Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.
Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2019
DIA ABERTO INSIGNARE 2019 JÁ ESTÁ A DECORRER EM OURÉM

No âmbito do Dia Aberto INSIGNARE 2019, a Escola Profissional de Ourém e a Escola de Hotelaria de Fátima estão de portas abertas para receber todos quantos nos queiram visitar! Até amanhã, 01 de Março, são esperados mais de 500 alunos do 3º ciclo do Ensino Básico que vêm conhecer as especificidades do ensino profissional dual e a dinâmica de ambas as escolas.

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Na Escola Profissional de Ourém, os visitantes podem assistir a demonstrações técnicas nas áreas da Metalomecânica, Mecatrónica Automóvel, Eletrónica, Informática, Gestão e Design. Na Escola de Hotelaria de Fátima há diversas demonstrações nas áreas da Cozinha e da Pastelaria, na preparação e confeção de pratos e bebidas, no serviço de mesa e ainda nas áreas do Turismo e da Receção. Podem ainda ver a prova “Live Cooking & Beverage Service”, onde os alunos finalistas de Cozinha/Pastelaria e Restaurante/Bar estão à prova num contexto idêntico ao Masterchef.

Destacamos também a primeira edição “Live Bakery” para os alunos de Pastelaria/Padaria, sendo estes alunos finalistas da primeira edição do curso que foi desenvolvido de raiz pela Escola de Hotelaria de Fátima, uma prova muito especial e que põe à prova os conhecimentos dos futuros profissionais nesta área.



publicado por Carlos Gomes às 21:23
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2019
OURÉM EXPÕE CASTELOS DE PORTUGAL

Ourém recebe a exposição “Castelos Séc. XXI” - Exposição Coletiva dos Alunos e Encarregados de Educação do 5.º ano da EB 2,3 D. Afonso, 4.º Conde de Ourém, cuja abertura a terá lugar no dia 28 de fevereiro de 2019 às 14.00h no Museu Municipal – Casa do Administrador.

A exposição integra Maquetas de Castelos de Portugal, construídas pelos Encarregados de Educação e Alunos do 5.º Ano, da E.B. 2,3 D. Afonso, 4.º Conde de Ourém, no âmbito da Disciplina de História e Geografia de Portugal.

A exposição estará patente até dia 24 de abril de 2019.

Entrada livre

Museu Municipal de Ourém de terça a domingo, das 09.00h às 13.00h e das 14.00h às 17.00h. Tel. 249 540 900 (6831) | Tlm. 919 585 003 | Email: museu@mail.cm-ourem.pt

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publicado por Carlos Gomes às 16:30
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2019
JORNADAS DA MECÂNICA 2019 – BALANÇO DE UMA EDIÇÃO DE SUCESSO!

As Jornadas da Mecânica edição de 2019 foram um sucesso. Durante 3 dias foram diversas as actividades que decorreram no Centro de Exposições de Ourém, constituindo um certame intenso de estreitamento de relações institucionais entre a Escola e empresas, profissionais e instituições de ensino superior nas áreas da mecânica e do sector automóvel.

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Estiveram em permanência mais de 30 empresas expositoras que demonstraram toda a sua mais-valia ao mercado, incluindo as novidades de máquinas, métodos e técnicas inovadoras no sector mecânico e industrial, nas áreas de automóvel, motos, soldadura, aplicações CAD/CAM, Automação Industrial e Equipamentos Industriais.

Decorreram duas demonstrações técnicas de particular relevo, "Soluções de robôs low-cost para a indústria", e ainda “Impressões 3D” – tecnologias e aplicações, benefícios na indústria e no sector educacional.

Na tarde do dia 22, decorreu a apresentação das ideias finalistas do concurso EPO BIG IDEA! - nas duas categorias "ideia mais criativa" e "ideia mais comercial".

A ideia vencedora na categoria mais criativa foi: “Bio Cigarret” – Cigarros biodegradáveis mas com a mesma composição de fumo, cujo filtro é modificado, tornando o vício menos poluente para o ambiente, a cargo de Jéssica Sénica e Diogo Miranda da Escola Profissional de Torres Novas.

A ideia vencedora na categoria comercial foi: Enrolador automático de bobines de cabo eléctrico, uma máquina capaz de enrolar bobines de cabo automaticamente, controlada através de um display touch, a cargo de David Bento da Escola Profissional de Ourém.

Na noite de sexta-feira, decorreu a Tertúlia "À conversa com..." Marco Cochinho, da equipa de mecânica de Elisabete Jacinto, bem como os pilotos Bruno Oliveira, Gonçalo Figueiroa, José Grosso e Artur Fidalgo, e Marco Martins.

A moderação esteve a cargo do jornalista António Adão, e encheu uma plateia que não arredou pé por mais de 2 horas de conversas sobre os desafios da profissão, as aventuras, a competição, mas sobretudo pela importância do espírito de equipa, de missão e superação dos desafios.

As Jornadas terminaram em beleza no dia 23 com uma tarde de Show de Free Style com o ex-campeão do mundo Humberto Ribeiro, um verdadeiro um espectáculo sobre rodas que animou o público presente.

Foram 3 dias de sucesso, constituindo assim uma mais-valia para o conhecimento técnico dos alunos e o elevado prestígio da Escola, pautando-se este evento para a necessária valorização que queremos para o Ensino Profissional.



publicado por Carlos Gomes às 18:45
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PAN CONTRA GLIFOSATO

PAN avança com medidas para proteger a população portuguesa da contaminação com glifosato atestada em estudo

  • Divulgação de estudo de 2018 revela que a contaminação da população portuguesa com glifosato é generalizada
  • Herbicida classificado pela Organização Mundial de Saúde como carcinogéneo provável
  • PAN quer uma redução drástica da exposição dos portugueses ao glifosato
  • Proibição da venda deste herbicida para usos não profissionais e realização de um estudo mais abrangente
  • Apoio aos agricultores na transição para uma agricultura pós-glifosato e estímulo ao consumo de alimentos biológicos

No seguimento da divulgação do estudo realizado em 2018 e que revela que a contaminação da população portuguesa com glifosato é generalizada, o PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresenta três iniciativas legislativas que pretendem uma redução drástica da exposição dos portugueses ao glifosato e que proíba a venda deste herbicida para usos não profissionais.

As análises aos voluntários que participaram neste estudo em 2018, dos quais fez parte o Deputado do PAN, André Silva, apresentaram uma exposição recorrente ao herbicida, quando comparadas com os resultados de 2016 e apontam para uma contaminação generalizada por glifosato, o herbicida mais usado em Portugal.

De acordo com os dados avançados pela Plataforma Transgénicos Fora, responsável pela realização do estudo, os resultados, comparativamente a outros países europeus, mostram valores acima da média: em 18 países, verificou-se que 50% das amostras estão contaminadas. Contudo, a nível nacional, nos testes levados a cabo em duas rondas, esse valor foi sempre superior e em Outubro de 2018 os valores de contaminação das amostras registaram valores de 100%. A Plataforma denunciou ainda os graves conflitos interesses, que envolvem a produtora Monsanto, espelhados na avaliação científica da Comissão Europeia e que esteve na origem da tomada de decisão que autorizou o herbicida na Europa em 2017, mesmo estando classificado pela Organização Mundial de Saúde como carcinogéneo provável para o ser humano.

Posto isto, as iniciativas legislativas que o PAN apresenta hoje pretendem uma análise obrigatória mensal da presença de glifosato em todas as captações de água de consumo, rede mineral para engarrafamento, a proibição de venda de herbicidas com glifosato para uso não profissional, ou seja, pretende-se que sejam retirados das prateleiras dos supermercados e drogarias e que sejam acessíveis apenas a agricultores, a realização de um estudo abrangente da exposição dos portugueses ao glifosato, o fim do uso de herbicidas sintéticos na limpeza urbana (já existem alternativas não sintéticas bem como outras técnicas tipo monda mecânica e térmica), o apoio aos agricultores na transição para uma agricultura pós-glifosato e o estimulo ao consumo de alimentos biológicos.



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2019
SANTUÁRIO DE FÁTIMA ORGANIZA JORNADAS DE COMUNICAÇÃO

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publicado por Carlos Gomes às 19:25
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ASSEMBLEIA JOVEM DE OURÉM REÚNE A 3 DE MAIO

O presidente da AMO, João Moura, anunciou na última sessão deste órgão, o dia 3 de maio para a realização da Assembleia Jovem de Ourém.

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Neste dia, 58 jovens de todas as escolas do concelho envolvidas no projeto, vão reunir-se na sala de sessões e apresentar as suas propostas aos seus pares, sendo eleita a melhor ideia de cada escalão. O primeiro escalão, correspondente aos alunos do 2º e 3º ciclos, irá reunir-se pelas 09h30 e contará com a participação de 35 alunos dos seguintes estabelecimentos de ensino: Colégio do Sagrado Coração de Maria, Centro de Estudos de Fátima, Colégio de S. Miguel, Escola Básica e Secundária de Ourém, EB 2,3 de Freixianda, EB 2,3 D. Afonso IV Conde de Ourém, EB 2,3 Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão de Caxarias.

Da parte da tarde, pelas 14h30, é a vez dos alunos do secundário disputarem entre si argumentos para a eleição da melhor ideia de promoção do património do concelho de Ourém. Concorrem neste escalão 23 alunos das seguintes instituições: Centro de Estudos de Fátima, Colégio de S. Miguel, Escola Básica e Secundária de Ourém, Escola de Hotelaria de Fátima e Escola Profissional de Ourém.

As sessões serão transmitidas em direto.

No final serão apuradas as duas melhores ideias que serão apresentadas e discutidas na sessão da Assembleia Municipal de Ourém do mês de junho, conforme previsto no regimento da AMO.

João Moura, mostrou-se muito satisfeito com a quantidade de propostas apresentadas, mas sobretudo com a qualidade das mesmas. “Posso garantir-vos que temos aqui ideias muito interessantes para a promoção do concelho de Ourém”. Ao todo foram submetidas nove candidaturas que vão deste a criação de pacotes e circuitos turísticos, reabilitação de património edificado e natural, eventos, documentários, entre outros.

Ao longo das semanas que antecedem o projeto serão dados a conhecer os “Rostos da AJO”, com a divulgação dos jovens que participam no projeto, assim como das várias ideias a concurso.

Este projeto tem ainda uma vertente inclusiva, que abrange os jovens com deficiência, que irão apresentar as suas propostas aos membros da Assembleia Municipal de Ourém, também na sessão de junho. Foram convidadas a participar nesta iniciativa as seguintes instituições: CRIO – Centro de Reabilitação e Integração de Ourém, CRIF – Centro de Reabilitação e Integração de Fátima, Casa do Bom Samaritano e Centro João Paulo II.

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publicado por Carlos Gomes às 19:19
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PAN QUER ESTATUIR CUIDADOR INFORMAL

PAN leva a debate iniciativa própria para a criação do Estatuto do Cuidador Informal

  •        - Dignificação e qualidade de vida de quem não se demite do seu papel de cuidar dos mais vulneráveis
  •        - Introdução de alterações no que respeita aos direitos laborais, especificamente no direito ao descanso
  •        - O apoio domiciliário deve ser prestado por equipas multidisciplinares
  •        - Cuidadores informais devem ter apoio psicossocial e formação adequada aos cuidados que prestam
  •        - Um tópico exclusivo da proposta do PAN diz respeito à promoção e definição de estratégias de apoio aos Cuidadores Informais

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma iniciativa legislativa que “Cria o Estatuto do Cuidador Informal, reforçando as medidas de apoio aos cuidadores e pessoas em situação de dependência” juntando-se ao debate sobre esta relevante matéria que ocorre no próximo dia 8 de Março.

