Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018
RIO DE COUROS SOLIDÁRIO COM OS BOMBEIROS DE CAXARIAS

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2018
ESCOLA PROFISSIONAL DE OURÉM – BIG IDEA!

Acreditamos que a Inovação está no ADN dos jovens. E por isso, não há melhor ecossistema do que uma Escola para liderar este processo de os ajudar a aplicar a sua criatividade no mundo de hoje!

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Porque a Escola Profissional de Ourém é uma Escola que vai muito para além das aulas, queremos premiar as melhores ideias. E porque somos uma Escola Profissional, sabemos que a raiz da nossa existência é o mercado de trabalho e por isso queremos focar as ideias nos negócios.

Vamos lançar o desafio a todos os jovens até aos 21 anosdo concelho de Ourém mas também de toda a região onde nos inserimos, de Leiria a Santarém, apelando a que concorram com a sua melhor ideia de negócio, em qualquer área e abrangendo todos os sectores de atividade.

Queremos um concurso à imagem do “Shark Tank”, uma competição avaliada por experientes empresários e investidores, e por isso temos como “padrinho” desta iniciativa Marco Galinha, um dos Tubarões do concurso português da SIC e CEO do Grupo Bel.

A sessão de lançamento terá lugar no dia 4 de Outubro, pelas 15h30, no auditório da Escola Profissional de Ourém, onde será apresentado o concurso, o regulamento da iniciativa, os prémios, e onde os jovens poderão participar numa conversa inspiracional com o empresário Marco Galinha, que apresentará a sua visão empreendedora.

As melhores ideias e mais arrojadas dão prémios, e por isso temos a concurso 2 categorias: ideia mais original e ideia mais comercial.

Fica o convite a todos os jovens: atreve-te a ter uma BIG IDEA!



publicado por Carlos Gomes às 17:36
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2018
ESPOSENDE LEVA 2 MIL IDOSOS A FÁTIMA

O evento tem-se traduzido, nos últimos anos, na realização de um passeio-convívio ao Santuário de Fátima. À semelhança das anteriores edições, o programa integra a Eucaristia, na Basílica da Santíssima Trindade, pelas 12h15, seguida do piquenique nos parques do Santuário, estando o regresso a casa previsto para as 18h30.

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A Festa do Idoso integra o Programa Ativo Mais, desenvolvido no âmbito da Rede Social de Esposende, e é dirigida aos idosos residentes no concelho, com idade igual ou superior a 65 anos, pessoas portadoras de deficiência com autonomia, com idade superior a 35 anos, e pessoas que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social com valência para a terceira idade.

O Programa Ativo Mais proporciona à comunidade sénior do concelho, ao longo de todo o ano e de forma gratuita, um conjunto muito diversificado de atividades de vária índole, contribuindo, de forma efetiva, para a sua qualidade de vida. Além de promover o bem-estar, a inclusão social e o reconhecimento dos idosos na comunidade, este programa permite também fortalecer as parcerias locais, permitindo concertar esforços, otimizar recursos, integrar contributos e complementar a intervenção com vista à promoção de um envelhecimento ativo.

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publicado por Carlos Gomes às 17:39
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Terça-feira, 11 de Setembro de 2018
SENHORA DE FÁTIMA DÁ O NOME A LOCALIDADE DE OURÉM DO PARÁ

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Fátima chegará de sua longa jornada a comunidade do Furo Novo, Ourém, Pará, Amazônia, Brasil, doando seu nome para essa simpática comunidade, que a partir de quinta feira(13/09/2018), com a presença do Cônsul de Portugal, em ato de homologação na Câmara Municipal de Ourém, na mesma data, se tornará Vila de Fátima...

Tudo começou há cerca de 70 anos atrás quando lideranças locais, destacando nomes como seu Rodrigo, seu Dedezinho(ambos já falecidos), Tio Mena e outros das famílias tradicionais Rocha, Lopes e Xavier e é claro, as esposas e demais senhoras de então do lugar, trouxeram uma imagem da Santa dos três pastorinhos de 1 metro, feita em gesso, para ser adotada como padroeira...

Os desígnios celestes não explicam se os pioneiros sabiam das coincindências com o local das aparições em Portugal, e seus nomes, mas o local dista apenas 6 Km da sede do Município, exatamente como Fátima está de Ourém de Portugal...

Por sinal os três pastorinhos nasceram em Ourém de Portugal e que pra nós chamaríamos de "ouremenses", lá oureenses...

