Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Domingo, 26 de Maio de 2019
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ASSINALA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

Em virtude de ocorrerem durante o dia de hoje as eleições para o Parlamento Europeu, o folclore português assinalou ontem o seu Dia Nacional. As comemorações centraram-se nas instalações da Sede da Federação do Folclore Português, sitas em Arcozelo, no concelho de Vila Nova de Gaia. Porém, ao longo de todo este fim de semana decorrem atividades alusivas à efeméride que não se confina apenas ao domingo uma vez que os grupos alargam as comemorações ao fim de semana inteiro.

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A nosso pedido, teve a gentileza de concedermos um resumo da sua intervenção do discurso que ontem proferiu nas comemorações do Dia Nacional do Folclore Português, o qual temos o maior prazer em levar ao conhecimentos dos nossos leitores.

“Comemoramos, hoje, o Dia Nacional do Folclore Português – uma grande conquista da FFP no seu desígnio cívico de valorização deste campo da cultura nacional junto da sociedade portuguesa. A FFP antecipou as cerimónias oficiais para o dia 25 de maio por haver eleições para o parlamento europeu no dia 26 (domingo).

Não obstante, neste fim de semana, os folcloristas portugueses são chamados a celebrar, por todo o território nacional, aquilo que faz de nósportugueses: o nosso património material e imaterial, as nossas memórias coletivas e as nossas identidades que, cumulativamente, nos moldaram e transformaram numa nação tão única… tão ímpar.

Neste fim de semana especial, de norte a sul do país, nas regiões autónomas e na diáspora, os folcloristas portugueses são chamados a exaltar a nossa cultura e a nossa tradição. Foram chamados… e aceitaram o desafio: desdobram-se, hoje e amanhã, as numerosas ações e atividades comemorativas de tão significativa data por todo o território nacional, numa verdadeira festa da cultura tradicional e popular. Os folcloristas portugueses levam à rua a celebração das identidades lusas para usufruto dos nossos concidadãos. A todos os folcloristas portugueses, dirijo o meu agradecimento por vivenciarem, de forma tão valedoira, algo que nos é tão inestimável.

Espero, sinceramente, que todos os folcloristas encontrem neste dia renovada força para manter as nossas tradições vivas para as futuras gerações. Bem haja a todos!

Cumprimentos para si Carlos.

Daniel Café”



publicado por Carlos Gomes às 11:54
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Quinta-feira, 2 de Maio de 2019
MUNICÍPIO DE OURÉM APROVA APOIO FINANCEIRO AO RANCHO FOLCLÓRICO VERDE PINHO

O Executivo aprovou um protocolo de colaboração entre o Município de Ourém e o Rancho Folclórico Verde Pinho, com vista à remodelação das instalações desta associação, sediada em Carvalhal do Meio, Rio de Couros.

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O protocolo prevê que a autarquia assuma um apoio financeiro até 8.470 euros, correspondente a 70% do valor total previsto para a intervenção na sede do rancho, tendo sido deliberado na Reunião da Câmara do passado 28 de abril.

O Rancho Folclórico Verde Pinho é um emblema da União de Freguesias de Rio de Couros e Casal dos Bernardos e do próprio concelho de Ourém, tendo a sua atividade dedicada ao folclore infantil e adulto há largos anos.

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publicado por Carlos Gomes às 14:21
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Quinta-feira, 28 de Março de 2019
OURÉM: RANCHO FOLCLÓRICO "OS MOLEIROS DA RIBEIRA" VAI FAZER A SESTA

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publicado por Carlos Gomes às 10:46
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Domingo, 24 de Março de 2019
SOB A ÉGIDE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS – GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

Reitor do Santuário apelou à “urgência da conversão para a comunhão com Deus”

Na homilia da Missa deste domingo, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional do Folclore Português, o reitor do Santuário exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus

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Na Missa deste III Domingo da Quaresma, que integrou a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português, o reitor do Santuário, padre Carlos Cabecinhas, apresentou a Quaresma como tempo favorável para ”reorientar a vida para Deus”, assumindo a urgência da conversão, com vista à comunhão com Deus.

A partir do Evangelho, onde “Jesus convida à urgência da conversão de vida” e “rejeita a causalidade entre pecado e o castigo”, o sacerdote apresentou o desejo comunhão com Deus como o centro da preocupação da vida de um cristão.

O presidente da celebração apresentou, depois, a parábola da figueira, relatada na Palavra, como uma “ilustração das oportunidades que Deus concede para a conversão”, sublinhando a “abertura de esperança” apresenta no relato.

“Esta parábola, onde se sublinha a paciência e a bondade de Deus, apesar do seu tom ameaçador, tem uma nota de esperança: Jesus confia que a nossa resposta ao Seu apelo à conversão seja positiva e produza frutos”, fez notar o padre Carlos Cabecinhas, ao estabelecer um paralelo entre a figueira e o dia-a-dia.

“Pode acontecer que, durante tempo indeterminado, não demos fruto… Mas Deus espera por nós, confia em nós. Esta paciência não é passiva, porque Ele acredita em nós e oferece-nos os meios e o tempo para a nos aproximarmos Dele.”

Na conclusão, o sacerdote apresentou a Mensagem de Fátima como “reforço” deste apelo à conversão e exortou os peregrinos a um esforço urgente e constante de comunhão com Deus.

A celebração, que decorreu na Basílica da Santíssima Trindade, foi participada pelos milhares de peregrinos que integravam a 17.ª Peregrinação Nacional a Fátima da Federação do Folclore Português.

Numa das preces da Oração dos Fiéis, foi pedido por “todos os que defendem o património cultural e etnográfico”. Foi também apresentada uma prece pelas vítimas do ciclone Idai, que afetou milhares de pessoas em Moçambique.

A coleta feita na celebração destinou-se à Cáritas Portuguesa.

Enquanto decorria a Missa, no Recinto de Oração, os cerca de 4 mil participantes na 8.ª Caminhada da Paz percorriam o Recinto de Oração, em direção à Capelinha das Aparições, para cumprir um momento de oração pela paz no mundo, com consagração a Nossa Senhora dos Caminhantes.

