Face ao sucesso da primeira edição, a ACISO - Associação Empresarial Ourém-Fátima, em colaboração com o Município de Ourém e com o apoio do Turismo de Portugal, organiza o II Workshop Internacional de Turismo Religioso, no dia 8 de novembro, no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima. Este evento dirige-se a operadores turísticos nacionais, agentes de viagem e hoteleiros, entre outros empresários do setor do Turismo, especialmente vocacionados para o Turismo Religioso.

Foram convidados operadores e leaders de opinião de diversos mercados, nomeadamente: Brasil, EUA, Polónia, Irlanda, Espanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Suécia, Rússia, Alemanha e México.
Inscrições em www.religioustourismworkshop.com
OBJETIVOS
· Promover uma bolsa de contactos entre os participantes;
· Reforçar a importância do Turismo Religioso no contexto do setor turístico mundial;
· Afirmar internacionalmente Portugal como destino privilegiado de Turismo Religioso;
· Promover internacionalmente Fátima e a Região, destacando os recursos turísticos complementares ao Turismo Religioso;
· Proporcionar o benchmarking com outros destinos de Turismo Religioso;
· Promover o intercâmbio de ideias e experiências entre os profissionais do setor do turismo.
DESTINATÁRIOS
· Operadores turísticos nacionais e internacionais
· Hoteleiros
· Buyers e líderes de opinião
· Agentes de viagem e de animação
· Outros profissionais do trade
Programa
II International Workshop Turismo Religioso
Fátima, 8 de novembro de 2013
Local: Centro Pastoral Paulo VI, Fátima
9h00 - Acreditação de participantes
9h30 - Sessão de Abertura
· Reitor do Santuário de Fátima
· Presidente da ACISO – Associação Empresarial
· Presidente da Turismo do Centro
· Presidente da Câmara Municipal de Ourém
· Secretário de Estado do Turismo
SEMINÁRIO - TURISMO RELIGIOSO: A EXPERIÊNCIA CULTURAL NOS DESTINOS RELIGIOSOS
10h00 - Painel I – Destino religioso: oportunidades para atrair diferentes públicos
A valorização dos atributos religiosos é um importante vetor da estratégia de desenvolvimento turístico de um destino e para a necessária diversificação e valorização da sua oferta turística. Que desafios e oportunidades se colocam aos destinos na captação e atração de outros segmentos?
Oradores:
· Jean Pierre Artiganave (Município de Lourdes)
· Marco Daniel Duarte (Santuário de Fátima)
· Isaac Assor (Alegretur - Agência de Viagens e Turismo)
· Ricardo Ferreira (Osíris Travel)
· Francisco Singul (Agência de Turismo da Galiza)
Moderador: José António Falcão (Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja)
11h15 - Coffee-break
11h30 - Painel II - Qualificar o legado religioso para enriquecer a experiência turística
A riqueza histórica, patrimonial e natural relacionada com o legado religioso constitui a base para criar propostas de consumo diferenciadoras, mas que necessitam ser desenvolvidas e adaptadas de modo a possibilitar experiências únicas ao turista. Que iniciativas são/podem ser desenvolvidas para melhorar as condições de visita e valorizar essa experiência (ao nível dos conteúdos e das infraestruturas e equipamentos).
Oradores:
· Red de Juderias de España - Caminos de Sefarad
· Lourenço de Almeida (Centro Nacional de Cultura)
· Hubert Debbasch (Terre Entière)
· Adrian Cohen (ITS Travel U.K)
· Abílio Vilaça (Turel|TCR - Desenvolvimento e Promoção do Turismo Cultural e Religioso)
Moderador: Francisco Vieira (ACISO – Associação Empresarial Ourém - Fátima)
13h00 - Almoço
15h00 - Bolsa de Contatos – Turismo Religioso
18h00 - Cocktail
20h00 - Jantar oficial de encerramento

