o castelhano, atualmente designado por "espanhol" por ter sido imposta como língua oficial de Espanha, mas consignado na constituição espanhola como "castelhano". Não foi naturalmente por acaso que Luís Vaz de Camões, justamente considerado o nosso maior poeta possuía as suas raízes na Galiza. Também não é sem sentido que também o poeta Fernando Pessoa que defendeu abertamente a "anexação da Galiza", afirmou que "A minha Pátria é a Língua Portuguesa".

De igual modo, também do ponto de vista étnico as raízes são comuns a todo o território que compreende a Galiza e o nosso país, com as naturais variantes regionais que criam os seus particularismos, obviamente mais próximas do Minho, do Douro Litoral e em parte de Trás-os-Montes do que em relação ao Alentejo e ao Algarve, mas infinitamente mais distanciados relativamente a Castela e outras regiões de Espanha.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego". Torna-se, pois, incompreensível que continuemos a tratar o folclore e a etnografia galega como se de "espanhola" se tratasse, conferindo-lhe estatuto de representação estrangeira em festivais de folclore que se pretendem de âmbito internacional, quando na realidade deveria constituir uma participação assídua nos denominados festivais nacionais. Mais ainda, vai sendo tempo das estruturas representativas do folclore português e galego se entenderem, contribuindo para um melhor conhecimento mútuo e uma maior aproximação entre as gentes irmãs da Galiza e de Portugal. O mesmo princípio aliás, deve ser seguido pelos nossos compatriotas radicados no estrangeiro, nomeadamente nos países da América do Sul onde as comunidades portuguesas e galegas possuem uma considerável representatividade numérica. Uma aproximação e um entendimento que passa inclusivamente pelo cyberespaço e para a qual a comunidade folclórica na internet pode e deve prestar um inestimável contributo.

Afirmou o escritor galego Vilar Ponte na revista literária "A Nossa Terra" que "os galegos que não amarem Portugal tão pouco amarão a Galiza". Amemos, pois, também nós, portugueses, como um pedaço do nosso sagrado solo pátrio, essa ridente terra que se exprime na Língua de Camões - a Galiza!

Carlos Gomes / www.folclore-online.com



publicado por Carlos Gomes às 16:53
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015
POETA LUÍS VAZ DE CAMÕES TINHA ORIGENS GALEGAS

Considerado um dos maiores poetas universais e da Língua Portuguesa, Luís Vaz de Camões representa Portugal na sua grandeza e universalidade, tendo a língua como traço de união de todos os povos que a partilham e fazem dela a sua Pátria.

Desde Portugal e a Galiza que foi berço dos seus ancestrais até aos confins da Ásia onde compôs o seu poema épico “Os Lusíadas”, sem esquecer o Brasil e as nações africanas, Timor e a Índia, Indonésia e Malaca, Tailândia e o Sacramento, a nossa Língua constitui uma das marcas mais relevantes da cultura e civilização portuguesas.

A Língua Portuguesa não possui uma data fundacional – ela é o resultado de todo um prolongado processo histórico para o qual concorrem entre outros a presença visigótica e a Reconquista Cristã, as peregrinações a Santiago de Compostela e a influência do cancioneiro provençal no surgimento da tradição galaico-minhota das cantigas de amor, de amigo e de escárnio e maldizer. E, porque ela constitui de igual modo um dos principais elementos identitários que fazem de Portugal e da Galiza uma só nação, separada embora em consequência de vicissitudes históricas, é ocasião para lembrar as origens galegas do poeta cuja data de falecimento foi escolhida para Portugal celebrar o seu dia – Luís Vaz de Camões!

O poeta Luís de Camões descendia por via paterna de Vasco Pires de Camões, fidalgo e trovador galego que em 1370, ao tempo do reinado de D. Fernando, mudou-se para Portugal, tendo aqui recebido numerosas honrarias. A casa ancestral dos Camões situa-se na Galiza, próximo do Cabo Finisterra.

Vasco Pires de Camões teve como filho Antão Vaz de Camões que serviu a Coroa portuguesa no Mar Vermelho, tendo casado com D. Guiomar da Gama, da família de Vasco da Gama, tendo deste casamento nascido Simão Vaz de Camões e Bento Vaz de Camões.

Simão Vaz de Camões que serviu na Marinha Real e fez comércio na Guiné e na Índia, casou com D. Ana de Sá Macedo, proveniente de família fidalga oriunda de Santarém. Deste casamento se originou o nosso maior poeta – Luís Vaz de Camões – que, apesar de vários genealogistas atribuírem Lisboa e o ano de 1524 como o local e data de seu nascimento, estas referências permanecem incertas.

Não obstante, o que permanece inquestionável são as suas origens galegas a comprovar uma vez mais a irmandade que nos une à Galiza e, através da língua que celebramos e a todos os povos do mundo com os quais partilhamos o idioma no qual Luís de Camões escreveu “Os Lusíadas” e, para sempre imortalizou o feito universal dos portugueses!



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sábado, 2 de Maio de 2015
FESTIVAL APROXIMA GALIZA E PORTUGAL

V Português perto. Aquelas nossas músicas

Organizado pela Vicerreitoria do Campus de Ourense- Universidade de Vigo com a colaboração da Pró- Academia Galega da Língua Portuguesa (Pró- AGLP) e Associaçom Galega da Língua (AGAL).

As atividades são abertas a todo o público.

Pessoas e realidades que falam a nossa língua com diferentes musicalidades, cores, sabores e formas.

Vamos fazer uma viagem pela língua portuguesa e a sua música.

Vem com nós! Redescobre a Galiza através do Brasil, Ángola, Portugal..

Programa:

- 4 de maio,

10.30h : “OPS! O Português Simples" com Kike Martins

Na sala 1.1 da Faculdade de Empresariais e Turismo

20.00h.: Contos com XURXO SOUTO

Na Sala Emilia Pardo Bazán do edifício de Faculdades do Campus de Ourense

-6 de maio, às 20 h00: Concerto de Alonso Caxade

Na Sala Emilia Pardo Bazán do edifício de Faculdades do Campus de Ourense ou no exterior

-7 de maio às 20h00 Concerto de Xoán Curiel e Sérgio Tannus

Na Sala Emilia Pardo Bazán do edifício de Faculdades do Campus de Ourense



publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2015
PARLAMENTO DA GALIZA APROVA POR UNANIMIDADE INTRODUÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO

O Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e a Junta da Galiza celebraram hoje o “Memorando de Entendimento para a Adoção do Português como Língua Estrangeira de Opção e Avaliação Curricular no Sistema Educativo Não Universitário da Comunidade Autónoma da Galiza”.

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A cerimónia teve lugar na presença do Presidente da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, e do Presidente da Junta da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, sendo os signatários o Embaixador de Portugal em Madrid, Francisco Ribeiro de Menezes, em representação da Presidente do Camões, I.P, e o Conselheiro de Cultura, Educação e Ordenação Universitária, Román Rodríguez González, em nome da Junta.

O Presidente da República deslocou-se hoje à Corunha, Espanha, para entregar as medalhas de ouro do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular e assistir à cerimónia de assinatura do memorando sobre o ensino do português na Galiza. Na ocasião, Cavaco Silva discursou na Real Academia Galega, tendo considerado um “passo importante para o reforço das relações em todos os domínios com esta comunidade autónoma”.

O Prof. Cavaco Silva considerou que “o ensino do português como língua estrangeira em vários níveis do ensino na Galiza contribuirá certamente para um melhor conhecimento recíproco dos povos, para a intensificação do diálogo cultural mas também para o reforço das relações económicas, empresariais e de investimento que já são bastante intensas entre Portugal e a Galiza mas que queremos que se reforcem ainda mais no futuro”, acrescentando que este é um “passo importante para o reforço das relações em todos os domínios com esta comunidade autónoma”.

Na realidade, a introdução da Língua Portuguesa na Galiza não constitui o ensino de uma língua estrangeira mas tão-somente da afirmação de um idioma que é comum às gentes de Portugal e da Galiza.

A Língua portuguesa é atualmente ensinada na Galiza em 32 centros de Educação Secundária a 861 alunos e nas Escolas Oficiais de Idiomas a 1.122 alunos. A reintegração do galego no universo linguístico da Língua Portuguesa e a sua adesão à comunidade lusófona constituem importantes bandeiras de afirmação do nacionalismo galego.



publicado por Carlos Gomes às 21:15
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
ENQUANTO A LÍNGUA PORTUGUESA VIVER O GALEGO NÃO MORRERÁ!

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publicado por Carlos Gomes às 00:04
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Domingo, 15 de Junho de 2014
CASA DE PORTUGAL EM CAMPINAS (BRASIL) JUNTA PORTUGUESES PARA APOIAR A SELEÇÃO NACIONAL



publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Domingo, 8 de Junho de 2014
SOBERANIA DA GALIZA PASSA PELA REPÚBLICA?

Ao descrédito da monarquia em Espanha corresponde a degradação da república em Portugal

A questão da forma do regime – monarquia ou república – deve sempre ser colocada em função do interesse nacional sempre estabelecido num plano superior e tendo em consideração o respetivo contexto histórico. Desse modo, a inegável vantagem que a instituição real apresenta relativamente à eleição de um presidente da república, nomeadamente no que respeita à sua independência em relação aos partidos políticos, pode, noutra latitude constituir um entrave à liberdade dos povos.

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Numa altura em que a sucessão no trono de Espanha é anunciada na sequência da abdicação do atual rei, eis que um clamor republicano se ergue desde a Galiza até Euskadi e Catalunha, reclamando a realização de um referendo para que os cidadãos possam decidir democraticamente a forma de regime.

Pese embora o crescente descrédito da instituição real em Espanha, a vontade de mudança de regime tem sobretudo a ver com a aspiração de soberania das diferentes nacionalidades, visto que a mesma jamais será alcançada sob a atual forma de regime. E, a não ser que o rei venha a tornar-se o soberano de diferentes países independentes, um tanto à semelhança da rainha de Inglaterra, a monarquia em Espanha terá os dias contados.

Ironicamente, a realização do referendo constitui uma exigência que é partilhada pelos monárquicos portugueses e que, à semelhança dos argumentos que em Espanha impedem a consulta popular com base na alegada aprovação da Constituição de 1978 que estabeleceu a monarquia parlamentar, veem em Portugal idêntico impedimento à sua realização em virtude do artigo 288º da Constituição da República Portuguesa impor como limite material da revisão constitucional a “forma republicana de governo”. Mais ainda, a monarquia em Espanha tem vindo ao desacreditar-se ao mesmo ritmo que a república em Portugal, com a única diferença de que no nosso país, os monárquicos portugueses não têm conseguido afirmar-se como intérpretes do descontentamento popular, eventualmente porque muitos dos seus partidários encontram-se mais ligados às esferas do poder que, curiosamente, têm sido responsáveis pela perda da identidade nacional.

Tal como sucedeu em Portugal quando em 1640 os conjurados ameaçaram D. João IV com a possibilidade de implantarem uma república caso este não os apoiasse na sua decisão de colocar termo ao domínio dos filipes, também os galegos, bascos e catalães veem atualmente na república um meio de alcançarem a soberania que constitui uma legítima aspiração nacional. E procuram fazê-lo de forma pacífica e democrática, desafiando os partidos políticos a proceder a uma revisão constitucional que permita a consulta popular por meio de referendo.