Durante a manhã, o grupo fez um percurso de 5 quilómetros pelas avenidas de Fátima, em redor do Santuário, com a tocha da paz, que foi acesa logo pela manhã, na Capelinha das Aparições.

Fonte: https://www.fatima.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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Quarta-feira, 20 de Março de 2019
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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Sexta-feira, 15 de Março de 2019
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE ASSEMBLEIA GERAL

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE ASSEMBLEIA GERAL

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Domingo, 10 de Março de 2019
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 08:54
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019
PORQUE É O FOLCLORE PORTUGUÊS EXCLUÍDO DA PROGRAMAÇÃO TELEVISIVA CONSIDERADA DE “SERVIÇO PÚBLICO”?

Desde os tempos do saudoso Pedro Homem de Melo, o folclore de Portugal foi excluído da programação televisiva, incluindo a que é designada por “serviço público”.

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Não queremos acreditar que os responsáveis pelas diferentes estações televisivas se envergonham do património do nosso povo e que a todos nos identifica. Mas a inexistência de um programa televisivo dedicado à divulgação do nosso folclore decerto não se justificará por falta de etnógrafos e apresentadores qualificados para o efeito.

A abertura da televisiva à iniciativa privada, com o aparecimento de novos canais televisivos, também não veio alterar a situação anteriormente existente.

A oferta caracteriza-se por programas cada vez mais degradantes e que vão contra os nossos valores civilizacionais. E, quando algo é apresentado, apenas serve para ridicularizar as nossas gentes como se de um bando de néscios se tratassem, achincalhar os seus costumes e fazer deles uma espécie de rábula do mais rasca que alguma vez foi representada no Parque Mayer.

A atitude de desprezo pelas tradições do nosso povo por parte da generalidade da comunicação social e, em particular, das estações de televisão, é algo que deve merecer o nosso mais veemente repúdio. E, como cidadãos contribuintes, exigir que a RTP preste um verdadeiro serviço público, deixando de discriminar o folclore português!



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PREPARA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 09:50
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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2019
MANUEL JOÃO BARBOSA: A SUA DEDICAÇÃO À CAUSA DO FOLCLORE É MERECEDORA DA NOSSA MAIS SINCERA HOMENAGEM!

A notícia é do Diário de Notícias e data de 5 de Setembro de 2009. Mas, apesar do tempo decorrido, não podiamos ficar indiferentes. Já na década de 70 do século passado, Manuel João Barbosa deu ao folclore a revista “Folclore” pelo que é mais do que justa esta singela homenagem que deveria servir de mote para o seu reconhecimento por parte de todo o movimento folclórico nacional.

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O caso raro de um jornal que defende o folclore

'Jornal do Folclore' sobrevive  há 13 anos com mais de duas mil assinaturas e o suor e as  palavras de um só homem.

Manuel João Barbosa é uma figura incontornável do folclore, em Portugal. Porque é proprietário, director, repórter, secretário, o faz-tudo do Jornal do Folclore, a única publicação portuguesa especializada. No país? "Não há no País, e creio que em todo o mundo, outra publicação que trate o tema folclore", conta ao DN, a partir de Santarém e entre escalas, como sempre - preparava-se para ir cobrir o Festival Internacional dos Açores.

"Em contacto com responsáveis de muitas formações estrangeiras, a informação que temos é que nenhum país tem qualquer publicação que trate a cultura popular", complementa. O primeiro número do jornal de Manuel João "saiu a 1 de Março de 1996" e, daí para cá, foram mais de "treze anos de publicação regular e ininterrupta".

E por força desta "carolice", como admite, Manuel João é um papa-léguas com "dezenas de milhares de quilómetros por ano". Multiplique-se por 13, então.

Com a ajuda pontual de duas ou três pessoas, Manuel João dirige, faz existir, no fundo, uma publicação com pretensões de, "não só informar", "mas também de formar, procurando oferecer aos grupos de folclore indicações úteis para o desenvolvimento de um trabalho de orientação acertada de representação etnográfica e folclórica".

Um tema difícil num país em que pintar uns trajes e subir o volume dos sistemas de som, normalmente, chega para o objectivo-mor: o aplauso.

Arriscando que o Jornal do Folclore "é um projecto arredado de interesses comerciais", é preciso pagar gráfica, viagens, internet, luz... Como? "[Com] uma considerável rede de assinantes", que ultrapassa as duas mil - o jornal custa 1,50€ por edição (mensal).

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publicado por Carlos Gomes às 22:15
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Sábado, 19 de Janeiro de 2019
PORTAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS INOVA AO SERVIÇO DO FOLCLORE

Na “versão anterior” do Portal do Folclore Português, havia uma página de divulgação e promoção dos programas de rádio (FM/AM ou online) que se dedicassem ao folclore e à música tradicional portuguesa e do folclore, de modo a facilitar o contacto entre os diretores dos Grupos de Folclore e os responsáveis pelos programas.

Nesta nova versão, o Portal do Folclore Português pretende continuar a fazer o mesmo, pelo que solicita e, desde já, se agradece a colaboração de todos no sentido de recolher os dados necessários para a respetiva divulgação que, para o efeito, devem ser enviados (pelos responsáveis pelo programa) para: folclore@folclore.pt:

Nome do programa (eventual link) - Logotipo (se tiver) / página no FB

Breve descrição do programa

Horário de emissão

Nome de apresentador e foto (se possível)

Nome da Rádio (eventual link) - Logotipo (se tiver) / página no FB

Frequência em que emite / Online

A Equipa

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publicado por Carlos Gomes às 15:10
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE "AUREN"

Nesta quadra de Festa, Paz e Harmonia, vimos pelo presente enviar a mensagem de Natal do Sr. Presidente da Direção, Prof. Dr. Daniel Calado Café.

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publicado por Carlos Gomes às 16:35
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONSELHEIROS TÉCNICOS

A Federação do Folclore Português irá reunir em Santarém, durante o próximo fim-de-semana, os Conselheiros Técnicos da instituição.

Esta reunião, que se tem realizado duas vezes por ano, tem permitido ao Conselho Técnico Nacional conhecer mais de perto aquilo que têm sido as dificuldades do trabalho no terreno, o que, permite uma resposta mais rápida e eficaz às questões colocadas.

