Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quinta-feira, 25 de Julho de 2019
INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO E DO INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO CONTRARIA TESTES DE PRECISÃO DA TEORIA DE EINSTEIN

A recente imagem de um buraco negro confirma, com precisão, a teoria de Einstein? Estudo diz que não

Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) e do Instituto Superior Técnico diz que a primeira imagem de um buraco negro, contrariamente ao que foi publicitado, não é suficiente para confirmar, com precisão, a teoria da relatividade de Einstein.

Os autores do estudo Eugen Radu, Pedro Cunha e Carlos Herdeiro (2).jpg

Em abril de 2019 foi anunciada a primeira imagem de um buraco negro. A sua fronteira virtual, chamada horizonte de eventos, não se vê, pois aprisiona a luz. Pode apenas visualizar-se a silhueta da zona de atracão fatal para a luz, chamada de "sombra" do buraco negro.

A equipa internacional que obteve este resultado, chamada Event Horizon Telescope (EHT), anunciou-o como confirmando a teoria da relatividade geral de Einstein. Esta teoria prevê a existência de buracos negros e, de acordo com o EHT, a sombra do buraco negro observado na longínqua galáxia M87 está de acordo com o previsto pela teoria de Einstein, dentro do erro observacional.

O recente trabalho dos investigadores Pedro Cunha e Eugen Radu, do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Matemática e Aplicações (CIDMA) e do Departamento de Física da UA, e Carlos Herdeiro do Centro Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA) e Departamento de Física do Instituto Superior Técnico, publicado este mês de julho na prestigiada Physical Review Letters e com honras de aparecer na capa, mostra, no entanto, que a interpretação do EHT tem de ser feita com cuidado.

Ao estudar buracos negros diferentes daqueles que surgem na teoria de Einstein, os investigadores mostraram que a sombra destes é muito sensível à maneira como o buraco negro roda.

Se o buraco negro rodar lentamente, a sombra poderá ser muito diferente. Mas se o buraco negro rodar rapidamente será praticamente idêntica ao que acontece na teoria de Einstein. Neste caso, as observações do EHT não conseguem eliminar o modelo alternativo.

Este resultado mostra como a primeira imagem de um buraco negro, apesar de ser um fantástico sucesso científico, ainda está longe de poder ser usada para testes de precisão da teoria de Einstein.

buracos negros (2).jpg



publicado por Carlos Gomes às 15:33
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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO: MATÉRIA ESCURA PODERÁ SER UMA RELÍQUIA DA INFLACÇÃO

O inflatão, a partícula que poderá ter sido responsável por um período de expansão extremamente rápido no princípio do Universo designado por inflação, poderá também constituir a matéria escura, cuja origem permanece desconhecida. A teoria é assinada por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) que mostra, em particular, que esse cenário é uma consequência natural dos cenários de inflação quente, em que o Universo não arrefece drasticamente durante a inflação.

Os investigadores Luís Ventura e João Rosa  (1).jpg

O trabalho, assinado por João Rosa e Luís Ventura, cientistas do Departamento de Física e do Centro de Investigação e Desenvolvimento em Matemática e Aplicações da UA, foi publicado este mês na prestigiada Physical Review Letters.

A teoria da inflação foi proposta em 1981 pelo físico americano Alan Guth, postulando a existência de uma nova partícula – o inflatão – que nas primeiras frações de segundo da sua existência levou a que o Universo se expandisse muito rapidamente, acabando por ficar extremamente uniforme, como o observamos hoje.

Nos modelos convencionais de inflação fria, a expansão rápida leva a que a temperatura do Universo decresça muito rapidamente durante a inflação (tal como um gás arrefece quando expande). No final deste período, os inflatões transformam-se nas partículas que conhecemos, como o eletrão e o fotão (partículas de luz), num processo semelhante ao decaimento radioativo, e a energia assim libertada é usada para “reaquecer” o Universo.

Nos modelos de inflação quente, pelo contrário, os inflatões transferem energia para o plasma cósmico sob a forma de calor, mantendo o Universo a uma temperatura elevada, sem haver necessidade de o “reaquecer” no final. Apesar de esta ideia ter mais de duas décadas, só em 2016 foi possível desenvolver um modelo teórico apelativo para a inflação quente, num artigo da coautoria do investigador João Rosa e também publicado na prestigiada revista americana Physical Review Letters.

Modelo da UA abre novos caminhos

No contexto deste modelo, a equipa da UA mostrou pela primeira vez que os inflatões não se transformam noutras partículas após o final da inflação, apenas interagindo significativamente com outras partículas, incluindo os fotões, a temperaturas suficientemente elevadas que o Universo só atingiu durante a inflação. Isto significa que os inflatões não desapareceram, apesar de não os conseguirmos ver visto a sua interação com a luz ser hoje extremamente débil.

Desde 1933, através das observações do enxame de galáxias Coma realizadas pelo astrónomo suíço Fritz Zwicky, sabe-se que mais de 80 por cento da matéria no Universo é escura, isto é, não emite luz, e apenas conseguimos inferir a sua presença através da força gravitacional que esta exerce sobre a matéria luminosa e que altera, por exemplo, a velocidade com que as estrelas rodam em torno do centro das galáxias.

Sabe-se também que esta matéria escura é também relativamente fria, pois caso contrário teria impedido a formação das galáxias e outras estruturas cósmicas como os enxames e super-enxames de galáxias que hoje pintalgam o Universo observável.

Os inflatões que, segundo o modelo desenvolvido na UA, sobreviveram desde o período de inflação até aos dias de hoje têm exatamente estas propriedades. Além de praticamente não emitirem luz, são extremamente frios, essencialmente por terem perdido energia sob a forma de calor durante a inflação para manter o Universo quente e depois deixado de interagir com o plasma cósmico. Assim, se a hipótese dos investigadores da UA estiver correta, a inflação e a matéria escura poderão ser explicadas por uma só nova partícula.

No contexto da inflação fria, é bastante difícil que os inflatões se transformem noutras partículas (libertando energia suficiente para reaquecer o Universo) e que simultaneamente alguns sobrevivam até aos dias de hoje. No cenário de inflação quente, a unificação da inflação e da matéria escura é natural, porque os inflatões não só não se terão convertido em matéria luminosa como também ter-se-ão mantido frios durante os milhares de milhões de anos de expansão do Universo após a inflação.

