Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2016
FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES: SOLUÇÕES FÁCEIS MARCAM PONTOS NO FUTURO

Por: Benedita Miranda, diretora-geral da Sitel Portugal

Tendo em conta o atual intercâmbio de produtos e serviços, em todos e quaisquer setores de atividade, o serviço de apoio ao cliente é cada vez mais um fator diferenciador. Por vezes é o único ponto de contacto com o cliente e pode, inclusive, gerar vantagens competitivas para o negócio. O peso do serviço de apoio ao cliente é tão elevado que pode determinar a fidelidade dos clientes, levando-os mesmo a que se tornem embaixadores da marca.

Benedita Miranda - Country Manager Sitel

Até agora acreditava-se que a satisfação dos clientes era uma garantia da sua fidelização e de um consequente bom desempenho em termos de facturação. Com esta ideia em mente, surgiu a tendência de promover diferentes programas de fidelização e “ofertas extra”, que supostamente contribuiriam para aumentar e manter a fidelização do cliente. O problema surge quando alguma coisa corre mal com um produto ou serviço, ou quando um problema precisa de resolução. Atualmente, os clientes procuram aconselhamento em websites ou fóruns, pegam no telefone ou enviam e-mails e é desta forma que têm a sua primeira experiência com o serviço de apoio ao cliente. São estas experiências que geralmente determinam se os clientes mudam de fornecedor, ou se recomendam o produto ou serviço.

Neste sentido, os fornecedores do serviço de apoio ao cliente e os seus clientes têm grandes expetativas e objetivos em termos de KPIs (Key Performance Indicator), no que diz respeito à qualidade deste tipo de serviços. O grau de satisfação do cliente é medido através do valor NPS – Net Promoter Score – que mede a disposição do cliente para recomendar um produto ou serviço numa escala de 1 a 10. Este ranking cria uma diferenciação consoante as respostas obtidas, que pode variar entre: os defensores (10-9), os passivos (8-7) e os críticos (6-0). Estudos recentes sugerem que o esforço para satisfazer os clientes muitas vezes não tem qualquer relação com os custos envolvidos. Um artigo de Harvard Business Review (HBR)* faz referência a este tema e leva as empresas repensar as suas estratégias atuais. Os autores levantam a questão: De que serviços necessitam realmente os clientes? Em que é que os fornecedores devem investir para o conseguir? A resposta dos experts é clara: “Parem de querer satisfazer os clientes”. Pesquisas posteriores realizadas pela Dixon fornecem os principais factos e números. Um inquérito a mais de 125.000 clientes, mais de 5.000 funcionários e mais de 100 empresas mostra-nos que a “satisfação” do cliente apenas é conseguida em 16% dos casos. Tentar fazer parte desta percentagem, raramente alcançada, aumenta os custos de operação até 20%. Reduzir o esforço do cliente (Customer Effort Score) é a maneira mais eficaz para vencer a batalha competitiva pela fidelização do cliente, sem por em causa as margens do negócio.

Optar por não querer estar continuamente a satisfazer o cliente, parece contradizer a ideia de que é fundamental prestar um excelente serviço de apoio ao cliente, no entanto estes novos conceitos abrem as portas a algo novo que é do interesse de todas as empresas. A nova estratégia de medir a qualidade, muda radicalmente a nossa indústria e é um fator chave no que toca à melhoraria das experiências com o serviço de apoio ao cliente, que é frequentemente visto como maçador. O que aconteceu exatamente para gerar este sentimento?

O CES não mede a disposição para recomendar como indicador da Satisfação do Cliente (NPS), mas sim o esforço real (ou percebido) dos clientes para alcançarem a solução para o problema. Por conseguinte, este valor mostra que quanto maior for a facilidade na resolução de problemas do cliente, maior é a sua fidelização e disposição para recomendar o produto ou serviço.

O mais interessante é que a capacidade de previsão de fidelização (em termos de comportamento de nova compra e aumento de vendas) é reportada como substancialmente mais elevada no CES, comparativamente com os valores de medição como o NPS ou CSAT (Customer Satisfaction).

Compreender o Customer Effort

O Customer Effort é a quantidade de trabalho (ou esforço) percebido que o cliente tem de exercer para receber o serviço ou a resolução desejada. Isto pode incluir o tempo do atendimento e o número de vezes que o cliente é transferido. Este esforço não é só um incómodo para o cliente, mas também potencia a perda da fidelização. Alguns dos fatores que contribuem para aumentar o esforço do cliente incluem:

Contactos Múltiplos: os clientes pretendem uma interação “one and done” relativamente ao apoio técnico ou atendimento. Se o cliente necessitar de o consultar novamente, o seu esforço sobe.

Problema nos canais: clientes que interagem através de self-service, muitas vezes não querem ser transferidos para o telefone. Os que ligam para o centro muitas vezes preferem um serviço de voz, por isso não se deve responder com um e-mail. Sempre que se força um cliente a trocar de canais, a sua experiência aumenta o Customer Effort.

Repetição de Informação: interações pelo telefone começam geralmente com os clientes a fornecer informação a um IVR – e não esperam ser questionados de novo por uma máquina ou pessoa. Quando isto acontece mais do que uma vez, o esforço do cliente aumenta e a fidelização diminui.

Ausência de compreensão: os clientes esperam ser levados a sério. Consequentemente, o tom de voz dos funcionários, a escolha do idioma, assim como a compreensão emocional e técnica de que o cliente necessita devem ser adequados.

Olhando para estes fatores, verifica-se rapidamente que os incentivos aos clientes, por exemplo, ofertas adicionais não solicitadas como compensação pelos atrasos, etc., não satisfazem as suas necessidades porque o que procuram é uma solução rápida e fácil e não uma compensação por longos tempos de espera. Tendo em conta que o CES mede o tempo da resolução dos problemas dos clientes, uma pontuação baixa do Customer Effort mostra que os clientes tiveram que fazer apenas um pequeno esforço para conseguir a solução ao seu problema. No geral, este segue o lema arquitetónico de que “menos é mais”.

*Matthew Dixon, Karen Freeman, Nicolas Toman, Harvard Business Review (HBR)



publicado por Carlos Gomes às 18:56
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015
PARTIDO “OS VERDES” REÚNE COM JOSEPH STIGLITZ, PRÉMIO NÓBEL DA ECONOMIA

“Os Verdes”, representados por Manuela Cunha e Vitor Cavaco, encontraram-se hoje, no Parlamento, com Joseph Stiglitz, prémio Nobel da Economia, a pedido do próprio, que se encontra em Portugal para participar na conferência a realizar na Fundação Calouste Gulbenkian, intitulada “Desigualdade num Mundo Globalizado”.

