Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO LUZ DOS CANDEEIROS APRESENTA “MEMÓRIAS FOTOGRÁFICAS”

Apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, Volume 2 da colecção Etnografia e Tradição

O Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros de Arrimal, Porto de Mós, leva a efeito no próximo dia 22 de Maio, pelas 15h30, a apresentação do livro “Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Memórias Fotográficas”, segundo volume da colecção Etnografia e Tradição com a coordenação de Adélio Amaro, antecedendo o XXVIII Festival de Folclore Arrimal/2016.

Em anexo Prefácio, Introdução, Apresentação, capa e cartaz do festival.

Colecção Etnografia e Tradição

1 – Rancho da Região de Leiria

2 – Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros, Arrimal (Porto de Mós)

3 – Rancho Folclórico Rosas do Lena, Rebolaria (Batalha) – 18/06/2016, 17h30

Prefácio

Abraçando o desafio deste projecto de Adélio Amaro, a direcção do Luz dos Candeeiros e todos os seus componentes mergulharam no baú das recordações e nada melhor para brindar os 29 anos de existência que a apresentação do livro “Memórias Fotográficas” com alguns dos momentos mais marcantes na história do grupo.

É para nós uma honra e um orgulho imenso ser parte integrante da colecção “Etnografia e Tradição”, iniciativa, coordenação e edição de Adélio Amaro, um entusiasma que tem apoiado quer na publicação e divulgação da cultura da Alta Estremadura, assim como na pesquisa e edição de textos, imagens e apontamentos do folclore e da etnografia popular e tradicional do povo português.

Desta forma, e muito para além de publicar este livro, o Luz dos Candeeiros, com este trabalho, pretende eternizar as memórias deixadas por aqueles que, em cada representação ou actividade que envergamos os nossos trajes, tentamos perpetuar.

Tentaremos com esta apresentação fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho, sem aprofundar as matérias nem pormenorizar os intervenientes: o seu interior, as vivências, experiências e aventuras, e, quiçá algumas desventuras e percalços. Nesta pequena mostra faremos referência a alguns dos festivais onde o rancho participou. Nunca, porém, com o intuito de atribuir maior ou menor valor a qualquer deles. De salientar que este grupo, na preocupação de bem retratar todo um rico património cultural, sempre encarou de igual modo todas as suas atuações. Procuramos divulgar as nossas tradições, sempre com o mesmo rigor.

– “O que cá deixamos são as recordações”.

Queremos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos quantos contribuíram para que fosse possível a edição deste livro, assim como todos quantos já fizeram, fazem ou venham a fazer parte activa do Luz dos Candeeiros.

Por último, uma palavra especial de agradecimento, pela coragem e ousadia em lançar o desafio aos ranchos folclóricos e bandas filarmónicas para que deixem registado a história da instituição para as gerações vindouras. Um mais que justo reconhecimento público a Adélio Amaro.

A Direcção

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Introdução

Em pleno século XXI, surge, cada vez mais, a necessidade de vincar as nossas raízes, através da música, da dança, da linguagem, dos usos, dos costumes, dos brinquedos, dos utensílios e principalmente da transmissão via oral e escrita da Etnografia e da Tradição.

Já em pleno século XIX, 1893, surgiu essa preocupação, através do punho de Teófilo de Braga (1843-1924) que obrigou a sua pena escrever os prefácios dos três volumes do Cancioneiro de Musicas Populares, que tiveram a coordenação de Cesar das Neves (1841-1920) e Gualdino de Campos (1847-1919): ... estes aspectos da Vida são um documento scientifico para penetrar o genio dos povos. Hoje mais do que nunca, convém a Portugal estes estudos; porque na decandencia que por toda a parte nos ameaça, a revivescencia do genio nacional depende da vitalidade da sua tradição.

É nesse sentido que nasce a colecção Etnografia e Tradição que pretende, de forma muito humilde, apresentar as Memórias Fotográficas dos Ranchos/Grupos Folclóricos, Bandas Filarmónicas e Grupos Corais.

Não se trata de uma colecção de recolhas de época nem de um manual onde se relata a história de um grupo. É sim, um conjunto de livros que pretende dar a conhecer o percurso de um grupo através da fotografia. É um simples registo fotográfico da actividade desenvolvida desde o dia da fundação até aos nossos dias.

Embora muitas fotografias apresentem uma qualidade débil, pela sua antiguidade ou estado de conservação, é crucial, no presente, recolher, dar a conhecer e conservar através de um livro algumas das passagens que fizeram e fazem a história de um determinado grupo.

É uma possível antecipação para trabalhos de investigação, mais profundos...

O segundo número é dedicado ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros (Arrimal, Porto de Mós), grupo exemplar que tem representado a região desde a sua fundação (1987). Tem sido um verdadeiro embaixador da região, como se pode verificar na muito resumida apresentação dos quase 30 anos de actividade.

Este segundo volume é uma homenagem a todos os elementos, desde a fundação até aos dias de hoje, que fizeram do Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros uma referência de reconhecimento nacional.

Fica, nestas linhas, um agradecimento especial ao Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e aos seus elementos, pela forma como colaboraram na coordenação do presente volume. Foram incansáveis e dedicados, para que nestas páginas fosse possível ficar um pequeno testemunho fotográfico da grande actividade que têm desenvolvido em prol do Folclore.

Uma palavra, também, de agradecimento ao Norberto Afonso pelo design da capa.

