Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Segunda-feira, 3 de Setembro de 2018
TOMAR COMEMORA 900 ANOS DO NASCIMENTO DE GUALDIM PAIS, MESTRE DA ORDEM DOS TEMPLÁRIOS EM PORTUGAL

Apresentação em Barcelos do programa comemorativo do 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais

O 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo de Portugal, será assinalado com um vasto programa ao qual se associam cinco municípios.

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As Jornadas Gualdinianas realizar-se-ão em Barcelos (22 de setembro), Braga (29 de setembro), Coimbra (6 de outubro), Tomar (13 de outubro) e Vila Verde (20 de outubro).

A apresentação do programa decorrerá amanhã, 4 de setembro, na Sala de Reuniões da Câmara Municipal de Barcelos, às 11h00, com a presença de Armandina Saleiro, Vereadora da Cultura da Câmara de Barcelos, e de Lídia Dias, Vereadora da Cultura da Câmara de Braga.

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QUEM FOI D. GUALDIM PAIS?

Gualdim Pais (1118-1195)

Gualdim Pais nasceu em Amares, região de Braga. Escudeiro de D. Afonso Henriques, combateu ao seu lado contra os mouros, vindo a ser ordenado cavaleiro pelo soberano no campo da batalha de Ourique, em 1139. Depois tornou-se cruzado e freire templário, partindo a seguir para a Palestina onde pelejou durante cinco anos. No seu regresso, em 1157, foi feito procurador do Templo em Portugal, sendo o seu 4.º Mestre desde que a Ordem se estabeleceu em Soure, em 1128.

Segundo uma lápide existente no Convento de Cristo, colocada junto à primitiva entrada na Rotunda Templária pelo Infante D. Henrique, Mestre Gualdim Pais além do castelo e vila de Tomar, fundou ainda, os castelos de Pombal, Zêzere (hoje desaparecido - no atual concelho de Vila Nova da Barquinha), Almourol, Idanha e Monsanto.

Deu foral à vila de Tomar, em 1162, que se tornou então a sede dos Templários no reino. Cercado este castelo em 1190, pelas forças Almóadas, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al Mansur, os Templários conseguiram defendê-lo graças a uma estratégia eficaz, até que, ao fim de seis dias, o cerco foi levantado e os muçulmanos abandonaram a empresa.

Gualdim Pais faleceu em Tomar, no ano de 1195 e encontra-se sepultado na igreja de Santa Maria dos Olivais, que foi panteão dos mestres do Templo.

Fonte: http://www.conventocristo.gov.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
UNESCO E ENTIDADES GESTORAS DO PATRIMÓNIO MUNDIAL EM PORTUGAL CRIAM REDE NACIONAL

Acordo foi assinado hoje em Coimbra

Parceria foi oficializada esta sexta-feira em Coimbra. Aproximação dos sítios Património Mundial e participação conjunta em projetos de valorização são alguns dos objetivos.

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A assinatura do acordo de cooperação, celebrado esta sexta-feira, 18 de julho, em Coimbra, entre cidades e sítios portugueses classificados pela UNESCO com o estatuto de Património Mundial, permitirá reforçar, entre outros objetivos, a promoção a nível internacional de centros históricos, monumentos e outros locais classificados como Património Mundial, como sucede com o Convento de Cristo em Toma, Mosteiro da Batalha e Mosteiro de Alcobaça.

Partilhar experiências e saberes adquiridos, desenvolvendo competências, informações e resultados ligados à gestão do Património Mundial, é um dos pressupostos que estão subjacentes à criação desta nova organização, promovida pelas entidades gestoras do Património Mundial em Portugal e pela Comissão Nacional da UNESCO.

O acordo de cooperação pretende facilitar a criação de condições para que, nas próximas décadas, as regiões onde se inserem os bens inscritos na lista do Património Mundial da UNESCO assegurem não só o seu estatuto de Património Mundial, mas também estimulem a economia e mobilizem as suas gentes, no sentido de gerar valor no âmbito desse reconhecimento internacional.

A Rede é constituída pelo Centro Histórico de Guimarães, o Alto Douro Vinhateiro, Centro Histórico de Angra do Heroísmo, Centro Histórico de Évora, Centro Histórico do Porto, Cidade-Quartel Fronteiriça de Elvas e suas Fortificações, Convento de Cristo em Tomar, Floresta Laurissilva da Madeira, Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro da Batalha, Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, Paisagem Cultural de Sintra, Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, Sítio de Arte Rupestre Pré-histórica do Vale do Coa e Universidade de Coimbra.



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Terça-feira, 1 de Julho de 2014
DIOCESE DE COIMBRA PEREGRINA AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Nas palavras do Bispo de Coimbra, "A devoção mariana constitui um grande suporte da fé e da vida dos cristãos”

No sábado de 28 de junho, dia da Festa do Imaculado Coração da Virgem de Santa Maria, a diocese de Coimbra peregrinou ao Santuário de Fátima. Conduzidos pelo bispo diocesano, os peregrinos participaram em Fátima num programa que incluiu momentos de celebração e de oração e onde também teve lugar uma assembleia diocesana.

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“Viemos em peregrinação ao Santuário de Fátima, porque reconhecemos que Maria é a Mãe da linhagem que o Senhor abençoou, por meio de Jesus Cristo. Ao acolher-nos como irmãos, Ele dá-nos a graça de sermos filhos de Deus e de termos em Maria a nossa Mãe do Céu”, referiu D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, na homilia da Missa celebrada na manhã de sábado na Basílica da Santíssima Trindade.

Na mesma homilia, D. Virgílio Antunes exortou à “santidade do nosso coração”, como “primeiro caminho e o primeiro método da evangelização do mundo, que a Igreja nos pede”. 

Aos cristãos, disse, é pedido o testemunho da “alegria de ser Povo de Deus, de permanecer com Cristo e de acolher o Evangelho”, e, também, “a disponibilidade para trabalhar na comunidade cristã, pondo ao seu serviço os dons que recebemos”. 

“A nossa presença aqui [em Fátima] testemunha que queremos partilhar uns com os outros estes sentimentos de fé que nos vão na alma e que estamos desejosos de animar todos aqueles com os quais nos cruzamos nas estradas da vida e ainda não receberam este feliz anúncio”, referiu o prelado.

Para D. Virgílio Antunes, a devoção mariana “constitui um grande suporte da fé e da vida dos cristãos”, isto porque, quando “alimentada pela mensagem de Fátima, a vida das nossas comunidades torna-se mais autêntica, a nossa esperança é mais forte, a nossa fé é uma certeza e as nossas dores podem ser suportadas com uma confiança inabalável”.

