Acaba de sair a décima segunda edição de um pequeno livro (86 páginas) que escrevi sobre a minha experiência de guerra durante a minha comissão em Moçambique como alferes miliciano.

Infelizmente não posso oferecer um exemplar, como tanto gostaria, a cada camarada. Resta-me propor que me "comprem" esta obra-prima com o sombrio nome "Não sabes como vais morrer", editada pela AJHLP-Associação. dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e levada ao palco pela companhia profissional "TeatroEnsaio".
Outra boa novidade é eu poder disponibilizar livros a preço de custo ou seja a 2.50 Euros, quantia que decidi arredondar para os 3 (três) Euros por causa dos portes do correio. Gosto grande seria ter-te como leitor. Se o quiseres só terás de me facultar um endereço (não esqueças o código postal) para eu te poder enviar o livro pelo correio.
Depois do livro te chegar às mãos, a quitação seria através da transferência dos 3 Euros para o
NIB 0035 0651 0031 2990 2003 4, de CGD.
Jaime Froufe Andrade



O Sargento-ajudante FZ José Maria Rodrigues Ferreira, "O Pistas", que atualmente reside no Concelho de Ourém, apresenta-nos uma excelente memória de guerra, um documento verdadeiramente histórico e ricamente ilustrado com fotos originais e inéditas, da sua passagem por Angola, Guiné e Moçambique.
Uma história de vida, de um combatente pela Nação, que servirá de apoio para, no futuro, aqueles que se dedicam a escrever os compêndios da história, descreverem de uma forma imparcial, o que foi a guerra colonial para aqueles que nela, muitas vezes anonimamente, participaram.

Da Comissão Organizadora da Assembleia Nacional dos Combatentes recebemos o comunicado que a seguir publicamos:

CIRCULAR
Caros Camaradas,
Um Grupo de ex-combatentes fartos das injustiças que têm sido cometidas por diversos Governos ao longo dos anos sobre aqueles que, na sua juventude, tiveram de abandonar tudo para combater em terras do além-mar e que hoje sofrem as mazelas e doenças causadas pela guerra como Stress Pós-Traumático, com camaradas nossos a viver na rua sob a passividade das instâncias Estatais e com a demora dos processos de reconhecimento da doença, levou este Grupo iniciar através duma página no Facebook, ”Voz dos Combatentes”, a apelar a todos a sua aderência a fim de podermos convocar e aprovar numa Assembleia Nacional de Combatentes, os princípios já definidos que aqui se anunciam:
1 - A retirada das ruas e acolhimento em instalações condignas de todos os Combatentes afectados pelo distúrbio de Stress Pós Traumático da Guerra e que sobrevivem miseravelmente nas ruas e becos das grandes cidades do nosso país.
2 - A reivindicação de alimentação, alojamento, vestuário, higiene pessoal e despesas fúnebres, completamente grátis para todos os Combatentes "sem abrigo".
3 - A reivindicação de apoio médico urgente para todos os Camaradas traumatizados física e psicologicamente.
4 - A reivindicação de assistência médica, do foro psicológico, para os familiares que mais directamente convivem com os nossos Camaradas doentes e que, por sua vez, se sentem também atingidos nas suas saúdes.
5 – A reivindicação de revisão do valor das reformas e subsídios que garantem a subsistência e sobrevivência dos Combatentes deficientes.
6 – A reivindicação de um subsídio no valor de 60,00 Euros/mensais, a todos os Combatentes reformados em substituição do subsídio anual de "Complemento de reforma".
7 - A reivindicação de desconto de 50% nas taxas moderadoras para o acesso aos Hospitais, Centros de Saúde e Unidades de Saúde Familiares.
8 - A reivindicação de desconto de 50% no preço dos medicamentos necessários para o combate às doenças que afectam os Combatentes, em consequência da guerra.
9 – A reivindicação da revisão das Tabelas de Invalidez, em função do aumento da idade de todos os Combatentes com deficiências físicas e psicológicas da guerra.
10 – A exigência junto do Governo para que, em colaboração com os Governos de Angola, Moçambique e Guiné, se recolham e tragam para Portugal todos os restos mortais dos Combatentes portugueses falecidos naqueles 3 teatros de operações, aproveitando a louvável e generosa disponibilidade da TAP para fazer o seu transporte aéreo.
Contactos: Mário Pinto Email pintanof@gmail.com tel.212051384
José Vale “ jlemosvale@gmail.com tel. 239810007
João P. Costa “ pereiracosta@sapo.pt tel. 213904687
A Comissão

