Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Terça-feira, 12 de Março de 2019
PAN PROPÕE CÓDIGO DE CONDUTA PARA A IMPRENSA RELATIVO À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

PAN pretende a criação de Código de Conduta adequado à cobertura noticiosa de casos de violência doméstica

  • Crime de violência doméstica é um dos crimes com maior grau de incidência em Portugal
  • Estudos indicam que que a desadequada cobertura noticiosa de casos de femicídio está associada a um aumento do número de mortes de mulheres
  • Noutros países já foi criado um código de conduta que visa garantir a adequada cobertura noticiosa de casos de violência de género
  • Convenção de Istambul instiga a comunicação social a definir regras de autorregulação para prevenir a violência contra as mulheres

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresentou hoje uma iniciativa legislativa que pretende a criação de um Código de Conduta adaptado à Convenção de Istambul visando a adequada cobertura noticiosa de casos de violência doméstica impedindo um expectável efeito contágio.

O crime de violência doméstica representa um dos fenómenos criminológicos com maior grau de incidência na sociedade portuguesa, correspondendo a uma realidade transversal a todos os grupos sociais e faixas etárias. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna de 2017, registaram-se em todo o território nacional, 26713 ocorrências (preocupante média de 73 ocorrências/dia). Estamos perante um crime com graves repercussões nos planos pessoal, familiar, profissional e social das vítimas em causa.

A Ciência tem desenvolvido um trabalho de identificação da correlação entre os casos crescentes de perpetração do crime de violência doméstica com a forma como os meios de comunicação social têm vindo a difundir as notícias sobre o homicídio de mulheres em contexto de violência doméstica.

Um estudo internacional identificou, inclusive, que a desadequada cobertura noticiosa de casos de femicídio está associada a um aumento do número de mortes de mulheres vítimas de violência doméstica nos sete dias após a difusão das notícias, verificando-se um efeito mimético (de imitação). Esta tendência parece estar relacionada com a proliferação de mensagens assentes na impunidade dos agressores e nas falhas do sistema.

Um recente estudo pela Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC) concluiu que existe “pouco investimento na problematização deste fenómeno social”, bem como “rigor informativo” na difusão de notícias, o que perpetua “estereótipos das relações de géneros na intimidade”. Por outro lado, identificou-se uma diminuição do número de crimes nos dias imediatamente a seguir à difusão de notícias/reportagens sobre prevenção/intervenção no âmbito da violência doméstica.

Documentadas que estão estas relações, a abordagem mediática dos casos de femicídio deve ser feita com especial cautela e rigor, evitando que se alimente junto das vítimas um sentimento de insegurança e de desproteção e, junto dos agressores, por contraste, uma ideia de tolerância e legitimidade. Sendo que os pareceres públicos de vários especialistas na matéria são unânimes – “a comunicação social não está a cumprir o seu papel pedagógico e está a contribuir para o efeito de mimetização dos crimes”.

Em alguns países da Europa, como é o caso espanhol, foi criado um código de conduta que visa garantir a adequada cobertura noticiosa de casos de violência de género, medida esta perfeitamente alinhada com a Convenção de Istambul (designadamente no artigo 17.º), a qual exorta a comunicação social a definir "(...) diretrizes e regras de autorregulação para prevenir a violência contra as mulheres e reforçar o respeito pela sua dignidade".

“Acreditamos que os órgãos de comunicação social devem repensar as suas práticas em relação a esta matéria, acreditando que eles, tanto ou mais que outros agentes de socialização, podem de facto contribuir para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres”, reforça André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 15:01
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2018
SÃO AS “FAKE NEWS” O NOVO CAMINHO DO JORNALISMO?

Fartos da informação autêntica – embora nem sempre verdadeira! – os leitores da imprensa tradicional e também das redes sociais parece terem virado subitamente para o consumo desenfreado e acrítico das notícias falsas, vulgo “fake news.