Os cuidadores informais são pessoas que cuidam de outra, numa situação de doença crónica, deficiência ou dependência, parcial ou total, de forma transitória ou definitiva, ou noutra condição de fragilidade e necessidade de cuidado. O termo informal advém do facto destes cuidadores, ao contrário dos cuidadores formais, como os profissionais de saúde, não serem remunerados pelo seu trabalho e, na sua grande maioria, terem um percurso profissional que não lhes atribui competências específicas no domínio do cuidar.

Os cuidados prestados pelos cuidadores informais podem ser agrupados em três domínios: 1) assistência nas atividades de vida diárias (ex. higiene pessoal, vestir, alimentar e deambular/mobilizar); 2) suporte em atividades instrumentais da vida diária, isto é, tarefas relacionadas com a gestão da casa e a sua manutenção (arrumar e limpar a habitação, preparar as refeições, fazer as compras, pagar as contas); 3) apoio emocional.

Os cuidadores desempenham um papel essencial a nível da promoção da saúde e bem-estar da pessoa que cuidam, assegurando ainda a sua autonomia e a manutenção da sua qualidade de vida e da dignidade humana. Posto isto, o PAN considera da maior importância a aprovação imediata de um estatuto para o cuidador informal. Sendo que, vários foram já os países que procederam à aprovação deste estatuto, nomeadamente França, Alemanha, Reino Unido, Irlanda e Suécia, reconhecendo aos cuidadores vários direitos que variam de país para país. Em contrapartida, o ordenamento jurídico português não contempla um regime específico de proteção de cuidadores informais. E não existe ainda apesar de terem sido já aprovadas na Assembleia da República várias Resoluções que recomendavam ao Governo a criação do estatuto e a implementação de medidas de apoio.

O PAN pretende introduzir alterações no que respeita aos direitos laborais, especificamente ao direito ao descanso com a introdução de horários flexíveis e a possibilidade legal de teletrabalho, a dispensa de prestação de trabalho suplementar e noturno entre outras alterações que possibilitam que o cuidador Informal beneficie, com as necessárias adaptações, dos direitos previstos na legislação laboral.

Pretende-se ainda que na prestação de cuidados, o Cuidador Informal possa contar com o apoio de outras estruturas, designadamente apoio domiciliário, centros de dia ou outros recursos, consoante as necessidades específicas da pessoa dependente. Sendo que, o apoio domiciliário deve ser prestado porequipas multidisciplinares, devendo integrar pelo menos um enfermeiro, um psicólogo, um nutricionista, um assistente social e um assistente operacional.

O PAN pretende ainda que o Cuidador Informal tenha direito a apoio psicossocial e que possa frequentar ações de formação e sessões de esclarecimento,relacionadas com a prestação de cuidados, designadamente cuidados básicos de saúde e atividades básicas de apoio à pessoa cuidada, sendo que, estas ações devem ser desenvolvidas por profissionais de saúde de diversos níveis de cuidados, nomeadamente por equipas da Rede Nacional de Cuidados Continuados ou Equipas Comunitárias de Suporte em Cuidados Paliativos. 

Um tópico exclusivo da proposta do PAN, uma vez que mais nenhum partido está a reivindicar estas condições, diz respeito à promoção e definição de estratégias de apoio aos Cuidadores Informais. Este ponto prevê a promoção de grupos de entreajuda e de apoio no processo de luto, bem como de grupos de voluntariado, com suporte de profissionais com formação adequada; a criação de linha de apoio permanente aos Cuidadores Informais; o reforço das tecnologias de teleassistência, bem como da inovação tecnológica em contexto da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e dos cuidados domiciliários, potenciando uma melhor comunicação com os profissionais de saúde e sociais; a criação de programas de requalificação profissional dos Cuidadores e procura de alternativas para apoio à manutenção do posto de trabalho, reingresso ao mercado de trabalho e promoção do empreendedorismo e a criação de mecanismos de valorização social das empresas que promovam boas práticas laborais e de apoio aos cuidadores informais.

“A inovação no contexto social e o respeito pela dignificação e qualidade de vida das pessoas passa por estabelecer formas de compensação de quem não se demite do seu papel de cuidar dos mais vulneráveis, seja pela atribuição de benéficos fiscais, seja pela atribuição de direitos laborais, que permitam ao cuidador conciliar o ato de cuidar com o exercício de uma atividade profissional” reforça Cristina Rodrigues da Comissão Política Nacional do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2019
ESCOLAS DE ALVAIÁZERE DESFILAM NO CARNAVAL

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publicado por Carlos Gomes às 14:46
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CARNAVAL DESFILA EM ALVAIÁZERE

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publicado por Carlos Gomes às 14:43
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PAN QUER APROVAÇÃO DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO DA CONTAMINAÇÃO E REMEDIAÇÃO DOS SOLOS
  • Meta Europeia que determina um inventário dos locais contaminados não foi cumprida
  • A nível Nacional a gestão dos solos tem sido largamente negligenciada
  • Em 2015 foi elaborado um projeto legislativo que se encontrou em consulta pública, mas que não teve consequência
  • Não existe qualquer enquadramento legal para a Prevenção da Contaminação e Remediação dos Solos
  • Após 4 anos a legislação ainda não foi publicada permitindo que os agentes poluidores não sejam responsabilizados pela contaminação dos solos
    O PAN, Pessoas – Animais – Natureza, acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que pretende que seja publicado o diploma que estabelece o regime jurídico da prevenção da contaminação e remediação dos solos.

Não existe qualquer enquadramento legal para a Prevenção da Contaminação e Remediação dos Solos, apesar de ter sido elaborado um projeto legislativo (PRosolos) que se encontrou em consulta pública em 2015. Contudo, após 4 anos, esta legislação ainda não foi publicada, permitindo que os agentes poluidores não sejam responsabilizados pela contaminação dos solos e que os recorrentes locais contaminados não sejam recuperados. É o caso da exploração mineira da Panasqueira, que terá contaminado os solos envolventes da Escombreira do Pião com metais pesados tóxicos e cancerígenos, sem que nunca tenha sido responsabilizado e consequentemente nunca tenha efetuado uma devida avaliação e remediação do solo, expondo a população e os ecossistemas a níveis inaceitáveis de contaminantes tóxicos.

O PAN pretende que, com a publicação deste diploma, seja colmatada a inexistência de legislação nacional e sejam cumpridos os compromissos assumidos nacionalmente e internacionalmente no que diz respeito à preservação e recuperação de solos contaminados.

A contaminação dos solos é caracterizada pela ocorrência de poluentes no solo que podem deteriorar uma ou mais funções do solo, alterando as suas características. É maioritariamente provocada pela ação humana, estando correlacionado com a industrialização e intensificação da utilização de químicos, que através da dispersão de poluentes não controlada, afeta não só solos, mas também os recursos hídricos e a atmosfera.

Através do 7º Programa Geral de Ação da União para 2020 em matéria de ambiente da União Europeia, foram identificados mais de meio milhão de locais contaminados. Neste programa foi determinado que os Estados-Membros deverão assegurar que o solo seja adequadamente protegido e recuperado nos locais onde existe degradação, incluindo a recuperação de solos contaminados, garantindo que até 2020 o território seja alvo de gestão sustentável.

Foi também determinado pelo Roteiro para uma Europa Eficiente na utilização de recursos   que até 2015 todos os Estados-Membros deveriam efetuar um inventário dos locais contaminados e um calendário para os correspondentes trabalhos de reabilitação. Para além de não ter sido cumprida esta meta, a nível Nacional a gestão dos solos tem sido largamente negligenciada, sendo que apenas a Lei de Bases do Ambiente considera a adoção de algumas medidas relativamente que “limitem e reduzam o impacto das atividades antrópicas nos solos, que previnam a sua contaminação e degradação e que promovam a sua recuperação”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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ABERTURA DAS JORNADAS DA MECÂNICA ´19

A abertura das Jornadas da Mecânica – edição 2019, teve lugar no dia 21.02.2019 pelas 14:30 no Centro de Exposições em Ourém.

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Foi perante um espaço expositor cheio que a Directora Executiva da INSIGNARE Carina João Oliveira saudou todos os participantes e deu umas palavras de abertura deste evento organizado pela Escola Profissional de Ourém, agradecendo aos professores e alunos a dedicação que mantiveram para a realização das Jornadas. Realçou a importância da qualificação profissional nas áreas da mecânica e destacou a forte empregabilidade nestas áreas como factor determinante para os alunos presentes.

O presidente da Câmara Municipal de Ourém Luis Miguel Albuquerque louvou a iniciativa e dirigiu-se aos alunos presentes, garantindo apoio ao futuro da instituição, também pelo investimento que continuamente é feito na Educação. Também se dirigiu às empresas presentes, dezenas de empresas que se quiseram associar às Jornadas, bem como às duas instituições de Ensino Superior da região que estão representados – Instituto Politécnico de Tomar e Instituto Politécnico de Leiria, com os cursos nas áreas da engenharia electrotécnica, mecânica e automóvel.

As Jornadas pretendem ser um ponto de encontro entre todos aqueles que nesta área desenvolvem a sua atividade empresarial e profissional; proporcionando demonstrações de novos equipamentos, aplicações, técnicas e metodologias inovadoras de trabalho, reforçando assim a ligação entre a Escola e as Empresas.

Assim se deu por inaugurado oficialmente o certame pelo presidente de câmara, ao cortar uma chapa metálica preparada pelos alunos da Escola, com uma tesoura apropriada ao corte, luvas e óculos de protecção.

Um dos objectivos das Jornadas é também afirmar Ourém como um pólo regional de formação profissional de nível médio na área da Mecânica.

Estiveram presentes inúmeras personalidades do concelho e de várias instituições nacionais que se juntaram a este acto oficial.

Durante a tarde, decorreu uma demonstração de robots com soluções lowcost para a indústria, onde o orador João Costa, da IGUS, demonstrou a performance destes equipamentos inovadores perante um auditório repleto de alunos.



publicado por Carlos Gomes às 10:09
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2019
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO JOAQUIM RIBEIRO VAI SER UMA REALIDADE EM OURÉM

A reunião de Câmara de 18 de fevereiro foi palco da apresentação do projeto de execução do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro, estrutura que vai nascer no edifício devoluto da antiga Escola Primária de Zambujal. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro resulta do protocolo firmado entre o Município de Ourém e o munícipe Sérgio Ribeiro, que define a doação do acervo documental e bibliográfico do antigo eurodeputado e membro da Assembleia Municipal à autarquia.

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O projeto de execução contempla uma intervenção interior de adaptação à nova funcionalidade do espaço e de resolução de algumas patologias detetadas. O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro terá duas salas principais (Tertúlia e Biblioteca), um espaço de cafetaria de apoio, vestíbulo, área de arrecadações de apoio e instalações sanitárias. O objetivo passa por manter a traça e identidade do edifício original, tanto a nível exterior como, sempre que possível, interior. Será também tida em conta a eficiência energética do edifício, através da implementação de isolamento adequado, seleção de iluminação e substituição integral de todos os vãos. Será instalado material com bom comportamento acústico nas duas salas principais e no capítulo das acessibilidades, o projeto reflete com rigor o cumprimento das respetivas normas regulamentares. Exteriormente a intervenção resume-se a trabalhos de manutenção, limpeza e pintura das alvenarias e serralharias.