Adélio Amaro,

Coordenador da Colecção Etnografia e Tradição

Apresentação

Corria o ano de 1987 quando Maria Albertina Pereira Paulo Matias e Maria de Fátima Sousa Amado Vazão impulsionaram um grupo de jovens e com muita garra, entusiasmo, audácia e determinação, fundaram o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros.

O desafio de organizar um agrupamento com vista à salvaguarda dos usos e costumes tradicionais das gentes do Arrimal – aldeia de cariz rural encravada na Serra dos Candeeiros, onde o Sol e o sino do campanário da Igreja eram o relógio do povo; onde as tarefas agrícolas e o ciclo litúrgico ritmavam as quadras e os tempos – constituiu desde logo um orgulho, a par de algum bairrismo, no repto a um persistente e metódico trabalho de recolha e preservação de todo o património histórico e cultural que caracteriza a comunidade arrimalana.

Abílio Sousa, Ilídio Gil, Joaquim Durão (Quim Nogueira), Maria de Jesus e Zulmira Luís, procederam então ao trabalho de recolha: desde as tradições mais singelas, aos trajes, danças, cantigas, usos e costumes desta comunidade rural. Calcorrearam e percorreram os quatro cantos desta Serra trazendo à luz do presente o passado do nosso bom povo. Em suma, colocaram a descoberto lembranças e recordações dos nossos avós e demais antepassados, abriram baús e velhas arcas de madeira já carcomidas e gastas pelo tempo, para mostrar às novas gerações a natureza etnográfica desta comunidade e as raízes culturais da gente que dá vida a estas serranias.

Com o director Abílio Sousa, este grupo iniciou, timidamente os seus primeiros passos no panorama folclórico português.

Recente ainda, participava já nos festivais mais conceituados deste nosso país.

Nesta época, os ensaios do grupo decorriam com a direção do Sr. José Saraiva (Zeca).

Ainda sob a direção de Abílio Sousa, a 11 de Dezembro de 1989, obteve a tão desejada filiação na Federação do Folclore Português.

Já filiado, e com todas as suas participações nos mais acreditados festivais de folclore de Norte a Sul do País, o grupo ganhou a coragem e o traquejo necessários para enfrentar a sua primeira saída ao estrangeiro.

À época ainda gravou a sua primeira e única cassete num estúdio em Lisboa.

Em 1994, com a viagem a Espanha, convidado a participar no Festival Internacional de Cabanillas del Campo – Guadalajara, o grupo constatou que a sua comunhão interna, vivência comum e extrema alegria, se entrelaçavam e bem sintonizavam com o comum interesse pela causa do folclore.

Com extremo rigor, saber técnico na execução das suas representações (que se tornava uma constante crescente em todas as atuações) e caldeados com enorme alegria, o grupo, jovem ainda, tímido e envergonhado apercebeu-se que, mais que um dos representantes do seu povo, era já uma família.

Sempre alvo de grandes e calorosas ovações, tanto pelas representações efetuadas, como pelo seu comportamento amistoso fora de palco, as características e laços desta família tornam-se cada vez mais notórios.

O convívio, a alegria contagiante, a comunhão e toda a intimidade deste grupo, começam a transparecer, viciando e deixando curiosos todos os que contactavam com os elementos do Luz dos Candeeiros.

Torna-se sem dúvida um grupo querido e afável que estreita laços de amizade por onde quer que passe.

Durante o ano de 1996, debaixo de um calor tórrido, marcou presença no festival de Alcorcon - Espanha. Em 1997 voltou a Espanha, mas desta feita para levar as suas tradições a PonteVedra.

Com a Professora Maria Santa Baptista na direção, e ensaios a cargo de Fernando Santos, participou nos festivais mais longínquos até então.

Em 1999, o grupo rumou a França para participar no grandioso Festival do Rouergue – um dos mais conceituados encontros folcloristas do Mundo que conta com o apoio do C.I.O.F.F.

Num grupo assustadoramente jovem, esta viagem veio por fim retirar todos os medos das distâncias e fazer desabrochar a faceta mais arrojada, até então desconhecida, por quase todos os elementos do grupo: o estar longe dos familiares durante largos períodos de tempo, à sua inteira responsabilidade. Também aqui o grupo continuou os seus retumbantes sucessos.

Entendemos que tudo isto faz parte da educação, crescimento pessoal e de grupo, contribuindo de forma inimaginável para a autoestima e responsabilização de cada um.

A primeira passagem pelo país da fraternidade foi dos momentos mais proveitosos para o grupo cimentar os seus laços de companheirismo, amizade, alegria e união assumindo por fim as suas múltiplas facetas.

Acarinhado e mimado pela população francesa, onde ainda hoje tem fortes laços de amizade, os elementos do Luz dos Candeeiros confirmaram que, para além da representação artística e etnográfica, a convivência e o modo ímpar de privar com as populações com que se cruzavam era algo que lhes era inato e impossível de evitar. Após esta viagem, ainda em 1999, Luís Carlos assume o comando dos ensaios do grupo. A fim de participar no Festival Internacional de Folclore, rumou-se então até Albacete, Espanha.

Este rancho esteve ainda presente nos festivais internacionais de Valladolid em 2000 (Espanha), Arvieu em 2001 (França), neste último revendo velhos amigos.

Marcou ainda presença em festivais de folclore no País Basco nos anos 2002 (Sestao – Bilbao) e 2003 (Amurrio – Vitória).