Além disso, este modelo pode ser testado de diversas formas, e com tecnologia que deverá estar disponível nos próximos anos. Por sobreviverem até aos dias de hoje, os inflatões terão provocado ligeiras alterações na abundância cósmica dos elementos químicos mais leves como o Hidrogénio ou o Hélio. Terão também deixado a sua marca nas pequenas flutuações na temperatura da Radiação Cósmica de Fundo, uma relíquia do plasma cósmico primordial.

A forma como a temperatura desta radiação de micro-ondas varia no céu poderá dizer-nos inequivocamente se o Universo se manteve ou não quente durante a inflação e se os inflatões são ou não a matéria escura. Resta esperar por observações astronómicas mais precisas para perceber se uma só partícula chega para resolver estes dois importantes mistérios do cosmos.



publicado por Carlos Gomes às 14:45
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Segunda-feira, 8 de Abril de 2019
ATAQUE DE CORAÇÃO: RECUPERAÇÃO FEITA EM CASA TEM EXCELENTES RESULTADOS

Investigação com assinatura da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro

Depois da alta hospitalar, o processo de reabilitação cardíaca, incluindo a componente de exercício físico, após um enfarte agudo do miocárdio pode ser feita em casa e com excelentes resultados. As conclusões de uma investigação com participação da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) confirma isso mesmo e corrobora os resultados de vários estudos internacionais. O trabalho quer dar uma resposta domiciliária à maioria dos doentes que depois da alta se afastam dos programas de reabilitação dos centros hospitalares.

Os investigadores Mesquita Bastos e Fernando Ribeiro (1).jpg

A Sociedade Europeia de Cardiologia, a American Heart Association e o American College of Cardiology, classificam a reabilitação cardíaca (RC) como uma intervenção terapêutica com indicação de classe I (mandatória), fundamentada nos níveis de evidência científica mais elevados.

Mas em Portugal, a percentagem de doentes que participaram nos últimos anos em programas de reabilitação cardíaca de fase III foi de cerca de 4 por cento. A distância entre a residência e os centros hospitalares e a falta de horários e de transportes são algumas das causas apontadas pelos doentes para participarem nos programas.

Por outro lado, a falta de resposta adequada do Sistema Nacional de Saúde na reabilitação cardíaca, a falta de investimento em recursos humanos e materiais e a escassez de centros e a sua localização concentrada nas grandes cidades contribuem decisivamente para a baixa referenciação e adesão aos programas de reabilitação cardíaca.

“Contrariamente ao conceito generalizado de que a reabilitação cardíaca tem de ser feita sob vigilância direta há, nos casos de baixo risco cardiovascular, a possibilidade de efetuar reabilitação supervisionada à distância”, aponta Mesquita Bastos, professor na ESSUA e cardiologista no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro.

“Esta é uma área de forte interesse na ESSUA, na qual temos vários projetos financiados e colaborações a decorrer com elevado impacto social,” refere Fernando Ribeiro, professor na ESSUA e investigador no Instituto de Biomedicina (iBiMED) da UA.

O estudo que envolveu a ESSUA no âmbito do Doutoramento em Ciências e Tecnologia da Saúde de Andreia Noites, onde participaram também o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Escola Superior de Saúde do Porto, envolveu um grupo de pessoas em recuperação de um enfarte do miocárdio, que realizou um programa de exercícios, três vezes por semana, em casa, durante oito semanas.

Depois das informações e aconselhamentos ministrados presencialmente pelos investigadores, a atividade física e os sinais vitais dos doentes, com recurso a dispositivos eletrónicos, foram monitorizados continuamente à distância pela equipa de investigação.

Sem desculpas, doentes dizem presente

 Sem os entraves dos quilómetros até aos hospitais centrais ou centros clínicos e a restrição dos horários das sessões, os doentes não só aderiram ao programa de exercício físico e educação para hábitos de vida saudáveis proposto como obtiveram excelentes resultados na melhoria da saúde cardiovascular.

“O estudo permitiu demonstrar que na fase IV de reabilitação cardíaca, o exercício no domicílio melhora a capacidade cardiorrespiratória, a frequência cardíaca no pico de esforço e a de recuperação num grupo de doentes que já tinha parado a fase III de reabilitação cardíaca há 9 meses atrás”, assegura Mesquita Bastos.

Ou seja, aponta o cardiologista, “o estudo demonstrou que um programa de exercício efetuado em casa e supervisionado à distância foi capaz de aumentar a tolerância ao exercício ao fim de apenas 8 semanas”. Um ganho que está, naturalmente, associado a um menor risco de mortalidade e a um melhor prognóstico.

Com as fases III / IV da reabilitação cardíaca a serem realizadas em casa de cada um dos doentes, antevê Mesquita Bastos, “é possível abranger uma maior população, incluindo a que se encontra impedida de o fazer pela distância até aos locais dos programas (hospitais, clinicas) e, desta forma, criar uma rede de reabilitação com todo o suporte tecnológico que hoje existe”.

Por outro lado, os custos para o Sistema Nacional de Saúde, diz o cardiologista, serão proporcionalmente menores. De realçar, alerta o especialista, que este tipo de reabilitação “não substitui a reabilitação feita no internamento [fase I] nem na maioria dos doentes a feita logo após a alta [fase II]”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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Terça-feira, 2 de Abril de 2019
INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO: ANTICORPOS DA GEMA DO OVO EM PASTILHAS CONTRA A GRIPE

E se a vacina da gripe fosse substituída por pastilhas efervescentes? A ideia nasceu na Universidade de Aveiro (UA). À base de vitamina C e de uma mão cheia de minerais, o ingrediente secreto das super-pastilhas está nos anticorpos retirados das gemas dos ovos das galinhas. Sem as contraindicações das vacinas que todos os anos têm de ser reformuladas e sem a agulha invasiva, as pastilhas querem revolucionar o combate à gripe. Assim haja financiamento.

Os investigadores Marguerita Rosa, Emanuel Capela e Mariam Kholany  (2).jpg

Os anticorpos IgY – assim se chamam os ingredientes chave das pastilhas efervescentes - são produzidos exclusivamente por aves, estando concentrados nas gemas dos ovos. Proteínas que atuam no sistema imunológico como defensoras do organismo, apontam os investigadores do Departamento de Química (DQ) da UA, é possível manipulá-los de forma a torná-los armas eficazes no combate ao Influenza, o vírus causador da gripe.

