Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Domingo, 17 de Agosto de 2014
FESTA DOS TABULEIROS REGRESSA A TOMAR EM 2015



publicado por Carlos Gomes às 15:09
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Domingo, 6 de Julho de 2014
TOMAR PREPARA DESFILE DOS TABULEIROS EM 2015



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sábado, 21 de Junho de 2014
A “VACA DE FOGO” E O SOLSTÍCIO DE VERÃO

A Vaca de Fogo constitui uma das mais ancestrais tradições populares da região de Entre-o-Douro-e-Minho, intimamente ligada aos cultos solares praticados nomeadamente por ocasião do solstício de verão. Trata-se de uma manifestação de natureza pagã que, com o decorrer do tempo, foi sendo associada a festas da liturgia Cristã tais como as que se realizam em honra de São Sebastião, vulgo sebásticas. Em Cunha, no concelho de Braga, a Vaca de Fogo aparece associada à festa em honra de Nossa Senhora do Carmo que se realiza no segundo domingo de agosto.

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Popularizada pelo grupo musical “Madredeus”, a tradição da Vaca de Fogo apresenta surpreendentes semelhanças com a corrida da “Vaca das Cordas” que se realiza em Ponte de Lima, as corridas à corda dos Açores e as largadas de toiros e que se realizam num pouco por todo o país.

A Vaca de Fogo consiste numa espécie de corrida à volta da capela na qual, um rapaz transporta às suas costas uma armação pirotécnica em forma de vaca, afugentando o rapazio à sua volta que se diverte enxotando o animal.

Através do ritual do fogo, o homem celebra o renascimento da vida e do seu elemento purificador, precisamente quando ocorre o solstício de verão ou seja, o momento em que o sol atinge o seu ponto mais alto no Hemisfério Norte, constituindo o dia mais longo do ano. Por seu turno, a vaca constitui um dos animais que se encontra simbolicamente associado aos ritos de fertilidade.

Com a conversão dos povos da Península Ibérica ao Cristianismo, estes ritos foram sendo incorporados nomeadamente nas festas são-joaninas – ou juninas – com as suas fogueiras, muito populares nomeadamente em Braga e no Porto. Em Espanha, a tradição da Vaca de Fogo toma a designação de “Toro de Fuego”, constituindo um número imprescindível nas festas populares que se realizam na região de Valencia.

Os ritos pagãos celebram a ação criadora dos deuses, encarando a vida e a morte num ciclo ininterrupto de perpétuo renascimento, inscrevendo o solstício apenas como um local de passagem através do qual e por meio da ação purificadora do fogo, a vida renasce – é a ressurreição pagã!

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

Vídeo: Filipe Vilaça

Vaca de Fogo - Festa de Nossa Senhora do Carmo (2013) – Cunha. Braga

Foto: http://www.panoramio.com/



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Sábado, 31 de Maio de 2014
FESTA DOS TABULEIROS REGRESSA A TOMAR EM 2015



publicado por Carlos Gomes às 11:35
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2014
HOJE É DIA DA ESPIGA!

Hoje é Quinta-feira da Ascensão. Assim se denomina este dia em virtude de no calendário litúrgico se comemorar a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias que se seguem à Páscoa. Mas, este dia tem a particularidade de se celebrar também o "dia da espiga" ou "quinta-feira da espiga". Manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e flores campestres. Formam um ramo com espigas de trigo, rosmaninho, malmequeres e folhagem de oliveira que pode incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e papoilas. Depois, o ramo é guardado ao longo de um ano, pendurado algures dentro de casa.

dia da espiga

Crê-se que este costume, com mais incidência nas regiões a sul de Portugal, tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-nos adivinhar origens bem mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs naturalmente associadas às festas consagradas à deusa Flora que ocorriam por esta altura e a que a tradição dos maios e das maias também não é alheia.

É crença do povo que a espiga apanhada na quinta-feira da Ascensão proporciona felicidade e abundância no lar. Aliás, a espiga de trigo propriamente dita representa a abundância de pão, o ramo de oliveira simboliza a paz, as flores amarelas e brancas respetivamente o ouro e a prata que significam a fartura e a prosperidade.

Noutros tempos, era costume na cidade, as moças que estavam de criadas de servir, ainda arreigadas a antigas usanças das suas terras de origem, pedirem às patroas para que lhes concedessem licença nesse dia para irem apanhar a espiga... Não raras as vezes, um bom pretexto para irem ao encontro do namorico, pois quase sempre apenas tinham permissão de folga ao domingo. Aliás, devido em grande medida à liberdade que a festa proporcionava aos jovens nesse dia, a apanha da espiga adquiriu bem depressa um sentido mais malicioso sempre que as pessoas a ela se referem.

Atualmente, algumas ruas de Lisboa enchem-se de vendedeiras de ramos de espigas, as quais são cada vez mais solicitadas inclusivamente por pessoas cujas raízes culturais já nada tem a ver com tais costumes mais próprios do meio rural. Provavelmente, atraídas pela beleza com que se apresentam os ramos. Em todo o caso, procurando cumprir um ritual que ajuda a preservar uma tradição!

Carlos Gomes in http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 09:35
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Terça-feira, 27 de Maio de 2014
FESTA DOS TABULEIROS REGRESSA A TOMAR NO PRÓXIMO ANO



publicado por Carlos Gomes às 22:26
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Domingo, 25 de Maio de 2014
AS FESTAS A NOSSA SENHORA DOS ALTOS CÉUS E AS DANÇAS TRADICIONAIS DA LOUSA, EM CASTELO BRANCO

Existem no concelho de Castelo Branco tradições bastante peculiares que permanecem desconhecidas da maioria do povo português. Tratam-se das Danças das Virgens, Danças dos Homens e Danças das Tesouras que se realizam no âmbito das Festas em Honra de Nossa Senhora dos Altos Céus que têm lugar na freguesia de Lousa, por ocasião do 3º domingo do mês de maio.

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Reza a tradição que as festas em honra de Nossa Senhora dos Altos Céus tiveram origem numa promessa feita pelos habitantes de Lousa para que os livrasse de uma praga de gafanhotos que assolou a região em 1640, curiosamente o ano em que ocorreu a Restauração da Independência.

Tendo os gafanhotos desaparecido e, por conseguinte, sido obtida a graça pedida, consta que em gesto de agradecimento, um casal de agricultores e as suas oito filhas dançaram no adro da igreja, tendo a partir de então, dado origem à “Dança das Virgens” que até há relativamente pouco tempo era executada por rapazes. Por sua vez, também os homens organizaram a sua própria dança, a qual ficou conhecida por “Dança dos Homens”.