Em 2002 atravessou toda a Península Ibérica e sul da Europa, rumo a S. Angelo Romano, em Itália. Aqui teve a primeira experiencia com a nova moeda / o euro, assustando-se com os elevados preços dos bens essenciais.

Um ano depois, para participar na XII Trobada Internacional de Cituadela, na Ilha de Menorca, atravessou o Mediterrâneo numa viagem carregada de tal bucólico, puro e belo romantismo, que nem nos atrevemos a descrever.

Tal só é possível nas palavras de grandes escritores, de tal modo apaixonados pelas visões cálidas e serenas das águas mediterrânicas, ou, quem sabe, pelo perfume inebriante do rosmaninho e alecrim que decidiram ali morar.

Num teatro de tal modo ostentoso, que recordava uma das mais majestosas salas de ópera do século XVIII, o Luz dos Candeeiros voltou a ser sucesso.

Sem qualquer tipo de receios em viajar, no ano de 2005, embarcam num voo das linhas aéreas da SATA com destino à ilha Terceira, nos Açores.

Percorreram esta ilha de lés-a-lés, fazendo aí mostras do belo folclore e das tradições Estremenhas, com participação no COFIT – Comité Organizador de Festivais Internacionais da Ilha Terceira e uma breve passagem pela ilha de Santa Maria.

Impelidos pela alegria e orgulho de levar as tradições do Arrimal por toda a parte, um ano mais tarde, rumavam à Ilha da Madeira.

Se a viagem correu bem, a estadia foi ainda melhor. A Poncha, a Coral, toda a animação noturna, casadas com a beleza natural das ilhas e todo o espírito entusiasmante deste festival, perduram ainda hoje nas nossas recordações.

No ano de 2008, e pela primeira vez, trouxemos o folclore à noite Arrimalana com o início dos Festivais Internacionais de Folclore do Arrimal, realizados à noite, junto à Lagoa Pequena.

Em 2009, numa nova fase marcada pela tomada de posse do seu atual presidente – o jovem Ricardo Simão – e para brindar os seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros, conseguiu, finalmente, reunir as condições necessárias para editar a gravação de um CD com as suas modas recolhidas ao longo dos tempos.

Para brindar as duas décadas de existência, nada melhor e distinto, per iternum, que o lançamento de um álbum das cantigas e modas mais marcantes do seu reportório, recolhidas e executadas ao longo da caminhada até aí percorrida.

Foi uma festa à séria. Inclusivamente com sessão solene no lançamento da sua produção musical em suporte digital de nome “20 Anos de Eterna Tradição”.

Acreditamos que este é um legado para memória futura perpetuando as nossas tradições, com que os nossos filhos e netos muito terão a aprender. Este CD é um contributo para a história do povo que foi a sua origem e raiz.

Desta forma, e muito para além de gravar um mero disco comemorativo dos seus 20 anos, o Luz dos Candeeiros pretendeu eternizar as memórias herdadas e deixadas por todos os que, na dureza da labuta diária do árduo trabalho do campo, souberam ainda encontrar e forjar tempos de recreio e diversão sadia. Ainda hoje, em cada representação, atividade, ou sempre que envergamos os seus trajes, procuramos perpetuar essas vivências e recordações.

Citando Camões, “A memória daqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando” – foi a eles, aos nossos antepassados, que quisemos honrar ao dedicar-lhes este trabalho discográfico. Que permaneçam imortais, tal como nós intimamente desejamos.

Nesse mesmo ano, em 2009, volta ao Grandioso Festival do Rouergue, em Rodez, na França.

Em 2011 faz a sua mais longa deslocação para integrar a Gala Internacional de Folclore de Messina e o Festival Internacional de Folclore de Caltavulturo, na Sicília, ambos com a chancela do C.I.O.F.F.. Mais uma vez o grupo faz retumbantes sucessos nas atuações onde participa.

Uma vez mais, e como tem sido sempre seu apanágio, o Luz dos Candeeiros levou bem longe as tradições arrimalanas e o nome de Porto de Mós.

No ano de 2012, comemorando o seu 25.º Aniversário, organizou os festivais de folclore onde procurou trazer amigos de longa data para em conjunto assinalarem este marco importante da sua história.

Para finalizar as comemorações juntou todos quantos tornaram possível a chegada do grupo ao quarto de século num grandioso jantar convívio com antigos e actuais componentes do Luz dos Candeeiros, bem assim como familiares e amigos.

Em modo de conclusão, procurámos fazer uma resenha dos 29 anos de existência deste rancho; o seu interior, as vivências, experiências e aventuras. Histórias e estórias do grupo e seus componentes.

Quisemos narrar o que foi e é o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros: sempre fiel às tradições e um digno representante dos seus antepassados, para além de uma escola de vida e de relações humanas.

Agradecemos a todos os que, no coração desta família entraram e deram o seu contributo auxiliando-nos a transpor mais um aniversário: a população do Arrimal, os órgãos políticos, os antigos e atuais componentes, o C.C.R.D. do Arrimal e a todos aqueles que puxaram a corda que nos içou até aqui.

O NOSSO MUITO OBRIGADO!

Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 20:37
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Quinta-feira, 12 de Maio de 2016
OURÉM: OLIVAL REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 09:36
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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS DA RIBEIRA" DO OLIVAL (OURÉM) REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, leva a efeito no próximo dia 4 de junho o seu XXIX Festival Nacional de Folclore. Trata-se de uma das mais grandiosas jornadas de folclore do concelho de Ourém, a qual conta com 4 grupos folclóricos representativos de várias regiões do país, para além naturalmente do grupo anfitrião.