LeopolDina Simões

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publicado por Carlos Gomes às 21:33
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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2013
ALMOÇO DE CONJURA DO PRINCIPADO DA BEIRA RECEBE D. DUARTE PIO, DUQUE DE BRAGANÇA E CONDE DE OURÉM

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Quinta-feira, 17 de Outubro de 2013
CARMELO DE COIMBRA PUBLICA LIVRO SOBRE A IRMÃ LÚCIA

"Foi com carinho de Irmãs, que percorremos, ao lado da Irmã Lúcia, o longo caminho da sua vida, iluminada pelo profundo amor a Nossa Senhora”

A 12 de outubro, em conferência de imprensa realizada no Santuário de Fátima, foi apresentada a biografia da Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, a Irmã Lúcia, vidente de Nossa Senhora. A apresentação esteve a cargo do padre Luciano Cristino, diretor do Serviço de Estudos e Difusão do Santuário de Fátima e membro da Comissão Histórica do Processo de Beatificação da Irmã Lúcia:

“Um caminho sob o olhar de Maria”

O título da obra sobre a Irmã Lúcia, agora publicada, é inspirado no que a biografada deu ao seu longo escrito, guardado no Carmelo de Coimbra, “O meu caminho”. A autoria desta obra é da responsabilidade das Irmãs do Carmelo de Santa Teresa de Coimbra. O prefácio é de D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, que assinala a importância desta religiosa para Portugal, para a Igreja e até para o mundo, e faz votos de que esta biografia “ajude todos os seus leitores a colher os distintivos essenciais da vida da Irmã Lúcia: o amor de Deus, a devoção filial a Nossa Senhora, a fidelidade incondicional à Igreja e o empenho pela salvação da humanidade perdida”.

Na breve introdução, as autoras afirmam: “vamos acompanhá-la, no seu longo caminho, onde os espinhos não faltaram, mas por onde correu em abundância, como água cristalina de uma nascente sempre em direção ao mar, o amor que lhe deu força na sua passagem pelo mundo, que para ela foi apenas o caminho para Deus”.

A primeira parte (1907-1925), em seis capítulos, assenta no que a Irmã Lúcia escreveu ou disse sobre a sua infância, as aparições do Anjo e de Nossa Senhora, o período depois das aparições, a sua despedida de Fátima e a sua vivência de educanda, no Porto.

A segunda parte (1925-2005), em onze capítulos, sobre a sua vivência de pessoa consagrada, subdivide-se em dois períodos: como Irmã Maria das Dores, religiosa da Congregação de Santa Doroteia (1925-1948) e como Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, religiosa da Ordem das Carmelitas Descalças (1948-2005).

Numa terceira parte (capítulos 18 e 19), descrevem-se os encontros com o “Bispo vestido de branco”, nas pessoas de Paulo VI, Cardeal Albino Luciani (João Paulo I), João Paulo II e Cardeal Joseph Ratzinger (Bento XVI) e, finalmente, os seus últimos anos de vida, o falecimento e a trasladação para Fátima (1999-2006).

Em breve conclusão, um testemunho comovido e saudoso: “Foi com carinho de Irmãs, que percorremos, ao lado da Irmã Lúcia, o longo caminho da sua vida, iluminada pelo profundo amor a Nossa Senhora”.

Junta-se um elenco de fontes e bibliografia, com particular atenção para os numerosos escritos da Irmã Lúcia, impressos ou ainda inéditos. Fazemos referência elogiosa à inclusão de cerca de 250 fotografias, dispersas por todo o livro, muitas das quais inéditas, algumas das quais reproduzem escritos originais da própria Irmã Lúcia.

P. Luciano Cristino 

CARMELO DE COIMBRA – Um caminho sobre o olhar de Maria: Biografia da Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, O. C. D. Marco de Canavezes: Edições Carmelo, 2013, 495 páginas.



publicado por Carlos Gomes às 20:43
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Sexta-feira, 4 de Outubro de 2013
CARMELO DE COIMBRA PUBLICA BIOGRAFIA DA IRMÃ LÚCIA

“Um caminho sob o olhar de Maria”. Apresentação em Coimbra e em Fátima

“Um caminho sob o olhar de Maria” é o título do novo livro que apresenta a biografia completa da Irmã Lúcia. Com lançamento em Coimbra e em Fátima, a publicação estará nas livrarias a partir do próximo dia 7 de outubro.

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Apresentações:

- 5 de outubro, em Coimbra, no Memorial da Irmã Lúcia, às 16:00

A apresentação será feita pelo P. Dr. Luciano Cristino, diretor do Serviço de Estudos e Difusão do santuário de Fátima, com a presença do Senhor Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes.

- 12 de outubro

Em Fátima, em conferência de imprensa, na Casa de Retiros de Nossa Senhora do Carmo, no Santuário de Fátima, às 17:00, pelo P. Dr. Luciano Cristino.

O livro, da autoria do Carmelo de Coimbra, mostra como se desenrolou a vida daquela que viu, falou e privou, de muito perto, com a Senhora mais brilhante que o sol, e revela vários aspetos e acontecimentos da sua vida, desconhecidos até ao presente, documentados pelos seus escritos pessoais, tendo como base aquilo que ela própria narrou da sua vida.

"Um caminho sob o olhar de Maria"

O Prefácio do livro é da autoria de D. Virgílio Antunes, Bispo de Coimbra, que se refere à Irmã Lúcia como “a criança abençoada e escolhida para difundir no mundo a mensagem de paz e salvação de Deus. Enquanto religiosa carmelita, é conhecida como pessoa privilegiada na dedicação a Deus e no serviço à Sua Igreja, em quem o povo deposita uma enorme confiança, ancorada no facto de ter sido a confidente de Nossa Senhora. ”

O livro conta, ainda, com uma fotobiografia que acompanha o desenrolar dos capítulos que narram a sua vida.

Será publicado pelas Edições Carmelo, com o apoio especial da Rádio Renascença.

Refira-se, que esta obra, que se distingue por ser a primeira biografia completa da Irmã Lúcia, pretende ser uma ajuda à sua causa da beatificação, numa altura em que se conclui a fase Diocesana do Processo, um aprofundamento da mensagem de Fátima, tal como a entendeu e a viveu a Irmã Lúcia, e pretende, ainda, dar a conhecer, ao grande público, quem foi verdadeiramente esta mulher, cuja vida é hoje conhecida e admirada em todo o mundo.

“A leitura da biografia, Um caminho sob o olhar de Maria, permite-nos ter uma perspetiva mais abrangente da personalidade da Irmã Lúcia, pois é fruto de um conhecimento relacional, de um convívio quotidiano, de escritos e testemunhos que espelham a profundidade de uma alma.” – Refere D. Virgílio Antunes.



publicado por Carlos Gomes às 20:49
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Domingo, 15 de Setembro de 2013
BISPO DE COIMBRA ALERTA: A PERDA DO SENTIDO DE DEUS E DA DIGNIDADE HUMANA SÃO A RAÍZ DA DESORDEM E DA INJUSTIÇA

Em palavras dirigidas aos peregrinos presentes no Santuário de Fátima, o Bispo de Coimbra apontou que “as desordens e injustiças de toda a ordem existentes no nosso mundo têm a sua raiz na perda de sentido de Deus e da dignidade humana”.

