Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Sábado, 5 de Dezembro de 2015
NATALIS JÁ CHEGOU À FEIRA INTERNACIONAL DE LISBOA

Santarém marca presença na Feira Internacional de Lisboa

É Natalis e o ambiente é de festa na Feira Internacional de Lisboa. Dezenas de artesãos, livreiros e uma grande diversidade de empresas das mais variadas áreas de atividade, com especial incidência para as que laboram na criação e confeção de presentes adequados à quadra natalícia, marcam presença na edição deste ano da Natalis.

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Do Minho vieram os têxteis de Guimarães e o artesanato de Barcelos, as iguarias de chocolate de Vila Verde e os enchidos tradicionais de Viana do Castelo e Ponte de Lima. Santarém trouxe os brinquedos artesanais e as mantas tradicionais. Não faltaram a perfumaria e a ourivesaria, o vestuário e o calçado, a literatura e a doçaria, a música e a diversão para os mais jovens. E, até a RTP fez hoje a transmissão em direto do programa “Aqui Portugal” com muitos artistas em palco.

Até ao próximo dia 8 de dezembro, Natalis é um programa que promete muito divertimento com o parque de diversões da Diverlandia mesmo ao lado com os seus carroceis e outros jogos que recuperam a animação da Feira Popular de Lisboa.

Com áreas temáticas diferenciadas, Natalis é um evento dedicado exclusivamente ao Natal onde o visitante pode escolher a sua compra e experienciar alguns produtos em lounges dedicados.

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Trata-se de um local em ambiente natalício, onde as melhores empresas e entidades transformam os seus produtos em presentes originais, aromas deliciosos, brilho festivo e sons natalícios que compõem o fundo musical.

Aqui desafiam-se os players da gastronomia regional a apresentarem as delícias culinárias características da época natalícia, onde o paladar se regala com as melhores iguarias de Natal, doces, vinho quente, licores e muitas outras especialidades.

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publicado por Carlos Gomes às 20:46
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Domingo, 29 de Novembro de 2015
BANDA DA SOCIEDADE FILARMÓNICA OURIENSE DESFILA EM LISBOA EM REPRESENTAÇÃO DO DISTRITO DE SANTARÉM E EVOCA DATA HISTÓRICA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Cerca de milhar e meio de músicos integrando perto de três dezenas de bandas filarmónicas e outros grupos de música tradicional provenientes das mais diversas regiões do país, desfilaram hoje na avenida da Liberdade em direção à Praça dos Restauradores, aplaudidos ao longo de todo o percurso por milhares de pessoas anónimas que dessa forma quiseram manifestar o seu apoio e participar nesta grandiosa jornada patriótica que evoca a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em 1640.

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Esta manifestação de cultura constitui simultaneamente uma forma de protesto pela forma prepotente com que foi pelo anterior governo eliminado o feriado do dia 1 de dezembro, porventura a data simbólica mais consensual entre todos os portugueses, aguardando-se que no próximo ano o mesmo seja restabelecido de modo a poder ser comemorado no dia correto.

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Em representação do Distrito de Santarém desfilou a Sociedade Filarmónica Ouriense, sempre muito aplaudida ao longo de todo o desfile. Muitas pessoas interrogavam-se acerca do concelho de Ourém, associando-o como era de esperar à cidade de Fátima e ao incontornável Santuário Mariano considerado “Altar do Mundo”. É, pois, importante que mais representações do concelho de Ourém participem em grandes eventos como este que teve lugar em Lisboa, sejam elas bandas filarmónicas, coletividades desportivas ou ranchos folclóricos.

Como é habitual, o Dr José Ribeiro e Castro, Presidente do Movimento 1º de Dezembro, deslocou-se ao longo da avenida da Liberdade para cumprimentar os maestros das bandas filarmónicas participantes.

O desfile teve como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra e desceu até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile, foram interpretadas diversas marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitiu em direto esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.

Para além da importante ação formativa e cívica das bandas filarmónicas ao ponto de serem considerados os verdadeiros conservatórios de música, refira-se ainda que estas possuem uma ligação histórica aos movimentos patrióticos e republicanos que instituíram o feriado do dia 1 de dezembro.

A organização desta iniciativa é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015
A LENDA DE SANTA IRIA OU NÁBIA, A DEUSA PAGÃ DO RIO NABÃO

Conta a lenda que Iria – ou Irene – nascera em Nabância, uma villae romana próxima de Sellium, a atual cidade de Tomar. Oriunda de uma família abastada, Iria veio a receber educação esmerada num mosteiro de monjas beneditinas, o qual era governado pelo seu tio, o Abade Sélio.

Dotada de beleza e inteligência, a jovem Iria atraía as atenções sobretudo dos fidalgos que disputavam entre si as suas atenções. Contava-se entre eles o jovem Britaldo que por ela alimentou uma enorme paixão. Contudo, Iria entregava-se a Deus e recusava as suas investidas amorosas.

Roído de ciúmes pela paixão de Britaldo, o monge Remígio que era o diretor espiritual de Iria, deu a beber a Iria uma mistela que lhe provocou no corpo a aparência de gravidez, provocando desse modo a sua expulsão do convento, levando-a a procurar refúgio junto do rio Nabão. Britaldo, a que entretanto chegara os rumores do ocorrido, movido por despeito, ordenou a um servo o seu assassínio.

Atirado ao rio Nabão cujas águas correm para o rio Zêzere, o corpo da mártir Iria ficou depositado nas areias do rio Tejo, aí permanecendo incorruptível para a eternidade, tendo o seu culto sido muito popular sobretudo no período do domínio visigótico.

Do nome de Irene – Santa Iria – tomou a antiga Scallabis romana o nome passando a denominar-se de Sancta Irene, daí derivando a atual designação de Santarém. Da mesma maneira que, para além de assinalar um acidente orográfico, a designação toponímica Cova da Iria deverá ter a sua origem no referido culto a Santa Iria, porventura já sob o rito moçárabe ou seja, cristão sob o domínio muçulmano embora adotando aspetos da cultura árabe.

A lenda de Santa Iria e o relacionamento com o local onde nascera ou seja, a villaeromana de Nabância, remete-nos ainda para o culto de Nabia, a deusa dos rios e da água, uma das divindades mais veneradas na antiguidade na faixa ocidental da Península Ibérica ou seja, a área que atualmente corresponde a Portugal e à Galiza.

Com efeito, durante o período que antecedeu à ocupação romana, a deusa Nábia era celebrada pelos povos autóctones, tendo o seu nome sido atribuído a diversos rios como sucede com o Navia, na Galiza e o Neiva e o Nabão em Portugal. Inscrições epigráficas como as da Fonte do Ídolo, em Braga e a de Marecos, em Penafiel, atestam-nos a antiga devoção dos nossos ancestrais à deusa Nábia.

Quando ocuparam a Península Ibérica à qual deram o nome de Hispânia, os romanos que à época não se haviam convertido ainda ao Cristianismo, adotaram as divindades indígenas e ampliaram o seu panteão, apenas convertendo o nome de Nábia para Nabanus, tal como antes haviam feito com os deuses da antiga Grécia.

Qual reminiscência de antigas crenças, o culto pagão à deusa Nábia – ou Nabanus – veio a dar origem à famosa lenda de Santa Iria – ou Santa Irene – cuja festa Ourém prepara-se para celebrar nomeadamente através da realização da tradicional Feira de Santa Iria.



publicado por Carlos Gomes às 21:30
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015
QUEM SÃO OS DEPUTADOS ELEITOS PELO DISTRITO DE SANTARÉM?

PSD/CDS

Teresa de Andrade Leal Coelho

Nuno Rafael Marona de Carvalho Serra

Duarte Filipe Baptista de Matos Marques

Patrícia Carla Bonança de Mattamouros Resende Fonseca de Oliveira

PS

José António Fonseca Vieira da Silva

António Ribeiro Gameiro

Idália Maria Marques Salvador Serrão

BE

Carlos Manuel Godinho Matias

PCP/PEV

António Filipe Gaião Rodrigues



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COLIGAÇÃO PSD/CDS VENCE NO DISTRITO DE SANTARÉM



publicado por Carlos Gomes às 01:28
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Segunda-feira, 2 de Março de 2015
SOCIALISTAS DE OURÉM PARTICIPAM NO ENCONTRO NACIONAL SOBRE VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO REALIZADO EM SANTARÉM

Militantes, dirigentes e eleitos do PS Ourém marcaram presença no Encontro Nacional Valorizar o Território – Descentralizar e Aproximar, ocorrido no passado dia 28 de fevereiro, sábado, em Santarém.

PS Ourem Santarem

A concelhia de Ourém apresentou, nos vários painéis, algumas das propostas analisadas e debatidas na última reunião de trabalho do dia 21 de fevereiro.

Foi com satisfação que ouvimos o líder do Partido Socialista, António Costa, defender alguns compromissos para uma nova visão sobre o território, tendo destacado o encerramento de serviços e o abandono a que as populações foram votadas pelo atual governo na justiça, na educação e na saúde.

António Costa afirmou que “o que temos de fazer é ter melhor atendimento com menos custos”, assumindo o compromisso eleitoral de criar uma loja do cidadão em cada concelho e de que todos os julgamentos que dizem respeito à população de um dado concelho sejam realizados nesse mesmo concelho.

O líder do PS apresentou ainda propostas para a criação de uma Unidade de Missão de Valorização do Interior a funcionar junto do Gabinete do Primeiro-Ministro, a democratização das CCDR com a eleição dos seus órgãos executivos pelos autarcas, a legitimação popular das Áreas Metropolitanas, uma maior participação das autarquias na despesa pública fazendo convergir com a média da União Europeia e um Programa de Reabilitação Urbana financiado por uma mobilização parcial do Fundo da Segurança Social e orientado para a eficiência energética e para um programa de habitação a rendas acessíveis à classe média.

António Costa, que também é um autarca, disse que “ser autarca fará de mim melhor governante do que fui antes de ser autarca” e que se sente confortável com as comparações da sua ação executiva e a do governo: “eu reduzi a dívida que herdei em 40% e o Governo aumentou a dívida em 18%.”

A concelhia de Ourém participará nos próximos encontros nacionais e realizará, em articulação com a Federação Distrital de Santarém, um debate de interesse público, no concelho de Ourém, no presente mês de março.

João Caldeira Heitor

Presidente da concelhia do PS Ourém

Encontro Nacional Santarém

Sessão Encontro Nacional



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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2014
BANDAS FILARMÓNICAS DOS DISTRITOS DE LEIRIA E SANTARÉM DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de três dezenas de bandas filarmónicas, grupos de bombos e corais alentejanos em representação das mais diversas regiões do país vão desfilar em Lisboa, no próximo dia 30 de novembro, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, data que assinala a Restauração da Independência de Portugal. O desfile tem início às 14h30, na avenida da Liberdade, e seguirá rumo à Praça dos Restauradores, tendo transmissão em direto através da RTP1.

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Em representação do Distrito de Leiria desfilarão a Sociedade Filarmónica Maceirense, a Sociedade Filarmónica Pedroguense e a Sociedade Artística e Musical Cortesense. Por seu turno, o Distrito de Santarém estará representado pela SIC - Sociedade Instrução Coruchense, a Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro (Constância) e a Banda Filarmónica Alveguense (Abrantes).

As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o rumo político que nas últimas décadas tem vindo a ser imposto ao país.

O elenco das bandas e grupos para o 3º DESFILE NACIONAL DE BANDAS FILARMÓNICAS “1º DE DEZEMBRO” conta com um total de 32 agremiações, integrando 27 bandas filarmónicas, 2 grupos de Cante Alentejano e 3 grupos de percussão e é o seguinte:

BANDAS (por ordem alfabética dos distritos a que pertencem):

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Associação Filarmónica Vilarinhense de Vilarinho de Castanheira

Banda Filarmónica Retaxense

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Associação Filarmónica União Verridense

Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Sociedade Musical Gouveense Botto Machado

Sociedade Artística e Musical Cortesense

Sociedade Filarmónica Maceirense

Sociedade Filarmónica Pedroguense

Banda da Armada

Banda Musical e Artística da Charneca

Sociedade Desportiva e Recreativa União Mucifalense

Banda da Associação de Recreio Musical 1º de Dezembro de Campo Maior

Banda Musical de Gondomar

Associação Filarmónica União Lapense

Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro

SIC - Sociedade Instrução Coruchense

Banda Filarmónica Alveguense

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

Banda Filarmónica de Vila Nova de Anha

Banda Musical Velha de Barroselas

Sociedade Musical Vouzelense

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Centro Republicano “Os Cigarras”

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

GRUPOS DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

2 Grupos de Bombos de Mondim de Basto



publicado por Carlos Gomes às 22:04
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Sexta-feira, 28 de Março de 2014
UTENTES DO DISTRITO DE SANTARÉM REALIZAM ENCONTRO



publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014
TRABALHADORES DESCEM Á RUA EM LEIRIA E SANTARÉM CONTRA A AUSTERIDADE E O EMPOBRECIMENTO

Milhares de trabalhadores saem hoje à rua em todos os distritos do país para protestar contra o agravamento da austeridade e o empobrecimento, reclamando a adoção de novas políticas económicas e sociais. Na nossa região, as concentrações estão marcadas para as 15 horas, a terem lugar junto ao Mercado Santana, em Leiria, e na Segurança Social, em Santarém.