A verdade é que hoje sabemos que os pioneiros do Furo Novo, abriram caminho para que a réplica vinda da homônima Fátima de Ourém-Portugal, chegasse num dia 13, como a Virgem de Branco gosta de aparecer, para o seio de sua gente, abençoada, certificada e amada por todo povo católico deste continente...

Que Fátima receba as flores do nosso povo, Amém!...

Arlindo Matos (Ourém – Pará – Brasil)



publicado por Carlos Gomes às 06:53
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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2018
TOMAR COMEMORA 900 ANOS DO NASCIMENTO DE GUALDIM PAIS, MESTRE DA ORDEM DOS TEMPLÁRIOS EM PORTUGAL

Apresentação em Barcelos do programa comemorativo do 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais

O 9.º Centenário do Nascimento de Dom Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo de Portugal, será assinalado com um vasto programa ao qual se associam cinco municípios.

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As Jornadas Gualdinianas realizar-se-ão em Barcelos (22 de setembro), Braga (29 de setembro), Coimbra (6 de outubro), Tomar (13 de outubro) e Vila Verde (20 de outubro).

A apresentação do programa decorrerá amanhã, 4 de setembro, na Sala de Reuniões da Câmara Municipal de Barcelos, às 11h00, com a presença de Armandina Saleiro, Vereadora da Cultura da Câmara de Barcelos, e de Lídia Dias, Vereadora da Cultura da Câmara de Braga.

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QUEM FOI D. GUALDIM PAIS?

Gualdim Pais (1118-1195)

Gualdim Pais nasceu em Amares, região de Braga. Escudeiro de D. Afonso Henriques, combateu ao seu lado contra os mouros, vindo a ser ordenado cavaleiro pelo soberano no campo da batalha de Ourique, em 1139. Depois tornou-se cruzado e freire templário, partindo a seguir para a Palestina onde pelejou durante cinco anos. No seu regresso, em 1157, foi feito procurador do Templo em Portugal, sendo o seu 4.º Mestre desde que a Ordem se estabeleceu em Soure, em 1128.

Segundo uma lápide existente no Convento de Cristo, colocada junto à primitiva entrada na Rotunda Templária pelo Infante D. Henrique, Mestre Gualdim Pais além do castelo e vila de Tomar, fundou ainda, os castelos de Pombal, Zêzere (hoje desaparecido - no atual concelho de Vila Nova da Barquinha), Almourol, Idanha e Monsanto.

Deu foral à vila de Tomar, em 1162, que se tornou então a sede dos Templários no reino. Cercado este castelo em 1190, pelas forças Almóadas, sob o comando do califa Abu Yusuf Ya'qub al Mansur, os Templários conseguiram defendê-lo graças a uma estratégia eficaz, até que, ao fim de seis dias, o cerco foi levantado e os muçulmanos abandonaram a empresa.

Gualdim Pais faleceu em Tomar, no ano de 1195 e encontra-se sepultado na igreja de Santa Maria dos Olivais, que foi panteão dos mestres do Templo.

Fonte: http://www.conventocristo.gov.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018
A PEREGRINAÇÃO DO MIGRANTE E DO REFUGIADO EM FÁTIMA

Daniel Bastos

  • Crónica de Daniel Bastos

Nos passados dias 12 e 13 de agosto realizou-se, mais uma vez, a tradicional Peregrinação do Migrante e do Refugiado em Fátima, um dos mais importantes santuários marianos do mundo, e um dos mais emblemáticos locais de peregrinação cristã e devoção católica em todo o mundo.

A jornada de fé e devoção, que assinala a quarta Aparição de Nossa Senhora aos Pastorinhos, marcou o arranque da Semana Nacional das Migrações, congregando na Cova da Iria, migrantes de várias partes do mundo.

Este ano, o tema da 46.ª Semana Nacional das Migrações promovida pela Obra Católica Portuguesa das Migrações, da Conferência Episcopal Portuguesa, centrou-se na frase basilar “Cada forasteiro é ocasião de encontro – Migrantes e refugiados no caminho para Cristo”. Na esteira da mensagem e da ação que o Papa Francisco tem dedicado aos migrantes e refugiados, e no reiterado pedido do chefe da Igreja Católica à comunidade internacional e aos fiéis para não abandonarem os migrantes e refugiados.

A opção por esta temática atual e premente, que a comunidade internacional parece incapaz de resolver, foi modelarmente elucidada por D. António Vitalino, vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana: “Perante o drama dos refugiados, que fogem à guerra, à fome, à seca e à pobreza, muitos morrendo pelos caminhos perigosos, vítimas de máfias sem escrúpulos, como cristãos e seres humanos não podemos ficar insensíveis a tudo isto”.