Muito provavelmente, a Espanha evoluirá para uma comunidade de estados independentes ou mesmo uma república federativa na qual a Galiza encontrará o seu espaço político. Não obstante, existe ainda um longo caminho a percorrer para que, Galiza e Portugal, constituindo uma só nação, venham construir um futuro comum!

Carlos Gomes / http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 21:25
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Domingo, 18 de Maio de 2014
PORTUGUESES CELEBRAM PORTUGAL NA ALEMANHA

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publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Terça-feira, 26 de Novembro de 2013
D. DUARTE PIO, DUQUE DE BRAGANÇA E CONDE DE OURÉM, DIRIGE-SE AOS PORTUGUESES NA SUA MENSAGEM EVOCATIVA DO DIA DA RESTAURAÇÃO

O Jantar dos Conjurados é, como habitualmente, no próximo dia 30 de Novembro.

Este ano, optou-se por um formato que, sendo digno, se mostra menos oneroso, permitindo assim que maior número de pessoas possa celebrar a Restauração da Independência de Portugal com a sua Família Real.

O Jantar, volante, será servido nas instalações d’ “A Voz do Operário”, à Graça, com entrada pela Travessa de São Vicente nº 1 e contará com a presença da Família Real. Parte do lucro deste tradicional encontro de monárquicos portugueses reverterá para a obra social desta instituição.

Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte lerá a habitual Mensagem aos Portugueses pelas 20:00, seguindo-se o jantar.

As inscrições podem ser feitas presencialmente na sede da Real Associação de Lisboa, na Praça Luís de Camões, 46 2º Dto. 1200-243 Lisboa (ao Chiado), pelo tel.: 213 428 115 ou, ainda, por correio eletrónico: secretariado@reallisboa.pt.

As inscrições devem ser pagas até ao dia 29 de Novembro e pode optar por transferência bancária, utilizando os seguintes dados (devendo neste caso enviar o comprovativo da transferência):

NIB – 001800033394122002026

IBAN / Identificador Único – PT50 0018 000333941220020 26

BIC – TOTAPTPL

Os ingressos têm o valor de:

Adultos – 26,00€

Jovens – 16,00€ *

*Os primeiros 100 jovens até 25 anos de idade

Os ingressos poderão ser pagos e levantados de segunda a quinta, das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00



publicado por Carlos Gomes às 08:34
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Sábado, 26 de Outubro de 2013
QUE SE LIXE A TROIKA! O POVO (NÃO) DESCEU Á RUA!

Milhares de pessoas protestaram hoje em várias cidades do país contra a austeridade, o agravamento das condições de vida e o desmantelamento do Estado social, exigindo e renegociação da dívida e a demissão do governo. Porém, a participação popular esteve muito longe da adesão verificada em anteriores manifestações de protesto como a que se verificou em setembro do ano passado.

Que se lixe a troika! 079

Conforme ficou claramente demonstrado nas últimas eleições autárquicas, a maioria dos cidadãos deixou de acreditar nos partidos políticos e, consequentemente, no regime parlamentar. No entanto, apesar do elevado descontentamento com razões bastante fundadas, o desencanto tornou-se extensivo aos próprios movimentos de protesto uma vez que, apesar do seu aparente radicalismo, estes não apresentam qualquer alternativa credível.

A não ser que se questione de vez e sem ambiguidades a permanência de Portugal na moeda única e na própria União Europeia, denunciando os acordos estabelecidos desde a adesão à CEE que nos impedem de produzir e transferiram os centros de decisão para Bruxelas, não existe de fato outra solução que não seja prosseguir no caminho que nos tem vindo a ser imposto e levará inevitavelmente ao suicídio coletivo: é um beco sem saída!

Sem confiança nas instituições nem sequer a possibilidade de enquadrar o seu descontentamento numa alternativa válida, resta aos portugueses aguardar a sorte que o destino reserva.

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013
DATA HISTÓRICA DO 1º DE DEZEMBRO VAI SER ASSINALADA EM LISBOA COM BANDAS DE MÚSICA EM REPRESENTAÇÃO DE TODAS AS REGIÕES DO PAÍS

As celebrações evocativas da Restauração da Independência de Portugal em 1 de dezembro de 1640 vão uma vez mais contar com a participação de bandas filarmónicas em representação de todas as regiões do país.

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A supressão do feriado nacional está a tornar as comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico em contraste com a solenidade e o distanciamento em relação aos cidadãos que nos últimos anos as vinham caraterizando.

À semelhança do ano anterior, o AUREN espera marcar a sua presença e registar as representações da nossa região.

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publicado por Carlos Gomes às 22:42
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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
GALIZA DEFENDE A LÍNGUA PORTUGUESA E O ACORDO ORTOGRÁFICO

Intervenção de Alexandre Banhos, Presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL), em representação desta entidade, do MDL, da AAGP e da próAGLP, na Conferência Internacional com Audição parlamentar da Assembleia da República Portuguesa, sobre o tema “O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa”, realizada no dia 7 de abril de 2008.



publicado por Carlos Gomes às 12:21
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Segunda-feira, 26 de Agosto de 2013
PORTUGAL ESTÁ A ARDER!

Ano após ano, o fogo devora o país inteiro. De norte a sul, tocam as sirenes não param de tocar. A destruição é constante e o fogo imparável. Pelo meio perdem-se vidas humanas. Os fogos florestais não são mais do que o paradigma atual da sociedade portuguesa e da incompetência dos sucessivos governos em resolver o problema, travando de vez com a vaga criminosa que se apoderou do país nas últimas décadas e vai reduzi-lo a cinzas.

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A destruição causada pelo fogo passou a ser considerada uma inevitabilidade da mesma forma que a incapacidade para os combater de forma eficaz e definitiva. O despovoamento do interior, o abandono das atividades ligadas à floresta e a impunidade perante o crime são apenas algumas das causas da catástrofe.

Porém, não é apenas a floresta que o fogo consome. Na voracidade das suas labaredas, devora com semelhante violência as instituições e o próprio regime democrático, revelando quão frágil são os seus alicerces.

Mas o fogo também purifica. E, por tal razão, resta-nos a esperança de que, qual Fénix das cinzas renascida, também Portugal renasça das cinzas!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 12:35
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Sábado, 27 de Abril de 2013
VEM AÍ A PRIMAVERA EUROPEIA!

Europa protesta contra a austeridade no próximo dia 1 de junho

À semelhança do que já se verificou em iniciativas anteriores, os portugueses voltam de novo à rua no próximo dia 1 de junho para protestar contra as políticas de austeridade, naquela que poderá vir a constituir a maior manifestação cívica jamais ocorrida em Portugal. Porém, desta vez, o protesto é simultâneo na maior parte dos países da Europa, encontrando-se já marcadas idênticas iniciativas em Espanha, França, Chipre, Grécia e Alemanha. Na nossa região, Leiria, Tomar e Santarém deverão ser palco dos protestos.

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Em Portugal, o anúncio foi feito em conferência de imprensa promovida pelo movimento “Que se Lixe a Troika!”, após um encontro de dirigentes não partidários e sindicais em Lisboa. Marco Marques, porta-voz do referido movimento, deu a conhecer a iniciativa como um protesto na rua contra “o ataque financeiro” que levou “ao desprezo pelas pessoas”, tornando os “cidadãos escravos da dívida e da austeridade”.

Refira-se que é a primeira vez que uma manifestação desta envergadura é organizada simultaneamente à escala europeia.

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publicado por Carlos Gomes às 00:29
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Sábado, 16 de Março de 2013
BRASIL: OURÉM DO PARÁ ASSISTE A ESPETÁCULO MÚSICAL

Numa altura em que se promove Portugal no Brasil e o Brasil em Portugal, vai sendo tempo de pensarmos no estreitamento dos laços culturais entre a Ourém portuguesa e a Ourém brasileira!



publicado por Carlos Gomes às 10:48
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Domingo, 3 de Março de 2013
PORTUGAL ESTÁ À BEIRA DA RUTURA SOCIAL

Leiria, Tomar e Santarém foram palco de manifestações

Mais de um milhão de pessoas saíram ontem à rua em todo o país para protestar contra a atual situação económica do país. Leiria, Tomar e Santarém foram apenas algumas das quarenta cidades em Portugal e no estrangeiro onde se ouviu o clamor do povo. Indignação, desespero e revolta caraterizam o estado de espírito dos cidadãos que uma vez mais se manifestaram ordeiramente apesar das políticas desumanas com que têm sido violentados. O país está à beira da rutura social.

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A manifestação em Tomar

Jovens e idosos, trabalhadores precários e desempregados, funcionários públicos e do setor privado, médicos e enfermeiros, deficientes motores, militares, estudantes e artistas foram alguns dos grupos sociais cuja participação foi mais visível numa grandiosa jornada de protesto que atravessa as mais diversas camadas da população e que recuperou aquela que há quarenta anos foi a senha da revolução: Grândola Vila Morena!

Perante a clara rejeição do povo português da política que tem vindo a ser seguida para alegadamente sair da crise, vai sendo tempo de repensar a permanência na moeda única e na própria União Europeia sob pena de assistirmos em breve à desagregação social e ao colapso de Portugal como país soberano!

Fotos: http://classepolitica.blogspot.pt/

Um aspeto do desfile em Leiria...

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...e em Santarém.



publicado por Carlos Gomes às 11:00
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Sexta-feira, 1 de Março de 2013
AMO Portugal – Associação Mãos à Obra Portugal organiza campanha “Limpar Portugal 2013 - RESPONSABILIZAR Portugal”

Para acabar com as “LIXEIRAS” ILEGAIS, no dia 24 de março vamos RESPONSABILIZAR:

Os resíduos (o LIXO) não vão por modo próprio para os espaços públicos: têm um rosto humano camuflado no isolamento, na distância, na calada da noite.

Desde o DIA L, a 20 de março de 2010, que periodicamente limpamos os espaços verdes, as praias, escarpas, bosques, parques, estradas… chegou o encerramento de um ciclo pedagógico que pretendemos que culmine com a responsabilização dos praticantes destes ilícitos, dos proprietários dos terrenos, das autarquias, das entidades públicas.

Agora, comecemos por georreferenciar e mapear todas as deposições ilegais de resíduos: a pé, de bicicleta, de automóvel… organizemos grupos de Amigos/Voluntários, tomemos a oportunidade para fazer um piquenique, um passeio em família…

Envolvamos a comunidade local, meios de comunicação social, escolas, associações: juntemo-nos ao debate público nacional para apresentarmos o estado do país no que se refere aos lixos depositados ilegalmente nos nossos Concelhos/Freguesias/Bairros/Ruas.

Discutamos soluções, o envolvimento das Autarquias, das Forças de Segurança, de outras Entidades públicas e privadas.

Limpar Portugal 2013 - RESPONSABILIZAR Portugal

Não vamos limpar, vamos responsabilizar! E tu, vais ficar em casa?