Aos jovens do movimento Convívios Fraternos, em peregrinação nacional a Fátima, D. Virgílio Antunes pediu uma fé encarnada na vida e que sejam “portadores da alegria de Cristo para outros jovens”.

Na reflexão do Bispo de Coimbra, o ser humano vive três tipos de perdas: a perda das condições de vida e de bens, a perda do amor nas relações humanas e a perda do amor em Deus.

“Somos sensíveis às duas primeiras perdas, e com razão, porque destroem a pessoa humana, roubam-lhe a alegria de viver, a esperança e o amor, essenciais para uma vida feliz. Geralmente somos menos sensíveis à perda de Deus e à perda da fé no seu amor e na sua misericórdia”, afirmou, na homilia da Missa a que presidiu esta manhã no Santuário de Fátima, que concelebrou com vários sacerdotes e com D. Anacleto Gonçalves, bispo de Bragança-Miranda, e D. Patrick O’ Donoghue, bispo emérito de Lancaster, Inglaterra.

O apelo do Bispo de Coimbra foi no sentido do reencontro do sentido de Deus e do sentido do homem, por serem “duas realidades insociáveis”.

“O caminho para esse reencontro passa pela fé em Deus, pelo encontro com o seu amor e a sua misericórdia, que provocam sempre o encontro com o amor e a misericórdia humana, aceite, acolhida e vivida”, afirmou.

Além de outros grupos, estão na Cova da Iria em peregrinação nacional os grupos da Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue e do movimento Convívios Fraternos.

Na mesma homilia, D. Virgílio Antunes dirigiu umas palavras em especial aos jovens convivas para lhes recordar as duas as vertentes do caminho que lhes é pedido “enquanto parte da solução para o nosso mundo”: “o crescimento na fé na relação pessoal com Cristo”, e “o crescimento no amor à humanidade”.

“Não permitas que a tua fé esteja desencarnada da tua vida, mas trabalha para que se torne compromisso em favor da dignidade humana, da construção da paz e da instauração de relações marcadas pela justiça. Está atento aos outros e torna-te instrumento do seu reencontro”, disse.

Estátua da Irmã Lúcia inaugurada em Coimbra

A 13 de setembro foi inaugurada em Coimbra uma estátua da Irmã Lúcia, vidente de Nossa Senhora.

D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, presidiu à inauguração do monumento, colocado na entrada principal do Carmelo de Santa Teresa, onde a religiosa viveu parte da sua vida até ao seu falecimento, a 13 de fevereiro de 2005.

"Foi uma das figuras do século XX marcante para a história de Portugal, sendo (a inauguração) um ato muito significativo para o mundo e para milhões de católicos do mundo inteiro”, disse.

A homenagem foi uma iniciativa da Junta de Freguesia da Sé Nova, de Coimbra. Nas palavras do presidente da Câmara Municipal de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo, “honra-nos muito a nós, Coimbra, o facto desta religiosa ter escolhido esta cidade para viver".

"A irmã Lúcia que ficou enclausurada neste convento rezava não só por Coimbra mas pelo mundo inteiro”, disse também.

O monumento é da autoria do escultor Alves André.

A inscrição no monumento indica:

"Irmã Lúcia

1907 - 2005

Que a minha voz seja o eco da voz de Deus."



publicado por Carlos Gomes às 21:58
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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2013
COIMBRA INAUGURA ESTÁTUA DA IRMÃ LÚCIA

D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, inaugurou hoje uma estátua dedicada à irmã Lúcia, que viveu na cidade, no Carmelo de Santa Teresa, ao longo de 57 anos.

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Para o bispo de Coimbra esta homenagem, prestada pela Junta de Freguesia da Sé Nova, é um “momento muito significativo” para Coimbra onde a irmã Lúcia “ganhou estima e admiração por todos”.

“Foi uma das figuras do século XX marcante para a história de Portugal, sendo um ato muito significativo para o mundo e para milhões de católicos do mundo inteiro”, disse.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo congratulou-se pela de muitos conimbricenses “numa homenagem dos seus grandes”.

“Honra-nos muito a nós, Coimbra, o fato desta religiosa ter escolhido esta cidade para viver. A irmã Lúcia que ficou enclausurada neste convento rezava não só por Coimbra mas pelo mundo inteiro”, salientou o autarca.

Na cerimónia de inauguração, o presidente da Junta de Freguesia da Sé Nova, Hélder Abreu, criticou a perda que foi “para o turismo e para a economia” a trasladação do corpo da irmã Lúcia para Fátima.

A estátua da irmã Lúcia hoje inaugurada, em bronze e com mais de três metros, instalada à porta do Carmelo de Coimbra, é do escultor Alves André.

Miguel Cotrim, em Coimbra/PR

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/



publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Sexta-feira, 6 de Setembro de 2013
COIMBRA INAUGURA ESTÁTUA A IRMÃ LÚCIA

D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra, vai presidir à inauguração de uma estátua da Irmã Lúcia, na entrada principal do Carmelo, numa iniciativa da Junta de Freguesia da Sé Nova, em Coimbra, no dia 13 de setembro.

A data escolhida, segundo Hélder Abreu, presidente da Junta de Freguesia da Sé Nova, deve-se ao facto de o dia 13 “ser simbólico”, assinalou ao jornal Correio de Coimbra.

D. Virgílio Antunes vai inaugurar a estátua da Irmã Lúcia que já se encontra na entrada principal do Carmelo de Santa Teresa, onde a religiosa viveu durante 36 anos e faleceu a 13 de fevereiro de 2005.

À estátua, na Rua de Santa Teresa, falta juntar as placas que vão “identificar e caracterizar” a homenagem e os responsáveis pela iniciativa, informa o jornal.

O trabalho foi realizado em bronze pelo escultor Alves André, em Cantanhede, e o pedestal é um projeto do arquiteto José Martins.

CB / http://www.agencia.ecclesia.pt/



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Quinta-feira, 20 de Junho de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PEREGRINA AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA



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Domingo, 9 de Junho de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PEREGRINA AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA



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Sábado, 1 de Junho de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PEREGRINA A FÁTIMA



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Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
COIMBRA PEREGRINA AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA



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Domingo, 12 de Maio de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PREPARA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



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Terça-feira, 7 de Maio de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PREPARA PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



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Sábado, 13 de Abril de 2013
DIOCESE DE COIMBRA PEREGRINA A FÁTIMA



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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013
OURÉM: AMANHÃ HÁ FADO NO MUSEU!

Espetáculo conduzido pelo grupo “Fado ao centro” interpretando a Canção de Coimbra com base nas tradições musicais. Pretende-se desenvolver uma empatia com o público, buscando integrar no imaginário tradicional novas abordagens refrescantes, dentro da atual cena musical de Coimbra e de Portugal.

O espetáculo será acompanhado de jantar em ambiente de tertúlia.