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À realidade parecem estar a preferir a mentira e a fantasia, às notícias fabricadas e ao sensacionalismo. E, para quem as produz, o que importa é tão-somente o interesse que elas despertam para as fazer render no mercado publicitário em função das audiências. A notícia – verdadeira ou falsa – virou mercadoria e perderam-se valores éticos do jornalismo. Até recentemente, diríamos que se tratava apenas de propaganda e manipulação…

Para não perder o comboio das novidades, alguma imprensa corre atrás de tudo quanto nas redes sociais dá à costa, mesmo em época de maré baixa. Quem não o fizer arrisca-se a ter de encerrar a edição em papel como recentemente sucedeu a um histórico jornal diário do nosso país, o “Diário de Notícias”. E, tudo leva a crer que em breve outros o seguirão!

Mas, por mais incrível que pareça, a maioria dos consumidores de “fake news” é levada a acreditar nas mais inacreditáveis falsas notícias que lhes apresentam… o excesso de informação e as novas tecnologias apenas têm vindo a contribuir para o embrutecimento das mentalidades!

É importante que continue a existir uma imprensa credível, seja em que suporte for, mas honesta, remando mesmo contra a maré: o blogue AUREN está nesse barco!



publicado por Carlos Gomes às 21:27
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Quinta-feira, 31 de Março de 2016
SANTUÁRIO DE FÁTIMA INSTITUI PRÉMIO JORNALISMO CENTENÁRIO DAS APARIÇÕES DE FÁTIMA

Concurso aberto a todos os profissionais da comunicação social a partir do dia 1 de abril

A partir do dia 1 de Abril, sexta-feira, está aberto o concurso para o prémio de jornalismo, uma iniciativa do Santuário de Fátima no âmbito das celebrações do Centenário das Aparições.

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Designado Prémio Jornalismo Centenário das Aparições de Fátima, tem como objetivo premiar trabalhos de jornalismo, do género “reportagem”, publicados em órgãos de comunicação social, no período entre abril de 2016 e julho de 2017. Estes trabalhos devem ter como objeto o fenómeno Fátima e podem debruçar-se sobre as peregrinações, a mensagem de Fátima, a história, o Santuário, o património, entre outros.

O prémio Jornalismo Centenário das Aparições de Fátima é composto por um júri de sete elementos: Pe. Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima; Carmo Rodeia, diretora do Centro de Comunicação Social do Santuário; Clara Almeida Santos, Vice-Reitora da Faculdade de Letras; Eduardo Cintra Torres, professor auxiliar na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa; Manuel Pinto, responsável pelas disciplinas da área de Jornalismo do Departamento de Ciências da Comunicação do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho; Paulo Agostinho, Editor de Lusofonia e Mundo da agência Lusa; Rogério Santos, professor associado e coordenador da área científica de Ciências da Comunicação na Universidade Católica Portuguesa.
À melhor reportagem é atribuído o prémio “Reportagem do Centenário das Aparições de Fátima”, com uma gratificação, numa cerimónia pública a realizar. Serão ainda entregues menções honrosas.

Este concurso é aberto a todos os profissionais da comunicação social e decorre entre o período de 1 de abril de 2016 e 31 de julho de 2017. A data limite de entrega de candidaturas é de 31 de agosto de 2017, e a deliberação do júri será divulgada no dia 12 de outubro de 2017.



publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2012
SEMANÁRIO “O MIRANTE” ENTREVISTA ESCRITORA CARMEN ZITA FERREIRA

Carmen Ferreira trabalha na Biblioteca de Ourém desde Dezembro do ano passado

A antiga professora que reencontrou crianças e jovens como bibliotecária

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É uma mulher de letras que não pode andar longe dos livros.

Começou por ser professora.

A instabilidade da profissão levou-a ao documentalismo.

Agora é bibliotecária.

Carmen Ferreira não se recorda do primeiro livro que leu mas não esquece o primeiro dia de aulas e do professor Rocha, uma grande influência para a sua paixão pelo mundo das letras e dos livros. Da infância destaca “A Árvore na Casa Oca” de Enid Blyton e as histórias da Dona Redonda como os seus livros preferidos. A bibliotecária na Biblioteca Municipal de Ourém, de 37 anos, tem a certeza que os primeiros anos de escola foram fundamentais para escolher o seu percurso profissional, sempre ligado às letras.