Para saber mais, para inscrição individual e para participar como parceiro, aceda ahttp://www.AMOPortugal.org.



publicado por Carlos Gomes às 22:35
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013
DE NORTE A SUL DO PAÍS, OS PORTUGUESES VOLTAM A SAIR À RUA NUMA MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO E DE ESPERANÇA!



publicado por Carlos Gomes às 00:37
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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012
A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA DESEJA BOAS FESTAS A TODOS OS PORTUGUESES



publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS DIVULGAM INICIATIVAS PARA 2013

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FEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS CONFRARIAS GASTRONÓMICAS

Capítulos das Confrarias Federadas – 2013:

_ 2/3 de Março – Confraria Gastronómica dos Aromas e Sabores Raianos – Almeida

_ 09 de Março – Confraria Gastronómica “As Saínhas de Vagos” – Vagos

_ 23 e 24 de Março – Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada – Sangalhos

_ 06 de Abril – Real Confraria do Maranho – Pampilhosa da Serra

_ 23 de Abril – Confraria do Queijo de S. Jorge – Açores

_ 26, 27 e 28 de Abril – Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira – Madeira

_ 04 de Maio – Confraria do Queijo Rabaçal

_ 18 de Maio - Confraria Gastronómica Pinhal do Rei – Leiria

_ 15 de Junho – Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar – Ovar

_ 29 de Junho – Confraria da Broa de Avintes – Avintes

_ 27 de Julho – Confraria do Bodo – Pombal

_ 08 de Setembro – Confraria da Chanfana – Vila Nova de Poiares

_ 28 de Setembro – Confraria Gastronómica da Panela ao Lume – Guimarães

_ 05 de Outubro – Confraria dos Gastrónomos do Algarve

_ 23 de Novembro – Confraria Queirosiana – Vila Nova de Gaia

_ 01 de Dezembro – Confraria da Raça Arouquesa – Arouca

Capítulos das Confrarias Não Federadas – 2013:

_ 12 de Janeiro - Confraria dos Sabores da Abóbora – Soza – Aveiro

_ 26 de Janeiro - Confraria Gastronómica do Frango do Campo – Oliveira de Frades

_ 26 de Janeiro – Confraria Gastronómica dos Enchidos – Montemor-o-Novo – Monte do Cortiço

_ 03 de Março – Confraria Enogastronómica Sabores do Botaréu – Águeda

_ 25 de Maio – Confraria dos Sabores de Coimbra – Coimbra

Eventos 2013:

_ 11 a 21 de Janeiro – Semana da Chanfana – Vila Nova de Poiares

_ 19 e 20 de Janeiro - Festa de S. Sebastião - Festa das papas de Abóbora – Soza

_ 01 de Fevereiro – XXI Feira/Festa do Pastor e do Queijo – Penalva do Castelo

_ 02 e 03 de Fevereiro – II Caça Sabores – Cantanhede

_ 08 a 10 de Fevereiro – Mostra Gastronómica “Sabores da Época em Terras do Demo – Vila Nova de Paiva

_ 15 de Fevereiro a 17 de Março - XXII “Festa do Sável e da Lampreia” – Gondomar

_ 23 e 24 de Fevereiro – XVI Festival da Lampreia de Penacova – Penacova

_ Fevereiro – Festa da Cabra: Chanfana, negalhos e ensopado de arroz – Mealhada

_ Fevereiro – Festa do Caldo e do Enchido – Carregal do Sal

_ Fevereiro – Festival de Iguarias Cinegéticas, Feira da Caça e da Pesca – Almeida

_ 09 e 10 de Março – XXIV Feira do Queijo, dos Enchidos e do Mel e IV Mostra de Gastronomia e Artesanato das Freguesias do Concelho – Tábua

_ 09 a 17 de Março – Rota da Lampreia e da Vitela – Sever do Vouga

_ 10 de Março – II Feira do Fumeiro – Vila Nova de Paiva

_ 16 e 17 de Março – XXII Festa do Queijo Serra da Estrela – Oliveira do Hospital

_ 23 de Março – IV Feira Gastronómica “Sabores Pascais” – Vila Nova de Paiva

_ 23, 24, 30 e 30 de Março – V Festival Gastronómico do Cabrito Estonado e do Maranho – Oleiros

_ 24 de Março – Feiro do Bolo de Ançã – Ançã

_ 26 de Março – Feira dos Nógados, pantufas e Bolo Finto – Vila Velha de

Ródão

_ 27 a 31 de Março – Páscoa de Sabores – Góis 30 e 31 de Março e 05 a

07 de Abril – Fim-de-semana do Cabrito – Miranda do Corvo

_ 30, 31 de Março e 01 de Abril – Mostra Gastronómica “Sabores da

Época em terra do Demo” - Vila Nova de Paiva

_ 30 de Março a 07 de Abril – Semana do Cabrito – Vila Nova de Poiares

_ Março – Festa do Folar – Pampilhosa – Mealhada

_ 01 a 30 de Abril – Mês do Cabrito – Castanheira de Pêra

_ 19 a 21 de Abril – 19ª Festa da Queijada de Pereira – Pereira -

Montemor-o-Velho

_ 20 de Abril – Festival das Sopas – Alameda da Carvalha – Sertã

_ 25 de Abril a 01 de Maio – Semana Gastronómica da Chanfana –

Miranda do Corvo

_ 26 a 28 de Abril – XV Mostra de Produtos regionais e III Feira do

Petisco – Pedrógão Grande

_ 28 de Abril – Feira de Usos e Costumes – Mortágua

_ 25 e 26 de Maio – XI Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal –

Tentúgal - Montemor-o-Velho

_ Junho – Congresso dos Caldos de Bacalhau apunhetado e pataniscas

do dito - Almeida

_ 13 de Setembro a 13 de Outubro - XXII Festival Gastronómico “Hoje há

Caldo de Nabos” – Gondomar

_ Setembro – III Festival Ibérico da Sardinha – Confraria dos Aromas e

Sabores Raianos – Funetes de Onores

CAPÍTULOS de Confrarias – Cabo Verde:

_ 31 de Março de 2013 – Confraria Congrog - Ilha de Santo Antão



publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2012
DR. FARIA DE OLIVEIRA PROMOVE A DUPLA NACIONALIDADE ENTRE PORTUGUESES E BRASILEIROS

Nacionalidades portuguesa e brasileira geram muito interesse por parte de portugueses e brasileiros.

O Interesse pela dupla nacionalidade brasileira e portuguesa é cada vez maior entre brasileiros e portugueses e estes cada vez mais vão atrás de suas origens, buscando preservar este vínculo muito importante sobre todos os aspectos, ou requerendo em função da legislação que permite requerer a Nacionalidade em função de outros aspectos, em face da legislação brasileira e portuguesa que legisla a respeito e aproxima cada vez mais os dois povos.

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As vantagens são inúmeras e vão dos mais diversos interesses, desde preservar as raízes familiares, assim como garantir e preservar para si e para as gerações futuras espaços certos e garantidos em dois continentes – Europa e América do Sul, onde se preservam interesses em negócios, estudos, profissionais, familiares, relacionamentos e até de domicílio e residência, e usufruir desse imenso mercado que abrangem os dois continentes.

Diversas autoridades e empresários estão requerendo a dupla Nacionalidade – Brasileira ou Portuguesa, e com isto viabilizando diversos projectos não só empresariais como também pessoais - familiares, e estendendo esse direito aos seus descendentes.

O Escritório Faria de Oliveira Advogados, tem conseguido sucesso nos pedidos de Nacionalidade Portuguesa e Brasileira e aproximando cada vez mas as relações – Brasil Portugal.

Fonte: CIC – Centro Internacional de Cultura – Encontro dos Descobrimentos – www.encontrodosdescobrimentos.com



publicado por Carlos Gomes às 12:11
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Sábado, 1 de Dezembro de 2012
PORTUGUESES FESTEJAM DATA EVOCATIVA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL EM 1 DE DEZEMBRO DE 1640

Os festejos em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência de Portugal em 1 de dezembro de 1640 contaram este ano com grande adesão popular. De todo o país aluíram bandas filarmónicas e, por toda a parte viam-se pessoas empunhando bandeirinhas portuguesas da época da primeira dinastia, da Restauração e da República.

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À semelhança dos anos anteriores, as cerimónias foram organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e contaram com a participação de D. Duarte de Bragança em representação da Casa Real Portuguesa, de representações dos diversos ramos das Forças Armadas e de numerosas individualidades e associações patrióticas. Porém, a novidade consistiu na transformação de comemorações que antes se encontravam praticamente vedadas à maioria dos cidadãos numa verdadeira festa popular. O receio da irremediável perda de soberania está indubitavelmente a fazer ressurgir entre os portugueses o seu apego à Pátria e à Liberdade.

Na ocasião, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Dr. António Costa, garantiu que a capital do país continuará a celebrar o dia da Restauração da Independência, lembrando que também em 1640 “muitos consideravam inevitável a perda da independência” e de direitos. “Entre 1580 e 1640, também muitos consideravam inevitável a perda da independência da pátria. Chamavam a isso uma realidade a que não se podia fugir e chamavam irrealistas àqueles que não a aceitavam”, afirmou o autarca.

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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Sábado, 15 de Setembro de 2012
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!

Mais de mil pessoas concentraram-se junto á fonte luminosa e percorreram as ruas da cidade de Leiria. Em Santarém, o protesto juntou algumas centenas de pessoas

Cerca de meio milhão de pessoas saiu hoje à rua em quatro dezenas de localidades de norte a sul do país e ainda em várias cidades europeias onde existem comunidades portuguesas, para protestar contra as medidas de austeridade impostas pelo governo que de forma discriminatória atingem trabalhadores e pensionistas da segurança social.

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Lisboa, Porto e Braga foram as cidades onde as manifestações populares registaram uma maior adesão que, ironicamente, teve na recente entrevista do primeiro-ministro um apoio de peso na medida ao ter anunciado o propósito de impor ainda mais sacrifícios aos portugueses.

Na rua estiveram pessoas de todas as idades e profissões, sem distinção de credos políticos ou outros, numa clara demonstração de descontentamento e indignação que os promotores tiveram a preocupação de sublinhar ser independente em relação a partidos políticos e estruturas sindicais. De registar também a descrença generalizada em relação aos políticos patente no elevado número de mensagens críticas expressas em numerosos cartazes e que prenuncia o fim de um ciclo político.

Os desfiles realizaram-se de uma forma pacífica e ordeira, numa clara manifestação de unidade onde, com grande frequência, se entoaram palavras de ordem que fizeram recordar outros momentos históricos vividos entre nós como “o povo unido jamais será vencido!”