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O blogue AUREN anuncia já o programa do referido Festival de Folclore que constituirá certamente um dia animado para todos os ourienses pois é Ourém que está em festa.

OLIVAL – OURÉM

4 de Junho de 2016 (sábado)

PROGRAMA

21:00 H – Início do Festival

- Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” – Olival – Ourém Alta Estremadura

- Grupo Folclórico de Santo António de Vagos - Vagos Beira Litoral - Vareira

- Grupo Folclórico Danças e Cantares "Verde Minho“ – Loures Alto Minho

- Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Malpique – Constância Templários

- Rancho Folclórico “As Ligeirinhas” de Antões – Louriçal - Pombal Alta Estremadura

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publicado por Carlos Gomes às 23:39
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Sábado, 7 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTAM OURÉM NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 10:50
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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Por sua vez, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho desloca-se a Ourém no próximo dia 4 de Junho, para atuar na freguesia do Olival, no festival organizado Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, retribuindo a atuação do rancho ouriense no Encontro de Culturas que tem lugar em Loures. E, como é apanágio dos minhotos, trazem consigo a alegria e a vivacidade do folclore da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
SEM FOLCLORE NA SUA PROGRAMAÇÃO A RTP NÃO PRESTA SERVIÇO PÚBLICO!

Enquanto estação de televisão estatal, deve a RTP prestar serviço público. Essa prestação deve passar pela divulgação da cultura tradicional do nosso povo, nomeadamente através da emissão de um programa que dê a conhecer as suas tradições de norte a sul do país, os seus usos e costumes, como é vulgar dizer-se, o folclore. Distantes vão os tempos em que o poeta Pedro Homem de Mello apresentava na RTP um programa dedicado ao folclore…. mas isso foi no “tempo da outra senhora”!

Porque não se unem os grupos de folclore de todo o país, incluindo os grupos de cante, para numa verdadeira demonstração da sua força e representatividade, desfilarem na avenida 5 de Outubro e concentrarem-se junto às instalações da RTP, procedendo à entrega de uma petição que reclame junto daquela estação pública o lugar que é devido ao folclore na sua programação? As centenas de milhares de pessoas que participam no associativismo folclórico também são cidadãos de pleno direito que contribuem com os seus impostos para a manutenção daquela estação televisiva!

Para que queremos uma estação de televisão pública se a mesma não serve para promover a nossa cultura ou seja, não presta o serviço público que os contribuintes dela esperam?



publicado por Carlos Gomes às 22:38
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Terça-feira, 19 de Abril de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO OS MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESNTAM OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO FOLKLOURES'16



publicado por Carlos Gomes às 16:26
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
MINHOTOS DANÇAM NO OLIVAL, EM OURÉM

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival, no concelho de Ourém, vai receber um grupo folclórico minhoto que transporta consigo o colorido e a alegria das gentes do Minho. Trata-se do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, sediado no concelho de Loures, e a sua vinda ao concelho de Ourém efetua-se a título de permuta, uma vez que no próximo dia 28 de maio desloca-se a Loures o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, a fim de participar no 23º Encontro de Culturas que ali se realiza.

O Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho foi fundado em 11 de Setembro de 1994 com a missão de unir as suas gentes no concelho de Loures e, de uma maneira geral em toda a região de Lisboa e preservar, salvaguardar e divulgar as suas próprias raízes culturais.

Através da sua atuação, visa ainda a promoção cultural, sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.

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As danças e cantares que exibem são alegres como as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco, vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e de lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, belas e graciosas nos seus trajes garridos, mostram os bordados que constituem obras primorosas das suas delicadas mãos, revelando o seu tanto artístico. Exibem com garbo os seus colares de contas e a reluzentes arrecadas de filigrana que constituem obra-prima da ourivesaria minhota, de ancestral tradição.

Cantam ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido nos começos do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Em jeito de divisa, este grupo folclórico lembra: O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival recebe no seu festival o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, grupo minhoto sediado em Loures a quem cabe a organização do Encontro de Culturas

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho.

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Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 09:27
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Sábado, 2 de Abril de 2016
A SESTA É UMA FESTA... AMANHÃ, EM OURÉM!



publicado por Carlos Gomes às 12:22
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Sexta-feira, 1 de Abril de 2016
A SESTA É UMA FESTA... NO OLIVAL!



publicado por Carlos Gomes às 14:54
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Domingo, 27 de Março de 2016
OUREENSES FAZEM DA SESTA UMA FESTA!



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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Sexta-feira, 25 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO "MOLEIROS DA RIBEIRA" DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 12:25
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Quinta-feira, 24 de Março de 2016
MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL (OURÉM) REALIZA FESTA DA SESTA



publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Terça-feira, 22 de Março de 2016
FOLCLORE JÁ CHEGOU ÀS PRATELEIRAS DOS SUPERMERCADOS

Desde há algum tempo que, ao fazerem as suas compras nos supermercados das grandes superfícies comerciais, os clientes são contemplados com a atuação de grupos folclóricos e etnográficos das mais diversas regiões do país.

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Os estrategas de marketing viram na atuação de grupos folclóricos uma forma de atração do público consumidor e simultaneamente de promoção de produtos regionais mais caraterísticos como sucede com a doçaria, enchidos e queijos tradicionais.