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O Prémio Nobel da Economia, que tem sido uma voz crítica das políticas de austeridade e das intervenções do FMI mostrou-se muito interessado em conhecer a opinião dos Verdes sobre a situação portuguesa, nomeadamente sobre as grandes questões ambientais com impactos na economia e no desenvolvimento. Mostrou grande interesse pelas posições do PEV contra a privatização da água, na defesa dos transportes públicos, nomeadamente ferroviário, da travagem da eucaliptização do país e do apoio a uma floresta sustentável e mostrou-se surpreendido com a existência de “rendas” no setor elétrico.

Por outro lado, o Prémio Nobel, quando questionado pelos Verdes sobre a situação económica no nosso país e na Europa, sublinhou a necessidade de mudança de políticas da União Europeia, nomeadamente da Alemanha, vincando uma posição muito crítica quanto à limitação de 3% para o défice.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Terça-feira, 13 de Maio de 2014
ACISO PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE COMO RENEGOCIAR O ENDIVIDAMENTO

“Dívida Imobiliária e Hoteleira – como renegociar com a Banca?” será o tema da próxima conferência proferida por Gonçalo Nascimento Rodrigues, a qual terá lugar no próximo dia 29 de maio, pelas 18h00, na Escola de Hotelaria de Fátima.

Se, por um motivo inesperado ou conjuntural a empresa se encontra numa situação crítica de sobre-endividamento, importa conhecer os mecanismos existentes e a forma adequada de relacionamento com a banca para um processo de renegociação bem-sucedido.

São cerca de € 8,5 mil milhões de créditos imobiliários vencidos na Banca; milhares e milhares de casas nos Balanços; dezenas, centenas de milhões de euros de dívida em terrenos; dezenas, centenas de milhões de euros em crédito concedido à promoção imobiliária que não vende, em resorts vazios, em hotéis que é necessário gerir.

Gonçalo Rodrigues é licenciado em Gestão e Mestre em Finanças e Gestão Imobiliária. Foi professor na ESAI – Escola Superior de Atividades Imobiliárias. Atualmente é diretor da OTBX – Consultoria em Finanças Imobiliárias. Autor do blog Out of the Box, centro de partilha de conhecimento e informação sobre o mercado imobiliário e financeiro.

Participação gratuita, sujeita a inscrição prévia, através do email geral@aciso.pt ou telefone 249 540 220.



publicado por Carlos Gomes às 14:43
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Sexta-feira, 19 de Julho de 2013
SAÍDA DO EURO É A ÚNICA ALTERNATIVA

O erro foi Portugal ter aderido à moeda única, uma moeda que foi criada, no interesse da Alemanha, com um valor cambial demasiado elevado para a realidade macro-económica de Portugal, que, imediatamente, começou a perder competitividade externa.

A partir daí, tudo se agravou, com os sucessivos governos do PSD e do PS a deixarem, no interesse dos bancos nacionais e do lobie da construção civil, que a dívida externa privada fosse canalizada, na sua maior parte, para o mercado da compra de casa para habitação própria, um investimento que, agora, perdeu valor, deixando de promover retorno para a economia. É diferente, em termos de sustentabilidade futura, uma economia investir na construção de um conjunto de prédios para habitação ou investir numa unidade industrial, por exemplo. A construção de casas apenas dinamiza a economia, até ao momento em que a obra acaba, enquanto uma unidade industrial continua, durante um período prolongado, a acrescentar valor ao investimento e a manter postos de trabalho. A dívida dos bancos nacionais ao estrangeiro (260% do PIB) formou-se assim, o que permitiu aos acionistas, com os subsequentes empréstimos a empresas e a particulares, acumular fabulosos lucros em juros e amortizações. Agora, esses acionistas, para poderem salvar os seus bancos, aguardam o retorno do dinheiro ganho com austeridade em curso, que o BCE controla através da troika, e que, posteriormente, lhes irá emprestar com um juro de um por cento. Entretanto, a dívida contraída com o chamado ajustamento está a pagar um juro de 3,5 por cento. O diferencial fica nas mãos do capital financeiro. Quer dizer: serão os portugueses, através desta brutal austeridade, que vão pagar os desmandos dos bancos, que, tal como está organizado o sistema financeiro internacional, têm sempre a possibilidade de socializar os prejuízos dos seus balanços (nos EUA, o governo injetou diretamente o dinheiro dos impostos nos bancos falidos).

O objetivo de submeter Portugal a um programa de ajustamento, depois de se ter desencadeado, com êxito, uma estudada campanha para desestabilizar o mercado da dívida soberana portuguesa, consiste em promover uma brutal desvalorização salarial, na ordem dos 30 por cento, através da austeridade, evitando-se assim uma desvalorização idêntica para o capital e os respetivos rendimentos. Se Portugal não tivesse aderido ao euro, Portugal contornaria o problema do excessivo endividamento, desvalorizando controladamente a sua moeda nacional, no sentido de ganhar competitividade externa. Neste caso, a desvalorização também apanhava o capital e os seus rendimentos. Haveria um empobrecimento geral, mas, em contrapartida, e se os governos fossem honestos e competentes, as dificuldades seriam superadas a médio prazo, pois o crescimento das exportações faria crescer a economia e, indiretamente, promoveria também o mercado interno.

Por isso, na minha modesta opinião, só vejo alternativa, para Portugal ultrapassar a crise, na saída negociada do euro e na reestruturação da dívida soberana, com condições que favoreçam o crescimento económico.

Alexandre de Castro

Jornalista

Cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Ourém



publicado por Carlos Gomes às 22:18
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Terça-feira, 25 de Junho de 2013
ACISO PROMOVE SESSÃO COM INTERESSE PARA OS EMPRESÁRIOS DE OURÉM

FIM DE TARDE NA ACISO “ Internacionalização – como fazer?”

Com António Barroca Rodrigues, presidente do Conselho de Administração do Grupo LENA

Data: 5 de julho, sexta-feira

Hora: das 18h00 às 20h00

Local: Auditório da ACISO, Travessa 10 de Junho, Nº 11 , em Ourém

António Barroca Rodrigues, empresário desta região, partilhará o seu vasto conhecimento e experiência empresarial, com especial ênfase nas suas experiências de internacionalização.