Ainda na conferência de imprensa que antecedeu as cerimónias, o Cardeal D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima, vincou o “drama humanitário da transmigração epocal de povos que se dirigem à Europa, vindos do Médio-Oriente e de África”. Caraterizando as vagas crescentes destes refugiados e migrantes que todos os dias tentam entrar no Velho Continente, como “um exército de pobres que aqui chega, após dois anos de viagem pelo norte de África. Não estão em causa os números, mas pessoas concretas, com uma história, uma cultura, uma família, sentimentos, dramas e aspirações”.

Neste sentido, é de enaltecer a defesa reiterada do respeito e dignidade dos migrantes e refugiados que a Igreja Católica tem sustentado no mundo atual, assim como o seu papel de coesão e identidade que ao longo dos anos tem desempenhado no seio das comunidades portuguesas.



publicado por Carlos Gomes às 17:33
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2018
ESPOSENDE ORGANIZA FESTA DO IDOSO EM FÁTIMA

Inscrições já estão abertas

O Município de Esposende vai promover, no próximo dia 14 de setembro, mais uma edição da Festa do Idoso, com o tradicional passeio-convívio ao Santuário de Fátima. As inscrições decorrem até ao dia 16 de agosto, nas sedes de Junta de Freguesia do concelho.

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Podem inscrever-se idosos residentes no concelho, com idade igual ou superior a 65 anos, pessoas portadoras de deficiência com autonomia, com idade superior a 35 anos, e pessoas que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social com valência para a terceira idade.

À semelhança das anteriores edições, o programa integra a Eucaristia, na Basílica da Santíssima Trindade, pelas 12h15, e, posteriormente, o piquenique nos parques do Santuário, estando o regresso a casa previsto para as 18h30.

Esta iniciativa, que vai já na 23.ª edição, integra o Programa Ativo Mais, que é desenvolvido no âmbito da Rede Social de Esposende, o qual tem contribuído, de forma efetiva, para a qualidade de vida dos idosos, promovendo o seu bem-estar, a inclusão social e o seu reconhecimento na comunidade. Efetivamente, a comunidade sénior concelhia tem a oportunidade de participar, ao longo de todo o ano e de forma gratuita, num conjunto muito diversificado de atividades de vária índole, nomeadamente de caráter lúdico, recreativo, musical, cultural e desportivo.

O Programa Ativo Mais permite, por outro lado, fortalecer as parcerias locais, permitindo concertar esforços, otimizar recursos, integrar contributos e complementar a intervenção tendo em vista a promoção de um envelhecimento ativo.



publicado por Carlos Gomes às 16:19
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Domingo, 8 de Julho de 2018
TABULEIROS DE TOMAR DESFILARAM ONTEM EM LOURES NO ÂMBITO DO FOLKLOURES’18

Grupo Folclórico Verde Minho – entidade organizadora do FolkLoures – está de parabéns!

A cidade de Loures foi ontem palco de um grandioso Encontro de Culturas: o FolkLoures’18. A festa abriu ao som dos bombos e caixas dos Mareantes do Rio Douro, de Vila Nova de Gaia, que despertaram a localidade da sua habitual calmaria. Seguiu-se o Grupo Arrufarte que também rufou vigorosamente os seus bombos, conferindo à iniciativa o ambiente característico das romarias do Minho.

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A cerimónia de boas-vindas e entrega de lembranças teve este ano lugar em palco, tendo como pano de fundo a réplica da fachada da igreja de São Paulo, em Macau, um local que se afigurou mais apropriado para o efeito relativamente ao que era habitual em anos anteriores, nos Paços do Concelho, como forma de acolhimento por parte da autarquia local. Nesta cerimónia, o Presidente da Câmara Municipal de Loures fez-se representar pelo Dr. Francisco Sousa e a Federação do Folclore Português pela engª Manuela Carriço. Também a Rádio do Folclore Português (RFP) fez-se representar através de Rafael Passos que é curiosamente o responsável do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho.

À hora marcada, após a refeição onde todos os grupos se juntaram e confraternizaram, todos os participantes reuniram-se junto ao Pavilhão Paz e Amizade e iniciaram o desfile rumo ao Parque da Cidade onde, teve lugar a sua actuação em palco.

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O grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” representou em palco a dança tibetana “Capriccio de Kumara”, actuação que prendeu a atenção do público que esgotou por completo a plateia, conservando um silêncio e uma atenção raramente observáveis em espectáculos populares ao ar livre.