No domingo, após a celebração da eucaristia e realizada a procissão solene, oito “madamas”, atualmente raparigas solteiras, trajando vestidos brancos, ornamentadas com flores e ouro, acompanhadas pelo respetivo guardião que, de espada à cintura zela pela virtude das dançarinas, tocam trinchos e levam na mão um lenço branco com o qual acenam à Nossa Senhora dos Altos Céus e dançam ao som da viola beiroa. Os homens, envergando calça e camisa branca com cinta azul, apresentam-se com uma curiosa tiara ornamentada florida da qual pendem fitas de várias cores. Tocam genebres e tangem a viola beiroa ou bandurra, propositadamente desafinadas, apenas produzindo sons metálicos.

Pese embora a origem de tais tradições se encontrarem identificadas com ocorrências que se terão verificado em meados do século XVII, elas terão certamente raízes bem mais remotas à semelhança do que se verifica noutras culturas, muito provavelmente associados a ritos de fertilidade e de adoração de divindades associadas à Mãe Natureza, cristianizadas sob a forma do culto mariano e celebradas precisamente durante o mês de maio, na Lousa sob a invocação de Nossa Senhora dos Altos Céus.

A Lousa é uma pequena localidade recentemente integrada na freguesia de Escalos de Cima, dista cerca de 20 quilómetros de Castelo Branco e pertenceu outrora à Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, vulgo Ordem dos Templários.

Fotos: https://sites.google.com/site/alousarte/home

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

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publicado por Carlos Gomes às 15:28
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Sábado, 17 de Maio de 2014
TOMAR PREPARA FESTA DOS TABULEIROS DE 2015



publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2014
OURÉM: MOLEIROS DA RIBEIRA FAZEM A SESTA



publicado por Carlos Gomes às 00:14
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Sábado, 19 de Abril de 2014
A PÁSCOA: DAS ORIGENS PAGÃS À ATUALIDADE

Na Páscoa, o Cristianismo celebra a morte e ressurreição de Jesus Cristo, o que faz desta festividade porventura a mais importante e de maior significado para os cristãos. Com efeito, é a crença na ressurreição de Jesus Cristo que distingue a fé cristã em relação a outras confissões religiosas. Foi apenas no século II que a Igreja Católica fixou a Páscoa no domingo, sem a menor referência à celebração judaica. Sucede que Jesus Cristo, segundo o calendário hebraico, terá morrido em 14 de Nissan, precisamente o início do Pessach ou seja, o mês religioso judaico que marca o início da Primavera.

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Com efeito, de acordo com a tradição judaica, a Páscoa provém de Pessach que significa passagem e evoca a fuga dos judeus do Egipto em busca da Terra Prometida. Na realidade, tal significação remonta a raízes ainda mais ancestrais, concretamente às celebrações pagãs que ritualizavam a passagem do Inverno para a Primavera ou seja, as festas equinociais associadas à fertilidade e ao renascimento dos vegetais.

Tais celebrações eram antecedidas pela Serração da Velha, o Entrudo e as saturnais que originaram as festividades de Natal. Mas, as novas religiões monoteístas alicerçaram-se sobre as ruínas das crenças antigas e, por cima dos antigos santuários pagãos ergueram-se as novas catedrais românicas e góticas. Da mesma forma que, sobre as ruínas dos velhos castros foram construídos os castelos medievais. E, assim, também as celebrações pagãs se revestiram de novas formas mais de acordo com novas conceções religiosas e se cristianizaram, adquirindo uma nova simbologia e significação.

Subsistem, no entanto, antigas usanças que denunciam as origens pagãs da festividade pascal associadas a costumes importados da cultura anglo-saxónica que, em contacto com as tradições judaico-cristãs originam um sincretismo que conferem à celebração pascal uma conceção religiosa bastante heterodoxa. É o que se verifica, nomeadamente, com toda a simbologia associada ao coelho e aos ovos da Páscoa, sejam eles apresentados sob a forma de chocolate, introduzidos nos folares ou escondidos no jardim, rituais estes ligados à veneração praticada pelos nórdicos a Ostera, considerada a deusa da fertilidade e do renascimento, por assim dizer a deusa da aurora”.

Tal como para os judeus, a Pessach alude à passagem do anjo exterminador antes da sua partida do Egipto e, ao assinalarem as suas casas com o sangue do cordeiro levaram a que fossem poupados da praga lançada por Javé, para os cristãos é o próprio Jesus Cristo que incarna a vítima sacrificial ou seja, o cordeiro pascal que expia os pecados dos homens. Também para os cristãos, a Páscoa representa a passagem da morte para a vida eterna e o reencontro com Deus.

Na Páscoa, o sol primaveril irrompe pelas veigas verdejantes enquanto as árvores se espreguiçam num novo amanhecer. As flores exalam um perfume inebriante que inundam os céus e a todos contagia. As casas dos lavradores engalanam-se para receber a visita pascal. Junca-se o caminho com um tapete colorido feito de funcho, cravo e rosmaninho. O pároco, de sobrepeliz e estola entra pelos quinteiros, logo seguido a curta distância pelo mordomo, vestindo a opa vermelha e levando consigo a cruz florida que a dá a beijar, e o sacristão com a sineta e a caldeirinha de água benta. Lá fora, o estalejar dos foguetes indica o local exato onde segue a cruz. Em redor, a natureza renasce e adquire especial fulgor.

Mais intensamente vivida nas alegres aldeias minhotas, os casais e lugares de Ourém há muito que têm vindo a perder a tradição da visita pascal. E, no entanto, a visita pascal constitui um quadro de inigualável beleza e colorido que bem merecia ser preservado.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 11:09
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2014
OURÉM: MOLEIROS DA RIBEIRA FAZEM A SESTA



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Terça-feira, 8 de Abril de 2014
OURÉM CELEBRA SEMANA SANTA

Semana Santa em Ourém

13 a 20 de abril

Vila Medieval de Ourém

13 de abril | 11.30H

Domingo de Ramos

Comunhão Pascal dos Jovens

14 de abril | 21.00H

Celebração Penitencial

17 de abril | 20.30H

Celebração da Ceia do Senhor

Rito do lava-pés

Adoração Eucarística

18 de abril | Sexta-feira Santa

09.00H Canto de Laudes

15.00H Via - Sacra ao vivo e procissão do Senhor Morto

Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Distribuição da Sagrada Comunhão (Igreja de N.ª Sr.ª das Misericórdias)

19 de abril

09.00H Canto de Laudes

22.00H Celebração da Solene Vigília Pascal

20 de abril | Domingo de Páscoa

11.00H Celebração Pascal seguida de Procissão do Senhor Ressuscitado com a presença da Sociedade Filarmónica Ouriense e de todas as Confrarias da Paróquia.