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Este Encontro reveste-se de especial relevo, pelo facto de coincidir com o final da 2ª fase do processo avaliativo traçado no início deste mandato, sendo que, ao momento, a esmagadora maioria do país tem as grelhas de avaliação já preenchidas, o que, permitirá observar a evolução da qualidade dos Grupos Etnográficos e as ações que poderão ser necessárias tomar para corrigir eventuais desvios àquilo que seria expectável.

De igual forma, será também analisado o resultado do inquérito de satisfação que a direção teve a decorrer durante o mês de novembro, para que aqueles que estão de forma constante no terreno possam colaborar num processo de melhoria que se quer contínuo.

Espera-se, como sempre, que seja um momento de partilha e reflexão para tornar o movimento mais coeso, coerente e com uma imagem mais sóbria.

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publicado por Carlos Gomes às 10:02
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Sábado, 24 de Novembro de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS AVALIA DESEMPENHO DOS GRUPOS FOLCLÓRICOS

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publicado por Carlos Gomes às 09:02
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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
JOVENS FOLCLORISTAS REÚNEM-SE EM VISEU

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Atendendo a que 2018 será o Ano Europeu do Património Cultural, com o objetivo de celebrar a diversidade e a riqueza do património cultural europeu e de sensibilizar os cidadãos para a História e valores europeus, de modo a promover o diálogo intercultural e a coesão social; pretendendo demonstrar as diferentes oportunidades oferecidas pelo património cultural, bem como os desafios que este enfrenta, sugere-se que o tema do Congresso da FFP para jovens folcloristas 2018 seja em torno deste assunto, enquadrado pelos grandes objetivos da promoção da diversidade cultural, do diálogo intercultural e da coesão social, visando chamar a atenção para o papel do património no desenvolvimento social e económico.

Será um momento importante para chamar a atenção não só para as oportunidades que o património cultural, tradicional e popular nos oferece, mas também para os imensos desafios que hoje se nos colocam.

Chegou a hora de te deixar algumas novidades sobre o teu próximo Congresso de Jovens Folcloristas!

O Programa já foi divulgado e tens aqui o lembrete.

Outra das novidades é a forma como te podes inscrever, on-line,

através do link https://goo.gl/forms/bAVbqgmPWCk327XC3

Por isso, não percas tempo, inscreve-te!

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publicado por Carlos Gomes às 09:07
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Terça-feira, 16 de Outubro de 2018
JOVENS FOLCLORISTAS REÚNEM-SE EM VISEU

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Atendendo a que 2018 será o Ano Europeu do Património Cultural, com o objetivo de celebrar a diversidade e a riqueza do património cultural europeu e de sensibilizar os cidadãos para a História e valores europeus, de modo a promover o diálogo intercultural e a coesão social; pretendendo demonstrar as diferentes oportunidades oferecidas pelo património cultural, bem como os desafios que este enfrenta, sugere-se que o tema do Congresso da FFP para jovens folcloristas 2018 seja em torno deste assunto, enquadrado pelos grandes objetivos da promoção da diversidade cultural, do diálogo intercultural e da coesão social, visando chamar a atenção para o papel do património no desenvolvimento social e económico.

Será um momento importante para chamar a atenção não só para as oportunidades que o património cultural, tradicional e popular nos oferece, mas também para os imensos desafios que hoje se nos colocam.

Chegou a hora de te deixar algumas novidades sobre o teu próximo Congresso de Jovens Folcloristas!

O Programa já foi divulgado e tens aqui o lembrete.

Outra das novidades é a forma como te podes inscrever, on-line,

através do link https://goo.gl/forms/bAVbqgmPWCk327XC3

Por isso, não percas tempo, inscreve-te!

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publicado por Carlos Gomes às 13:55
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Terça-feira, 4 de Setembro de 2018
FÁTIMA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:52
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2018
FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

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publicado por Carlos Gomes às 17:25
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2018
FÁTIMA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 11:17
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2018
ALVAIÁZERE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ALARGA PRAZO DE INSCRIÇÃO PARA O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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Estimados dirigentes,

Devido aos inúmeros contactos recebidos dando nota que devido ao período de férias existe alguma dificuldade em fazer chegar as inscrições devidamente preenchidas, vimos pelo presente dar nota do alargamento do prazo de inscrição até dia 02 de Setembro.

Realçamos também, que pelo facto da Câmara Municipal de Gondomar querer preparar um prato regional para o jantar (tripas à moda do porto), devem nas fichas assinalar se pretendem este prato ou a opção (carne assada).

Agradecemos o vosso empenho e participação, contando que até dia 02 de Setembro todos estejam devidamente inscritos.

Após esse prazo não temos qualquer hipótese de aceitar inscrições-

Com os melhores cumprimentos,

Fábio Pinto

Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português

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publicado por Carlos Gomes às 18:23
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2018
GONDOMAR RECEBE ESTE ANO O DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Domingo, 8 de Julho de 2018
TABULEIROS DE TOMAR DESFILARAM ONTEM EM LOURES NO ÂMBITO DO FOLKLOURES’18

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

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O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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Quinta-feira, 28 de Junho de 2018
QUEM É O PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

No dia 11 de Dezembro de 2016, o BLOGUE DO MINHO publicou a notícia em primeira mão: “A lista “A” candidata aos corpos directivos da Federação do Folclore Português acaba de vencer as eleições” para os Corpos Directivos da Federação do Folclore Português. Esta lista foi encabeçada pelo Prof. Doutor Daniel Café que é actualmente o Presidente da Federação do Folclore Português.

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Mas, afinal, quem é o Prof. Daniel Café e qual a sua intervenção cívica para além do cargo que exerce na Federação do Folclore Português?

Daniel Calado Café de seu nome completo, nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. Possui como habilitações académicas o Curso de Música do Pietro Diero Music Conservatory (Canadá); a Licenciatura em línguas e literaturas modernas (Universidade de Lisboa); a Pós-graduação em ciências da educação (Universidade Aberta); o Mestrado em Museologia (Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias – ULHT) e o Doutoramento em museologia social (ULHT).