Seguiu-se a magnífica representação da Festa dos Tabuleiros de Tomar anunciando já a sua edição no próximo ano naquela linda cidade das margens do rio Nabão. O Grupo anfitrião – Grupo Folclórico Verde Minho – abrilhantou o espectáculo com a alegria, colorido e vivacidade que caracteriza o folclore do Minho, região que também esteve magnificamente representada pelo Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, de Esposende.

No FolkLoures, o cante alentejano nunca é esquecido e, em representação deste género de manifestação cultural do nosso Alentejo, esteve o Grupo Coral e Etnográfico Amigos do Alentejo do Feijó – Almada, rigorosamente trajado e sempre muito apludido pelo público que manifestamente apreciou a sua actuação.

Em representação do Douro Litoral actuou o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, impecavelmente trajado e com rigorosa execução, grupo aliás reconhecido com um dos melhores sediados na região de Lisboa. E, como não podia deixar de ser – a organização do evento nunca esquece a identidade do concelho de Loures! – o folclore saloio esteve presente através do Rancho Folclórico de Lousa, concelho de Loures.

O FolkLoures’18 terminou com uma imponente sessão de fogo-de-artifício que a muitos fez lembrar as grandiosas romarias do Minho, com os foguetes a estalejar nos céus e a iluminar a cidade de Loures com a promessa de que, para o ano, o festival será ainda mais grandioso.

O BLOGUE DO MINHO tem conhecimento que a organização já está a encetar os contactos com diversas entidades com vista à organização do FolkLoures’19, iniciando os preparativos com vista à sua realização. E a próxima edição promete trazer a Loures grandes novidades!

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publicado por Carlos Gomes às 11:02
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Sexta-feira, 6 de Julho de 2018
SANTUÁRIO DE FÁTIMA RECEBE PEREGRINOS DE VIEIRA DO MINHO

Autarquia Vieirense levou 1600 peregrinos ao Santuário de Fátima

Cumprindo uma vez mais a tradição, a Câmara Municipal voltou a organizar o passeio convívio para os Vieirenses.

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Neste sentido, mais de 1600 pessoas do concelho de Vieira o Minho rumaram ontem ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima, no passeio anual que a Autarquia proporciona aos seniores do concelho, e no qual marcou, igualmente, presença o presidente do Município, António Cardoso.

Provenientes de todas as freguesias do concelho de Vieira do Minho, os participantes assistiram à celebração da Eucaristia na Igreja da Santíssima Trindade concelebrada pelo Arcipreste de Vieira, Padre Alcino Xavier, e pelos párocos, Albano Costa, João Lameiras, Fernando Eurico e José Alves que também integraram o passeio. De referir, ainda que a celebração da Eucaristia foi animada pelo Coro da Universidade Sénior de Vieira do Minho. A celebração da Eucaristia foi animada pelo Coro da Universidade Sénior de Vieira do Minho.

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No final da celebração religiosa, os participantes neste passeio aproveitaram para aconchegar o estômago, no tradicional almoço de confraternização na zona envolvente ao Santuário, com a partilha de farnéis. Entre os peregrinos, que aproveitaram esta deslocação ao Santuário de Fátima para o cumprimento de promessas e a compra de recordações, reinou sempre um ambiente de boa disposição e alegria que se manteve durante toda a tarde e durante a viagem de regresso a Vieira do Minho.

Distribuídos por 32 autocarros, os participantes neste passeio foram acompanhados pelos técnicos da Autarquia, que tiveram a colaboração dos vários presidentes de Junta de Freguesia do concelho e de técnicos dos diferentes Centros Sociais e Paroquiais.

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Nas palavras que foi partilhando com os presentes, o presidente António Cardoso referiu que "este tipo de iniciativa, para além de promover o convívio, é um excelente momento para os Vieirenses manifestarem a sua fé e devoção a Nossa Senhora de Fátima". O  autarca considerou, ainda, que "os mais Vieirenses e a promoção de estratégias que visem o seu bem-estar serão sempre uma prioridade”.

No final, António Cardoso agradeceu a “forma dedicada como todos os presentes se empenharam na iniciativa, fator que contribuiu, decisivamente, para o sucesso deste passeio”.

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018
ALVAIÁZERE TEM INCUBADORA DE NEGÓCIOS

Programa de aceleração na incubadora Alvaiázere+

No próximo dia 13 de junho, a incubadora de negócios Alvaiázere+ vai abrir as portas ao público para uma manhã dedicada ao empreendedorismo, no âmbito do programa de aceleração que está a decorrer.