Play it! Skate it! Movie Sounds...
O Juventude Ouriense (JO) e a Sociedade Filarmónica Ouriense (SFO) vão realizar um espetáculo em conjunto, em que as classes da secção de Patinagem Artística do JO irão dançar ao som de bandas sonoras de filmes, executadas ao vivo pala Banda da SFO.
Este espetáculo, com um formato inédito, será apresentado nos dias 15 e 16 de Novembro, pelas 21h00, no Pavilhão Gimnodesportivo do Pinheiro, sendo que no dia 16 (sábado) conta ainda com a participação do Clube Desportivo de Torres Novas, do Hóquei Clube “Os Tigres” de Almeirim e do Sporting Clube de Tomar, que interpretarão músicas subordinadas ao tema do espetáculo, também acompanhados pela banda da SFO.
Nossa Senhora nas Clausuras
Iniciada já em 2010 e estendendo-se por um período de sete anos que decorrerá até 2017, a celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora tem mobilizado inteiramente a vida do Santuário de Fátima. Mais do que apenas evocar cronologicamente um acontecimento, este percurso tem como finalidade promover e possibilitar o maior conhecimento da Mensagem de Fátima, a maior vivência da sua dimensão teologal, a maior consciencialização da sua dimensão profética atual, a maior perceção da sua dimensão especificamente eclesial, um maior acolhimento dos seus desafios e caminhos de conversão.

Entre as muitas atividades e propostas que substancializam este itinerário de sete anos que já é também celebração, encontra-se a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora a todas as Dioceses Portuguesas e, a antecedê-la, a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora a todos os Conventos e Mosteiros de Vida contemplativa em Portugal. Num total de trinta e sete, cada Mosteiro ou Convento Contemplativo Feminino e Masculino acolherá a Imagem Peregrina de Nossa Senhora durante uma semana.
Reitor do Santuário já apresentou a iniciativa aos mosteiros da diocese de Leiria-Fátima
Para preparar este acontecimento, o Santuário contactará todos os Mosteiros e Conventos em Portugal. Nos Mosteiros e Conventos da Diocese de Leiria-Fátima – Irmãs Clarissas de Monte Real, Monjas da Visitação de Nossa Senhora da Faniqueira, Monjas Dominicanas do Rosário Perpétuo, Irmãs Carmelitas de Fátima, Irmãs Clarissas em Fátima –, pela proximidade, a um primeiro contacto epistolar somou-se já a presença do reverendo Reitor do Santuário de Fátima.
Em cada um dos cinco Mosteiros, no início de outubro, com a presença de toda a comunidade monástica, o reverendo Padre Carlos Cabecinhas teve a oportunidade de anunciar a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora e também de apresentar a totalidade do itinerário celebrativo do centenário das Aparições.
A iniciativa do Santuário gerou uma genuína e espontânea alegria nas Comunidades dos Mosteiros e Conventos visitados. A visita da Imagem Peregrina destina-se à clausura, ou seja, à vida mais íntima de cada Comunidade e decorrerá em 2014-2015 no ano anterior à visita da Imagem às Dioceses portuguesas.
Os Conventos e Mosteiros de vida contemplativa são sempre muito discretos mas também sempre habitados por uma vida profunda de oração e de serviço a Deus. Se não se define especificamente por andar de terra em terra a anunciar o Evangelho, a vocação contemplativa e de clausura define-se, no entanto, como missão de falar da vida e das necessidades dos homens a Deus. São, por isso mesmo, locais e comunidades onde ecoa permanentemente a oração de ação de graças e de súplica, a oração de louvor e de entrega. Rezam pelas suas intenções mas rezam, sobretudo, pelas intenções de toda a humanidade.
A oração como o grande suporte de tudo
Uma das razões e motivações da visita da Imagem Peregrina aos Conventos e Mosteiros é, assim, a de pedir a estas Comunidades que, com a sua oração, no encontro com a Mãe do Céu, fortaleçam o alicerce de todos os eventos relacionados com a celebração do Centenário. Se celebrar o centenário das Aparições é empreender a vivência da Mensagem da Senhora mais brilhante que o sol, então qualquer itinerário tem na oração o seu início, o seu percurso e o seu termo.
A oração será o grande suporte de tudo. O Santuário acolhe assim, confiadamente, das mãos de cada comunidade a força que brota da oração. A terminar cada encontro, e novamente motivo de grande e delicadíssima alegria para cada Comunidade, o reverendo Reitor, em nome da Postulação dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, deixou as Relíquias dos Pastorinhos.
P. Emanuel Matos Silva, Vice-Reitor do Santuário de Fátima