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Com poucos meses de idade emigrou com sua família para Winnipeg, Manitoba (Canadá) onde, aos 12 anos, teve o primeiro contacto com o folclore português integrando o Portuguese Folk Dancers da Associação Portuguesa de Manitoba.Em 1982, assumiu a responsabilidade de ensaiador do grupo infantil daquela instituição.

Ao regressar a Portugal em 1984, trazendo experiência e participação no campo do folclore português, fundou o Rancho Folclórico de Gouxaria com outros membros da comunidade sendo o sócio número um daquela instituição. Em 1986, fruto a um profundo trabalho de pesquisa e recriação histórica e cultural, o Ranho Folclórico de Gouxaria tornou-se sócio efetivo da Federação do Folclore Português apenas um ano e meio após a sua fundação.

Em 2009, assumiu funções de conselheiro técnico da região do Ribatejo da Federação do Folclore Português.

Em 2012, integrou a direção da FFP tornando-se membro do Conselho Técnico Nacional e Diretor da Zona Centro.

Em 2017 assumiu as funções de Presidente da Direção da Federação do Folclore Português. Enquanto diretor desta instituição, coordenou e foi responsável pela candidatura da FFP para a instauração do Dia Nacional do Folclore Português (comemorado no último domingo de cada mês de maio). Tem vindo a estabelecer diversos contactos e protocolos com outras instituições nacionais (académicas, empresariais, associativas), procurando aumentar a visibilidade institucional da FFP e simultaneamente criar melhores condições para os grupos de folclore desenvolverem a sua atividade cultural.

Foi, ainda, responsável pela organização de diversos congressos, colóquios, debates, mesas redondas e formações de âmbito local, regional e nacional tendo, ainda, participado enquanto orador em diversos projetos de formação.

Em 2015, foi corresponsável pelo lançamento da primeira e única Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português em Portugal, na qual a Federação do Folclore Português e o Instituto Piaget são parceiros.

Entre outros cargos que exerceu, foi Vereador em regime de permanência da câmara municipal de Alcanena com os pelouros da educação, cultura, património, comunicação, juventude, turismo e informação; Vice-presidente do conselho executivo da Escola Dr. Anastácio Gonçalves; Vice-presidente e membro fundador da Academia de Letras e Artes Lusófonas (ACLAL); Vice-presidente Continental para a Europa do Elos Clube Internacional; Coordenador do Conselho Consultivo para a Cultura a e Desporto do Concelho de Alcanena; Presidente do Elos Clube de Alcanena; Coordenador regional do Médio Tejo dos Centros de Qualificação e Educação Profissional (CQEP).

Atualmente, para além da docência, desempenha as funções de Presidente da Federação do Folclore Português; Membro do Conselho Nacional do Associativismo Popular (sendo membro fundador); Presidente do Conselho Técnico Nacional da Federação do Folclore Português; Docente convidado/colaborador da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) no âmbito dos cursos de mestrado e doutoramento da Faculdade de Ciências Sociais, Educação e Administração; Docente adjunto convidado do Departamento de Ciências da Educação e Património do Instituo Piaget e cocoordenador do curso de Pós-graduação em Património Cultural Tradicional e Popular Português; Presidente da direção e membro fundador do Rancho Folclórico de Gouxaria (Alcanena); Vice-presidente da direção e membro fundador da Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo; Vice-presidente do conselho de administração e membro fundador da Fundação Joaquim Silva Fernandes e Presidente do Grupo Coral de Gouxaria (Alcanena).

Publicou, entre outros, “A Igreja de Gouxaria e a Religiosidade Popular Local” (1986); “Magia e Superstições Populares de Alcanena” (1987); “Gouxaria: danças, cantigas e o povo” (1988); “O Romanceiro Alcanenense” (1994). Foi ainda autor da simbologia heráldica das freguesias de Alcanena, Moitas Venda, Malhou, Espinheiro, Minde, Vila Moreira e Monsanto (do Concelho de Alcanena – 2004). Publicou “Contributos para o Estudo do Traje Tradicional e Popular do Concelho de Alcanena” (2005); “Alcanena: um território de transição (re)criador de identidades” (2007); “A Canção da Minha Vila” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2008); “Afonso e os Mistérios da Serra” (livro de literatura infantil sobre património cultural do concelho de Alcanena – 2009). Recentemente, na sequência da conferência que realizou em Loures a convite do Grupo Folclórico Verde Minho subordinado ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”, foi esta palestra editada em livro pelo referido grupo folclórico.

O Prof. Doutor Daniel Café foi ainda autor e responsável por inúmeras exposições das quais enumeramos as seguintes:

- “Trajes tradicionais da Gouxaria” (Gouxaria – 1987);

- “O Curtume e as gentes de Gouxaria” (Gouxaria – 1991);

- “Património cultural gouxariense” (Porto de Mós – 1994);

- “Cem lenços com cem anos no centenário do concelho” (Alcanena – 2015);

- “Xailes, capas e outros agasalhos alcanenenses” (Alcanena – 2016);

- “Jeitos e preceitos do trajar alcanenense” (Alcanena – 2017).

Sem pretender desconsiderar outras personalidades, quem com tão invejável currículo e formação poderia ser mais indicado para exercer as funções de Presidente da Direcção do Folclore Português?

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
FOLCLORE DE PORTUGAL – O PORTAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS POSSUI NOVA IMAGEM GRÁFICA E ESTÁ ALOJADO EM NOVO DOMÍNIO

Prestes a atingir 18 anos de existência, o “Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português” apresenta uma estrutura renovada e uma nova imagem gráfica. Além disso, passou a estar alojado no domínio http://www.folclore.pt/

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Trata-se de um dos poucos e mais antigos portais na internet dedicados ao folclore e à cultura tradicional portuguesa em geral, assim entendido no seu sentido mais abrangente. Por essa razão, é também um espaço rico de acesso a informação muito variada, desde a gastronomia ao calendário agrícola e aos usos, costumes e tradições em geral.

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É seu administrador e fundador o Dr. José Pinto, também ele ligado ao folclore durante muitos anos como dirigente e componente Rancho Folclórico de Vila Real.