A iniciativa é promovida pela CGTP-IN e tem ainda como objetivo a defesa do emprego, do aumento dos salários, dos direitos sociais e da contratação coletiva, da melhoria das condições de trabalho, das Funções Sociais do Estado e dos serviços públicos. A demissão do Governo, a convocação de eleições antecipadas, o cumprimento da Constituição da República e a Defesa do Regime Democrático são outras das reivindicações na base do protesto.



publicado por Carlos Gomes às 13:07
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Domingo, 19 de Janeiro de 2014
MOVIMENTO DOS UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS RECLAMA SERVIÇOS DE QUALIDADE E PROXIMIDADE

O Movimento dos Utentes dos Serviços Públicos reuniu hoje em Santarém e emitiu o seguinte comunicado:

Sobre a reunião do Secretariado do MUSP SANTARÉM

PARA DEFENDER SERVIÇOS PÚBLICOS DE PROXIMIDADE E QUALIDADE REFORÇAR A ORGANIZAÇÃO DOS UTENTES

Na sua primeira reunião de 2014, realizada em Torres Novas, o Secretariado do MUSP SANTARÉM, analisou as condições de prestação dos variados serviços públicos no Distrito, tendo concluído que se tem vindo a verificar uma constante deterioração, podendo mesmo a vir a agravar-se fruto das restrições impostas pelas medidas governamentais espelhadas no Orçamento de Estado para 2014. Vivemos um tempo em que estão em perigo os serviços públicos. Uns encerram, outros ficam mais longe e mais caros. Outros, ainda, deixam de ter a qualidade necessária. São directamente prejudicadas as populações e as comunidades locais ficam mais pobres.

Foram tomadas as seguintes decisões:

Indicou-se a data de 12 de Abril de 2014, para a realização do III Encontro Distrital de Comissões e Utentes dos Serviços Públicos, em Santarém, onde para além da análise da prestação dos diversos serviços públicos, serão tomadas medidas de reforço do movimento de utentes, eleito o novo secretariado e decididas iniciativas públicas de protesto e reivindicação.

Depois de ter sido feito o balanço da Reunião Pública em Constância (que se realizou a 13 de Janeiro) e terem sido dadas informações sobre a preparação das próximas reuniões em Tomar e Torres Novas (respectivamente a 20 e 27 de Janeiro), foi decidido calendarizar novas iniciativas (p.e. em Santarém, Chamusca, Alcanena e Entroncamento), com o objectivo de possibilitar o debate da prestação dos serviços públicos e organizar os utentes com a criação de Comissões concelhias de Utentes dos Serviços Públicos, o que já se concretizou em Constância.

Apesar da actividade heterogénea das diversas comissões e depois de ser dada bastante informação sobre a prestação de serviços públicos (Na saúde: falta de médicos e ouros profissionais em muitos concelhos com destaque para Salvaterra, Rio Maior, Abrantes e Ourém; problemas crescente com o acesso a cuidados hospitalares nomeadamente nas urgências; diminuição de horários nos atendimentos complementares; perspectivas de encerramento de Extensões de Saúde… Nos transportes e acessibilidades: redução de horários quer nos transportes rodoviários quer ferroviários; pagamento de portagens em vias essenciais para a circulação de pessoas e bens… Nas comunicações: falhas consecutivas nas comunicações fixas e móveis… Nos serviços descentralizados: perspectiva de encerramento de muitas repartições de finanças e de alguns tribunais…) foi decidido manter e reforçar os contactos e reuniões com diversas entidades, como ÀGUAS DO RIBATEJO (dia 23 de Janeiro) e junto dos ACES MÉDIO TEJO e LEZIRIA e dos hospitais de Santarém e Médio Tejo. Serão tomadas posições públicas sobre o encerramento das Repartições de Finanças e dos Tribunais. Também, em Almeirim e Rio Maior haverá iniciativas relacionadas com a prestação de cuidados de saúde. Em Benavente, também irá haver iniciativas da Comissão de Utentes local.

Manifestou-se apoio à jornada de luta nacional de 1 de Fevereiro, convocada pela CGTP e que tem uma iniciativa descentralizada em Santarém. Para além de um documento informativo e mobilizador, decidiu-se afirmar a presença do MUSP SANTARÉM através de cartazes com reivindicações próprias, na Manifestação que terá lugar entre a Segurança Social e o Largo Cândido dos Reis, a partir das 15 horas.

Marcou-se nova reunião do Secretariado para 14 de Fevereiro, em Rio Maior. Nesta reunião serão definidas as linhas orientadoras da participação das estruturas dos utentes no âmbito das comemorações do 40º. Aniversário do 25 de Abril.

Distrito de Santarém, 18.1.2014



publicado por Carlos Gomes às 22:49
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Sábado, 28 de Dezembro de 2013
INSTITUTO HIDROGRÁFICO HOMENAGEIA ALMIRANTE SOUSA LEITÃO

Almirante Sousa Leitão era natural de Santarém

Realizou-se no passado dia 14 de novembro de 2013, uma sessão de homenagem do Instituto Hidrográfico ao Almirante António Egídio de Sousa Leitão. Esta sessão contou com a presença da Sra. D.ª Maria Alexandra Magalhães Galhardo Leitão, viúva do homenageado, dos seus filhos – Dr. Rui Galhardo Leitão e o Comandante Nuno Galhardo Leitão, e restantes familiares, do Presidente da Academia de Marinha, Almirante Vieira Matias, do Diretor-geral - Autoridade Nacional de Segurança, Vice-almirante Torres Sobral, do Prof. Doutor Neto Pereira da Sociedade de Geografia de Lisboa, do Inspetor Geral da Marinha e Superintendente dos Serviços do Material, Vice-almirante Macieira Fragoso, do Diretor-geral da Autoridade Marítima, Vice-almirante Cunha Lopes, entre outros ilustres convidados.

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Esta sessão teve início com uma alocução proferida pelo Diretor-geral do IH, Contra-almirante Silva Ribeiro, onde agradeceu a presença de todos os convidados e salientou a importância da “vida e obra do Almirante Sousa Leitão, que constituem um referencial inspirador para as novas gerações; são um enorme património do Instituto Hidrográfico, da Sociedade de Geografia de Lisboa e da Marinha que tanto amou…”.

Seguiu-se a evocação do Almirante Sousa Leitão, pelo Dr. Carlos Gomes, do Centro de Documentação e informação do Instituto Hidrográfico, cujo discurso apresentado se encontra disponível na íntegra aqui .

Posteriormente foi descerrada a placa de homenagem que atribui o nome do Almirante António Sousa Leitão à Divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico, pela Sra. D.ª Maria Alexandra Galhardo Leitão, pelo justo reconhecimento que é devido àquele que na realidade constitui um dos vultos maiores que integram o panteão da Hidrografia portuguesa. O evento terminou com um porto de honra no Salão Nobre Pedro Nunes.

Evocação do Almirante Sousa Leitão pelo Dr. Carlos Gomes, do Centro de Documentação e informação do Instituto Hidrográfico

Exmª Srª D. Maria Alexandra Magalhães de Castro Galhardo Leitão

Exmº Sr. Dr. Rui Galhardo Leitão

Exmº Sr. Comandante Nuno Galhardo Leitão

Senhor Presidente da Academia de Marinha

Senhor Almirante Diretor-geral do Gabinete Nacional de Segurança

Senhor Secretário-perpétuo da Sociedade de Geografia de Lisboa

Senhor Almirante Superintendente dos Serviços de Material

Senhor Almirante Diretor Geral da Autoridade Marítima

Senhor Almirante Diretor-geral do Instituto Hidrográfico

Senhores Oficiais Generais

Ilustres convidados

Senhoras e Senhores

É para mim uma honra e uma enorme responsabilidade falar aqui e agora acerca da grande personalidade que foi o Senhor Almirante António Egídio de Sousa Leitão. Devo esse privilégio ao convite que me foi formulado pelo Senhor Almirante Silva Ribeiro, Diretor-geral do Instituto Hidrográfico, o que desde já muito agradeço.

Para esta apresentação, socorri-me das informações contidas no livro da autoria conjunta do sr. Almirante Silva Ribeiro e do sr. Comandante Reis Arenga, acerca do sr. Almirante Sousa Leitão, publicado no ano 2000, cuja autorização também agradeço.

Passam aproximadamente trinta anos quando, nesta casa, me cruzei com o Almirante Sousa Leitão e tive a oportunidade de o cumprimentar pessoalmente. Na qualidade de Chefe do Estado-Maior da Armada, fazia então o senhor Almirante Sousa Leitão uma visita oficial ao Instituto Hidrográfico. Retive desses breves instantes a memória de uma pessoa de trato afável e cortês. É-me, pois, bastante grato, proferir estas breves palavras que, apesar de singelas, procuram homenagear um dos grandes vultos da nossa Marinha e do Instituto Hidrográfico.

O Almirante Sousa Leitão foi um dos mais reputados engenheiros hidrógrafos do nosso tempo.

Entre outros cargos que desempenhou nesta área, coube-lhe chefiar a Missão Hidrográfica de Moçambique e comandar o navio hidrográfico “Almirante Lacerda”, tendo participado na Expedição Internacional do Oceano Índico que então se realizou.

No Instituto Hidrográfico, chefiou os Serviços de Hidrografia, Navegação e Oceanografia e foi Diretor-geral entre 22 de outubro de 1976 e 11 de julho de 1977.

Mas, comecemos pelo princípio.

António Egídio de Sousa Leitão de seu nome completo, nasceu a 16 de setembro de 1926, em Santarém, cidade que também serviu de berço a figuras notáveis da nossa História como o navegador João de Santarém e o eminente cartógrafo que foi o Visconde de Santarém. E serve, igualmente, de túmulo, ao ilustre navegador Pedro Álvares Cabral. Não admira, pois, o orgulho que o Almirante Sousa Leitão nutria pela sua cidade, terra onde fenícios, gregos e cartagineses um dia aportaram e cujas origens nos remetem para a lenda de Santa Iria que dá o nome à freguesia onde nasceu.

Foi ainda em Santarém que efetuou os estudos liceais no Liceu Sá da Bandeira, sempre com a mais elevada classificação, revelando desde cedo tratar-se de um aluno brilhante cujo caráter iria manter ao longo de toda a vida.

O Almirante Sousa Leitão descendia de uma família de militares. Era seu avô paterno o General Pires Leitão que foi um dos participantes na revolução nacional de 28 de maio de 1926. O seu avô materno era o major Egídio Augusto de Sousa que pertencia à guarnição do Regimento de Cavalaria 4. O seu pai, Dr Ruy da Silva Leitão, era assistente da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra quando foi mobilizado para o Corpo Expedicionário Português que combateu na Flandres por ocasião da Primeira Guerra Mundial.

Pelo ambiente familiar que o rodeava e pelo seu próprio caráter e espírito de rigor, o perfil daquele que viria a ser o Almirante Sousa Leitão estava talhado para seguir a carreira militar e a investigação

Após cursar, com elevada classificação, o primeiro ano da Faculdade de Ciências de Lisboa, ingressou na Escola Naval em Setembro de 1944, onde concluiu o Curso de Marinha como primeiro classificado.

Em 1952, foi enviado para os Estados Unidos da América a fim de frequentar o curso anual de Eletrónica, o “Electronics Officers Course”, em Great Illinois, na Universidade da Califórnia.

Em 1954, foi admitido à frequência do curso de engenheiro hidrógrafo, o qual concluiu em dezembro de 1959. Ao tempo, completou as formaturas em Engenharia Geodésica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em Engenharia Portuária pelo Instituto Superior Técnico, e ainda com o aperfeiçoamento em Eletrotecnia, sempre com as mais altas distinções.

Durante este período, enriqueceu a sua formação académica com estágios que frequentou no Observatório Astronómico da Ajuda, no Instituto Geográfico e Cadastral, na Direção-geral de Portos e na Divisão de Hidráulica Marítima do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Entretanto, em novembro de 1953, foi nomeado Diretor da Estação Radionaval de Lisboa (Algés e Monsanto), cargo que exerceu até outubro de 1954.