Fotos: http://noticias.sapo.pt/; http://rr.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2012
CONFRARIAS PROMOVEM GASTRONOMIA PORTUGUESA

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FEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS CONFRARIAS GASTRONÓMICAS

MAPA DE EVENTOS 2012

26 de Outubro de 2012 – Vº Congresso Nacional da FPCG

Capítulos das Confrarias Federadas – 2012

_ 29 de Setembro – Confraria Gastronómica da Panela ao Lume – Guimarães

_ 29 de Setembro – Confraria das Papas de S. Miguel – Oliveira de Azeméis

_ 05 de Outubro – Confraria Gastronómica “Gastrónomos dos Açores” – S. Miguel – Açores

_ 06 de Outubro – Confraria dos Gastrónomos do Algarve – Portimão

_ 13 de Outubro – Real Confraria da Matança do Porco – Miranda do Corvo

_ 09, 10 e 11 de Novembro – Confraria do Bucho de Arganil - S. Martinho da Cortiça – Arganil

_ 17 de Novembro – Confraria da Gastronomia do Ribatejo – Santarém

_ 24 de Novembro – Confraria Queirosiana – Vila Nova de Gaia

_ 24 de Novembro – Confraria da Marmelada de Odivelas – Odivelas

_ 01 de Dezembro – Confraria dos Nabos e Companhia – Carapelhos

_ 01 de Dezembro – Confraria da Raça Arouquesa – Arouca

_ 01 de Dezembro – Confraria dos Ovos Moles de Aveiro – Aveiro

_ 08 de Dezembro – Confraria Gastronómica do Cabrito e Serra do Caramulo

_ Real Confraria do Maranho – Capítulo Interno

_ Confraria Gastronómica Pinhal do Rei – Capítulo Interno

_ Confraria do Bolo de Ançã – Capítulo Interno

_ Confraria do Bodo – Capítulo Interno

_ Confraria do Queijo Rabaçal – Capítulo Interno

_ Confraria do Velhote – Capítulo Interno

Capítulos das Confrarias Não Federadas – 2012:

_ 13 de Outubro – Confraria das Couves de Castelo Viegas – Castelo Viegas

_ 14 de Outubro – Confraria do Bolo Podre e Gastronomia de Montemuro – Castro Daire

_ 27 de Outubro – Confraria da Pedra – Madalena – VN Gaia

Eventos 2012:

_ 09 a 11 de Novembro – I ENCONTRO IBÉRICO DE CONFRARIAS – GUIMARÃES

_ 01 a 16 de Setembro – Festival das Caldeiradas – Figueira da Foz

_ 01 a 30 de Setembro – Festa das Vindimas – Curia

_ 13 a 16 de Setembro – 15ª Mostra Gastronómica da Região da Gândara – Praia de Mira – Mira

_ 13 a 16 de Setembro – 5ª Mostra de Cultura, Artesanato e Gastronomia de Cedrim – Sever do Vouga

_ 14 a 16 de Setembro – Artcolheitas – Ponte de Lima

_ 15 de Setembro – II Festival Ibérico da Sardinha – Confraria dos Aromas e Sabores Raianos - Fuentes de Onoro – Fronteira de Espanha

_ 15 e 16 de Setembro – Feira de S. Mateus – Feira do Pão e dos Bolos Tradicionais – Vila Velha de Ródão

_ 15 e 16 de Setembro – Festival Gastronómico do Maranho e da Truta – Real Confraria do Maranho – Pampilhosa da Serra e Fajão

_ 15 e 16 de Setembro – II Feira da Tigelada, Arroz Doce, Broa de Mel e Bolo de Azeite – Castelo Branco

_ 15 e 16 de Setembro – Festa do Pêro – Ponta do Pargo – Madeira

_ 15 e 16 de Setembro – Festival do Maranho e da Truta – Pampilhosa da Serra

_ 21 de Setembro - VI Conferência da Sopa Regional, Nacional e Internacional – Fajã de Baixo – Ponta Delgada – Açores

_ 21 a 23 de Setembro – Festa do Sardoal – 6ª Edição da Feira Nacional do Fumeiro, Queijo e Pão – Sardoal

_ 21 a 23 de Setembro – Cestada de Venade – Caminha

_ 22 de Setembro – Festival da Sopa – Fajã de Baixo – Ponta Delgada – Açores

_ 22 de Setembro - 1º Encontro das Confrarias da Beiras – Confraria das Sardinhas Doces de Trancoso

_ 22 e 23 de Setembro – Mostra da Sidra – Madeira

_ 27 e 28 de Setembro – Dia Mundial do Turismo - Esposende

_ 27 a 30 de Setembro – Feira das Colheitas de Arouca – Arouca

_ 27 a 30 de Setembro – Feira à Moda Antiga 2012 – Braga

_ 28 a 30 de Setembro – Feira de São Miguel e das Nozes – Penela

_ 29 de Setembro – 1º Bodo de Leite – Confraria do Leite dos Açores – Arrifes, Açores

_ 29 e 30 de Setembro – Colheitas de Setembro – Esposende

_ 29 de Setembro a 07 de Outubro – VI Festival Gastronómico do Achigã – Vila de Rei

_ Setembro – Festa do Pescador – Albufeira

_ Setembro - Feira de Artesanato e Gastronomia - Vila Nova de Famalicão

_ Setembro – XXXI FICABEIRA e Feira do Mont’alto – Arganil

_ Setembro – Mostra de Produtos Naturais, Tradicionais, Gastronómicos e Medicinais alternativas – Pampilhosa – Mealhada

_ 03 a 07 de Outubro – Feira Nacional dos Frutos Secos – Torres Novas

_ 05 a 07 de Outubro – VII Feira do Feijão Frade – Lardosa – Castelo Branco

_ 05 a 07 de Outubro – Porto.come – Porto

_ 05 a 07 de Outubro – Festa das Vindimas – Ponte da Barca

_ 06 Outubro – XVII Feira da Maçã Bravo de Esmolfe – Penalva do Castelo

_ 06 e 07 de Outubro – I Edição da Rota do Cabrito – Sever do Vouga

_ 06 e 07 de Outubro – Festa das Colheitas – Castro Daire

_ 12 a 14 de Outubro – Festa da Maçã – Camacha – Madeira

_ 13 de Outubro – VI Festival Gastronómico da Enguia – Confraria Gastronómica O Moliceiro

_ 13 e 14 de Outubro – 4º Festival do Casqueiro – Pão, Bolos e Tradições – Idanha-a-Nova

_ 13 e 14 de Outubro – XI Festa da Castanha – Oliveira do Hospital

_ 16 de Outubro - O Futuro da Alimentação: Ambiente, Saúde e Economia – Ciclo de Conferências – Alimentação, Agricultura e Ambiente - Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa

_ 16 a 21 de Outubro – Festival da Sopa – Góis

_ 19 a 21 de Outubro – IV Mostra Gastronómica “Sabores de Ansião” – Ansião

_ 21 de Outubro – III Mostra de Doçaria Conventual – Pereira - Montemor-o-Velho

_ 26 a 28 de Outubro – Festa da Castanha – Vinhais

_ 27 de Outubro – Sopas, condutos, doces e paladares dos nossos

bisavós – Mealhada

_ 27 e 28 de Outubro – Festival do Negalho da Bairrada – Murtede –

Cantanhede

_ 27 de Outubro a 04 de Novembro – Feira dos Santos à Mesa – Mangualde

_ 28 de Outubro – Programa do Magusto – Góis

_ 28 de Outubro – Feira da Castanha – Mortágua

_ 29 a 30 de Outubro - Feira Nacional de Doçaria Tradicional – Abrantes

_ 29 de Outubro a 01 de Novembro – III Festa da Truta – Góis

_ Outubro – Mostra de Frutos Secos – Paderne – Albufeira

_ Outubro – Festa das Colheitas – Pampilhosa – Mealhada

_ Outubro – Passeio Gastronómico – Carregal do Sal

_ Outubro/Novembro – Feira de Gastronomia de Santarém – Casa do Campino – Santarém

_ Outubro/Novembro – 6ª Festival Gastronómico da Broa d’Avanca –

Estarreja

_ 01 de Novembro – Festa da Castanha – Curral das Freiras – Madeira

_ 01 de Novembro – Feira dos Santos, do Mel e da Castanha – Góis

_ 01 a 04 de Novembro – VII Feira de Doçaria Conventual – Figueiró dos Vinhos

_ 01 a 04 de Novembro – Fim-de-semana da Lampantana – Mortágua

_ 01 a 30 de Novembro – Festival do Cogumelo – Alcaide – Fundão

_ 01 de Novembro a 15 de Dezembro – Mês dos Míscaros e do Sarrabulho – Penacova

_ 02 de Novembro - O Futuro da Alimentação: Ambiente, Saúde e Economia – Ciclo de Conferências – Alimentação, Agricultura e Ambiente - Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa

_ 02 a 04 de Novembro – V Feira da Azeitona – Malpica do Tejo – Castelo Branco

_ 02 a 05 de Novembro – Fim-de-Semana do Arroz de Bucho e dos Negalhos – Vila Nova de Poiares

_ 02 a 11 de Novembro – Festival Gastronómico do Mel e da Castanha – “Sabores de Outono” – Lousã

_ 03 de Novembro – Matança do porco à moda antiga – S. Martinho, castanhas e Vinho – Mealhada

_ 03 e 04 de Novembro – VI Mostra Gastronómica do Medronho e da Castanha – Oleiros

_ 09 a 11 de Novembro – Feira do Mel e da Castanha e Festival de Gastronomia – Lousã

_ 09 a 11 de Novembro – 16º Congresso de Obesidade – Hotel Olissippo Oriente – Lisboa

_ 10 de Novembro – XV Festa da Castanha e do Vinho – Penalva do Castelo

_ 10 de Novembro – Encontro de Sopas – Oliveira do Bairro

_ 10 e 11 de Novembro – XIV Festa da Castanha e do Mel – S. Pedro do Sul

_ 11 de Novembro – IX Festa de S. Martinho – S. Pedro do Sul

_ 11 de Novembro - “Desfile Etnográfico alusivo ao Vinho e às Vindimas” e “Rainha das Vindimas de Alenquer” – Alenquer

_ 12 e 13 de Novembro – 10ª Feira do Porco e do Enchido – Oliveira do Hospital

_ 17 e 18 de Novembro – Feira do Mel e do Campo – Penacova

_ 24 e 25 de Novembro – Rota da Doçaria Serrana – As Tigelada, Bolo de Azeite e as Filhós – Pampilhosa da Serra

_ 25 a 27 de Novembro - 1.º Festival do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira – Madeira

_ Novembro – Encontro Micológico – Pampilhosa – Mealhada

_ Novembro – Festa da Castanha – Carregal do Sal

_ 01 e 02 de Dezembro – VI Feira das Sopas – Escalos de Cima – Castelo Branco

_ 01 a 31 de Dezembro – Sabores de Inverno – Dezembro Gastronómico – Castanheira de Pêra

_ 01 a 31 de Dezembro – Mês do Cabrito – Penacova

_ 07 a 09 de Dezembro – Fim-de-semana Gastronómico Vivó Porco – Miranda do Corvo

_ 07 a 09 de Dezembro – Festa da Doçaria Tradicional de Natal – Vila Nova de Poiares

_ 07 a 09 de Dezembro – Mostra de Artes e Ofícios da Lousã e Gastronomia e Doçaria – Lousã

_ 08 e 09 de Dezembro – Fim de Semana do Cabrito – Penalva do Castelo

_ 13 de Dezembro - O Futuro da Alimentação: Ambiente, Saúde e Economia – Ciclo de Conferências – Alimentação, Cultura e Ética - Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa

_ 15 de Dezembro - Tertúlias Gastronómicas – Ovar

_ 22 e 23 de Dezembro – Feira de Natal/Feira da Filhó – Proença-a-Nova

_ Dezembro – mês do Cabrito – Penacova

Eventos 2013:

_ 11 a 21 de Janeiro – Semana da Chanfana – Vila Nova de Poiares

_ 01 de Fevereiro – XXI Feira/Festa do Pastor e do Queijo – Penalva do Castelo

_ 02 e 03 de Fevereiro – II Caça Sabores – Cantanhede

_ 08 a 10 de Fevereiro – Mostra Gastronómica “Sabores da Época em Terras do Demo – Vila Nova de Paiva

_ 23 e 24 de Fevereiro – XVI Festival da Lampreia de Penacova – Penacova

_ Fevereiro – Festa da Cabra: Chanfana, negalhos e ensopado de arroz – Mealhada

_ Fevereiro – Festa do Caldo e do Enchido – Carregal do Sal

_ 09 e 10 de Março – XXIV Feira do Queijo, dos Enchidos e do Mel e IV Mostra de Gastronomia e Artesanato das Freguesias do Concelho – Tábua

_ 09 a 17 de Março – Rota da Lampreia e da Vitela – Sever do Vouga

_ 10 de Março – II Feira do Fumeiro – Vila Nova de Paiva

_ 16 e 17 de Março – XXII Festa do Queijo Serra da Estrela – Oliveira do Hospital

_ 23 de Março – IV Feira Gastronómica “Sabores Pascais” – Vila Nova de Paiva

_ 23, 24, 30 e 30 de Março – V Festival Gastronómico do Cabrito Estonado e do Maranho – Oleiros

_ 24 de Março – Feiro do Bolo de Ançã – Ançã

_ 26 de Março – Feira dos Nógados, pantufas e Bolo Finto – Vila Velha de Ródão

_ 27 a 31 de Março – Páscoa de Sabores – Góis 30 e 31 de Março e 05 a 07 de Abril – Fim-de-semana do Cabrito – Miranda do Corvo

_ 30, 31 de Março e 01 de Abril – Mostra Gastronómica “Sabores da Época em terra do Demo” - Vila Nova de Paiva

_ 30 de Março a 07 de Abril – Semana do Cabrito – Vila Nova de Poiares

_ Março – Festa do Folar – Pampilhosa – Mealhada

_ 01 a 30 de Abril – Mês do Cabrito – Castanheira de Pêra

_ 19 a 21 de Abril – 19ª Festa da Queijada de Pereira – Pereira - Montemor-o-Velho

_ 20 de Abril – Festival das Sopas – Alameda da Carvalha – Sertã

_ 25 de Abril a 01 de Maio – Semana Gastronómica da Chanfana – Miranda do Corvo

_ 26 a 28 de Abril – XV Mostra de Produtos regionais e III Feira do Petisco – Pedrógão Grande

_ 28 de Abril – Feira de Usos e Costumes – Mortágua

_ 25 e 26 de Maio – XI Feira da Doçaria Conventual de Tentúgal – Tentúgal - Montemor-o-Velho

CAPÍTULOS de Confrarias – Cabo Verde:

_ 31 de Março – Confraria Congrog - Ilha de Santo Antão

CAPÍTULOS de Confrarias - Espanha:

_ 15 de Setembro – III Festa e Capítulo de la Vendimia de Baena – Cofradia Vina y Vino de baena – Baena

_ 22 de Setembro – Cofradia Queso Manchego – Toledo

_ 22 de Setembro – Confradia Hongo y Seta de Navarra – Elgorriaga – Navarra

_ 22 de Setembro – Cofradia Vino de Cangas - Cangas de Narcea - Astúrias

_ 22 de Setembro – Cofradia Dona Gontrodo – Oviedo - Astúrias

_ 28 de Outubro – Cofradia de Aceite de Oliva de Navarra - Fontellas

_ 30 de Setembro – Cofradia Vinos y Viandas de Castilla – Leon - Valladolid

_ 01 a 04 de Novembro – ExpoGalaecia – Feira Anual de Turismo de Vigo – Vigo

_ 04 de Novembro – Cofradia l’Aigua – Caldas de Malavella – Girona

_ 10 e 11 de Novembro – Lo Mejor de la Gastronomia – Elche

_ 24 de Novembro – Cofradia de Vino de Rioja – Logrono – La Rioja

_ 25 de Novembro – Cofradia de Bacalao – Eibar

_ 02 de Dezembro – Cofradia Queimada en el Pais Vasco – Donostia – Gipuzkoa

_ 02 de Dezembro – Cofradia Euskal Herriko Bildotsa – Votoria – Gasteiz

_ 16 de Dezembro – Cofradia Vasca de Gastronomia – Donostia – Gipuzkoa

_ 16 de Dezembro – Amigos do Vino da Ribeira Sacra – Monforte de Lemos – Logo

CAPÍTULOS de Confrarias – França:

_ 30 de Setembro – Confrérie Corsaires Basques - St. Jean de Luz

_ 28 de Outubro – Confrérie Piment d’Espelette – Espelette

_ 04 de Novembro – Confrérie l’Operne – Biarritz



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Sábado, 28 de Julho de 2012
ENCONTRO EUROPEU DE JOVENS LUSODESCENDENTES COMEÇA AMANHÃ NO MINHO



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Quarta-feira, 18 de Julho de 2012
JOVENS LUSODESCENDENTES MARCAM ENCONTRO EM PORTUGAL



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Terça-feira, 3 de Julho de 2012
JOVENS LUSODESCENDENTES REÚNEM-SE EM PORTUGAL



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Sábado, 23 de Junho de 2012
OURÉM RECEBE 50 º ENCONTRO DOS DESCOBRIMENTOS – PORTUGAL NO BRASIL – BRASIL EM PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 12:34
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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
RIBATEJANOS DESFILAM NO DIA DE PORTUGAL EM NEWARK, NO ESTADO DE NEW JERSEY, NOS EUA

As gentes ribatejanas radicadas em New Jersey, nos Estados Unidos da América, participaram na Parada do Dia de Portugal que todos os anos se realiza em Newark e que mobiliza não apenas os nossos compatriotas como ainda outras comunidades lusófonas.

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A Casa do Ribatejo em Newark desceu à rua com o seu rancho folclórico para mostrar a cultura e tradições das gentes ribatejanas e a força do seu associativismo.

A Parada do Dia de Portugal constitui uma importante manifestação de união da comunidade portuguesa e vitalidade das suas associações. O blogue AUREN regista um apreciável número de leitores habituais a viver nos Estados Unidos da América e pretende fazer o elo de ligação entre os oureenses radicados naquele país e a sua terra de origem – o Concelho de Ourém!

Fotos: Casa do Ribatejo em Newark

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publicado por Carlos Gomes às 17:02
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Sábado, 12 de Maio de 2012
MÁSCARAS TRADICIONAIS DE PORTUGAL E ESPANHA DESFILAM EM LISBOA

Termina amanhã em Lisboa mais a VII edição do Festival Internacional Máscara Ibérica. Entre a Praça do Município e o Rossio, desfilaram hoje 24 grupos oriundos do Norte e Centro de Portugal, Galiza, León, Zamora, Cáceres, Astúrias, País Basco e Salamanca, pela primeira vez presente no desfile a par de Ílhavo, Piornal e Montehermoso de Cáceres.

A Mostra das Regiões apresentou-se mais uma vez em Lisboa, transformando-a durante quatro dias consecutivos numa montra de produtos regionais, artesanato e destinos turísticos. Os visitantes tiveram oportunidade de descobrir e adquirir algumas das mais tradicionais iguarias como o fumeiro, a doçaria regional e peças artesanais nacionais e espanholas, espalhadas por 25 espaços. Zamora e Cáceres (Patronatos de Turismo) são algumas das províncias de Espanha que trouxeram à capital os seus produtos típicos, a que se junta o espólio gastronómico, vinícola e artesanal da Serra da Estrela, Nordeste da Beira, Beira Interior Sul, Região Centro, Baião, Mirandela, Vales do Sousa e Tâmega, entre outras regiões.

O Rossio contou ainda com animação de rua, música e danças tradicionais, artesanato ao vivo, provas de produtos e, para os mais pequenos, um cantinho infantil, que inclui workshops de máscaras.

A organização aposta na componente musical. Concertos de música folk de raiz tradicional europeia com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. A animação de rua foi assegurada pela La Bandina e los Sidros de Valdesoto provenientes das Astúrias, as portuguesas Tradballs, Vaidecaja e Escola de ritmos Dumdumba, Altsasuko Inauteria do País Basco e Folión de Viana do Bolo da Galiza.

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A tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem, tem por objetivo a divulgação de um dos elementos mais característicos do folclore dos povos, concretamente as máscaras tradicionais, ajudando a compreender todo o ritual que lhe está associado, desde as suas origens pagãs às festividades do Entrudo tradicional. O costume da máscara é comum a todos os povos e a todas as regiões, embora em muitos casos tenha caído no esquecimento. A título de exemplo, no Minho perdura ainda a tradição dos cabeçudos e gigantones, fazendo-se acompanhar pelas arruadas dos zés-pereiras, dando alegria e colorido às romarias.

A utilização tradicional das máscaras está associada à religiosidade primitiva que encarava o ciclo da vida e dos vegetais num perpétuo renascimento. O rito celebra o mito e assegura a interrupção do ciclo da natureza e da vida. Assim, como á morte sucede a vida, também ao Inverno e à morte dos vegetais sucede invariavelmente o seu renascimento. Ao Inverno estão associados um conjunto de rituais que se iniciam com o culto dos mortos em Novembro, na crença de que estes podem interferir favoravelmente no ciclo da natureza, culminando com a Serração da Velha a anunciar o regresso da Primavera. Pelo meio fica o Entrudo celebrado com as suas máscaras e os seus instrumentos ruidosos como as sarroncas e os zaquelitraques com vista a expulsar os demónios do Inverno.

Toda a representação se destina a exorcizar os maus espíritos do Inverno e incidem no universo rural, desde a representação de figuras demoníacas aos animais que fazem parte do quotidiano do lavrador. As máscaras são construídas a partir dos materiais disponíveis no espaço rural e concebidas com base no imaginário popular.

Os chocalhos prendidos à cinta do careto, símbolo da virilidade e da posse demoníaca, destinam-se a chocalhar as raparigas que se perdem pelos caminhos da aldeia. Os mascarados estão autorizados a invadir as casas e tomar para si alvíssaras, em regra uma peça do fumeiro.

Estas tradições eram comuns a todas as regiões do país e o Concelho de Ourém não constituía uma exceção. Cabe às associações culturais, mormente aos ranchos folclóricos, pesquisar, recolher e divulgar tais tradições como meio de as preservar.

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Sábado, 14 de Abril de 2012
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA



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Domingo, 1 de Abril de 2012
EFEMÉRIDES DE ABRIL EM PORTUGAL

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24/4/1112      Morre o Conde D. Henrique Pai do nosso I Rei D, Afonso Henriques. Está sepultado na Sé de Braga.

27/4/1147       Domingo de Pascoela, sai de Colónia, a Armada dos Cruzados que ajuda D. Afonso Henriques a tomar Lisboa aos Mouros.

1147                  Sabe-se que o casamento de D. Afonso Henriques com D. Mafalda de Sabóia decorreu entre Março e Maio desse mesmo ano. Como não há registos da date exacta, supõe-se que tenha sido em Abril.

1211                Confirmação de D. Afonso II do Foral dado a Lisboa por D. Afonso Henriques em Maio de 1147

1214        D. Afonso II prepara e preside as cortes de Coimbra, que se prolongaram até Julho        desse mesmo ano definindo as Leis pelas quais Portugal passava a reger-se.