E muitos grupos não se fizeram rogados, passando a exibir-se nos hipermercados, percorrendo os longos corredores de prateleiras apinhados de chouriços, detergentes e outros produtos recomendáveis para a higiene pessoal, fazendo destes locais um palco privilegiado para a sua atuação.

A crise económica agravou certamente a dificuldade com que se debatem alguns grupos folclóricos e, à semelhança do que noutros tempos faziam os ceguinhos, passaram a atuar nos supermercados, seguramente a troco de uma refeição ou de um pacote de esparquete, pois é sabido que os gerentes destes estabelecimentos não são muito reconhecidos pela sua generosidade.

Não podendo dizer-se que se trata de uma situação muito dignificante para o folclore, esperemos ao menos que ninguém se lembre de bordar a publicidade nos trajes e vir depois garantir que era tal e qual como no tempo dos nossos avós!

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

Fotos: http://padeirinhadevalongo.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 23:52
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Segunda-feira, 21 de Março de 2016
GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

A XIV Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português realiza-se este ano no próximo dia 24 de abril.

A Federação do Folclore Português está a organizar, uma vez mais a Peregrinação Nacional a Fátima dos Grupos de Folclore, onde estão desde já convidados para estarem presentes.

A Federação do Folclore Português disponibiliza o Programa, Regulamento e Ficha de Inscrição para a XIV Peregrinação Nacional a Fátima.

A data Limite de inscrição é dia 15 de Abril de 2016 para secretaria@ffp.pt

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publicado por Carlos Gomes às 23:10
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Sábado, 19 de Março de 2016
FREIXIANDA REALIZA “JULGAMENTO DO BACALHAU”

A Associação do Rancho Folclórico Lírios do Nabão, de São Jorge – Freixianda, do Concelho de Ourém, vai no próximo dia 3 de abril, às 16 horas, cumprir uma das mais apreciadas tradições das gentes de Ourém: o Julgamento do Bacalhau!

Esta antiga tradição do concelho de Ourém, característica desta altura do ano, é um dos maiores e mais apreciados eventos culturais das gentes da Freixianda e do concelho de Ourém em geral. Há alguns anos que não era realizada mais eis que regressa com a sua maior pujança, graças à iniciativa do Rancho Folclórico Lírios do Nabão.

Esta tradição vai ser apresentada no Domingo de Pascoela, na sede desta Associação, contando com a participação de um grande número de elementos do seu Rancho Folclórico e aberta à população em geral.

A entrada é gratuita e, como não podia deixar de acontecer, haverá Bacalhau Assado, azeite e alho para temperar!



publicado por Carlos Gomes às 20:05
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Sexta-feira, 18 de Março de 2016
FOLKLOURES É A NOVA MARCA DO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO EM LOURES

O Encontro de Culturas Verde Minho que anualmente tem lugar em Loures passa a designar-se FolkLoures. Trata-se de uma nova imagem de marca criada pelo organizador do evento – o Rancho Folclórico Danças e Cantares Verde Minho – seguindo uma estratégia de renovação e de promoção desta iniciativa que é já considerada a maior do género do concelho de Loures. Assim, o 23º Encontro de Culturas, designação que se mantém, passará a ser identificado como FolkLoures’16.

Esta iniciativa tem lugar no próximo dia 28 de Maio, tendo como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures.

Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Segunda-feira, 14 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Domingo, 13 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 10:38
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Domingo, 6 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 00:39
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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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ORGANIZADORES DE ESPETÁCULOS DE FOLCLORE ARRISCAM CONSEQUÊNCIAS DO INCUMPRIMENTO DA LEI

Nos últimos tempos, muitos espetáculos de folclore têm vindo a despertar o interesse de pessoas particulares e empresas que procedem à gravação do espetáculo para depois reproduzirem em vídeos que, sem qualquer licenciamento, são introduzidos no mercado paralelo, à semelhança do que noutros tempos sucedia com as chamadas “cassetes piratas”.

As gravações são efetuadas de forma abusiva, sem qualquer autorização explícita por parte dos organizadores dos espetáculos e dos próprios grupos que neles participam. Uma vez feita a gravação, os vídeos são reproduzidos e vendidos ilegalmente, sem qualquer proveito para os grupos folclóricos que foram indevidamente gravados para a sua representação ser comercializada. A reportagem e venda destes vídeos piratas chegam inclusive a ser anunciadas através da internet, arriscando caírem sob a alçada da lei.

A responsabilidade pelos atos praticados durante a realização de um evento é dos próprios organizadores do mesmo, incluindo a autorização implícita ou explícita da sua utilização para fins comerciais ilícitos. Perante uma eventual fiscalização por parte das autoridades competentes, de nada valerá virem depois alegar o desconhecimento dos factos uma vez que, do ponto de vista jurídico, revelaram-se cúmplices de uma atividade considerada ilegal.

De igual modo, cabe aos grupos participantes impor ás entidades organizadores as suas condições, nomeadamente no que respeita à utilização comercial da sua imagem.



publicado por Carlos Gomes às 23:27
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MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, LEVAM A LOURES FOLCLORE DE OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 22:45
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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

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Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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Sábado, 13 de Fevereiro de 2016
DIA MUNDIAL DA RÁDIO CELEBRA-SE HOJE E O BLOGUE “AUREN” ELEGE A RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PARA ASSINALAR A EFEMÉRIDE

Celebra-se hoje, dia 13 de fevereiro, o Dia Mundial da Rádio. A data foi em 2011 declarada pela UNESCO em virtude de ter sido neste dia, no longínquo ano de 1946, que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez um programa radiofónico para seis países em simultâneo. Este ano, a data será celebrada em alusão ao seu papel em situações de desastres e emergência social.