Inscrições: 12,50 €

Inscrição obrigatória no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 – Tel: 249 540 900 (ext. 6831); Tlm: 919 585 003; e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Sábado, 29 de Dezembro de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM APRESENTA FADO DE COIMBRA

Espetáculo conduzido pelo grupo “Fado ao centro” interpretando a Canção de Coimbra com base nas tradições musicais. Pretende-se desenvolver uma empatia com o público, buscando integrar no imaginário tradicional novas abordagens refrescantes, dentro da atual cena musical de Coimbra e de Portugal.

O espetáculo será acompanhado de jantar em ambiente de tertúlia.

Inscrições: 12,50 €

Inscrição obrigatória no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 – Tel: 249 540 900 (ext. 6831); Tlm: 919 585 003; e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Sábado, 22 de Dezembro de 2012
OURÉM APRESENTA FADO DE COIMBRA

Espetáculo conduzido pelo grupo “Fado ao centro” interpretando a Canção de Coimbra com base nas tradições musicais. Pretende-se desenvolver uma empatia com o público, buscando integrar no imaginário tradicional novas abordagens refrescantes, dentro da atual cena musical de Coimbra e de Portugal.

O espetáculo será acompanhado de jantar em ambiente de tertúlia.

Inscrições: 12,50 €

Inscrição obrigatória no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 – Tel: 249 540 900 (ext. 6831); Tlm: 919 585 003; e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Terça-feira, 1 de Maio de 2012
GRAZIELA VIEIRA: COIMBRA. CAPITAL DO AMOR

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 COIMBRA. CAPITAL DO AMOR 

 

Quem por Coimbra passou 

Na aurora da mocidade, 

Um beijo de amor deixou 

No Penedo da Saudade.

  

 Coimbra tem no traçado 

Do Choupal até á Lapa, 

Um sonho de amor guardado 

Que a longa idade não mata. 

 

Corre, corre Rio Mondego! 

Relicário do meu segredo. 

Corre e leva as águas ao mar! 

O meu segredo, deixa-o ficar. 

 

Os meses se fazem anos. 

A aurora já fenece. 

Com amores ou desenganos, 

A saudade permanece. 

 

És capital do amor: 

Quer a gente queira ou não. 

Quem um dia por lá for, 

Deixa preso o coração. 

 

Coimbra não faz segredo, 

Vai refrescando a memória 

Com os amores de Inês e Pedro, 

Descritos na “Nossa História”.

Graziela Vieira 

Valada, Jan2000



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Quinta-feira, 26 de Abril de 2012
SANTUÁRIO DE FÁTIMA: D. VIRGÍLIO ANTUNES PRESIDE À PEREGRINAÇÃO DAS CRIANÇAS

Bispo de Coimbra foi reitor do Santuário de Fátima de setembro de 2008 a junho de 2011

D. Virgílio Antunes preside à Peregrinação das Crianças deste ano.

É preciso ajudar as crianças a crescer no desejo de serem generosas

D. Virgílio do Nacimento Antunes, bispo de Coimbra, preside este ano à Peregrinação das Crianças a Fátima, nos próximos dias 9 e 10 de junho. O convite foi-lhe feito por D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, a 10 de junho de 2011, precisamente a um dia antes de D. Virgílio deixar de exercer funções como reitor do Santuário de Fátima.

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D. Virgílio Antunes recorda agora ter sentido “uma enorme alegria” no momento em que recebeu o convite, mesmo no final da Peregrinação das Crianças de 2011.

“Naquela altura, quando me preparava para deixar Fátima e entrar em Coimbra como bispo, senti que Deus continuava a querer-me ali ao serviço da mensagem de Sua Mãe, de Nossa Senhora. Em Fátima, Ela dirigiu-se aos Três Pastorinhos e quis, agora, por meio de mim, continuar a dirigir a Sua palavra de salvação a todos os que estarão em Fátima”, afirma D. Virgílio Antunes, em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima.

A Peregrinação das Crianças é uma das maiores e mais festivas peregrinações ao Santuário de Fátima. Realiza-se sempre nos dias 9 e 10 de junho e este ano propõe à reflexão dos peregrinos o tema "O que é que vossemecê me quer?", numa alusão à pergunta colocada pelos videntes a Nossa Senhora, a 13 de maio de 1917, em Fátima.

Para a peregrinação deste ano, D. Virgílio Antunes prepara-se para transmitir aos pequenos peregrinos a mensagem “da alegria de acolher no coração os apelos de Nossa Senhora, na sua primeira aparição em Fátima”.

“Nossa Senhora, na sua primeira aparição, perguntou aos pastorinhos se queriam oferecer-se a Deus e eles não hesitaram na resposta. As crianças estão cheias de generosidade; é preciso que as ajudemos a crescer no desejo de serem generosas”, afirma.

“Gostaria de lhes transmitir o gosto de dar a vida e de a pôr ao serviço dos outros, à maneira do Francisco e da Jacinta. Peço a Deus que me dê essa capacidade, para que a peregrinação seja um momento marcante da caminhada cristã que as crianças estão a fazer na sua família e na catequese paroquial”, conclui.

Nas mesmas declarações, D. Virgílio Antunes recorda os tempos em que integrou a equipa que anualmente organiza esta peregrinação: “Fiz parte da Comissão que prepara a peregrinação ao longo de vários anos, como diretor do Serviço de Peregrinos e depois como reitor do Santuário, e pude experimentar o esforço que se faz para que todos os pormenores sejam cuidados e a mensagem passe às crianças. Senti a responsabilidade de tudo fazer para que a peregrinação fosse um momento alto na vida das crianças, das suas famílias e da sua caminhada na catequese”.

Mais informações sobre a Peregrinação das Crianças 2012: http://www.fatima.pt/portal/index.php?id=47942

LeopolDina Simões



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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
REALIZA-SE AMANHÃ EM OURÉM O I ENCONTRO DE BANDAS ´JUVENIS



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Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012
ACADEMIA DE MÚSICA DA BANDA DE OURÉM ORGANIZA I ENCONTRO DE BANDAS JUVENIS



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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012
OURÉM ACOLHE I ENCONTRO DE BANDAS JUVENIS



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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
GUITARRAS DE COIMBRA VÃO TRINAR EM OURÉM

Espetáculo conduzido pelo grupo “Fado ao centro” interpretando a Canção de Coimbra com base nas tradições musicais. Pretende-se desenvolver uma empatia com o público, buscando integrar no imaginário tradicional novas abordagens refrescantes, dentro da atual cena musical de Coimbra e de Portugal.

O espetáculo será acompanhado de jantar em ambiente de tertúlia.

Inscrições: 12,50 €

Inscrição obrigatória no Museu Municipal de Ourém, de terça a domingo, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 18h00 – Tel: 249 540 900 (ext. 6831); Tlm: 919 585 003; e-mail: museu@mail.com-ourem.pt



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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012
DEPUTADO BAETA NEVES FEZ HÁ 32 ANOS UMA INTERVENÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA QUE MERECE SER RELEMBRADA

No decorrer da 4ª Sessão legislativa da I Legislatura da Assembleia da República, o deputado centrista Baeta Neves eleito pelo círculo eleitoral de Santarém, fez uma intervenção na reunião plenária daquele órgão, ocorrida em 30 de Maio de 1980, sob a presidência do Dr. António Arnaut, referindo vários problemas que então se levantavam ao desenvolvimento do distrito.