Em abril de 1959, foi colocado na Missão Hidrográfica de Moçambique, a qual veio a chefiar de novembro de 1961 a novembro de 1967. E, de abril de 1962 a janeiro de 1968, passou a comandar o navio hidrográfico “Almirante Lacerda” que estava atribuído a esta Missão Hidrográfica.

Ao longo deste período, participou e dirigiu numerosos trabalhos científicos, dos quais se destacam os quatro cruzeiros oceanográficos realizados na área do canal de Moçambique, integrados na Expedição Internacional do Oceano Índico, para a qual foi necessário adaptar o navio hidrográfico “Almirante Lacerda” a navio oceanográfico.

De referir ainda a conclusão da geodesia da costa portuguesa do lago Niassa e do levantamento das águas pertencentes a Portugal. Deste trabalho, resultou a publicação de cinco folhas com cartas e planos de baías e fundeadouros, trabalhos que se revelaram da maior importância para o restabelecimento da soberania naquela zona fronteiriça. Foi elaborado o “Roteiro da Costa Portuguesa do lago Niassa”, efetuaram-se levantamentos hidrográficos e publicaram-se as respetivas cartas relativas a diversos portos de Moçambique, incluindo o estudo das suas condições hidrográficas.

Em 1965, na qualidade de membro da Comissão Técnica de Planeamento e Integração Económica, publicou o estudo “Possibilidades hidrográficas dos portos de Moçambique”, trabalho este que constituiu uma análise das capacidades portuárias daquele território. Em 1966, com base no levantamento hidrográfico executado nesse ano e nas dragagens entretanto efetuadas, publicou nos Anais do Instituto Hidrográfico o artigo “Evolução Hidrográfica de Quelimane”.

Em 1967, regressou a Lisboa e foi colocado no Instituto Hidrográfico. Foi nomeado Diretor dos Serviços de Hidrografia, Navegação e Oceanografia, cargo que desempenhou até novembro de 1976. Foi precisamente no exercício destas funções que veio a ser surpreendido pelo incêndio que, a 18 de fevereiro de 1969, ocorreu nas antigas instalações do Instituto Hidrográfico, na rua do Arsenal.

Após a tragédia, havia que transferir o Instituto Hidrográfico para as instalações onde nos encontramos, na rua das Trinas. Tornava-se necessário apetrechar e modernizar os serviços que entretanto viram o seu equipamento destruído. Era imprescindível prosseguir a publicação das cartas náuticas e dos grupos de avisos aos navegantes. O Instituto Hidrográfico não podia suspender a sua atividade enquanto procedia à sua reinstalação.

Sob a sua orientação, foi possível vencer os obstáculos e retomar a atividade normal. Mais ainda, conseguiu-se reeditar todo o fólio de cartas náuticas que foram destruídas no incêndio.

Em dezembro de 1976, foi promovido a Comodoro e nomeado Diretor-geral interino do Instituto Hidrográfico, passando a Contra-almirante em julho de 1977. Nessa altura, foi nomeado Diretor Geral do Instituto Hidrográfico.

Enquanto permaneceu no Instituto Hidrográfico, exerceu os seguintes cargos:

- Entre janeiro de 1968 e junho de 1977, foi Vogal do Conselho Superior das Obras Públicas;

- Em fevereiro de 1969, foi nomeado Vogal da Comissão para as Comemorações do V Centenário do Nascimento de Vasco da Gama;

- Integrou o Júri de seleção dos candidatos a professores do 11º Grupo de Cadeiras da Escola Naval, em julho de 1969;

- Representou a Direção-Geral dos Serviços de Fomento Marítimo e do Instituto Hidrográfico no Conselho Coordenador do Gabinete da Área de Sines, em março de 1972;

- Vogal do Conselho Consultor da Direcção-Geral dos Portos;

- Comandante da unidade operacional, atualmente conhecida como Agrupamento de Navios Hidrográficos;

- Em julho de 1974, foi nomeado Diretor do Gabinete de Heráldica Naval;

- Representou o Instituto Hidrográfico junto da Comissão Técnica Luso-Espanhola para as obras da barra do rio Guadiana, em 1974 e 1975;

- Integrou o Conselho de Promoções da Armada, em dezembro de 1976;

- Chefiou a delegação portuguesa que participou na XI Conferência Internacional Hidrográfica que se realizou no Mónaco, em abril de 1977;

- Entre julho de 1977 e outubro de 1978, presidiu à Delegação Portuguesa na Comissão Mista Luso-Alemã, da Comissão Portuguesa de Manutenção de Infra-estruturas NATO e da Delegação Portuguesa nos Estados-Maiores Peninsulares.

Em junho de 1977, foi promovido a Vice-almirante e, no mês seguinte, foi nomeado Adjunto do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Em outubro de 1978, foi promovido a Almirante e assumiu o cargo de Chefe do Estado-Maior da Armada, funções nas quais se manteve até dezembro de 1987.

Em 1988, foi eleito Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa. Durante quase doze anos, promoveu esta instituição como um espaço de reflexão e debate acerca dos mais variados assuntos relacionados com a lusofonia e as “cousas do mar”.

Ao longo da sua carreira, esteve embarcado nos navios “Pedro Nunes”, “Espadilha”, “João de Lisboa”, “Afonso de Albuquerque” e “Almirante Lacerda”.

Foram numerosos os cargos que exerceu tal como é extensa a lista de louvores, condecorações e outras distinções com que foi agraciado.

Na sua notícia necrológica, publicada nos Anais do Clube Militar Naval, na sua edição de janeiro-março de 2000, o Almirante Sacchetti descreve o perfil do Almirante Sousa Leitão nos seguintes termos: “O Almirante Sousa Leitão chefiou a Armada durante nove anos, numa época particularmente difícil de transição da vida nacional. Com grande capacidade de comando e elevadas qualidades de chefia o Almirante Sousa Leitão conseguiu ultrapassar as inúmeras dificuldades que a Marinha enfrentou e teve uma ação única na pacificação interna da corporação. Foi lúcido e sensato nas suas decisões, que eram sempre influenciadas por urn forte humanismo, sem que tal o impedisse de assumir com determinação as responsabilidades e competências de comandante e de chefe, sempre que necessário.

A Marinha deve-lhe também a renovação da esquadra, programa que conseguiu lançar com serena persistência. Na altura teve que vencer a contestação de alguns e a oposição de outros, mas hoje, perante os frutos que vem sendo colhidos, é consensualmente reconhecido o mérito de tão importante iniciativa.”

O Almirante Sousa Leitão faleceu em 24 de janeiro de 2000. Mas a Obra imortaliza o Homem!

O Almirante Sousa Leitão deixou-nos um legado cultural e técnico-científico que possui a maior atualidade como os estudos que se referem ao aproveitamento do rio Tejo do ponto de vista portuário e a resolução dos problemas de assoreamento mediante o fecho da golada do Bugio. Pela sua visão e rigor, constitui uma referência para todos quantos nesta casa contribuem para o estudo e investigação das ciências e técnicas do mar.

A atribuição do nome do Almirante Sousa Leitão à Divisão de Oceanografia do Instituto Hidrográfico mais não representa do que o justo reconhecimento e a homenagem que é devida àquele que na realidade constitui um dos vultos maiores que integram o panteão da Hidrografia portuguesa.

Muito obrigado a todos pela atenção que se dignaram dispensar-me.

- Tenho dito!

Fonte: http://www.hidrografico.pt/noticia-sessao-homenagem-almirante-antonio-sousa-leitao.php



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Segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013
COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO CONSTITUÍRAM UMA GRANDIOSA MANIFESTAÇÃO POPULAR E PATRIÓTICA

Cerca de duas dezenas as bandas filarmónicas, grupos de bombos e outros agrupamentos de música tradicional portuguesa em representação dos mais variados distritos do nosso país desfilaram na avenida da Liberdade, rumo à Praça dos Restauradores.

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Da nossa região participaram a Banda da Sociedade Filarmónica Senhor dos Aflitos de Soutocico – Leiria e a Sociedade Instrução Coruchense, de Coruche, em representação respetivamente dos distritos de Leiria e Santarém. As celebrações encerraram ao som do Hino da Maria da Fonte, do Hino da Restauração e do Hino Nacional.

As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um caráter popular que adquire um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o distanciamento que anteriores celebrações vinham estabelecendo em relação à generalidade dos cidadãos.

Estas comemorações constituíram uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Lisboa, Sociedade Histórica para a Independência de Portugal e o Movimento 1º de Dezembro. Entretanto, a organização espera poder vir a anunciar já o lançamento do Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas, o qual começará a realizar-se por todos os distritos do país em 2014 (Primavera/Verão), o qual convergirá para o Desfile Nacional anual comemorativo do 1º de Dezembro, junto aos Restauradores.

Para além destas iniciativas, prevê-se a realização no próximo ano de uma grandiosa recriação histórica dos acontecimentos do 1º de Dezembro de 1640 a ter como palco os locais históricos situados na baixa lisboeta.

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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2013
BANDAS DE MÚSICA DE LEIRIA E DE CORUCHE PARTICIPAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO, DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

A Filarmónica de Chãs e a Sociedade de Instrução Coruchense vão no próximo dia 1º de Dezembro participar nas comemorações evocativas da Restauração da Independência que se realizarão em Lisboa, em representação respetivamente dos distritos de Leiria e Santarém.

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À semelhança do ano anterior, são cerca de duas dezenas as bandas de música que, em representação de todos os distritos de Portugal continental, vão desfilar na avenida da Liberdade em direção à Praça dos Restauradores.

O Movimento 1º de Dezembro, entidade organizadora das comemorações, espera poder vir a anunciar já o lançamento do Concurso Nacional de Bandas Filarmónicas, o qual começará a realizar-se por todos os distritos do país em 2014 (Primavera/Verão) e convergiria para o Desfile Nacional anual comemorativo do 1º de Dezembro, junto aos Restauradores.

A supressão do feriado nacional do 1º de dezembro teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico, contrastando com a solenidade e o distanciamento em relação aos cidadãos que ultimamente as vinham caraterizando.

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Sábado, 12 de Outubro de 2013
UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DO DISTRITO DE SANTARÉM VAI ATRAVESSAR A PONTE 25 DE ABRIL EM PROTESTO CONTRA AS MEDIDAS DO GOVERNO QUE PREJUDICAM A NOSSA QUALIDADE DE VIDA

A QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO DO DISTRITO É AFECTADA PELAS SUCESSIVAS MEDIDAS DO GOVERNO QUE PREJUDICAM A QUALIDADE E PROXIMIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Cada vez mais utentes são afectados pela redução de rendimentos e pela perda de total ou parcial apoio por parte dos serviços públicos. Notícias tornadas públicas sobre o entendimento entre o Governo e a Troika, faz-nos admitir que vem a caminho uma nova onda de encerramento e deterioração dos serviços públicos. As medidas já conhecidas e as que serão apresentadas provavelmente através da proposta de Orçamento de Estado, vão agravar a qualidade e a proximidade dos serviços públicos do Distrito.

Na SEGURANÇA SOCIAL tem de acabar a sucessiva diminuição do valor das prestações sociais, acontecendo em milhares de casos que pura e simplesmente essas prestações têm sido cortadas. E, contestamos que num momento de grave crise social que potenciam a procura de esclarecimentos e informações, os serviços da Segurança Social cada vez tenham menos profissionais e encaminhem os utentes para formas de atendimento digital.

Nos SERVIÇOS DE FINANÇAS anuncia-se o encerramento de nove Repartições no distrito o que afecta gravemente o acesso aos serviços de dezenas milhares de cidadãos e do tecido económico. Todos perdem, menos as troikas!

Nas UNIDADES DE SAÚDE a concentração de serviços (que não acrescenta qualidade e afasta os centros de decisão dos utentes alvo dessas decisões) e os cortes a eito em todas as actividades, têm contribuído para que o acesso a cuidados de saúde esteja mais longe e mais caro, potenciando o sofrimento para utentes e familiares.

Nos CTT, defendemos o não encerramento de estações e a distribuição diária e universal de correspondência. A anunciada privatização virá a pôr em causa os serviços postais como os conhecemos, pois que vai ser dada primazia ao lucro e não ao serviço público de qualidade, e transferirá milhões para quem comprar a empresa em vez de contribuírem para o financiamento do sector social do Estado.

Nos TRIBUNAIS está pendente a concretização de uma proposta de novo mapa judicial que vai encerrar instalações e serviços um pouco por todo o Distrito. A concretizar-se esta medida é mais uma machadada na harmonia social e territorial.

Nos TRANSPORTES cada vez são menos, e os horários cada vez mais suprimidos, para além de descoordenados entre os diversos tipos de transporte. Acresce que, por exemplo os rodoviários, têm de utilizar vias a precisarem urgente manutenção. Defendemos a anulação das actuais portagens e contestamos, ainda, a introdução de novos pórticos nas ex-scuts.