Depois de várias décadas apenas reservada para fins militares sob a denominação de ARPANET e, mais tarde, reservada à comunidade científica, começava a Internet a dar os primeiros passos no domínio público e, alguns ranchos folclóricos a aventurarem-se ainda timidamente na utilização destas tecnologias. Por essa altura, o autor destas linhas publicou no jornal “Folclore”, ininterruptamente durante quatro anos consecutivos, a secção “O Folclore na Internet”, dando a conhecer as iniciativas que já se verificavam nesse domínio e incentivando a sua utilização, bem assim a comunicação entre os grupos folclóricos através do correio electrónico.

A adesão foi lenta mas a criação do Portal do Folclore foi, por assim dizer, o passo mais importante para que a Internet passasse a ser uma ferramenta a ser utilizada pelos ranchos folclóricos e de música tradicional O mérito pertence inteiramente ao Dr. José Pinto que, além de criar este espaço, mantém-no durante quase duas décadas e acaba de refrescá-lo com nova imagem gráfica, reestruturando-o e alojando-o em novo domínio com acesso mais facilitado. Valeu a pena!

Transcrevemos a apresentação que é feita no próprio site:

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português foi criado em 1 de Novembro de 2000 e , desde a sua fundação, sempre teve como principais objectivos:

» disponibilizar online conteúdos diversificados sobre temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa (Etnografia, Folclore, etc.): artesanato, gastronomia, literatura popular (provérbios, romanceiro, lendas, …), música popular tradicional, medicina popular, usos, costumes e tradições, e outros considerados úteis;

» incentivar a utilização da Internet por parte de todos os Grupos que se dedicam ao Folclore e à Etnografia de Portugal, criando um “espaço de encontro” para todos aqueles que se assumem na defesa, promoção e divulgação do Folclore Português, em todas as suas formas de expressão e manifestação, criando e dinamizando a “comunidade folclórica no cyberespaço”;

» criar e dinamizar espaços de (in)formação on-line para todos os interessados nos temas e assuntos relacionados com a Cultura Popular Portuguesa, com a colaboração de reputados técnicos nos diversos temas/assuntos;

» criar e dinamizar espaço(s) de debate sobre todos e quaisquer assuntos do interesse dos dirigentes e outros participantes no movimento associativo na área da cultura popular e etnográfica;

» promover o contacto entre os Grupos e os Indivíduos que se dedicam à recolha, registo, estudo, preservação e divulgação do Folclore das diversas “regiões etnográficas” de Portugal, potenciando e facilitando a partilha de experiências, a colaboração e a realização de iniciativas conjuntas, particularmente através da internet e do correio electrónico;

» colaborar na divulgação dos Ranchos Folclóricos e outros Grupos que cultivam a dinamizam as diversas formas de expressão e manifestação folclórica das respectivas “regiões etnográficas“, não só em Portugal, mas também no estrangeiro, disponibilizando online informações diversificadas sobre os Grupos de Folclore e outros: url’s dos respectivos sites, e-mails, contactos, propostas de permutas/intercâmbios, actividades, etc.;

» divulgar as manifestações da Cultura Tradicional do nosso Povo, por forma a que sejam cada vez mais conhecidas e melhor compreendidas;

» promover a transmissão online de Festivais e Encontros de Folclore, a exemplo de experiências já realizadas, e de que é pioneiro o Rancho Folclórico de Vila Real, ou outras actividades consideradas de interesse público;

» assumir-se como a vanguarda de um movimento que leve o “poder político” a reconhecer:

– que a Cultura Popular não pode continuar mais a ser o “parente pobre” da Cultura;

– o trabalho meritório desenvolvido pelos Grupos e Indivíduos que se dedicam ao Folclore, em particular, e à Cultura Popular, em geral;

– a necessidade de a estes Grupos serem disponibilizados recursos suficientes para a prossecução dos respectivos objectivos;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português tem como destinatários principais:

» todos os Grupos e Indivíduos que, de alguma forma, utilizam a internet para divulgarem as diversas manifestações da Cultura Popular Tradicional, particularmente o Folclore, ao mundo!

» as entidades, públicas e privadas, que estão relacionadas com a temática do Folclore;

» quem quer saber mais sobre a Cultura Popular do nosso Povo;

Folclore de Portugal – O Portal do Folclore Português será o que todos nós quisermos que seja, pelo que observações, comentários, sugestões e críticas construtivas serão sempre bem vindas!

Para contactar connosco: folclore@folclore-online.com!

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publicado por Carlos Gomes às 11:20
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2018
FOLCLORE NO OLIVAL É UM FESTIVAL

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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Terça-feira, 29 de Maio de 2018
OURÉM REALIZA NO OLIVAL FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:28
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OURÉM REALIZA NO OLIVAL FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Domingo, 27 de Maio de 2018
COMEMORA-SE HOJE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 04:59
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Sábado, 26 de Maio de 2018
AMANHÃ COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
OURÉM REALIZA NO OLIVAL FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 00:14
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Domingo, 20 de Maio de 2018
ALVAIÁZERE PARTICIPA EM LISBOA NA FESTA DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Alvaiázere deu a conhecer os produtos da região

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. Em prepresentação da nossa região destacamos a Casa do Concelho de Alvaiázere.

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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publicado por Carlos Gomes às 18:17
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Terça-feira, 15 de Maio de 2018
TOMAR RECRIA ROMARIA TRADICIONAL DOS COMEÇOS DO SÉCULO PASSADO

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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS COMEMORA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

A Federação do Folclore Português assinala, o Dia Nacional do Folclore Português, cuja cerimónia de encerramento tem lugar no próximo dia 27 de Maio, pelas 15 horas, no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia-

Da cerimónia constarão alguns discursos de agentes culturais ligados ao Folclore e Etnografia.

Serão homenageadas algumas personalidades que contribuíram para o engrandecimento da causa etnográfica a nível nacional, da FFP em si, e no processo de edificação da sede da FFP, com destaque (para fins informativos) para o Município de Vila Nova de Gaia e o Dr. César Oliveira.

Será também apresentada a nova imagem gráfica da FFP.