Algumas das questões colocadas também dizem respeito ao Concelho de Ourém. E, porque além do seu interesse como um registo do passado recente, aquela intervenção possui ainda algumas particularidades interessantes, transcrevemos na íntegra conforme o constante no Diário da Assembleia da República.

Sr. Presidente, Srs. Deputadas: O distrito de Santarém item sido de há muito considerado como uma região possuidora de grandes potencialidades, especialmente no sector agrícola, mas também com uma industrialização já bastante acentuada nalgumas áreas, como é o caso da zona de Torres Novas – Tomar – Abrantes, que a própria OCDE já reconheceu como constituindo um subpólo de desenvolvimento.

Apesar, porém, desta sua riqueza potencial existe por todo o distrito um longo rol de carências, sendo algumas delas problemas que vêm arrastando-se de há anos e que urge, de uma vez por todas, encarar frontalmente, com espírito de total abertura à sua resolução...

Já na presente sessão legislativa foram aqui trazidos alguns desses problemas. Às preocupações então aqui expressas pelos meus colegas da maioria parlamentar não posse: deixar de manifestar inteiro apoio. Não é evidentemente possível, no curto espaço de tempo que poderá durar esta intervenção, apontar exaustiva e minuciosamente todas as questões que se põem ao distrito de Santarém e que mereciam referência, ligeira que fosse.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: Já aqui foi mencionada a situação em que se encontra o sistema rodoviário no distrito, assumindo particular acuidade e gravidade o péssimo estado; da maioria das estradas do neste do distrito. Menção concreta mereceu, então a necessidade de encarar com urgente e especial a denominada estrada nacional n.º 3. Outros casos há, porém, que merecem igual menção neste campo e para os quais chamamos a devida atenção.

Um deles é o cavo da estrada que liga Leiria a Tomar, em relação à qual se verifica uma premente necessidade de substituição integral do seu piso por um novo e, inclusive, a correcção do seu traçado num ou noutro lado. Não se poderá protelar por muito mais tempo a concretização desta obra, sob pena de qualquer dia, muito proximamente, esta via os tornar intransitável em alguns pontos do seu traçado.

Necessário e urgente se torna também projectar em definitivo e construir imediatamente a seguir as variantes à estrada nacional n.º 110 que hão-de envolver Tomar por nascente e poente e desviar do centro desta cidade todo o tráfego, e é muito, que a ela não se destina eu dela parte, mas que é um «tráfego meramente de passagem.

Não se trata tão-só de solucionar os constantes e por vezes prolongados engarrafamentos de trânsito dentro da cidade com as consequentes demoras desse tráfego, sempre dispendiosas e enervantes, possibilitando o seu mais fácil escoamento, mas ainda e também de uma forma de despoluição da própria cidade e de uma substancial melhoria da sua habitabilidade.

Outra carência grave dentro do sistema rodoviário se faz sentir muito agudamente no concelho de Constância. Constância é um concelho com uma característica particular, dado encontrar-se geograficamente dividido em duas partes, totalmente separadas uma da outra por toda a largura do rio Tejo, sem qualquer comunicação entre si, se exceptuarmos pequenos barcos que transportam apenas pessoas de uma para outra margem. As comunicações actualmente existentes entre as zonas norte e sul do concelho só são possíveis ou pela ponte de Abrantes ou pela ponte da Chamusca. A distância de escassas centenas de metros que separa as duas partes do concelho transforma-se assim em muitas dezenas de quilómetros, pela falta de qualquer ligação directa entre elas.

A grave situação que este facto cria, com todos os transtornos que daí advêm para as populações do concelho, não precisa de ser demonstrada ou sequer encarecida. A solução definitiva estará certamente na construção na zona de uma ponte sobre o Rio Tejo. Mas porque se trata de obra de grande envergadura, dispendiosa e principalmente demorada na sua execução, outra solução, mesmo provisória, deverá ser encarada a curto prazo, sem prejuízo da solução definitiva apontada. E tal solução parece possível. Com efeito, existe um pouco a sul da sede do concelho, uma ponte de caminho de ferro, que actualmente já não é utilizada, dado que a CP construiu uma outra que entrou em funcionamento há algum tempo atrás. Verificadas que sejam devidamente, e por técnicos competentes, as condições de segurança da antiga ponte, e à primeira vista tais condições existem, e feita as devidas obras de adaptação, nomeadamente o necessário tabuleiro, será possível utilizá-la para o tráfego rodoviário e suprir assim a carência total que se verifica na ligação entre as duas partes do concelho de Constância. De notar que não seriam, porém, só as populações de Constância que 'beneficiariam com tal solução, mas também as do concelho de Vila Nova da Barquinha e de outras zonas limítrofes, sem esquecer todo o pessoal que, prestando serviço no campo de Santa Margarida, tem a sua residência a norte do Tejo.

Tanto quanto sabemos, entre as Câmaras: de Constância e Barquinha e o respectivo Ministério já foram encetados contactes promissores, tudo indicando ser possível conseguir uma forma de cooperação para a boa solução deste caso.

Uma outra comunicação também já há/muito reclamada pelas populações interessadas é a da construção de uma ponte sobre a albufeira da barragem do Castelo de Bode, ligando directamente os concelhos de Ferreira do Zêzere e de Vila de Rei. Concelhos vizinhos, com longa tradição de intercomunicação entre si, viram as suas relações de vizinhança dificultadas com a existência da albufeira. Não deixaram porém e, por isso, de manter profundos contactos, pelo menos os que Mas eram possíveis face às dificuldades de ligação existentes. Ë elemento importante ao desenvolvimento económico de qualquer deles que venha a ser construída esta via de comunicação. Além de que, a existir, seria mais uma e importante via de penetração para o interior com todas as consequências positivas que daí resultariam no desenvolvimento do interior desta zona do País.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: Nesta limitada intervenção não posso passar em claro a grave situação com que neste momento se debate o Hospital Distrital de Tomar. Situado na zona antiga da cidade, com acesso pouco fácil, extremamente limitado nas suas instalações, tratando-se ainda de um edifício bastante antigo, o Hospital Distrital de Tomar não possui no momento quaisquer condições que lhe permitam corresponder minimamente às necessidades e solicitações da população residente na área da sua influência.

Bastará, resumidamente, referir que tem uma capacidade máxima de cerca de 100 camas, sem possibilidade de expansão, quando o número de camas minimamente satisfatório é calculado pelos técnicos competentes em 350 e, por outro lado, que tom de diariamente ser evacuados para Lisboa ou Coimbra vários doentes, por falta de capacidade de internamento e que ali poderiam perfeitamente ser tratados, se tal capacidade existisse.

