Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2018
FILARMÓNICA DE OLIVENÇA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO, DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios.

É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.

Entre os participantes, destaca-se este ano a Filarmónica de Olivenza, em representação daquele território português sob administração de Espanha.

 

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Fundada eml 28 de marzo de 1851 pelo ilustre filántropo oliventino José María Marzal, é a decana das bandas de Extremadura espanhola e uma de las mais antigas de Espanha. Ostenta o privilégio de usar uniforme militar com espachim, concedido nos finais do Século XIX.

Ao longo da sua existência tem obtido importantes prémios e distinções:

– 1er Premio Certamen de Bandas Civiles (Badajoz 1929).

– Diploma de Honor Certamen de Bandas (Cazalla de la Sierra – Sevilla 1929).

– 2º Premio Certamen de Bandas Semana de las Fuerzas Armadas (Badajoz – 1987).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2000).

– 1er Premio Certamen de Bandas “Ciudad de la Música” (Villafranca de los Barros – Badajoz 2001).

– Medalla de Extremadura 2001 por sus más de 150 años ininterrumpidos dedicados a la enseñanza y fomento de la cultura musical. Decreto 119/2001 de 25 de julio JUNTA DE EXTREMADURA.

– 2º Premio Concurso de Bandas Taurinas Féria del Toro (Santarem – Portugal 2003).

– Título de Comendadora de la Orden de “El Miájón de los Castúos” otorgado por el Centro de Iniciativas Turísticas de Almendralejo (2006).

Participou em muitos actos institucionais como a entrega de Medalhas de Extremadura en Mérida (dirigida por Miguel del Barco, autor do hino de Extremadura), na recepção aos Reis de Espanha en Zafra e Badajoz en 1992 o no bicentenário da fundação do Regimento de Castilla 16. Actuou no Teatro López de Ayala de Badajoz como no Gran Teatro de Cáceres. Esteve presente, en 1994 no Festival de Teatro Clásico de Alcántara.

Em 1995 gravou o seu primeiro CD con obras própias dol repertório para bandas e em 1998 o hino para o C.F. Exotremadura conjuntamente com o Coral de Almendralejo. Em 2008 editou o seu segundo CD denominado TOROS EN OLIVENZA, o qual recolhe alguns dos mais belos pasodobles toreiros que se escreveram, incluindo a primera gravação de ANTOÑITO FERRERA, escrito por Antonio Cotolí Ortiz e dedicado ao popular diestro extremenho.

En 2011, actuou como banda convidada na Asamblea Nacional de la Confederación Española de Sociedades Musicales celebrada en Llerena, oferecendo um concerto. A sua presença é frequente em numerosas localidades extremenhas e portuguesas (Alcácer do Sal, Silves, Tomar, Arrentela). Também tem realizado actuações en Barberá del Vallés (Barcelona), EXPO´92 y Realtem es Alcázares (Sevilla), Aracena y Trigueros (Huelva), Algimia de Alfara (Valencia), Cámara de Lobos (Isla de Madeira- Portugal) y Saturnia y Montemerano (Grosetto- Italia).

Desde a sua primeira aparição, é a banda responsável por animar os festejos taurinos na Feria Ibérica del Toro de Olivenza e participa em numerosas ediciones da Feria de San Juan de Badajoz. A Semana Santa oliventina não seria a mesma sem o acompanhamento musical da Filarmónica de Olivença, tendo estado também presente nas de Badajoz, Llerena, Jeréz de los Caballeros y Plasencia.

Pertenece à Federación Extremeña de Bandas de Música, comprotida de forma directa com o desenvolvimento musical da região. Actualmente é dirigida por Salvador Rojo Gamón.

 

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publicado por Carlos Gomes às 23:53
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AGRICULTORES CONCENTRAM-SE EM LISBOA JUNTO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

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publicado por Carlos Gomes às 11:37
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

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O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC.

A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro, e com a colaboração da CMP – Confederação Musical Portuguesa. Agradecemos também o apoio facultado pelo "Recheio" e pelo "Amanhecer", assim como a cobertura e transmissão pela RTP.



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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:36
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2018
PAN QUESTIONA APOIO DO ISCTE-IUL À TAUROMAQUIA

PAN quer saber porque que é que uma instituição pública de ensino superior está a pagar para promover a tauromaquia

  • ISCTE-IUL adjudicou a realização de documentário que elogia a tauromaquia
  • Conhecer os motivos que levaram a instituição universitária a encomendar um documentário de propaganda tauromáquica
  • Iniciativa contraria o sentido humanista e a evolução mental e civilizacional das sociedades

Após ter tido conhecimento de que o ISCTE-IUL, uma instituição pública de ensino superior, financiada pelo Estado, adjudicou, por ajuste direto, a realização de um documentário sobre tauromaquia a uma produtora, o PAN acaba de questionar o Ministério da Educação sobre os motivos que levaram esta instituição a celebrar este contrato sobre um documentário que é um elogio à tauromaquia.

A cláusula primeira do contrato, a que o PAN teve acesso, deixa claro que o documentário não visa uma perspetiva isenta sobre o tema, onde se colocam duas visões distintas de uma mesma realidade, mas da encomenda de um trabalho que serve, com dinheiros públicos, para promover a tauromaquia.

Uma vez que não constam do contrato, nem são públicos, o PAN gostaria de conhecer os motivos que levam uma prestigiada instituição de ensino superior a pagar para promover o setor tauromáquico.

“No respeito pela autonomia das instituições entendemos, no entanto, que esta iniciativa contraria aquilo que a academia devia estimular, o abandono progressivo das tradições anacrónicas e contrárias àquele sentido humanista que vê a cultura como um contributo para nos tornar melhores seres humanos, que caracteriza a evolução mental e civilizacional das sociedades – e que melhor corresponde à sensibilidade contemporânea”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 16:17
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Sábado, 29 de Setembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2018
TOMAR PROMOVE EM LISBOA PRODUTOS DA SUA REGIÃO

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publicado por Carlos Gomes às 09:24
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2018
FREGUESIAS EXTINTAS PODEM SER RESTAURADAS

O Governo vai apresentar em breve à Assembleia da República uma proposta de lei que poderá colocar fim à fusão de freguesias realizada em 2013. O novo mapa autárquico que daí resultará deverá ficar pronto até 2021, ano em que se realizarão as próximas eleições autárquicas.

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Porém, caberá aos autarcas entretanto eleitos a decisão de desagregar as freguesias, o que poderá frustrar o desejo de autonomia de algumas das anteriores freguesias.

A fusão das freguesias foi efectuada com o argumento da necessidade de redução de gastos com a sua manutenção, porém desconhece-se até ao momento os resultados de tal decisão.

Recorde-se que em junho de 2012, foram muitas as freguesias do concelho de Ourém participaram em Lisboa numa grandiosa manifestação de protesto contra aquilo que designavam por “reforma administrativa territorial autárquica”. Muitas dessas freguesias têm agora aqui uma oportunidade de vir a recuperar a sua autonomia.

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publicado por Carlos Gomes às 07:46
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Segunda-feira, 20 de Agosto de 2018
DIA NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS VAI SER COMEMORADO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2018
PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE PORTUGAL NO COMÉRCIO ILEGAL DE MARFIM
  • Investigação recente coloca Portugal no centro do comércio ilegal de Marfim de elefantes recentemente abatidos
  • Universidade de Oxford atesta a ilegalidade da maioria das peças adquiridas no mercado Europeu, incluindo em Portugal
  • As exceções da legislação europeia à proibição global em vigor estão a ser aproveitadas para matar mais animais
  • Mais de 30 mil elefantes são mortos, anualmente, pelos dentes de marfim, numa média de 55 por dia
  • PAN quer saber do conhecimento do Ministério sobre estes dados e sobre a previsão de iniciativas acerca desta situação

No seguimento da recente investigação divulgada pela imprensa internacional, nomeadamente o The Guardian, que coloca países como a Bélgica, Bulgária, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Países Baixos, Espanha, Reino Unido e Portugal no centro do comércio ilegal de Marfim de elefantes recentemente abatidos, o PAN questionou o Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, sobre se o Ministério tem conhecimento desta situação e sobre que medidas adotou ou tenciona adotar sobre esta matéria. 

A organização de ativistas de defesa dos direitos dos animais, entre outras causas, Avaaz, expos em frente à Comissão Europeia, 80 peças de marfim ilegal, adquiridas em dez Estados-membros da União Europeia, incluindo Portugal. Submetidas a estudos na Universidade de Oxford (Reino Unido), 75 por cento das peças foram classificadas como ilegais.

Os ativistas explicam que a legislação europeia permite exceções à proibição global em vigor e que estas falhas na lei estão a ser aproveitadas para matar mais animais. A legislação europeia permite o comércio livre de peças anteriores a 1947 ou das peças que tenham um certificado de origem entre essa data e 1990.