Natural de Ourém Carmen Ferreira licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante Estudos Portugueses. Ainda deu aulas de Português durante um ano a alunos do segundo ciclo e ensino secundário. Confessa que adorava o que fazia e que gostou muito da experiência mas precisava de um emprego que lhe desse segurança. “Não sou pessoa de ficar à espera que me chamem para trabalhar e aquele mês em que não sabia se ia ficar colocada para dar aulas ou não era muito stressante. Por isso decidi investir noutra carreira. Num trabalho mais seguro”, explica a O MIRANTE.

Carmen Ferreira decidiu tirar uma Pós-Graduação em Ciências Documentais e está a realizar o mestrado na mesma área. Depois de dez anos a trabalhar na Câmara de Ourém, onde trabalhava directamente com o executivo municipal, ligada à elaboração de documentos oficiais, Carmen está desde Dezembro do ano passado a trabalhar como bibliotecária. Um trabalho que a completa e realiza.

A Biblioteca Municipal de Ourém tem cerca de 20 mil livros nas suas estantes. Em média, por mês, são requisitados cerca de 300 exemplares. Apesar de estar há pouco tempo a trabalhar como bibliotecária, Carmen Ferreira tem experiência suficiente para garantir que o funcionamento das bibliotecas mudou muito nos últimos 15 anos. Sobretudo ao nível da organização. As antigas fichas de papel onde estavam catalogados todos os livros deram lugar ao digital. Agora quando é preciso saber onde está um livro basta consultar o computador.

O tipo de utente também mudou. Actualmente as pessoas não vêm à biblioteca apenas para ler. A grande maioria vem para utilizar a internet. Alguns visitam diariamente o espaço para lerem os jornais diários que ali estão ao dispor dos utentes. São os mais velhos quem requisita mais livros mas o público juvenil também tem aumentado nos últimos tempos. Carmen Ferreira explica porquê. “Os professores pedem aos alunos que apresentem um livro por período e os jovens vêm à biblioteca buscar livros que têm que ler nas salas de aula. Alguns fazem-no por obrigação e, nesses casos, escolhem o livro mais fino para não terem tanto trabalho”, conta bem-disposta.

Os livros das autoras Laura Esquivel e Nora Roberts são os mais procurados assim como os que são considerados como estando mais na moda. Há também muitos leitores que procuram os policiais ingleses e americanos. “Os livros em que não conseguimos parar de ler porque queremos saber como vão terminar são os mais procurados”, explica Carmen Ferreira acrescentando que os autores portugueses também são muito solicitados.

Os gostos literários da bibliotecária são um pouco diferentes dos do leitor comum. Émile Zola, Edgar Allan Põe e os portugueses Valter Hugo Mãe e Rui Cardoso Martins estão entre “alguns” dos seus escritores preferidos. Carmen Ferreira não esquece toda a literatura de Fernando Pessoa confessando que Álvaro de Campos é o seu heterónimo de Pessoa preferido.

A equipa de bibliotecárias anda numa roda-viva com a organização de mais uma edição da Feira do Livro que se vai realizar na biblioteca municipal e começa no próximo domingo, 15 de Abril. Além disso, também fazem a promoção de leitura junto dos mais novos com a Hora do Conto. “O nosso objectivo é lançar a sementinha do prazer pela leitura junto dos mais pequeninos. É muito importante incutir o gosto de ler aos mais novos e nota-se que esta iniciativa tem funcionado porque tem havido muita procura nos livros infantis”, conclui.

Fonte: http://semanal.omirante.pt/

 



publicado por Carlos Gomes às 22:01
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
O Agroal, perto de Tomar é uma magnífica estancia de aguas, com cujo desenvolvimento muito locrarão os portadores de certas molestias

- Referiu o jornal “A Capital”, em primeira página, na sua edição de 10 de Fevereiro de 1933, em artigo da autoria do historiador tomarense Vieira Guimarães.