A Presidente da Câmara Municipal de Alvaiázere, Célia Marques, e o Administrador dos Territórios Criativos, Luís Matos Martins, irão abrir a sessão, que se seguirá de uma conversa inspiradora dinamizada por Vítor Ferreira, Diretor Executivo da D. Dinis Business School e Docente do Instituto Politécnico de Leiria, pelas 10h.

Pelas 10h30, irá iniciar-se um painel com o tema "Interior: Um exemplo de Competitividade Territorial", no qual irão ser discutidas as potencialidades do interior, com base do passado, presente e futuro do território.

Será moderado por Luís Matos Martins, e que contará com a presença de Olinda Sequeira, do Instituto Politécnico de Tomar, Frederico Lucas, dos Novos Povoadores, Teresa Preta, dos Territórios Criativos, e Vítor Ferreira, da D. Dinis Business School.

Este dia será o culminar do programa de aceleração da incubadora, que foi constituído por dois bootcamps e apoio especializado aos 15 empreendedores participantes e, desta forma, irá terminar com a apresentação dos projetos apoiados, pelas 11h45, numa sessão que contará com os contributos de Sandra Simões, da Câmara Municipal de Alvaiázere, Bruno Sousa, da Associação de Desenvolvimento Integrado do Concelho de Alvaiázere, Olinda Sequeira, do Instituto Politécnico de Tomar, e Teresa Preta, dos Territórios Criativos.



publicado por Carlos Gomes às 22:25
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2018
FESTA DOS TABULEIROS DE TOMAR DESFILA NO FOLKLOURES’18

A tradicional Festa dos Tabuleiros regressa a Tomar no início do mês de Julho do próximo ano, conforme é tradição de quatro em quatro anos. Nesse sentido, não podia a organização do FolkLoures’18 deixar de conferir o devido destaque a tão importante manifestação cultural do nosso povo.

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O Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros vai representar o concelho de Tomar com um conjunto de 20 pessoas transportando 10 tabuleiros.

A Festa dos Tabuleiros é uma tradição multi-secular da cidade dos Templários que se tornou uma dos mais importantes cartazes turísticos de Portugal, constituindo a maior festividade nacional em Honra do Divino Espírito Santo.

Os tabuleiros sã constituídos por trinta pães enfiados em canas que partem de um cesto de vime ou verga, sendo encimados pela coroa do Espírito Santo e a respectiva pomba ou a cruz da Ordem de Cristo que teve Tomar como a sua sede e a quem devemos em grande medida a epopeia dos Descobrimentos Marítimos.

As moças que tamportam os tabuleiros são formosas e apresentam-se vestidas de branco, com fitas de cores vivas à cintura ou a tiracolo.

A Festa dos Tabuleiros propriamente dita é antecedida da saída das coroas e o cortejos dos rapazes, celebrações que atraem sempre à Princesa do Nabão milhares de visitantes.

A organização do FolkLoures’18 agradece a colaboração Grupo de Tabuleiros da Festa do Divino Espírio Santo da Freguesia de Carregueiros e da Casa do Concelho de Tomar.

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publicado por Carlos Gomes às 09:11
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
VÁ A FÁTIMA E VISITE A SALA DOS PASTORINHOS NO CONSOLATA MUSEU -ARTE SACRA E ETNOLOGIA

Sala dos Pastorinhos | Consolata Museu - Arte Sacra e Etnologia

Cenograficamente iluminada, a Sala dos Pastorinhos, constituída no ano 2000, por altura da beatificação de Francisco e Jacinta Marto, é uma verdadeira casa das relíquias.

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Os vestígios materiais dos protagonistas de Fátima situam o visitante no tempo e no lugar das aparições marianas. Os objetos ligados a seus pais, o barrete que fora usado por Francisco Marto, a pedra do túmulo que serviu de morada aos seus restos mortais, quando inumados no cemitério de Fátima, entre outros objetos como terços e outras relíquias, lembram ao visitante que as crianças que atualmente são veneradas como exemplo pelos membros do catolicismo viveram num tempo e espaço concretos.

Ao finalizar o percurso do Museu, o visitante é de novo colocado na paisagem semântica da Cova da Iria, reavivando as lembranças que deram início à história do lugar e dos seus protagonistas. A sacralidade inerente às peças dos primeiros espaços do Museu de Arte Sacra e Etnologia e a raiz etnológica que se sente na parte segunda da exposição permanente ganham nesta sala dedicada aos videntes de Fátima uma concretização clara da natureza e missão deste Museu. (Marco Daniel Duarte)