Nas ESCOLAS a criação de Mega-agrupamentos, o aumento do número de alunos por turma, nova e pior organização curricular, a falta de professores e outros trabalhadores, as dificuldades económicas das famílias e a desvalorização dos profissionais são medidas que estão a colocar em causa a Escola Pública de qualidade e universal.

O MUSP SANTARÉM com os seus meios humanos e materiais, apesar das dificuldades existentes, não deixará de calar a revolta em nome das populações e comunidades afectadas.

Assim:

1. O MUSPSANTARÉM decide juntar-se na acção a todas as organizações sociais que clamam por novas políticas e demissão de Governo, a começar pela sua adesão à MARCHA marcada pela CGTP para dia 19 de Outubro e que atravessará a Ponte 25 de Abril.

2. O MUSPSANTARÉM manifesta vontade de cooperação e apela a todos os autarcas recentemente eleitos (e que efusivamente saudamos) para que dentro das suas competências contribuam para serviços públicos de qualidade e proximidade e denunciem todas as tentativas governamentais e empresariais da sua desvalorização no Distrito.

3. O MUSPSANTARÉM solicitará reuniões às entidades e empresas regionais com o objectivo de apresentar a suas opiniões, propostas e reivindicações para melhorar a prestação de serviços públicos.

4. O MUSPSANTARÉM promoverá iniciativas públicas, em datas, locais e formato a definir.

5. O MUSPSANTARÉM definiu medidas práticas para o reforço da comunicação e informação entre as estruturas de utentes e para e da população em geral.

(Documento aprovado na

Reunião do Secretariado do MUSP SANTARÉM

de 11.10.2013)



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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013
SANTARÉM RECEBE AMANHÃ COMEMORAÇÕES DOS 870 ANOS DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL



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Quinta-feira, 3 de Outubro de 2013
RADIOAMADORES MARCAM ENCONTRO EM SANTARÉM



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Domingo, 29 de Setembro de 2013
MONÁRQUICOS COMEMORAM EM SANTARÉM 870 ANOS DA FUNDAÇÃO DE PORTUGAL



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Quinta-feira, 26 de Setembro de 2013
RADIOAMADORES DO RIBATEJO JUNTAM-SE EM SANTARÉM



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Segunda-feira, 16 de Setembro de 2013
JUVENTUDE MONÁRQUICA REÚNE CONGRESSO EM SANTARÉM

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O Congresso marca uma data e local histórico. 5 de Outubro de 2013, 870 anos sobre a fundação de Portugal lembrados na cidade de Santarém, tomada aos Mouros por D. Afonso Henriques em 1147.

A importância deste evento está presente no patriotismo de cada um de nós, portugueses, que lutamos e queremos continuar a lutar contra o fim de Portugal em 1910, protagonizado pela República Portuguesa.

A fundação, desde 1143, não tem interrupção e somos nós os herdeiros dessa responsabilidade superior, conduzindo a Família Real a todo o dever de representação, figurando na pessoa do Rei o garante da independência nacional, da unidade do Estado e o seu regular funcionamento e o Comando Supremo das Forças Armadas.

Em tempos de urgência nacional, queremos uma juventude patriótica aos serviço de Portugal! Junta-te a nós! Inscreve-te!

O futuro começa hoje. Por Portugal, desde 1143.

Mais informações: http://www.congressojmp.pt/



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Quarta-feira, 4 de Setembro de 2013
CAUSA REAL REÚNE CONGRESSO EM SANTARÉM



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Sexta-feira, 14 de Junho de 2013
D. DUARTE PIO, CONDE DE OURÉM, VISITA AMANHÃ A FEIRA NACIONAL DA AGRUCULTURA EM SANTARÉM



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Sábado, 8 de Junho de 2013
FEIRA NACIONAL DA AGRICULTURA ABRE HOJE EM SANTARÉM E CONTA COM A VISITA DE D. DUARTE PIO, CONDE DE OURÉM, NO PRÓXIMO DIA 15



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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013
D. DUARTE PIO, CONDE DE OURÉM, VISITA A FEIRA NACIONAL DA AGRUCULTURA EM SANTARÉM



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Domingo, 3 de Março de 2013
PORTUGAL ESTÁ À BEIRA DA RUTURA SOCIAL

Leiria, Tomar e Santarém foram palco de manifestações

Mais de um milhão de pessoas saíram ontem à rua em todo o país para protestar contra a atual situação económica do país. Leiria, Tomar e Santarém foram apenas algumas das quarenta cidades em Portugal e no estrangeiro onde se ouviu o clamor do povo. Indignação, desespero e revolta caraterizam o estado de espírito dos cidadãos que uma vez mais se manifestaram ordeiramente apesar das políticas desumanas com que têm sido violentados. O país está à beira da rutura social.

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A manifestação em Tomar

Jovens e idosos, trabalhadores precários e desempregados, funcionários públicos e do setor privado, médicos e enfermeiros, deficientes motores, militares, estudantes e artistas foram alguns dos grupos sociais cuja participação foi mais visível numa grandiosa jornada de protesto que atravessa as mais diversas camadas da população e que recuperou aquela que há quarenta anos foi a senha da revolução: Grândola Vila Morena!

Perante a clara rejeição do povo português da política que tem vindo a ser seguida para alegadamente sair da crise, vai sendo tempo de repensar a permanência na moeda única e na própria União Europeia sob pena de assistirmos em breve à desagregação social e ao colapso de Portugal como país soberano!

Fotos: http://classepolitica.blogspot.pt/

Um aspeto do desfile em Leiria...

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...e em Santarém.



publicado por Carlos Gomes às 11:00
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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
REAL ASSOCIAÇÃO DO RIBATEJO COMEMORA 25 ANOS DE EXISTÊNCIA

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A Real Associação do Ribatejo está a comemorar o 25º aniversário da sua fundação.

Assim no dia 26 de Janeiro de 2013 vamos realizar os seguintes eventos:

12,00 h _ Missa na Igreja do Santíssimo Milagre

13,30 h _ X Almoço do Rei no Santarém Hotel

Informações e inscrições na recepção do Santarém Hotel pelo telefone 243330800

Preço do Almoço 25€, pagamento por:

1_TRANFERÊNCIA POR MULTIBANCO NIB 004554414006694634831

(enviar talão com identificação para Email: realribatejo.pt@gmail.com ou Fax 243330809)

2_Cheque à ordem da Real Associação do Ribatejo

3_Dinheiro na recepção do Santarém Hotel

(Levantar ingressos no X Almoço do Rei, na recepção do Santarém Hotel)

Saudações Monárquicas

José Carlos Ramalho

Presidente da Direcção

Real Associação do Ribatejo

Servir Portugal, servindo o Rei!



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Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012
OURÉM PARTICIPA NO FÓRUM SOLIDÁRIO EM SANTARÉM

No âmbito das comemorações do ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações, o Município de Ourém e as restantes entidades que compõem as plataformas supraconcelhias da Lezíria e do Médio Tejo, participaram no Fórum Solidário - Encontro entre Gerações, que decorreu nos dias 25, 26 e 27 de outubro, no CNEMA, em Santarém.

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O Conselho Local de Ação Social (CLAS), através dos parceiros locais que se disponibilizaram para participar no evento, fez-se representar com uma mostra de produtos e animação diversa, que ilustraram a cultura e dinâmica social do nosso concelho. No espaço dedicado ao CLAS de Ourém participaram na exposição de trabalhos e dinamização de atividades o Centro de Terceira Idade da Gondemaria, a Fundação Dr. Agostinho Albano de Almeida, o Centro Social das Matas, a ACITI de Caxarias e o Jardim Infantil de Ourém.

Ao longo dos dias, o Fórum foi visitado por utentes de várias instituições do concelho, nomeadamente, o Centro de Terceira Idade da Gondemaria com 18 utentes, a Associação do Centro Social da Paróquia de Seiça com 17 e 5 utentes da Santa Casa da Misericórdia Ourém-Fátima. Na animação estiveram ainda presentes, a Fundação Dr. Agostinho Albano de Almeida, com a atuação do grupo de dança da Casa Dr. Alves, a Academia de Música Banda de Ourém fez-se representar pelo grupo de Ballet e pela Orquestra Típica, e o Conservatório de Ourém e Fátima apresentou a sua orquestra sinfónica assinalando o evento com qualidade, brilho e encanto.

A todos os que se dedicaram a este Fórum em representação de Ourém, o Município agradece.

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012
RIBATEJO PROTESTA CONTRA A EXTINÇÃO DE FREGUESIAS



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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012
A LENDA DE SANTA IRIA OU NÁBIA, A DEUSA PAGÃ DO RIO NABÃO

Conta a lenda que Iria – ou Irene – nascera em Nabância, uma villae romana próxima de Sellium, a atual cidade de Tomar. Oriunda de uma família abastada, Iria veio a receber educação esmerada num mosteiro de monjas beneditinas, o qual era governado pelo seu tio, o Abade Sélio.

Dotada de beleza e inteligência, a jovem Iria atraía as atenções sobretudo dos fidalgos que disputavam entre si as suas atenções. Contava-se entre eles o jovem Britaldo que por ela alimentou uma enorme paixão. Contudo, Iria entregava-se a Deus e recusava as suas investidas amorosas.

Roído de ciúmes pela paixão de Britaldo, o monge Remígio que era o diretor espiritual de Iria, deu a beber a Iria uma mistela que lhe provocou no corpo a aparência de gravidez, provocando desse modo a sua expulsão do convento, levando-a a procurar refúgio junto do rio Nabão. Britaldo, a que entretanto chegara os rumores do ocorrido, movido por despeito, ordenou a um servo o seu assassínio.

Atirado ao rio Nabão cujas águas correm para o rio Zêzere, o corpo da mártir Iria ficou depositado nas areias do rio Tejo, aí permanecendo incorruptível para a eternidade, tendo o seu culto sido muito popular sobretudo no período do domínio visigótico.

Do nome de Irene – Santa Iria – tomou a antiga Scallabis romana o nome passando a denominar-se de Sancta Irene, daí derivando a atual designação de Santarém. Da mesma maneira que, para além de assinalar um acidente orográfico, a designação toponímica Cova da Iria deverá ter a sua origem no referido culto a Santa Iria, porventura já sob o rito moçárabe ou seja, cristão sob o domínio muçulmano embora adotando aspetos da cultura árabe.

A lenda de Santa Iria e o relacionamento com o local onde nascera ou seja, a villae romana de Nabância, remete-nos ainda para o culto de Nabia, a deusa dos rios e da água, uma das divindades mais veneradas na antiguidade na faixa ocidental da Península Ibérica ou seja, a área que atualmente corresponde a Portugal e à Galiza.

Com efeito, durante o período que antecedeu à ocupação romana, a deusa Nábia era celebrada pelos povos autóctones, tendo o seu nome sido atribuído a diversos rios como sucede com o Navia, na Galiza e o Neiva e o Nabão em Portugal. Inscrições epigráficas como as da Fonte do Ídolo, em Braga e a de Marecos, em Penafiel, atestam-nos a antiga devoção dos nossos ancestrais à deusa Nábia.

Quando ocuparam a Península Ibérica à qual deram o nome de Hispânia, os romanos que à época não se haviam convertido ainda ao Cristianismo, adotaram as divindades indígenas e ampliaram o seu panteão, apenas convertendo o nome de Nábia para Nabanus, tal como antes haviam feito com os deuses da antiga Grécia.

Qual reminiscência de antigas crenças, o culto pagão à deusa Nábia – ou Nabanus – veio a dar origem à famosa lenda de Santa Iria – ou Santa Irene – cuja festa Ourém prepara-se para celebrar nomeadamente através da realização da tradicional Feira de Santa Iria.



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FÓRUM SOLIDÁRIO COMEÇA AMANHÃ EM SANTARÉM



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Sexta-feira, 19 de Outubro de 2012
OURÉM PARTICIPA NO FÓRUM SOLIDÁRIO



publicado por Carlos Gomes às 13:14
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012
FREIXIANDA: RANCHO FOLCLÓRICO “ROSAS DE PORTUGAL” APAGA 29 VELAS DE ANIVERSÁRIO COM A REALIZAÇÃO DE UM FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Rosas de Portugal” festejou 29 anos de existência e as gentes da Freixianda cantaram-lhe os parabéns. A festa teve lugar no passado dia 14 de outubro, na sede da Associação Cultural e Recreativa do Vale do Pêso, em Charneca, sob a forma de um festival de folclore, com o brilho e a alegria a que já nos habituou.

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De Santarém veio o Grupo Infantil e Juvenil de Danças e Cantares Ribatejanos, de Pombal o Grupo Etnográfico do Barrocal e da Figueira da Foz o Rancho Folclórico “Rosas de Maio”, de Santana que, conjuntamente com o aniversariante, fizeram da Freixianda por um dia a “capital” do folclore.