De acordo com os dados públicos desta instituição mais de 30 mil elefantes são mortos, anualmente, pelos dentes de marfim, numa média de 55 por dia.



publicado por Carlos Gomes às 14:32
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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018
PATAV CONVOCA DESFILE EM LISBOA CONTRA TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS PARA FORA DA UNIÃO EUROPEIA

Marcha pela abolição do Transporte de Animais Vivos para Países fora da União Europeia, dia 14 de junho (quinta-feira) às 18h30 Cais do Sodré- Ministério da Agricultura

Dia 14 de junho pelas 18h30

Percurso: Cais do Sodré – Ministério de Agricultura (Lisboa)

A Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos (patav.weebly.com) associa-se ao movimento internacional liderado pela Compassion in the World Farming  que assinala o dia 14 de junho como o dia internacional contra o transporte de animais vivos. Neste dia estão planeadas mais de 100 iniciativas em mais de 30 países diferentes.

A PATAV vai promover uma marcha para apelar à abolição deste meio de transporte que conta com a presença de várias figuras públicas.

Com base nas reuniões já realizadas entre a PATAV e diversos grupos parlamentares, é expectável que sejam promovidas Com base nas reuniões já realizadas entre a PATAV e diversos grupos parlamentares, é expectável que sejam promovidas substanciais alterações à legislação vigente.



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Domingo, 20 de Maio de 2018
ALVAIÁZERE PARTICIPA EM LISBOA NA FESTA DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Alvaiázere deu a conhecer os produtos da região

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. Em prepresentação da nossa região destacamos a Casa do Concelho de Alvaiázere.

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018
A MÁSCARA VOLTA A ENCANTAR BELÉM

DE 17 A 20 DE MAIO VENHA VER OS CARETOS E FOLIÕES

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e algumas novidades, naquela que é uma rara oportunidade anual para conviver de perto com os foliões fora dos seus contextos de origem.

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Durante quatro dias, entre 17 e 20 de maio, o XIII FIMI apresenta estas tradições ancestrais através de uma programação variada que, além da gastronomia, artesanato e concertos, tem como ponto alto o grande desfile da Máscara Ibérica com 30 grupos de máscaras e centenas de participantes.

O desfile arranca no sábado, dia 19, pelas 16h30, e este ano conta com o Boi Tinga, do Brasil e os The Mummers, da Irlanda que se juntam aos grupos estreantes Gigantones e Cabeçudos de Viana do Castelo, Mazcaritos d’Uviéu (Astúrias), Entroido de Samede (Galiza), Merdeiros de Vigo (Vigo) e El Carnaval del Toro Morales de Valverde (Zamora).

Os concertos no Palco Ibérico voltam a trazer ritmos folk de raiz tradicional europeia, combinados com outros elementos de fusão, desta vez com as atuações, no dia 18, dos Bregia (Irlanda) e Oscar Ibáñez & Tribo (Espanha).

Durante o fim-de-semana é a vez dos concertos dos grupos Toques do Caramulo (Portugal), no sábado, e Realejo (Portugal) que encerram o cartaz na tarde de domingo.

Paralelamente ao Festival Internacional da Máscara Ibérica, entre os dias 14 e 18, realizamse, pela primeira vez, ciclos de debates (no Museu Nacional de Arqueologia) e de cinema (na Casa da América Latina), o Festival Popular (do projeto EU-LAC MUSEUS) e a Noite do Museus.

Os caretos vão andar à solta, venha descobri-los em Belém, de 17 a 20 de maio, a partir das 10h30, com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 06:13
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2018
TOMAR LEVA FESTA DOS TABULEIROS A LOURES

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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publicado por Carlos Gomes às 21:49
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Domingo, 29 de Abril de 2018
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 14:18
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Quinta-feira, 26 de Abril de 2018
TOMAR NÃO QUER DIVULGAR EM LOURES A FESTA DOS TABULEIROS

Respondento ao convite formulado pelos organizadores da edição deste ano do FolkLoures – iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures – o Presidente da União das Freguesias de São João Baptista e Santa Maria dos Olivais, sr. Augusto Barros acaba de transmitir que não é possível participar naquele Encontro de Culturas que anualmente reúne as mais diversas representações da cultura popular portuguesa e ainda das comunidades imigrantes. A justificação é a seguinte: “…considerando a logística necessária para a deslocação dos tabuleiros e a indisponibilidade dos pares, em virtude de ser uma altura de férias, não nos é possível participar.”

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Algumas semanas antes e, segundo informação que obtivémos junto dos responsáveis da organização, estes falaram “com a Mordoma das festas dos tabuleiros a qual me indica para falar com a Junta de Freguesia urbana de tomar, ou com a junta de freguesia de Cargueiros, adianta que a festa dos tabuleiros é uma festa religiosa que a não vê através da comissão enquadrada num desfile etnográfico.”

Desconhecemos qual o entendimento que a pessoa em causa tem de etnografia uma vez que esta também estuda a religiosidade popular. Mas, recordamos que não seria a primeira vez que a Festa dos Tabuleiros” iria a Lisboa, uma vez em 1997 se exibiram no Parque Eduardo VII e no Parvilhão Carlos Lopes e, alguns anos mais tarde, na zona de Belém, numa iniciativa promovida pelo Museu de Arte Popular, então sob a orientação da Arquitecta Andreia Galvão, actual Directora do Convento de Cristo, em Tomar.

Qualquer que seja a justificação dada para não promoverem a Festa dos Tabuleiros num dos concelhos mais populosos da periferia de Lisboa, o que a decisão nos parece indicar é que os tomarenses que estão por detrás deste grandioso evento estão a fechar-se no casulo e a arranjar argumentos para não promoverem a festa de Tomar fora de portas quando tal oportunidade lhes é proporcionada. Fazemos votos que, apesar dessa decisão, a Festa dos Tabuleiros continue a ser uma iniciativa grandiosa na nossa região!

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publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018
COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL EM LISBOA SEGUEM PELA AVENIDA DA LIBERDADE

Yanis Varoufakis veio a Portugal participar nas comemorações do 25 de abril em Lisboa

Após vários anos de sucessivo declínio, eis que as comemorações do 25 de abril em Lisboa adquiriram novo fôlego desde a crise e as medidas de austeridade impostas pelo anterior governo. No entanto, a participação de associações sindicais e de moradores, comissões de trabalhadores e movimentos unitários vêm progressivamente cedendo o lugar a toda uma sorte de movimentos políticos identificados com causas alternativas e de contra-cultura, incluindo movimentos feministas, LGBT, ambientalistas, para além dos colectivos anarquistas que durante muitos anos se mantiveram relutantes em relação a estas comemorações. E, não faltou este ano sequer a estelada em representação do independentismo da Catalunha.

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A grande novidade este ano foi a participação de Yanis Varoufakis, o ex-ministro das Finanças da Grécia que acaba de fundar o movimento pan-europeu DiEM25, que desfilou ao lado de Rui Tavares, dirigente do partido Livre. Participaram também o Géneration.s, liderado pelo francês Benoît Hamon, o Alternativet, da Dinamarca, o Bündnis – DiEM25, da Alemanha, o DeMA, de Itália, e o Razem, da Polónia, participarão no desfile.

Também a comunidade brasileira que vive em Lisboa, representada pela Casa do Brasil, saiu à rua em protesto contra a prisão de Lula da Silva e aquilo que consideram ser um golpe. E, como sempre acontece, a Casa do Alentejo trouxe os grupos corais da sua região, fazendo com que o cante e a cultura tradicional alentejana marcassem a su presença nas comemorações do 25 de Abril. E, até ao 1º de Maio, não dá tempo sequer para enrolar as bandeiras, cabendo aos sindicatos a liderança das comemorações do Dia Mundial dos Trabalhadores!

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publicado por Carlos Gomes às 20:12
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
MUSEU DE MARINHA EXPÕE SOBRE A GRANDE GUERRA

O Museu de Marinha vai inaugurar no próximo dia 18 de abril, às 17 horas, uma exposição dedicada à participação da Marinha Portuguesa na I Guerra Mundial, intitulada “A Marinha na Grande Guerra”.

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Com o deflagrar do conflito armado que se generalizou entre as principais potências europeias em 1914, Portugal viu-se perante o desafio de manter uma posição de não-beligerância, assegurando de igual modo a soberania sobre os territórios nacionais. À Marinha Portuguesa competiu a salvaguarda dos interesses do Estado nas águas nacionais, na metrópole e nas colónias, garantindo a defesa e vigilância dos portos, da navegação e das principais vias de comunicação marítima.

E, passados cem anos, o grande desafio da exposição passa por manter a memória de todos aqueles que, em terra e no mar, intervieram e participaram na Grande Guerra, entre 1914 e 1918, alguns inclusive com o sacrifício da própria vida, garantindo dessa forma a defesa de Portugal.

A exposição é temporária e estará em exibição entre 18 de abril e 11 de novembro de 2018. De salientar que a exposição é gratuita, na medida em que visitar a exposição permanente do Museu de Marinha, que custa entre 3,25€ e 6,50€, dará também acesso a visitar a exposição temporária, sem qualquer custo adicional.



publicado por Carlos Gomes às 09:53
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018
MÁSCARA IBÉRICA VAI VOLTAR A ENCANTAR LISBOA!