In DUARTE, M. D.[coordenação científica], Roteiro do Museu de Arte Sacra e Etnologia, Fátima, Museu de Arte Sacra e Etnologia, 2011 (textos de Anísio Franco, Celina Bastos, Gonçalo Cardoso, Isabel Matias, Luísa Penalva, Marco Daniel Duarte, Margarida Rodrigues, Maria João Vilhena de Carvalho, Norberto Louro, Paula Pelúcia Aparício; p. 104



publicado por Carlos Gomes às 10:09
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Terça-feira, 24 de Abril de 2018
ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA NA FEIRA DO LIVRO DE OURÉM O LIVRO “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA

O escritor Alfredo de Sousa Tomaz apresentou no passado domingo, na Feira do Livro de Ourém, o seu livro “O homem que não tinha uma fazenda em África”. A iniciativa decorre até amanhã, dia 25 de Abril, no antigo edifício dos Paços do Concelho e na Praça D. Maria II.

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O evento conta com um programa variado com diversas atividades, nomeadamente, encontros com escritores e ilustradores, sessões de autógrafos, recitais, mostra de produtos regionais, feira do livro, concurso concelhio de leitura, música, percurso artístico-literário, dança com livros, teatro e horas do conto.

Destaque para o VIII Concurso Concelhio de Leitura dirigido aos alunos do 1 e 2º ciclos das escolas do concelho, além dos encontros com vários autores e ilustradores e um espaço dedicado aos escritores ourienses.

A Festa do Livro é organizada pela Câmara Municipal de Ourém - Biblioteca Municipal com o apoio da Rede de Bibliotecas do Concelho de Ourém, Museu Municipal de Ourém - Casa do Administrador e a Livraria Arquivo.

Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em ter podido também apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolheu para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

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Alfredo Tomaz nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numero a e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

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publicado por Carlos Gomes às 10:30
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CORO DOS PEQUENOS CANTORES DE ESPOSENDE REALIZA CONCERTO NO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

O Coro de Pequenos Cantores de Esposende (CPCE) vai participar, pela segunda vez, no Encontro de Coros Infantis do Santuário de Fátima.

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Nesta que é a décima edição, a ter lugar amanhã, dia 25 de abril, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, às 15h30, participam, além do CPCE, o Schola Cantorum Pastorinhos de Fátima e os Jovens Cantores de Guimarães.

O programa prevê um concerto onde cada um dos grupos corais apresenta individualmente o seu repertório e culmina com uma interpretação conjunta do tema Totus tuus, Maria, da autoria de António Cartageno com arranjos de João Santos.

O Coro de Pequenos Cantores de Esposende, sob a direção de Helena Venda Lima, será acompanhado pelo Órgão de Tubos da Basílica, com o organista Diogo Zão. O Coro interpretará cinco músicas e o percurso musical “Terno e Eterno Bom Sagrado” assentará nas tradições da construção polifónica do passado, proporcionando uma viagem até às sonoridades mais contemporâneas.

Este evento procura promover a partilha entre os coralistas de distintas partes do país e criar laços através da vivência artística e da linguagem coral.



publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Quarta-feira, 18 de Abril de 2018
FOLCLORE JUNTA AMIGOS EM BRAGA

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018
ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM OURÉM O LIVRO “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA

O escritor reside em Ponte da Barca onde recentemente apresentou a sua obra na Casa da Cultura

Data: 22 de Abril

Hora: 14h30

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 22 de Abril, às 14h30. É o dia dedicado aos "Poetas Oureenses", integrado na "Festa do Livro de Ourém 2018" que decorre de 18 a 25 de Abril, no antigo edifício dos Paços do Concelho e na Praça D. Maria II.

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Esta iniciativa tem um programa variado com diversas atividades, nomeadamente, encontros com escritores e ilustradores, sessões de autógrafos, recitais, mostra de produtos regionais, feira do livro, concurso concelhio de leitura, música, percurso artístico-literário, dança com livros, teatro e horas do conto.

Destaque para o VIII Concurso Concelhio de Leitura dirigido aos alunos do 1 e 2º ciclos das escolas do concelho, além dos encontros com vários autores e ilustradores e um espaço dedicado aos escritores ourienses.

A Festa do Livro é organizada pela Câmara Municipal de Ourém - Biblioteca Municipal com o apoio da Rede de Bibliotecas do Concelho de Ourém, Museu Municipal de Ourém - Casa do Administrador e a Livraria Arquivo.

Programa detalhado em www.ourem.pt

Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Alfredo Tomaz nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

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publicado por Carlos Gomes às 17:34
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Quarta-feira, 7 de Março de 2018
FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DE RAÇAS AUTÓCTONES PROMOVE AS RAÇAS AUTÓCTONES PORTUGUESAS DE VÁRIAS ESPÉCIES DE ANIMAIS

A FERA – Federação Nacional das Associações de Raças Autóctones, com sede em Guimarães, representa 17 (dezassete) associações de criadores dando visibilidade a 22 (vinte e duas) das 47 (quarenta e sete) raças autóctones portuguesas: raças ovinas, caprinas, suínas, equídeas, avícolas e bovinas.