Igreja Nª Srª das Misericórdias

Organização do Município de Ourém, Paróquia de Nossa Senhora das Misericórdias e Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias



publicado por Carlos Gomes às 12:41
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Quarta-feira, 26 de Março de 2014
A “SERRAÇÃO DA VELHA” ANUNCIA A PRIMAVERA

Sob uma forma mais ou menos cristianizada, os povos modernos preservam tradições cujas origens pagãs atestam a sua antiguidade. São disso exemplo as festas equinociais que anunciam a chegada da Primavera como sucede com o Entrudo e a Páscoa, as fogueiras de São João que celebram o solstício do Verão e ainda as saturnais romanas que foram substituídas pela quadra natalícia. De igual modo, também a Serração da Velha continua a ser celebrada, ainda que por vezes sob a forma da "Queima do Judas" ou a “Vaca de Fogo”.

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Através do rito, o ser humano participa na ação criadora dos deuses. Através da Serração da Velha - ritual que invariavelmente tem lugar na quarta-feira da terceira semana da Quaresma - mais não se pretende do que celebrar o renascimento da Natureza e a expulsão dos demónios do Inverno, nomeadamente através de manifestações ruidosas como a utilização de sarroncas, zaquelitraques e outros instrumentos musicais. Ao invés do cristianismo, a crença antiga unia a vida à morte num ciclo de perpetuo renascimento, tal como ao inverno sucede a Primavera. O cristianismo haveria de fazer coincidir a Ressurreição do Senhor com a celebração da Primavera, tal como à data em que ocorriam as saturnais romanas e entre os povos mais antigos tinham lugar os cultos de adoração ao Sol foi atribuído o nascimento de Jesus, sem que no entanto exista qualquer comprovação bíblica.

Nesta quadra, o ovo pascal assume um particular significado por aquilo que simboliza. Tal como o coelho, o ovo representa a fertilidade e o nascimento de uma vida, razão pela qual ele aparece com frequência nos tradicionais folares ou sob a forma de chocolate. Ainda atualmente, é habitual os camponeses da Alemanha enterrarem ovos nos solos agrícolas convencidos de que tal rito é propiciador à fertilidade dos campos. É que os rituais antigos se encontram intimamente ligados ao ciclo de vida dos vegetais.

Apesar de tratarem-se de diferentes versões de uma mesma celebração, os ritos da Serração da Velha e da Queima do Judas apresentam extraordinárias semelhanças, a mais importante das quais constitui a leitura do respetivo testamento que, em ambos os casos, é invariavelmente utilizado como arma de crítica social aceite por todos. Localidades existem em que esta função se apresenta sob a forma e designação de "pulhas". Tal como o jejum observado por cristãos durante a Quaresma e pelos muçulmanos no Ramadão pretende purificar o corpo e a alma do indivíduo, a crítica subjacente ao "Testamento" lido na Queima do Judas ou na Serração da Velha procura corrigir certos defeitos conhecidos entre a comunidade.

O folclore não compreende unicamente as formas de cantar e bailar do povo mas ainda as suas crenças e costumes mais genuínos. Os grupos folclóricos dignos desse nome devem saber preservar tais tradições, através da sua reconstituição em cenários tão reais quanto possíveis. E, sobretudo, devem evitar que esses costumes e o respetivo cancioneiro caia no esquecimento, nomeadamente fazendo a recolha e procedendo à respetiva publicação. Quando assim procederem, terão feito um excelente trabalho em prol do folclore da sua região, merecedor do reconhecimento público

GOMES, Carlos. A Serração da Velha. http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014
CHINESES EM PORTUGAL COMEMORAM ANO NOVO

Sob o signo do cavalo, a comunidade chinesa radicada em Portugal celebrou hoje o Ano Novo Chinês, contemplando diversos espetáculos de dança, teatro música, folclore, uma exibição de kung fu dos monges de Shao Lin e até uma interpretação de alguns fados bem lisboetas pela magnífica voz de uma jovem cantora chinesa.

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O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

As celebrações do novo ano chinês tiveram o seu início na passada sexta-feira e prolongam-se por uma semana, tendo como palco privilegiado a cidade de Lisboa onde a presença chinesa é mais significativa.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

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Ano Novo Chinês Lisboa (13)



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A TRADIÇÃO JÁ NÃO É O QUE ERA: ACABARAM AS JANEIRAS, COMEÇAM AS “FEVEREIRAS”!

Era outrora costume, desde o início do ano até à Epifania que ocorre a 6 de janeiro, pequenos grupos de pessoas percorrerem as ruas cantarolando de porta em porta, anunciando o nascimento de Jesus e desejando feliz ano novo.

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Levavam esses grupos consigo alguns instrumentos musicais tradicionais como a viola, a flauta, o bombo e a pandeireta e entoavam cantigas apropriadas pedindo as sobras das festas natalícias. No final, o grupo partilhava as oferendas recebidas. Trata-se da tradição do cantar das Janeiras, assim denominadas por terem lugar no mês de janeiro.

Com o decorrer do tempo e a sua entrada em desuso, os grupos folclóricos e outras associações culturais encarregaram-se de reanimar tais tradições, tocando e cantando e recolhendo as “sobras” que entretanto, passaram na maior parte dos casos a ser em dinheiro. E como tais entidades se debatem frequentemente com falta de recursos financeiros, eis que encontraram neste costume uma excelente forma de se financiarem, prolongando a “tradição” até aos finais do mês de janeiro e prevendo-se que a mesma num futuro próximo venha a estender-se… até ao carnaval!

Os grupos e associações ligadas ao folclore têm por missão preservar e divulgar a nossa cultura tradicional e não utilizá-la de forma mercantil, adulterando a sua verdadeira razão de ser.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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Quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014
A “VACA DE FOGO” E O SOLSTÍCIO DE VERÃO

A Vaca de Fogo constitui uma das mais ancestrais tradições populares da região de Entre-o-Douro-e-Minho, intimamente ligada aos cultos solares praticados nomeadamente por ocasião do solstício de verão. Trata-se de uma manifestação de natureza pagã que, com o decorrer do tempo, foi sendo associada a festas da liturgia Cristã tais como as que se realizam em honra de São Sebastião, vulgo sebásticas. Em Cunha, no concelho de Braga, a Vaca de Fogo aparece associada à festa em honra de Nossa Senhora do Carmo que se realiza no segundo domingo de agosto.