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"Muitas vezes se tem publicado este sugestivo nome, sem explicar a sua significação.Desde há dezenas de anos que se tem empregado, a quando da intensa e extensa propaganda do patriotico e turistico caminho de ferro Tomar-Nazare, o qual, se estivéssemos num país semi-civilizado, já estaria construído, para servido da própria região e do movimento nacional e internacional, cada vez maior, dos amantes de admirar e estudar monumentos de alto valor artístico, como são os de Alcobaça, Batalha e Tomar.

Nessa propaganda de tantos anos, em que a imprensa nos tem ajudado, tão nobre e devotadamente, em favor de causa tão útil e precisa, bastantes vezes temos aludido à preciosa nascente de aguas que tem o nome que acima mencionamos.

Agroal quere dizer campo de agriões e é este lindo nome que o povo do concelho de Tomar dá, há muito tempo, ao pitoresco sítio onde brotam as afamadas águas. Agriões, em festões e festões, nascem a juzante daquela abertura, que deixa sair a água benefica, que se impõe de tal maneira, que deu origem a criar-se esse nome, tão sugestivo para quem atraído pela nossa propaganda, ali vai e sai curado.

Realmente, parece milagroso o que, com essas águas, se tem dado, em relação a doenças de pele e do aparelho gastro-entestinal. Sem que a civilização ali tenha posto qualquer pedra, a não ser umas míseras pocilgas que a avareza humana explora, e sem que, até agora, haja ali uma estrada, a concorrência às águas é tal, que nos afoitamos a dizer que é a estância de águas mais concorrida do País.

Nas que o progresso tem civilizado, encontramos o casino, campos de "tenis" e de "football", o café o animattógrafo sonoro e não sonoro, as avenidas ensombradas e jardins floridos, a par de balneareos servidos pela moderna instrumentagem científica, a serem grande auxiliares das curas que lá se realizam, mas em Tomar, no Agroal, nada existe que ajude a explicar o grande poder terapêutico das famosas águas.

A natureza, ali, é a única a produzir os seus benéficos efeitos pois o banhista só tem por casino a "Gruta dos mrcegos", por campo de "tenis" o esguio campo dos agriões e de "football", uma brava ravina da margem, por café a humilde casa do José Matias; por animatógrafo sonoro, a melopeia da roca romana de regar; por avenidas, os caminhos de cabras; por jardins floridos, as moitas, as urzes e os tojos; e por balneário, a bocarra donde sai a limpida água, que é um consolo para os estômagos e intestinos, sequiosos e doentes, e um terível inimigo para os microbios originarios de cruciantes e teimosas doenças dermatológicas.

De há muito se pediu a concessão dessas águas, que foi dada a um grupo de tomarenses que, por infelicidade, têm vindo a morrer e está, hoje, entregue a cinco senhoras viúvas e a dois cavalheiros, que, pela sua idade avançada, já não têm ânimo para o grande empreendimento que tão valiosa estância requere.

A patriótica Câmara Municipal, que ora rege os destinos de Tomar, meteu ombros à construção da estrada que ligará aquela cidade aos frequentadíssimos banhos e com o dispêndio de 400.000$00, em que é auxiliada pelo Estado, lá a vai abrindo e empedrando. Estamos certos de que, para o verão que vem, já com todas as facilidades e comodidades, se poderá ir, ali, aproveitar a acção benefica da pura e salutarissima ninfa.

Pena é que o génio empreendedor dos portugueses, que tantas e tantas vezes, através dos séculos se tem patenteado em variadíssimas empresas filantropicas, aqui se vá entibiando, deixando de se associar, a fim de fazer a obra, altamente bela, de pôr o Agroal em atraente estado de ser frequentado e livrando a humanidade sofredora de muitas doenças dolorosas dos aparelhos tegumentar e gastro entestinal."

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Um aspecto do Agroal em 1933. Fotos do jornal "A Capital"

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publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2011
EDITORAL PRESENÇA PUBLICA “ATAQUES AO PAPA”

Ataques ao Papa (Paolo Rodari e Andrea Tornielli)

“Ataques ao Papa” é uma das novidades da Editorial Presença que aborda nomeadamente as profecias marianas, principalmente as que se relacionam com o terceiro segredo de Fátima.