A solução para este momentoso problema não poderá pois continuar a ser, como se pretendeu que fosse até há bem pouco tempo, de remendar o que já não item remendo possível, por demasiado remendado, aniles terá de ser como parece hoje opinião assente a de encontrar uma solução de raiz com a construção de uma inova unidade a concretizar no mais curto prazo possível. E descampado que fosse o edifício do velho hospital sempre este poderia ser utilizado em outras finalidades, como, por exemplo, o de ser aí instalado um centro de da para idosos cuja carência tanto se faz sentir.

De mais fácil e rápida execução será a construção das instalações do Centro de Saúde de Vila. Nova de Ourém, obra que há tantos e tão longos anos vem sendo ansiosamente aguardada pelas populações e que tantos contratempos e demoras item sofrido, mas que tudo indica irá muito em breve e finalmente ser iniciada.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O distrito de Santarém possui uma notável riqueza monumental.

Bastará aqui recordar que a cidade de Santarém é considerada como a «capital do gótico» em Portugal e que em Tomar existe esse monumento único do País que é o Castelo dos Templários e Convento de Cristo, para não referir tantos outros e tão valiosos monumentos espalhados por todo o distrito.

Também neste distrito todo este valiosíssimo património cultural tem sido menosprezado, abandonado ao desgaste natural do tempo, sem que se hajam tomado as acções indispensáveis à sua conservação ou à sua recuperação quando seja caso disso.

E é assim que em resultado desta negligência se vê, por exemplo, o estado de abandono e degradação a que chegou o Castelo de Ourém ou, outro exemplo, o estado em que se encontra o Convento de Cristo a começar a transformar-se irremediavelmente numa ruína, se não houver a diligência de se lhe acudir de imediato. No Convento de Cristo existem já partes de telhados que ruíram totalmente, o mesmo tendo também acontecido ao piso de algumas salas que abateram.

Urge, pois, tomar providências imediatas para conseguir a salvaguarda deste monumento único. Mas para tanto não pode a responsabilidade deste património continuar dispersa por várias entidades que ora se atropelam, ara se abstêm mutuamente. Há que decididamente verificar as responsabilidades numa área entidade que disponha dos poderes e dos meios necessários a uma acção eficaz neste campo de primordial importância. Tem de haver, por um lado, uma vontade política firme e há que, por outro lado, buscar as disponibilidades financeiras indispensáveis.

E permita-se-me a este propósito uma sugestão que deixo à consideração das entidades responsáveis. Ao contrário do que sucede por quase todo o mundo, em Portugal não se paga para visitar os nossos movimentos. Estou em crer que deveria ser instituído o pagamento de uma quantia para esse efeito. Por muito moderada que fosse constituiria seguramente um fundo valioso a utilizar na preservação e recuperação dos nossos monumentos.

Sr. Presidente, Srs. Deputados: O tempo não dá realmente para mais. Foram estes apenas alguns exemplos concretos e que suponho passíveis de resolução dos muitos problemas que afligem o distrito de Santarém. Outros haveria a enunciar, mas cremos que estes já demonstram suficientemente as carências graves que ali existem.



publicado por Carlos Gomes às 11:17
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "PORTUGAL-ÍNDIA, DE MÃOS DADAS" É INAUGURADA AMANHÃ NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Exposição “Um certo olhar”

16 a 30 de Julho

capture3

De segunda a sexta das 9h00 às 17h00

Exposição de fotografia de Fernanda e Eduardo Souto

Tendo passado por Lourenço Marques e Portugal, Fernanda e Eduardo Souto fixaram residência em Goa em 2002, onde, desde então visitaram 24 Estados da Índia, numa “scotter” tendo percorrido 98.000 kms. A sua última viagem foi feita em 2009, durou 3 meses num percurso de 12.000km, no âmbito do projecto “Portugal – Índia, de mãos dadas”.

As fotografias patentes nesta mostra são o resultado da captura de imagens nestas viagens.

Entradas gratuitas.

Quem são Fernanda Souto e Eduardo Souto?

Para responder a esta questão, recebemos do nosso colaborador, sr. José Santos, o amável depoimento que a seguir transcrevemos:

"Fernanda Souto, nasceu em Coimbra em 1947 e foi muito pequena para Moçambique ou seja para a Cidade do Xai Xai.

Eduardo Souto, nasceu em Luanda, Angola, em 1943, e, em virtude de seu pai ser Funcionário do Estado (Director dos Correios) ele e seus irmãos foram para Goa, antiga Índia Portuguesa. Aí estudou, aí praticou desporto e tirou o antigo 7º ano. Entretanto ele como toda a sua família sofreu a Invasão feita pela União Indiana a Goa e restantes enclaves.

Veio para Portugal, e seu pai entretanto foi colocado em Moçambique mais concretamente na Cidade de Lourenço Marques. Eduardo Souto conseguiu trabalho em 1964 na cidade do Xai Xai na Administração Pública (Governo Civil), como Xai Xai era uma cidade pequena na altura acabamos por nos conhecer por causa do Futebol de Salão. Eu trabalhava na Fazenda Pública. O Eduardo foi viver para minha casa e dos meus pais. Em 1965 fomos ambos para o Curso de Sargentos Milicianos em Boane (Moçambique), ficamos na mesma Companhia e no mesmo pelotão durante a recruta. Depois cada um tirou a sua especialidade, eu como tinha ficado em Lourenço Marques (hoje Maputo) fiquei hospedado em sua casa. Militarmente, eu fui colocado em Mueda e o Eduardo na Ilha de Moçambique. E por aí fora...a nossa amizade é daquelas que foi feito com "cimento" da melhor qualidade...muitas vezes digo...se fossemos irmãos se calhar não nos dávamos tem bem."



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
FERNANDA E EDUARDO SOUTO APRESENTAM "PORTUGAL-ÍNDIA, DE MÃOS DADAS" ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA

Exposição “Um certo olhar”

16 a 30 de Julho

capture3

De segunda a sexta das 9h00 às 17h00

Exposição de fotografia de Fernanda e Eduardo Souto

Tendo passado por Lourenço Marques e Portugal, Fernanda e Eduardo Souto fixaram residência em Goa em 2002, onde, desde então visitaram 24 Estados da Índia, numa “scotter” tendo percorrido 98.000 kms. A sua última viagem foi feita em 2009, durou 3 meses num percurso de 12.000km, no âmbito do projecto “Portugal – Índia, de mãos dadas”.

As fotografias patentes nesta mostra são o resultado da captura de imagens nestas viagens.

Entradas gratuitas.

Quem são Fernanda Souto e Eduardo Souto?

Para responder a esta questão, recebemos do nosso colaborador, sr. José Santos, o amável depoimento que a seguir transcrevemos:

"Fernanda Souto, nasceu em Coimbra em 1947 e foi muito pequena para Moçambique ou seja para a Cidade do Xai Xai.

Eduardo Souto, nasceu em Luanda, Angola, em 1943, e, em virtude de seu pai ser Funcionário do Estado (Director dos Correios) ele e seus irmãos foram para Goa, antiga Índia Portuguesa. Aí estudou, aí praticou desporto e tirou o antigo 7º ano. Entretanto ele como toda a sua família sofreu a Invasão feita pela União Indiana a Goa e restantes enclaves.