11/4/1258      É instituído e promulgado o decreto lavrado em Guimarães por ordem de El-rei D. Afonso III, dos primeiros registos sobre os bens e a etiqueta da Casa Real, bem como as funções e responsabilidades de cada funcionário

1341                D. Afonso IV manda como seu Embaixador junto do santo Padre Benedito XII em Roma o valido Fidalgo Lopo Fernandes Pacheco.

11/4/1357      Nasce D. João I, filho bastardo de D. Pedro e de D. Teresa Lourenço. Era por parte do pai, irmão de D. Fernando casado com a rainha D. Leonor Teles. D. João mata o conde Andeiro, que era conde de Ourém e segundo se diz, amante da rainha. Foi este mesmo Conde que introduziu em Portugal---aquando da morte de D. Fernando, a cor preta em sinal de luto. Até essa data, segundo Frei Francisco Brandão, o luto era simbolizado pela cor branca.

11/4/1434.      Carta de El-rei D. Duarte, determinando que o produto das penas pecuniárias, julgadas na Casa Cível, até ao 1º de Maio seguinte, revertessem a favor das obras que decorriam nos Paços de São Martinho, onde D. João I matou o Conde Andeiro, à data, é cadeia do Limoeiro

24/4/1442       O Infante D. Pedro, Regente do Reino, em nome de seu sobrinho D. Afonso V, entregou aos Frades Lóios o Hospital que o Bispo de Lisboa, d. Domingos Anes Jardo, mandara construir sobre o antigo Convento de Santo Elói. Para que o antigo Hospital, voltasse a ser o Convento de Santo Elói.. Aos frades que o habitavam, chamaram Lóios por causa do nome do Santo a que era dedicado o Convento.

22/4/1473         El-rei D. Afonso V, concede o pescado do coral, desde o Cabo de Espetel até ao rio Tagadarte, mediante cobrança de metade,  a Lopo de Almeida. A concessão do resgate dos Mouros desde o Cabo do Bojador até á pedra da Galé por mais quatro anos a João Gonçalves

Ribeiro mediante renda anual, por carta de 17/4/1475

26/4/1496        El-rei d. Manuel, em Setúbal, dá autorização a D. Álvaro, quarto filho do Duque de Bragança D. Fernando I, para regressar a Portugal com sua mulher D. Filipa de Melo com quem casara por procuração em 18/9/1479, os quais se encontravam desterrados em Castela por ordem de El-rei D. João II.

22/4/1500        Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil e dois dias depois, entre a Bandeira Portuguesa e a espada, assiste-se á primeira Missa em Porto Seguro onde aportou. Os nativos brasileiros, aos quais chamaram homens nus e pardos, curiosos, também assistiram á Missa.

25/4/1504      El-rei D. Manuel aumenta a dotação da Universidade de Lisboa em 8.000 réis anuais para manter um Capelão, nomeando para o cargo, João Álvares.

25/41546        D. Fernando, Arcebispo de Lisboa, autoriza a Confraria de Santa Justa.

25/04/1548       Nasce em Alcobaça, Frei António Brandão. Teólogo pela Universidade de Coimbra. Foi eleito Geral de Cister em Portugal. Morreu no Mosteiro de Alcobaça a 27/11/1637.

Foi ele que concluiu com toda a clareza, a Crónica do Conde D. Henrique e dos cinco primeiros Reis de Portugal: Obra vasta da Monarquia Lusitana, começando a escrever por Frei Bernardo de Brito. D. Filipe III, nomeou-o Cronista Mor  do Reino em 19/5/1630. Alexandre Herculano refere-se a ele, como o grande Vulto, na difícil tarefa de repor as verdades Históricas um pouco adulteradas anteriormente.

14/4/1517        Testamento do rei D. Manuel sobre revisão e unificação dos Forais dos

Reis antigos na Torre do Tombo, assim como demais documentos importantes tais como: Leis, Casamentos, Doações etc.

15/4/1522       Chega á Etiópia, (reino do Prestes João) a notícia aos portugueses que lá se encontravam, mandada por D. Luís de Menezes que se encontrava em Moçambique, da morte de El-rei D. Manuel ocorrida a 13/12

14/4/1535         Nasce em Évora, o vereador Damião de Aguiar, que entrega as chaves de Lisboa, ao rei de Castela, D. Filipe

16/4/1540        Carta do Pintor Garcia Fernandes a D. João III, pedindo-lhe emprego na Alfandega de Lisboa, que o Rei D. Manuel lhe prometera 22 anos antes, bem como o dinheiro

 que o mesmo lhe devia nessa data quando o encarregara de acabar as pinturas no Palácio de S. Martinho que Francisco Henriques não terminara devido a ter morrido de peste.

21/4/1540      Dá-se no reinado de D. João III uma conferência entre o percepto Diogo Sigeu e o padre Frei Francisco Xavier e o seu companheiro Simão, a fim de que as moças Fidalgas educadas na Corte do Paço, fossem educadas nos bons costumes e cristandade, pelo que passaram a confessar-se e a comungar todas as sextas-feiras.

13/4/1570      Insiste El-rei D, Sebastião com a Câmara de Lisboa, a fim de dar início ás obras do templo novo dedicado a São Sebastião

1581                  É aclamado Rei de Portugal pelas cortes de Tomar, por ele convocadas, D. Filipe I, filho de D. Isabel de Portugal, neto do nosso rei D, Manuel, e de D. Carlos I de Castela.

1582                   

17/4/1582       Morre em Marrocos, Frei Tomé de Jesus, filho de Fernando Àlvares de Andrade. Pertencia á alta Nobreza, era irmão de Diogo Paiva de Andrade, cunhado do Conde de Linhares. Acompanhou El-rei D. Sebastião á África em serviço religioso, prestando também serviço de enfermeiro caridosamente. É preso na Batalha de Alcácer Kibir. Foi depois vendido como escravo e por intercessão do Embaixador de Filipe II, é transferido para a prisão dos cristãos em Marrocos de onde não quis ser libertado para poder tratar dos seus companheiros de infortúnio. Enquanto grassava a nefasta Inquisição do chamado (Santo Ofício), escrevia ele na prisão, o seu Livro, Os Trabalhos de Jesus. Nada maculou a sua alma pura

1662                Morre D. Gregório, Taumaturgo de Castelo Branco que reedificou S. Martinho. Foi o IV Conde de Vila Nova. Casou três vezes sem deixar sucessão legítima.

1668                            D, Pedro II, “O Pacífico”, casa com sua cunhada D. Maria Francisca Isabel de Sabóia, cujo casamento com seu irmão Afonso VI havia sido anulado.                   

19/4/1738            D. Freire Leonardo da Piedade, Bispo da Ilha de S. Tomé, consagra um altar na Igreja de S. Bartolomeu em Xabregas á Bem Aventurada Maria da Imaculada da Inovação da Conceição Imaculada..

18/4/1814            Acaba a guerra  Peninsular, onde os portugueses comandados por Artur Wellesley, derrotaram pela sexta vez, os invasores de Napoleão comandados por Junot e Massena

14/4/1820           D. Pedro IV, o rei soldado, campeão da Liberdade, Imperador do Brasil. Estes alguns dos nomes porque foi conhecido; foi rei de Portugal, somente dez dias. Proclamou a Independência do Brasil, em 22/9/1822. Ficou o acto da Independência conhecido, como o famoso Grito de Ipiranga.

24/4/1826       É concedido o título de Rei de Portugal e dos Algarves  a D. Pedro IV, cujo reinado termina a dois de Maio do mesmo ano. Foi Rei durante 10 dias. Nesse curto reinado, outorgou a Carta Constitucional Portuguesa e abdicou dos seus direitos a favor da filha, a futura Rainha D. Maria II com a condição de que ela se casasse com D. Miguel por procuração, o que aconteceu a 29 de Outubro do mesmo ano. D. Maria na altura, tinha 7 anos. Porém as intenções de D. Miguel eram outras e acaba por rejeitar a futura esposa que era  sua sobrinha..

             Foi este Rei, D. Pedro IV de Portugal, e I do Brasil do qual foi Imperador, que proclamou a Independência do País irmão. Foi sepultado em S. Vicente de Fora mas o seu coração, por vontade sua, ficou na Igreja da Lapa na cidade do Porto que tanto apoiara os seus ideais democratas.

22/4/1834         D. Pedro IV assina como Regente do Reino a quádrupla aliança que determinava o alinhamento formal da Política Europeia, entre Portugal , Inglaterra, França e Espanha.

24/4/1842          A Rainha D. Maria II, recebe a Rosa de Ouro, mandada pelo santo Padre, no Paço das Necessidades, como prova de alta consideração.

                          A Rosa de Ouro, era símbolo de Jerusalém Militante e Triunfante.

1598                                No reinado de D. Filipe I, procedia-se ás obras do Chafariz no Rossio, para abastecimento de água a Lisboa, pelo que o povo pagava o imposto de um real sobre cada arrátil de carne e dois sobre cada canada de vinho.

14/4/1819         Nasce no Brasil a filha de D. Pedro IV e de D. Maria Leopoldina. A rainha D. Maria II, a Educadora

14/4/1836         Cria-se por Carta de Lei, o Asilo da Mendicidade no extinto Convento de Santo António dos Capuchos ao Campo de Sant’ana. Foi seu benemérito O senhor Visconde de Valmor.

14/4/1846        Inicia-se a Revolta da Maria da Fonte Arcada, no Minho, que alastrou por todo o País dando início á terceira guerra Civil do Liberalismo. Também conhecida por guerra da Patuleia, (Pata ao léu).

14/4/1749        Dia de N. Senhora dos Prazeres. António Pery de Linde. Escrivão da Mesa grande da Alfândega de Lisboa, morador em casa própria e Nobre na rua de Valverde, Freguesia de S. Nicolau, e dono de imensa fortuna em grandes casas e terrenos, fez o testamento e divisão de seus bens aos seus Ilustres filhos.

15/4/1767            El-rei D. José dá ordens para que se iniciem as obras da Sé de Lisboa, que o terramoto e o incêndio que se lhe seguiu em 1755 destruíra quase por completo. Foi encarregado da reconstrução, D. Luís da Câmara.

13/4/1846        É inaugurado o Teatro D. Maria II no Rossio, em Lisboa, construído em cima das ruínas do antigo Palácio da Inquisição.

11/4/1986        É o dia em que o Cometa de Halley, mais se aproxima da terra

  1/4/1648       Decreto do Rei D. João IV, impedindo que os homens cochichassem com as mulheres dentro das igrejas durante o Serviço Divino.

1/4/1709        Morre em Lisboa, Inácio Lopes de Moura, Desembargador dos Agravos da Casa da Suplicação. Cavaleiro da Ordem de Cristo, fundador do Morgado de santa Bárbara onde edificou um Palácio com o nome da Santa substituindo o anterior nome de: Campo da Forca.

1/4/1799        Passa a Gerência dos Correios e Postas, para a Administração da Fazenda Real com o Ofício de Correio Mor, instituído no reinado de D. João III.