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e muitas novidades.

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De 17 e 20 de maio, o XIII FIMI irá oferecer uma programação variada com gastronomia, artesanato, concertos, animação de rua, exposições e muito mais.

Este ano o XIII Desfile da Máscara Ibérica acontece no dia 19 de Maio (sábado), pelas 16h30, e contará com a participação de 33 grupos de máscaras de Portugal, Espanha, Brasil e Irlanda.

Na programação do Palco Ibérico, o FIMI volta a trazer os ritmos folk, de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. No dia 18 de maio sobem ao palco os Bregia (Irlanda), seguidos de Oscar Ibáñez & Tribo. Durante o fim-de-semana haverá oportunidade para conhecer as sonoridades dos Toques do Caramulo (Portugal), que atuarão sábado à noite e dos Realejo (Portugal) que fecham este cartaz no domingo à tarde.

De 17 a 20 de Maio venha ver os caretos e foliões em Belém , a partir das 10h30, com entrada livre!

Saiba mais sobre a programação em www.fimi.pt ou em @festivaldamascara.



publicado por Carlos Gomes às 16:29
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Sábado, 3 de Setembro de 2016
DEPUTADO MENDES CORREIA EXALTOU EM 1956, NA ASSEMBLEIA NACIONAL, AS VIRTUDES DO FOLCLORE PORTUGUÊS, REFERINDO-SE AO CONGRESSO REALIZADO EM BRAGA

Na sessão de 29 de junho de 1956 da VI Legislatura da Assembleia Nacional, o deputado Mendes Correia falou sobre o Congresso de Etnografia e Folclore que se realizou em Braga naquele ano, exaltando as suas virtualidades e qualidades artísticas. A sessão foi presidida por Albino dos Reis Júnior e secretariada por José Paulo Rodrigues e Alberto Pacheco Jorge.

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O Sr. Mendes Correia: - Sr. Presidente: na sessão de ontem o nosso colega Dr. Alberto Cruz referiu-se, a propósito das impressões que teriam deixado a terra e a gente bracarenses e o Minho em geral nos membros do recente Congresso de Etnografia e Folclore, realizado em Braga, as tradições regionais de hospitalidade e à necessidade de se apoiar o desenvolvimento do turismo naquela província.

Não precisa o nosso colega da minha solidariedade nas aspirações que formulou, e que naturalmente perfilho sem restrições, mas pedi a palavra para, ainda com um mandato que me permite traduzir o sentir de todos os congressistas, sublinhar a hospitalidade e a cortesia que todos encontrámos em Braga e na boa gente do Minho, aproveitando este ensejo para, mais uma vez, salientar o significado nacional e político da assembleia realizada e a importância - nos mesmos aspectos, além do cientifico- de muitas matérias nela versadas e de muitos dos votos finais ali adoptados.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Não trago, evidentemente, a esta Câmara um relato pormenorizado do que foi o Congresso e do que ele representa na vida cultural e social do Pais.

Mas acentuarei que a sua magnitude decorre do tema dos seus relatórios e das suas duzentas comunicações. Esse tema é o povo português, a sua psicologia, as suas tradições, a sua arte, os seus anseios, as suas tendências e as suas capacidades.

Tema que é hoje versado cientificamente, com métodos e técnicas adequados, de maneira sistemática, imparcial e objectiva, e não ao modo antigo, por coleccionadores

a esmo, por simples amadores sem preparação, por devaneadores e fantasistas, com maior ou menor brilho literário, maior ou menor sentimento e entusiasmo, mas numa ausência total, ou quase, de espirito cientifico. Há ainda quem suponha que etnografia e folclore são puras colectâneas amenas de temas pitorescos da vida popular.

Ora, o último Congresso definiu posições nítidas e úteis quanto à natureza dos objectos dessas disciplinas e quanto à maneira de os tratar e utilizar. Pôs em evidência o interesse de certas investigações. Salientou as ligações entre o âmbito das ditas disciplinas e a história, a filosofia, a religião, a arte, a sociologia, a política, a economia, etc. Pôs sobretudo em relevo o valor nacional daqueles estudos.

E a todos foi grato verificar que, a par das contribuições mais singelas sobre um ou outro facto local ou regional, surgiram naquela assembleia teses de conjunto ou de carácter genérico e doutrinário, como as de metafísica, do folclore e da ética dos provérbios populares, tratados pelos reverendos Drs. Bacelar e Oliveira e Craveiro da Silva, da Faculdade Pontifícia de Filosofia, de Braga.

Não faltaram outros elementos universitários e académicos, participantes do Brasil, Espanha e México, os temas mais variados. Mas desejo aqui congratular-me, sobretudo, com o apoio e interesse manifestados ao Congresso, não só por corpos administrativos, como as Camarás Municipais de Braga -a autora da iniciativa e sua grande realizadora-, Viana do Castelo, Santo Tirso e Porto, e algumas juntas de província, mas também por organizações como o Secretariado Nacional da Informação e Cultura Popular, a Mocidade Portuguesa, a Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho, etc.

O Governo da Nação, o Governo de Salazar, dispensou ao Congresso o apoio mais expressivo, sendo notáveis os discursos proferidos no mesmo pelos ilustres Ministro das Corporações e Subsecretário de Estado da Educação Nacional.

Verificou-se, assim, este facto altamente consolador: é que de sectores os mais variados da vida nacional, de todos os planos hierárquicos, dos domínios directamente ligados ao assunto como de outros, do Governo ao próprio povo - como o de Braga e como o que participou nos festivais folclóricos então realizados-, houve geral concordância no reconhecimento do vasto e profundo significado da bela iniciativa da Câmara de Braga, e especialmente do seu extraordinário presidente.

Como ó oportuna e confortante tal verificação, precisamente quando nesta Assembleia se está discutindo o Plano de Formação Social e Corporativa, marcando-se o desejo de, abrindo os braços a todos os progressos reais e fecundos, conservar as melhores e mais sãs tradições nacionais!

O Congresso emitiu numerosos votos, como em matéria de ensino, investigação, propaganda, museus, protecção, etc., de assuntos etnográficos e folclóricos. Sublinharei apenas, neste instante, os que dizem respeito às actividades ultramarinas nesse domínio e à recusa ao fado do título, tão correntemente usado, de canção nacional por excelência.
O estudo da etnografia e folclore das populações ultramarinas mereceu ao Congresso uma atenção especial, salientando-se a necessidade dessa matéria nos centros de estudos sociais e políticos e nos novos institutos de investigação cientifica de Luanda e Lourenço Marques, entre as ciências humanas ou sociais.

Quanto ao fado, proclamou-se o inconveniente nacional e folclórico da sua difusão excessiva, quer pela sua proveniência, quer pelo pessimismo e desanimo que traduz, em contradição com as fontes e as manifestações mais autenticas e construtivas da inspiração popular. O fado lembra as guitarras plangentes de Alcácer, não um brado de vitória ou de fé.

Não pretendo negar a beleza de alguns fados, das toadas mais melancólicas, de versos profundamente tristes. Mas não se chame canção nacional por excelência a uma canção folclòricamente tão discutível e tão distinta, em tudo, das belas, joviais e empolgantes canções de que é felizmente tão rico. O autentico folclore nacional.

Vozes: - Muito bem!

O Orador:-Vi um dia, num festival folclórico, no Porto, centenas de visitantes estrangeiros, como um só homem, perante uma exibição de ranchos de Viana, erguerem-se a aplaudir e a gritar: «Viva Portugal»! Em vez do fado depressivo, como não hão-de ser estimulantes e gratas para nós, Portugueses, essas manifestações da nossa música popular que tom assim o dom de arrebatar os próprios estrangeiros?

Sem recusar a possibilidade de introdução e adopção de factos novos, ou seja do processo chamado de aculturação pelos etnógrafos e sociólogos, o Congresso pronunciou-se pela definição do facto etnográfico e folclórico como caracterizado por serem tradicionais e de origem espontânea e anónima na alma popular.

A aculturação só pode dar-se quando esta alma lhe é favorável, quando nesta encontra eco, aceitação, concordância psicológica. Nos nossos territórios ultramarinos é do maior interesse o estudo da aculturação das populações nativas sob a influência da cultura que tenho chamado luso-cristã.

Por estas singelas considerações creio ter dado uma ideia da importância nacional e científica do Congresso de Braga. Mas o que sobretudo desejei sublinhar, usando da palavra, foi a gratíssima impressão que congressistas nacionais e estrangeiros trouxeram do convívio, da hospitalidade, da afabilidade, da cortesia, do trato, da doçura, do irradiante poder de simpatia, da boa gente de Braga e do Minho, daquele admirável povo em que se conservam e florescem tantas virtudes tradicionais de suavidade de alma, de bondade, de apego ao lar, de dedicação pelo trabalho, de amor pelo seu berço e de fidelidade aos altos valores espirituais que garantem a perenidade da Pátria e da civilização.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O Orador:-Posso depor com firmeza que na multidão que em avalancha jovial festejava o S. João, na noite de 23, em Braga, não vi senão atitudes simpáticas e dignas. Quem dava involuntariamente um encontrão pedia desculpa.