A ideia de incorporar os anticorpos IgY em pastilhas efervescentes foi desenvolvida por Marguerita Rosa, Emanuel Capela e Mariam Kholany, estudantes do Doutoramento em Engenharia Química do DQ e do CICECO - Instituto de Materiais de Aveiro da UA.

“Espera-se que estes anticorpos não espoletem reações inflamatórias no sistema imunitário humano, diminuindo passivamente a carga viral da pessoa afetada”, explicam os investigadores que deixam uma garantia: “Uma pastilha por dia é o que desejamos alcançar para manter a proteção ao longo do tempo de maior incidência do vírus da gripe”.

Com a tecnologia e os conhecimentos científicos necessários para acabarem com o Influenza, os jovens investigadores querem criar um produto nutracêutico revolucionário e inovador para combater o vírus da gripe. “A nossa ideia passa por desenvolver pastilhas efervescentes contendo anticorpos da gema do ovo específicos para as proteínas membranares constantes do vírus, e suplementadas com vitamina C e outros minerais para reforçarem o sistema imunitário”, explicam.

“Trata-se de um método passível de ser utilizado por toda a população e não apenas por doentes de risco, tendo a vantagem de ser não-invasivo quando comparado com a vacinação tradicional”, garantem.

O projeto dos estudantes da UA foi mesmo um dos doze finalistas selecionados para apresentação de um pitch no decorrer da V IMFAHE's International Conference 2019 - Innovation Camp, que decorreu em março na Universidade de La Laguna em Tenerife (Ilhas Canárias). No final, venceram o segundo prémio no concurso, arrecadando 2 mil euros para trabalharem na proposta ao longo do próximo ano.



publicado por Carlos Gomes às 11:38
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Sexta-feira, 29 de Março de 2019
LAMAS VERMELHAS PODEM, AFINAL, DESPOLUIR ÁGUAS TÓXICAS

Investigação da Universidade de Aveiro

Constituem um resíduo industrial altamente nocivo para o ambiente e, consequentemente, para a saúde humana. Chamam-se lamas vermelhas, resultam da produção de alumina, a matéria-prima principal na produção de alumínio, e, ao longo dos últimos anos, têm provocado inúmeros acidentes ambientais. Na Universidade de Aveiro (UA) uma equipa de investigadores conseguiu transformar as perigosas lamas em esferas porosas capazes de limpar metais tóxicos de águas poluídas.

Os investigadores João Labrincha, João Carvalheiras e Rui Novais (2).jpg

Capa deste mês da Materials Today, uma das mais importantes revistas científicas dedicadas à área dos Materiais, o trabalho é assinado por Rui Novais, João Carvalheiras, Maria Seabra, Robert Pullar e João Labrincha, todos investigadores da UA do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica e da Unidade de Investigação CICECO - Instituto de Materiais de Aveiro.

Com 3 milímetros de diâmetro, as esferas podem ajudar a reutilizar as ce... (2).jpg

Nesta investigação, e pela primeira vez, explica Rui Novais, “as lamas vermelhas foram utilizadas como precursor para a produção de esferas geopoliméricas altamente porosas utilizando um método simples e sustentável o que pode permitir uma fácil transição para um contexto industrial”.

Estas esferas, com cerca de 3 milímetros de diâmetro, “poderão ser utilizadas em aplicações industriais de elevado valor acrescentado”. Tratamento de águas residuais e produção de biogás, devido à respetiva capacidade adsorvente de metais pesados ou corantes e regulação do pH da água, são algumas das aplicações ambientais em que as perigosas lamas poderão agora ter. “Esta estratégia inovadora poderá permitir a valorização de quantidades significativas de lamas vermelhas, mitigando assim o impacto ambiental associado à produção de alumínio”, congratula-se Rui Novais.

Geradas durante a produção de alumina, que é depois parcialmente transformada em alumínio, a reciclagem ou a reutilização das lamas vermelhas sempre foi uma tarefa problemática já que, por todo o mundo, a indústria já produziu cerca de 4000 milhões de toneladas de lamas vermelhas.

Neste momento, aponta Rui Novais, “apenas cerca de 2,7 por cento da produção anual de lamas vermelhas é reutilizada, o que considerando a sua produção anual, estimada em cerca de 150 milhões de toneladas, levará inevitavelmente a um aumento do total acumulado em cerca de 146 milhões de toneladas por ano”.

Imagem captada no microscópio electrónico onde se pode observar a estrut... (2).jpg



publicado por Carlos Gomes às 12:04
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Sábado, 10 de Novembro de 2018
CIENTISTA ANTÓNIO GALOPIM DE CARVALHO – O “AVÔ DOS DINOSSAUROS” – FELICITA O BIÓLOGO OUREENSE FERNANDO MANGAS CATARINO NA PASSAGEM DOS SEUS 86 ANOS DE IDADE

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Deixei passar a data de ontem em que se celebrou mais um (como acontece todos os anos) aniversário, o 86º de Fernando Catarino, um nome que honra a Universidade Portuguesa.

Neste dianão posso deixar de recordar 60 anos de convívio profissional e de companheirismo nas lides sem conta pela vulgarização do conhecimento científico que protagonizámos neste Portugal, cujos políticos não merecem o povo que somos.

Uma das muitas vezes que acompanhei este meu colega de Universidade, como simples participante interessado em aprender, foi “Onde a Terra se acaba e o mar começa”, como escreveu Camões, no Canto III de Os Lusíadas, ou seja, na ponta mais saliente do promontório que marca o extremo ocidental da Serra de Sintra, a que os homens do mar chamavam o “Focinho da Roca”.

Com ele desci a falésia no sítio do farol, um escarpado que permite observar aspectos particulares da intrusão magmática que elevou esta “jóia da petrografia”, como se lhe referiu o Prof. Afred Lacroix, ilustre petrógrafo francês que lhe dedicou particular atenção. Mas não foi para observar as rochas que descemos até o mar. Fomos em busca da "Armeria pseudoarmeria", uma espécie rara de dicotiledónea, da família das plumbagináceas, que ali floresce a um dado nível da estratificação florística presente. 
Já não recordo a altura do ano dessa memorável excursão. Só sei que a subida foi lenta e ofegante, sob um calor intenso, o que não impediu o professor de falar, descrever, comentar, explicar um pormenor aqui e ali e, até, lembrar Lord Byron, o poeta inglês da viragem do século XVIII ao XIX, que se referiu a esta serra como um Éden Glorioso”, considerando-a, deselegantemente, uma ”pérola lançada a porcos”.