1384                      D. Nuno Álvares Pereira derrota os castelhanos na Batalha dos Atoleiros

1408                    Nas Cortes de Évora, resolveu-se que D. João I desse casa a seus filhos o Infante D. Duarte “Herdeiro” e seus irmãos D. Pedro e D. Henrique

1/4/1435          Morre D. Nuno Álvares Pereira, que andou muito pela zona de Ourém da qual foi um dos 35 Condes que esta Vila teve ao longo da Monarquia.

2/4/1393          Foi confirmado por carta Régia, o Morgado, a Rui Vasques de Castelo Branco; filho de Rui Vasques e neto de Vasco Anes Administrador da Capela e Hospital de Castelo Branco.

2/4/1873        É aprovada pela Junta Consultiva de Instrução Pública a 2ª Edição da Revista Portuguesa, “Ilustres”, de Manuel Pinheiro Chagas. Saiu no Diário do Governo a 13 do mesmo mês e ano. Encadernada por Augusto Ferin. Livreiro e encadernador da Casa Real.

2/4/1839          É demolida a velha igreja de S. Tomé da mesma Freguesia, extinta de Lisboa; por ordem da Câmara Municipal. Foi posteriormente integrada no Mosteiro de S. Vicente.

3/4/1540         Morre em Goa, o Vice-rei da Índia, Garcia de Noronha.

3/4/1716          Hospeda-se no Palácio do Conde da Ribeira Grande, em Lisboa, O Marquês de Capecelatro, Embaixador do rei Filipe V de Espanha.

4/4/1422          O Grande Condestável doou ao Conde de Ourém, primo de El-rei D. Duarte, e neto do dito Condestável, entre outras coisas, os seus Paços de Lisboa com suas casarias e pertenças.

4/4/1475          D. Afonso V, o Africano,  mandou Soeiro Mendes construir um Castelo em Arguim para proteger o resgate do pescado de coral, fazendo-o depois Alcaide do dito Castelo.

4/4/1849          Morre em Lisboa, Mouzinho da Silveira, natural de Castelo de Vide,(Alentejo). Doutorado por Coimbra em Leis, Ministro da Fazenda, de D. João VI e como tal, um acérrimo defensor e edificador do Liberalismo.

4/4/1882           Por decisão Camarária, é a Feira da Ladra transferida para o Campo de Santa Clara, o povo não gostou, mostrou o seu descontentamento e a Feira regressa a Santana a 18 do mesmo mês.

5/4/1909            D. Manuel II, (último rei de Portugal) , sobe ao trono, por morte,  assassina, de seu pai o Rei D, Carlos e de seu irmão D. Miguel. Posteriormente, também ele, para escapar á mesma sorte, exilou-se em Inglaterra, onde casou em 1813, com a Princesa Augusta Victória.

1378                          Urbano VI, é eleito Papa por um grupo de Cardeais de maioria francesa, o qual substituíram em Setembro do mesmo ano.

6/4/1385             A autonomia portuguesa é reafirmada nas Cortes de Coimbra e reforçada pela vitória de Aljubarrota. No mesmo dia e local, é elegido Rei de Portugal D. João I Mestre de Aviz. Era filho bastardo de D. Pedro I e de D. Teresa Lourenço.

1389                            O matador de D. Inês de Castro, Diogo Lopes Pacheco, o único que com artes e manhas conseguira escapar á ira de D. Pedro, soube tão bem puxar a brasa á sua sardinha que além de outros Senhorios recebidos anteriormente, ainda recebe, de D. João I, o Morgadio de Belas, , Carnide, Paço do Lumiar, Alcaidaria  Mor de Celorico da Beira e Santarém.

7/4/1570              Regressa a Lisboa, na nau Santa Clara, vinda da Índia, o Grande, o Imortal Poeta, símbolo da nacionalidade Portuguesa, LUIS VAZ DE CAMÕES. Trazia como única riqueza, um cadernos de poemas que o rei D, Sebastião mandou imprimir. Como toda a gente sabe, os ditos poemas constituem os Lusíadas. E também toda a gente sabe, que ele morreu na mais completa miséria. (Tudo porque ele não teve o cinismo de um Diogo Lopes Pacheco.)

29/4/1571           Segundo o escritor Barbosa Machado, é lançada a primeira pedra – com grande Cerimónia – para erigir um Templo sobre as ruínas da velha Igreja de São Sebastião a pedido de El-rei D, Sebastião. Era Arcebispo de Lisboa D. Jorge de Almeida. Nunca chegou a ser concluído e em 1582, é a velha Igreja desmantelada e incorporada no Mosteiro de S. Vicente de Fora.

            Dizia-se na altura, que S. Vicente era o Padroeiro das senhoras feias que ambicionavam ser bonitas e que mediante orações e promessas, o Santo fazia-lhes a vontade.

8/4/1320           Nasce em Coimbra, D. Pedro I , “O Justiceiro”, filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz. Perdeu-se de amores pela bela Inês de Castro de quem teve 4 filhos, tendi um morrido em criança. Seu pai, o rei D. Afonso IV mandou matar D. Inês de Castro em 1353.

Estão os dois sepultados no Mosteiro de Alcobaça.

30/4/1649         Morre a Condessa D. Branca Vilhena da Silveira, mulher de D. Gregório, 4 Conde dos Castelo Branco

26/4/1824        Nasce o Fidalgo D. António da Silva Pessanha, Morgado de, Fontalva, Fonte Boa. Boina etc.

25/4/1828       D. Miguel é aclamado rei de Portugal, pelas Câmaras de Coimbra, Aveiro e Sendo de Lisboa

8/4/1889,            18 horas. Chega pela primeira vez á estação do Rossio, uma máquina a vapor rebocando alguns bagons com empregados da Companhia de Ferro e alguns Ilustres convidados.

9/4/1688 ,            Alvará de D. Pedro II, (O Pacífico) aumentando em meia décima a ajuda monetárias obras da Igreja de Nossa Senhora dos Mártires em Lisboa por um período de seis anos

9/4/1838.             Viúva aos 15 anos do Príncipe Augusto de Leuchtemberg, que morrera dois meses após o casamento, casa D. Maria II com D. Fernando de Saxe Coburgo, primo dos Reis belgas e da rainha Victória. Morreu D. Maria II , aos 34 anos , ao dar á luz o seu décimo primeiro filho.

30/4/1840            Nasce o Visconde Júlio de Castilho, o grande Historiador de Lisboa antiga. Poeta e Escritor, foi também professor de História dos Príncipes D. Luís e D. Manuel filhos do malogrado Rei D. Carlos.

1847                          O Visconde de Sá da Bandeira, detém-se em Setúbal com uma expedição revoltosa iniciada no Porto, com o fim de, a partir do Algarve marchar sobre Lisboa, aguardando em Setúbal negociações com ingleses e espanhóis, prestes para a intervenção. Sá da Bandeira com suas moderações, acaba com a guerra civil a 30 de Junho, com o Armistício proposto pelos ingleses.

1848                          A Câmara de Lisboa decide que seja empedrado o tabuleiro do Rossio, cujos trabalhadores foram os “Grilhetas”presos do Castelo de S. Jorge e os trabalhadores municipais.

                    As obras terminaram a 31/12/1849. Despendeu a Câmara, por 8.712 metros quadrados de calçada mosaico cerca de 37 réis por metro quadrado. ao todo, cerca de 3000  réis. Foi a obra mais barata que se fez na época.

29/4/1858      O Visconde de Sá da Bandeira, Ministro do Governo Português, dá seguimento ao decreto de D. Pedro V, para ser abolida totalmente a escravatura  com efeitos a 20 anos.

29/4//870         Inauguração com toda a Pompa, do grande e belo Monumento do Rossio, dedicado ao Imperador D. Pedro IV. Trabalharam no dito Monumento, entre outros Artistas portugueses, o Canteiro, Germano José de Sales, e os Escultores, Fortunato e Punhe, além de alguns estrangeiros.

30/4/1877          Em Sessão da Câmara Municipal de Lisboa, o Vereador, Estrela Braga propõe pela segunda vez que seja alargada a Rua de S. Tomé. As obras são concluídas em 1881 e o nome mudado no ano seguinte para, Rua do Infante D. Henrique.

26/4/1889        Morre António José Vial, Oficial de Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros em Lisboa

Foi professor de Grego, Latim, Retórica etc. no Colégio de Fontenay-Auxi-Roses perto de Paris. Foi também professor dos Príncipes, filhos de D. Pedro V e da Princesa D. Estefanea a quem deu as primeiras noções de língua portuguesa e da nossa História.

O Rei Eduardo VII de Inglaterra visita Portugal e almoçou com o malogrado Rei D. Carlos, acompanhados das respectivas Cortes No Palácio da Pena.

25/4/1974          Dá-se em Lisboa a Revolução dos cravos, onde se derruba a Ditadura e se instala a Democracia

25/4/1986            Explode o Reator Nuclear de Chernobyl na Ucrãnea, libertando uma nuvem radioactiva que se espalhou para Sul e Oeste sobre a Europa.

Compilação de Graziela Vieira



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Terça-feira, 27 de Março de 2012
OURÉM PARTICIPA NO PROJETO “LIMPAR PORTUGAL 2012”

No dia 24 de Março realizou-se mais uma vez o Limpar Portugal, este ano integrado no Projeto EducaAmbiente que consiste em atividades para a educação ambiental nas escolas. A iniciativa contou com a participação de cinco estabelecimentos escolares: o Colégio Sagrado Coração de Maria, o Colégio de São Miguel, a Escola Básica e Secundária de Ourém, o Agrupamento de Escolas Conde de Ourém e a Escola de Hotelaria de Fátima. Para além dos serviços do Município e das empresas municipais, OurémViva e SRU Fátima, participaram ainda elementos da Universidade Sénior de Ourém.

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As ações decorreram durante a manhã, em Ourém e Fátima, e consistiram na remoção de resíduos das margens da Ribeira de Seiça, na limpeza de resíduos deixados por peregrinos nos parques e numa lixeira situada na Estrada de Fátima.

Os voluntários ambientais foram sensibilizados para a salvaguarda dos ecossistemas ribeirinhos, assim como as consequências de comportamentos pouco amigos do ambiente.

O Projeto Limpar Portugal (PLP) é um movimento cívico nacional que pretende, através do voluntariado, promover a educação ambiental e refletir sobre a problemática do lixo, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável, por intermédio da limpeza de focos de lixo depositados indevidamente.

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Sexta-feira, 23 de Março de 2012
CAMPANHA LIMPAR PORTUGAL REALIZA-SE AMANHÃ!



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Sexta-feira, 16 de Março de 2012
OUREENSES TAMBÉM VÃO LIMPAR PORTUGAL



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Terça-feira, 6 de Março de 2012
VAMOS LIMPAR PORTUGAL!



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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
Nadal en Galicia... e súas panxoliñas

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Hai festa na parróquia. As xentes xuntam-se à lareira para celebrar a Noiteboa. Unha morea de iguarias enfeita a mesa de torradas molhadas no leite, fritas de gordura e salpicadas con açúcar, compotas de peras no vino tinto, polbo, verduras con bacalhau, sopa de amêndoas, froitos secos e castañas. À mesa ou xunto a lareira, un escano e un prato vazio é propositadamente deixado para los que están mortos a fin de que a alma possa vir comer e aquecer-se. Depois, xuntam-se as panxolas e os rapaces ván con sús traxes pelos veciños cantar suas panxoliñas, quedándose às portas con súas gaitas e panderetas, piden autorizaçón para entrar, cantán e piden alguma cosa.