Entrada livre mas sujeita a confirmação de presença para o email geral@aciso.pt ou através do 249 540 220.



publicado por Carlos Gomes às 20:53
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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013
COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO MÉDIO TEJO TEM INSCRIÇÕES ABERTAS PARA APOIAR CRIAÇÃO DE EMPRESAS NA REGIÃO

A 2 ª edição do projeto “Médio Tejo – Empreendedorismo em Rede (EM REDE)” tem inscrições abertas até ao próximo dia 27 de maio.

Este projeto pretende facilitar a criação de empresas na região do Médio Tejo, fornecendo os instrumentos necessários para estimular os empreendedores a criar empresas, identificando ideias de negócio e explorando novas oportunidades de emprego. Aos participantes na iniciativa é oferecida assistência técnica especializada em todas as fases críticas do ciclo empreendedor. A região do Médio Tejo encontra-se mobilizada para a importância da criação de empresas, pelo que os interessados poderão inscrever-se ou obter informações ao entrar em contacto com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (249 730 060 ou emrede@cimt.pt), Município de Ourém e todos os Municípios do Médio Tejo, Nersant e Tagusvalley. Para mais informações consulte a página web do projeto em www.emrede.mediotejo.pt.

O projeto Médio Tejo – Empreendedorismo em Rede (EM_REDE) trata-se de uma iniciativa promovida pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, financiada no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro e conta com o apoio do IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação.



publicado por Carlos Gomes às 13:58
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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013
A TRAGÉDIA DO BANGLADESH E A HIPOCRISIA DO CAPITALISMO

As multinacionais encerram as fábricas de têxteis em Portugal e na Europa – onde se encontram os consumidores das principais marcas de vestuário – para irem explorar noutros países o trabalho nas condições mais desumanas.

A tragédia que acaba de se abater sobre o povo do Bangladesh veio revelar a ganância criminosa daqueles que, indiferentes à sorte de numerosas famílias que são lançadas para o desemprego, encerram as suas empresas em Portugal e noutros países europeus para, quais negreiros dos tempos modernos, passarem a explorar o trabalho em condições de verdadeira escravatura, sem o menor respeito pela dignidade humana.

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Mais de um milhar de mortos e quase três mil feridos é o balanço existente até ao momento de vítimas humanas causado pelo recente desmoronamento, no Bangladesh, de um edifício de nove pisos onde funcionavam diversas fábricas têxteis. Calcula-se que, no local, trabalhavam cerca de três mil pessoas. Entretanto, prosseguem os trabalhos de busca e salvamento que seguramente revelarão a existência de mais pessoas sinistradas.

Entre os escombros foram encontradas peças de vestuário com etiquetas da marca italiana United Colors of Benetton, captadas em fotografias da agência AFP, sabendo-se ainda que cinco das fábricas que colapsaram trabalhavam para conhecidas marcas ocidentais, como a britânica Primark e a espanhola Mango. De acordo com a imprensa, entre as marcas de vestuário que já assumiram ter sido fornecidas pela empresa do Bangladesh estão a Primark, a Mango, a Walmart, a Bon Marche, El Corte Ingles e Joe Fresh.

O Bangladesh é considerado o segundo maior produtor de vestuário do mundo e a sua indústria têxtil constitui um dos principais suportes da sua economia. As condições de segurança são quase inexistências e os acidentes de trabalho ocorrem com demasiada frequência, provocando quase sempre elevado número de vítimas. O baixos custos de produção que se verifica em países como o Bangladesh constitui o principal motivo que leva as grandes empresas a suspender a sua atividade em Portugal e noutros países europeus e deslocalizarem-se para outros locais onde exploram a mão-de-obra em condições de autêntica escravatura, sem respeito pela dignidade humana e as mais elementares regras de segurança. Refira-se que, conforme denunciado pela organização Clean Clothes Campaign, os operários da indústria têxtil do Bangladesh ganham cerca de trinta euros por mês.

Entretanto, os consumidores portugueses e, de um modo geral dos países ocidentais, sustentam esta indústria esclavagista, continuando a adquirir os seus produtos fabricados sob condições de trabalho que a sociedade ocidental condena mas revela-se incapaz de rejeitar, ao mesmo tempo que vê aumentar o desemprego em consequência de uma “competitividade” a que agora também nos querem conduzir.

A tragédia que acaba de vitimar os trabalhadores do bangladesh veio colocar a nú a hipócrisia do sistema chamado de “mercado livre” e revelar o drama da nossa própria existência, perante a falência da sociedade capitalista e do próprio modelo de “união europeia”.

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 15:30
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Terça-feira, 7 de Maio de 2013
CONDES DE OURÉM VISITAM O ALTO MINHO

As Reais Associações da Viana do Castelo e de Braga, com o apoio da Causa Real, juntam-se à Associação Empresarial de Viana do Castelo e à CEVAL – Confederação Empresarial do Alto Minho para celebrar o melhor do Alto Minho na presença da Família Real Portuguesa. Suas Altezas Reais os Duques de Bragança estarão no Alto Minho no fim-de-semana de 8 e 9 de Junho para participar nos festejos "Portugal Real - 100% Alto Minho", com as chancelas da Associação Empresarial de Viana do Castelo e da Causa Real, e em benefício da Casa dos Rapazes de Viana do Castelo.

A Associação Empresarial da Viana de Castelo, que também comemora os seus 161 anos de existência, na pessoa do seu Presidente, recebe os Duques de Bragança na sua sede no Sábado às 10h15, após o qual a Família Real traçará um percurso pelo centro histórica da cidade, onde será recebida, no Museu do Traje, pelo Presidente da Câmara de Viana de Castelo. Segue uma visita à Casa dos Rapazes de Viana do Castelo e depois um almoço de beneficência na Quinta de São João (Restaurante Camelo - Santa Marta de Portuzelo) onde estará patente um mostra do melhor que o Alto Minho produz. A festa será acompanhada por vários conjuntos musicais de referência do Minho, dos mais tradicionais aos mais modernos.

No Domingo, os Duques de Bragança estarão em Arcos de Valdevez. Às 13h00, O Senhor Dom Duarte depositará uma coroa de flores junto do monumento do famoso Torneio, onde seu 21º avô, Dom Afonso Henriques, ganhou o direito de negociar o Tratado de Zamora e a independência de Portugal. Os Duques de Bragança serão depois recebidos pelo Presidente da Câmara de Arcos de Valdevez num almoço em sua honra.