A elevada sensibilidade poética deste meu amigo, revelou-se-me numa das primeiras saídas de campo que fizemos juntos. Foi na Arrábida, mais precisamente na Mata do Solitário. Aí, numa pausa que fizemos junto de uma "Pistacia lentiscus", a vulgar aroeira, o mestre abriu a sacola e retirou, lá de dentro, um livro de poemas de Frei Agostinho da Cruz (1540-1619), que leu para um grupo de alunos deliciados com aquele outro talento do professor.

A última das várias oportunidades em que tive o prazer de o acompanhar, foi no parque anexo ao Palácio da Pena, em Sintra. Estávamos em Agosto. Os cimos da serra permaneciam envoltos numa nebulosidade fresca, a contrastar com o azul celeste e o calor estival da planura que se estende a Sul da pequena montanha. Com o Prof. Catarino, esta preciosa mata transformou-se numa sinfonia de espécies arbóreas, muitas delas exóticas, diferentes de tudo o que é característico da nossa flora.

Para os que tiveram o privilégio de lidar com ele, o Catarino, na gíria dos alunos, ou o Mangas, para os amigos mais chegados, é uma sinfonia e um poema de simpatia, humanidade e sabedoria.

António Galopim de Carvalho



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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Segunda-feira, 4 de Julho de 2016
CHÍCHARO PRODUZ CONHECIMENTO CIENTÍFICO EM ALVAIÁZERE

No Ano Internacional das Leguminosas de grão, o Município de Alvaiázere é um dos parceiros do projeto científico “QUALATY - Decifrando o enigma da qualidade do Chícharo (Lathyrus sativus). Como podem as tecnologias omicas contribuir para o melhoramento participativo da qualidade nas leguminosas?”, que está a ser conduzido pelo Instituto de Tecnología Química e Biológica (ITQB NOVA) da Universidade Nova de Lisboa, e que integra ainda um conjunto de outros parceiros nacionais e internacionais como a COOKLAB, o Instituto de Agricultura Sostenible (IAS-CSIC, Córdoba, Espanha), o Instituto Superior de Agronomia (ISA) – Universidade de Lisboa, a Sense Test – Sociedade de Estudos de Análise Sensorial a Produtos Alimentares e a empresa Alvaiazerense, Simões & Ramos Lda., o maior produtor de chícharo a nível nacional.

alvai (1).JPG

O projeto de investigação, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, que está a ser conduzido no terreno pela Eng.ª Letice Gonçalves sob orientação Científica da Dra. Carlota Vaz Patto (do ITQB), pretende identificar variedades de chícharo fontesde características agronómicas, nutricionais e organoléticas interessantes, quer para os produtores agrícolas e indústria transformadora, quer para os consumidores. Estes materiais vegetais poderão vir a estar na base de um programa de melhoramento da espécie, que responda às principais dificuldades sentidas pelos agricultores no seu cultivo e, simultaneamente, que conquiste novos e mais consumidores desta leguminosa.

Para o efeito, foi criado pelo Município de Alvaiázere, que se assumiu como um parceiro de primeira ordem, um Campo Experimental num terreno sua propriedade localizado na vila sede de concelho, onde se encontram instaladas 150 variedades tradicionais de chícharo provenientes um pouco de todo o mundo, como Irão, Afeganistão, Síria, Paquistão, Índia, Polónia, Canadá,  Espanha, bem como de outras regiões do nosso país.

Hoje, dia 04 de julho, e no âmbito do procedimento participativo experimental do estudo em curso, organizou-se uma visita de campo, previamente programada, com produtores de chícharo do concelho de Alvaiázere. Durante esta visita os produtores  tiveram a oportunidade de analisar as diferentes variedades instaladas, com o objetivo de avaliarem quais as plantas que apresentavam as características mais interessantes para o seu cultivo, tais como, o porte da planta, produtividade, cor e tamanho do grão, entre outras.

Estando já na fase final do primeiro ano do ensaio de campo, perspetiva-se a sua continuidade por pelo menos mais dois, havendo pois oportunidades futuras para o desenvolvimento de mais iniciativas do género da que decorreu hoje, que visa a partilha de conhecimentos entre os agricultores, consultores, investigadores, empresas e consumidores.

Ao apoiar o desenvolvimento deste estudo científico, o Município de Alvaiázere pretende contribuir para o desenvolvimento da cultura do chícharo e da diversificação de produtos alimentares à base desta leguminosa, explorando métodos de processamento inovadores e aplicando-os em formulações mais atraentes, convenientes e saborosas, que permitam valorizar o chícharo e as próprias dinâmicas que têm vindo a ser criadas ao nível da economia local.

Uma palavra final de agradecimento e apreço para todos os parceiros e de forma muito particular para os produtores que hoje marcaram presença na visita de campo, às responsáveis científicas do projeto, Eng.ª Letice Gonçalves e Dra. Carlota Vaz Patto, e para os responsáveis da empresa de Alvaiázere Simões & Ramos, Lda..

alvai (2).JPG



publicado por Carlos Gomes às 19:21
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Sábado, 26 de Janeiro de 2013
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM REALIZA HOJE OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA



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Domingo, 20 de Janeiro de 2013
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM LEVA A EFEITO OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

Oficina de escrita em comunicação de ciência – 2.ª edição

26 de janeiro | das 10.00H às 12.30H e das 14.30H às 17.00H

Biblioteca Municipal de Ourém

Público-alvo: todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores);

Número mínimo de inscrições: 10

Custo: 20 €

Informações e inscrições: Biblioteca Municipal de ourém

Tel: 249 540 900 (ext. 6841)

Organização do Município de Ourém com o apoio do jornal “Notícias de Ourém”



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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM ORGANIZA OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