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Atualmente, esta federação encontra-se a desenvolver um projeto de internacionalização designado por Portuguese Beef.

Este projeto, cofinanciado pelo Compete 2020 visa a promoção e a divulgação nos mercados internacionais, nomeadamente Canadá, Reino Unido, França, Luxemburgo e Alemanha, da carne bovina das raças autóctones portuguesas, considerando as raças Arouquesa, Barrosã, Cachena da Peneda, Marinhoa, Maronesa, Mirandesa e Minhota.

Os territórios onde os animais são criados (solar e áreas de dispersão) e as características que os definem, naturais e culturais, adquirem uma importância relevante para a boa prossecução do Portuguese Beef, cujos produtos são sinónimo de qualidade e de referência, representando grandes atributos do nosso país – a natureza, diversidade, singularidade dos produtos, tradição e autenticidade. Posto isto, o presente projeto permitirá, paralelamente, a promoção internacional das regiões, das suas gentes e tradições.



publicado por Carlos Gomes às 20:04
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Segunda-feira, 5 de Março de 2018
DE COMO UM RIBATEJANO SE APAIXONA PELO MINHO NUM BAIRRO DE LUANDA

* Crónica de Alfredo de Sousa Tomaz

Poderá parecer estranho o título desta crónica mas compreender-se-á se aceitarmos como uma fatalidade as “voltas que o Mundo dá” e as surpresas que nos reserva.

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Nasci na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, distrito de Santarém, província do Ribatejo. Sou, portanto, ribatejano de nascimento mas de coração tenho várias “naturalidades”.

Era eu ainda uma criança quando o meu pai decidiu partir para Angola no início da década de cinquenta, em busca de melhores condições de vida para si e para os seus. Eu sou o sexto filho de uma prole de nove que precocemente ficou reduzida a oito com a morte da minha irmã mais nova ainda com poucos meses de vida.

Em Luanda vivi toda a minha adolescência no bairro da Praia do Bispo, um bairro geográfica e socialmente dividido em dois. Implantado numa faixa de terra entre as arribas e o mar a sul da fortaleza de S. Miguel e era constituído por casas de dois pisos edificadas em frente ao mar e por outras casas mais modestas, apenas de rés-do-chão, construídas por trás das primeiras. Tanto umas como outras obedeciam a um projecto arquitectónico padrão.

As casas de dois pisos, mais bem localizadas, foram construídas pelo Estado para residência dos funcionários públicos, enquanto as mais modestas foram os próprios moradores que as ergueram, como foi o caso de meu pai.

Apesar desta aparente discriminação “geográfico-arquitectónica”, se me é permitido o termo, entre as suas gentes reinava a amizade e a comunhão de interesses, principalmente entre os mais jovens.

A principal característica do bairro era o facto de lá viver gente dos mais variados pontos do país, do Minho a Timor como se dizia na época. Tal facto originou uma mescla de culturas onde cada um, orgulhoso das suas origens, dava a conhecer os usos e costumes das suas terras, principalmente os jogos tradicionais e o folclore. Assim nasceu o Rancho Folclórico da Praia do Bispo, uma espécie de “filial” de Santa Marta de Portuzelo, sob a orientação do maestro José Pedro Martins Coelho, ilustre vianense que além de músico e maestro era também profundo conhecedor do folclore minhoto.

Nunca me senti com jeito para voltear ao som da chula, vira ou gota, mas apaixonado que estava por aquelas alegres danças e cantigas, não perdia um ensaio ou uma actuação do rancho, de que faziam parte um irmão e duas irmãs.

Obrigado maestro Zé Pedro por me ter aberto os olhos e os ouvidos para o Minho. Para minha satisfação sou hoje um minhoto adoptivo pois vivo em Ponte da Barca onde envelheço ao som das concertinas.