Veio para Portugal, e seu pai entretanto foi colocado em Moçambique mais concretamente na Cidade de Lourenço Marques. Eduardo Souto conseguiu trabalho em 1964 na cidade do Xai Xai na Administração Pública (Governo Civil), como Xai Xai era uma cidade pequena na altura acabamos por nos conhecer por causa do Futebol de Salão. Eu trabalhava na Fazenda Pública. O Eduardo foi viver para minha casa e dos meus pais. Em 1965 fomos ambos para o Curso de Sargentos Milicianos em Boane (Moçambique), ficamos na mesma Companhia e no mesmo pelotão durante a recruta. Depois cada um tirou a sua especialidade, eu como tinha ficado em Lourenço Marques (hoje Maputo) fiquei hospedado em sua casa. Militarmente, eu fui colocado em Mueda e o Eduardo na Ilha de Moçambique. E por aí fora...a nossa amizade é daquelas que foi feito com "cimento" da melhor qualidade...muitas vezes digo...se fossemos irmãos se calhar não nos dávamos tem bem."



publicado por Carlos Gomes às 21:20
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D. Virgílio do Nascimento Antunes ordenado Bispo de Coimbra

«Anunciamos Cristo crucificado, sabedoria de Deus.»

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«Anunciamos Cristo crucificado, sabedoria de Deus.» é o lema episcopal de D. Virgílio Antunes, ordenado bispo ontem à tarde, dia 3 de Julho, na Igreja da Santíssima Trindade, no Santuário de Fátima.

D. Virgílio entrará solenemente na Diocese de Coimbra no próximo dia 10 de Julho.

Nas suas palavras no final da ordenação episcopal consagrou-se e ao seu trabalho a Nossa Senhora: "Que eu seja todo teu, ó Mãe de Cristo e Mãe da Humanidade. Que esta pedra azul, pequenina e discreta, que figura nas minhas insígnias, signifique a tua presença materna aos pés da cruz de Cristo e de todas as minhas cruzes".

Saudou da seguinte forma a sua diocese: "Gostaria de chegar ao meio de vós como um amigo e como um irmão que comunga das vossas alegrias e tristezas, que acolhe e é acolhido na simplicidade, e que vos confirma na fé enquanto porção do Povo de Deus".

Sobre os anos em que serviu o Santuário de Fátima, primeiro como capelão e depois, desde Setembro de 2008, como reitor, D. Virgílio Antunes disse: "Devo dizer que foram muito bons os anos aqui passados e que foi generosa e amiga a vossa colaboração e ajuda".

A homilia de D. António Marto, bispo ordenante principal, a saudação de D. Virgílio Antunes e outra documentação relacionada com a nomeação e com a ordenação episcopal estão disponíveis em www.fatima.pt

LeopolDina Simões



publicado por Carlos Gomes às 07:53
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Terça-feira, 28 de Junho de 2011
“O OLHO DE VIDRO”: UMA NOVELA DE CAMILO CASTELO BRANCO QUE DARIA UM EXCELENTE ARGUMENTO CINEMATOGRÁFICO

Braz Luiz de Abreu foi um famoso médico oureense de origens judaicas que o notável romancista Camilo Castelo Branco imortalizou na sua novela “Olho de Vidro”, precisamente a alcunha pela qual era conhecido. Esta novela descreve também a vida da comunidade judaica de Ourém e, por conseguinte, relata uma parte importante da nossa história local cujo estudo está ainda por se fazer.

Numa altura em que se prepara a realização do Festival Internacional de Cinema de Ourém que irá realizar-se sob o signo da tolerância, a novela “O Olho de Vidro” de Camilo Castelo Branco bem poderia constituir um excelente argumento para a realização de uma produção cinematográfica. Uma tema, aliás, da maior oportunidade atendendo não apenas à sua projecção internacional como ainda à possibilidade de divulgação de um dos maiores escritores da Língua portuguesa, precisamente numa altura em que foi incompreensivelmente afastado dos manuais escolares.

olhovidro.jpg

"O Olho de Vidro" é um romance histórico escrito pelo notável escritor e novelista Camilo Castelo Branco. A história baseia-se na vida atribulada do médico oureense Brás Luis de Abreu. De origens judaicas, este nasceu em Ourém, a 3 de Fevereiro de 1692, tendo sido exposto em Coimbra. Porém, consta que foram seus pais Francisco Luiz de Abreu e Francisca Rodrigues de Oliveira. A sua vida foi sempre marcada pela perseguição que o Santo Ofício exerceu sobre aqueles que dele cuidaram na sua infância, concretamente os judeus que a esse tempo tiveram de abandonar o país e, após muitas desventuras, vieram a fixar-se na Holanda onde ergueram a famosa Sinagoga Portuguesa de Amesterdão que constitui uma das principais referências daquela cidade. De resto, a comunidade judaica registou a sua presença em Ourém onde, aliás, se preservam testemunhos e se podem ainda identificar algumas famílias de origem judaica, agora plenamente integradas na sociedade portuguesa e na vida local.

Brás Luis de Abreu foi autor do tratado “Portugal médico ou Monarquia médico-lusitana” e “Sol nascido no Ocidente e posto ao nascer do Sol. Santo António Português” entre outras obras.

Conhecido por “Olho de vidro”, Brás Luis de Abreu inspirou o escritor Camilo Castelo Branco quando este escreveu a novela “O Olho de Vidro”, adoptando precisamente para título a alcunha do afamado médico oureense. Desse romance, transcreve-se seguidamente algumas passagens nas quais o escritor faz referência directa a Ourém:

Ás dez horas da noite seguinte, Francisco Luiz e o seu amigo sairam de Coimbra, cada qual por diversa porta. O bemfeitor foi para Ourem, sua terra; o judeu da Guarda, por desvios escusos, entrou, decorridas duas noites de jornada, na abegoaria onde o esperava a mãe da creancinha, que bebia um leite aguado de lagrimas.

(…) Nas ferias d'aquelle anno, o lente simulou uma jornada a Ourem, sua patria, e foi em direitura a Lisboa. O santo officio de Coimbra reparou na saida, e lançou pesquizas. Informaram-no de alguns processos de liquidação de patrimonios e venda de bens, que o doutor Abreu rapidamente negociára na terra de sua mulher. D'isto foi avisado o inquisidor geral, de modo que já em Lisboa o promotor instaurava processo, quando o lente alli chegou.

(…) Foi o doutor a Ourem, com ares de forasteiro que vê pelo miudo as mais e menos notaveis terras dos paizes. A casa onde elle nascêra havia sido vendida pela corôa, para a qual tinha sido confiscada, depois que o dono fôra queimado em estatua. Estava sendo estalagem. Pernoitou n'ella; dormiu no quarto de sua mãe... não dormiu: chorou por todo o correr da noite vagarosa. Antes que a primeira luz do seguinte dia apontasse, saiu do quarto onde nascêra e morrêra sua mãe, viu de passagem o quarto que fôra o seu, e d'onde agora saía outro viageiro madrugador.