O AUREN registou oportunamente a iniciativa que visou recuperar a dignidade do talhão dos antigos combatentes no cemitério de Ourém, traduzida no arranjo e limpeza do local que revelava até então o estado de um certo abandono. Entre os trabalhos efectuados, ao que apurámos, foram também lavadas as lápides funerárias e restauradas as respectivas inscrições.
Na impossibilidade de o termos feito na ocasião, apresentamos aqui o aspecto condigno em que o local se encontra, preservando a memória daqueles jovens que um dia tiveram de deixar a sua terra para servir a Pátria, deixando à sua espera a família e amigos aguardando angustiosamente a hora do regresso e acabando por choraram a sua perda até as lágrimas lhes secarem nos rostos. Uma dolorosa perda que nenhuma condecoração póstuma jamais é capaz de consolar.
Pela dignidade que lhes é devida, importa que a sua memória seja sempre respeitada.




Acabamos de ser informados que o Talhão dos Antigos Combatentes no Cemitério de Ourém está de cara lavada. Foram limpos os musgos e o verdete que se acumulavam em tudo quanto era sítio, lavadas as placas, pintadas as placas e os nomes entre outros arranjos. Em síntese, foi restituída a dignidade devida ao Talhão dos Antigos Combatentes, local onde repousam alguns filhos de Ourém que um dia foram chamados a servir a Pátria, na Flandres ou no antigo Ultramar, e por ela deram a sua própria vida. Como tal, merecem o nosso maior respeito.
Por esta iniciativa louvável, saudamos os seus autores que, até ao momento, não pudemos ainda confirmar se foi a Câmara Municipal de Ourém ou o Núcleo de Tomar da Liga Nacional dos Combatentes. Em todo o caso, registamos com agrado que valeu a pena o alerta feito através do AUREN e que teve a sua repercussão através do Portal dos “Veteranos da Guerra do Ultramar” em http://ultramar.terraweb.biz/
A Freguesia do Olival inaugurou, no passado dia 17 de Maio, o Talhão dos Antigos Combatentes cujos restos mortais repousam no cemitério daquela localidade. A cerimónia de Bênção e respectiva Inauguração foi presidida pelo Bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira e contou com a presença do General Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da Liga Nacional dos Combatentes, entre outras individualidades.

Para o Bispo das Forças Armadas, a “capacidade de dar a vida pelos outros” que estes “bravos portugueses” levaram a cabo, é a base para “o sentido da existência humana”. Por seu turno, o General Chito Rodrigues destacou a criação do 125º talhão a nível nacional, que vem permitir alargar o “espaço profundo que reúne os cidadãos fardados que juraram que morreriam em defesa da pátria”.
O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, afirmou sentir-se “honrado, por ter nos nossos antepassados pessoas que combateram por causas nobres e dignas”, acrescentando que “são momentos de grandeza como estes que nos motivam para construir o futuro”.
O Presidente da Junta de Freguesia do Olival, sr. Fernando Oliveira Ferreira, congratulou-se com a realização desta obra no cemitério do Olival, “um espaço digno”, que representa “não só os combatentes sepultados naquele local, mas todos os combatentes da nossa freguesia”.
Esta homenagem aos antigos combatentes constitui uma iniciativa da Junta de Freguesia do Olival e do Núcleo de Tomar da Liga Nacional de Combatentes.