O cartaz do evento que hoje foi apresentado em conferência de imprensa na sede da Associação Empresarial de Viana do Castelo, reproduz uma das imagens de marca da localidade.

Sobre o evento o Eng.º Luís Ceia, Presidente da Associação Empresarial de Viana do Castelo declarou: “esta iniciativa pretende evidenciar neste momento particularmente complexo, a qualidade das nossas empresas e dos produtos por ela produzidos. Simultaneamente tem um carácter solidário, já que a receita do almoço a realizar no Sábado reverterá a favor da Casa dos Rapazes de Viana do Castelo. Temos a honra da presença e de a esta iniciativa se associarem os Duques de Bragança.

De acordo com o Dr. José Aníbal Marinho, Presidente da Direcção da Real Associação de Viana do Castelo, os Duques de Bragança são os primeiros a defender tudo aquilo que é de produção nacional e como tal, nos vários dos eventos previstos no âmbito desta deslocação, vão marcar presença alguns produtos e algumas das empresas de topo da região minhota. Referiu ainda que a música vai fazer parte da animação prevista para o dia 8 de Junho.

Reais Saudações

Real Associação do Médio Tejo



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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Terça-feira, 23 de Abril de 2013
ACISO REALIZA SESSÃO SOBRE ECONOMIA NO AUDITÓRIO DA ESCOLA DE HOTELARIA DE FÁTIMA

No próximo dia 3 de maio, pelas 18h00, no pequeno auditório da Escola de Hotelaria de Fátima, sita na Av. Beato Nuno, em Fátima terá lugar mais um “ Fim de Tarde na ACISO” com o Tema “Crescer em tempos de crise…” que contará com a presença do Sr. Presidente do Conselho de Administração da InCentea, Engº António Poças.

António Poças, empresário desta região, partilhará connosco o percurso dos 25 anos da InCentea e das opções tomadas, abordando o presente e perspetivas futuras. Pretende-se desencadear uma conversa interessante e sobretudo inspiradora.

A sessão será conduzida por Francisco Vieira, presidente da Direção da ACISO.



publicado por Carlos Gomes às 20:48
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2013
PROJETO "EDUCAÇÃO + ECONOMIA" COMEÇA AMANHÃ EM OURÉM

O projeto “Educação + Financeira” vai estar em Ourém entre os dias 5 e 7 de Fevereiro

O projeto “Educação + Financeira” vai ser apresentado em Ourém no próximo mês de fevereiro com o objetivo de estimular e mobilizar os jovens e a comunidade em geral, para as questões da educação financeira. A iniciativa engloba a realização de uma exposição interativa e a conferência “Educação Financeira: É comigo?”, com a participação de Sérgio Cruz do Projeto Matemática Ensino da Universidade de Aveiro e Fernando Marques, da Câmara Municipal de Ourém.

Os conceitos de educação financeira têm-se vulgarizado durante a última década como resultado da crescente preocupação com a capacidade das pessoas para lidar com as suas finanças pessoais. Este projeto apresenta uma exposição itinerante com atividades interativas que colocam os visitantes perante desafios, confrontando-os com escolhas relativas à gestão do seu dinheiro no dia-a-dia. A exposição tem conteúdos adaptados às diferentes faixas etárias e dá ênfase à experimentação e ao jogo para aprofundar conhecimentos e desenvolver atitudes e comportamentos socialmente responsáveis. A sala de exposições do edifício dos Paços do Concelho vai receber esta exposição entre os dias 5 e 7 de fevereiro no horário habitual (9h00 - 13h00 e 14h00 - 18h00) e estará disponível para o público em geral, além das visitas programadas para a comunidade escolar do Concelho.

A par da exposição, a conferência “Educação Financeira: É comigo?” dirige-se aos agentes educativos locais que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da educação financeira. A discussão de ideias e esclarecimento de dúvidas pelos oradores, irá certamente resultar na melhoria do nível de educação financeira de todos osindivíduos. Esta conferência irá decorrer no Auditório dos Paços do Concelho no dia 6 de fevereiro pelas 21h00, com entrada livre mediante inscrição através do número 249 540 900 (ext. 6508) ou pelo e-mail: educacao@mail.cm-ourem.pt.

O projeto “Educação + Financeira” é uma iniciativa conjunta do PmatE – Projeto Matemática Ensino, da Universidade de Aveiro, e da CaixaGeralde Depósitos. A organização tem o Município de Ourém como parceiro, o jornal “Correio da Manhã” é o media partner e a eduBox e a Magalhães by JP - Inspiring Knowledge são os apoio do projeto.



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013
PROJETO “EDUCAÇÃO + FINANCEIRA” VAI ESTAR EM OURÉM

O projeto “Educação + Financeira” vai estar em Ourém entre os dias 5 e 7 de Fevereiro

O projeto “Educação + Financeira” vai ser apresentado em Ourém no próximo mês de fevereiro com o objetivo de estimular e mobilizar os jovens e a comunidade em geral, para as questões da educação financeira. A iniciativa engloba a realização de uma exposição interativa e a conferência “Educação Financeira: É comigo?”, com a participação de Sérgio Cruz, do Projeto Matemática Ensino da Universidade de Aveiro e Fernando Marques, da Câmara Municipal de Ourém.

Os conceitos de educação financeira têm-se vulgarizado durante a última década como resultado da crescente preocupação com a capacidade das pessoas para lidar com as suas finanças pessoais. Este projeto apresenta uma exposição itinerante com atividades interativas que colocam os visitantes perante desafios, confrontando-os com escolhas relativas à gestão do seu dinheiro no dia-a-dia. A exposição tem conteúdos adaptados às diferentes faixas etárias e dá ênfase à experimentação e ao jogo para aprofundar conhecimentos e desenvolver atitudes e comportamentos socialmente responsáveis. A sala de exposições do edifício dos Paços do Concelho vai receber esta exposição entre os dias 5 e 7 de fevereiro no horário habitual (9h00 - 13h00 e 14h00 - 18h00) e estará disponível para o público em geral, além das visitas programadas para a comunidade escolar do Concelho.

A par da exposição, a conferência “Educação Financeira: É comigo?” dirige-se aos agentes educativos locais que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da educação financeira. A discussão de ideias e esclarecimento de dúvidas pelos oradores, irá certamente resultar na melhoria do nível de educação financeira de todos osindivíduos. Esta conferência irá decorrer no Auditório dos Paços do Concelho no dia 6 de fevereiro pelas 21h00, com entrada livre mediante inscrição através do número 249 540 900 (ext. 6508) ou pelo e-mail: educacao@mail.cm-ourem.pt.