Exposição de aguarelas “Água, Water, Eau, Wasser” dos alunos da escola de artes AMARTE
04 a 30 de novembro
Biblioteca Municipal de Ourém
A exposição reúne um conjunto de aguarelas dos alunos da escola de artes AMARTE, sobre a água, por ocasião da celebração de 2013 Ano Internacional da Cooperação. A exposição é um ato de compromisso ecológico e tem como objetivo principal consciencializar o público da importância da água, um bem natural que deve ser preservado.
A Arte permite refletir sobre o tempo e o espaço em que vivemos. A Arte desenvolve a nossa capacidade de observação, de reflexão e o nosso espírito crítico e criativo.
Esta exposição de aguarelas sobre o tema Água é a manifestação de mais um desses momentos interventivos e construtivos, criaram-se formas e cores para agradecer a água que temos e sem a qual não podemos viver, mas, principalmente, para promover no público uma reflexão, uma chamada de atenção para a necessidade vital de proteger este bem essencial à vida que é a Água.
De segunda a sexta-feira das 09.00H às 19.00H e sábado das 09.30H às 13.00H
Entrada Livre
A Tropelias & Companhia leva a efeito o lançamento do livro “Dois dedos de conversa”, da autoria da escritora Carmen Zita Ferreira. Com ilustrações de Sara Cunha, a apresentação tem lugar no próximo dia 17 de novembro, pelas 16h, na sede da APDAF (Associação para a promoção e dinamização do apoio à família), na Rua Santa Teresa de Ourém (junto à escola do 1.º Ciclo), em Ourém.

A obra será apresentada pelo Doutor João Manuel Ribeiro e o evento contará com a atuação do Coral Infantil e Juvenil de Ourém.
Carmen Zita é natural de Ourém. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa, é atualmente Técnica Superior na Câmara Municipal de Ourém onde exerce as funções na área da Divisão de Ação Cultural – Biblioteca Municipal. Possui Pós-graduação no Ramo de Formação Educacional e em Cultura Portuguesa Contemporânea, ambas na Universidade Nova de Lisboa.
Em 2004 publicou o seu primeiro livro de poesia “Jogo de Espelhos” e está representada em várias antologias de poesia lusófona.
Em 2010, publicou “O Bicho-de-sete-cabeças – História de uma eleição democrática”, uma história para crianças e, quiçá, para adultos, com ilustrações da autoria de Sandra Serra, posfácio do Doutor Eduardo Marçal Grilo, publicado pela Editora Trinta por uma linha.






A imagem mostra o Santuário de Fátima por ocasião da peregrinação de 1927.
Foto: Mário Novais
Decorreu de 15 a 25 de Outubro, na Oficina das Artes em Vale da Perra, mais uma formação organizada pelo Município de Ourém, em parceria com a entidade formadora Cearte, Centro de Formação Profissional de Artesanato e com a Associação de Artistas e Artesãos de Ourém.

A tecelagem e a tinturaria foram os temas abordados em 50 horas de formação, que decorreu num ambiente informal e de troca de saberes, orientado pela formadora Estela Melo.
O primeiro tema abordado foi a tinturaria, onde as formandas puderam pôr em prática os conhecimentos adquiridos na apresentação teórica sobre tintos naturais. Estes obtêm-se através da utilização de plantas, voltando, assim, à utilização do método ancestral de tingimento de fio natural.
Após o tingimento do fio, a formação completa-se com a aprendizagem do manuseamento do tear, que permite a elaboração de padrões têxteis que poderão ser aplicados a diversos artigos de uso comum.
Esta formação teve como principal objetivo a qualificação de novos profissionais. Do entusiasmo e das novas aprendizagens surgirão com toda a certeza projetos muito interessante que valerá a pena acompanhar.




O Castelo de Ourém e o Museu de Arte Sacra e Etnologia (MASE) de Fátima foram esta manhã distinguidos na Cerimónia Internacional Herity (Organização Mundial para a Certificação de Qualidade e da Gestão do Património) que decorreu no Convento de Cristo, em Tomar.

Os critérios de avaliação tiveram por base a Relevância, a Conservação, a Comunicação e os Serviços, numa escala de 1 a 5. O Castelo de Ourém obteve nível 4 em Relevância e Serviços e o nível 3 em Comunicação e Conservação. O MASE obteve o nível 4 em Relevância e Conservação e o nível 3 em Serviços e Comunicação.
Na cerimónia foram certificados 26 bens culturais de 13 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
A iniciativa resulta do projeto intermunicipal "Afirmação Territorial do Médio Tejo", cujo objetivo passa pelo desenvolvimento regional com base na cultura e no património.

"Num momento em que o país vive um momento difícil, é preciso apostar no desenvolvimento sustentável, uma estratégia integrada e supranacional", sendo que o património construído deve afirmar-se como "uma alavanca para o emprego e para a recuperação económica", defendeu Maria do Céu Albuquerque, presidente da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.
Os 26 bens culturais farão parte de uma rede mundial de mais de 240 bens que já se encontram certificados pela Herity. Na entrada de cada museu, monumento, sítio ao ar livre, arquivo, de propriedade pública ou privada aberto ao público, o símbolo Herity indica ao visitante o nível atingido de 01 a 05, para o ano corrente relativamente a critérios como a relevância, conservação, comunicação e serviços.