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Desde o seu aparecimento, a radiofonia acompanhou os grandes acontecimentos mundiais e prestou valioso auxílio às populações em situações de guerra e catástrofes. Com o aparecimento das novas tecnologias soube adaptar-se e continua a cumprir a missão que lhe é destinada. Mais ainda, tornou-se um meio ao alcance das comunidades locais para dar conhecer o seu património histórico e cultural, mormente o folclore e a etnografia das suas gentes.

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E, porque hoje é o Dia Mundial da Rádio, elegemos a Rádio do Folclore Português como um dos melhores veículos de divulgação da nossa cultura tradicional.

A emitir há 11 anos através da Internet no endereço www.rfpfolclore.com, a Rádio do Folclore Português tem sido a voz da cultura e das tradições portuguesas a transmitir via Internet para todo o mundo.

Esta estação radiofónica entra-se licenciada pela Sociedade Portuguesa de Autores e mantém padrões de qualidade invulgares, sobretudo quando comparadas com outras iniciativas do género no Internet e até nas ondas hertzianas no panorama das rádios locais.

A Rádio do Folclore Português (RFP) surgiu em Abril de 2005, para combater uma lacuna na radiodifusão da música folclórica e da etnografia em geral

Assim, difunde e divulga a música tradicional portuguesa e música folclórica. A etnografia e folclore são temas de aprofundamento nomeadamente através da realização de entrevistas a dirigentes de agrupamentos folclóricos.

A RFP é uma estação radiofónica temática na internet sediada em Coimbra, com estúdios também em Vila Nova de Gaia, Castelo Branco e nos Estados Unidos da América, a transmitir via internet.

A sua programação tem por base a música tradicional e folclórica e a informação sobre esta área temática. A sua filosofia é que tudo tem o seu tempo, e que no global há tempo para tudo. É isso que pretendem mostrar ao ouvinte.

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

Fotos do Verde Minho 023-2



publicado por Carlos Gomes às 20:07
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MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA RECEBE CONFERÊNCIA SOBRE "O MODERNISMO E O FOLCLORE"



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Sábado, 6 de Fevereiro de 2016
RANCHO MOLEIROS DA RIBEIRA (OLIVAL) DANÇA EM LOURES NO ENCONTRO DE CULTURAS VERDE MINHO

Oureenses que vivem na região de Lisboa deverão apoiar a participação do seu rancho folclórico

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

Fotos do Verde Minho 023-2

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar no Salão Nobre do Município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baianenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Povoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 13:11
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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO EM LISBOA PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE “O MODERNISMO E O FOLCLORE”



publicado por Carlos Gomes às 22:12
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Domingo, 3 de Janeiro de 2016
ORGANIZADORES DE FESTIVAIS DE FOLCLORE DEVEM SEPARAR O TRIGO DO JOIO

O folclore debate-se atualmente com dois problemas bastante sérios que colocam em causa a credibilidade do trabalho daqueles que procuram realizá-lo com seriedade: a persistente falta de qualidade de alguns grupos folclóricos e, situação mais grave, a forma como alguns grupos estranhos ao folclore procuram de forma mais ou menos explícita passarem-se por tal, ao ponto de introduzirem-se em festivais de folclore e etnografia.

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Não existe nenhum meio de “certificar” os grupos de folclore nem de impedir o aparecimento de grupos estranhos ao folclore que, qualquer que seja a sua denominação e de forma menos honesta, se façam passar por autênticos grupos de folclore a tal ponto que não raras as vezes, conseguem ludibriar os organizadores de alguns festivais.

Porém, tal apenas se verifica porque os organizadores dos ditos festivais nem sempre estão atentos a quem vão convidar e não procuram verificar a qualidade da sua representação. E, em consequência dessa forma descuidada e menos responsável, a participação de grupos que, uma vez em cima do palco, acabam por vender gato por lebre à assistência que toma a representação como genuína, apenas vem descredibilizar a entidade organizadora do evento e os demais participantes no festival.

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Esta situação prejudica o associativismo folclórico no seu conjunto, denegrindo o trabalho que é desenvolvido por muitos grupos folclóricos, etnógrafos e outras entidades ligadas ao folclore. Tal como sucede em relação à museologia, o primeiro objetivo deve consistir na guarda e conservação do nosso património cultural e só depois na sua divulgação, uma vez convenientemente analisado e devidamente contextualizado.

Mas, na sua divulgação, importa separar o trigo do joio, devendo os organizadores de festivais serem mais criteriosos na escolha dos grupos participantes e na elaboração do programa. E, quanto àqueles grupos folclóricos que desejam preservar a sua imagem, devem cuidar de saber previamente com quem vão partilhar o palco, as características do espetáculo e, se for caso disso, recusarem-se liminarmente a participar num evento que em nada os dignifica. Sem uma atitude firme, o folclore continuará a manter-se neste limbo e sujeitar-se à conotação pejorativa de que tem sido alvo!



publicado por Carlos Gomes às 00:41
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
ASSOCIAÇÃO PARA A DEFESA DA CULTURA TRADICIONAL PROMOVE DEBATE SOBRE ETNOGRAFIA E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:19
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Sábado, 7 de Novembro de 2015
ARTE POPULAR E NAÇÃO NO ESTADO NOVO – A POLÍTICA FOLCLORISTA DO SECRETARIADO DE PROPAGANDA NACIONAL

- Um livro da investigadora Vera Marques Alves que se recomenda a todos quantos se decidam ao estudo do folclore e etnografia

“A generalidade da investigação tem olhado para o conjunto das práticas e dos discursos etnográficos promovidos pelo Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) entre 1933 e 1950 como um epifenómeno da ideologia conservadora e ruralista, dominante no pensamento de Salazar.