O projeto “Educação + Financeira” é uma iniciativa conjunta do PmatE – Projeto Matemática Ensino, da Universidade de Aveiro, e da CaixaGeralde Depósitos. A organização tem o Município de Ourém como parceiro, o jornal “Correio da Manhã” é o media partner e a eduBox e a Magalhães by JP - Inspiring Knowledge são os apoio do projeto.

 



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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013
OURÉM RECEBE PROJETO “EDUCAÇÃO + FINANCEIRA”

O projeto “Educação + Financeira” vai estar em Ourém entre os dias 5 e 7 de Fevereiro

O projeto “Educação + Financeira” vai ser apresentado em Ourém no próximo mês de fevereiro com o objetivo de estimular e mobilizar os jovens e a comunidade em geral, para as questões da educação financeira. A iniciativa engloba a realização de uma exposição interativa e a conferência “Educação Financeira: É comigo?”, com a participação de Sérgio Cruz do Projeto Matemática Ensino da Universidade de Aveiro e Fernando Marques, da Câmara Municipal de Ourém.

Os conceitos de educação financeira têm-se vulgarizado durante a última década como resultado da crescente preocupação com a capacidade das pessoas para lidar com as suas finanças pessoais. Este projeto apresenta uma exposição itinerante com atividades interativas que colocam os visitantes perante desafios, confrontando-os com escolhas relativas à gestão do seu dinheiro no dia-a-dia. A exposição tem conteúdos adaptados às diferentes faixas etárias e dá ênfase à experimentação e ao jogo para aprofundar conhecimentos e desenvolver atitudes e comportamentos socialmente responsáveis. A sala de exposições do edifício dos Paços do Concelho vai receber esta exposição entre os dias 5 e 7 de fevereiro no horário habitual (9h00 - 13h00 e 14h00 - 18h00) e estará disponível para o público em geral, além das visitas programadas para a comunidade escolar do Concelho.

A par da exposição, a conferência “Educação Financeira: É comigo?” dirige-se aos agentes educativos locais que desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da educação financeira. A discussão de ideias e esclarecimento de dúvidas pelos oradores, irá certamente resultar na melhoria do nível de educação financeira de todos osindivíduos. Esta conferência irá decorrer no Auditório dos Paços do Concelho no dia 6 de fevereiro pelas 21h00, com entrada livre mediante inscrição através do número 249 540 900 (ext. 6508) ou pelo e-mail: educacao@mail.cm-ourem.pt.

O projeto “Educação + Financeira” é uma iniciativa conjunta do PmatE – Projeto Matemática Ensino, da Universidade de Aveiro, e da CaixaGeralde Depósitos. A organização tem o Município de Ourém como parceiro, o jornal “Correio da Manhã” é o media partner e a eduBox e a Magalhães by JP - Inspiring Knowledge são os apoio do projeto.



publicado por Carlos Gomes às 18:34
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Terça-feira, 20 de Março de 2012
PROF. DOUTOR SÉRGIO RIBEIRO DÁ CONFERÊNCIA NA ACISO ACERCA DA “CRISE QUE NOS OBRIGAM A VIVER”

O Prof. Doutor Sérgio Ribeiro é o orador convidado da 3ª sessão do primeiro ciclo de “Sessões de Informação Empresarial” que a ACISO leva a efeito no próximo dia 23 de março, pelas 18 horas, no salão nobre daquela Associação. “Do outro lado da barricada: Uma visão sobre a Crise que nos obrigam a viver” é o tema que vai ser tratado e cujo programa a seguir se transcreve.

“FINS DE TARDE NA ACISO"

1.º Ciclo de Sessões de Informação Empresarial

Sessão n.º: 3

Temática: “DO OUTRO LADO DA BARRICADA: Uma visão sobre a Crise que nos obrigam a viver.”

Convidado(a): Prof. Doutor Sérgio Ribeiro (Economista)

Data: 23 de Março de 2012

Horário: Das 18H00’ às 20H00’

Local: Sede da ACISO (Travessa 10 de Junho, n.º 11 | Ourém)

Participação: Gratuita mas sujeita a prévia confirmação para hugo.ferraz@aciso.pt

RAZÃO DE SER E FUNDAMENTAÇÃO

Numa altura em que Portugal, mas também a Europa, estão confrontados com uma das mais graves crises - senão a maior desde a “Grande depressão” desencadeada pelo crash bolsista de 1929 - e em que os seus impactos se fizeram sentir de forma bastante rápida e severa no seio da esfera produtiva e da situação económica e financeira de numerosos países, fará sentido conhecer de quem tem pensamento próprio sobre o assunto, se tal não será o sinal mais evidente do colapso de um sistema que, até aqui, se tem vindo a impor, quase como que inevitável, mas que muitos já o adivinhavam e previram como certo, a partir do momento em que se tornou evidente uma aposta pela excessiva “financeirização das economias” por parte de quem tem vindo a ter a responsabilidade pela condução política.

CONTEÚDOS / ASPETOS A ABORDAR

1. 7 Breves notas de introdução (7 minutos)

1.1. Há apenas uma maneira de olhar para a economia?

1.2. Ou a economia é como uma moeda – seu instrumento – e tem duas faces?

1.3. As velhas divisões

1.3.1. entre economia e finanças,

1.3.2. entre micro-economia e macro-economia,

1.3.3. entre economia liberal e economia planificada,

1.3.4. entre economia de empresa e economia pública.

1.4. O princípio transversal da racionalidade económica.

1.5. Crescimento económico e desenvolvimento económico.

1.6. A vertente espacial da economia.

1.7. Da autarcia económica à internacionalização, da internacionalização à transnacionalização passando pela multinacionalidade.