Citação: http://ultramar.terraweb.biz/
A Freguesia do Olival vai proceder à inauguração no cemitério local do Talhão dos Antigos Combatentes. A cerimónia de Bênção e respectiva Inauguração tem lugar amanhã, dia 17 de Maio, pelas 17 horas.
A iniciativa pertence à Junta de Freguesia do Olival e conta com a colaboração do Núcleo de Tomar da Liga dos Combatentes.

Todos os povos que prezam a sua liberdade veneram os seus heróis e preservam a sua memória no respeito pelo seu altruísmo. Não raras as vezes, foram levados a sacrificar a sua própria vida no cumprimento de um dever que quem decidiu classificou como um dever patriótico. O monumento que lhes é erguido tem por finalidade apelar à memória dos seus concidadãos e prestar-lhes o merecido tributo.
Muitos foram os oureenses que tombaram nos campos entrincheirados da Flandres durante a Primeira Guerra Mundial ou, mais recentemente, nos antigos territórios ultramarinos.
Os oureenses ergueram-lhes nesta cidade um monumento em sua memória. Ourém não esqueceu os seus filhos que tombaram em combate. Os seus familiares e os seus camaradas que sobreviveram, guardam o sofrimento e a saudade pelos seus entes queridos e, ao olharem para o obelisco, fazem-no com um profundo sinal de respeito. O Concelho de Ourém – todos nós! – continuamos a devotar àqueles que um dia deixaram as suas casas e a sua lavoura e partiram para longe para nunca mais voltarem o mais elevado respeito.
Esse sentimento de respeito deve ser ensinado e transmitido às novas gerações para que também elas não esqueçam o sacrifício daqueles jovens a quem a guerra roubou a vida na flor da idade. Quantos desses heróis não terão porventura sido seus familiares?
Os portugueses não possuem motivos para envergonhar-se do seu patriotismo e, como tal, deverão honrar os seus símbolos nacionais, os seus heróis e respeitar os monumentos erguidos em sua memória. Algumas atitudes podem eventualmente revestir-se de inocência para alguns jovens. Porém, ferem os sentimentos e a sensibilidade daqueles que um dia tiveram a infelicidade de perder um seu familiar na guerra. É, pois, necessário incutir o respeito por um monumento que em Ourém foi erguido em homenagem aos seus filhos que um dia perderam a vida no cumprimento do seu dever!

As correntes em torno do obelisco destinam-se a vedar o local e não propriamente a servir de baloiço.
O jornal “O Mensageiro” que se publica em Fátima, na sua edição de 21 de Outubro, destaca as cerimónias que se tiveram lugar em Ourém, em homenagem aos oureenses caídos na Guerra do Ultramar. O referido periódico destaca a a presença de diversas individualidades nacionais e estrangeiras.
De registar ainda as referências feitas pelo Dr. Carlos Evaristo, em nome da Real Associação de Guardas de Honra dos Castelos, Panteões e Monumentos Nacionais, ao ex-combatente, José Martinho dos Santos, pelo “seu trabalho de pesquisa e dedicação ao tributo agora feito aos camaradas que tombaram”.

citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/ http://ultramar.terraweb.biz/index.htm
No passado dia 3 de Outubro, Ourém prestou homenagem aos seus filhos que tombaram em combate na Guerra do Ultramar. A cerimónia decorreu junto ao Monumento dos Antigos Combatentes e contou com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca e de S.A.R. D. Duarte Pio, Duque de Bragança e Conde de Ourém.
citações: http://o.castelo.vai.nu/miradouro/; http://ultramar.terraweb.biz/index.htm http://realbeiralitoral.blogspot.com/ http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2010/10/homenagem-dom-afonso-de-braganca-iv.html http://nucleomonarquicoabrantes.blogspot.com/2010/10/presenca-de-sar-o-senhor-dom-duarte-em.html http://causamonarquica.com/2010/10/15/ourem-s-a-r-dom-duarte-presente-em-actos-comemorativos/
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