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O projeto do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro (uma homenagem ao pai de Sérgio Ribeiro) tem uma estimativa orçamental na ordem dos 137 mil euros e um prazo estimado de execução de 11 meses. O acervo que aqui será disponibilizado para visita e transmissão de conhecimento é em grande medida sobre a União Europeia, Economia e a História de Ourém.

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publicado por Carlos Gomes às 03:16
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PASSADIÇO DO AGROAL COM PROJETO DE EXECUÇÃO APROVADO

O projeto de execução referente à construção do Passadiço do Agroal foi aprovado na reunião de Câmara de 18 de fevereiro. Este projeto, aprovado por unanimidade, prevê a construção de uma estrutura enquadrada ecológica e paisagisticamente na margem esquerda do Rio Nabão, que fará a ligação entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial do Agroal.

O Passadiço do Agroal terá uma extensão de aproximadamente 780 metros e será um espaço de lazer com valor acrescido inegável para o turismo do Agroal e para toda a região envolvente. As propriedades terapêuticas da nascente da Praia Fluvial, a envolvente paisagística e natural (integrada em Rede Natura 2000) e a natureza cársica da região tornam o Agroal como um local de referência para turismo de natureza. O percurso do Passadiço foi projetado de forma a não alterar as condições ecológicas (solo, fauna, flora, etc.) do espaço e a estrutura em madeira será sobrelevada em praticamente toda a sua extensão. Existem dois percursos pedestres que passam pelo Agroal e com a construção do Passadiço, coincidente com ambas as rotas, será possível valorizar e requalificar o local.

Concetualmente, o projeto apresenta um percurso sinuoso integrado no espírito do lugar e enquadrado com toda a envolvente paisagística, assumindo como premissa a manutenção do maior número possível das espécies arbóreas existentes. Foram também definidos pontos estratégicos de lazer e estadia ao longo do Passadiço que contemplarão a instalação de mobiliário urbano e iluminação que tornarão o percurso mais atrativo e contemplativo. Ao longo do percurso serão instalados elementos gráficos e painéis informativos sobre a fauna e flora aí existentes, tornando a passagem educativa e interativa.

O Passadiço do Agroal pretende também apresentar alternativas aos muitos utilizadores da Praia Fluvial (especialmente na época veraneante), com a disponibilização de um acesso seguro e com qualidade ambiental para todos os transeuntes que normalmente percorrem a estrada entre o Parque Natureza e a Praia Fluvial. Assim, será possível promover o estacionamento existente no Parque Natureza e diminuir a utilização do espaço viário para estacionamento indevido.

A intervenção proposta tem um valor estimado na ordem dos 368 mil euros (ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor) e será submetida a uma candidatura integrada no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020) designada de “Rotas e Percursos no Médio Tejo” e promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, que deverá possibilitar um financiamento de cerca de 200 mil euros.

O Passadiço do Agroal representa mais um investimento na Praia Fluvial do Agroal e zonas envolventes, reflexo da aposta do Município de Ourém na valorização do espaço e do património existente após as várias intervenções de requalificação já concretizadas.



publicado por Carlos Gomes às 03:12
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019
PORTUGAL DIZ NÃO AO ÓDIO RACIAL E ÉTNICO: SOMOS TODOS JUDEUS!

Pese embora os esforços daqueles que a todo o custo procuram semear o ódio étnico e racial, não raras as vezes a pretexto de alegadas “justas causas”, a sociedade portuguesa é por natureza pacífica e resultado da convivência, ao longo de muitos séculos, com inúmeros povos de todos os continentes.

Sinagoga Portuguesa de Amesterão

A imagem mostra o local reservado ao culto na Sinagoga Portuguesa de Amesterdão.

 

Não existe família em Portugal que não possua no seu seio pessoas oriundas do Brasil, Angola, Cabo Verde, Moçambique… ou não tenha deixado algures um dos seus filhos misturados com uma família nos lugares mais recônditos do planeta!

Entre os portugueses contam-se inúmeros cidadãos de origem judaica e, durante a Segunda Guerra Mundial, serviu Portugal de abrigo – e de entreposto! – a milhares de famílias que escaparam ao holocausto, graças ao empenho de diplomatas e funcionários consulares como Aristides de Sousa Mendes, Teixeira Branquinho e Sampaio Garrido, de forma concertada com o regime que inclusivamente possibilitou a travessia da fronteira e a boa vontade da ditadura franquista.

De novo, está a ressuscitar nalguns países europeus o mesmo ódio que no passado levou ao extermínio milhões de pessoas – judeus, comunistas, ciganos, Testemunhas de Jeová e muitos outros! – algo que desde já rejeitamos liminarmente.

Somos portugueses e temos orgulho da nossa identidade e passado glorioso. Rejeitamos o ódio racial e étnico da mesma maneira que repudiamos os seus fomentadores. Perante a ascensão do antisemitismo, somos todos judeus!



publicado por Carlos Gomes às 23:45
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PORQUE É O FOLCLORE PORTUGUÊS EXCLUÍDO DA PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA CONSIDERADA DE “SERVIÇO PÚBLICO”?

Desde os tempos do saudoso Pedro Homem de Melo, o folclore de Portugal foi excluído da programação televisiva, incluindo a que é designada por “serviço público”.

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Não queremos acreditar que os responsáveis pelas diferentes estações televisivas se envergonham do património do nosso povo e que a todos nos identifica. Mas a inexistência de um programa televisivo dedicado à divulgação do nosso folclore decerto não se justificará por falta de etnógrafos e apresentadores qualificados para o efeito.

A abertura da televisiva à iniciativa privada, com o aparecimento de novos canais televisivos, também não veio alterar a situação anteriormente existente.

A oferta caracteriza-se por programas cada vez mais degradantes e que vão contra os nossos valores civilizacionais. E, quando algo é apresentado, apenas serve para ridicularizar as nossas gentes como se de um bando de néscios se tratassem, achincalhar os seus costumes e fazer deles uma espécie de rábula do mais rasca que alguma vez foi representada no Parque Mayer.

A atitude de desprezo pelas tradições do nosso povo por parte da generalidade da comunicação social e, em particular, das estações de televisão, é algo que deve merecer o nosso mais veemente repúdio. E, como cidadãos contribuintes, exigir que a RTP preste um verdadeiro serviço público, deixando de discriminar o folclore português!



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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“7 MARAVILHAS DOS DOCES”: ABERTURA DE CANDIDATURAS

Estão abertas as candidaturas ao concurso “7 Maravilhas de Portugal - 7 Maravilhas dos Doces” até ao dia 7 de março de 2019. Esta iniciativa, à qual o Município de Ourém se associa, tem como objetivo “eleger os melhores Doces de Portugal, enfatizando a tradição e a inovação, associadas a determinada região do país”.

Todos os munícipes interessados poderão apresentar candidatura às várias categorias de doces a concurso, entre as quais os “bolos de pastelaria” e o “doce de colher e doce à fatia”.

Regulamento de participação disponível em: https://7maravilhas.pt/

Para obtenção de informações complementares e esclarecimentos, poderá contactar o Município de Ourém através de cultura@mail.cm-ourem.pt ou 249540900 (ext. 6823).



publicado por Carlos Gomes às 17:01
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INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO: COMUNIDADES INTERMUNICIPAIS CUMPREM APESAR DE AFASTADAS DOS CIDADÃOS

Seis anos depois da aprovação do estatuto das entidades intermunicipais, um estudo da Universidade de Aveiro (UA) sugere que as comunidades intermunicipais “cumpriram amplamente o seu objetivo” de aproximar municípios com vistas à resolução de problemas comuns. No entanto, por concretizar, estão as expectativas das comunidades intermunicipais que há seis anos julgavam quer iriam conseguir mais financiamentos do que aqueles que até agora conseguiram. Às comunidades intermunicipais falta ainda envolver outros atores regionais e cidadãos.

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O estudo parte de um inquérito às comunidades intermunicipais do território continental, incluindo as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, nas quais todos os 278 concelhos se encontram representados.

“As associações intermunicipais cumpriram amplamente o objetivo de estimular a aprendizagem mútua entre municípios e de permitir aos municípios obter ganhos de escala, isto é, os municípios passaram a cooperar para resolver problemas que ultrapassam as fronteiras dos municípios individuais”, aponta a investigadora Patrícia Silva, politóloga e investigadora do Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território (DCSPT) e da Unidade de Investigação Governança, Competitividade e Políticas Públicas (GOVCOOP) da UA.

A autora do trabalho, a par de Filipe Teles e Joana Ferreira, também da UA, diz que “esta capacidade de cooperar – e até a vontade expressa de alargar formas de cooperação intermunicipal a outras arenas – sugere sinais muito positivos”, sobretudo quando se pensa que “o contexto português foi durante muito tempo caracterizado por rivalidades entre os municípios, com escassa vontade de cooperar e que, em larga medida, a pertença às comunidades intermunicipais foi imposta aos municípios”.

Exceções à regra

A única exceção a este cenário parece ser a perceção quanto à capacidade de as associações obterem fundos comunitários. Se, por um lado, descreve Patrícia Silva, “tal pode estar relacionado com as elevadas expectativas (e necessidade!) dos municípios relativamente à diversificação das fontes de financiamento para assegurar os projetos municipais e intermunicipais”, por outro lado “a obtenção de fundos depende muito da capacidade de interação com outros níveis de governação e, naturalmente, das oportunidades de financiamento”. Por isso, sublinha a investigadora, “não se trata de uma dimensão que dependa exclusivamente do compromisso dos municípios para com os projetos intermunicipais”.

A investigação chama ainda a atenção para as questões de legitimidade das comunidades intermunicipais que “é indireta, na medida em que os membros e, naturalmente, o presidente não são escolhidos diretamente pelos cidadãos”. Os eleitores escolhem ‘apenas’ os representantes dos municípios nas Eleições Autárquicas e são estes que estão representados na assembleia intermunicipal e no conselho executivo das Comunidades intermunicipais. Pelo menos parcialmente, aponta Patrícia Silva, “esta questão ajuda a explicar o pouco interesse dos cidadãos relativamente às atividades das Comunidades intermunicipais”.

A única exceção identificada é o caso das empresas da região que “têm revelado maior interesse pelas atividades das comunidades do que revelam pelas atividades dos seus municípios”.

Para além das questões de legitimidade que o estudo refere, “esta incapacidade de envolver outros atores pode limitar a capacidade das comunidades intermunicipais de mobilizar outros recursos e outras competências e capacidades que as regiões têm”. Além disso, “a capacidade de envolver e de obter consensos com outros atores (políticos, empresariais, da academia, etc.) também poderia ser uma forma de evitar a duplicação de funções e, muitas vezes, de estruturas”.