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publicado por Carlos Gomes às 19:45
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Sábado, 12 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ASSINALA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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RIO DE COUROS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 08:34
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2018
OLIVAL: MOLEIROS DA RIBEIRA REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:10
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR EM VILA NOVA DE GAIA

XXII Feira Tradicional e Popular. 05 e 06 de Maio. Arcozelo - Vila Nova de Gaia

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços:

praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição. Poderá passar o dia connosco e comodamente almoçar/jantar no recinto.

A área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais;

E a área de representação que será o coração de todo o projeto, com uma programação cultural de representações das feiras d'antanho e os seus vendedores.

A programação cultural da Feira está dividida da seguinte forma

Durante a manhã:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Venda ambulante de flores,regueifas, doces, e a tradicional figura da galinheira.
  • Vendedeiras de peixe frito.

Durante a tarde:

  • Feira Tradicional e Popular
  • Vendedeiras de peixe frito
  • Jogos tradicionais como a malha e a vermelhinha
  • Cantadores ao desafio (no sábado, à viola) 
  • Cantigas de cordel
  • Robertos
  • Várias figuras como o amulador, a aguadeira, o cauteleiro, vendedor de peneiras, peixeiras, ciganas a ler a sina, o vendedor da banha da cobra e muitos outros.

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.

Motivos e novidades não faltam!

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publicado por Carlos Gomes às 18:35
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2018
FOLCLORE JUNTA AMIGOS EM BRAGA

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Terça-feira, 17 de Abril de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA FEIRA TRADICIONAL E POPULAR

A Federação do Folclore Português fará de novo acontecer a Feira Tradicional e Popular, nos próximos dias 5 e 6 de Maio.

Nesta edição a FFP dividirá a Feira em três espaços, a praça de alimentação, que terá inspiração tradicional sem propósitos de reconstituição; a área de jogos tradicionais, onde participantes e visitantes poderão ver e tomar parte num conjunto de jogos tradicionais; e a área de representação que será o coração de todo o projeto, com vendedores, compradores, os robertos, os vendedores de banha da cobra, o amolador, as peixeiras e muito mais figuras que eram próprias da ocasião. 

Feira Rural

Outra das novidades, será a criação de dois momentos de reconstituição (um sábado e outro domingo) onde a área de representação apenas será ocupada por elementos dos Grupos Etnográficos inscritos, sendo que, o público poderá apreciar, do exterior, todo o desenvolver da reconstituição de uma feira.

Deixamos o repto para que todos os folcloristas e curiosos visitem o Parque de Stª. Maria Adelaide, em Arcozelo nos dias 5 e 6 de Maio.



publicado por Carlos Gomes às 18:56
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Segunda-feira, 16 de Abril de 2018
MUNICÍPIO DE ALVAIÁZERE PROMOVE ESPETÁCULO DE MÚSICA TRADICIONAL

O Município de Alvaiázere e a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria vão promover o espetáculo “Encontro de Cantatas e Tocatas de Ranchos Folclóricos”, integrado na iniciativa “Região de Leiria – Rede de Programação Cultural”, operação financiada pelo Programa Operacional do Centro.

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O evento vai realizar-se no dia 22 de abril, pelas 15 horas, em Maçãs de Dona Maria, e contará com a atuação das tocatas e cantatas do grupo Rancho Folclórico Etnográfico da Casa do Povo de Maçãs de Dona Maria e do Rancho Folclórico de Mira D’Aire, bem como dos Amigos da Gaita.

Este espetáculo que procura valorizar a identidade cultural da região integra uma programação mais alargada, da responsabilidade do grupo folclórico local e da Junta de Freguesia de Maçãs de Dona Maria, que tem início no sábado, e que prevê jogos tradicionais, tasquinhas, baile e muita animação.



publicado por Carlos Gomes às 22:08
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Sábado, 14 de Abril de 2018
TOMAR REALIZA MOSTRA INTERNACIONAL DE FOLCLORE

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Quarta-feira, 11 de Abril de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONSELHEIROS TÉCNICOS EM EMCONTRO NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:08
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Quarta-feira, 4 de Abril de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PODE BENEFICIAR DE 0,5% DO SEU IRS

Entre 1 de Abril e 31 de Maio decorrerá o prazo de entrega da declaração de IRS referente a rendimentos auferidos em 2017.

A Federação do Folclore Português, poderá este ano usufruir do benefício de 0.5% do valor que o contribuinte tenha a pagar.

Para que a Federação do Folclore Português possa usufruir deste benefício será necessário que o contribuinte, na sua declaração de IRS inclua o número de Pessoa Colectiva da FFP:

NIF 500 801 878

Estará assim  a apoiar, sem qualquer custo, a actividade da Federação do Folclore Português.

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publicado por Carlos Gomes às 10:36
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Domingo, 18 de Março de 2018
"FESTA DA SESTA" JUNTA OUREENSES NO OLIVAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:11
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Domingo, 11 de Março de 2018
GRUPOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

Mais de uma centena de grupos folclóricos de todo o país rumaram hoje em peregrinação ao Santuário de Fátima. Tratou-se da XVI Peregrinação do Folclore Português, iniciativa organizada pela Federação do Folclore Português.

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Do Minho ao Algarve, incluindo grupos provenientes de algumas comunidades portuguesas no estrangeiro, foram milhares as pessoas que envergaram os seus trajes tradicionais domingueiros e se juntaram em Fátima numa demonstração de fé e tradição, dois traços caraterísticos que marcam a identidade cultural do povo português.

Em virtude das condições atmosféricas que colcoaram constrangimentos ao programa inicialmente estebelecido, os grupos folclóricos foram convidados a dirigirem-se diretamente para a Basílica da Santíssima Trindade, local onde teve lugar a celebração da Eucaristia, presidida pelo Reitor do Santuário de Fátima, Padre Carlos Cabecinhas, a qual foi transmitida em directo através da TVI.

Sem estandartes, placas e outros elementos identificativos para além dos trajes domingueiros, os componentes dos grupos folclóricos assumiram uma atitude de respeito digna de registo numa manifestação de fé religiosa que constitui parte integrante da cultura do nosso povo.