Este livro mostra-nos como tais análises deixam de fora aspetos decisivos da intervenção folclorista do SPN/SNI.

A partir das teorias desenvolvidas pela antropologia e outras ciências sociais em torno dos usos nacionalistas da cultura popular, Vera Marques Alves relaciona os contornos de tal política com os caminhos que a etnografia portuguesa vinha seguindo nas décadas anteriores à institucionalização do Estado Novo, ao mesmo tempo que revela que o seu desenho deve muito ao próprio trajeto modernista e cosmopolita do primeiro diretor do SPN, António Ferro.

A autora defende, ainda, que é impossível explicar a campanha etnográfica do SPN, sem dar atenção ao contexto internacional de circulação de ideias em que as mesmas se enquadram. De resto, este livro torna bem patente a insistência de Ferro na exibição da «arte rústica portuguesa» em palcos internacionais, revelando assim que as iniciativas folcloristas desenvolvidas por este organismo não podem ser compreendidas sem considerarmos a sua configuração enquanto instrumento de reafirmação simbólica das fronteiras da nação, num período em que os processos de utilização identitária do folclore e da cultura popular são comuns” *

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Vera Marques Alves, a autora, é Investigadora do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e Professora Auxiliar Convidada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Nasceu em Lisboa, no dia 16 de Maio de 1969 e, em 1993, licenciou-se em Antropologia Social no ISCTE. Em 2008, doutorou-se em Antropologia pelo mesmo Instituto. Fez investigação sobre os usos nacionalistas da «arte popular portuguesa» durante o Estado Novo e continua a estudar a construção moderna desta categoria de objetos.

Colaborou nas obras coletivas “Vozes do povo. A folclorização em Portugal” (2003), ”Enciclopédia da música em Portugal no século XX” (2010) e “Como se faz um Povo” (2010).

É autora de”Arte popular e nação no Estado Novo. A política folclorista do Secretariado da Propaganda Nacional, (Imprensa de Ciências Socais (2013).

* https://www.imprensa.ics.ulisboa.pt/



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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015
RANCHO DA REGIÃO DE LEIRIA REALIZA CASTANHADA



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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
CENTRO DE PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA APRESENTA EM OURÉM ATAS DAS CONFERÊNCIAS DO "CICLO RURAL"



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INATEL LEVA ETNOGRAFIA, MÚSICA E TEATRO À CASA DO ARTISTA

Conservatório de Música de Ourém e Fátima atua no Teatro Armando Cortez

Teatro Armando Cortez recebe festivais de talentos nacionais | Fim-de-semana cultural, de 7 a 8 de novembro, que reúne etnografia, música e teatro em palco. Festivais INATEL elegem melhores trabalhos

O Teatro Armando Cortez receberá, no próximo fim-de-semana, um programa alargado de festivais, organizado pela Fundação INATEL, que conta com 14 distritos/regiões autónomas em competição.

No próximo sábado, dia 7 de novembro, o Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, receberá as Finais Nacionais das iniciativas “Os Melhores Talentos Portugueses” e “Festival INATEL da Canção”, nas quais participam grupos culturais e recreativos de Centros de Cultura e Desporto filiados da Fundação INATEL.

No dia 8, decorrerá ainda a 3ª edição do “Festival INATEL”, que apresenta uma mostra de costumes e tradições dos distritos e regiões de Portugal, nas mais diferentes áreas de expressão.

Em competição estão os distritos/regiões de Aveiro, Bragança, Coimbra, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu e ainda São Miguel (Açores).

Os espetáculos, de carácter amador, incluem-se em, pelo menos, uma das seguintes áreas temáticas: Etnografia, Música/Canto; Teatro; Dança e Variedades.

A seleção dos premiados será feita através de votação de um painel de júris nomeado para o efeito, composto por Fernando Pereira, Carlos Quintas, Wanda Stuart, Dulce Guimarães, Cláudio Hochman e Ludgero Mendes, entre outros agentes das áreas da produção e criação cultural.

Serão considerados critérios como o conteúdo, a criatividade/originalidade da apresentação, a coerência do espetáculo no âmbito do festival, a cenografia, o guarda-roupa/figurinos, a encenação/dramatização e a caracterização do elenco.

Estão apurados para as finais dos festivais os seguintes grupos concorrentes:

Os Melhores Talentos Portugueses: D’orfeu Associação Cultural (Aveiro), Associação de Amigos Unidos pelo Escoural (Évora), Casa do Povo de Canaviais (Évora), Sport Operário Marinhense (Leiria), Grupo Etnográfico de Areosa (Viana do Castelo).

Festival INATEL da Canção: Rancho Folclórico S.Tiago de Lobão (Aveiro), Acafe - Associação de Cantares de Alfândega da Fé (Bragança), Sociedade Recreativa e Dramática Eborense (Évora), Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Imprensa Nacional Casa Da Moeda (Lisboa), Orfeão de Portalegre (Portalegre), Grupo Cultural Recreativo de Santo Amaro de Azurara (Viseu).