O trabalho do DCSPT da UA procurou analisar a capacidade de governação das comunidades intermunicipais, considerando  cinco dimensões específicas: âmbito de cooperação (motivos para a cooperação e áreas de intervenção); o compromisso dos municípios e o seu contributo para os objetivos da comunidade; a sua arquitetura (em termos de número de funcionários e financiamento), democracia (a forma como as comunidades se relacionam com os cidadãos e com outros atores regionais) e estabilidade (considerando a perceção dos benefícios da cooperação, a capacidade de tomada de decisões e a vontade expressa dos municípios de alargar o âmbito de cooperação a outras áreas).



publicado por Carlos Gomes às 11:29
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PAN PROPÕE A REALIZAÇÃO DE CENSOS DAS ESPÉCIES SUJEITAS A EXPLORAÇÃO CINEGÉTICA
  • Portugal não monitoriza espécies sujeitas a exploração cinegética
  • Falta de conhecimento põe em causa a conservação de algumas espécies
  • Calendário venatório deve passar a ser elaborado anualmente e regionalmente
  • Zonas não ordenadas convertidas em zonas de refúgio

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo que assegure a realização de censos e monitorização das espécies sujeitas a exploração cinegética.

Em Portugal não existe qualquer monitorização de espécies sujeitas a exploração cinegética o que traduz a total ausência de informação no que diz respeito à abundância, demografia e tendências populacionais. Atualmente, a única informação que existe é a relativa ao número de animais mortos, a qual é comunicada após ato venatório. Esta falta de informação relativamente ao estado da conservação das populações, não impede que na elaboração do calendário venatório, sejam utilizados apenas os dados que resultam da contabilização dos efetivos abatidos na época venatória anterior, podendo estar a ser sobrestimada a densidade populacional de cada espécie o que pode induzir a um cálculo erróneo dos limites diários de abate por caçador, de cada espécie cinegética.

É incontestável que a falta de conhecimento relativamente à conservação das populações cinegéticas, pode estar a refletir-se negativamente na dinâmica das populações. É o caso da rola comum (Streptopelia turtur) e do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), que segundo vários estudos 3,4 encontram-se numa situação muito vulnerável, seja por perda de habitat, pressão cinegética ou incidência de doenças. Estas pressões representam uma ameaça à sua conservação, sendo que no caso da rola comum, a sua população encontra-se em decréscimo populacional (79%) desde 1980, acompanhando a tendência de declínio da europa.

Reforçando o facto de não haver qualquer tipo de monitorização destas espécies cinegéticas, constatou-se que no calendário venatório de 2018-2021, foi autorizado o abate diário de um coelho-bravo por caçador, para todo o território português, com exceção das zonas ardidas em 2017, não havendo qualquer avaliação da condição das populações por parte do ICNF, quer nas zonas de exploração cinegética associativa e turística, como nas municipais e nacionais. O PAN entende ainda que o estado das populações de espécies cinegéticas deveria ser aferido anualmente, ao invés de três em três anos, uma vez que no período decorrente do calendário venatório poderão ocorrer alterações dos ecossistemas, nomeadamente a intensificação de doenças, decréscimo da vegetação ou períodos de seca que influenciam a reprodução das populações. 

Para além das zonas de caça ordenadas, existem as zonas de caça não ordenadas que são constituídas por terrenos sem qualquer gestão cinegética, no entanto são autorizadas a ser exploradas as mesmas espécies que são exploradas nos terrenos ordenados. Não sendo estes terrenos ordenados, não existe qualquer controlo por parte da entidade reguladora Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), relativamente à dimensão das populações ou mesmo do estado de conservação das espécies que estão a ser abatidas em cada zona.

Resumindo, o PAN pretende então que se assegure o cumprimento da obrigatoriedade de estimação dos efetivos das espécies cinegéticas sedentárias (censos), que se estenda a obrigação prevista no artigo 35.º do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, às Zonas de Caça Nacionais e Municipais, que seja constituído um Plano de Monitorização de Espécies Cinegéticas, no âmbito da medida da Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e Biodiversidade 2030 que integre não só as espécies migratórias como também as sedentárias, como é o caso do coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus) e o javali (Sus scrofa), que o calendário venatório passe a ser elaborado anualmente e regionalmente e que se extinga as zonas de caça não ordenadas, substituindo-as por zonas de refúgio para as espécies cinegéticas.



publicado por Carlos Gomes às 10:12
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 09:50
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TEMPLÁRIOS DE TOMAR VÃO ATÉ LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 07:25
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR COMEMORA 76 ANOS DE EXISTÊNCIA

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publicado por Carlos Gomes às 19:41
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CÂMARA DE OURÉM PROMOVEU REUNIÃO SOBRE COMUNICAÇÃO OBRIGATÓRIA DE QUEIMAS E QUEIMADAS

O Salão Nobre do Edifício-sede do Município de Ourém recebeu, na manhã de 15 de fevereiro, uma reunião sobre o Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro, no qual ficou definido a comunicação obrigatória às autarquias locais de todas as queimas e queimadas efetuadas por munícipes ou entidades. A iniciativa contou com a participação do Vereador da Câmara Municipal, Rui Vital, o Comandante do Serviço Municipal de Proteção Civil, Nuno Touret e representantes das 13 juntas de freguesia do concelho de Ourém.

O Decreto-Lei nº 14/2019 de 21 de janeiro estabelece a obrigatoriedade de comunicar às autarquias locais todas as queimas e queimadas realizadas, seja por via telefónica, email ou presencialmente na Câmara Municipal de Ourém ou junta de freguesia da respetiva área de residência, bem como, através da plataforma informática disponibilizada no site do ICNF (https://fogos.icnf.pt/queimasqueimadas).

O encontro permitiu demonstrar todos os procedimentos necessários para a concretização da comunicação na plataforma do ICNF, obtendo uma gestão centralizada dos pedidos de autorização de queimas ou queimadas. Os pedidos de autorização devem ser submetidos na plataforma pelas autarquias locais, como forma de auxílio aos munícipes que não tenham possibilidade de o fazer autonomamente.

Além deste procedimento, a Câmara Municipal de Ourém está a desenvolver uma aplicação que comunicará todos os registos existentes às corporações de bombeiros concelhias, para uma correta e eficaz partilha da informação que auxilie na prevenção de focos de incêndio resultantes da realização de queimas ou queimadas.


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publicado por Carlos Gomes às 17:54
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JORNADAS DA MECÂNICA | DIVULGAÇÃO DE PROGRAMA

A INSIGNARE promove as JORNADAS DA MECÂNICA ´19, que decorrerão nos próximos dias 21, 22 e 23 de fevereiro, entre as 14h00 e as 22h00, no Centro de Negócios de Ourém.

O Programa conta com a exposição de dezenas de empresas nas áreas de: Maquinações Convencionais e CNC; Digitalização 3D; Serralharia; Software CAD/CAM; Mecatrónica Automóvel, Automação e Robótica; Metalomecânica e Higiene e Segurança no trabalho.

Para além dos expositores, o evento conta com demonstrações em sessões técnicas, nomeadamente no dia 21 pelas 16h, com João Poças da empresa IGUS, apresenta soluções de robots low cost para a indústria. No dia 22, também pelas 16h, Paulo Martins da empresa CODI apresenta demonstrações da impressão 3D para meio educacional, meio industrial, suas tecnologias e aplicações.

A final do concurso EPO Big Idea tem lugar na tarde de dia 22, com a apresentação das 3 ideias finalistas às categorias “ideia mais criativa” e “ideia mais comercial”.

A noite de sexta-feira fica preenchida, pelas 21h, com uma Tertúlia “À conversa com…” que trará as presenças da equipa de mecânica da Elisabete Jacinto: Marco Cochino, bem como os pilotos Bruno Oliveira, Gonçalo Figueiroa, José Grosso e Artur Fidalgo.

Estes pilotos trazem também os seus carros de competição, que estarão em presença os 3 dias de evento.

A etapa final das Jornadas tem lugar na tarde de sábado, com um grande Show de Free Style, a cargo do ex. campeão do mundo da modalidade, Humberto Ribeiro.

O evento reveste-se de grande importância para a Escola Profissional de Ourém, pelo estreitamento de relações institucionais com empresas, profissionais e instituições de ensino superior nas áreas da mecânica e do sector automóvel, constituindo assim uma mais-valia para o conhecimento técnico dos alunos e para a afirmação de Ourém como um pólo regional de formação profissional na área da Mecânica.



publicado por Carlos Gomes às 17:52
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Domingo, 17 de Fevereiro de 2019
APRESENTADA A EDIÇÃO DE 2019 DO RALLY VILA MEDIEVAL DE OURÉM

Foi numa sala repleta de jornalistas, pilotos, organizadores e entusiastas do desporto automóvel, que decorreu, na manhã de sábado, a apresentação oficial da edição de 2019 ,do Rally Vila Medieval de Ourém prova de abertura do Campeonato Centro de Ralis, uma organização do Olival Motorizado, com o apoio do Município de Ourém.

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A prova irá para a estrada nos dias 16 e 17 de março e terá, a exemplo das edições anteriores, passagens por locais emblemáticos do concelho de Ourém, como sejam a Vila Medieval de Ourém, que empresta o nome à prova, ou o Agroal, para além do regresso do troço cronometrado do Alqueidão  seguindo a rotatividade de classificativas pretendida pela organização e a fechar a Super Especial - Município de Ourém / LPM que decorrerá na cidade de Ourém.

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Segurança é palavra de ordem 

A organização está mais uma vez a preparar as zonas espetáculo para que o publico veja a prova nos melhores locais nas melhores condições de segurança. Estarão envolvidos mais de 450 elementos entre organização , forças de segurança e bombeiros.

Trata-se de mais um projeto de natureza desportiva e base turística, que continua a almejar projetar-se à escala do desporto motorizado nacional, tendo esta sessão de apresentação oficial contado com as presenças, para além dos patrocinadores privados, da Diretora da Insignare, do Vereador Rui Vital e da figura mais relevante do universo administrativo municipal, o seu Presidente, Luís Miguel Albuquerque.

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António Monteiro estreia Peugeot 208 T6 R5

Estava na mesa de honra enquanto representante de um dos patrocinadores da prova , a LPM e acabou  por revelar que depois de ter feito de carro "0" no ultimo Rali Vila Medieval de Ourém o "bichinho" despertou após vários anos de interregno e agora ainda com mais força....

António Monteiro vai estrear á partida do RVMO 2019 um Peugeot 208 T16 R 5 carro com o qual já correu Gilles Panizzi.

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Animação para toda a família

Na noite de sábado está previsto um espectáculo de dança no Centro de Negócios no final das especiais do Castelo. No final da parte competitiva no domingo iremos ter ás 17h00 Camião Racing  com Artur Fidalgo , Kart Cross com Samuel Vina e é esperada ainda a presença de um veiculo de Drift. Dentro do Centro de negócios enquanto se aguardará pela entrega de prémios haverá um espectáculo com o Humorista João Seabra.

Organização presentear pilotos e aniversariante

A apresentação do RVMO serviu também para a organização presentear os pilotos Samuel Vina e José Grosso  (será o carro 0) pela amizade e apoio que têm dado ao clube e ás suas organizações  e ainda ao aniversariante do dia. O piloto Paulo Caldeira estava na plateia e foi agraciado pelo seu aniversário pelos homens do Olival Motorizado.

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Programa

16 de Março - Sábado

19h00 - Castelo 1

20h30 - Castelo 2

17 de Março - Domingo

10h00 - Alqueidão 1

10h30 - Agroal 1

13h00 - Alqueidão 2

13h30 - Agroal 2

15h00 - Super Especial - Município de Ourem / LPM

17h00 - Kart Cross / Camião Racing

17h30 - Espectáculo de Comédia com João Seabra

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publicado por Carlos Gomes às 16:56
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2019
MOINHOS ABREM AS PORTAS A QUEM OS QUEIRA VISITAR

Mais uma vez estamos a preparar os Moinhos Abertos!