Ausência de palavrões, de qualquer grosseria, de brutalidade. Bom povo, admirável povo, que a dissolução tendenciosa de outros meios ainda não inquinou nem perverteu.

Tenho a certeza de que a acção de organizações como as que citei manterá indemnes a sua alma e as suas tradições sãs contra a vaga cosmopolita ou exótica de materialismo pretensamente científico e humano que ameaça subverter o que há de melhor e mais luminoso no património moral da nossa civilização. Bom povo de Portugal, porque creio em ti e nos valores espirituais que te animam, creio na eternidade da Pátria.

Tenho dito.

Vozes: - Muito bem, muito bem!

O orador foi muito cumprimentado.



publicado por Carlos Gomes às 15:20
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Sexta-feira, 19 de Agosto de 2016
OURIENSES FAZEM EXCURSÃO À FESTA DO AVANTE

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publicado por Carlos Gomes às 22:27
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Domingo, 14 de Agosto de 2016
TEATRO POLITEAMA LEVA À CENA A PEÇA "AS ÁRVORES MORREM DE PÉ

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publicado por Carlos Gomes às 15:51
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016
TEATRO POLITEAMA ESTREIA A PEÇA "AS ÁRVORES MORREM DE PÉ

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publicado por Carlos Gomes às 08:54
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016
TEATRO POLITEAMA ESTREIA A PEÇA "AS ÁRVORES MORREM DE PÉ

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publicado por Carlos Gomes às 17:32
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Sábado, 2 de Julho de 2016
FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO TERMINA AMANHÃ EM LISBOA

Termina amanhã em Lisboa mais uma edição da Feira Internacional de Artesanato, considerada a maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP, com o apoio do IEFP, e contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República.

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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, atuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das atividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.

Em destaque, estiveram novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Contou ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional que registou o dobro dos participantes em relação ao ano anterior, destacando-se o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e integrando o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

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publicado por Carlos Gomes às 10:42
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Sábado, 25 de Junho de 2016
ARTESANATO E FOLCLORE REPRESENTAM OURÉM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

Engº Rocha de Matos, atualmente Presidente da CE-CPLP, saudou o Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, Ourém, na pessoa da sua Diretora, a Drª Isaura Vieira.

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O folclore de Ourém e da Alta Estremadura marcou hoje a abertura de um dos mais importantes certames nacionais e internacionais dedicados ao artesanato, a Feira Internacional do Artesanato que uma vez mais se realizou nos pavilhões da FIL, no parque das Nações, em Lisboa. Tratou-se da participação do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, um dos mais lídimos representantes do folclore da nossa região.

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Por duas vezes pisou o tabuado para mostrar ao público presente como outrora as nossas gentes se trajavam, cantavam e dançavam. Entre as duas atuações, desfilaram pelos pavilhões rumo ao stand dos “Artesãos de Ourém” que, à semelhança de anos anteriores, também estiveram presentes neste certame com os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos das suas gentes.

Para além de atrair numeroso público ao stand do pavilhão dos “Artesãos de Ourém”, a atuação do “Moleiros” da Ribeira traduziu-se num autêntico momento de confraternização entre conterrâneos e numa verdadeira jornada regionalista das gentes de Ourém.

O Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, assume-se cada vez mais como um verdadeiro embaixador do concelho de Ourém, levando a todo o país os usos e costumes das gentes ourienses e contribuindo desse modo para a divulgação da nossa terra e dos seu património cultural.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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MOLEIROS DA RIBEIRA DANÇAM HOJE EM LISBOA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Quinta-feira, 23 de Junho de 2016
ARTESÃOS OURIENSES EXPÕEM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

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publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Terça-feira, 14 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL E “ROMEIROS” DE OURÉM PARTICIPAM NA FEIRA INTERNACIONAL DE TURISMO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os “Artesãos Oureenses” vão levar à Feira Internacional de Artesanato os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos da nossa região naquele que é considerado um dos maiores certames da especialidade. Pena é que não se verifique uma presença mais evidente de outros artesãos do concelho de Ourém e também na semana de gastronomia tradicional que decorre paralelamente a este evento, dando a conhecer as especialidades da nossa terra. A animar, vão estar presentes o Rancho Folclórico “Moleiros” da Ribeira, do Olival, e o Romeiros – Grupo de Música Tradicional de Ourém.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Domingo, 5 de Junho de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS” DA RIBEIRA, DO OLIVAL E “ROMEIROS” DE OURÉM PARTICIPAM NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

À semelhança de anos anteriores, os “Artesãos Oureenses” vão levar à Feira Internacional de Artesanato os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos da nossa região naquele que é considerado um dos maiores certames da especialidade. Pena é que não se verifique uma presença mais evidente de outros artesãos do concelho de Ourém e também na semana de gastronomia tradicional que decorre paralelamente a este evento, dando a conhecer as especialidades da nossa terra. A animar, vão estar presentes o Rancho Folclórico “Moleiros” da Ribeira, do Olival, e o Romeiros – Grupo de Música Tradicional de Ourém.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

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A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.



publicado por Carlos Gomes às 00:32
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2016
MAIORIA PARLAMENTAR CHUMBA NO PARLAMENTO PROJETO DE LEI DO PAN QUE VISA AFASTAR OS MENORES DE IDADE DOS ESPETÁCULOS TAUROMÁQUICOS

De acordo com o PAN, foram ignorados os compromissos de Portugal assumidos perante o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU

Interesses do negócio tauromáquico sobrepõem-se à defesa dos Direitos Humanos e aos Direitos das Crianças em particular.

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O projeto-lei n.º 181/XIII/1ª do PAN que visa afastar os menores de idade dos espetáculos tauromáquicos foi hoje chumbado com os votos contra do PCP, do CDS, do PS e do PSD, com a abstenção de 11 deputados do PS e um do CDS e com votos a favor do PAN, do BE, do PEV e de 11 deputados do PS.

Para os partidos e deputados que votaram contra a aprovação desta iniciativa legislativa, os interesses do negócio tauromáquico sobrepõem-se à defesa dos Direitos Humanos e aos Direitos das Crianças em particular.

Por todas as bancadas que tiveram liberdade de voto, já existem contudo deputados que querem efetivamente intervir, melhorar e aumentar os esforços para alterar as tradições violentas e fomentar o desenvolvimento civilizacional e educacional da nossa sociedade.

Nos dias 22 e 23 de janeiro de 2014, o Estado português assumiu o compromisso no Alto Comissariado para os Direitos Humanos em Genebra, durante a Sessão de avaliação do Comité dos Direitos da Criança, de proteger as crianças e jovens da "violência da tauromaquia".

No dia 5 de fevereiro de 2014, o Comité dos Direitos da Criança, órgão máximo a nível internacional encarregado de garantir o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança, instou o Estado Português a “adotar as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objetivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e atuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores” bem como a adoção de "medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças".

O Estado português encontra-se em claro incumprimento, sendo incompreensível a posição dos partidos que chumbaram esta iniciativa legislativa, ao ignorar quer as recomendações das Nações Unidas quer os compromissos de Portugal assumidos perante esta Organização, numa demonstração de total inflexibilidade. No caso específico dos maiores grupos parlamentares portugueses, PSD e PS, partidos políticos que se definem como moderados, foi com espanto que assistimos à reprovação de uma lei que pretende acompanhar a evolução ética e civilizacional que a sociedade está a atravessar e a exigir. A este posicionamento juntaram-se o CDS-PP e o PCP.

Não se justifica que na segunda década do Séc. XXI em Portugal possam existir posições partidárias que defendam o endoutrinamento da violência, que permite que as crianças e jovens sejam expostos a situações que podem colocar em risco a sua vida e a sua saúde, física e emocional, contrariando o código do trabalho.

Ocidentais, ou não Ocidentais, todas as culturas integram tradições construtivas e destrutivas. A antiguidade de uma tradição não pode continuar a servir para a justificar. Os valores estéticos e culturais desta atividade, aos quais se associam os festejos comunitários, a elegância, a cor e a tradição podem e devem manter-se, sendo que, se retirarmos a violência perpetrada contra os animais, retiramos o aspeto destrutivo desta tradição e por conseguinte o impacto negativo que a atividade tem nas crianças e jovens.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Sábado, 28 de Maio de 2016
HÁ 90 ANOS, TEVE INÍCIO EM BRAGA A REVOLUÇÃO NACIONAL QUE DERRUBOU A PRIMEIRA REPÚBLICA E ABRIU CAMINHO À INSTAURAÇÃO DO ESTADO NOVO

Passam precisamente 90 anos sobre a data em que um levantamento militar, então denominado por Revolução Nacional, derrubou o regime instaurado dezasseis anos antes e que, ao longo da sua curta existência, se caraterizou por uma grande instabilidade política e uma profunda crise económica.