Oficina de escrita em comunicação de ciência – 2.ª edição

26 de janeiro | das 10.00H às 12.30H e das 14.30H às 17.00H

Biblioteca Municipal de Ourém

Público-alvo: todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores);

Número mínimo de inscrições: 10

Custo: 20 €

Informações e inscrições: Biblioteca Municipal de ourém

Tel: 249 540 900 (ext. 6841)

Organização do Município de Ourém com o apoio do jornal “Notícias de Ourém”



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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2013
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM REALIZA OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

Oficina de escrita em comunicação de ciência – 2.ª edição

26 de janeiro | das 10.00H às 12.30H e das 14.30H às 17.00H

Biblioteca Municipal de Ourém

Público-alvo: todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores);

Número mínimo de inscrições: 10

Custo: 20 €

Informações e inscrições: Biblioteca Municipal de ourém

Tel: 249 540 900 (ext. 6841)

Organização do Município de Ourém com o apoio do jornal “Notícias de Ourém”



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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012
COMEÇA AMANHÃ NO MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM A OFICINA DA CIÊNCIA



publicado por Carlos Gomes às 00:13
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Sábado, 5 de Maio de 2012
CIÊNCIA TEM OFICINA NO MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 00:14
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM ORGANIZA OFICINA DA CIÊNCIA

OFICINA DA CIÊNCIA

12 de MAIO – Das 14h30 às 16h30

No Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Se te queres divertir, participa nesta oficina de ciência e vais poder despir um ovo sem o partir, colorir a sua clara ou ainda colocar um ovo cozido dentro de uma garrafa, entre muitas outras experiências divertidas.

Público-alvo: dos 10 aos 13 anos

Nº de participantes: máximo 12 - mínimo 8

Preço: 5€ (com material incluído).

INSCRIÇÃO obrigatória no Museu Municipal de Ourém, aberto de terça a domingo das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00

Tel: 249 540900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919585003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt



publicado por Carlos Gomes às 16:00
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Sábado, 28 de Abril de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM REALIZA OFICINA DA CIÊNCIA



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Sábado, 21 de Abril de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM VAI REALIZAR OFICINA DA CIÊNCIA



publicado por Carlos Gomes às 12:47
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Sexta-feira, 30 de Março de 2012
ESTE ANO OS OVOS DA PÁSCOA VÊM RECHEADOS DE QUÍMICA...



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Quarta-feira, 28 de Março de 2012
OURÉM ORGANIZA FÉRIAS CIENTÍFICAS NA PÁSCOA



publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Segunda-feira, 26 de Março de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA PÁSCOA COM CIÊNCIA



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Sexta-feira, 23 de Março de 2012
MUSEU DE OURÉM ORGANIZA PÁSCOA CIENTÍFICA



publicado por Carlos Gomes às 21:08
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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
OURÉM APOSTA NA DISSEMINAÇÃO DA CIÊNCIA

Realizou-se no passado sábado, na Biblioteca Municipal de Ourém, a oficina de escrita em comunicação de ciência, uma iniciativa do Município de Ourém em parceria com o jornal “Notícias de Ourém”. Orientada pelo Doutor António Piedade, a iniciativa foi organizada pelo Município de Ourém em parceria com o jornal “Notícias de Ourém” e registou um grande sucesso, concretizado pelo preenchimento total das vagas existentes.

A oficina de escrita começou com uma partilha de experiências e passou depois pela seleção do conhecimento científico a divulgar por cada participante. De seguida foram dadas orientações pelo Doutor António Piedade sobre como escrever um texto para comunicar um determinado assunto sobre ciência de forma eficaz.

Desta atividade surgirão textos, que serão divulgados num blogue em construção dedicado à oficina e ainda difundidos num caderno especial, em formato digital.

A iniciativa teve grande impacto nos participantes, que demonstraram no final da mesma vontade de desenvolver o trabalho ali iniciado, em novas iniciativas similares. Essa intenção que foi bem acolhida pelo Vice-presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. José Alho, que colocou à disposição do grupo de trabalho os recursos do Município, nomeadamente o espaço da Biblioteca Municipal, cuja missão passa também pela disseminação da ciência.

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publicado por Carlos Gomes às 19:11
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
COMEÇA AMANHÃ NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM A OFICINA DA ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

            A OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA, orientada pelo Doutor António Piedade, vai realizar-se a partir de amanhã, dia 28 de Janeiro, entre as 14h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Ourém, contando com a parceria do jornal Notícias de Ourém.

            A oficina de escrita é dedicada a todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores).

            O custo de participação é de €20,00, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

            1. Estrutura

1 - Apresentação - A escrita na comunicação de ciência. Porquê comunicar. O quê comunicar. Como comunicar. Quando comunicar.

2 - Discussão, partilha de experiências.

3 – Selecção do conhecimento científico a divulgar.

4 – Escrita dos textos. Os participantes são convidados a escrever um texto para comunicar determinado assunto sobre ciência. Serão acompanhados, orientados, durante essa actividade.

2. Disseminação

Os textos produzidos serão divulgados no final da oficina, em formato a definir durante a mesma, mas que pode passar pela criação de um blogue dedicado, de uma página ou grupo no facebook ou pela sua difusão num caderno especial no Notícias de Ourém.

3. Impacto

Pretende-se que os textos publicados tenham a visibilidade suficiente para que os autores possam receber o retorno necessário para efectivar a actividade de comunicação.

Sobre o formador:

António Piedade desde cedo cultivou o gosto pela divulgação científica. É licenciado em Bioquímica, mestre em Biologia Celular e doutorando em Tecnologia Bioquímica, pela Universidade de Coimbra.

Sobre o livro:

“Caminhos de Ciência”

de António Piedade

Edição: 2011

Páginas: 152

Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra

ISBN: 9789892600970

Sinopse

Este novo livro de António Piedade, ilustrado por Diana Marques, reúne um conjunto de textos transversais a várias áreas do conhecimento científico e tecnológico, escritos numa linguagem interdisciplinar e dirigida a todos.

No prefácio, o Doutor Carlos Fiolhais considera que “Caminhos de Ciência” é uma apresentação singular e inovadora no nosso panorama da divulgação científica.



publicado por Carlos Gomes às 00:44
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
TERMINA AMANHÃ O PRAZO DE INSCRIÇÃO PARA FREQUENTAR A OFICINA DA ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA QUE SE REALIZA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM

            A OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA, orientada pelo Doutor António Piedade, vai realizar-se no próximo dia 28 de Janeiro, das 14h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Ourém, em parceria com o jornal Notícias de Ourém.