Mais um ano em que esperamos uma grande participação e repetir o êxito da nossa atividade conjunta e em que  pretendemos reeditar, pelo 13º ANO CONSECUTIVO a iniciativa Moinhos Abertos de Portugal.

Em 2018 conseguimos em conjunto 367 moinhos abertos e mais de 30.000 visitantes.

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O que é o “Dia dos Moinhos Abertos”?

O conceito desta atividade é extremamente simples:

Fazer funcionar em simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país!

Quem pode participar na organização?

Todos: Moinhos Abertos é uma iniciativa aberta e gratuita!

Esta é uma  iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação com o único objetivo de chamar a atenção dos Portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.  Promovida desde 2007 pela Etnoideia esta iniciativa tem o apoio da TIMS, Sociedade Internacional de Molinologia sendo divulgada internacionalmente por todo o mundo.

Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses poderá também servir para identificar problemas e oportunidades, germinar projetos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc.) com a participação de ativistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas em torno deles.

Por isso, apelamos à sua participação ativa, através do seu envolvimento pessoal e das organizações a que pertence ou com as quais se relaciona.

Como otimizar os seus impactos?

Você:

  • Mobilizando antecipadamente entusiastas, amigos dos moinhos, instituições e moinhos cujos proprietários e moleiros podem ser contactados por cada um de nós (contamos consigo também para o fazer).
  • Durante este dia, cada moinho deverá estar aberto e se possível a funcionar, sendo desejável a organização de algumas atividades como as sugeridas na ficha de programação em anexo, ou outras.
  • Divulgando pelos seus contactos e redes sociais o Cartaz “Moinhos Abertos 2019”, em anexo  e afixando-os nos moinhos e locais adequados (JPEG para impressão e afixação local);
  • Reencaminhando a informação da brochura e programa final logo que disponível para a sua rede de contactos. Acreditamos desta forma vir a alcançar uma ampla divulgação e impacto público.

A organização:

  • Irá divulgar junto da comunicação social nacional e regional, redes sociais e mailing a todas as pessoas e organizações constantes dos nossos ficheiros. No site da Rede ficarão disponíveis todas aas informações e por correio eletrónico serão enviados materiais de divulgação para todas as Câmaras Municipais e para todas as Juntas de Freguesia do País.
  • Irá paginar uma brochura ilustrada com informações sobre os moinhos, horários e como visitar ao longo de todo o ano que ficará disponível permanentemente online em moinhosdeportugal.org.

Como participar na organização?

Esta participação é livre, espontânea e aberta a todos pelo que pode participar na organização das seguintes formas:

  • Dinamização da abertura, nos dias 6 e/ou 7 de Abril (Sábado e Domingo), dos moinhos a que está ligado, se possível organizando atividades e animações e congregando moleiros, amigos, Juntas de Freguesia, Câmaras Municipais, Museus, etc.
  • Convite a outros moinhos e pessoas para participar.
  • Para isso terá que enviar até 3 de Março:
    • Ficha de programação Excel com informações sobre os moinhos que vão estar abertos (ficha em anexo a preencher no ficheiro Excel com todos os moinhos, identificando um a um e enviando uma foto por cada moinho com o nome do moinho no nome do ficheiro. Esta ficha inclui todas as informações necessárias para a identificação dos moinhos e respetivo programa de atividades, organizadores, indicações úteis, etc).

IMPORTANTE: NÃO SERÃO ACEITES OUTROS FORMATOS OU INFORMAÇÕES NÃO CONSTANTES NA FICHA DADO QUE ISSO PROVOCA PROBLEMAS NA PAGINAÇÃO).

  • Declaração de consentimento ao abrigo do RGPD(Regulamento Geral de Proteção de Dados) depois de assinada e digitalizada. Um exemplar por cada indivíduo do qual constarem dados pessoais na ficha do moinho respetivo nos Moinhos Abertos 2019.

ATENÇÃO: POR IMPERATIVOS LEGAIS NÃO PODERÃO SER ACEITES INSCRIÇÕES DE MOINHOS QUE CONTENHAM DADOS PESSOAIS SEM A RESPETIVA AUTORIZAÇÃO DO INDIVIDUO A QUE REFEREM. QUAISQUER DADOS PESSOAIS QUE CONSTEM DA FICHA DE PROGRAMAÇÃO EXCEL SEM DECLARAÇÃO DE CONSENTIMENTO ASSINADA SERÃO APAGADOS NA BROCHURA FINAL PODENDO PREJUDICAR O CONTACTO COM OS ORGANIZADORES.



publicado por Carlos Gomes às 04:37
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2019
ALVAIÁZERE DEBATE SOBRE AS VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS TECNOLOGIAS

O desassossego das tecnologias … A adição

No passado dia 08 de fevereiro de 2019, reuniu-se, na Casa Municipal da Cultura de Alvaiázere, um painel constituído por representantes da Direção dos dois estabelecimentos de ensino do concelho, por representantes das duas associações de pais e de estudantes para, numa iniciativa organizada pela Secção de Prevenção Criminal e Policiamento Criminal, programa Escola Segura (Destacamento da GNR de Pombal), em parceria com o Município de Alvaiázere, debater a temática das novas tecnologias, as suas (des)vantagens e, em particular, o problema da adição que pode estar associada ao consumo excessivo de tecnologia.

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Conduzidos pelo Cabo Nelson Silva, pela Guarda Principal Sandra Grilo e pela Vereadora da Câmara Municipal, Sílvia Lopes, estes elementos e o público (constituído maioritariamente por alunos, pais, Encarregados de Educação, professores e outros agentes de ação educativa) refletiram sobre esta temática extremamente atual e que está no centro das preocupações de todos os educadores.

A iniciativa traduziu-se, então, num interessante momento de partilha e reflexão de que saíram enriquecidos todos os participantes. Mais importante do que encontrar respostas (que nunca são únicas e absolutas) é a oportunidade de, em comunidade, construir conhecimento e perceber o apoio que as entidades podem conceder no árduo trabalho de educar e, consequentemente, no processo de construção da identidade de cada criança e jovem.



publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2019
PAN CONGRATULA PARLAMENTO EUROPEU PELA MELHORIA DO BEM-ESTAR ANIMAL

Transporte de Animais Vivos: PAN congratula Parlamento Europeu por melhorias no bem-estar animal

  • Relatório aprovado hoje em Estrasburgo visa melhorar as condições de bem-estar no transporte de animais vivos
  • Redução dos tempos de transporte, reforço da fiscalização e aumento das sanções
  • Conclusões comprovam a relevância das propostas políticas do PAN e das reivindicações de várias Organizações Não Governamentais

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – congratula o Parlamento Europeu pela discussão e aprovação no Plenário de hoje em Estrasburgo do Relatório sobre a execução do Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho relativo à proteção dos animais durante o transporte dentro e fora da UE, por parte da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, documento que visa melhorar as condições de bem-estar no transporte de animais vivos na União Europeia (UE).

O Relatório aprovado hoje apresenta uma série de incumprimentos deste regulamento e solicita à Comissão Europeia e aos Estados Membros a garantia de que o tempo de duração do transportes de animais vivos – que pode ser de dias ou semanas – seja encurtado. Deverá também haver um melhor controlo do cumprimento das regras estabelecidas pela UE para proteger os animais durante o transporte, assim como um claro reforço da fiscalização. O documento insta ainda à aplicação de sanções mais duras para evitar o sofrimento dos animais e terminar com o incumprimento sistemático por parte dos operadores, que poderão incluir medidas como o confisco de veículos ou a reconversão profissional obrigatória dos responsáveis pelo bem-estar e pelo transporte dos animais.

Para além destas medidas de reforço, o documento solicita que o transporte de animais para países que não cumpram as normas europeias em matéria de bem-estar animal e regras de transporte de animais da União Europeia seja restringido e insta à criação de um sistema de acompanhamento mais eficaz e transparente, que inclua o acesso público às informações recolhidas pelo sistema informático veterinário integrado (TRACES) para reforçar as inspeções ao transporte de animais vivos.

A nível nacional, o PAN tem levado este tema ao debate público e parlamentar desde a sua entrada na Assembleia da República. Nas últimas votações em janeiro de 2019, foram rejeitadas todas as iniciativas do partido para regulamentar o Transporte de Animais Vivos. O PAN considera assim que este relatório comprova e vem dar força às suas propostas políticas e às reivindicações de várias Organizações Não Governamentais e muitas centenas ativistas em Portugal.

"Com esta votação, o Parlamento Europeu envia uma mensagem clara ao Governo português e aos partidos que resistem constantemente à garantia das condições mínimas de bem-estar dos animais de pecuária: há que pôr fim a uma violência desmedida, garantir a dignidade destes animais e adaptar a legislação nacional nesse sentido", afirma Francisco Guerreiro, cabeça de lista do PAN às Eleições Europeias 2019.

Todos os anos, milhões animais de pecuária são transportados dentro e fora da UE sem condições de bem-estar, nomeadamente para o norte de África e para o Médio Oriente, e existem ainda casos de transporte para países asiáticos, especificamente Singapura. O PAN considera que o cumprimento do Regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho, ainda assim insuficiente, é o mínimo que os Estados Membros podem fazer para estancar o transporte de animais vivos dentro e fora da UE.

“O lucro do sector agropecuário Europeu não pode ser feito à custa do bem-estar de milhões de animais”, conclui Francisco Guerreiro.



publicado por Carlos Gomes às 17:30
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«Consolata - 75 Anos em Portugal» - EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA

No próximo sábado, dia 16 de fevereiro, no decorrer da 29.ª Peregrinação da Família da Consolata a Fátima, abrirá ao público, no Consolata Museu | Arte Sacra e Etnologia, a exposição temporária «Consolata - 75 Anos em Portugal».

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Encontram-se expostas algumas fotografias inéditas do arquivo fotográfico da Revista Fátima Missionária, bem como objetos ligados à história e memórias do Seminário de Nossa Senhora de Fátima, o primeiro a ser edificado na Cova da Iria, inaugurado em 1950, hoje conhecido como Seminário da Consolata.

Pretende-se com este evento comemorativo, dar a conhecer alguns dos principais momentos da presença dos missionários da Consolata em Portugal, dando ênfase ao fundador do instituto no nosso país, o Padre João De Marchi (1914-2003) como educador, formador, fundador e valoroso missionário da Mensagem de Fátima no país e no mundo.

A exposição conta com a colaboração do CEHR - Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, através da investigadora Margarida Rézio, com pós-doutoramento em História Religiosa, debruçando-se pelo estudo comparativo da fisionomia espiritual do padre João De Marchi e do Venerável Cónego Manuel Nunes Formigão, fundador da Congregação das Irmãs Reparadoras da Nossa Senhora de Fátima.