Entre os protagonistas do movimento que em 1926 instaurou a ditadura militar contavam-se muitos republicanos que antes haviam participado na implantação da República, em 1910 e que apostavam agora na regeneração do próprio regime. Pese embora as semelhanças entre a situação vivida à época e as atuais circunstâncias não constituam mais do que meras coincidências, os acontecimentos que então se viveram não devem deixar de constituir um motivo de reflexão.

“Em 28 de Maio de 1926 ocorre um levantamento militar no norte de Portugal, com o objectivo de tentar repor a ordem no país, que durante os últimos dois anos (desde 1924) está continuamente à beira da guerra civil.

Com um movimento sindicalista completamente controlado por sectores da esquerda anarquista, que provoca incidentes violentos, criam-se condições para a instalação de um regime de terror, em que os assassinatos e os atentados terroristas se sucedem todas as semanas.

A instabilidade política atinge uma situação de pré guerra-civil com confrontos entre unidades militares e com a sublevação de unidades do exército, nomeadamente da aviação do exército (na altura não havia Força Aérea).

A instabilidade generalizada atinge um ponto de ruptura e leva alguns dos principais comandos militares a uma revolta.

A revolução propriamente dita tem origem em Braga, a capital da província do Minho, uma das regiões mais povoadas de Portugal. O comando das operações é assumido pelo General Gomes da Costa, que chega à cidade na noite do dia 27.

A 28 de Maio, uma Sexta-feira é proclamado o movimento militar e inicia-se a movimentação de forças desde Braga para Lisboa. Ao longo do dia seguinte, Sábado, 29 de Maio, unidades militares de todo o país declaram o seu apoio aos militares golpistas, enquanto que em Lisboa a chefia da polícia também adere ao golpe.

Gomes da Costa comanda em Braga as forças do Regimento de Infantaria nº 8.

No entanto, opõem-se-lhe as forças comandadas desde o Porto pelo comandante da III Divisão do exército, Gen. Adalberto Sousa Dias, que manda as suas tropas avançar em direcção a Braga e assumir posições defensivas em Famalicão, a meio caminho entre o Porto e a cidade revoltosa.

Mas no dia seguinte, 29 de Maio, são anunciadas adesões ao golpe por parte de divisões militares com base em Vila Real, Viseu, Coimbra, Tomar e Évora (4ª Divisão), isolando as forças do Porto.

No Domingo, 30 de Maio o comandante da III Divisão anuncia que as suas forças também aderem ao golpe, deixando assim o caminho livre para as tropas de Gomes da Costa que marcham pelo Porto sem oposição.

O governo em Lisboa, verificando não ter qualquer capacidade para controlar a situação, apresenta a demissão ao Presidente da República Bernardino Machado.

Na Segunda-feira dia 31, o poder está formalmente nas mãos de Mendes Cabeçadas, com a resignação oficial de Bernardino Machado, embora nesse mesmo dia ainda ocorra a última sessão da Câmara dos Deputados e do Senado. O palácio de S. Bento, será encerrado na tarde dessa Segunda-feira pela GNR, e só voltará a receber deputados eleitos, 49 anos depois, em 1975.

Na Terça-feira, dia 1 de Junho, quatro dias depois de a coluna de tropas revoltosas ter saído de Braga, encontra-se em Coimbra, onde o líder da revolta militar declara a formação de um triunvirato governativo ao qual presidirá e que será também constituído por Mendes Cabeçadas e Armando Ochoa.

O movimento militar, transforma-se então numa autêntica revolução com a adesão de inúmeros sectores da sociedade portuguesa, desejosos de acabar com o clima de terror e violência que se tinha instalado no país.

No dia 3 de Junho, Quinta-feira, as tropas de Gomes da Costa chegam a Sacavém, e a situação aparece confusa, pois não há exactamente a certeza de quem deverá formar parte do novo governo. Entre as novas figuras, surge a do crucial Ministro das Finanças, um professor de Coimbra, que mais tarde assumirá a chefia do Governo, Oliveira Salazar.

No dia seguinte, Sexta-feira, 4 de Junho, o comando é transferido para a Amadora, onde chegam também forças da 4ª Divisão vindas de Évora.

No dia 7 de Junho de 1926, as várias colunas militares que entretanto se formaram efectuam uma parada militar em Lisboa que serve também como afirmação de força, na qual participam 15.000 homens.

A revolução implantou um regime militar que duraria formalmente até 1933, sendo seguido pela aprovação de uma nova Constituição e pela institucionalização do «Estado Novo», um regime autocrático em parte inspirado no movimento fascista italiano que tinha acabado de despontar em Itália, mas controlado pelos sectores católicos conservadores portugueses.

O regime implantado com a revolução de 28 de Maio, conseguiu recuperar da situação económica absolutamente caótica a que a chamada «República Laica» o tinha feito chegar após o golpe de 5 de Outubro de 1910.

No entanto, embora tivesse recuperado a economia do país, o regime implantado em 28 de Maio de 1926, entrou por sua vez (após o final da II Guerra) num lento processo de apodrecimento que acabaria por conduzir a um outro movimento de contornos idênticos, também dirigido pelos militares em 25 de Abril de 1974, que como o movimento de 28 de Maio, triunfaria por causa do enorme apoio que teve nas ruas.”

Fonte: http://www.areamilitar.net

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016
O ESTADO PORTUGUÊS (AINDA) É LAICO?

“As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto” – Artigo 41º, alínea 4 da Constituição da República Portuguesa

A insistência por parte da Câmara Municipal de Lisboa – visivelmente maior ainda do que da própria comunidade islâmica – na construção de uma mesquita na área da rua da Palma e da rua do Benformoso, junto à Mouraria e ao Largo do Martim Moniz, está a levantar uma grande celeuma que leva inclusivamente a questionar o princípio da laicidade do Estado português.

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Consagra a Constituição da República Portuguesa o princípio da separação da Igreja e do Estado. Porém, o financiamento público de um projeto que prevê a construção de um templo religioso, ainda que envolvendo obras sociais anexas ao mesmo, configura um tratamento privilegiado de uma religião em relação às demais. No caso em apreço, tal discriminação beneficia a religião islâmica que, em Portugal, representa apenas 0,5% da população.

Não é a liberdade religiosa que está em causa quando se questiona tal favorecimento de uma religião relativamente às demais confissões mas o respeito pela observação do princípio constitucional que garante a laicidade do Estado português.

Naturalmente, não vemos os apóstolos da laicidade agora insurgirem-se contra tal discriminação, porventura porque ela vai contra o Cristianismo em geral e a Igreja Católica em particular, desde sempre eleita como inimiga do progresso e como tal, alvo privilegiado das maiores perseguições desde os tempos da expulsão dos jesuítas.

Procuram que se esqueça que, apesar da indiferença dos tempos modernos, a esmagadora maioria dos portugueses professa o Cristianismo como religião, devendo-se a ele em grande medida a nossa matriz cultural e a construção dos alicerces da nossa civilização. E, mais ainda, os seus princípios nunca foram inibidores por parte de povos que se encontravam sob a bandeira portuguesa de professar diferentes religiões, como foram o caso dos muçulmanos na Guiné-Bissau, Índia Portuguesa e Moçambique.

Mas, chegados ao ponto em que um órgão da administração pública – uma autarquia local – coloca em causa o princípio da isenção relativamente às confissões religiosas, importa determinar que, a ser adotado por parte do Estado português uma religião oficial, essa deverá ser o Cristianismo e não outra qualquer porque é a religião maioritária e aquela que corresponde à nossa própria História e ao nosso padrão civilizacional, como é bem representado na bandeira nacional.

- Portugal (ainda) é dos Portugueses!



publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016
FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO É O MAIOR EVENTO NA PENINSULA IBÉRICA DEDICADA AO ARTESANATO

Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.



publicado por Carlos Gomes às 21:33
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Terça-feira, 10 de Maio de 2016
MÁSCARA IBÉRICA ENCANTOU A BAIXA LISBOETA

XI Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI). Mostra das Regiões e da Cultura Tradicional

A XI Edição do Festival Internacional da Máscara Ibérica voltou a trazer a Lisboa a cultura popular que envolve a máscara ibérica e nem a chuva que se fez sentir este fim-de-semana demoveu os muitos caretos e mascarados de marcarem presença na Praça do Rossio.

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Ao longo dos quatro dias de FIMI a programação variada, a grande diversidade cultural, as máscaras e trajes típicos da Península Ibérica, assim como os produtos regionais, artesãos, tertúlias, workshops, exposições, concertos, entre várias outras atrações encantaram o público e surpreenderam os turistas que passaram pelo centro histórico de Lisboa.

A XI Edição do FIMI fica marcada pela vontade, empenho e inabalável dedicação dos grupos de mascarados vindos de Portugal, Espanha e Itália, que brindaram o público com divertidas performances e encantaram pequenos e graúdos.

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O adiamento do XI Desfile da Máscara Ibérica levou ao agendamento de uma concentração de máscaras, que decorreu na Praça do Rossio durante a manha de domingo. Esta alternativa superou as expectativas da organização, garantiu uma forte adesão nesse dia e agradou bastante ao público e aos vários grupos de mascarados, chegando mesmo a ser pedido que esta concentração se mantivesse em edições futuras, a par do grande Desfile da Máscara Ibérica.