            A oficina de escrita é dedicada a todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores).

            O custo de participação é de €20,00, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

            1. Estrutura

1 - Apresentação - A escrita na comunicação de ciência. Porquê comunicar. O quê comunicar. Como comunicar. Quando comunicar.

2 - Discussão, partilha de experiências.

3 – Selecção do conhecimento científico a divulgar.

4 – Escrita dos textos. Os participantes são convidados a escrever um texto para comunicar determinado assunto sobre ciência. Serão acompanhados, orientados, durante essa actividade.

2. Disseminação

Os textos produzidos serão divulgados no final da oficina, em formato a definir durante a mesma, mas que pode passar pela criação de um blogue dedicado, de uma página ou grupo no facebook ou pela sua difusão num caderno especial no Notícias de Ourém.

3. Impacto

Pretende-se que os textos publicados tenham a visibilidade suficiente para que os autores possam receber o retorno necessário para efectivar a actividade de comunicação.

Sobre o formador:

António Piedade desde cedo cultivou o gosto pela divulgação científica. É licenciado em Bioquímica, mestre em Biologia Celular e doutorando em Tecnologia Bioquímica, pela Universidade de Coimbra.

Sobre o livro:

“Caminhos de Ciência”

de António Piedade

Edição: 2011

Páginas: 152

Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra

ISBN: 9789892600970

Sinopse

Este novo livro de António Piedade, ilustrado por Diana Marques, reúne um conjunto de textos transversais a várias áreas do conhecimento científico e tecnológico, escritos numa linguagem interdisciplinar e dirigida a todos.

No prefácio, o Doutor Carlos Fiolhais considera que “Caminhos de Ciência” é uma apresentação singular e inovadora no nosso panorama da divulgação científica.

A data limite de inscrição é 24 de Janeiro, limitada a 15 vagas. Informações e inscrições através do n.º de telefone 249 540 900 (ext. 6841).

Desde já agradecemos também a divulgação deste evento junto de potenciais interessados.



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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
Agenda de Eventos do Município de Ourém - Janeiro

Cine-Teatro Municipal de Ourém

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“Os Portas – Comédia da Noite”

Dia 28 de Janeiro

De John Godber. Com António Melo, Almeno Gonçalves, Pedro Teixeira e Fernando Ferrão.

Preço dos bilhetes-10€: Bilhetes à vendano Cine Teatro Municipalde Ourém

Reservas 249 543 666

Sinopse:

4 atores: múltiplas personagens sem nunca saírem de cena!

4 rapazes, 4 raparigas, 4 porteiros da noite...

... e ainda um Dj, um Punk, e outras criaturas que se cruzam em noites frenéticas!

O antes, o durante e o depois das saídas noturnas, vistos por todos os intervenientes.

Uma comédia delirante! Um espetáculo marcante, um ritmo alucinante, e a versatilidade dos atores, bem conhecidos doGrande Público, em papéis como nunca ninguém os viu fazer!

Esqueça tudo o que já viu até aqui... e divirta-se!

Sala de Exposições dos Paços do Concelho de Ourém

2ª Exposição de Modelismo de Ourém 

Patente de 14 a 21 de Janeiro 

O Clube de Modelismo de Leiria, fundado há 7 anos, traz a Ourém, pela segunda vez, uma exposição de modelismo, uma modalidade que congrega vários entusiastas, nomeadamente do concelho de Ourém.

Organização do Clube de Modelismo da Região de Leiria com o apoio do Município de Ourém.

Galeria Municipal de Ourém

Mostra Internacional “Encontro na Arte em Portugal”

Patente até 22 de janeiro

De terça a domingo 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 (encerra à segunda)

“A Exposição que reúne artistas de Portugal, Espanha, França, Itália e Brasil, é uma exposição Poética Visual, que reúne autores com caminhos diferentes de expressão.

Com linguagens contemporâneas próprias e diferenciadas, inerente aos fluxos da vida de cada um dos autores, visualizamos nesta exposição uma proposta diversificada e de excelente qualidade artística, onde as cores e formas se transformam numa diluição entre Arte e Vida.

Nesta exposição vemos refletir a importância que a Arte pode ter enquanto pedra fundamental dos questionamentos humanos, e a sua elevada importância em constituir um património comum e inalienável da humanidade...” Geni Settanni

Entrada livre

Biblioteca Municipal de Ourém

“Histórias com animais”

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19 de Janeiro – 10h30

Biblioteca Municipal de Ourém

Hora do conto sobre o Elefante Elmer, seguida de actividade de expressão plástica. Os trabalhos resultantes ficarão expostos na Biblioteca Municipal, onde poderão ser apreciados por toda a comunidade.

Público-alvo: dos 3 aos 7 anos ׀ até 25 participantes ׀

Inscrições obrigatórias e gratuitas naBiblioteca Municipal de Ourém׀

Tel: 249 540 900 (ext. 6841) ׀ biblioteca@mail.cm-ourem.pt

Hora do Conto com Lendas de Portugal

11 e 25 de Janeiro – 14h30

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Centros de Dia/Lares de Idosos

Inscrições obrigatórias e gratuitas naBiblioteca Municipal de Ourém׀

Tel: 249 540 900 (ext. 6841) ׀ biblioteca@mail.cm-ourem.pt

Fora da Estante: Ciência

02 a 31 de Janeiro

BibliotecaMunicipal de Ourém

Mostra bibliográfica em destaque sobre o tema Ciência, nas suas várias vertentes como sejam as Ciências Sociais, as Ciências Naturais ou as Ciências Aplicadas.

De segunda a sexta-feira das 9h00 às 18h00; ao sábado das 9h30 às 13h00.

Entrada livre.

Oficina de escrita em comunicação de ciência

28 de Janeiro, das 14h00 às 18h00

Orientada pelo DoutorAntónio Piedade

Biblioteca Municipal de Ourém

Público-alvo: todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores);

Número mínimo de inscrições: 10;

Preço: €20,00 por participante, com direito a um exemplar do último livro do DoutorAntónio Piedade, “Caminhos de Ciência”.