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Popularizada pelo grupo musical “Madredeus”, a tradição da Vaca de Fogo apresenta surpreendentes semelhanças com a corrida da “Vaca das Cordas” que se realiza em Ponte de Lima, as corridas à corda dos Açores e as largadas de toiros e que se realizam num pouco por todo o país.

A Vaca de Fogo consiste numa espécie de corrida à volta da capela na qual, um rapaz transporta às suas costas uma armação pirotécnica em forma de vaca, afugentando o rapazio à sua volta que se diverte enxotando o animal.

Através do ritual do fogo, o homem celebra o renascimento da vida e do seu elemento purificador, precisamente quando ocorre o solstício de verão ou seja, o momento em que o sol atinge o seu ponto mais alto no Hemisfério Norte, constituindo o dia mais longo do ano. Por seu turno, a vaca constitui um dos animais que se encontra simbolicamente associado aos ritos de fertilidade.

Com a conversão dos povos da Península Ibérica ao Cristianismo, estes ritos foram sendo incorporados nomeadamente nas festas são-joaninas – ou juninas – com as suas fogueiras, muito populares nomeadamente em Braga e no Porto. Em Espanha, a tradição da Vaca de Fogo toma a designação de “Toro de Fuego”, constituindo um número imprescindível nas festas populares que se realizam na região de Valencia.

Os ritos pagãos celebram a ação criadora dos deuses, encarando a vida e a morte num ciclo ininterrupto de perpétuo renascimento, inscrevendo o solstício apenas como um local de passagem através do qual e por meio da ação purificadora do fogo, a vida renasce – é a ressurreição pagã!

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

Vídeo: Filipe Vilaça

Vaca de Fogo - Festa de Nossa Senhora do Carmo (2013) – Cunha. Braga

Foto: http://www.panoramio.com/



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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014
AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA RECORDAM DESCAMISADAS DE ANTIGAMENTE

A LaMASE (Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia) vai realizar no dia 11 de janeiro de 2014, sábado, mais uma edição das “CONVERSAS DOS AVÓS” que pretende trazer o público sénior ao museu para participar num momento de tertúlia e partilhar com outras gerações as suas recordações.

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A sessão terá início às 14h00 nas instalações MASE e terá como tema de conversa «Antigamente, nas descamisadas…». Na sessão projetar-se-ão as fotos e vídeo de uma parceria da LaMASE e da Academia dos Esfaguntados realizada em agosto passado onde se recriou uma “Descamisada à moda antiga” no lugar de Boleiros. A música também não irá faltar neste convívio.



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Domingo, 5 de Janeiro de 2014
AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA RECORDAM DESCAMISADAS DE ANTIGAMENTE

A LaMASE (Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia) vai realizar no dia 11 de janeiro de 2014, sábado, mais uma edição das “CONVERSAS DOS AVÓS” que pretende trazer o público sénior ao museu para participar num momento de tertúlia e partilhar com outras gerações as suas recordações.

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A sessão terá início às 14h00 nas instalações MASE e terá como tema de conversa «Antigamente, nas descamisadas…». Na sessão projetar-se-ão as fotos e vídeo de uma parceria da LaMASE e da Academia dos Esfaguntados realizada em agosto passado onde se recriou uma “Descamisada à moda antiga” no lugar de Boleiros. A música também não irá faltar neste convívio.



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Segunda-feira, 30 de Dezembro de 2013
AMIGOS DO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA VÃO RECORDAR AS DESCAMISADAS DE ANTIGAMENTE

A LaMASE (Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia) vai realizar no dia 11 de janeiro de 2014, sábado, mais uma edição das “CONVERSAS DOS AVÓS” que pretende trazer o público sénior ao museu para participar num momento de tertúlia e partilhar com outras gerações as suas recordações.

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A sessão terá início às 14h00 nas instalações MASE e terá como tema de conversa «Antigamente, nas descamisadas…». Na sessão projetar-se-ão as fotos e vídeo de uma parceria da LaMASE e da Academia dos Esfaguntados realizada em agosto passado onde se recriou uma “Descamisada à moda antiga” no lugar de Boleiros. A música também não irá faltar neste convívio.



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Sexta-feira, 27 de Dezembro de 2013
AS ORIGENS PAGÃS DO BOLO-REI

À semelhança do que sucede com a generalidade dos costumes atuais, perde-se no tempo a verdadeira origem do bolo-rei, da mesma forma que também este apresenta formas e designações variadas consoante as culturas. Assim, em Inglaterra mantém-se a tradição de comer e efetuar corridas com panquecas por ocasião da Terça-feira Gorda. Tratam-se, na realidade, de festividades de origem pagã que se encontram ligadas a rituais de fertilidade que outrora se realizavam por ocasião do Entrudo e visavam preparar a chegada da Primavera e, como ela, o renascimento dos vegetais.

Bolo-Rei

A própria designação de Terça-feira Gorda remete-nos para o antigo costume de fazer desfilar pela cidade um boi gordo antes de sacrificá-lo, prática cujas reminiscências ainda se preservam nomeadamente através das largadas de touros e na corrida da Vaca das Cordas. Da mesma forma que nos festejos carnavalescos se preserva a figura do respetivo Rei que cabia outrora àquele que no bolo encontrasse a fava ou o feijão dourado, sendo como tal tratado durante o ano inteiro.

Por seu turno, os romanos introduziram tal prática por ocasião das saturnais que eram as festividades que se realizavam em 25 de Dezembro, em celebração do solstício de Inverno, também eles elegendo um rei da festa escolhido á sorte pelo método da fava. À semelhança do que se verifica com a Coroa do Advento, a sua forma circular remete para antigos ritos solares perfeitamente enquadrados nas festividades solsticiais e nas saturnais romanas.

Com vista à conversão dos povos do Império Romano que preservavam em geral as suas crenças pagãs, o Cristianismo passou a identificar o “bolo-rei” com a celebração da Epifania e, consequentemente, aos Reis Magos. E, assim, aos seus enfeites e condimentos passaram a associar-se as prendas simbólicas oferecidas ao Messias ou seja, a côdea, as frutas secas e cristalizadas e o aroma significam respetivamente o ouro, a mirra e o incenso. Apesar disso e atendendo a que eram três os reis magos, esta iguaria não passou a ser identificada como “bolo dos reis”, conservando apenas a sua designação como “bolo-rei” ou seja, contrariando a sua própria conversão.