O convívio começou com a realização de um almoço de confraternização entre todos os componentes dos grupos folclóricos participantes que teve lugar na sede da associação, tendo contado com a participação de diversos autarcas e responsáveis da comunidade paroquial da Freixianda.

O festival propriamente dito teve início com a habitual entrega de lembranças a todos os ranchos participantes e culminou com a partilha do bolo de aniversário. Os organizadores consideram que “o dia foi muito positivo, essencialmente marcado pelo convívio e pela partilha cultural e etnográfica, atravês do contacto com as tradições, danças e músicas das diversas zonas que nos foram sendo apresentadas pelos grupos ao longo das suas atuações” e “a direção da associação agradece a presença de todas as pessoas que marcaram presença no festival e assim contribuiram para uma tarde agradável”.

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Sábado, 13 de Outubro de 2012
LEIRIA E SANTARÉM: A CULTURA É A ALMA DO POVO!



publicado por Carlos Gomes às 12:09
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Sábado, 15 de Setembro de 2012
O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO!

Mais de mil pessoas concentraram-se junto á fonte luminosa e percorreram as ruas da cidade de Leiria. Em Santarém, o protesto juntou algumas centenas de pessoas

Cerca de meio milhão de pessoas saiu hoje à rua em quatro dezenas de localidades de norte a sul do país e ainda em várias cidades europeias onde existem comunidades portuguesas, para protestar contra as medidas de austeridade impostas pelo governo que de forma discriminatória atingem trabalhadores e pensionistas da segurança social.

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Lisboa, Porto e Braga foram as cidades onde as manifestações populares registaram uma maior adesão que, ironicamente, teve na recente entrevista do primeiro-ministro um apoio de peso na medida ao ter anunciado o propósito de impor ainda mais sacrifícios aos portugueses.

Na rua estiveram pessoas de todas as idades e profissões, sem distinção de credos políticos ou outros, numa clara demonstração de descontentamento e indignação que os promotores tiveram a preocupação de sublinhar ser independente em relação a partidos políticos e estruturas sindicais. De registar também a descrença generalizada em relação aos políticos patente no elevado número de mensagens críticas expressas em numerosos cartazes e que prenuncia o fim de um ciclo político.

Os desfiles realizaram-se de uma forma pacífica e ordeira, numa clara manifestação de unidade onde, com grande frequência, se entoaram palavras de ordem que fizeram recordar outros momentos históricos vividos entre nós como “o povo unido jamais será vencido!”

Fotos: http://noticias.sapo.pt/; http://rr.sapo.pt/



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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2012
PROTESTOS DESCEM À RUA EM LEIRIA, TOMAR E SANTARÉM



publicado por Carlos Gomes às 21:15
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Domingo, 9 de Setembro de 2012
COLETIVIDADES DO DISTRITO DE SANTARÉM ORGANIZAM CONVENÇÃO DE JOGOS TRADICIONAIS



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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012
JUVENTUDE SOCIALISTA DO DISTRITO DE SANTARÉM É CONTRA A EXTINÇÃO DE FREGUESIAS

A Juventude Socialista do Distrito de Santarém manifesta-se abertamente contra a extinção de freguesias. A tomada de posição desta organização política foi emitida no passado dia 3 de maio, portanto anterior à data da aprovação da Lei 22/2012, de 30 de Maio que aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica e é divulgada através do blogue oficial do PS de Ourém.

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A Federação Distrital da Juventude Socialista de Santarém coloca-se ao lado das inúmeras manifestações, feitas por todo o distrito, em defesa da manutenção de um poder local próximo e ao serviço das populações.

O secretariado da JS Ribatejo critica a forma como todo o processo de reforma administrativa do Estado tem vindo a ser conduzido pelo Governo PSD/CDS-PP. Hugo Costa, Presidente da distrital da JS, afirma: “Ao longo dos últimos meses, temos assistido a um verdadeiro ataque contra as populações. O extinguir de freguesias vai, certamente, deteriorar a qualidade de vida de milhares de Ribatejanos.”

A JS distrital aponta outro caminho: a Regionalização, fenómeno constitucionalmente previsto, acompanhado de um novo panorama de delegação de competências nos municípios e freguesias. Neste sentido, o exemplo de Lisboa é visto como um modelo a seguir. “Facilmente observamos que na capital do país a reforma deu-se de forma estruturada e pensada, respeitando as populações, os seus representantes políticos e assegurando o aumento de competências, e de verbas, aos órgãos de proximidade”, ilustra Hugo Costa.

“As freguesias, especialmente as rurais, representam a forma mais pura e fiel de representação democrática de proximidade com os cidadãos”, defende o mesmo, acrescentando: “Uma reforma deste género não pode ser feita de costas para as populações.” Na última reunião de secretariado a estrutura deliberou, por unanimidade, tomar uma posição firme e segura de repúdio a todo este processo promovido pelo Governo, e por um Ministro natural do distrito de Santarém.

Os jovens socialistas consideram que os ataques deste governo ao poder local não tem precedentes, começando com esta proposta que não é uma reforma administrativa mas uma lei cujo único objetivo é extinguir freguesias, sem que com isso se garanta qualquer poupança ou eficácia, passando pelo estrangulamento das Autarquias, onde a chamada Lei dos Compromissos está a paralisar a gestão dessas mesmas entidades. A estrutura considera, ainda, que esta lei viola de forma crassa o principio de autonomia do poder local, colocando em causa o funcionamento dos municípios e o serviço publico de qualidade que deve ser prestado às populações.

Afirmando toda esta lógica de proximidade, descentralização e defesa dos valores republicanos e de Abril, seguida pela jota socialista, Pedro Delgado Alves, Secretário Geral da JS e Deputado à Assembleia da República, deslocou-se no passado dia 20 de Abril ao concelho de Alcanena. Esta visita serviu para ver in loco muitas das políticas jovens que a edilidade tem implementado, bem como para auscultar os anseios das populações e do próprio executivo municipal.

O Secretariado da Federação Distrital da Juventude Socialista de Santarém



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Domingo, 6 de Maio de 2012
SANTARÉM GANHA CENTRALIDADE NA REORGANIZAÇÃO DOS TRIBUNAIS

As instâncias locais do tribunal judicial do distrito de Santarém vão funcionar

(…) no Tribunal de Ourém – Secção de Competência Cível

e de Competência Criminal

(área de competência territorial: Município de Ourém)

A extinção dos tribunais de Mação, Ferreira do Zêzere e Mação, a reorganização do mapa judicial em torno do distrito, com uma instância central na sede em Santarém, instâncias locais e secções de competência especializada são algumas das principais alterações propostas pela nova organização judiciária apresentada pelo governo.

Segundo a proposta do Ministério da Justiça a que O Ribatejo teve acesso, a reforma da justiça vai reorganizar o mapa judicial agrupando os atuais 308 tribunais em torno de 20 Tribunais Judiciais, correspondentes a cada um dos distritos e regiões autónomas.

A divisão territorial da reforma em curso passa das atuais NUTS para Distritos Administrativos e Regiões Autónomas, correspondendo cada distrito administrativo e região autónoma a uma comarca, cuja sede é a capital de distrito e da região. É criada uma Instância Central por comarca, que pode ser desdobrada em Secção Cível e Secção Criminal, que tramitará essencialmente os processos de maior valor e da competência do tribunal coletivo ou de júri e em Secções de competência especializada, tendo em conta a oferta preexistente e o movimento processual, por espécie, registado.

São criadas Instâncias Locais, com Secções de competência genérica tendo em conta a oferta pré-existente e o movimento processual registado. Estas Instâncias Locais são integradas no mesmo Tribunal Distrital, que passa a ter um único orçamento e mapa de pessoal para os funcionários de justiça, integrados numa única secretaria, que funcionará em diversos pontos da Comarca. Respeitados os limites legais, podem ser deslocalizados postos de trabalho no âmbito da comarca. O número de magistrados será definido de forma global para a comarca, podendo o seu trabalho ser prestado em mais do que um ponto da comarca. Sem prejuízo das regras de competência territorial, qualquer secção deve receber documentos e prestar informação (desde que disponível no sistema informático) relativa a processos da competência da Comarca, podendo também tramitar processos se assim for determinado pelos órgãos de gestão da Comarca.

O Tribunal Judicial do distrito de Santarém vai ter uma estrutura de gestão constituída por um juiz presidente; um procurador coordenador; e um administrador judiciário.

A Instância Central do Tribunal Judicial do Distrito de Santarém vai desdobrar-se por uma Secção Cível em Santarém (com a área de competência territorial do distrito de Santarém); uma Secção Criminal de Santarém (para o distrito de Santarém); uma Secção do Trabalho de Santarém (municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Golegã, Rio Maior, Salvaterra de Magos e Santarém); e uma Secção do Trabalho em Tomar (área de competência territorial: Municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha); uma  Secção de Execução em Tomar (para o distrito de Santarém); uma Secção de Comércio em Santarém (para o distrito de Santarém); uma Secção de Instrução Criminal em Santarém (para o distrito de Santarém); uma Secção de Família e Menores em Abrantes (área de competência territorial: Municípios de Abrantes, Constância, Entroncamento, Mação, Sardoal e Vila Nova da Barquinha); uma Secção de Família e Menores em Santarém (área de competência territorial: Municípios de Almeirim, Alpiarça, Cartaxo, Rio Maior e Santarém); uma Secção de Família e Menores em Tomar (área de competência territorial: Municípios de Alcanena, Ferreira do Zêzere, Ourém, Tomar e Torres Novas).

As instâncias locais do tribunal judicial do distrito de Santarém vão funcionar no Tribunal de Abrantes – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial Municípios de Abrantes, Constância, Mação e Sardoal); no Tribunal de Benavente – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial: Municípios de Benavente e Salvaterra de Magos); no Tribunal de Ourém – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial: Município de Ourém); no Tribunal de Santarém – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial: Município de Santarém); no Tribunal de Tomar – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial: Municípios de Ferreira do Zêzere e Tomar); no Tribunal de Torres Novas – Secção de Competência Cível e de Competência Criminal (área de competência territorial: Municípios de Alcanena e Torres Novas); no Tribunal de Almeirim – Secção de Competência Genérica (área de competência territorial: Municípios de Almeirim e Alpiarça); no Tribunal do Cartaxo – Secção de Competência Genérica (área de competência territorial: Município do Cartaxo); Tribunal de Coruche – Secção de Competência Genérica (área de competência territorial: Município de Coruche); no Tribunal Entroncamento – Secção de Competência Genérica: (área de competência territorial: Municípios do Entroncamento e Vila Nova da Barquinha); no Tribunal da Golegã – Secção de Competência Genérica (área de competência territorial: Municípios da Chamusca e Golegã); no Tribunal de Rio Maior – Secção de Competência Genérica (área de competência territorial: Município de Rio Maior).

Prevê-se a extinção dos tribunais em que se verifique um movimento processual inferior a 250 processos entrados/ano. No distrito de Santarém, serão extintos os tribunais de Mação (100 processos por ano), Alcanena (220 processos por ano), e Ferreira do Zêzere (152 processos por ano).

Fonte: http://www.oribatejo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 15:17
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Domingo, 29 de Abril de 2012
ESCRITORA CARMEN ZITA FERREIRA LEVA O "BICHO DE SETE CABEÇAS" ÀS ESCOLAS DE SANTARÉM



publicado por Carlos Gomes às 22:28
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2012
DEPUTADO ANTÓNIO FILIPE (PCP) QUESTIONA FALTA DE MÉDICOS NO HOSPITAL DE SANTARÉM

Recebemos do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos do Distrito de Santarém a nota que a seguir se publica.

Faltam 35 clínicos na medicina interna do Hospital de Santarém

António Filipe, deputado do PCP eleito pelo círculo do distrito, quer esclarecimentos por parte do Ministério da Saúde sobre a falta de médicos especialistas de medicina interna no Hospital de Santarém. De acordo com o documento que entregou na Assembleia da República, há neste momento apenas 11 clínicos neste serviço, quando, “de acordo com o proposto pelo normativo da Autoridade Central do Sistema de Saúde de 2011, deveria dispor de 46 internistas”, uma vez que esta unidade hospitalar tem 400 camas para uma população de 191 mil habitantes.

A pergunta do deputado ao Ministério da Saúde tem por base uma carta aberta que os 11 profissionais afetos à medicina interna dirigiram ao Conselho de Administração do hospital, onde alertam “para as difíceis condições de trabalho a que estão a ser submetidos, com graves consequências para o serviço prestado”.