Na sexta-feira e no Domingo decorreram também os habituais concertos no Palco Ibérico, com três bandas que surpreenderam o público com a sua versatilidade, talento e original sonoridade. Sexta-feira ficou a cargo da banda mirandesa Trasga e no domingo o palco foi dividido pelos espanhóis Rarefolk e pelos portugueses Fanfarra Kaústika.

O Festival Internacional da Máscara Ibérica é cada vez mais uma referência na mostra da cultura popular ibérica, um evento diferenciado a nível nacional e internacional. Para o próximo ano voltaremos a surpreender e a revelar muitas novidades, tentando sempre superar as expectativas do público, procurando fazer do FIMI uma marca não só a nível ibérico mas também internacional.

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publicado por Carlos Gomes às 18:33
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA TERMINOU EM APOTEOSE

A concentração de máscaras anunciada para a manhã de ontem no Rossio traduziu-se numa autêntica turba de diabos, diabinhos e diabretes aos pulos, a chocalhar e a fazer toda a sorte de diabruras. Ao intenso colorido das máscaras e demais indumentária dos caretos misturou-se uma grande barulheira produzida por chocalhos e o bater de ferros nas enxadas, que por vezes nos remetia para ancestrais ritmos musicais quando a melodia ainda era praticamente inexistente.

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O homem identifica-se e confunde-se com a natureza que o rodeia, seja ela do mundo animal ou vegetal. E, vai ainda mais longe ao acreditar que através dos ritos assegura o processo de criação e a continuidade da vida, nomeadamente através de rituais de fertilidade como os dos cardadores ou o chocalhar das moças. Constitui na realidade um exercício de magia através do qual – o rito – procura celebrar o mito ou seja, a ação criadora dos deuses.

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Este festival procura preservar as tradições pagãs dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem. Galiza, Leão, Zamora, Cáceres, Astúrias, Salamanca e Guadalajara são as regiões do país vizinho que se fazem representar este ano no XI Grande Desfile da Máscara Ibérica.

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E, por pagão – do latim paganus – entenda-se o aldeão, nossos antepassados mais remotos, vendo na natureza que o rodeia e envolve a manifestação suprema do divino, a universalidade de todas as coisas e seres com a qual se deveria estar em comunhão plena. As máscaras e todo o ruído envolvente destinavam-se a afastar os demónios do inverno e a assegurar o perpétuo renascimento da vida, dos vegetais e de toda a criação. Uma crença que persiste através da tradição e em celebrações dissimuladas do Cristianismo cujos ritos absorveu conferindo-lhe nova roupagem.

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Para o próximo ano, as máscaras tradicionais voltam ao Rossio, esperando que então S. Pedro revele maior benevolência de modo a permitir a realização do grandioso cortejo de mascarados.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 21:34
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Sábado, 7 de Maio de 2016
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA DÁ A CONHECER AS INFLUÊNCIAS PAGÃS DA NOSSA CULTURA TRADICIONAL

Apesar da desagradável partida que S. Pedro resolveu pregar-nos em plena Primavera e que levou ao cancelamento do Grande Desfile da Máscara Ibérica pela qual milhares de pessoas ansiavam, o Festival continua no Rossio e amanhã, a partir das 11 horas, haverá concentração dos grupos participantes. E, nem o diabo vai faltar à festa!

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As tendas continuam a receber inúmeros visitantes que aproveitam para apreciar as especialidades gastronómicas de Portugal e Espanha, o seu artesanato, doçaria, vinhos, licores e, como não podia deixar de ser, a tão variada oferta turística cultural.

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Amanhã, prevê-se que o sol venha a irromper de novo triunfante por entre as pesadas nuvens e realce o colorido de um dos mais alegres eventos que todos os anos se realiza em Lisboa – o Festival Internacional da Máscara Ibérica!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 17:17
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
O QUE É O FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA?

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) é um dos diferentes projetos desenvolvidos pela Progestur – Associação para a Promoção, Gestão e Desenvolvimento do Turismo em Portugal, que tem em vista a preservação e divulgação das manifestações de cariz popular associadas à tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem.

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A Progestur é uma associação cultural sem fins lucrativos, cujo lema se baseia na “afirmação da identidade cultural Portuguesa”. Fundada em 2003, tem desde então dedicado o trabalho ao que de mais genuíno e autêntico existe na cultura portuguesa, operando no seu registo, promoção e divulgação.

Esta entidade tem como objetivos Preservar o património cultural português, promover a cultura, artes e tradições nacionais e dinamizar o turismo cultural no país e no estrangeiro, nomeadamente através do desenvolvimento de projetos de turismo cultural, consultoria e estruturação da oferta turística e cultural, preservação e promoção do património imaterial e turismo cultural, organização de eventos, atividades lúdicas, científicas e pedagógicas como workshops, exposições, debates e congressos, produção de conteúdos e edição de livros.

Considerado um dos maiores eventos de cultura ibérica em Portugal e com forte contribuição para a promoção turística, o FIMI é reconhecido como um evento de interesse turístico internacional.

Nos quatro dias do festival mais de 500.000 visitantes de várias nacionalidades visitam o recinto, num evento que desperta forte cobertura mediática, onde se destacam transmissões ao vivo de televisões portuguesas e espanholas.

O FIMI tem muitas mais atrações e atividades que convidam o público a visitar a Praça do Rossio, podendo ainda assistir a concertos de bandas vindas de Portugal e Espanha, que vão atuar no Palco Ibérico.



publicado por Carlos Gomes às 22:48
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ALTERAÇÃO NA PROGRAMAÇÃO – XI FIMI

A Progestur e a EGEAC informa que devido às más condições climatéricas que se vão fazer sentir neste sábado, dia 7 de Maio, seremos obrigados a cancelar o XI Desfile da Máscara Ibérica, agendado para as 16h30.

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Será no entanto realizada uma concentração com os grupos convidados para o desfile, que decorrerá domingo, na Praça do Rossio pelas 11h00 da manha.

O Palco Ibérico também terá algumas alterações, ficando o concerto dos Rarefolk reagendado para domingo às 16h00, seguindo-se a banda portuguesa Fanfarra Káustika às 18h00.

Não perca Domingo, dia 8 de Maio, na Praça do Rossio a grande concentração de máscaras de Portugal e Espanha.



publicado por Carlos Gomes às 22:21
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FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA É UM GRANDIOSO EVENTO DE CARIZ ETNOGRÁFICO

Amanhã realiza-se o tradicional desfile da Máscara Ibérica, com partida da Praça do Município às 16h30

Até ao próximo dia 8 de maio, encontra-se instalada na Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, uma autêntica feira a promover a nossa gastronomia tradicional das mais diversas regiões de Portugal e Espanha, nomeadamente queijos, doçaria, fumeiro, licores e compotas. A isto acrescenta-se o artesanato e a promoção turístico-cultural, com música à mistura, tertúlias, concertos musicais e muita animação de rua.

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Amanhã regista-se o momento alto do Festival Internacional da Máscara Ibérica. Cerca de 30 grupos de Portugal e Espanha, reunindo mais de meio milhar de mascarados, vão desfilar desde a Praça do Município até ao Rossio, atraindo à baixa lisboeta muitos milhares de pessoas. É o Grande Desfile da Máscara Ibérica que já vai na 11ª edição.

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Este festival procura preservar as tradições pagãs dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem. Galiza, Leão, Zamora, Cáceres, Astúrias, Salamanca e Guadalajara são as regiões do país vizinho que se fazem representar este ano no XI Grande Desfile da Máscara Ibérica.

 

A iniciativa é da Progestur – Associação para a Promoção, Gestão e Desenvolvimento do Turismo Cultural em Portugal, em parceria com a EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 21:48
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2016
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA COMEÇOU HOJE EM LISBOA

No próximo sábado realiza-se o grandioso desfile de máscaras, entre a praça do Município e o Rossio

XI Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) de 5 a 8 de Maio | Lisboa, 2016. Mostra de produtos regionais, artesanato e animação. Lisboa vai andar de máscara de 5 a 8 de Maio! Venham descobri-la no Rossio!

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O XI Festival Internacional Máscara Ibérica (FIMI) regressa às ruas de Lisboa entre 5 e 8 de Maio com um programa dinâmico e variado, que inclui uma mostra de artesanato e produtos regionais, promoção turístico-cultural, concertos, música, tertúlias, concurso de fotografia e muita animação de rua.

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Esta iniciativa da PROGESTUR - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural - em parceria com a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural - e Câmara Municipal de Lisboa, decorre na Praça do Rossio e atrai visitantes de várias nacionalidades à baixa lisboeta.

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O ponto alto do FIMI 2016 é o XI Desfile da Máscara Ibérica, que este ano decorre no dia 7 de Maio às 16.30h e conta com a participação de 28 grupos de mascarados, vindos de várias regiões da Península Ibérica, e com mais de 500 participantes.