Festival INATEL: Associação Unojovens de Ponta Garça (Açores), Tuna Popular de Arganil (Coimbra), Associação da Orquestra Ligeira de Gouveia (Guarda), Associação Cultural e Recreativa Vallis Longus (Porto), Conservatório de Música de Ourém e Fátima (Santarém), Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de Moreira (Viana do Castelo), Casa do Povo de Barqueiros (Vila Real).

De acordo com a Fundação INATEL, a iniciativa pretende envolver a participação de grupos regionais numa mostra singular de talentos locais, valorizando-se espetáculos considerados como representativos das características culturais de cada zona/região em competição.

Com o objetivo de envolver as comunidades locais na iniciativa, foram criadas viagens com saída prevista a partir de todas as capitais de distrito.

Um euro do valor pago por viagem reverterá a favor do projeto social “Mealheiro Solidário



publicado por Carlos Gomes às 11:07
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
CENTRO DO PATRIMÓNIO DA ESTREMADURA APRESENTA EM OURÉM AS ATAS DAS CONFERÊNCIAS DO CICLO RURAL

No próximo dia 8 de novembro, domingo, pelas 16h00, na sede do Rancho Folclórico dos Moleiros da Ribeira (Olival – Ourém), decorrerá o lançamento das Atas das Conferências do Ciclo Rural do Centro do Património da Estremadura.

As conferências decorreram em 2011 em três dos municípios associados do CEPAE (Ourém, Leiria e Marinha Grande) onde se debateram diversos assuntos patrimoniais ligados ao mundo rural, desde as carvoarias do Pilado (Marinha Grande), à matança do porco, até aos moinhos de água.

Estarão presentes os autores das conferências apresentadas nos três territórios e no mesmo evento atuará o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira”, terminando-se os trabalhos com um tradicional magusto.



publicado por Carlos Gomes às 20:46
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONGRESSO PARA JOVENS FOLCLORISTAS

O Blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo um dos espaços na internet que maior relevo confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.

Porém, se mais não divulga, isso dever-se-á a razões que lhe são alheias pois, apesar de insistentes contactos, aquela entidade não faculta qualquer resposta, revelando o seu sentido de urbanidade.

Consagra o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa a Liberdade de expressão e informação, segundo o qual “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações

Apesar de tão estranha atitude, não deixa o Blogue AUREN de dar a conhecer a sua iniciativa, não privando os seus leitores da informação a que têm direito.

Viana-do-Castelo-acolheu-Congresso-para-Jovens-Fol

Viana do Castelo acolheu Congresso para Jovens Folcloristas

O Centro Cultural de Viana do Castelo recebeu, durante o final de semana, o Congresso da Federação do Folclore Português para jovens Folcloristas 2015, cujo tema principal de debate foi “Jovens e Tradição: perspetivas de renovação”. Na sessão solene de abertura, o autarca de Viana do Castelo louvou o trabalho dos grupos na defesa e preservação do folclore e das tradições etnográficas e lembrou que Viana do Castelo tem sabido conservar o seu património cultural.

O congresso, que teve como objetivos abordar temáticas como as aceções da etnografia e do folclore na contemporaneidade, formar e capacitar os jovens folcloristas, compreender a etnografia e o folclore, facultar abordagens de ação inovadoras e promover a representatividade do movimento folclórico português, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e da vereadora da cultura, Maria José Guerreiro.

Na sessão, o autarca elogiou o trabalho dos grupos de folclore por serem um espaço de encontros intergeracionais de promoção e valorização cultural popular, referindo ainda que “tem sido o seu trabalho na pesquisa, recolha e preservação das tradições etnográficas que permite que possamos ter fontes e origens do nosso património e que este que seja preservado, sendo que desta forma se valoriza a chamada cultura popular”.

O trabalho de preservação do património cultural é o mesmo que permite a Viana do Castelo ter o epíteto de capital do folclore, sublinhou ainda José Maria Costa, lembrando como exemplo o trabalho que tem sido desenvolvido no Museu do Traje com o seu precioso espólio, bem como com a certificação do traje à vianesa. “Foi graças ao envolvimento dos grupos que foi possível efetuar um bom trabalho de preservação e certificação do traje e da nossa etnografia”, sublinhou ainda.

Fonte: http://local.pt/portugal/viana-do-castelo-acolheu-congresso-para-jovens-folcloristas/



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015
OURÉM: FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 08:52
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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015
FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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GRUPO "SONS DO MINHO" ENCERRA CONGRESSO DOS JOVENS FOLCLORISTAS



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2015
OURÉM: FREIXIANDA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 19:42
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015
FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

Realiza-se no próximo dia 24 de outubro, no Centro Cultural de Viana do Castelo o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

  1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;
  2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
    3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;
  3. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;
  4. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 08:55
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015
FÁTIMA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 22:23
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FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

O Centro Cultural de Viana do Castelo vai no próximo dia 24 de outubro receber o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;

2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;

4. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;

5. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 19:57
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Sábado, 12 de Setembro de 2015
CAMPONESES DA RIBEIRA DO FÁRRIO FESTEJAM 25 ANOS DE ATIVIDADE



publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2015
CAMPONESES DA RIBEIRA DO FÁRRIO FESTEJAM 25 ANOS DE ATIVIDADE



publicado por Carlos Gomes às 14:15
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