A proposta do Governo, aprovada no Conselho de Ministros no passado dia de 30 de outubro, mais conhecida como “guião com orientações para a reforma do Estado”, prevê entre outras medidas a agregação de municípios, á semelhança do que se verificou em relação às freguesias.
Relativamente a este assunto, o seu teor é o seguinte: “Do ponto de vista territorial, e iniciado um novo ciclo autárquico, o Governo não deve deixar isolada a reforma das freguesias, e deve abrir um diálogo com a Associação Nacional de Municípios, visando:
a instituição, de preferência, com o máximo consenso interpartidário possível, de um processo de reforma dos municípios aberto e contínuo, que facilite e promova a sua agregação”
Recorde-se que, em 17 de maio de 2011, o governo assinou o “Memorando de Entendimento sobre as Condicionalidades de Política Económica” através do qual se comprometeu, perante as entidades credoras, em “reduzir significativamente” o número de municípios e freguesias. Não tendo sido concretizado tal objetivo no prazo previsto, é bem provável que o processo venha agora a ter início, uma vez que já se realizaram as eleições autárquicas.
O referido “Memorando de Entendimento” pode ser consultado em http://aventadores.files.wordpress.com/2011/05/2011-05-18-mou_pt.pdf.
Reza assim o texto:
3.44. Reorganizar a estrutura da administração local. Existem actualmente 308 municípios e 4.259 freguesias. Até Julho 2012, o Governo desenvolverá um plano de consolidação para reorganizar e reduzir significativamente o número destas entidades. O Governo implementará estes planos baseado num acordo com a CE e o FMI. Estas alterações, que deverão entrar em vigor no próximo ciclo eleitoral local, reforçarão a prestação do serviço público, aumentarão a eficiência e reduzirão custos.




Histórias da Terra e Dança de Roda
03 novembro | 15.00H
Centro de Interpretação do Alto Nabão | Parque Natureza do Agroal
No âmbito da programação que o Centro de Interpretação do Alto Nabão, Parque Natureza do Agroal tem vindo a desenvolver, irá realizar-se a 8ª edição das “Histórias da Terra” e dança de roda.
O programa inicia com uma história contada, lida, dançada ou cantada. De seguida é a interação e debate aberto numa tertúlia que será o momento privilegiado para troca de experiências.
Informações através do geral@ouremviva.pt

Curso de Planeamento Anual de Hortas Ecológicas”
09 e 16 de Novembro de 2013,
9h00 às 13h30
(pausa de 15 min para lanche matinal partilhado)
Oficina de Artes – Vale da Perra, Ourém
Formadora: Sónia Fonseca – Engª do Ambiente, formação em Educação Ambiental, empreendedora em Agricultura Biológica, Apicultura e Permacultura
Destinatários: Pessoas que se queiram iniciar na implementação de hortas ecológicas e/ou participantes no Curso Prático de jardim Comestível, em Permacultura
Inscrições. Mínimo: 10 / máximo: 20
Inscrição: 25,00 €
Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h.
Contatos: Tel: 249 540 900 (ext: 6831) / Telm: 919 585 003 / e-mail: museu@mail.com-ourem.pt