De acordo com o Santuário de Fátima, a iniciativa contou com a participação de 3000 participantes, que integraram 146 grupos inscritos de todas as regiões etnográficas do país à exceção das ilhas. Dois grupos de Andorra e Suiça representam Diáspora.

Fotos: Santuário de Fátima

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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
DE COMO UM RIBATEJANO SE APAIXONA PELO MINHO NUM BAIRRO DE LUANDA

* Crónica de Alfredo de Sousa Tomaz

Poderá parecer estranho o título desta crónica mas compreender-se-á se aceitarmos como uma fatalidade as “voltas que o Mundo dá” e as surpresas que nos reserva.

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Nasci na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, distrito de Santarém, província do Ribatejo. Sou, portanto, ribatejano de nascimento mas de coração tenho várias “naturalidades”.

Era eu ainda uma criança quando o meu pai decidiu partir para Angola no início da década de cinquenta, em busca de melhores condições de vida para si e para os seus. Eu sou o sexto filho de uma prole de nove que precocemente ficou reduzida a oito com a morte da minha irmã mais nova ainda com poucos meses de vida.

Em Luanda vivi toda a minha adolescência no bairro da Praia do Bispo, um bairro geográfica e socialmente dividido em dois. Implantado numa faixa de terra entre as arribas e o mar a sul da fortaleza de S. Miguel e era constituído por casas de dois pisos edificadas em frente ao mar e por outras casas mais modestas, apenas de rés-do-chão, construídas por trás das primeiras. Tanto umas como outras obedeciam a um projecto arquitectónico padrão.

As casas de dois pisos, mais bem localizadas, foram construídas pelo Estado para residência dos funcionários públicos, enquanto as mais modestas foram os próprios moradores que as ergueram, como foi o caso de meu pai.

Apesar desta aparente discriminação “geográfico-arquitectónica”, se me é permitido o termo, entre as suas gentes reinava a amizade e a comunhão de interesses, principalmente entre os mais jovens.

A principal característica do bairro era o facto de lá viver gente dos mais variados pontos do país, do Minho a Timor como se dizia na época. Tal facto originou uma mescla de culturas onde cada um, orgulhoso das suas origens, dava a conhecer os usos e costumes das suas terras, principalmente os jogos tradicionais e o folclore. Assim nasceu o Rancho Folclórico da Praia do Bispo, uma espécie de “filial” de Santa Marta de Portuzelo, sob a orientação do maestro José Pedro Martins Coelho, ilustre vianense que além de músico e maestro era também profundo conhecedor do folclore minhoto.

Nunca me senti com jeito para voltear ao som da chula, vira ou gota, mas apaixonado que estava por aquelas alegres danças e cantigas, não perdia um ensaio ou uma actuação do rancho, de que faziam parte um irmão e duas irmãs.

Obrigado maestro Zé Pedro por me ter aberto os olhos e os ouvidos para o Minho. Para minha satisfação sou hoje um minhoto adoptivo pois vivo em Ponte da Barca onde envelheço ao som das concertinas.

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Na fotografia de 1958 vêm-se em pormenor as tais casas de primeiro andar cuja construção se estendeu depois ao longo de toda a avenida como pode ver-se na outra foto. No circulo vermelho a minha casa. Não acredite na legenda. Nunca existiu nenhum paço episcopal naquele local. Existiu sim e ainda lá está, no alto da arriba junto ao palácio presidencial (ao tempo do governador). Dizia-se que antigamente o bispo descia as barrocas com o seu séquito para se ir banhar ao mar e terá vindo daí o nome do local.



publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Sábado, 3 de Setembro de 2016
DEPUTADO MENDES CORREIA EXALTOU EM 1956, NA ASSEMBLEIA NACIONAL, AS VIRTUDES DO FOLCLORE PORTUGUÊS, REFERINDO-SE AO CONGRESSO REALIZADO EM BRAGA

Na sessão de 29 de junho de 1956 da VI Legislatura da Assembleia Nacional, o deputado Mendes Correia falou sobre o Congresso de Etnografia e Folclore que se realizou em Braga naquele ano, exaltando as suas virtualidades e qualidades artísticas. A sessão foi presidida por Albino dos Reis Júnior e secretariada por José Paulo Rodrigues e Alberto Pacheco Jorge.

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O Sr. Mendes Correia: - Sr. Presidente: na sessão de ontem o nosso colega Dr. Alberto Cruz referiu-se, a propósito das impressões que teriam deixado a terra e a gente bracarenses e o Minho em geral nos membros do recente Congresso de Etnografia e Folclore, realizado em Braga, as tradições regionais de hospitalidade e à necessidade de se apoiar o desenvolvimento do turismo naquela província.

Não precisa o nosso colega da minha solidariedade nas aspirações que formulou, e que naturalmente perfilho sem restrições, mas pedi a palavra para, ainda com um mandato que me permite traduzir o sentir de todos os congressistas, sublinhar a hospitalidade e a cortesia que todos encontrámos em Braga e na boa gente do Minho, aproveitando este ensejo para, mais uma vez, salientar o significado nacional e político da assembleia realizada e a importância - nos mesmos aspectos, além do cientifico- de muitas matérias nela versadas e de muitos dos votos finais ali adoptados.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Não trago, evidentemente, a esta Câmara um relato pormenorizado do que foi o Congresso e do que ele representa na vida cultural e social do Pais.

Mas acentuarei que a sua magnitude decorre do tema dos seus relatórios e das suas duzentas comunicações. Esse tema é o povo português, a sua psicologia, as suas tradições, a sua arte, os seus anseios, as suas tendências e as suas capacidades.

Tema que é hoje versado cientificamente, com métodos e técnicas adequados, de maneira sistemática, imparcial e objectiva, e não ao modo antigo, por coleccionadores

a esmo, por simples amadores sem preparação, por devaneadores e fantasistas, com maior ou menor brilho literário, maior ou menor sentimento e entusiasmo, mas numa ausência total, ou quase, de espirito cientifico. Há ainda quem suponha que etnografia e folclore são puras colectâneas amenas de temas pitorescos da vida popular.