2. Quantas Europas há? (8 minutos)

2.1. Geográfica

2.2. Histórico/cultural

2.3. Económica

2.3.1. Integração de espaços nacionais

2.3.1.1. Do CAME a… nada

2.3.1.2. Da CECA ao mercado comum e à União Europeia

2.3.1.3. Da EFTA à União Europeia

2.3.1.3.1. Da convergência e coesão à moeda única e ao centro-periferia

2.3.1.3.2. Dos países da coesão aos PI(I)GS)

3. Outra economia ou outros caminhos para a economia (15 minutos)

3.1. A economia constitucional

3.1.1. A articulação de sectores

3.1.2. O emprego e as necessidades essenciais

3.1.3. O tecido produtivo

3.1.4. As PME (IAPMEI e EPPI)

3.2. Um programa de desenvolvimento económico

3.3. O estado a que se chegou segundo estOUTRA economia

4. “Saídas” (15 minutos)

4.1. Na economia que a este estado nos trouxe

4.1.1. Mais dívida, menos soberania; maiores desigualdades e assimetrias

4.1.2. A Paz em permanente risco

4.2. Na OUTRA economia

4.2.1. Negociação e indemnização

4.2.2. Capítulo de um programa de democracia avançada com base em valores de Abril

ORADOR CONVIDADO

Sérgio Ribeiro vive no Zambujal, Atouguia. Como reformado… mas muito ativo! Licenciado em Economia em 1958 resigna-se a que lhe chamem “dinossáurio” mas resiste a fossilizar-se pelo que se doutorou em 1987 (tese: Planificação de Recursos Humanos em Estratégia de Desenvolvimento) e continua a estudar porque vai aprendendo que tem cada vez mais para aprender.

Foi Diretor-geral do Emprego e docente em várias Universidades (mas só depois de 1974!). Antes disso, foi economista de empresa e jornalista económico, o que continuou a ser por vício de acumulação de cargos.

Fez várias missões de cooperação pelas Nações Unidas (OIT) em países africanos.

Como cidadão, além de ter estado preso (antes de 25.04.1974!), cedo tomou partido e sempre se disponibilizou para representar os concidadãos em exercício de democracia representativa, pelo que tem no currículo 2 anos de tarefa como deputado na AR, 11 no PE (onde chegou a ser eleito inter-pares para a direção) e pelo menos 14 anos como deputado municipal (Amadora e Ourém).

Nas horas vagas (?) tem sido dirigente associativo e tenta ser animador cultural. Tem escritos seus espalhados por jornais, revistas e mundo, e mais de 40 livros editados, desde pequenos cadernos a volumes de centenas de páginas.



publicado por Carlos Gomes às 20:27
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EMPRESÁRIOS DE OURÉM VÃO AO BRASIL PROCURAR INVESTIMENTO PARA PORTUGAL

Uma comitiva de empresários do concelho de Ourém vai deslocar-se ao Brasil, durante a próxima semana, numa missão que pretende sobretudo “explorar o mercado dos afetos”. O anúncio foi feito pelo Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, na reunião de câmara desta manhã. Com esta visita, que contemplará, entre outros momentos, um encontro com a comunidade ouriense e com empresários de Ourém radicados no Brasil, pretende-se sobretudo “sensibilizar para o potencial de um investimento cá”, afirmou.

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Esta será a primeira ação consertada levada a cabo pelo GAPAE – Gabinete de Apoio e Promoção da Atividade Empresarial – que tem como principal objetivo operacionalizar medidas de reforço do apoio ao tecido empresarial do concelho de Ourém.

No âmbito do Turismo, outra valência do GAPAE, o autarca anunciou que foi elaborado uma proposta de programa de promoção do turismo religioso, que foi entregue à Secretária de Estado e que “foi acolhida com muito entusiasmo”, tendo sido “já anunciada na Bolsa de Turismo de Lisboa”. E concluiu: “é bom ter alguém de Lisboa que esteja disponível para acolher as nossas pretensões”.

Sobre o GAPAE

Este Gabinete tem como principais objetivos:

  • Captação de Novas Empresas e Reforço do Apoio à Atividade Empresarial
  • Núcleo de Apoio à Criação e Instalação de Micro Empresas;
  • Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Concelho de Ourém - Fundo Municipal - FINICIA Eixo III
  • “Via Verde” para o Investimento e para a Atividade Empresarial
  • Conselho Municipal para o Desenvolvimento Económico.

Turismo e Promoção Internacional

  • Qualificação do Turismo no Município de Ourém;
  • Trabalho em rede entre os setores públicos e privados e efetivar atividades de parceria;
  • Acompanhar a revisão do PENT - garantir o Turismo Religioso como produto estratégico;
  • Valorização de locais de atracão turística no território de Ourém,
  • Preparar circuitos de visita e elaborar material de apoio e promoção;
  • Promoção específica de Fátima, em mercados previamente definidos, assente numa estratégia de relações públicas e orientada para a comercialização;
  • Apoiar o esforço de comercialização dos agentes turísticos;
  • Integrar projetos internacionais no âmbito do Turismo Religioso;
  • Apoiar o esforço de internacionalização das empresas;
  • Garantir parcerias e meios de financiamento que permitam a concretização das atividades

GAPAE – Gabinete de Apoio e Promoção da Atividade Empresarial

Centro de Empresas - Piso zero – Loja 35 e 37

Rua Dr. Francisco Sá Carneiro

2490-548 Ourém

Telefone: + 351 911 750 298



publicado por Carlos Gomes às 19:06
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Domingo, 22 de Janeiro de 2012
O LIBERALISMO É ANTISOCIAL, DESUMANO E ANTICRISTÃO!

OPINIÃO

Não é raro as palavras que definem os conceitos serem enganadoras. É o caso de liberalismo que a maioria das pessoas confunde com liberdade e igualdade quando o termo em causa encerra um conceito que está bem longe de ser sinónimo de liberdade e, sobretudo, de igualdade e democracia – o liberalismo mais não pretende do que o poder económico e os privilégios que antes pertenciam à nobreza e à Igreja, para uma nova classe – a burguesia – que reclama ainda a possibilidade de negociar num mercado sem regras sociais nem a intervenção reguladora do Estado.

Trata-se, de um modelo económico e social que nos remete para os tempos em que os jornaleiros eram contratados em dia de feira e aí eram pagos à jorna, sem mais direitos e regalias sociais. Valia-lhes então as normas impostas pela Igreja que mandava suspender o trabalho às avé-marias e observar o descanso ao domingo – Die Domini – em respeito ao Senhor, para se participar na eucaristia dominical e a família ter uma ocasião para se reunir e fortalecer os seus laços espirituais e afetivos.

O liberalismo repudia a democracia e o sufrágio universal, preconizando que apenas os mais capazes – financeiramente, bem entendido! – encontram-se em condições de decidir porque alegadamente são mais inteligentes…

O liberalismo condena a função social do Estado rejeitando a sua função reguladora, não se preocupando com a proteção aos cidadãos mais vulneráveis e menos capazes porque não tem coração e apenas vê o lucro.