Fruto deste estudo sobre a ligação cooperativa institucional e da enorme devoção mariana que ambos os sacerdotes possuíam, encontram-se também expostas algumas relíquias do Venerável Cónego Manuel Nunes Formigão, o “Apóstolo de Fátima” e primeiro investigador (1917) dos acontecimentos da Cova da Iria.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo até 26 de maio do corrente ano nos seguintes horários:10h00-13h00 | 14h00-17h00 (fevereiro- março); 10h00-13h00 | 14h00-18h00 (abril- maio).



publicado por Carlos Gomes às 10:36
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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2019
INSIGNARE REALIZA JORNADAS DE MECÂNICA

Jornadas da Mecânica: Equipa de Mecânica de Elisabete Jacinto, marca presença na Tertúlia das Jornadas

O programa das Jornadas da Mecânica 2019 vai contar, nesta edição, com uma tertúlia dedicada à discussão de temáticas do mundo automóvel, que acontecerá no dia 22 de fevereiro de 2019 (2.º dia das jornadas) pelas 21h00.

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Nessa tertúlia irão estar presentes o mecânico da equipa da piloto Elisabete Jacinto, Marco Cochinho (equipa que fez história ao vencer a prova de todo-o-terreno África ECO Race 2019, na categoria camião), o piloto Bruno Oliveira (segundo lugar na prova de abertura da Taça do Mundo de todo o terreno, disputada na Rússia na categoria T2) e ainda os pilotos de competição Artur Fidalgo, Gonçalo Figueiroa e José Grosso.

Após o término da referida tertúlia haverá um tempo dedicado para uma sessão de autógrafos com todos os intervenientes na mesma.



publicado por Carlos Gomes às 18:40
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Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2019
EMBAIXADORES DO DESPORTO – ESCOLA DE HOTELARIA DE FÁTIMA ACOLHE SESSÃO

Os atletas Fernando Mamede e Paulo Guerra, Embaixadores do Plano Nacional de Ética Desportiva, acompanhados pelo Dr. José Branco do Instituto Português do Desporto e da Juventude, estiveram presentes hoje, 12 de fevereiro, na Escola de Hotelaria de Fátima, numa sessão realizada com os jovens sobre “Ética Desportiva”.

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Esta sessão pretendeu mostrar aos alunos como a ética e os valores são fundamentais tanto no desporto mas sobretudo em toda a nossa vida.

O valor da superação foi bem traduzido nestas palavras de Fernando Mamede: “não temos de ser os melhores do mundo mas lutar para sermos o melhor que formos capazes”, fazendo alusão ao empenho e esforço que os alunos necessitam de ter nas várias etapas escolares.

Paulo Guerra focou também na definição de metas e objectivos de perseverança, sendo essencial definir “objectivos que se tornam a luz que nos orienta, sem desistir deles, pois há sempre altos e baixos; nada se consegue num estalar de dedos” .

Nesta sessão foi transmitido aos jovens o valor e a importância de acreditar em si mesmos, mas também na importância de acreditar e encontrar modelos que os orientem e ajudem no seu percurso académico (sejam eles os professores, os pais…).

Os oradores transmitiram experiências na primeira pessoa, os desafios porque passaram e testemunhos sólidos, inspirando a todos com os seus ensinamentos, destacando como todos os valores – respeito, cooperação, compromisso, dedicação, excelência, amizade, esforço, disciplina, e outros – são transversais e essenciais no trabalho, nas relações e na vida.
A realização desta sessão ocorre integrada no desenvolvimento do Projecto Educativo das escolas INSIGNARE, centrado numa visão abrangente do aluno-cidadão e das suas componentes sociais e pessoais.



publicado por Carlos Gomes às 18:19
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MUNICÍPIO DE OURÉM INTEGRA EMPRESA INTERMUNICIPAL “TEJO AMBIENTE”

A Câmara Municipal de Ourém aprovou a proposta presente à reunião de Câmara extraordinária de 8 de fevereiro, que define a constituição de uma empresa intermunicipal de serviços de abastecimento público de água, saneamento e águas residuais e recolha de resíduos urbanos. Esta empresa denominada “Tejo Ambiente – Empresa Intermunicipal de Ambiente do Médio Tejo E.I.M., S.A.” reúne seis municípios do Médio Tejo (Ourém, Ferreira do Zêzere, Mação, Tomar, Sardoal e Vila Nova da Barquinha) e permitirá a candidatura a fundos comunitários para infraestruturas de água e saneamento, já que, ao abrigo de uma imposição legal, apenas as entidades integradas em sistemas intermunicipais estão aptas a fazê-lo.

A criação da empresa intermunicipal “Tejo Ambiente” deverá possibilitar um encaixe na ordem dos 10 milhões de euros nos próximos cinco anos, o que permitirá expandir a rede de saneamento básico no concelho e atingir uma taxa de cobertura de cerca de 60%. As zonas prioritárias estão definidas e com obras a decorrer atualmente em Cercal, Espite, Fátima e Matas, seguir-se-ão Boleiros, Estrada de Minde (que só será requalificada após as obras de saneamento), Bairro, lugares limítrofes da cidade de Ourém, Rio de Couros e Urqueira.

A “Tejo Ambiente” terá um capital social de 600 mil euros e o Município de Ourém uma participação de 32,37%, ou seja, 194.237 mil euros. Após parecer positivo da ERSAR e aprovação por unanimidade em reunião de Câmara, a proposta será agora submetida a apreciação da Assembleia Municipal, estando a efetiva constituição da entidade sujeita à prévia autorização do Tribunal de Contas.


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publicado por Carlos Gomes às 16:07
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PAN QUER PROTEGER IDOSOS NA DEFESA DO CONSUMIDOR

PAN pretende reforçar a proteção de pessoas idosas em matéria de defesa do consumidor

·         Grupo social frequentemente burlado por desconhecimento ou confiança excessiva nos outros

·         Criação de um regime especial na defesa do consumidor para proteção de pessoas idosas

·         Prazos mais alargados para cancelamento de contratos em diversas situações

·      Aumento do valor da coima no caso de contraordenações relacionadas com o fornecimento de bens ou serviços não solicitados

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou um Projeto de Lei que pretende criar um regime especial, em matéria de defesa do consumidor, para proteção de pessoas idosas.

Os dados nacionais e internacionais apontam para a manutenção da tendência de envelhecimento da população nos próximos anos, tendo a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmado em 2014 que a população mundial com mais de 60 anos irá passar de 841 milhões para 2 biliões até 2050.

A fragilidade em razão da idade já prevê proteção jurídica especial em várias situações. No entanto, e sem prejuízo das disposições existentes em matéria penal, verifica-se que, na prática, os idosos são frequentemente burlados, por desconhecimento ou confiança excessiva nos outros, celebrando contratos, adquirindo bens ou subscrevendo serviços que não pretendem.

Por esta razão o PAN pretende criar um regime, em matéria de defesa do consumidor, que proteja de forma mais acentuada os idosos, nomeadamente no que concerne a prazos mais alargados para o exercício do direito de resolução ou denúncia e estabelecimento de coimas mais elevadas em casos específicos quando a contratação envolva pessoas com mais de 65 anos.

As alterações pretendidas à lei de defesa do consumidor pressupõem que quando se verifique falta de informação, informação insuficiente, ilegível ou ambígua que comprometa a utilização adequada do bem ou do serviço, o consumidor, caso seja pessoa idosa, possa cancelar o contrato relativo à sua aquisição ou prestação, no prazo de 15 dias úteis, a contar da data de receção do bem ou da data de celebração do contrato de prestação de serviços, em vez dos atuais 7 dias úteis. Por outro lado, nos contratos que resultem da iniciativa do fornecedor de bens ou do prestador de serviços fora do estabelecimento comercial, por meio de correspondência ou outros equivalentes, é assegurado ao consumidor, caso seja pessoa idosa, o direito de livre resolução no prazo 30 dias, em vez dos atuais 14.

Pretende-se ainda alterar o Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril, que regula a venda de bens de consumo e das garantias a ela relativas, alterando os prazos de denúncia por pessoas idosas, os quais passam a ser de quatro meses, caso se trate de bem móvel, ou de dezoito meses, se se tratar de bem imóvel, a contar da data em que tenha detetado a desconformidade do bem, em vez dos atuais dois meses, no caso de bem móvel e um ano, no caso de bem imóvel. O projeto do PAN quer também alterar o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de Fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial, estabelecendo prazos alargados de livre resolução nestes contratos e aumentado o valor da coima no caso de fornecimento de bens não solicitados, quando o consumidor seja pessoa idosa.



publicado por Carlos Gomes às 13:46
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Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2019
RALLY VILA MEDIEVAL DE OURÉM 2019 COM APOIO DO MUNICÍPIO DE OURÉM

A reunião de Câmara de 8 de fevereiro foi palco da aprovação de um protocolo de colaboração entre a Câmara Municipal de Ourém e o Centro Cultural e Recreativo do Olival para a realização do Rally Vila Medieval de Ourém 2019.

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O evento, que é já uma referência no desporto motorizado capaz de promover o concelho a nível nacional, vai ocorrer a 16 e 17 de março de 2019 e está incluído no Campeonato do Centro de Ralis e no Desafio Kumbo Master. A Câmara Municipal, enquanto parceira do evento juntamente com a Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, deliberou atribuir um apoio financeiro consignado à realização do Rally Vila Medieval de Ourém 2019 no valor de 35 mil euros. A proposta foi aprovada por unanimidade e a autarquia compromete-se ainda a apoiar logisticamente o Centro Cultural e Recreativo do Olival, contribuindo para o desenvolvimento do desporto motorizado no concelho.



publicado por Carlos Gomes às 18:12
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RALLY ACELERA EM OURÉM

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publicado por Carlos Gomes às 15:00
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR LEVA A LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2019
MANUEL JOÃO BARBOSA: A SUA DEDICAÇÃO À CAUSA DO FOLCLORE É MERECEDORA DA NOSSA MAIS SINCERA HOMENAGEM!

A notícia é do Diário de Notícias e data de 5 de Setembro de 2009. Mas, apesar do tempo decorrido, não podiamos ficar indiferentes. Já na década de 70 do século passado, Manuel João Barbosa deu ao folclore a revista “Folclore” pelo que é mais do que justa esta singela homenagem que deveria servir de mote para o seu reconhecimento por parte de todo o movimento folclórico nacional.

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O caso raro de um jornal que defende o folclore

'Jornal do Folclore' sobrevive  há 13 anos com mais de duas mil assinaturas e o suor e as  palavras de um só homem.

Manuel João Barbosa é uma figura incontornável do folclore, em Portugal. Porque é proprietário, director, repórter, secretário, o faz-tudo do Jornal do Folclore, a única publicação portuguesa especializada. No país? "Não há no País, e creio que em todo o mundo, outra publicação que trate o tema folclore", conta ao DN, a partir de Santarém e entre escalas, como sempre - preparava-se para ir cobrir o Festival Internacional dos Açores.

"Em contacto com responsáveis de muitas formações estrangeiras, a informação que temos é que nenhum país tem qualquer publicação que trate a cultura popular", complementa. O primeiro número do jornal de Manuel João "saiu a 1 de Março de 1996" e, daí para cá, foram mais de "treze anos de publicação regular e ininterrupta".

E por força desta "carolice", como admite, Manuel João é um papa-léguas com "dezenas de milhares de quilómetros por ano". Multiplique-se por 13, então.

Com a ajuda pontual de duas ou três pessoas, Manuel João dirige, faz existir, no fundo, uma publicação com pretensões de, "não só informar", "mas também de formar, procurando oferecer aos grupos de folclore indicações úteis para o desenvolvimento de um trabalho de orientação acertada de representação etnográfica e folclórica".