Os médicos que subscrevem a missiva afirmam que “têm vindo a assistir a uma redução continuada no número de especialistas, com um progressivo incremento das solicitações diárias assistenciais, sendo os recursos humanos atualmente existentes manifestamente insuficientes face às necessidades”.

Na realidade, existem no quadro do hospital 17 assistentes de medicina interna, mas um é um assistente graduado sénior aposentado e está na direção do departamento médico, três têm funções diretivas na urgência e medicina 3 e 4, e dois prestam trabalho exclusivamente na UCI e no serviço de urgência, pelo que restam os referidos 11 internistas. “Acresce que cinco têm mais de 50 anos, dois têm mais de 55 anos e só quatro têm menos de 50 anos”, lê-se ainda no documento, que alerta para o facto da taxa de ocupação durante 2011 ter sido muito superior aos 100% da capacidade instalada nos serviços de medicina.

Além disso, os profissionais “foram confrontados com o recente aumento da lotação dos serviços”, tendo o serviço de medicina 3 passado de 31 para 47 camas e a medicina 4 de 62 para 84 camas.

Além de alertar para esta situação, na pergunta dirigida ao Ministério da Saúde na terça-feira, 3 de Abril, António Filipe questiona “que medidas vão ser tomadas para garantir o reforço indispensável do número de médicos especialistas” no Hospital Distrital de Santarém.



publicado por Carlos Gomes às 11:34
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
UTENTES DE SAÚDE REÚNEM-SE EM SANTARÉM

1º. Encontro Distrital

de Comissões e Utentes dos Serviços Públicos

SANTARÉM, 25 de Fevereiro, 14 horas

na Sede do Associação Cultural e Recreativa de Vale de Estacas

Pctª Bairro 1º de Julho, Lote 3 R/C – Vale de Estacas – 2005-665 Santarém

(Junto ao Continente)

CONVITE

O MUSP Santarém convida Vas. Exas. para estarem presentes no 1º. Encontro Distrital de Comissões e Utentes dos Serviços Públicos, que se realiza em Santarém no próximo dia 25 de Fevereiro, entre as 14 e as 18 horas.

Com as nossas cordiais saudações.

O MUSP Santarém



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Domingo, 5 de Fevereiro de 2012
UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANTARÉM REÚNEM-SE EM ENCONTRO DISTRITAL

Recebemos do Movimento de Utentes dos Serviços Públicos a convocatória que a seguir se publica.

1º. Encontro Distrital

de Comissões e Utentes dos Serviços Públicos

SANTARÉM, 25 de Fevereiro, 14 horas

na Sede do Associação Cultural e Recreativa de Vale de Estacas

Pctª Bairro 1º de Julho, Lote 3 R/C – Vale de Estacas – 2005-665 Santarém

(Junto ao Continente)

CONVITE

Às Comissões e Utentes dos Serviços Públicos do Distrito de Santarém

Utentes que esperam por consultas e cirurgias que demoram. Utentes que não têm rendimentos para taxas moderadoras, medicamentos e tratamentos. Faltam dezenas de médicos de família. Centros e Extensões de Saúde a precisarem de ampliações e manutenção. Hospitais mal localizados, cujas potencialidades não são aproveitadas. Unidades de saúde que correm o risco de encerrar, dificultando o acesso a cuidados de saúde. Vias rápidas existentes e a construir portajadas. Estradas esperam há anos por manutenção. Transportes públicos (poucos e caros) mais a pensar na viabilidade das empresas do que em servir os utentes. Pontes entre as margens do Tejo que não servem as necessidades das populações (como no caso de Constância). Problemas frequentes com o fornecimento de energia elétrica, que atingiu preços inimagináveis. Os problemas ambientais, das comunicações ou dos serviços financeiros, que afetam quem deles precisa. A ameaça de privatizações da prestação de serviços.

É neste panorama e com o objetivo de organizar a resistência das populações, que se realiza o 1º. Encontro Distrital de Comissões e Utentes dos Serviços Públicos de Santarém, que se realiza a 25 de Fevereiro, a partir das 14,30 horas, na Sede da Associação Cultural e Recreativa de Vale de Estacas, em Santarém.

Podem participar Comissões e Utentes dos Serviços Públicos do Distrito de Santarém, que debaterão um documento que fará a análise dos serviços públicos no Distrito e definirá quais as iniciativas e as formas de organização dos utentes em defesa de serviços públicos de qualidade.

MUSP Santarém



publicado por Carlos Gomes às 20:44
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012
O LIVRO CATAPULTA AS QUESTÕES ECONÓMICAS PARA O PÓDIO DAS RESPONSABILIDADES QUE JUSTIFICAM O FATO DE, NO MOMENTO ATUAL, O MEIO-AMBIENTE ENCONTRAR-SE NUMA SITUAÇÃO DE TOTAL ESCASSEZ

- Afirma Susana Mendes ao AUREN a propósito da apresentação do seu livro, na Biblioteca Municipal de Ourém, no próximo dia 11 de fevereiro, a partir das 17 horas, a qual culminará com uma sessão de autógrafos. O livro “O Homem e a Responsabilidade Ambiental: o Turismo de Natureza e a Sustentabilidade” é uma edição recente da Zaina Editores que teve o seu lançamento em meados do ano passado.

"Falar de livros é falar de um “meio de transporte” único que no seu interior leva a cultura à humanidade e permite que esta enriqueça o diálogo no mundo. Por isso, cada livro tem imprimido palavras que apelam à dinâmica social e ao término de um mal da sociedade moderna: a falta de opinião e de ação construtiva.

Neste sentido, e recolhendo-me agora ao tema que se encontra na lista de itens prioritários das agendas diretiva a nível mundial, apela-me referir um livro cuja função não passa exatamente por entretenimento mas sim por impulsionar o esclarecimento do cidadão comum e/ou da sociedade estudantil e jovens empreendedores da importância das questões ambientais, suas consequências e algumas das, ainda, possíveis soluções.

Nesta enorme nave que é o planeta Terra, todos somos passageiros e por isso eu, assumindo este mesmo papel e na tentativa de dar um pequeno contributo para a preservação ambiental, refiro, de minha autoria, o livro “O Homem e a Responsabilidade Ambiental: O Turismo de Natureza e a Sustentabilidade” que, no seu interior, catapulta as questões económicas para o pódio das responsabilidades que justificam o facto de, no momento atual, o meio-ambiente encontrar-se numa situação de total escassez. Assim, acreditar que somente os recursos naturais não renováveis se podem extinguir é irreal. Usados indevidamente, os demais recursos podem chegar à exaustão. A preocupação com a herança ambiental que está a ser deixada às gerações futuras deve mudar a visão consumista que se continua a ter da gestão dos recursos naturais. Estes são hoje bens escassos pelo que devem ser alocados da maneira mais eficiente possível pela sociedade. O referido livro prende-se também com a importância que as atividades turísticas associadas à natureza poderão ter no desenvolvimento do turismo (com o distrito de Santarém como exemplo de estudo-caso), e de que forma poderão contribuir para a preservação e divulgação do património natural a diversos níveis. Para tal, recorreu-se a uma abordagem cuidadosa de conceitos e temas de forma a construir uma reflexão sobre três áreas entendidas, cada vez mais, numa ótica de complementaridade: O Homem, o Turismo e a Natureza”.

Susana Isabel Filipe Mendes é Licenciada em Turismo pelo Instituto Politécnico da Guarda e autora de um livro associado à trilogia Sociedade, Turismo e Natureza.



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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
SUSANA MENDES PROCURA IMPULSIONAR O ESCLARECIMENTO DO CIDADÃO COMUM PARA A IMPORTÂNCIA DAS QUESTÕES AMBIENTAIS E POSSÍVEIS SOLUÇÕES

“O Homem e a Responsabilidade Ambiental: o Turismo de Natureza e a Sustentabilidade” é uma edição recente da Zaina Editores que teve o seu lançamento em meados do ano passado. No próximo dia 11 de fevereiro, a sua autora vem a Ourém onde fará a apresentação da obra e trocará impressões com o público. Susana Mendes estará nesse dia, na Biblioteca Municipal de Ourém, às 17 horas, para falar sobre o seu livro e conversar com os oureenses. Trata-se de mais uma sessão de (con)tributos a que a Biblioteca de Ourém já nos habituou, a qual culminará com uma sessão de autógrafos. O AUREN contactou a autora e obteve o depoimento que a seguir se publica.

"Falar de livros é falar de um “meio de transporte” único que no seu interior leva a cultura à humanidade e permite que esta enriqueça o diálogo no mundo. Por isso, cada livro tem imprimido palavras que apelam à dinâmica social e ao término de um mal da sociedade moderna: a falta de opinião e de acção construtiva.

Neste sentido, e recolhendo-me agora ao tema que se encontra na lista de itens prioritários das agendas directivas a nível mundial, apela-me referir um livro cuja função não passa exactamente por entretenimento mas sim por impulsionar o esclarecimento do cidadão comum e/ou da sociedade estudantil e jovens empreendedores da importância das questões ambientais, suas consequências e algumas das, ainda, possíveis soluções.

Nesta enorme nave que é o planeta Terra, todos somos passageiros e por isso eu, assumindo este mesmo papel e na tentativa de dar um pequeno contributo para a preservação ambiental, refiro, de minha autoria, o livro “O Homem e a Responsabilidade Ambiental: O Turismo de Natureza e a Sustentabilidade” que, no seu interior, catapulta as questões económicas para o pódio das responsabilidades que justificam o facto de, no momento actual, o meio-ambiente encontrar-se numa situação de total escassez. Assim, acreditar que somente os recursos naturais não renováveis se podem extinguir é irreal. Usados indevidamente, os demais recursos podem chegar à exaustão. A preocupação com a herança ambiental que está a ser deixada às gerações futuras deve mudar a visão consumista que se continua a ter da gestão dos recursos naturais. Estes são hoje bens escassos pelo que devem ser alocados da maneira mais eficiente possível pela sociedade. O referido livro prende-se também com a importância que as actividades turísticas associadas à natureza poderão ter no desenvolvimento do turismo (com o distrito de Santarém como exemplo de estudo-caso), e de que forma poderão contribuir para a preservação e divulgação do património natural a diversos níveis. Para tal, recorreu-se a uma abordagem cuidadosa de conceitos e temas de forma a construir uma reflexão sobre três áreas entendidas, cada vez mais, numa óptica de complementaridade: O Homem, o Turismo e a Natureza.

Susana Isabel Filipe Mendes, Licenciada em Turismo pelo Instituto Politécnico da Guarda e autora de um livro associado à trilogia Sociedade, Turismo e Natureza."



publicado por Carlos Gomes às 15:27
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
SUSANA MENDES APRESENTA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM O SEU LIVRO “O HOMEM E A RESPONSABILIDADE AMBIENTAL: O TURISMO DE NATUREZA E A SUSTENTABILIDADE”

“O Homem e a Responsabilidade Ambiental: o Turismo de Natureza e a Sustentabilidade” é uma edição recente da Zaina Editores que teve o seu lançamento em meados do ano passado. No próximo dia 11 de fevereiro, a sua autora vem a Ourém onde fará a apresentação da obra e trocará impressões com o público. Susana Mendes estará nesse dia, na Biblioteca Municipal de Ourém, às 17 horas, para falar sobre o seu livro e conversar com os oureenses. Trata-se de mais uma sessão de (con)tributos a que a Biblioteca de Ourém já nos habituou, a qual culminará com uma sessão de autógrafos.

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Licenciada pelo Instituto Politécnico da Guarda em Turismo e Lazer na variante de Turismo, Susana Mendes é natural de Santarém e faz parte de uma geração mais sensibilizada para a preservação do ambiente e, de um modo geral, toda a problemática que se encontra relacionada.

A sua obra fala da importância que as atividades turísticas associadas à natureza podem ter no desenvolvimento do turismo no distrito de Santarém e no contributo que poderão dar para a preservação e divulgação do património natural, referindo conceitos e temas relacionados com a interação entre o Homem e a Natureza, através das suas actividades como sucede com o Turismo.

Sobre a autora:

Licenciada em Turismo e Lazer (variante Turismo) pelo Instituto Politécnico da Guarda, Susana Isabel Filipe Mendes nasceu em Santarém, em 1982.

Frequentou vários Cursos nomeadamente de Animação Urbana, Turística e Cultural (2008); Gestão de Produtos Turísticos (2007) e Organização e Gestão de Eventos (2007).

Participou em várias palestras, conferências e seminários.

Foi Animadora Turística no Hotel Algarve Casino, Técnica de Turismo na Agência de Viagens Heraturismo, Formadora no Centro de Formação Profissional de lagos, Hospedeira de Bordo na Companhia de Viação de Transportes de Passeiros EVA e Técnica Superior de Turismo no Município de Constância.

Atualmente leciona Inglês (AEC’s).