Inscrições naBiblioteca Municipal de Ourém, ou através do n.º 249 540 900 (ext. 6841)

Exposição de fotografia "Bichos" da autoria de Helder Conceição

Patente de 07 de Janeiro a 11 de Fevereiro

Biblioteca Municipal de Ourém

De segunda a sexta-feira das 9h00 às 18h00; ao sábado das 9h30 às 13h00.

São diversas as espécies protegidas, mais ou menos raras, que vivem em vizinhança. "Bichos" retrata os nossos vizinhos do reino animal: A sua diversidade, a sua beleza, os preconceitos errados que temos sobre eles. Animais coloridos, extraordinários, úteis e que não vivem na Amazónia... estão mesmo aqui entre nós!

Entrada livre.

Museu Municipal de Ourém

Ciclos de Cinema – “Realizador Roman Polanski”

06 e 20 de Janeiro – 21h30

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

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O mês de Janeiro é dedicado ao realizador Roman Polanski com exibição dos filmes “O Escritor Fantasma” – M/12 – 128’ 2010 (dia 06); “O Pianista” – M/12 – 148’ 2002 (dia 20)

Entradas gratuitas.

Acontece no museu

14 de Janeiro – 21h30

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Exibição do documentário “Meio Metro de Pedra” com a presença do autor Eduardo Morais.

O evento começará com a exibição do documentário sobre a contracultura do rock'n'roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias e culminará com uma tertúlia sobre o tema. Entrada livre.

Oficina de Fotografia Estenopeica

28 de Janeiro

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Por António Campos Leal: Fotógrafo e Professor

Em 24 horas, divididos por 4 sessões de 6 horas, esta oficina fará uma aproximação ao processo preto e branco no que diz respeito ao tratamento do papel preto e branco (processo em laboratório).

10.00 às 13.00 e das 14.30 às 17.30

Inscrições pelos contactos: mail: cultura@mail.cm-ourém; telf.: 249540900 e no site do município de Ourém.

Custo da Oficina: 100€ (serão fornecidos os materiais e consumíveis usados nas intervenções).

Oficinas Pedagógicas – “Faz de conta”

Até 31 de Janeiro

Oficina: A fantasia do brinquedo

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Público-alvo: 3-6 anos.

Oficina dirigida a grupos escolares, com lotação máxima de 30 participantes e mínimo de 8. Participação mediante marcação prévia.

Custo por grupo 5€. O custo da oficina inclui a visita à exposição “Faz de Conta” no Museu Municipal. (Tempo estimado 2h).

Oficina: Vem e constrói o teu brinquedo

Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador

Público-alvo: 6-12 anos.

Inscrições individuais ou em grupo (máximo 15, mínimo 5). Participação mediante marcação prévia.

Preço individual: 1€. O custo da oficina inclui a visita à exposição “Faz de Conta” no Museu Municipal (Tempo estimado 2h30).

Caso seja solicitado, as Oficinas Pedagógicas poderão deslocar-se às escolas (preço por grupo 10€)

Inscrições no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00.

Tel: 249 540900 (ext. 6831) ׀ tlm: 919585003 ׀ e-mail: museu@mail.cm-ourem.pt..

Exposição de Longa Duração: OURÉM’ AFEIÇÕES ׀ VILLA NOVA DE OURÉM 1900

A casa do Administrador é uma infra-estrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal.

Exposição temporária: “FAZ DE CONTA

Até Maio de 2012

“Faz de Conta” convida a recriar e a olhar para o imaginário infantil de Vila Nova de Ourém no século XX, através do lúdico, em contraponto com o panorama contemporâneo das brincadeiras.

De terça-feira a domingo dos 9h30-12h30 e das 14h00-18h00, encerra à segunda-feira.

Oficina de Artes de Vale da Perra

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Oficina de feltro artesanal

Ministrada por Graça Costa

29 de Janeiro, das 10h00 às 13h00

Oficina de Artes – Vale da Perra

Público-alvo: a partir dos 6 anos

Inscrições: 15 € (para aquisição dos materiais)

Limite máximo de participações: 10 inscrições

Nota: os participantes ficarão com o resultado da produção artesanal.



publicado por Carlos Gomes às 13:47
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
DOUTOR ANTÓNIO PIEDADE VAI ORIENTAR "OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA" NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM

A OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA, orientada pelo Doutor António Piedade, vai realizar-se no próximo dia 28 de Janeiro, das 14h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Ourém, em parceria com o jornal Notícias de Ourém. A oficina de escrita é dedicada a todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores). O custo de participação é de €20,00, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

António Piedade desde cedo cultivou o gosto pela divulgação científica. É licenciado em Bioquímica, mestre em Biologia Celular e doutorando em Tecnologia Bioquímica, pela Universidade de Coimbra. Com relevante actividade de investigação científica laboratorial, tem desenvolvido nos últimos anos uma intensa actividade enquanto comunicador de ciência, particularmente junto da população infanto/juvenil, através de sessões sobre “O que é a Ciência”, assim como através da publicação regular de crónicas de ciência e tecnologia em diversos órgãos de comunicação social.

Tem ainda colaborado activamente com Centros de Ciência Viva (Exploratório Infante D. Henrique; CCV Rómulo de Carvalho), com o Museu de Ciência da Universidade de Coimbra, Bibliotecas Municipais, etc.

Actualmente Investigador do Centro de Física Computacional da Universidade de Coimbra, considera que o diálogo interdisciplinar, assim como a transmissão do conhecimento científico, em geral, e das novas tecnologias, em particular, a todos os cidadãos, são incumbências cívicas a que o cientista não se deve alhear, no mundo em que vivemos.

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Íris científica

Livro recomendado para o 7º, 8º e 9º ano de escolaridade, para apoio a projectos relacionados com temas científicos (Plano Nacional de Leitura).

Íris científica, da autoria de António Piedade, é um livro que reúne algumas crónicas (ou artigos) de divulgação científica que o bioquímico escreveu, ao longo de 2004, na secção “Temas de Domingo” do Diário de Coimbra.

A sequência escolhida para os textos pretende ser um caminho que transporte o leitor por diversas paisagens científicas. Partindo de um momento interior e antigo, abre-se progressivamente a janela da íris para contemplar o universo longínquo – e que nos acolhe – com o espanto mágico da vida. Ou seja, com esta obra, convida-se o leitor a navegar pelo que desconhecemos e a encontrar, aqui e acolá, ilhas onde o espanto nos engrandece com conhecimento científico.