O liberalismo é imoral porque não tem em mente o ser humano e a satisfação das suas necessidades elementares. A sua avidez não conhece regras nem normas de conduta moral. O mercado livre que o liberalismo preconiza pressupõe a aquisição de mão-de-obra por tempo indeterminado, sem regulação de preços, horário, natureza de trabalho e outros requisitos, sem direitos a comparticipações sociais e limites de contratação nomeadamente de idade, tudo isto porque em seu entender o Estado não deve intervir nem regular e, caso seja possível, deverá desaparecer! Salvo nos casos de falência das suas empresas e instituições financeiras…

O liberalismo sacrifica o desenvolvimento dos países e povos com economia mais débil à voragem dos países mais desenvolvidos, condenando-os à falência económica ou mesmo à miséria mais ignóbil. O liberalismo fomenta a emigração para melhor explorar os povos e destruir as nações – apela-se à emigração dos portugueses e simultaneamente fomenta-se a imigração de cidadãos de pessoas oriundas de outros países para preencherem postos de trabalho no comércio, indústria, ensino, saúde e até na agricultura, ao mesmo tempo que o seu lugar nos países de origem é ocupado por outras pessoas que ali irão trabalhar em condições ainda menos dignas.

O liberalismo é a ideologia de uma classe que, em meados do século XIX e começos do século XX, extinguiu as ordens religiosas e nacionalizou os seus bens para melhor se apoderar deles, enriquecendo à sua custa e alcançando o poder de forma violenta, à custa do sacrifício das classes mais desfavorecidas que, afinal de contas, foram aquelas que em Outubro de 1910 teimaram em permanecer na barricada da Rotunda enquanto os que vieram a beneficiar da implantação do novo regime – e agora nos sugam o sangue e o suor! – aqueles que entretanto não se suicidaram, ficaram a aguardar comodamente o decorrer dos acontecimentos nos Banhos de S. Paulo

- O liberalismo é antissocial, desumano e anticristão!

As últimas décadas constituem um caminho errático na História de um país com quase nove séculos de existência. Portugal necessita de recuperar o ideal que sempre o norteou e regressar ao seu espaço natural que constitui a comunidade de povos e países lusófonos com os quais sempre partilhou a cultura e tudo. E, sobretudo, necessita de reconstruir um modelo de sociedade mais humana, assente em valores culturais e espirituais e que tenha em consideração a justiça social e o interesse coletivo em detrimento da voracidade dos mercados. Um país onde valha a pena viver – em paz connosco e com os outros povos – e se possa usufruir da segurança e do bem-estar. E, caso não seja pedir muito, um país cujos políticos preocupem-se sobretudo com o bem-estar dos seus concidadãos e o futuro de Portugal!

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 14:54
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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
MUNICÍPIO DE OURÉM PREPARA MEDIDAS DE REFORÇO DO APOIO AO TECIDO EMPRESARIAL DO CONCELHO

A Câmara Municipal de Ourém vai apresentar as medidas de reforço do apoio ao tecido empresarial do Município. A iniciativa terá lugar no próximo dia 27 de Dezembro, em conferência de imprensa a ter lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Atendendo às dificuldades por que passam as empresas e os empresários, numa época de desafios acrescidos, motivados pelas dificuldades económicas, pretende o Município de Ourém reforçar o apoio ao tecido empresarial que, dentro das suas competências, esteja ao seu alcance. Assim, em parceria com a ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima, foi trabalhado um conjunto de medidas de captação de investimento e de reforço do apoio às empresas sedeadas em Ourém.

Neste sentido, e de forma a conjugar recursos entre as entidades foi criado o GAPAE – Gabinete de Apoio e Promoção da Actividade Empresarial.

Por se considerar o Turismo como um sector de desenvolvimento do Município, o GAPAE incidirá parte da sua actividade na estruturação e planeamento de acções potenciadoras do desenvolvimento turístico-empresarial. Neste âmbito são objectivos a promoção internacional de Fátima, bem como o apoio ao esforço de internacionalização das empresas.

Objectivos:

  • Implementar medidas que contribuam para o desenvolvimento do tecido empresarial no Município de Ourém;
  • Definir procedimentos que levem a uma maior articulação entre o Município de Ourém, a ACISO e os empresários;
  • Apoiar estratégias de promoção e captação de investimento.

Medidas:

  1. Instrumentos e medidas de apoio à captação/ fixação de novas empresas
  2. Instrumentos e medidas de apoio às empresas já instaladas
  3. Turismo e promoção internacional - Apresentação do GAPAE – Gabinete de Apoio e Promoção da Actividade Empresarial


publicado por Carlos Gomes às 19:34
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
MOMENTO DECISIVO PARA FUTURO DAS EMPRESAS

Salomé Rafael, Presidente da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, entidade que abrange o Concelho de Ourém, publicou hoje um interessante artigo que reproduzimos com a devida vénia.

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Criar alternativas, novos rumos e modelos de negócio que permitam a sustentabilidade e o crescimento das empresas, é o grande desafio dos nossos dias. Um desafio que se coloca aos empresários, às associações, às estruturas de classe e ao Governo. Como grande motor da economia, as empresas precisam, mais do que nunca, do forte apoio do Governo e de todas as entidades, para se manterem na rota do desenvolvimento e resistirem à crise que o País e o mundo atravessam. Pede-se firmeza e uma linha estratégica objectiva e transparente.

As associações, pelo seu papel de proximidade junto das empresas, são a primeira instituição a quem estas recorrem, e devem ter um papel decisivo no seu auxílio e em alertar as entidades responsáveis sobre as suas maiores dificuldades e preocupações.

No trabalho que a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém tem realizado junto dos seus associados do Ribatejo, identificou três questões fundamentais: o financiamento bancário; o QREN; as dívidas do Estado às empresas.

A ausência de medidas concretas relativamente ao financiamento bancário coloca em risco a sobrevivência de milhares de empresas e, naturalmente, a coesão social. Uma vez que a banca se debate com problemas graves, uma das soluções para permitir o encaixe financeiro das empresas poderá passar pela criação de um fundo de obrigações participantes que permita reforçar a estrutura dos seus capitais permanentes. A sua gestão poderá ficar a cargo da Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua e pelo IAPMEI, não excluindo a banca.