Exposição de Pintura “Color-flavor_” por Paula Alvim
01 de novembro a 01 de dezembro de 2013
Paula Alvim nasceu em Moçambique. Licenciada em Matemática Aplicada, aos cinco anos de idade fez a sua primeira exposição colectiva no Centro de Cultura e Arte na cidade da Beira (Moçambique) onde teve as suas primeiras aulas de desenho e pintura.
Na adolescência, já em Portugal, continua o seu percurso na pintura e na poesia, expondo diversos trabalhos. Durante a sua vida académica, nos anos 80 em Évora, desenvolve o gosto pelas tertúlias académicas levando-a a aliar a pintura à gastronomia e a expor em espaços de lazer (bares e restaurantes) daquela cidade.
Uma das exposições mais marcantes onde participou, a par de outros 130 artistas nacionais e estrangeiros onde Graça Morais também marcou presença, foi realizada na Universidade de Évora, nos corredores do Convento do Espírito Santo. Inserida nas festas da Queima das Fitas, a exposição teve como mote a liberdade pela arte.
Ainda nos anos 80, descobre o mundo das Agências de Publicidade e muda-se para Lisboa. Esta é a sua atividade profissional até ao presente.
Na década de 90, já nesta cidade, o espírito de tertúlia e a ligação com os artistas locais leva-a a expor em bares e restaurantes Lisboetas.
As suas últimas exposições fazem o percurso histórico dos bairros típicos da cidade de Lisboa. Em Maio deste ano expõe num bar de Jazz no Bairro Alto e em Junho num espaço de degustação de sabores em Alfama.
A música, os sabores e as tertúlias são parceiras dos seus quadros coloridos.
A arte é a sua paixão. Mas não dispensa a boa disposição e o convívio entre amigos, de preferência recheados com bons petiscos.
O seu lema de vida é "BeHappy!".
Entrada LIVRE
Horário: de terça a domingo das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00
A celebração, nos Estados Unidos da América, do Haloween ou "noite das bruxas", mais não constitui do que a tradição do culto dos mortos que os colonos europeus levaram para o continente americano. Entretanto, a tradição regressa à Europa revestido de um embrulho mais atraente e comercial. O culto dos mortos constitui entre nós uma das mais ricas tradições que nos remetem para ancestrais cultos pagãos.

Desde sempre o Homem acreditou na possibilidade dos mortos intercederem na ação criadora dos deuses e no próprio ciclo da natureza, contribuindo inclusivamente para o renascimento dos vegetais e das culturas que os demónios e maus espíritos do inverno fizeram desaparecer. Esta crença está na origem de uma infinidade de práticas relacionadas com o culto dos mortos que regra geral se iniciam em Novembro e prolongam-se até à Serração-da-Velha, atravessando as cerimónias solsticiais ou "saturnais" e os festejos carnavalescos.
Naturalmente, os ritos variam consoante as celebrações em causa mas conservam entre si uma finalidade comum que é o de assegurar que o ciclo da vida e da morte não se interrompa, possibilitando por conseguinte que ao inverno suceda impreterivelmente a primavera. De acordo com as investigações feitas no domínio da arqueologia e da antropologia, acredita-se que as práticas do culto dos mortos tiveram o seu começo na fase de transição da pedra lascada para a pedra polida, sendo disso testemunho os inúmeros monumentos funerários como os dolmens ou antas, inscrições votivas e outros achados. O folclore trouxe até nós inúmeros vestígios desse modo de pensar e dos cultos praticados pelos nossos ancestrais, devendo por esse modo constituir uma importante fonte de estudo.
Pão por Deus! - pedem as crianças na região saloia, percorrendo as casas em alegre peditório. A ladainha varia contudo de uma região para outra. Por exemplo, para os lados de Braga é costume dizer-se do seguinte modo: "Bolinhos, bolinhós, / Para mim e para vós / E para quem está debaixo da cruz / Truz truz". Na região de Ourém, o rapazio vai pelos casais e suplica: "Ti Maria: dai-me um bolinho em louvor de todos os santinhos!". E, se a dona da casa é pessoa dada à brincadeira, ao assomar à soleira da porta responde prontamente: "Dou sim... com uma tranca no focinho!"
Por esta ocasião, as pessoas cumprem o ritual da visita aos cemitérios e cuidam das sepulturas dos seus entes queridos. Mas, também em casa é costume em muitas localidades, após a ceia, deixar até ao dia seguinte a mesa composta de iguarias para que os defuntos possam banquetear-se. Em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, na noite de Todos-os-Santos coloca-se uma mesa com castanhas para os familiares falecidos, as quais ninguém tocará porque ficam "babadas dos defuntos". Da mesma forma que o azeite que alumia os defuntos jamais alumiará os vivos. Entre alguns povos do leste europeu conserva-se ainda a tradição de organizar o festim no próprio cemitério a fim de que todos em conjunto - mortos e vivos - possam confraternizar!
A partir desta época do ano, as noites das aldeias são povoadas por criaturas extraordinárias que surgem nas encruzilhadas e amedrontam os notívagos. Uivam os lobos nas penedias enquanto as bruxas se reúnem debaixo das pontes. A prudência aconselha que ao gado se prendam pequenas saquinhas de amuletos que o resguardem do "mau-olhado". O serão é passado à lareira ouvindo histórias que nos embalam num mundo de sonhos e fantasia que nos alimenta a imaginação. E, quando finalmente é chegada a hora de dormir, faz-se o sinal-da-cruz para que o demónio não nos apoquente e a manhã do dia seguinte volte a sorrir radiante a anunciar uma vida nova.
Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

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