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A organização do XI Festival Internacional da Máscara Ibérica tem o prazer de convidar a comunicação social a estar presente na conferência de imprensa, que se realiza no dia 6 de Maio às 11.30h, após a abertura evento. Agradecemos a sua confirmação.

A cultura ibérica – património e tradição – a desfilar por Lisboa! De 5 a 8 de Maio a partir das 11h com entrada livre!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:47
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA COMEÇA AMANHÃ EM LISBOA

XI Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) de 5 a 8 de Maio | Lisboa, 2016. Mostra de produtos regionais, artesanato e animação

Lisboa vai andar de máscara de 5 a 8 de Maio! Venham descobri-la no Rossio!

O XI Festival Internacional Máscara Ibérica (FIMI) regressa às ruas de Lisboa entre 5 e 8 de Maio com um programa dinâmico e variado, que inclui uma mostra de artesanato e produtos regionais, promoção turístico-cultural, concertos, música, tertúlias, concurso de fotografia e muita animação de rua.

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Esta iniciativa da PROGESTUR - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural - em parceria com a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural - e Câmara Municipal de Lisboa, decorre na Praça do Rossio e atrai visitantes de várias nacionalidades à baixa lisboeta.

O ponto alto do FIMI 2016 é o XI Desfile da Máscara Ibérica, que este ano decorre no dia 7 de Maio às 16.30h e conta com a participação de 28 grupos de mascarados, vindos de várias regiões da Península Ibérica, e com mais de 500 participantes.

A organização do XI Festival Internacional da Máscara Ibérica têm o prazer de convidar a comunicação social a estar presente na conferência de imprensa, que se realiza no dia 6 de Maio às 11.30h, após a abertura evento. Agradecemos a sua confirmação.

A cultura ibérica – património e tradição – a desfilar por Lisboa! De 5 a 8 de Maio a partir das 11h com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 21:21
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Terça-feira, 3 de Maio de 2016
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA ARRANCA EM LISBOA NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA

XI Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) realiza-se de 5 a 8 de Maio | Lisboa, 2016

Começa já no próximo dia 5 de Maio o Festival Internacional da Máscara Ibérica. O blogue AUREN entrevistou o Dr. Hélder Ferreira, Presidente da Progestur, entidade organizadora do evento.

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A Progestur é uma associação cultural sem fins lucrativos, cujo lema se baseia na “afirmação da identidade cultural Portuguesa”. Fundada em 2003, tem desde então dedicado o trabalho ao que de mais genuíno e autêntico existe na cultura portuguesa, operando no seu registo, promoção e divulgação. Esta entidade tem como objetivos Preservar o património cultural português, promover a cultura, artes e tradições nacionais e dinamizar o turismo cultural no país e no estrangeiro, nomeadamente através do desenvolvimento de projetos de turismo cultural, consultoria e estruturação da oferta turística e cultural, preservação e promoção do património imaterial e turismo cultural, organização de eventos, atividades lúdicas, científicas e pedagógicas como workshops, exposições, debates e congressos, produção de conteúdos e edição de livros.

Considerado um dos maiores eventos de cultura ibérica em Portugal e com forte contribuição para a promoção turística, o FIMI é reconhecido como um evento de interesse turístico internacional.

Nos quatro dias do festival mais de 500.000 visitantes de várias nacionalidades visitam o recinto, num evento que desperta forte cobertura mediática, onde se destacam transmissões ao vivo de televisões portuguesas e espanholas.

Este ano o Desfile da Máscara Ibérica está marcado para o dia 7 de Maio às 16h30 e vai contar com 27 grupos e 500 participantes.

O FIMI tem muitas mais atrações e atividades que convidam o público a visitar a Praça do Rossio, podendo ainda assistir a concertos de bandas vindas de Portugal e Espanha, que vão atuar no Palco Ibérico.

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AUREN Como surgiu a ideia do FIMI e quais os principais objectivos a que então se propuseram?

Hélder Ferreira (Progestur) – O Festival Internacional da Máscara Ibérica, FIMI, acontece pela primeira vez em Lisboa a convite da CML após o lançamento do I volume de “Máscara Ibérica”, no Teatro D. Maria II. Hoje, podemos dizer, que foi após esse dia que se estabeleceu uma parceria entre a CM de Lisboa e a Progestur, que levou a que viéssemos a preparar no ano seguinte, o primeiro desfile e uma grande exposição, sobre o tema da Máscara, que decorreu na estação do Rossio, quando esta se encontrava em obras, e assim disponibilizou o piso térreo para várias exposições, entre elas, a da "Máscara Ibérica" que teve mais de 250.000 visitantes. Depois foi crescendo ano após ano, até atingirmos a dimensão que o FIMI alcançou nos dias de hoje.  

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AUREN – Apesar de se tratar de um Festival da Máscara Ibérica o que pressupõe uma abrangência limitada aos países que fazem parte da Península Ibérica, têm participado nas várias edições representações de outros países europeus. Pretendem com isso alargar a área de representação a tradições semelhantes em toda a Europa?

Hélder Ferreira (Progestur) – Temos convidados em algumas edições alguns (poucos) grupos de fora da Península Ibérica, porque pensamos que veem acrescentar mais valor ao desfile e na maior parte das vezes tratam-se de grupos com quem estamos a desenvolver projetos internacionais. E possível que no futuro o festival, e o desfile em particular, possa vir a apresentar mais grupos de outras proveniências que não só a Península Ibérica, mas para já pensamos em manter este figurino, sendo que estamos nesta altura a debater com a EGEAC o futuro do FIMI. Queremos continuar a crescer, continuar a surpreender mas também cada vez mais a ser uma referência internacional na divulgação do tema "rituais com máscara" e das regiões envolvidas.

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AUREN – Existe um claro predomínio da região de Trás-os-Montes no que à divulgação destas tradições diz respeito no nosso país. Não existirão vestígios de costumes semelhantes noutras regiões do país, mormente no Minho?

Hélder Ferreira (Progestur) – Vestígios sim, mesmo noutras zonas do País, contudo atualmente no Minho não temos conhecimento de rituais que ainda hoje aconteçam, com exceção do "Pai Velho" no Lindoso, que tem características distintas dos rituais presentes no nosso projeto, mas não deixa de ser uma encenação baseada numa máscara. Claro que num enquadramento mais antropológico, podíamos ir bastante mais longe quanto as festividades que nas suas encenações fazem uso da máscara, e nesse caso iriamos falar por exemplo dos farricocos da semana santa de Braga, mas são contextos muito diferentes daqueles que estão na origem dos rituais que trabalhamos que estão mais ligados a cultos agrários, de fertilidade, etc.  

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AUREN – Tem vindo a ser realizados estudos ou pesquisas etnográficas a este respeito?

Hélder Ferreira (Progestur) – A Progestur está mais centrada nesta altura nos estudos e pesquisa que dizem respeito aos rituais que referi anteriormente. É natural que após a conclusão e apresentação dos próximos dois livros sobre a Máscara Ibérica, em parceria com entidades académicas, possamos começar a desenvolver projetos que alarguem todo este campo dos rituais com máscara que há mais de 12 anos temos vindo a trabalhar.

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AUREN – Como encaram as tradições dos cabeçudos e gigantones comparativamente à máscara ibérica?

Hélder Ferreira (Progestur) – Antes de convidarmos os "cabeçudos e gigantones" para participarem no FIMI, tivemos o cuidado de fazer uma análise sobre a origem destas personagens e tive ainda a oportunidade de falar com alguns investigadores, pedindo-lhes mesmo a opinião sobre como viam a participação dos "cabeçudos e gigantones" no desfile da máscara ibérica. De uma forma quase unanime todos estamos de acordo, que apesar de origens distintas, ambas as tradições tem muito em comum, sendo representações que partilham no seu mundo simbólico muitos dos objetivos a que se propõem alcançar.

E um tema que certamente a Progestur irá brevemente debater, se possível inserindo na programação do novo Centro Interpretativo da Máscara Ibérica, recentemente inaugurado em Lazarim, Lamego.

AUREN – Quais as principais novidades que esperam apresentar este ano?

Hélder Ferreira (Progestur) – Tentamos sempre surpreender na programação, tanto no desfile como no palco ibérico e nas atividades que acontecem ao longo dos quatro dias na Praça do Rossio. O FIMI este ano alargou a sua presença ao Teatro da Garagem, onde poderemos ver duas exposições, uma com 30 imagens selecionadas do concurso de fotografia do FIMI16 e outra sobre máscaras originais de artesãos portugueses e que pertencem ao Carlos J. Pessoa. Também no Museu da Marioneta teremos atividades ligadas a máscara. Claro que a força do FIMI continua concentrada na Praça do Rossio, e aqui como disse anteriormente, temos uma forte e variada programação que estou certo vai fazer com que quem venha disfrutar do evento, dê o tempo por bem empregue.