Da autoria dos italianos Paolo Rodari e Andrea Tornielli, trata-se de um trabalho de investigação jornalística acerca dos primeiros cinco anos de pontificado de Bento XVI. Para além das profecias marianas, o livro incide ainda em temas polémicos da actualidade como o uso do preservativo e a pedofilia. Com este trabalho de investigação, os autores procuram esclarecer as razões das polémicas que envolvem estes casos e saber se, na realidade, existe ou não uma campanha orquestrada contra a Igreja.



publicado por Carlos Gomes às 10:05
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Terça-feira, 7 de Junho de 2011
VEREADORES DO PSD DE OURÉM PEDEM ESCLARECIMENTO ACERCA DE ALEGADAS PRESSÕES SOBRE O “NOTÍCIAS DE OURÉM”

Na sequência das afirmações produzidas no Editorial do jornal “Notícias de Ourém” do passado dia 20 de Maio segundo as quais, aquele periódico terá sido alvo de pressão política, o Grupo de Vereadores do PSD de Ourém apresentou na reunião da Câmara Municipal que hoje se realizou o pedido de esclarecimento que a seguir reproduzimos.

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PEDIDO DE ESCLARECIMENTO

Ao lermos o Jornal Noticias de Ourém do passado dia 20 de Maio do corrente ano, ficámos muito surpreendidos, com o teor do Editorial dessa mesma edição.

Pelo que lemos ficamos a saber que o Deputado António Gameiro se manifestou contra a orientação do jornal, junto do director do referido semanário.

Tendo em conta que o Sr. Deputado António Gameiro nada tem a ver com este Município, o assunto do dito editorial, nada teria a ver com esta reunião; No entanto, e segundo o director do jornal, o Sr. Deputado fez algumas ameaças veladas, como sejam o castigo ao jornal em termos de eventuais benefícios a atribuir pela Câmara, caso não lhe façam a vontade ou satisfaçam os caprichos.

Se bem pensarmos permitiu-se condicionar o pluralismo e a liberdade de informação de um órgão de comunicação social.

Porque se trata de pessoa que não desempenha qualquer função no executivo municipal, julgamos que em nome da verdade e da transparência, o Sr. Presidente da Câmara já deveria ter tomado uma posição em relação ao que foi dito no referido editorial.

Uma vez que o não fez, os Vereadores do P.S.D. sentem-se no dever de solicitar os necessários esclarecimentos, pois entendem que atitudes deste tipo não são toleráveis por parte de quem não dispõe de qualquer autoridade ou legitimidade para o fazer.

Ourém, 06 de Junho de 2011-06-06

Os Vereadores do P.S.D.



publicado por Carlos Gomes às 16:54
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Sábado, 7 de Maio de 2011
Jornalistas organizam debate sobre a visita de Bento XVI a Portugal

PEREGRINAÇÃO INTERNACIONAL ANIVERSÁRIA DE MAIO 2011

Tarde de 13 de Maio, em Fátima

A iniciativa é de um grupo de jornalistas, liderada pelo jornalista Joaquim Franco, da SIC: realizar em Fátima, um ano após a visita de Bento XVI a Portugal, um debate sobre sobre a viagem pontificia, na perspectiva mediática e de Igreja.

De seguida, a carta-convite de Joaquim Franco, endereçada a todos os interessados em participar.

Caros (as) amigos (as)  

Este mês assinala-se o primeiro aniversário da visita do Papa Bento XVI a Portugal. Após conversa com alguns jornalistas que habitualmente acompanham a temática religiosa, surgiu a ideia de realizar um encontro/debate informal sobre o tema, um ano depois, na perspectiva mediática e de Igreja.

O encontro/debate informal realiza-se no dia 13 de Maio, em Fátima, pelas 15:30, aproveitando a coincidência de ali estarem, nesse dia, muitos jornalistas que se dedicam a este tema. Decorrerá no salão da Casa de N. Sra. do Carmo, onde se realizam habitualmente as conferências de imprensa.

Será uma oportunidade para nos juntarmos informalmente, trocando impressões, ideias e leituras sobre um evento que mobilizou o país mediático.  

Cordiais cumprimentos,

Joaquim Franco



publicado por Carlos Gomes às 19:29
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