(…) Francisco Luiz encarou n'elles com desprezo: não podia ser de piedade, nem de odio aquelle sorriso que entre-abriu os beiços do velho judeu de Ourem.

(…) Corria o anno de 1697. Francisco Luiz d'Abreu, doutor em medicina, mudára sua residencia para Coimbra, esperançado em entrar no magisterio, conforme lh'o promettiam sua capacidade, vasto saber e creditos. Tinha casado, quatro annos antes, com Francisca Rodrigues de Oliveira, filha de abastados judeus de Ourem. Não tinham filhos; mas dos braços de um ao outro saltava um menino de cinco annos, chamado Braz, acariciado com blandicias de filho. A creança tratava de padrinho o doutor, e á senhora chamava mãe. A esposa do medico, privada do goso de se ver assim amimada nos labios de anjo desentranhado de seu seio, jubilava de lhe ouvir aquelle doce nome de mãe, e toda se estremecia de maternal ternura chamando-lhe seu filho.

(…) Relatava-lhe a perseguição que os Oliveiras de Ourem estavam soffrendo, desde a fuga na náo da carreira da India, e o certo perigo que corria a creança, se levissimas suspeitas o indigitassem como filho de Francisco de Abreu.

(…) O israelita de Ourem ia triste. Dir-se-ia que nunca elle, até á vespera d'aquelle dia, devéras se convencêra da morte do seu Antonio de Sá. Tantos annos idos, e elle ainda a querer-lhe e como que a esperal-o! Já o seu contemporaneo Barreto lhe havia dito na summa o que Braz de Abreu lhe dissera, e todavia o convencimento da morte do marido de D. Maria não o tinha ainda penetrado, ao que parecia.

in "O Olho de Vidro", de Camilo Castelo Branco



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Rota das Carmelitas liga Convento do Carmelo ao Santuário de Fátima

Os peregrinos de Fátima vão contar com uma rota de 111 quilómetros, que ligará o Convento do Carmelo, em Coimbra, ao santuário mariano da Cova da Iria, e que foi apresentada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).

Alfredo Marques, presidente da CCDRC, explicou que o projeto visa “oferecer melhores condições de segurança e orientação aos peregrinos e, ao mesmo tempo, valorizar e dar a conhecer o interior da região atravessada pela rota”.

Denominado “Caminhos de Fátima – Rota de Peregrinação das Carmelitas de Fátima”, o projeto passa por identificar, qualificar e dar segurança a um percurso com início em Coimbra e continuidade nos concelhos de Condeixa-a-Nova, Penela, Ansião e Alvaiázere, terminando no de Ourém.

Para o presidente da CCDRC, trata-se de estruturar uma rota “específica já definida, com um significado simbólico, que oferece melhores condições de segurança, orientação e apoio aos peregrinos, desviando-os de estradas com muito tráfego automóvel”.

“Ao mesmo tempo, aproveitamos para dar a conhecer o interior da região e os recursos das localidades abrangidas pela rota, valorizando o seu património e dinamizando as povoações percorridas”, afirmou Alfredo Marques.

Segundo este responsável, já está disponível a geo-referenciação dos Caminhos de Fátima, sendo possível percorrer a rota com recurso ao sistema de GPS.

O próximo passo, acrescentou, é proceder à infraestruturação do percurso através de sinalização e placas informativas sobre locais de visitação, alojamento, alimentação, postos de saúde, farmácias, lojas e vias alternativas.

Este trabalho, segundo Alfredo Marques, será alvo de uma candidatura ao programa Mais Centro para financiamento do investimento, que deverá rondar os 370 mil euros.

“É minha convicção de que as infraestruturas sejam executadas dentro de um ano”, adiantou.

O presidente da CCDRC considerou que esta rota vai ter “muito impacto junto dos peregrinos, pois as pessoas careciam de informações que as levassem a adotar as alternativas mais seguras e cómodas e oferecesse melhores condições de espiritualidade”.

Por outro lado, o projeto pretende ser “um elemento diferenciador das habituais rotas de peregrinação, atraindo novos públicos, nomeadamente pela sua articulação com o Caminho Português de Santiago de Compostela, dado que partilham o mesmo percurso mas em sentido inverso”.

Aquando da assinatura do protocolo para a criação da rota, a 06 de maio de 2010, o bispo da diocese de Leiria-Fátima, António Marto, afirmou que “bons caminhos ajudam a fazer uma boa peregrinação”.

Este protocolo congregou neste objetivo as dioceses de Coimbra e Leiria-Fátima e Santuário de Fátima, os municípios de Alvaiázere, Ansião, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Ourém e Penela, as Entidade Regionais de Turismo do Centro e Turismo Leiria-Fátima e a CCDRC.

 

Fonte: Diário As Beiras,  http://www.asbeiras.pt/



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011
PADRE VIRGÍLIO ANTUNES, ACTUAL REITOR DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA, É O NOVO BISPO DE COIMBRA

A Santa Sé acaba de anunciar a nomeação do Padre Virgílio Antunes, actual Reitor do Santuário de Fátima, para Bispo de Coimbra. O anúncio oficial à Diocese de Leiria-Fátima foi realizado no Santuário de Fátima. O Santo padre Bento XVI aceitou a renúncia de Monsenhor Albino Mamede Cleto ao governo da Pastoral da Diocese de Coimbra, em conformidade com o cânone 401, parágrafo 1 do Código de Direito Canónico e nomeou seu sucessor, o Reverendíssimo Sacerdote Virgílio Antunes. Entretanto, o novo bispo dirigiu já a sua mensagem à Diocese de Coimbra, tendo esta saudado o novo Bispo.

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O Padre Virgílio Antunes nasceu em 22 de Setembro de 1961, em S. Mamede, no vizinho Concelho da Batalha. Estudou no Seminário Diocesano de Leiria entre 1971 e 1978 e frequentou estudos de filosofia e teologia no instituto Teológico de Coimbra. Foi nomeado sacerdote em 1985. Entre muitas outras funções que exerceu ao longo da sua carreira eclesiástica, o Padre Virgílio Antunes foi professor no Seminário Diocesano de Leiria, membro do Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional e Director do Pré-Seminário, Docente em Teologia Bíblica no Instituto Superior de Estudos de Teologia de Coimbra, no Centro de Formação e Cultura de Leiria e no Seminário Diocesano de Leiria. Foi ainda reitor do Seminário Diocesano de Leiria, do jornal “O Mensageiro”, delegado Episcopal para o Diaconato Permanente, Capelão do Santuário de Nossa senhora de Fátima e, mais recentemente, reitor do Santuário de Nossa Senhora de Fátima.

O AUREN deseja-lhe as mais felicidades pessoais e para a nova missão em que acaba de ser incumbido.

 

Fonte: Sala de Imprensa do Santuário de Fátima



publicado por Carlos Gomes às 15:15
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