Com uma escrita simples e cativante, mas que mantém “critérios de rigor metodológico e de isenção científica”, este livro pretende ser um contributo para divulgar a cultura científica e mostrar que ela está ao alcance de todos.

capa

Caminhos de Ciência

Este novo livro de António Piedade, ilustrado por Diana Marques, reúne um conjunto de textos transversais a várias áreas do conhecimento científico e tecnológico, escritos numa linguagem interdisciplinar e dirigida a todos.

No prefácio, o Doutor Carlos Fiolhais considera que “Caminhos de Ciência” é uma apresentação singular e inovadora no nosso panorama da divulgação científica.



publicado por Carlos Gomes às 14:41
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BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM REALIZA OFICINA DA ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

            A OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA, orientada pelo Doutor António Piedade, vai realizar-se no próximo dia 28 de Janeiro, das 14h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Ourém, em parceria com o jornal Notícias de Ourém.

            A oficina de escrita é dedicada a todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores).

            O custo de participação é de €20,00, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

            1. Estrutura

1 - Apresentação - A escrita na comunicação de ciência. Porquê comunicar. O quê comunicar. Como comunicar. Quando comunicar.

2 - Discussão, partilha de experiências.

3 – Selecção do conhecimento científico a divulgar.

4 – Escrita dos textos. Os participantes são convidados a escrever um texto para comunicar determinado assunto sobre ciência. Serão acompanhados, orientados, durante essa actividade.

2. Disseminação

Os textos produzidos serão divulgados no final da oficina, em formato a definir durante a mesma, mas que pode passar pela criação de um blogue dedicado, de uma página ou grupo no facebook ou pela sua difusão num caderno especial no Notícias de Ourém.

3. Impacto

Pretende-se que os textos publicados tenham a visibilidade suficiente para que os autores possam receber o retorno necessário para efectivar a actividade de comunicação.

Sobre o formador:

António Piedade desde cedo cultivou o gosto pela divulgação científica. É licenciado em Bioquímica, mestre em Biologia Celular e doutorando em Tecnologia Bioquímica, pela Universidade de Coimbra.

Sobre o livro:

“Caminhos de Ciência”

de António Piedade

Edição: 2011

Páginas: 152

Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra

ISBN: 9789892600970

Sinopse

Este novo livro de António Piedade, ilustrado por Diana Marques, reúne um conjunto de textos transversais a várias áreas do conhecimento científico e tecnológico, escritos numa linguagem interdisciplinar e dirigida a todos.

No prefácio, o Doutor Carlos Fiolhais considera que “Caminhos de Ciência” é uma apresentação singular e inovadora no nosso panorama da divulgação científica.

A data limite de inscrição é 24 de Janeiro, limitada a 15 vagas. Informações e inscrições através do n.º de telefone 249 540 900 (ext. 6841).

Desde já agradecemos também a divulgação deste evento junto de potenciais interessados.



publicado por Carlos Gomes às 13:35
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2011
OURÉM PROMOVE OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

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Biblioteca Municipal de Ourém

Oficina de escrita em comunicação de ciência

orientada pelo Doutor António Piedade

03 de Dezembro, das 14h00 às 18h00

Biblioteca Municipal de Ourém

Público-alvo: todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico (estudantes, jornalistas, professores);

Número mínimo de inscrições: 10;

Preço: €20,00 por participante, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

Inscrições na Biblioteca Municipal de Ourém, ou através do n.º 249 540 900 (ext. 6841)



publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011
BIBLIOTECA DE OURÉM REALIZA OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA

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A Biblioteca Municipal de Ourém, em parceria com o jornal “Notícias de Ourém”, vai organizar a OFICINA DE ESCRITA EM COMUNICAÇÃO DE CIÊNCIA, orientada pelo Doutor António Piedade, que se realizará no próximo dia 3 de Dezembro, das 14h00 às 18h00, na Biblioteca Municipal de Ourém.

A oficina de escrita é dedicada a todos os que têm interesse pela comunicação de conhecimento científico, mormente estudantes, jornalistas e professores.

O custo de participação é de €20,00, com direito a um exemplar do último livro do Doutor António Piedade, “Caminhos de Ciência”.

As inscrições estão abertas na Biblioteca Municipal de Ourém, ou através do n.º 249 540 900 (ext. 6841).

1. Estrutura

Oficina com a duração de quatro horas, dedicado a um máximo de 15 participantes.

1 - Apresentação - A escrita na comunicação de ciência. Porquê comunicar. O quê comunicar. Como comunicar. Quando comunicar.

2 - Discussão, partilha de experiências.

3 – Selecção do conhecimento científico a divulgar.

4 – Escrita dos textos. Os participantes são convidados a escrever um texto para comunicar determinado assunto sobre ciência. Serão acompanhados, orientados, durante essa actividade.

2. Disseminação

Os textos produzidos serão divulgados no final da oficina, em formato a definir durante a mesma, mas que pode passar pela criação de um blogue dedicado, de uma página ou grupo no facebook ou pela sua difusão num caderno especial no Notícias de Ourém.

3. Impacto

Pretende-se que os textos publicados tenham a visibilidade suficiente para que os autores possam receber o retorno necessário para efectivar a actividade de comunicação.

Sobre o formador:

António Piedade desde cedo cultivou o gosto pela divulgação científica. É licenciado em Bioquímica, mestre em Biologia Celular e doutorando em Tecnologia Bioquímica, pela Universidade de Coimbra.

Sobre o livro:

“Caminhos de Ciência”de António Piedade. Edição: 2011Páginas: 152Editor: Imprensa da Universidade de Coimbra. ISBN: 9789892600970

Sinopse: Este novo livro de António Piedade, ilustrado por Diana Marques, reúne um conjunto de textos transversais a várias áreas do conhecimento científico e tecnológico, escritos numa linguagem interdisciplinar e dirigida a todos. No prefácio, o Doutor Carlos Fiolhais considera que “Caminhos de Ciência” é uma apresentação singular e inovadora no nosso panorama da divulgação científica.



publicado por Carlos Gomes às 12:36
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