Um tema difícil num país em que pintar uns trajes e subir o volume dos sistemas de som, normalmente, chega para o objectivo-mor: o aplauso.

Arriscando que o Jornal do Folclore "é um projecto arredado de interesses comerciais", é preciso pagar gráfica, viagens, internet, luz... Como? "[Com] uma considerável rede de assinantes", que ultrapassa as duas mil - o jornal custa 1,50€ por edição (mensal).

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publicado por Carlos Gomes às 22:15
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ALMOÇO DE CHÍCHAROS JUNTA OUREENSES EM ALQUEIDÃO

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publicado por Carlos Gomes às 19:17
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FREIXIANDA... CHAMA O ANTÓNIO!

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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FREIXIANDA ACELERA EM TODO-O-TERRENO

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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ORÉM RECEBE RALLY NA VILA MEDIEVAL

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publicado por Carlos Gomes às 19:13
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PORTA COM PORTA | ESPECTÁCULO DE TEATRO EM OURÉM

O Cineteatro Municipal de Ourém vai receber, sábado 16 de março, o espetáculo de teatro “PORTA COM PORTA”.

Esta comédia romântica protagonizada por Sofia Alves e João de Carvalho sob a direção de Celso Cleto aborda a história de Rute (Sofia Alves), uma mulher independente com cerca de 40 anos que resolve comprar um apartamento novo num edifício de prestígio. Mas, na euforia de conseguir mais um passo na sua independência acontece, algo que não estava planeado e que ela não vai conseguir controlar. Tony (João de Carvalho) é o proprietário que vai ocupar o apartamento do lado, Porta com Porta. De facto, Tony com cerca de 55 anos está muito longe de ser o vizinho ideal para Rute e os problemas acontecem logo no primeiro encontro."

Reservas através de  cineteatro@cm-ourem.pt  | tlm 916 591 231

Público-alvo: M/16 anos

Custos: 10,00€

16 de março – 21.30H

Cineteatro Municipal de Ourém


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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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OURÉM INAUGURA EXPOSIÇÃO DE ESCULTURA DE CARLOS SOUSA

Ourém inaugura a exposição de escultura "Engenho da alma", de Carlos Sousa, no dia 15 de fevereiro, pelas 18h00, no Auditório Cultural dos Paços do Concelho de Ourém

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Carlos Manuel Antunes de Sousa, nasceu em Ourém em 1968 e prematuramente surgiu a necessidade de descobrir, alicerçada a uma curiosidade em saber onde é que as coisas encaixam.

Quando se tenta definir, mantém-se no silêncio numa tentativa de comparar às suas obras, saltitando entre uma provocação ferrugenta e uma simplicidade pormenorizada.

“Eu gosto do ferro com ferrugem. Eu quero o ferro com ferrugem!”

O material de eleição é a sucata porque o ferro amadurece com o tempo, numa curva existencial que começa nas mãos do escultor mas finaliza-se na rua através das pessoas.

O processo criativo de um novo projecto pode nascer de duas formas, a partir de um pensamento estruturado de uma projeção antecipada da obra ou de uma improvisação livre, sem rigidez e que descobre no acaso o caminho e a identidade.

A oficina transborda de ferro trabalhado, de ferro evoluído, que espera, que tem coisas para dizer, algo a acrescentar à vida, talvez uma provocação da consciência.

Esta exposição estará patente até ao dia 31 de março, no seguinte horário: de segunda-feira a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.



publicado por Carlos Gomes às 18:31
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PAN PROPÕE ALTERAÇÕES À REGULAÇÃO DA AUTORIDADE PARENTAL EM CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

PAN considera urgente debater alterações à regulação das responsabilidades parentais em situações de violência doméstica

  • Regime jurídico da regulação das responsabilidades parentais em situações de violência doméstica não é eficaz a assegurar o superior interesse das crianças
  • Agressores socorrem-se da regulação das responsabilidades parentais para manter o contacto com a vítima e com os filhos
  • Continua a verificar-se falta de comunicação entre o Tribunal Judicial e o Tribunal de Família e Menores
  • Tragédia que envolveu os homicídios no Seixal coloca novamente a descoberto a desprotecção das vítimas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta um projeto de lei sobre a regulação das responsabilidades parentais em situações de violência doméstica.

Caso no Seixal deixa a descoberto protecção das vítimas de violência doméstica. Apesar da PSP ter classificado este caso como "de risco elevado", o Ministério Público (MP), acabou por dar origem a um inquérito apenas por crime de coação e ameaça com a vítima a desistir da queixa passado um tempo, apesar de ter continuado a lutar contra o ex-marido em tribunal. Ao contrário de uma acusação por violência doméstica, que é considerado crime público, uma acusação por coação e ameaça depende de queixa. Sabe-se ainda que o casal em questão estava em processo de discussão pela regulação parental e não tinha ainda chegado a um consenso sobre o tempo que a criança devia passar com cada um dos pais.

Porque, infelizmente, todos estes motivos são elucidativos de várias ineficácias, o PAN defende que é fundamental que o regime jurídico da regulação das responsabilidades parentais assegure o superior interesse das crianças. Dificilmente uma criança terá benefícios em que os pais tenham o exercício partilhado das responsabilidades parentais quando se verifique um contexto de violência doméstica, para além de ser uma tortura para o progenitor ofendido. O agressor frequentemente se socorre do regime da regulação das responsabilidades parentais para manter o contacto com a vítima e com os filhos (também eles vítimas), mantendo naqueles um sentimento de insegurança que os impede de viver uma vida livre e sem receios, inclusivamente impedindo ou retardando a sua recuperação.

Os principais problemas da regulação das responsabilidades parentais em situações de violência doméstica resultam em grande parte da falta de comunicação entre o Tribunal Judicial (onde o processo relativo ao crime de violência domestica é julgado) e o Tribunal de Família e Menores (onde o processo de regulação das responsabilidades parentais corre termos) não permitindo uma abordagem integrada, global e eficaz das dinâmicas familiares e o seu reflexo na parentalidade.

O PAN propõe a inclusão de uma série de medidas que impliquem essa comunicação entre os tribunais, com vista à proteção de todas as vítimas. Em primeiro lugar, sempre que haja despacho de acusação pelo crime de violência doméstica, o Tribunal de Família e Menores deve ser imediatamente informado, pois a probabilidade das crianças e jovens serem também elas vítimas é muito grande. Atualmente a lei prevê que isto aconteça só nos casos em que seja aplicada medida de coação ou sanção acessória de impedimento de contactar com o outro progenitor.

Deve também ser avaliada a possibilidade de, nos casos de haver sentença de condenação por homicídio em contexto conjugal, esta levar à inibição das responsabilidades parentais por parte do agressor, tal como dispõe o n.º 2 do artigo 45.º da Convenção de Istambul. Devendo sempre, antes da aplicação da referida medida acessória ser verificado in casu, tendo em conta parâmetros como a idade da criança, se a mesma vivia ou não com os progenitores, se há ou não familiares capacitados para se encarregarem da sua educação e desenvolvimento, se existem ou não condições para que o agressor mantenha o exercício das responsabilidades parentais.

Por fim, em complemento à isenção de pagamento de taxas moderadoras para a vítima e para as crianças em geral, deve ser possibilitada a prestação de consultas de psicologia gratuitas para a vítima e para os filhos, sejam eles menores ou não, desde que tenham presenciado de alguma forma a prática do crime.



publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2019
"SONHOS COM FORMA E COR" DIÓNIS, NO RESTAURANTE CLAUSTRO MONFORTINO DA EHF

A exposição “Sonhos com Forma e Cor” da Diónis, está patente no restaurante Claustro Monfortino e conta com os quadros de oito pintores, que fazem da pintura um hobbie. Esta atividade “Arte no Claustro” pretende juntar o prazer pela gastronomia com o gosto pela arte, trazendo, todos os meses, um artista ao espaço do Restaurante de Aplicação da Escola de Hotelaria de Fátima, Claustro Monfortino. A exposição teve início no dia 4 de fevereiro e irá estar exposta até ao dia 1 de março.

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Sobre os pintores:

Luísa Queirós, enfermeira, com especialização em obstetrícia, nasceu a 30 de novembro de 1939, em Árgea, Torres Novas. Atualmente reside em Fátima. Escolheu como hobby a pintura, que lhe permitiu desenvolver várias técnicas. Passou por vários ateliers, encontrando-se agora com a professora Carla Figueiredo, na Oficina das Artes. da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL.

José Gabriel, nasceu a 2 de fevereiro de 1949, na freguesia de S. C. Serra. Reside em Fátima. Licenciado em Educação Tecnológica e com curso superior especializado em Organização e Administração Escolar, dedicou 36 anos da sua vida ao ensino e à gestão escolar. Agora passa algum do seu tempo, de aposentado, como agente de seguros, a cuidar da sua pequena horta e jardim, a dar umas pinceladas pelas telas e a viajar pelo mundo, conhecendo diferentes culturas e outras gentes. Iniciou o hobby da pintura em 2011 e continua com todo o gosto e prazer na Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL, com a professora Carla Figueiredo.

Mercedes Ferraz Furriel, nasceu a 20 de maio de 1962, em Tomar, freguesia de S. João Batista. Reside em Fátima, desde1993. Licenciada em Ciências Farmacêuticas, pela Universidade de Lisboa. Exerce a atividade no Laboratório da Drª Susanas Rosas, em Leiria. Tem uma paixão pela pintura, desde sempre. Por convite, é desde 2016 que aprende a desenvolver as várias técnicas na Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL, com a professora Carla Figueiredo.

Filipa Gabriel Lopes Ferraz Furriel, natural de Fátima, nasceu a 23 de dezembro de 1997. Atualmente vive no porto, onde estuda Engenharia Física na Faculdade de Ciências. Começou a desenhar na escola infantil, por incentivo das educadoras. Rapidamente se seguiu a pintura a lápis de cor e a lápis de cera. Com a prática, o jeito foi aparecendo e por isso, o gosto. Ao longo do seu percurso escolar acabou sempre por se destacar na área das artes. Atualmente desenha, entre sessões de estudo, em folhas de rascunho meio usadas e aprende a pintar a óleo com a Carla Figueiredo, cuja disponibilidade e capacidade para guiar os seus alunos no sentido de melhorarem a cada quadro, lhe fazem garantir o seu lugar nas aulas da Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL, sempre que pode.

Fátima Gameiro, natural de Loureira, S.C. Serra. A partir de 2000, iniciou o seu percurso de aprendizagem técnica com o professor italiano Massimo Esposito, que dava aulas em leiria. Em 2005 frequentou a Escola de Artes em lisboa (arte ilimitada). A paixão pela pintura foi crescendo sobretudo quando conseguiu transmitir numa tela expressões e emoções com um sentido mais profundo de estados de alma. Atualmente frequenta a Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL, em Fátima, com a professora Carla Figueiredo. Exposições: 2003, Galeria Rodrigues Lobo, em Leiria; Outubro de 2003. exposição no turismo de Fátima. Exposição coletiva no shopping Fatimae em Fátima.

Fanny Vaz, nasceu em Lisboa, em 1934. Atualmente reside em Fátima. Frequenta, há um ano, a Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL, em Fátima, com a professora Carla Figueiredo, onde criou e desenvolveu alguns quadros com jogos cromáticos e texturais próprios.