Durante a Idade Média, este costume enraizou-se na Europa devido à influência da Igreja a tal ponto que passou a ser celebrado na própria corte dos reis de França e a ser conhecido como Gâteau des Rois. Porém, com a revolução francesa, o mesmo veio a ser proibido em virtude da sua alusão á figura real, o mesmo tendo sucedido entre nós, imediatamente após a instauração da República, tendo alguns republicanos passado a designá-lo por “bolo-presidente” e até “bolo Arriaga”, em homenagem ao então Presidente da República.

Quanto aos seus condimentos e método de confeção, é usual associar-se à tradição da pastelaria francesa a sul do Loire, o que parece corroborar com a informação de que foi a Confeitaria Nacional a primeira casa que em Portugal produziu e vendeu o bolo-rei a partir de uma receita trazida de França, por volta de 1870. Resta-nos saber, até que ponto, também esta não terá buscado inspiração no tradicional bolo inglês.

Com a aproximação da Páscoa associada à chegada da Primavera e, com ela, o renascimento da Vida, o tradicional folar não trará favas escondidas no seu interior mas ovos que simbolizarão a fertilidade, de novo a evocar ritos ancestrais a um tempo anterior à nossa conversão ao Cristianismo.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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Quinta-feira, 26 de Dezembro de 2013
FEREIRA DO ZÊZERE MANTÉM A TRADIÇÃO DE CANTAR OS REIS

ENCONTRO DE GRUPOS DE REIS | 5 DE JANEIRO | 15H30

CENTRO CULTURAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

A tradição do “Cantar dos Reis” regressa a Ferreira do Zêzere. Até ao próximo dia 6 de Janeiro as povoações do concelho voltam a receber os tradicionais grupos de Reiseiros entoando melodias e quadras alusivas à época que estamos a viver. No dia 5 de Janeiro, decorrerá o já habitual encontro de Grupos de Reis no Centro Cultural, pelas 15h30. A entrada para este evento é “solidária”, ou seja, o bilhete é dado em troca de bens alimentares. Informa-se também que estão a decorrer as inscrições para grupos que queiram participar neste encontro, as mesmas devem ser realizadas no Posto de Turismo de Ferreira do Zêzere ou através do email cultura@cm-ferreiradozezere.pt até ao próximo dia 2 de Janeiro.



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Sábado, 21 de Dezembro de 2013
ORIGENS E SIGNIFICADO DA COROA DO ADVENTO

A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Seguindo a sua liturgia, é acesa a vela que corresponde à respetiva semana, entoando cânticos e fazendo leitura de passagens da Bíblia alusivas ao Advento.

As origens desta tradição remontam a antigos ritos colares praticados pelos povos europeus através dos quais celebravam o nascimento do Sol ou seja, o solstício de Dezembro, os quais vieram mais tarde a dar origem às saturnais romanas.

A sua forma circular representava precisamente a divindade solar que ocupava um lugar central em todos os ritos pagãos. Durante o inverso, os povos antigos acendiam enormes fogueiras que, simbolizando a luz e o calor em cujo regresso se depositavam as esperanças, aparece simbolizado nas velas que fazem parte dos rituais da nossa fé.

Com efeito, através do rito, os povos antigos celebravam a ação criadora dos Deuses, assegurando dessa forma a ininterrupção do ciclo da vida e da morte num perpétuo renascimento e conferindo ao ritual um cunho de magia.

Porém, partindo de tais costumes e tradições, os cristãos transmitiram a esses povos pagãos uma nova espiritualidade, levando-os a substituir as suas crenças ancestrais. E, desse modo, também a Coroa do Advento adquiriu uma nova simbologia e um novo significado.

Para o cristão, a infinidade do círculo representado na forma circular da Coroa do Advento representa o amor de Deus e a sua eternidade, bem assim como a aliança entre Deus e o Homem.

Os seus ramos verdes simbolizam a Esperança e a Vida na crença da Vida Eterna e da Ressurreição que constitui precisamente aquilo que distingue o verdadeiro cristão.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013
MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA EXPÕE “PRESÉPIOS DE LUÍS ALENQUER”

No próximo domingo, dia 8 de dezembro, pelas 15h00, realizar-se-á a sessão oficial de abertura da exposição temporária do MASE (Museu de Arte Sacra e Etnologia), intitulada «Presépios de Luís Alenquer».

Esta mostra, que expõe 28 presépios do artista Luís Alenquer, concebidos na sua maioria em xisto e madeira, resulta de uma parceria entre a LaMASE (Liga dos Amigos do MASE) e este museu dos Missionários da Consolata em Fátima.

Para abertura foram convidados os alunos do Colégio de São Miguel (Fátima) e do Conservatório de Música de Ourém e Fátima que realizarão um momento musical com reportório natalício.

A entrada é livre para este momento inaugurativo.

A exposição poderá ser visitada de terça a domingo das 10h00 às 17h00 até ao dia 2 de fevereiro de 2014.

Visitas guiadas para grupos através de marcação prévia (Telef. 249 539 470).



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Sábado, 16 de Novembro de 2013
RIO DE COUROS REALIZA AMANHÃ MAGUSTO DE S. MARTINHO



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Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013
FATIMA: MOITA REDONDA REALIZA MAGUSTO



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Terça-feira, 12 de Novembro de 2013
RIO DE COUROS ORGANIZA MAGUSTO DE S. MARTINHO



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Sábado, 9 de Novembro de 2013
ASSOCIAÇÃO FILARMÓNICA 1º DEZEMBRO REALIZA AMANHÃ MAGUSTO DE S. MARTINHO



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Segunda-feira, 4 de Novembro de 2013
ASSOCIAÇÃO FILARMÓNICA 1º DEZEMBRO ORGANIZA MAGUSTO



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Sexta-feira, 1 de Novembro de 2013
CELEBRAÇÃO DO HALLOWEEN OU “NOITE DAS BRUXAS” TEM RAÍZES ANCESTRAIS NA NOSSA CULTURA

A celebração, nos Estados Unidos da América, do Haloween ou "noite das bruxas", mais não constitui do que a tradição do culto dos mortos que os colonos europeus levaram para o continente americano. Entretanto, a tradição regressa à Europa revestido de um embrulho mais atraente e comercial. O culto dos mortos constitui entre nós uma das mais ricas tradições que nos remetem para ancestrais cultos pagãos.

bruxa

Desde sempre o Homem acreditou na possibilidade dos mortos intercederem na ação criadora dos deuses e no próprio ciclo da natureza, contribuindo inclusivamente para o renascimento dos vegetais e das culturas que os demónios e maus espíritos do inverno fizeram desaparecer. Esta crença está na origem de uma infinidade de práticas relacionadas com o culto dos mortos que regra geral se iniciam em Novembro e prolongam-se até à Serração-da-Velha, atravessando as cerimónias solsticiais ou "saturnais" e os festejos carnavalescos.