No que se refere ao QREN, sabemos que os regulamentos anteriores não são da responsabilidade dos actuais governantes, mas as novas candidaturas, disponíveis em Novembro, terão um peso importantíssimo. E uma das soluções para alargar a massa de empresas que a estas verbas terão acesso seria incluir aquelas que não são exportadoras mas que mostrem condições para crescer. É importante realçar que as empresas exportadoras representam apenas 17% do nosso tecido empresarial. O secretário de Estado da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, alertou recentemente, num evento organizado pela Nersant, que 15 mil milhões de euros ainda não foram utilizados. Uma soma considerável e que, com critério, pode alavancar a estrutura empresarial portuguesa.

Uma última palavra para a dívida das entidades públicas às empresas - no valor de 2,3 mil milhões de euros - cuja liquidação muito contribuiria para dinamizar e revitalizar a economia.

Sabemos que os tempos exigem contenção. E que as medidas acordadas com a troika obrigam o Governo a assumir responsabilidades. Mas este é um momento-chave. Por isso, exigimos também coragem e concertação. Em nome de todas as associações empresariais, manifesto a nossa disponibilidade para contribuir, junto do Governo, com soluções positivas e empreendedoras, que permitam o crescimento do nosso tecido empresarial.

Salomé Rafael, in Diário de Notícias. http://www.dn.pt/inicio/default.aspx

Foto: Rádio Hertz, in http://www.radiohertz.pt/



publicado por Carlos Gomes às 14:20
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Terça-feira, 6 de Setembro de 2011
ECONOMIA PORTUGUESA ESTÁ À BEIRA DO PRECIPÍCIO

osservat3

Vaticano: Jornal oficial diz que economia está à «beira do precipício» e noticia terceiro pacote de ajuda a Portugal.

Artigo de primeira página no Osservatore Romano prenuncia «nova tempestade» depois de compras de dívida soberana pelo BCE

Lisboa, 06 Set. 2011 (Ecclesia) – O jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, refere na edição de hoje que a economia está “à beira do precipício” e que a compra de divida soberana realizada nas últimas semanas pelo Banco Central Europeu (BCE) prenuncia mais complicações.

“Segundo os analistas do Barclays, na semana passada o BCE teria aumentado para 15 mil milhões de euros as aquisições de títulos de estados dos países da União Europeia em dificuldade”, quantia que se junta aos 6,65 mil milhões da semana precedente, “sinal que uma nova tempestade está a chegar”.

No artigo de primeira página intitulado “À beira do precipício”, o jornal refere que “a crise económica está a entrar numa nova fase”, perante a probabilidade de uma “recessão global” que atingirá “uma vez mais as populações mais débeis”.

A edição de 5-6 de Setembro informa também que a União Europeia autorizou o pagamento da terceira parte da ajuda ao Governo de Portugal, no seguimento do cumprimento das medidas de austeridade impostas pelos financiadores.

Para o Executivo de Bruxelas a aplicação dos programas de recuperação está no bom caminho, segundo os relatórios da troika da União Europeia, BCE e Fundo Monetário Internacional (FMI), acrescenta o Osservatore Romano.

O novo pacote, “esperado por Lisboa entre o fim de Setembro e Outubro totaliza 11.5 mil milhões de euros, dos quais 7.6 cedidos pela União Europeia e 3.9 pelo FMI”, indica o jornal da Santa Sé, acrescentando que a ajuda destas entidades vai chegar aos 78 mil milhões de euros.

RM

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/



publicado por Carlos Gomes às 13:43
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2011
CDU organiza debate em Ourém

debate ouremCDU-22052011



publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
SÉRGIO RIBEIRO DEBATE SITUAÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA DO PAÍS

O Dr. Sérgio Ribeiro proferiu esta tarde uma conferência acerca da situação económica e financeira que o país actualmente atravessa. A iniciativa foi da União dos Reformados e Pensionistas da Banca (UBR) e teve lugar nas instalações da Casa do Alentejo, em Lisboa.

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As origens do Fundo Monetário Internacional no contexto do final da Segunda Guerra Mundial com vista ao estabelecimento de uma nova ordem económica mundial, o fomento das relações de dependência dos países através dos empréstimos, o confronto entre os modelos económicos socialista e capitalista durante a guerra fria e a situação em que actualmente nos encontramos foram os principais tópicos abordados e que serviram de mote para o debate que se seguiu.

Perante as pessoas presentes, não deixou de sublinhar as contradições do actual modelo económico e alertar para a situação de armadilha que resulta das condições em que são efectuados os actuais empréstimos depois de, durante décadas, ter-se promovido a destruição das estruturas produtivas do nosso país.

A título de curiosidade, lembrou que é indevidamente que se passou a celebrar o dia 9 de Maio em virtude de ter sido nesse dia anunciado o propósito da criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) quando a Europa antes havia celebrado o seu dia a 8 de Maio como o dia da vitória sobre a Alemanha nazista.

DrSergioRibeiro 066



publicado por Carlos Gomes às 17:17
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
SÉRGIO RIBEIRO CONVERSA HOJE SOBRE "50 ANOS DE ECONOMIA E MILITÂNCIA"

O Dr. Sérgio Ribeiro encontra-se hoje, às 18h30, na Biblioteca-Museu República e Resistência, na Cidade Universitária, para conversar acerca do seu livro “50 anos de economia e militância”. A dinamizar esta tertúlia estarão também Herberto Goulart e Ricardo Oliveira.

O ciclo de tertúlias “Conversas com livros” prossegue no dia 27 de Abril em torno do livro “Sindicalismo na Revolução de Abril, de Américo Nunes.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e é uma parceria das Edições Avante.



publicado por Carlos Gomes às 00:10
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Sexta-feira, 15 de Abril de 2011
SÉRGIO RIBEIRO CONVERSA SOBRE "50 ANOS DE ECONOMIA E MILITÂNCIA"

O Dr. Sérgio Ribeiro vai estar presente no próximo dia 20 de Abril, pelas 18h30, na Biblioteca-Museu República e Resistência, na Cidade Universitária, para conversar acerca do seu livro “50 anos de economia e militância”. A dinamizar esta tertúlia estarão também Herberto Goulart e Ricardo Oliveira.

O ciclo de tertúlias “Conversas com livros” prossegue no dia 27 de Abril em torno do livro “Sindicalismo na Revolução de Abril, de Américo Nunes.

A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e é uma parceria das Edições Avante.



publicado por Carlos Gomes às 11:37
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