Hélia Reis, é natural da freguesia de S.C.Serra, onde reside, Frequentou o ensino básico no Colégio do Sagrado Coração de Maria. É licenciada em Línguas e Literatura Moderna – variante de estudos portugueses e ingleses – pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Professora profissionalizada, dedicou grande parte da sua vida à lecionação das disciplinas de português e inglês (2.º 3.º ciclo e secundário), sem nunca pôr de parte o sonho de retomar, um dia, o que aprendera nas aulas de desenho, no colégio, no ano letivo 1974-1975. No final de 2016 a oportunidade surgiu e integrou a Oficina das Artes, da DIÓNIS, Teatro de Grupo CRL dinamizado pela professora e artista Carla Figueiredo, atividade que mantém até ao presente.

Carla Figueiredo, nasceu em Alcanena, em 1974. Em 2005 concluiu o curso de pintura na SNBA em Lisboa, onde foi bolseira. Participou em várias exposições coletivas, tendo ganho alguns prémios de pintura. Ilustrou alguns livros. Faz retrato por encomenda e dá aulas de pintura A arte sempre esteve presente na sua vida, cresceu a ver o pai a pintar e depressa se desenvolveu uma crescente vontade e curiosidade de experimentar todas as técnicas.



publicado por Carlos Gomes às 17:01
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FREIXIANDA REALIZA PASSEIO TODO-O-TERRENO

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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ALMOÇO DE CHÍCHAROS JUNTA OUREENSES EM ALQUEIDÃO

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publicado por Carlos Gomes às 14:59
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MUNICÍPIO DE OURÉM APOIA FESTIVAL DA PAZ 2019

A Câmara Municipal de Ourém aprovou a proposta de protocolo a celebrar com a Junta de Freguesia de Fátima para atribuição de um apoio financeiro consignado à realização do Festival da Paz 2019. O documento foi discutido na reunião de Câmara de 4 de fevereiro e define um apoio financeiro até ao valor de 25 mil euros, que será agora apreciado em sede de Assembleia Municipal.

A Junta de Freguesia de Fátima vai promover mais uma edição do Festival da Paz, evento que decorrerá em junho de 2019 e que, dado o seu caráter regional, será um complemento cultural à Feirourém 2019. O apoio financeiro protocolado visa financiar os encargos decorrentes da promoção de atividades inerentes à realização do Festival da Paz, iniciativa que vai ocorrer no Parque da Cidade de Fátima.


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publicado por Carlos Gomes às 13:48
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PAN QUER CÂMARAS DE VIGILÂNCIA NOS MATADOUROS

PAN retoma proposta sobre câmaras de vigilância nos matadouros após escândalo com carne doente da Polónia

  • Anterior proposta do PAN foi rejeitada por todos os partidos no Parlamento
  • Carne doente entrou no circuito agroalimentar em Portugal
  • A Polónia rege-se pelas mesmas regras que imperam em Portugal e que não foram suficientes
  • A determinação da instalação de Circuitos Fechados de Televisão (CFTV) em todos os matadouros tem sido adotada por outros países
  • Presidente da direção da ASF-ASAE também defende a retoma deste debate

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, agendou o ano passado o debate de um projeto de lei que pretendia determinar a instalação de circuitos fechados de televisão em matadouros e que foi chumbado por todos os partidos presentes na Assembleia da República Portuguesa. 

O partido volta agora a propor a mesma iniciativa na expectativa de que o escândalo recente num matadouro na Polónia tenha alterado a sensibilidade dos restantes partidos para esta matéria.  Foram reveladas imagens, captadas com uma câmara oculta, que mostram animais doentes a serem abatidos, sem controlo veterinário, com os trabalhadores a retirar feridas, tumores e outros sinais de que a carne estava imprópria e apesar de não ter chegado ao consumidor esta carne entrou no circuito agroalimentar em Portugal.

O Presidente da direção da ASF-ASAE, Bruno Figueiredo, veio também defender publicamente a retoma deste debate por motivos de segurança alimentar, de saúde pública e também de “bem-estar animal, vulgarmente menosprezado” acrescentando que estas razões “deveriam imperar sobre o fortíssimo lobby agroalimentar”.

No momento do debate da proposta do PAN vários veterinários juntaram-se aos industriais dos centros de abate para defender a ausência de necessidade de alterações legais sobre esta matéria, no entanto a Polónia rege-se pelas mesmas regras (comunitárias) que imperam em Portugal e que não foram suficientes.

São muitos os relatos e imagens de maus tratos graves a animais de pecuária nos matadouros, havendo notícias de vários países europeus, Austrália ou Estados Unidos da América, entre muitos outros. Por estes motivos vários países têm vindo a tomar medidas neste âmbito, nomeadamente determinando a instalação de Circuitos Fechados de Televisão (CFTV) em todos os matadouros. Os mais recentes são Inglaterra e Holanda, mas outros países já o fizeram antes, como é o caso de Israel. O atual governo do Partido Conservador, liderado por Theresa May, aprovou a implementação de sistemas de CFTV em todos os matadouros, uma medida que prevê a existência de câmaras funcionais em todos os momentos do processo, desde a entrada dos animais no matadouro até ao momento do abate. Também o Partido Trabalhista, liderado por Jeremy Corbyn, consagra esta mesma medida no atual programa político, no seu “Animal Welfare Plan”.

Várias evidências revelam a existência de um padrão de condutas que podem ocorrer em matadouros e que consubstanciam o incumprimento das normas de bem-estar e proteção animal. O projeto de lei do PAN dá a conhecer o resultado de vários estudos, nacionais e internacionais, que são consensuais sobre a maioria dos consumidores estar de acordo sobre a necessidade de uma maior proteção dos animais de pecuária no seu país. Quando questionados sobre se consideram que os animais de pecuária no seu país deveriam ser mais protegidos, 44% dos portugueses responderam que “sim, certamente”, e, 50% responderam que “sim, provavelmente”. De salientar também que, em Inglaterra, a implementação desta medida ocorreu por via da pressão exercida por Organizações Não Governamentais (ONGs) mas também por produtores e distribuidores, que têm vindo a exigir esta vigilância nos matadouros por motivos de confiança e transparência para com os consumidores,como são os casos do Lidl, Tesco, Marks and Spencer.

Segundo o parecer da Farm Animal Welfare Committee (FAWC) - entidade independente criada pelo Governo Britânico cujo objetivo é prestar apoio consultivo ao homólogo britânico da DGAV, de nome DEFRA (Department for Environment, Food and Rural Affairs) – a utilização de CFTV nos matadouros possibilita um aumento da confiança pública de que os processos de abate de animais são realizados adequadamente; é uma ferramenta de gestão para auxiliar os Operadores económicos deste setor a avaliar as operações nos seus matadouros e é uma ferramenta útil na formação de pessoal em relação ao maneio dos animais e ao seu bem-estar.

Outras autoridades reconhecidas nesta matéria reconhecem que uma medida desta natureza permite o aumento de oportunidades de melhoria no maneio e abate dos animais, reduz os riscos de saúde pública e aumenta a confiança dos consumidores nos Operadores. Será também um auxílio aos inspetores sanitários e veterinários no seu papel de monitorização do bem-estar animal de forma mais eficiente e efetiva. No mesmo sentido, a Food Standards Agency (FSA) - a entidade competente pela segurança alimentar e higiene no Reino Unido - recomenda também que todos os matadouros tenham sistemas de CFTV considerando que esta é uma ferramenta eficiente na monitorização do bem-estar animal.

Para salvaguardar os interesses dos colaboradores e o cumprimento das regras referentes à proteção de dados, a decisão de autorização para a instalação de camaras de vigilância, 24 horas por dia de forma ininterrupta, será precedida de parecer da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD). Pelas mesmas razões as imagens captadas podem ser observadas exclusivamente pelos Operadores, pelos Inspetores Sanitários e pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária podendo ser utilizadas para a formação dos trabalhadores. A informação de que o local se encontra sob vigilância de um circuito fechado de televisão deve ser bem visível e todos os trabalhadores devem ser expressamente informados da utilização de CFTV bem como dos objetivos da sua utilização.

“A afirmação de Portugal como país desenvolvido e eticamente diferenciador passa também por elevarmos a fasquia, demonstrarmos que praticamos os mais altos padrões de proteção e bem-estar animal e não termos receio de o mostrar. Consideramos fundamental a implementação de sistemas CFTV, com o objetivo de contribuir para a melhoria significativa da proteção e das condições de bem-estar dos animais no momento do seu abate e aumentar a confiança dos consumidores na produção de alimentos.” Acrescenta André Silva, Deputado do PAN. 



publicado por Carlos Gomes às 11:06
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Terça-feira, 5 de Fevereiro de 2019
CÂMARA MUNICIPAL DE OURÉM APROVOU REGULAMENTO DO ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE OURÉM

O projeto de regulamento do Orçamento Participativo de Ourém foi aprovado por unanimidade na reunião de Câmara de 4 de fevereiro, terminado o período de constituição de interessados e de consulta pública. Após aprovação pelo órgão executivo, segue-se a submissão do documento à Assembleia Municipal de Ourém, que apenas produzirá efeitos depois de publicado em Diário da República.

A proposta de regulamento do Orçamento Participativo do Município de Ourém enuncia os princípios e os objetivos do projeto, além de estabelecer as normas de organização e de operacionalização do mesmo. O princípio e o valor da democracia participativa sustentam a criação do Orçamento Participativo de Ourém, assumindo que a sua aplicação em modelo deliberativo é um modo de concretizar localmente esse propósito. Com o Orçamento Participativo será possível envolver e implicar os munícipes na definição de uma parte das prioridades da autarquia e alocar uma parcela do orçamento municipal para tais prioridades.

O Orçamento Participativo de Ourém tem como objetivos fundamentais incentivar o envolvimento cívico na gestão municipal, melhorar a qualidade de democracia ao contribuir para processos de representação e de participação no plano político, estimular a comunicação e a compreensão entre munícipes e órgãos do Município e fomentar a coesão social fortalecendo o sentimento de comunidade.


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publicado por Carlos Gomes às 18:41
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MUNICÍPIO DE OURÉM CRIA FUNDO DE FINANCIAMENTO PARA IPSS’S DO CONCELHO

Foi aprovada, na reunião de Câmara de 4 de fevereiro, a proposta do Executivo Municipal que visa a constituição de um fundo de financiamento municipal para apoiar as IPSS’s do concelho na aquisição de viaturas. Este fundo no valor de 300 mil euros será colocado à disposição das instituições de solidariedade social e formalizado através de protocolo individual submetido a aprovação da Assembleia Municipal, já que vigorará para o período de 2019 a 2022.

A linha de apoio financeiro criada pelo Município de Ourém tem o valor global de 300 mil euros, repartido por 4 anos (2019 a 2022) com o limite anual de 75 mil euros, e pretende financiar a aquisição de viaturas ligeiras para utilização (exclusiva) no âmbito do objeto social das entidades beneficiárias. De acordo com as normas de acesso ao fundo, além da IPSS ter obrigatoriamente sede na área da jurisdição do Município de Ourém, só poderá beneficiar de apoio financeiro na aquisição de uma viatura, com comparticipação de 60% até ao limite de 20 mil euros.

A criação deste fundo de financiamento municipal de apoio às IPSS’s representa mais uma resposta às necessidades da população, com a concretização de ações de intervenção social que respeitam o princípio da igualdade social e melhoram a qualidade de vida de todos os munícipes.


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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