Naturalmente, os ritos variam consoante as celebrações em causa mas conservam entre si uma finalidade comum que é o de assegurar que o ciclo da vida e da morte não se interrompa, possibilitando por conseguinte que ao inverno suceda impreterivelmente a primavera. De acordo com as investigações feitas no domínio da arqueologia e da antropologia, acredita-se que as práticas do culto dos mortos tiveram o seu começo na fase de transição da pedra lascada para a pedra polida, sendo disso testemunho os inúmeros monumentos funerários como os dolmens ou antas, inscrições votivas e outros achados. O folclore trouxe até nós inúmeros vestígios desse modo de pensar e dos cultos praticados pelos nossos ancestrais, devendo por esse modo constituir uma importante fonte de estudo.

Pão por Deus! - pedem as crianças na região saloia, percorrendo as casas em alegre peditório. A ladainha varia contudo de uma região para outra. Por exemplo, para os lados de Braga é costume dizer-se do seguinte modo: "Bolinhos, bolinhós, / Para mim e para vós / E para quem está debaixo da cruz / Truz truz". Na região de Ourém, o rapazio vai pelos casais e suplica: "Ti Maria: dai-me um bolinho em louvor de todos os santinhos!". E, se a dona da casa é pessoa dada à brincadeira, ao assomar à soleira da porta responde prontamente: "Dou sim... com uma tranca no focinho!"

Por esta ocasião, as pessoas cumprem o ritual da visita aos cemitérios e cuidam das sepulturas dos seus entes queridos. Mas, também em casa é costume em muitas localidades, após a ceia, deixar até ao dia seguinte a mesa composta de iguarias para que os defuntos possam banquetear-se. Em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, na noite de Todos-os-Santos coloca-se uma mesa com castanhas para os familiares falecidos, as quais ninguém tocará porque ficam "babadas dos defuntos". Da mesma forma que o azeite que alumia os defuntos jamais alumiará os vivos. Entre alguns povos do leste europeu conserva-se ainda a tradição de organizar o festim no próprio cemitério a fim de que todos em conjunto - mortos e vivos - possam confraternizar!

A partir desta época do ano, as noites das aldeias são povoadas por criaturas extraordinárias que surgem nas encruzilhadas e amedrontam os notívagos. Uivam os lobos nas penedias enquanto as bruxas se reúnem debaixo das pontes. A prudência aconselha que ao gado se prendam pequenas saquinhas de amuletos que o resguardem do "mau-olhado". O serão é passado à lareira ouvindo histórias que nos embalam num mundo de sonhos e fantasia que nos alimenta a imaginação. E, quando finalmente é chegada a hora de dormir, faz-se o sinal-da-cruz para que o demónio não nos apoquente e a manhã do dia seguinte volte a sorrir radiante a anunciar uma vida nova.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013
NÃO ACREDITO EM BRUXAS MAS ELAS EXISTEM... EM ALVAIÁZERE!



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Segunda-feira, 28 de Outubro de 2013
ASSOCIAÇÃO FILARMÓNICA 1º DE DEZEMBRO REALIZA MAGUSTO DE S. MARTINHO



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Sábado, 19 de Outubro de 2013
BRUXAS ANDAM À SOLTA EM ALVAIÁZERE!



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Segunda-feira, 14 de Outubro de 2013
TI MARIA: DÁ-ME O BOLINHO?

Crenças e superstições em Novembro

Desde sempre o Homem acreditou na possibilidade dos mortos intercederem na acção criadora dos deuses e no próprio ciclo da natureza, contribuindo inclusivamente para o renascimento dos vegetais e das culturas que os demónios e maus espíritos do inverno fizeram desaparecer. Esta crença está na origem de uma infinidade de práticas relacionadas com o culto dos mortos que regra geral se iniciam em Novembro e prolongam-se até à Serração-da-Velha, atravessando as cerimónias solsticiais ou "saturnais" e os festejos carnavalescos.

Naturalmente, os ritos variam consoante as celebrações em causa mas conservam entre si uma finalidade comum que é o de assegurar que o ciclo da vida e da morte não se interrompa, possibilitando por conseguinte que ao inverno suceda impreterivelmente a primavera. De acordo com as investigações feitas no domínio da arqueologia e da antropologia, acredita-se que as práticas do culto dos mortos tiveram o seu começo na fase de transição da pedra lascada para a pedra polida, sendo disso testemunho os inúmeros monumentos funerários como os dolmens ou antas, inscrições votivas e outros achados. O folclore trouxe até nós inúmeros vestígios desse modo de pensar e dos cultos praticados pelos nossos ancestrais, devendo por esse modo constituir uma importante fonte de estudo.

Pão por Deus! - pedem as crianças na região saloia, percorrendo as casas em alegre peditório. A ladainha varia contudo de uma região para outra. Por exemplo, para os lados de Braga é costume dizer-se do seguinte modo: "Bolinhos, bolinhós, / Para mim e para vós / E para quem está debaixo da cruz / Truz truz". Na região de Ourém, o rapazio vai pelos casais e suplica: "Ti Maria: dai-me um bolinho em louvor de todos os santinhos!". E, se a dona da casa é pessoa dada à brincadeira, ao assomar à soleira da porta responde prontamente: "Dou sim... com uma tranca no focinho!"

Por esta ocasião, as pessoas cumprem o ritual da visita aos cemitérios e cuidam das sepulturas dos seus entes queridos. Mas, também em casa é costume em muitas localidades, após a ceia, deixar até ao dia seguinte a mesa composta de iguarias para que os defuntos possam banquetear-se. Em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, na noite de Todos-os-Santos coloca-se uma mesa com castanhas para os familiares falecidos, as quais ninguém tocará porque ficam "babadas dos defuntos". Da mesma forma que o azeite que alumia os defuntos jamais alumiará os vivos. Entre alguns povos do leste europeu conserva-se ainda a tradição de organizar o festim no próprio cemitério a fim de que todos em conjunto - mortos e vivos - possam confraternizar!

A partir desta época do ano, as noites das aldeias são povoadas por criaturas extraordinárias que surgem nas encruzilhadas e amedrontam os notívagos. Uivam os lobos nas penedias enquanto as bruxas se reúnem debaixo das pontes. A prudência aconselha que ao gado se prendam pequenas saquinhas de amuletos que o resguardem do "mau-olhado". O serão é passado à lareira ouvindo histórias que nos embalam num mundo de sonhos e fantasia que nos alimenta a imaginação. E, quando finalmente é chegada a hora de dormir, faz-se o sinal-da-cruz para que o demónio não nos apoquente e a manhã do dia seguinte volte a sorrir radiante a anunciar uma vida nova.

bruxa

Haloween ou "noite das bruxas"

A celebração nos Estados Unidos da América do Haloween ou "noite das bruxas" mais não constitui do que uma transposição que foi feita do culto dos mortos que os colonos europeus levaram para aquele continente e que agora nos procuram procuram "vender" da mesma forma que nos impingem uma suposta cultura americana.