                                                   A noitiña de Nadal,

                                                   Noite de gran alegría;

                                                   Naceu un reiciño novo

                                                   Fillo da Virxe María.

                                                   Camiñando vai Xosé,

                                                   Camiñando vai María,

                                                   Camiñan para Belén

                                                   A fin de chegar con día.

                                                   Cando a Belén chegaron,

                                                   Toda a xente dormía,

                                                   Menos un pobre porteiro

                                                   Que estaba na portería.

                                                   - Abre as portas, porteiro,

                                                   - A Xosé e María.

                                                   - Estas portas non se abren

                                                   Ata que Deus traia o día.

                                                   - Estas portas non se abren

                                                   Ata que Deus traia o día.

Depois da Noiteboa e súas panxoliñas celebradas na noitiña de Nadal, as festas prolongam-se ata à Noite Vella que ocorre a 31 de decembro e, daí ata Día de Reis em 6 de xaneiro. Conta unha tradiçión galega que todo lo bruxedo praticado na Noiteboa non logra alcançar ninghúm sucesso, pois é a noitiña do nacemento do meniño Xesús, cando a luz triunfa sobre a escuridón, o Bem sobre o Mal.. E, porque é solstício de inverno, as ervas colhidas en noitiña de San Xoán volven a ter o verde de orixe. Revonava-se o fogo na lareira con un gran tizón que depois de se queimar un póco se apaga. O tizón de Nadal apenas volverá a acender-se cando haxa ameaça de peligro. Na Coruña e en Lugo, en Ourense e Pontevedra, desde Ferrol ata A Guarda, da Moaña ata Castroverde, é Nadal en todolos pobos marinheiros e rurais de Galicia, en todalas aldeas e parroquias se celebra unha festa xenuína que ten a ver coa tradición cultural portuguesa em xeral e das xentes do Miño en particular. Como hai dixo o poeta João Verde:

                                                   - Vendo-os assim tão pertinho

                                                   a Galiza mail-o Minho

                                                   São como dois namorados

                                                   Que o rio tráz separados

                                                   Quase desde o nascimento

 

                                                   - Deixal'os, pois namorar

                                                   já que os pais para casar

                                                   lhes não dão consentimento

Hai, pois, que celebrar todolos xuntos en familia, galegos e portugueses, o noso Nadal, com zambumbas e panxoliñas, con ganas pola la chegada do día da gran naçom portugalaica. Hai que cumprir Portugal!

- GOMES, Carlos. In Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português em http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:12
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Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
O QUE DIZ O “MEMORANDO DE ENTENDIMENTO SOBRE AS CONDICIONALIDADES DE POLÍTICA ECONÓMICA”?

O “Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica”, vulgo "memorando da troika", constitui um documento que produz grandes consequências no funcionamento da Administração Pública e, de um modo geral, na vida de todos os portugueses.

A propósito de tudo e de coisa alguma, invoca-se o referido “Memorando” sem que a maioria dos cidadãos estejam esclarecidos em relação ao seu conteúdo. Por essa razão, sugerimos a sua leitura, podendo aceder através do endereço:

http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Documentos/PCM/MoU_PT_20110517.pdf



publicado por Carlos Gomes às 09:25
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
REAL, REAL, REAL, POR D. JOÃO IV NOSSO SENHOR E REI DE PORTUGAL!

Há precisamente 371 anos, subiu pela primeira vez ao trono o Conde de Ourém, tornando-se Rei de Portugal. Tratou-se de D. João IV, Duque de Bragança e 12º Conde de Ourém, e a sua aclamação teve lugar em consequência da Restauração da Independência em 1640.

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Conta-nos o Conde da Ericeira, D. Luís de Meneses, na sua História de Portugal Restaurado, que a cerimónia decorreu num grandioso palanque junto à varanda do Paço da Ribeira onde, diante de representantes das três classes – Clero, Nobreza e Povo – prestou juramento no sentido de manter os tradicionais foros, liberdades e garantias dos portugueses usurpadas pelos reis espanhóis, as quais haviam sido juradas nas Cortes de Tomar.

As cerimónias prosseguiram nomeadamente com a oração da aclamação, o pronunciamento do brado tradicional – Real, Real, Real, por El-Rei de Portugal! – e a entrega ao Rei das chaves da cidade de Lisboa, tendo por fim se realizado o cortejo processional à Sé Catedral onde foi celebrado um solene Te Deum de graças, tendo D. João IV no acto de coroação, depositado aos pés de Nossa Senhora da Conceição a coroa de rainha. A partir desse momento, D. João IV, Duque de Bragança e Conde de Ourém, tornou-se Rei de Portugal e, Nossa Senhora da Conceição, a sua Padroeira.

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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2011
OURÉM DO PARÁ, NO BRASIL, TAMBÉM FESTEJA A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

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Imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil.

Foto: Wikipédia

O culto a Nossa Senhora da Conceição também é celebrado no Brasil onde, sob a denominação de Nossa Senhora da Conceição da Aparecida, é a sua padroeira. Em muitas cidades brasileiras cumpre-se feriado neste dia. Ourém, do Pará, onde existe a bonita igreja que se vê na foto, é uma das numerosas localidades brasileiras que celebra a Nossa Senhora da Conceição.

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Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Ourém, no Pará, Brasil.

Foto: Arlindo Matos



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HOJE É DIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO, PADROEIRA E RAINHA DE PORTUGAL

Painel de azulejos existente na cidade de Guimarães

As Nações sobrevivem à erosão do tempo e permanecem vivas na história dos povos se prosseguirem na fecundidade que lhes vem da sua espiritualidade e da sua cultura. A diluição espiritual e cultural de um povo significará inevitavelmente a perca da sua identidade e a sua fusão num hoje sem futuro.

A História de Portugal regista dois momentos altos na recuperação da sua independência: a Revolução 1383-1385 e a Restauração de 1640.

Na Revolução de 1383-1385 salienta-se o cerco de Lisboa, que durou cerca de cinco meses e terminou em princípios de Setembro de 1384, acentuando-se durante o assédio, o significado da vitória alcançada por D. Nuno Álvares Pereira em Atoleiros a 6 de Abril de 1384 e a eleição do Mestre de Aviz para Rei de Portugal, curiosamente a 6 de Abril de 1385. Em 15 de Agosto travou-se a Batalha de Aljubarrota, sob a chefia de D. Nuno Álvares Pereira, símbolo da vitória e da consolidação do processo revolucionário de 1383-1385.

No movimento da restauração destaca-se a coroação de D. João IV como Rei de Portugal, a 15 de Dezembro de 1640, no Terreiro do Paço em Lisboa.

A Solenidade da Imaculada Conceição liga estes dois acontecimentos decisivos na História da independência de Portugal e no contexto das Nações Europeias. Segundo secular tradição foi o Condestável D. Nuno Álvares Pereira quem fundou a Igreja de Nossa Senhora do Castelo em Vila Viçosa e quem ofereceu a imagem da Virgem Padroeira, adquirida na Inglaterra. Este gesto do Contestável reconhece que a mestiça que levou Portugal à vitória veio da devoção de um povo a Nossa Senhora da Conceição.

Aliás, já desde o berço, já a quando da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques, havia sido celebrado um pontifical de acção de graças, em Lisboa, em honra da Imaculada Conceição.

A espiritualidade que brotava da devoção a Nossa Senhora da Conceição foi novamente sublinhada no gesto que D. João IV assumiu ao coroar a Imagem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha de Portugal nas cortes de 1646.

Esta espiritualidade imaculistas foi igualmente assumida por todos os intelectuais, que na prestigiada Universidade de Coimbra defenderam o dogma da Imaculada Conceição sob a forma de um juramento solene.

De tal modo a Imaculada Conceição caracteriza a espiritualidade dos portugueses, que durante séculos o dia 8 de Dezembro foi celebrado como "Dia da Mãe" e João Paulo II incluiu no seu inesquecível roteiro da Visita Pastoral de 1982 dois Santuários que unem o Norte e o Sul de Portugal: Vila Viçosa no Alentejo e o Sameiro no Minho.

O dia 8 de Dezembro transcende o "Dia Santo" dos Católicos e engloba indubitavelmente a comemoração da Independência de Portugal, que o dia 1 de Dezembro retoma. O feriado do dia 8 de Dezembro é religioso, mas é também celebrativo da cultura, da tradição e da espiritualidade da alma e da identidade do povo português.

Não menos importante, e em âmbito religioso e litúrgico, o tema da Imaculada Conceição da Virgem Maria é já abundantemente abordado pelos Padres da Igreja. Será o Oriente cristão o primeiro a celebrá-la. Festividade que chega à Europa Ocidental e ao continente europeu pelas mãos das cruzadas Inglesas nos séc. XI e XII. Vivamente celebrada pelos franciscanos a partir de 1263, será o também franciscano Sixto IV, Papa, que a inscreverá no calendário litúrgico romano em 1477.

De facto, o debate e a celebração desta festividade em toda a Europa são acompanhados pela história do próprio Portugal. Coimbra, como já vimos, tem um importante papel em todo este processo.

Em 8 de Dezembro de 1854, viverá a Igreja o auge de toda esta riqueza teológica e celebrativa. Através da bula "Ineffabilis Deus", Pio IX, após consultar os bispos do mundo, definirá solenemente o dogma da Imaculada Conceição da Virgem Maria.

Não estamos diante de uma simples festa cristã ou de capricho religioso. O dogma resulta de tudo quanto a Igreja viveu até aqui e vive hoje em toda a sua plenitude. Faz parte da identidade da Igreja. Isso mesmo o prova o texto proclamado por Pio IX que apoia a sua argumentação nos Padres e Doutores da Igreja e na sua forma de interpretar a Sagrada Escritura. Ele, de facto, reconhece que este dogma faz parte, depois de muitos séculos, do ensinamento ordinário da Igreja.

Portugal, segundo Nuno Álvares Pereira, ou melhor, São Nuno de Santa Maria e D. João IV, isso mesmo o demonstram, não só como resultado da sua própria fé mas como expressão de um povo deveras agradecido pela sua Independência e Liberdade.

O Dia 8 de Dezembro na História de um Povo. Padre Francisco Couto, ISTE, Reitor Santuário de Vila Viçosa; Padre Senra Coelho, ISTE, CEHR, APH

In http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
VÃO OS PORTUGUESES DEIXAR DE COMEMORAR O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL?

Anuncia-se a extinção, a partir do próximo ano, do dia 1 de Dezembro, estabelecido como feriado nacional a celebrar a Restauração da Independência Nacional. Trata-se, com efeito, mais do que qualquer outra celebração, de uma comemoração que deveria irmanar todos os portugueses sem distinção de credos e ideologias políticas e merecer o brilho que lhe é devido, nomeadamente através da participação das mais representativas figuras do Estado.

A supressão do feriado do dia 1 de Dezembro possui um evidente significado político que adquire maior relevância precisamente no período difícil que o país atravessa, afectado por uma grave crise que não é apenas financeira e económica mas também de identidade. Esse facto leva-nos a colocar a questão:

- Será que vão os portugueses deixar de celebrar o dia da Restauração da Independência de Portugal? 

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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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