Hélder Ferreira

Progestur



publicado por Carlos Gomes às 10:52
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Quinta-feira, 28 de Abril de 2016
PAN AVANÇA COM PROPOSTAS QUE PEDEM RESTRIÇÕES NOS ESPETÁCULOS TAUROMÁQUICOS

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  • Proibição da utilização de menores de idade em espetáculos tauromáquicos
  • Fim da transmissão de espetáculos tauromáquicos na RTP
  • A transmissão de touradas pela RTP1 foi o principal assunto que motivou queixas dos telespectadores ao provedor
  • Proibição da utilização de dinheiros públicos para financiamento direto ou indireto de atividades tauromáquicas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza avança esta semana com três iniciativas legislativas que pretendem aumentar os esforços para alterar as tradições violentas e as práticas que prejudiquem o bem-estar das crianças e o desenvolvimento civilizacional e educacional da nossa sociedade. A primeira iniciativa pede a proibição da utilização de menores de idade em espetáculos tauromáquicos. A Lei n.º 31/2015, de 23 de Abril, regula o exercício de atividades de artista tauromáquico e auxiliar por crianças menores de 16 e de 18 anos mediante autorização da Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco. Comissão essa que, a par de outras entidades, reconheceu que a atividade tauromáquica “pode colocar em perigo crianças e jovens” (in Circular n.º 4/2009). A Amnistia Internacional emitiu parecer no mesmo sentido. (…)

A segunda iniciativa legislativa pede a proibição da transmissão de espetáculos tauromáquicos na estação televisiva pública. Uma vez que presta serviço público e sendo uma referência enquanto plataforma de comunicação, a RTP deve ter especial atenção aos programas e conteúdos que transmite, pois alcança um número muito elevado de telespectadores. O PAN defende que o serviço público de TV deve evitar conteúdos violentos, sem qualquer valor intelectual ou que incite à discriminação ou outras formas de violência. (…)

Mais recentemente, o provedor do telespectador foi ouvido pela Comissão Parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto sobre o seu relatório de atividades em 2015, onde deu a conhecer que a transmissão de touradas pelo principal canal de serviço público, a RTP1, foi o principal assunto que motivou queixas dos telespectadores ao provedor durante o ano de 2015. Das 14.935 mensagens que recebeu durante o ano de 2015 – mais do dobro das 7111 do ano anterior – 8280 foram sobre touradas, ou seja, 55% do total de queixas anual. (…)

Por último, o PAN volta a abordar a proibição da utilização de dinheiros públicos para financiamento direto ou indireto de atividades tauromáquicas, tema já trazido ao parlamento durante a discussão do orçamento de estado. Estima-se que haja uma despesa pública de cerca de dezasseis milhões de euros com a tauromaquia em Portugal. Dinheiro esse que é proveniente dos impostos de todos os cidadãos e que podia e devia ser investido em áreas que efetivamente contribuam para o desenvolvimento da nossa sociedade como é o caso da educação, saúde ou verdadeira cultura.

Consulte os projetos de Lei aqui:

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=40267

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=40268

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=40266



publicado por Carlos Gomes às 11:54
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:58
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PARTIDO “OS VERDES” REVELA NO PARLAMENTO PREOCUPAÇÕES COM O CONTEÚDO DO PROGRAMA DE ESTABILIDADE

Intervenção do Deputado José Luís Ferreira

Debate sobre o Programa de Estabilidade e Programa Nacional de Reformas

- Assembleia da República, 27 de abril de 2016 –

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Sr. Presidente, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados:

A primeira nota que Os Verdes pretendem registar neste debate, não tem propriamente a ver com o conteúdo dos documentos em discussão, mas sim, com a metodologia, a forma como o Governo desencadeou o processo.

Há de facto uma inversão no método que seria importante que fizesse escola para o futuro.

Se com o Governo anterior o Programa de Estabilidade, era remetido para a União Europeia e só depois de uma espécie de “visto prévio” da europa, é que a discussão na Assembleia da República, tinha lugar, desta vez o Programa de estabilidade é discutido entre nós e só depois seguirá para Bruxelas.

Trata-se de uma inversão que Os verdes consideram importante, não só porque se afirma a defesa da nossa soberania nacional, mas também porque se reforça o respeito pelos portugueses e por aqueles que legitimamente os representam.

Quanto ao conteúdo do Programa de Estabilidade que o governo nos apresenta, como é público ele oferece-nos algumas preocupações, que Os Verdes não podiam deixar de expressar.

Preocupações relativamente à entrada de funcionários públicos na Administração, que é uma matéria que consideramos importante, porque os serviços públicos, na sequência da verdadeira sangria que o Governo anterior decretou, estão completamente esvaziados de recursos humanos o que é ima situação absolutamente incompatível com a urgência em dar resposta às necessidades das populações, que têm direito a serviços públicos de qualidade.

Preocupações ainda, porque este Programa de Estabilidade continua refém dos objetivos e das imposições do Tratado Orçamental, nomeadamente no que diz respeito à redução do défice, continuando por isso a constituir um forte entrave ao desenvolvimento do país.

E preocupações por fim, porque este Programa de Estabilidade continua associado ao Semestre Europeu, que mais não é do que um instrumento para impor austeridade aos Países e colocar quem trabalha a pagar a fatura da irresponsabilidade dos banqueiros.

Há, contudo, nestes documentos, três elementos que Os Verdes consideram da maior importância:

O primeiro, é que este Programa de Estabilidade continua a garantir a recuperação do poder de compra das famílias e mantém o propósito de prosseguir na defesa do Estado Social.

O segundo, e por mais que isso custe ao PSD e ao CDS, este Programa:

Não prevê cortes salarias;

Não prevê aumento de impostos diretos sobre os rendimentos do trabalho;

Não prevê cortes nas reformas e nas pensões, e

Não prevê aumentos do IVA.

E o terceiro, mas não menos importante, é que este Programa apresentado pelo Governo, mantém intacta a posição conjunta que o Partido Ecologista Os Verdes estabeleceu com o Partido Socialista.

Ora, este dado, este elemento, é para nós um facto absolutamente decisivo e determinante para a forma como olhamos para o Programa de Estabilidade que estamos a discutir.

Quanto ao Projetos de Resolução apresentados para discussão, e começando pelo PSD:

Registamos a preocupação com a valorização do território, porque quando discutirmos aqui, por exemplo, a necessidade do regresso das freguesias que o governo PSD-CDS extinguiu, talvez possamos contar com o PSD nesse propósito.

E

Registamos as preocupações do PSD com a área da justiça, porque quando discutirmos a reabertura de tribunais que o Governo anterior encerrou, talvez possamos contar com o PSD nessa batalha.

Sobre as propostas do CDS, que não condenam os documentos, facto que é, aliás reconhecido pelo próprio PSD, dizer o seguinte:

O CDS pretende recomendar ao Governo que não reverta as reformas adotadas nos últimos 4 anos,

Ou seja,

que a taxa do IVA na restauração se mantenha nos 23%.

que se mantenham os cortes salariais,

que se mantenham os valores das taxas moderadoras,

que se mantenham as eliminações dos feriados e

que se mantenha a intenção do Governo anterior de cortar 600 milhões de euros por ano na Segurança Social.

Não, senhores deputados, não estamos de acordo, as pessoas já penaram o suficiente com o Governo de que o CDS fazia parte.

É que os Portugueses, a 4 de Outubro, não manifestaram apenas o desejo de uma mudança de Governo,

Os portugueses exigiram uma mudança real de políticas e aquilo que o CDS pretende é que as políticas deste Governo, sejam afinal as políticas do Governo anterior.

Não. Não pode ser senhores deputados do CDS, os portugueses esperam uma mudança de políticas e não querem o regresso das políticas do Governo anterior.



publicado por Carlos Gomes às 18:12
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FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA: O MAIOR EVENTO DE TURISMO CULTURAL REGRESSA ÀS RUAS DE LISBOA COM A PROGESTUR E A EGEAC

XI Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) de 5 a 8 de Maio | Lisboa, 2016. Mostra de produtos regionais, artesanato e animação

Lisboa vai andar de máscara de 5 a 8 de Maio! Venham descobri-la no Rossio!

O XI Festival Internacional Máscara Ibérica (FIMI) regressa às ruas de Lisboa entre 5 e 8 de Maio com um programa dinâmico e variado, que inclui uma mostra de artesanato e produtos regionais, promoção turístico-cultural, concertos, música, tertúlias, concurso de fotografia e muita animação de rua.

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Esta iniciativa da PROGESTUR - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural - em parceria com a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural - e Câmara Municipal de Lisboa, decorre na Praça do Rossio e atrai visitantes de várias nacionalidades à baixa lisboeta.

O ponto alto do FIMI 2016 é o XI Desfile da Máscara Ibérica, que este ano decorre no dia 7 de Maio às 16.30h e conta com a participação de 28 grupos de mascarados, vindos de várias regiões da Península Ibérica, e com mais de 500 participantes.

A organização do XI Festival Internacional da Máscara Ibérica têm o prazer de convidar a comunicação social a estar presente na conferência de imprensa, que se realiza no dia 6 de Maio às 11.30h, após a abertura evento. Agradecemos a sua confirmação.

A cultura ibérica – património e tradição – a desfilar por Lisboa! De 5 a 8 de Maio a partir das 11h com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 17:31
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