Ora, o último Congresso definiu posições nítidas e úteis quanto à natureza dos objectos dessas disciplinas e quanto à maneira de os tratar e utilizar. Pôs em evidência o interesse de certas investigações. Salientou as ligações entre o âmbito das ditas disciplinas e a história, a filosofia, a religião, a arte, a sociologia, a política, a economia, etc. Pôs sobretudo em relevo o valor nacional daqueles estudos.

E a todos foi grato verificar que, a par das contribuições mais singelas sobre um ou outro facto local ou regional, surgiram naquela assembleia teses de conjunto ou de carácter genérico e doutrinário, como as de metafísica, do folclore e da ética dos provérbios populares, tratados pelos reverendos Drs. Bacelar e Oliveira e Craveiro da Silva, da Faculdade Pontifícia de Filosofia, de Braga.

Não faltaram outros elementos universitários e académicos, participantes do Brasil, Espanha e México, os temas mais variados. Mas desejo aqui congratular-me, sobretudo, com o apoio e interesse manifestados ao Congresso, não só por corpos administrativos, como as Camarás Municipais de Braga -a autora da iniciativa e sua grande realizadora-, Viana do Castelo, Santo Tirso e Porto, e algumas juntas de província, mas também por organizações como o Secretariado Nacional da Informação e Cultura Popular, a Mocidade Portuguesa, a Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, etc.

O Governo da Nação, o Governo de Salazar, dispensou ao Congresso o apoio mais expressivo, sendo notáveis os discursos proferidos no mesmo pelos ilustres Ministro das Corporações e Subsecretário de Estado da Educação Nacional.

Verificou-se, assim, este facto altamente consolador: é que de sectores os mais variados da vida nacional, de todos os planos hierárquicos, dos domínios directamente ligados ao assunto como de outros, do Governo ao próprio povo - como o de Braga e como o que participou nos festivais folclóricos então realizados-, houve geral concordância no reconhecimento do vasto e profundo significado da bela iniciativa da Câmara de Braga, e especialmente do seu extraordinário presidente.

Como ó oportuna e confortante tal verificação, precisamente quando nesta Assembleia se está discutindo o Plano de Formação Social e Corporativa, marcando-se o desejo de, abrindo os braços a todos os progressos reais e fecundos, conservar as melhores e mais sãs tradições nacionais!

O Congresso emitiu numerosos votos, como em matéria de ensino, investigação, propaganda, museus, protecção, etc., de assuntos etnográficos e folclóricos. Sublinharei apenas, neste instante, os que dizem respeito às actividades ultramarinas nesse domínio e à recusa ao fado do título, tão correntemente usado, de canção nacional por excelência.
O estudo da etnografia e folclore das populações ultramarinas mereceu ao Congresso uma atenção especial, salientando-se a necessidade dessa matéria nos centros de estudos sociais e políticos e nos novos institutos de investigação cientifica de Luanda e Lourenço Marques, entre as ciências humanas ou sociais.

Quanto ao fado, proclamou-se o inconveniente nacional e folclórico da sua difusão excessiva, quer pela sua proveniência, quer pelo pessimismo e desanimo que traduz, em contradição com as fontes e as manifestações mais autenticas e construtivas da inspiração popular. O fado lembra as guitarras plangentes de Alcácer, não um brado de vitória ou de fé.

Não pretendo negar a beleza de alguns fados, das toadas mais melancólicas, de versos profundamente tristes. Mas não se chame canção nacional por excelência a uma canção folclòricamente tão discutível e tão distinta, em tudo, das belas, joviais e empolgantes canções de que é felizmente tão rico. O autentico folclore nacional.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Vi um dia, num festival folclórico, no Porto, centenas de visitantes estrangeiros, como um só homem, perante uma exibição de ranchos de Viana, erguerem-se a aplaudir e a gritar: «Viva Portugal»! Em vez do fado depressivo, como não hão-de ser estimulantes e gratas para nós, Portugueses, essas manifestações da nossa música popular que tom assim o dom de arrebatar os próprios estrangeiros?

Sem recusar a possibilidade de introdução e adopção de factos novos, ou seja do processo chamado de aculturação pelos etnógrafos e sociólogos, o Congresso pronunciou-se pela definição do facto etnográfico e folclórico como caracterizado por serem tradicionais e de origem espontânea e anónima na alma popular.

A aculturação só pode dar-se quando esta alma lhe é favorável, quando nesta encontra eco, aceitação, concordância psicológica. Nos nossos territórios ultramarinos é do maior interesse o estudo da aculturação das populações nativas sob a influência da cultura que tenho chamado luso-cristã.

Por estas singelas considerações creio ter dado uma ideia da importância nacional e científica do Congresso de Braga. Mas o que sobretudo desejei sublinhar, usando da palavra, foi a gratíssima impressão que congressistas nacionais e estrangeiros trouxeram do convívio, da hospitalidade, da afabilidade, da cortesia, do trato, da doçura, do irradiante poder de simpatia, da boa gente de Braga e do Minho, daquele admirável povo em que se conservam e florescem tantas virtudes tradicionais de suavidade de alma, de bondade, de apego ao lar, de dedicação pelo trabalho, de amor pelo seu berço e de fidelidade aos altos valores espirituais que garantem a perenidade da Pátria e da civilização.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O Orador:-Posso depor com firmeza que na multidão que em avalancha jovial festejava o S. João, na noite de 23, em Braga, não vi senão atitudes simpáticas e dignas. Quem dava involuntariamente um encontrão pedia desculpa.

Ausência de palavrões, de qualquer grosseria, de brutalidade. Bom povo, admirável povo, que a dissolução tendenciosa de outros meios ainda não inquinou nem perverteu.

Tenho a certeza de que a acção de organizações como as que citei manterá indemnes a sua alma e as suas tradições sãs contra a vaga cosmopolita ou exótica de materialismo pretensamente científico e humano que ameaça subverter o que há de melhor e mais luminoso no património moral da nossa civilização. Bom povo de Portugal, porque creio em ti e nos valores espirituais que te animam, creio na eternidade da Pátria.

Tenho dito.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O orador foi muito cumprimentado.



publicado por Carlos Gomes às 15:20
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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016
ALVAIÁZERE: PUSSOS REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:30
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