O Homem e a Responsabilidade Ambiental: o Turismo de Natureza e a Sustentabilidade

De Susana Mendes

Edição/reimpressão: 2011

Páginas: 113

Editor: Zaina Editores

ISBN: 9789728948160



publicado por Carlos Gomes às 10:29
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012
DEPUTADO SOCIAL-DEMOCRATA ABÍLIO RODRIGUES ABORDOU EM 1987, NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, AS CARÊNCIAS DA NOSSA REGIÃO NOMEADAMENTE NA ÁREA DA SAÚDE

Na sessão plenária da Assembleia da República realizada em 12 de Fevereiro de 1987, o deputado social-democrata Abílio Rodrigues fez uma intervenção na qual abordou aspetos de interesse para a nossa região, incluindo o Concelho de Ourém. Falou de saúde, hospitais, ensino e outras áreas de desenvolvimento regional. A referida reunião plenária foi então presidida pelo Dr. Marques Mendes. Porque alguns dos temas que o deputado Abílio Rodrigues referiu, aliás muito aplaudido pelos membros da sua bancada, se revelam ainda bastante atuais, decidimos recordar a sua intervenção, transcrevendo-a diretamente do Diário da Assembleia da República.

 

"O Sr. Abílio Rodrigues (PSD): - Sr. Presidente, Srs. Deputados: Período de antes da ordem do dia tempo disponível para, de modo construtivo, se reflectir sobre questões importantes - sobretudo de âmbito nacional ou regional -, mas que alguns aproveitam mais para o ataque, para o colher de eventuais dividendos juntos de clientelas políticas.

Pensamos mesmo que, talvez pelo recorte das intervenções a que aqui vamos assistindo, amiudadamente, sob esta figura regimental, o seu conteúdo vem perdendo importância e peso, quase caminhando mais para um ritual que se tem de cumprir, do que para algo a que entidades ou o próprio poder deveriam ter em atenção e responder.

Na esperança de que esta minha intervenção ainda toque os centros adequados, falarei sobre o meu distrito, o de Santarém. Do que se faz e do que tem de ser feito. Do presente e do futuro.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O PIDDAC (Plano de Investimentos e Desenvolvimento da Administração Central) para 1987 contempla verbas apreciáveis para múltiplos sectores da actividade do distrito. Existem verbas para a educação: Escola Preparatória de Santarém, Escola Preparatória de Torres Novas e Escola Superior de Tomar. Existem verbas para a saúde: Centros de Saúde do Entroncamento e Ourém. Existem verbas para as vias de comunicação: estradas nacionais entre Batalha e Fátima, entre Ourém e Fátima, entre Infantado e Monte da Barca, variante da estrada nacional n.º 1, entre Asseiceira e Alto da Serra. Existem verbas para centros de formação profissional em Tomar e Santarém. Existem verbas para quartéis de bombeiros para Constância e para a Barquinha. Existem verbas para o Tribunal de Coruche.

Saudámo-las, sem que isso signifique que a região tem o que precisa e merece, pois ela, a nosso ver, exige mais; exige mesmo bastante mais, quando comparada com outras zonas do País e quando avaliada em termos da sua potencialidade e do seu possível contributo para a economia e para a riqueza nacionais. E também o bem-estar da sua população exige mais dentro do todo que, racionalmente, há para distribuir.

Sabemos quanto é fácil pedir e compreendemos quanto é difícil satisfazer. Mas isso não nos impede, contudo, de reflectir construtivamente sobre carências, já que o fazemos para bem e por bem.

No campo da saúde, é certo que no distrito foram investidos recentemente alguns milhares de contos em construções hospitalares, nomeadamente em Santarém e Abrantes, mas subsistem algumas roturas na assistência prestada pelo Hospital de Torres Novas, cuja capacidade está mais do que esgotada, e no Hospital de Tomar, cujas instalações, altamente deficientes, só terão solução com a construção de um novo hospital. Cada uma destas instalações hospitalares tem a sua área própria de captação de doentes, não sendo possível drenar estes para o Hospital de Abrantes, pese embora a sua capacidade excedentária.

No sector dos cuidados primários existem, ainda e também, carências apreciáveis no distrito, sendo urgente a construção de novos centros de saúde no Cartaxo e em Coruche.

Pensamos mesmo que a saúde, hoje, em Portugal é um tema importante a reflectir e a merecer respostas corajosas. Acreditamos que dispomos de bons médicos, mas o salto tecnológico verificado nos últimos anos nos meios de diagnóstico e de tratamento continua sem beneficiar a maioria do povo português. E interrogamo-nos muitas vezes por que não se compra (por ser cara) aparelhagem da ordem das dezenas de milhar de contos que pode inverter completamente a «percentagem de vida» de doentes, enquanto algum sector empresarial do Estado vai, calmamente, absorvendo por ano milhões de contos em indemnizações compensatórios e investimentos, enquanto se mantêm, por critérios políticos, empresas ou actividades inviáveis que não deixam o País partir à procura de uma melhor qualidade de vida.

Vozes do PSD: - Muito bem!

O Orador: - No âmbito da educação, o distrito tem progredido a bom ritmo, sendo de realçar a recente entrada em funcionamento do Instituto Politécnico de Tomar (com três cursos) e o alargamento do campo de acção do Politécnico de Santarém, com a abertura da Escola Superior de Educação e da de Gestão. Mas este grau de ensino tem que alastrar a outras zonas do distrito, nomeadamente a Abrantes, o que acreditamos poder o Governo propiciar com alguma celeridade.

No campo do ambiente, alguns passos importantes foram dados pelo actual Governo, avançando-se, finalmente (assim o esperamos), para a resolução do grave

problema da poluição do rio Alviela, subsistindo, contudo, situações gravíssimas de poluição dos rios Almonda, Rio Maior e Nabão, que têm de começar, imediatamente, a ser resolvidas. Dispomos para o efeito de um sector eficaz e dinâmico no Governo; temos uma nova lei de bases do ambiente; temos de poder dispor de algumas verbas para começar.

Quanto a vias de comunicação, temos uma visão crítica da situação, já que, em nosso entender, o distrito merece um tipo de tratamento radicalmente diferente do que vem sucedendo desde há vários anos. Em nosso entender, há milhões de contos investidos e previstos investir em regiões cuja rendibilidade global para o País e cujos benefícios para a massa total de utentes que toca são bastante inferiores às que derivariam de um investimento da mesma ordem de grandeza no distrito de Santarém.

As vias de ligação à Europa são importantes, sem dúvida! Mas as ligações entre regiões do País não serão mesmo mais prioritárias?

Ligar centros pobres e enfraquecidos economicamente com centros mais desenvolvidos é imprescindível como acção correctora das assimetrias regionais. Mas as ligações de regiões potencialmente ricas com outras já desenvolvidas serão menos prioritárias que aquelas?

Julgamos existirem razões para as interrogações que colocamos, tomando como base a situação actual do distrito de Santarém quanto a vias de comunicação.

Não queremos culpar ninguém; nem o passado, nem muito menos o presente, que dá sinais de mudança e de esperança. Mas não podemos calar quando vislumbramos, num horizonte próximo, uma via rápida (ou equivalente) ligando Santarém a Lisboa e enquanto centros importantes como Santarém, Coruche, Abrantes, Mação, Tomar, Torres Novas, Ourém, Ferreira do Zêzere e Alcanena não disponham, entre si e com Lisboa, de estradas rápidas, embora reconheçamos e assinalemos que já alguma coisa está a ser feita nesse sentido.

Também as ligações ferroviárias entre várias zonas do distrito e destas com Lisboa ou Coimbra necessitam de uma reflexão profunda e urgente. O eixo Santarém-Lisboa ganha rapidamente características de tráfego suburbano, necessitando de tratamento adequado. As ligações ferroviárias entre Tomar-Lisboa e Abrantes-Lisboa, por exemplo, merecem já hoje uma melhor resposta da oferta.

Também é chegada a hora de se reflectir sobre as ligações aéreas. Um pólo de grande atracção, como é Fátima, aliado a uma vasta zona de potencialidade turística que lhe está adjacente, merece um aeródromo e que, de uma vez para sempre, se resolva a abertura, ou não, ao serviço público do aeroporto militar de Monte Real.

O arrastar de uma decisão sobre esta matéria só tem servido para invalidar o avanço de outras soluções.

Sabemos que o actual Governo não pactua com situações de impasse e com indecisões e estamos seguros de que desta vez se irá saber se a região irá dispor do aeroporto de Monte Real ou se, em alternativa, se terá de pensar num aeródromo civil de tipo regional. Não reivindicamos, nem privilegiamos esta ou aquela solução; só pedimos que se enverede abertamente por uma.

A agricultura é, no distrito de Santarém, o mais importante sector de actividade e o que mais perspectivas oferece no futuro. Dispõe o distrito das mais ricas terras do Pais, o que só por si será aspecto suficiente para se apostar fortemente na sua modernização, de se apostar no investimento nos variados aspectos da sua vida.

Impõe-se com urgência um plano de desenvolvimento agrícola para a Região inserido num contexto mais alargado de um plano integrado de desenvolvimento regional.

Plano único para todo o distrito ou um plano para cada uma das sub-regiões: Lezíria e Médio Tejo? O que é importante é que surja, com brevidade, algo que faça explodir uma região que tem de ser despertada para bem do País.

Nós acreditamos!

Sr. Presidente, Srs. Deputados: Pertencer a um partido como o PSD permite-nos apoiar inteiramente o Governo, sem, contudo, estarmos inibidos de lhe apontar as opiniões e os caminhos mais prementes, que vamos tirando dos contactos estreitos que mantemos com as populações. É mesmo o nosso dever como deputados de um partido que se reclama, e é, verdadeiramente, social-democrata.

E quando temos pela frente um Governo receptivo e disposto a governar por inteiro, um Governo eficaz, é altura de, por isso mesmo, o aproveitar e lhe pedir mais e melhor para uma boa região onde vale a pena apostar."



publicado por Carlos Gomes às 01:08
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Sábado, 21 de Janeiro de 2012
OURIENSE JOGA AMANHÃ COM O PAIO PIRES E O MOÇARRIENSE

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publicado por Carlos Gomes às 00:19
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
VAMOS APOIAR O OURIENSE!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
DEPUTADO BAETA NEVES FEZ HÁ 32 ANOS UMA INTERVENÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE MERECE SER RELEMBRADA

No decorrer da 4ª Sessão legislativa da I Legislatura da Assembleia da República, o deputado centrista Baeta Neves eleito pelo círculo eleitoral de Santarém, fez uma intervenção na reunião plenária daquele órgão, ocorrida em 30 de Maio de 1980, sob a presidência do Dr. António Arnaut, referindo vários problemas que então se levantavam ao desenvolvimento do distrito.

Algumas das questões colocadas também dizem respeito ao Concelho de Ourém. E, porque além do seu interesse como um registo do passado recente, aquela intervenção possui ainda algumas particularidades interessantes, transcrevemos na íntegra conforme o constante no Diário da Assembleia da República.

Sr. Presidente, Srs. Deputadas: O distrito de Santarém item sido de há muito considerado como uma região possuidora de grandes potencialidades, especialmente no sector agrícola, mas também com uma industrialização já bastante acentuada nalgumas áreas, como é o caso da zona de Torres Novas – Tomar – Abrantes, que a própria OCDE já reconheceu como constituindo um subpólo de desenvolvimento.

Apesar, porém, desta sua riqueza potencial existe por todo o distrito um longo rol de carências, sendo algumas delas problemas que vêm arrastando-se de há anos e que urge, de uma vez por todas, encarar frontalmente, com espírito de total abertura à sua resolução...

Já na presente sessão legislativa foram aqui trazidos alguns desses problemas. Às preocupações então aqui expressas pelos meus colegas da maioria parlamentar não posse: deixar de manifestar inteiro apoio. Não é evidentemente possível, no curto espaço de tempo que poderá durar esta intervenção, apontar exaustiva e minuciosamente todas as questões que se põem ao distrito de Santarém e que mereciam referência, ligeira que fosse.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: Já aqui foi mencionada a situação em que se encontra o sistema rodoviário no distrito, assumindo particular acuidade e gravidade o péssimo estado; da maioria das estradas do neste do distrito. Menção concreta mereceu, então a necessidade de encarar com urgente e especial a denominada estrada nacional n.º 3. Outros casos há, porém, que merecem igual menção neste campo e para os quais chamamos a devida atenção.

Um deles é o cavo da estrada que liga Leiria a Tomar, em relação à qual se verifica uma premente necessidade de substituição integral do seu piso por um novo e, inclusive, a correcção do seu traçado num ou noutro lado. Não se poderá protelar por muito mais tempo a concretização desta obra, sob pena de qualquer dia, muito proximamente, esta via os tornar intransitável em alguns pontos do seu traçado.