Possuindo os portugueses as mais ricas tradições, incluindo as que se relacionam com ancestrais cultos pagãos, não se justifica a transmissão às novas gerações de elementos culturais que mais não constituem uma manifestação requentada da nossa própria cultura. E a Escola, enquanto elemento transmissor de cultura e saber, deve explicar aos mais jovens as origens europeias e portuguesas da cultura americana.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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ALVAIÁZERE FESTEJA DIA DAS BRUXAS



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Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013
CONCENTRAÇÃO VESPINGA EM FÁTIMA INCLUI ENCONTRO DE SABORES E TRADIÇÕES



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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2013
OURÉM: AMANHÃ REALIZA-SE EM FÁTIMA ESCAMISADA DO MILHO



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Quarta-feira, 28 de Agosto de 2013
OURÉM: FÁTIMA RECRIA “ESCAMISADA” DO MILHO

No próximo sábado, dia 31 de agosto, realizar-se-á em Boleiros, Fátima, uma “Escamisada à moda antiga”. Designada de escamisada, descamisada, desfolhada, esfolhada, consoante a região, esta ação consiste em despir a maçaroca do milho.

Recriando ambientes de outrora, esta atividade foi já promovida em 2007 com grande êxito pela Academia dos Esfaguntados no âmbito das Comemorações dos 400 Anos do Culto a Santa Bárbara, juntando-se este ano a La-Mase (Liga dos Amigos do Museu de Arte Sacra e Etnologia).

Na Eira do Outeiro, pelas 12h00 abrirá a Taberna da Eira com petiscos variados, apontamentos musicais, culturais e etnográficos. Pelas 19h00 assistir-se-á à chegada do milho e mediante inscrição no local haverá " Merenda na Eira”. A “escamisada” está marcada para as 21h30.

Uma iniciativa a não perder!



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Terça-feira, 27 de Agosto de 2013
FÁTIMA RECRIA TRADIÇÃO DA ESCAMISADA DO MILHO



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Sábado, 24 de Agosto de 2013
FÁTIMA REVIVE TRADIÇÃO DA ESCAMISADA DO MILHO



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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
O JOGO DO PREGO ESTÁ NA MODA!

Nos últimos tempos, não há festa popular onde o jogo do prego não pontifique como o divertimento mais concorrido. Trata-se de uma espécie de concurso que consiste em saber qual o concorrente que consegue em primeiro lugar enterrar uma grande cavilha num cepo de madeira.

P1040503

As ferramentas do jogo resumem-se a um martelo que é usado à vez e uma cavilha por cada concorrente, não havendo limite quanto ao número de participantes. Porém, uma vez que apenas existe um vencedor, cabendo aos demais concorrentes pagar os pregos e uma bebida ao vencedor, no caso de os concorrentes serem muitos, aquele arrisca-se a ficar embriagado!

Foto: http://jsousa41.blogspot.pt/



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Quarta-feira, 21 de Agosto de 2013
OURÉM: FÁTIMA REALIZA ESCAMISADA DO MILHO



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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013
SEIÇA ACENDE FOGUEIRA DE S. PEDRO

A centenária fogueira de S. Pedro, em Seiça, volta a acender-se. A tradição vai voltar a repetir-se em Fontainhas de Seiça.

Os jovens que este ano completam 20 anos vão acender, por volta da 1h da manhã, a grande fogueira dedicada a S. Pedro.

Para além da fogueira, a noite vai ser animada com música, pelo grupo “NS” e pelos “Mistakes” e contará com serviço de bar e restaurante com sardinha assada, sopa da pedra e bifanas.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Social e Cultural de Fontainhas de Seiça e conta com o apoio de parceiros locais.



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Domingo, 23 de Junho de 2013
FONTAÍNHAS DE SEIÇA ACENDE FOGUEIRA A S. PEDRO

A centenária fogueira de S. Pedro, em Seiça, volta a acender-se. A tradição vai voltar a repetir-se em Fontainhas de Seiça.

Os jovens que este ano completam 20 anos vão acender, por volta da 1h da manhã, a grande fogueira dedicada a S. Pedro.

Para além da fogueira, a noite vai ser animada com música, pelo grupo “NS” e pelos “Mistakes” e contará com serviço de bar e restaurante com sardinha assada, sopa da pedra e bifanas.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Social e Cultural de Fontainhas de Seiça e conta com o apoio de parceiros locais.



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Quarta-feira, 19 de Junho de 2013
JUVENTUDE DE SEIÇA SALTA À FOGUEIRA

A centenária fogueira de S. Pedro, em Seiça, volta a acender-se. A tradição vai voltar a repetir-se em Fontainhas de Seiça.

Os jovens que este ano completam 20 anos vão acender, por volta da 1h da manhã, a grande fogueira dedicada a S. Pedro.

Para além da fogueira, a noite vai ser animada com música, pelo grupo “NS” e pelos “Mistakes” e contará com serviço de bar e restaurante com sardinha assada, sopa da pedra e bifanas.

Trata-se de uma iniciativa da Associação Social e Cultural de Fontainhas de Seiça e conta com o apoio de parceiros locais.



publicado por Carlos Gomes às 14:05
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Quinta-feira, 30 de Maio de 2013
HOJE É DIA DE CORPO DE DEUS!

Desde 1282, por vontade do Rei D. Dinis, Portugal celebra hoje o Dia de Corpo de Deus ou de Corpus Christi. Instituída pelo Papa Urbano IV em 11 de agosto de 1264 e cinco anos depois decretada a sua obrigatoriedade em todo o mundo cristão, a celebração do Corpo de Deus ocorre na quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade, sendo o segundo domingo após o Pentecostes.

Corpo_de_Deus_1

A celebração do Corpo de Cristo consiste numa solenidade do Corpo e Sangue de Cristo destinada a realçar a presença real de “Cristo todo” no pão, sendo os católicos chamados a participar na Santa Missa, na forma estabelecida pela conferência episcopal do respetivo país.

Pela primeira vez, após setecentos e trinta anos, as celebrações do Corpo de Deus deixam de ocorrer no nosso país no dia que lhe está consagrado em virtude da supressão do feriado imposta pelo atual governo, devendo as mesmas realizarem-se no próximo domingo.

Fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 09:50
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Quinta-feira, 9 de Maio de 2013
HOJE É DIA DA ESPIGA!

É Quinta-feira da Ascensão. Assim se denomina este dia em virtude de no calendário litúrgico se comemorar a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias que se seguem à Páscoa. Mas, este dia tem a particularidade de se celebrar também o "dia da espiga" ou "quinta-feira da espiga". Manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e flores campestres. Formam um ramo com espigas de trigo, rosmaninho, malmequeres e folhagem de oliveira que pode incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e papoilas. Depois, o ramo é guardado ao longo de um ano, pendurado algures dentro de casa.

dia da espiga

Crê-se que este costume, com mais incidência nas regiões a sul de Portugal, tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-nos adivinhar origens bem mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs naturalmente associadas às festas consagradas à deusa Flora que ocorriam por esta altura e a que a tradição dos maios e das maias também não é alheia.

É crença do povo que a espiga apanhada na quinta-feira da Ascensão proporciona felicidade e abundância no lar. Aliás, a espiga de trigo propriamente dita representa a abundância de pão, o ramo de oliveira simboliza a paz, as flores amarelas e brancas respectivamente o ouro e a prata que significam a fartura e a prosperidade.

Noutros tempos, era costume na cidade, as moças que estavam de criadas de servir, ainda arreigadas a antigas usanças das suas terras de origem, pedirem às patroas para que lhes concedessem licença nesse dia para irem apanhar a espiga ... não raras as vezes, um bom pretexto para irem ao encontro do namorico, pois quase sempre apenas tinham permissão de folga ao domingo. Aliás, devido em grande medida à liberdade que a festa proporcionava aos jovens nesse dia, a apanha da espiga adquiriu bem depressa um sentido mais malicioso sempre que as pessoas a ela se referem. 

Actualmente, algumas ruas de Lisboa enchem-se de vendedeiras de ramos de espigas, as quais são cada vez mais solicitadas inclusivamente por pessoas cujas raízes culturais já nada têm a ver com tais costumes mais próprios do meio rural. Provavelmente, atraídas pela beleza com que se apresentam os ramos. Em todo o caso, procurando cumprir um ritual que ajuda a preservar uma tradição!

Carlos Gomes in http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Sábado, 23 de Março de 2013
COMEÇAM AMANHÃ EM OURÉM AS CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA

Semana Santa em Ourém

24 a 31 de março

Via – Sacra ao vivo | 29 de março | 15.00H

Centro Histórico de Ourém

Domingo de Ramos, 24 de março

15.00H Celebração dos Ramos, Procissão dos Passos

Segunda-feira, dia 25 de março

21.00H Celebração Penitencial

Quinta-feira, dia 28 de março

20.30H Celebração da Ceia do Senhor, com rito do lava-pés.

22.00H Adoração do Senhor

Sexta-feira santa, 29 de março

09.00H Canto de Laudes

15.00H Via-sacra ao vivo e procissão do Senhor Morto, Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Distribuição da Sagrada Comunhão

Sábado Santo, dia 30 de março

09.00H Canto de Laudes

22.00H Celebração da solene Vigília Pascal

Domingo de Páscoa, dia 31de março

11.00H Celebração pascal seguida de procissão do Senhor Ressuscitado, com a presença de todas as confrarias da Paróquia de N. Srª das Misericórdias



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Quarta-feira, 20 de Março de 2013
OURÉM REALIZA CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA

Semana Santa em Ourém

24 a 31 de março

Via – Sacra ao vivo | 29 de março | 15.00H

Centro Histórico de Ourém

Domingo de Ramos, 24 de março

15.00H Celebração dos Ramos, Procissão dos Passos

Segunda-feira, dia 25 de março

21.00H Celebração Penitencial

Quinta-feira, dia 28 de março

20.30H Celebração da Ceia do Senhor, com rito do lava-pés.

22.00H Adoração do Senhor

Sexta-feira santa, 29 de março

09.00H Canto de Laudes

15.00H Via-sacra ao vivo e procissão do Senhor Morto, Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Distribuição da Sagrada Comunhão

Sábado Santo, dia 30 de março

09.00H Canto de Laudes

22.00H Celebração da solene Vigília Pascal

Domingo de Páscoa, dia 31de março

11.00H Celebração pascal seguida de procissão do Senhor Ressuscitado, com a presença de todas as confrarias da Paróquia de N. Srª das Misericórdias



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Sexta-feira, 15 de Março de 2013
OURÉM PREPARA VIA SACRA AO VIVO

Semana Santa em Ourém

24 a 31 de março

Via – Sacra ao vivo | 29 de março | 15.00H

Centro Histórico de Ourém

Domingo de Ramos, 24 de março

15.00H Celebração dos Ramos, Procissão dos Passos

Segunda-feira, dia 25 de março

21.00H Celebração Penitencial

Quinta-feira, dia 28 de março

20.30H Celebração da Ceia do Senhor, com rito do lava-pés.

22.00H Adoração do Senhor

Sexta-feira santa, 29 de março

09.00H Canto de Laudes

15.00H Via-sacra ao vivo e procissão do Senhor Morto, Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Distribuição da Sagrada Comunhão

Sábado Santo, dia 30 de março

09.00H Canto de Laudes

22.00H Celebração da solene Vigília Pascal

Domingo de Páscoa, dia 31de março

11.00H Celebração pascal seguida de procissão do Senhor Ressuscitado, com a presença de todas as confrarias da Paróquia de N. Srª das Misericórdias



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Domingo, 10 de Março de 2013
OURÉM PREPARA FESTEJOS DA SEMANA SANTA

Semana Santa em Ourém

24 a 31 de março

Via – Sacra ao vivo | 29 de março | 15.00H

Centro Histórico de Ourém

Domingo de Ramos, 24 de março

15.00H Celebração dos Ramos, Procissão dos Passos

Segunda-feira, dia 25 de março

21.00H Celebração Penitencial

Quinta-feira, dia 28 de março

20.30H Celebração da Ceia do Senhor, com rito do lava-pés.

22.00H Adoração do Senhor

Sexta-feira santa, 29 de março

09.00H Canto de Laudes

15.00H Via-sacra ao vivo e procissão do Senhor Morto, Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Distribuição da Sagrada Comunhão

Sábado Santo, dia 30 de março

09.00H Canto de Laudes

22.00H Celebração da solene Vigília Pascal

Domingo de Páscoa, dia 31de março

11.00H Celebração pascal seguida de procissão do Senhor Ressuscitado, com a presença de todas as confrarias da Paróquia de N. Srª das Misericórdias



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