Necessário e urgente se torna também projectar em definitivo e construir imediatamente a seguir as variantes à estrada nacional n.º 110 que hão-de envolver Tomar por nascente e poente e desviar do centro desta cidade todo o tráfego, e é muito, que a ela não se destina eu dela parte, mas que é um «tráfego meramente de passagem.

Não se trata tão-só de solucionar os constantes e por vezes prolongados engarrafamentos de trânsito dentro da cidade com as consequentes demoras desse tráfego, sempre dispendiosas e enervantes, possibilitando o seu mais fácil escoamento, mas ainda e também de uma forma de despoluição da própria cidade e de uma substancial melhoria da sua habitabilidade.

Outra carência grave dentro do sistema rodoviário se faz sentir muito agudamente no concelho de Constância. Constância é um concelho com uma característica particular, dado encontrar-se geograficamente dividido em duas partes, totalmente separadas uma da outra por toda a largura do rio Tejo, sem qualquer comunicação entre si, se exceptuarmos pequenos barcos que transportam apenas pessoas de uma para outra margem. As comunicações actualmente existentes entre as zonas norte e sul do concelho só são possíveis ou pela ponte de Abrantes ou pela ponte da Chamusca. A distância de escassas centenas de metros que separa as duas partes do concelho transforma-se assim em muitas dezenas de quilómetros, pela falta de qualquer ligação directa entre elas.

A grave situação que este facto cria, com todos os transtornos que daí advêm para as populações do concelho, não precisa de ser demonstrada ou sequer encarecida. A solução definitiva estará certamente na construção na zona de uma ponte sobre o Rio Tejo. Mas porque se trata de obra de grande envergadura, dispendiosa e principalmente demorada na sua execução, outra solução, mesmo provisória, deverá ser encarada a curto prazo, sem prejuízo da solução definitiva apontada. E tal solução parece possível. Com efeito, existe um pouco a sul da sede do concelho, uma ponte de caminho de ferro, que actualmente já não é utilizada, dado que a CP construiu uma outra que entrou em funcionamento há algum tempo atrás. Verificadas que sejam devidamente, e por técnicos competentes, as condições de segurança da antiga ponte, e à primeira vista tais condições existem, e feita as devidas obras de adaptação, nomeadamente o necessário tabuleiro, será possível utilizá-la para o tráfego rodoviário e suprir assim a carência total que se verifica na ligação entre as duas partes do concelho de Constância. De notar que não seriam, porém, só as populações de Constância que 'beneficiariam com tal solução, mas também as do concelho de Vila Nova da Barquinha e de outras zonas limítrofes, sem esquecer todo o pessoal que, prestando serviço no campo de Santa Margarida, tem a sua residência a norte do Tejo.

Tanto quanto sabemos, entre as Câmaras: de Constância e Barquinha e o respectivo Ministério já foram encetados contactes promissores, tudo indicando ser possível conseguir uma forma de cooperação para a boa solução deste caso.

Uma outra comunicação também já há/muito reclamada pelas populações interessadas é a da construção de uma ponte sobre a albufeira da barragem do Castelo de Bode, ligando directamente os concelhos de Ferreira do Zêzere e de Vila de Rei. Concelhos vizinhos, com longa tradição de intercomunicação entre si, viram as suas relações de vizinhança dificultadas com a existência da albufeira. Não deixaram porém e, por isso, de manter profundos contactos, pelo menos os que Mas eram possíveis face às dificuldades de ligação existentes. Ë elemento importante ao desenvolvimento económico de qualquer deles que venha a ser construída esta via de comunicação. Além de que, a existir, seria mais uma e importante via de penetração para o interior com todas as consequências positivas que daí resultariam no desenvolvimento do interior desta zona do País.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: Nesta limitada intervenção não posso passar em claro a grave situação com que neste momento se debate o Hospital Distrital de Tomar. Situado na zona antiga da cidade, com acesso pouco fácil, extremamente limitado nas suas instalações, tratando-se ainda de um edifício bastante antigo, o Hospital Distrital de Tomar não possui no momento quaisquer condições que lhe permitam corresponder minimamente às necessidades e solicitações da população residente na área da sua influência.

Bastará, resumidamente, referir que tem uma capacidade máxima de cerca de 100 camas, sem possibilidade de expansão, quando o número de camas minimamente satisfatório é calculado pelos técnicos competentes em 350 e, por outro lado, que tom de diariamente ser evacuados para Lisboa ou Coimbra vários doentes, por falta de capacidade de internamento e que ali poderiam perfeitamente ser tratados, se tal capacidade existisse.

A solução para este momentoso problema não poderá pois continuar a ser, como se pretendeu que fosse até há bem pouco tempo, de remendar o que já não item remendo possível, por demasiado remendado, aniles terá de ser como parece hoje opinião assente a de encontrar uma solução de raiz com a construção de uma inova unidade a concretizar no mais curto prazo possível. E descampado que fosse o edifício do velho hospital sempre este poderia ser utilizado em outras finalidades, como, por exemplo, o de ser aí instalado um centro de da para idosos cuja carência tanto se faz sentir.

De mais fácil e rápida execução será a construção das instalações do Centro de Saúde de Vila. Nova de Ourém, obra que há tantos e tão longos anos vem sendo ansiosamente aguardada pelas populações e que tantos contratempos e demoras item sofrido, mas que tudo indica irá muito em breve e finalmente ser iniciada.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O distrito de Santarém possui uma notável riqueza monumental.

Bastará aqui recordar que a cidade de Santarém é considerada como a «capital do gótico» em Portugal e que em Tomar existe esse monumento único do País que é o Castelo dos Templários e Convento de Cristo, para não referir tantos outros e tão valiosos monumentos espalhados por todo o distrito.

Também neste distrito todo este valiosíssimo património cultural tem sido menosprezado, abandonado ao desgaste natural do tempo, sem que se hajam tomado as acções indispensáveis à sua conservação ou à sua recuperação quando seja caso disso.

E é assim que em resultado desta negligência se vê, por exemplo, o estado de abandono e degradação a que chegou o Castelo de Ourém ou, outro exemplo, o estado em que se encontra o Convento de Cristo a começar a transformar-se irremediavelmente numa ruína, se não houver a diligência de se lhe acudir de imediato. No Convento de Cristo existem já partes de telhados que ruíram totalmente, o mesmo tendo também acontecido ao piso de algumas salas que abateram.

Urge, pois, tomar providências imediatas para conseguir a salvaguarda deste monumento único. Mas para tanto não pode a responsabilidade deste património continuar dispersa por várias entidades que ora se atropelam, ara se abstêm mutuamente. Há que decididamente verificar as responsabilidades numa área entidade que disponha dos poderes e dos meios necessários a uma acção eficaz neste campo de primordial importância. Tem de haver, por um lado, uma vontade política firme e há que, por outro lado, buscar as disponibilidades financeiras indispensáveis.

E permita-se-me a este propósito uma sugestão que deixo à consideração das entidades responsáveis. Ao contrário do que sucede por quase todo o mundo, em Portugal não se paga para visitar os nossos movimentos. Estou em crer que deveria ser instituído o pagamento de uma quantia para esse efeito. Por muito moderada que fosse constituiria seguramente um fundo valioso a utilizar na preservação e recuperação dos nossos monumentos.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O tempo não dá realmente para mais. Foram estes apenas alguns exemplos concretos e que suponho passíveis de resolução dos muitos problemas que afligem o distrito de Santarém. Outros haveria a enunciar, mas cremos que estes já demonstram suficientemente as carências graves que ali existem.



publicado por Carlos Gomes às 11:17
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
MOMENTO DECISIVO PARA FUTURO DAS EMPRESAS

Salomé Rafael, Presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, entidade que abrange o Concelho de Ourém, publicou hoje um interessante artigo que reproduzimos com a devida vénia.

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Criar alternativas, novos rumos e modelos de negócio que permitam a sustentabilidade e o crescimento das empresas, é o grande desafio dos nossos dias. Um desafio que se coloca aos empresários, às associações, às estruturas de classe e ao Governo. Como grande motor da economia, as empresas precisam, mais do que nunca, do forte apoio do Governo e de todas as entidades, para se manterem na rota do desenvolvimento e resistirem à crise que o País e o mundo atravessam. Pede-se firmeza e uma linha estratégica objectiva e transparente.

As associações, pelo seu papel de proximidade junto das empresas, são a primeira instituição a quem estas recorrem, e devem ter um papel decisivo no seu auxílio e em alertar as entidades responsáveis sobre as suas maiores dificuldades e preocupações.

No trabalho que a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém tem realizado junto dos seus associados do Ribatejo, identificou três questões fundamentais: o financiamento bancário; o QREN; as dívidas do Estado às empresas.

A ausência de medidas concretas relativamente ao financiamento bancário coloca em risco a sobrevivência de milhares de empresas e, naturalmente, a coesão social. Uma vez que a banca se debate com problemas graves, uma das soluções para permitir o encaixe financeiro das empresas poderá passar pela criação de um fundo de obrigações participantes que permita reforçar a estrutura dos seus capitais permanentes. A sua gestão poderá ficar a cargo da Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua e pelo IAPMEI, não excluindo a banca.

No que se refere ao QREN, sabemos que os regulamentos anteriores não são da responsabilidade dos actuais governantes, mas as novas candidaturas, disponíveis em Novembro, terão um peso importantíssimo. E uma das soluções para alargar a massa de empresas que a estas verbas terão acesso seria incluir aquelas que não são exportadoras mas que mostrem condições para crescer. É importante realçar que as empresas exportadoras representam apenas 17% do nosso tecido empresarial. O secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, alertou recentemente, num evento organizado pela Nersant, que 15 mil milhões de euros ainda não foram utilizados. Uma soma considerável e que, com critério, pode alavancar a estrutura empresarial portuguesa.

Uma última palavra para a dívida das entidades públicas às empresas - no valor de 2,3 mil milhões de euros - cuja liquidação muito contribuiria para dinamizar e revitalizar a economia.

Sabemos que os tempos exigem contenção. E que as medidas acordadas com a troika obrigam o Governo a assumir responsabilidades. Mas este é um momento-chave. Por isso, exigimos também coragem e concertação. Em nome de todas as associações empresariais, manifesto a nossa disponibilidade para contribuir, junto do Governo, com soluções positivas e empreendedoras, que permitam o crescimento do nosso tecido empresarial.

Salomé Rafael, in Diário de Notícias. http://www.dn.pt/inicio/default.aspx

Foto: Rádio Hertz, in http://www.radiohertz.pt/



publicado por Carlos Gomes às 14:20
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Sábado, 8 de Outubro de 2011
NABIA: A DEUSA PAGÃ DO RIO NABÃO

Nabia

No princípio era o Caos… entretanto, na ânsia de encontrar uma explicação para os fenómenos da natureza que o rodeiam, o Homem concebeu inúmeras divindades que além de representar os atributos de tais fenómenos passaram ainda a revelar emoções e sentimentos próprios dos humanos uma vez que eram construídos à sua imagem e semelhança.

Entre tais divindades, Nábia foi uma das divindades mais veneradas na faixa ocidental da Península Ibérica ou seja, a área que actualmente corresponde a Portugal e à Galiza, durante o período que antecedeu à ocupação romana. Na mitologia céltica, Nábia, era a deusa dos rios e da água, tendo em sua honra o seu nome sido atribuído a diversos rios como o Navia, na Galiza e o Neiva e o Nabão em Portugal. Inscrições epigráficas como as da Fonte do Ídolo, em Braga e a de Marecos, em Penafiel, atestam-nos a antiga devoção dos nossos ancestrais à deusa Nábia.

Quando ocuparam a Península Ibérica à qual deram o nome de Hispânia, os romanos que à época não se haviam convertido ainda ao Cristianismo, adoptaram as divindades indígenas e ampliaram o seu panteão, apenas convertendo o nome de Nábia para Nabanus, tal como antes haviam feito com os deuses da antiga Grécia.

Qual reminiscência do período visigótico, a crença pagã em Nábia – ou Nabanus – viria a dar origem na famosa lenda de Santa Iria – ou Santa Irene – cujo corpo, após o seu martírio, ficou depositado nas areias do rio Tejo junto às quais se ergueram vários locais de culto, tendo inclusive dado origem a alguns topónimos como a Póvoa de Santa Iria e, com a introdução do Cristianismo, a atribuição do seu nome à antiga Scallabis, a actual cidade de Santarém.

Bem vistas as coisas, são em grande parte do rio Nabão e das suas nascentes as águas que o rio Tejo leva ao Oceano Atlântico, junto a Lisboa, depois daquele as entregar ao rio Zêzere. E, é nas águas cristalinas do rio Nabão que habita a deusa Nábia e nas suas margens que Santa Iria encontrou o eterno repouso.



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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