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Na fotografia de 1958 vêm-se em pormenor as tais casas de primeiro andar cuja construção se estendeu depois ao longo de toda a avenida como pode ver-se na outra foto. No circulo vermelho a minha casa. Não acredite na legenda. Nunca existiu nenhum paço episcopal naquele local. Existiu sim e ainda lá está, no alto da arriba junto ao palácio presidencial (ao tempo do governador). Dizia-se que antigamente o bispo descia as barrocas com o seu séquito para se ir banhar ao mar e terá vindo daí o nome do local.



publicado por Carlos Gomes às 21:54
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ESCRITOR ALFREDO DE SOUSA TOMAZ APRESENTA EM OURÉM O LIVRO “O HOMEM QUE NÃO TINHA UMA FAZENDA EM ÁFRICA

O escritor reside em Ponte da Barca onde recentemente apresentou a sua obra na Casa da Cultura

Data: 22 de Abril

Hora: 14h30

“O homem que não tinha uma fazenda em África”, da autoria de Alfredo de Sousa Tomaz, vai ser apresentado no dia 22 de Abril, às 14h30. É o dia dedicado aos "Poetas Oureenses", integrado na "Festa do Livro de Ourém 2018" que decorre de 18 a 25 de Abril.

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Com prefácio de Ricardo de Saavedra, conceituado jornalista e escritor, a obra compila uma série de histórias vividas pelo autor, desde que partiu para Angola ainda criança até ao momento em que teve de a deixar compulsivamente 25 anos depois.

Mais de quatro anos depois de se ter lançado nesta "aventura", Alfredo de Sousa Tomaz vê agora o nascer deste "filho", impulsionado, segundo o autor, pela publicação na revista Notícias Magazine, suplemento do Jornal de Notícias e Diário de Notícias, em 2010, de algumas das suas histórias de África: "como tinha muitas mais histórias para contar, decidi reuni-las em livro."

O autor refere, ainda, o orgulho em poder apresentar a obra em Ponte da Barca pois "embora não tendo nascido em Ponte da Barca, nem tampouco no Minho, escolhi para viver esta terra que me adoptou.”

Tal como Ricardo de Saavedra descreve no prefácio é este "livro sereno, perpassado por vezes de um subtil humor, que constitui uma achega preciosa à história que no terreno e dia a dia se viveu e ninguém teve ainda coragem para escrever.”

Alfredo Tomaz nasceu na Cova da Iria, Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, a 29 de Julho de 1942. Sexto filho de uma família numerosa e modesta, seu pai, para dar melhores condições de vida aos seus, partiu para Angola no início da década de 50 com os seus irmãos mais velhos, tendo-se-lhes juntado pouco depois o resto da família. Em Outubro de 1961 regressou a Portugal para cumprir o serviço militar na Força Aérea, onde permaneceu até Janeiro de 1965. Pouco depois de regressar a Luanda conheceu Maria de Fátima, com quem veio a casar em Dezembro de 1967. Dessa união nasceram dois filhos.

Em Luanda a sua atividade profissional esteve quase sempre ligada às viagens e turismo, tendo trabalhado na Companhia Nacional de Navegação e numa agência de viagens.

Em 1976, depois de um quarto de século de aventuras, venturas e desventuras, o autor regressou definitivamente a Portugal com a família, tendo-se fixado em Matosinhos, onde exerceu a sua atividade comercial até 2007. Atingida a idade da reforma, foi viver com a esposa para Ponte da Barca, Alto Minho, onde permanecem até hoje, assumindo orgulhosamente a condição de “minhotos adotivos”. Esta obra, não sendo exatamente uma autobiografia, é, contudo, baseada no percurso de vida do autor por terras de África.

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016
O PAÍS ESTÁ A ARDER – FOGOS FLORESTAIS TÊM DE ACABAR!

Todos os anos por esta época, o país transforma-se num autêntico inferno. De norte a sul, o fogo destrói a floresta, casas de habitação e coloca em risco a segurança de pessoas e bens, incluindo aqueles que arriscam a sua própria vida para darem combate às chamas. E a sua ocorrência tem sido tão persistente ao longo de décadas que a maior parte dos portugueses já encara o fenómeno como uma fatalidade.

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Ponte de Lima apresentava ontem este cenário

O constante despovoamento do interior e a falta de limpeza da floresta, o desaparecimento dos cantoneiros e o abandono da exploração da resina em consequência do surgimento das colas e tintas sintéticas constituem alguns dos fatores que contribuem para a propagação de incêndios na medida em que não previnem a sua ocorrência.

Por seu turno, certos descuidos como a realização pequenas fogueiras ou o lançamento inadvertido de beatas acesas, embora feito de forma não-intencionada, poderão estar na origem de muitos dos sinistros. Mas, o que já não convence a esmagadora maioria dos portugueses é que a maior parte dos fogos não tenha origem criminosa, quaisquer que sejam as motivações que estejam por detrás dos mesmos.

Um pouco por toda a parte, são desde há muitos anos frequentes os testemunhos de populares referindo a localização de artefactos incendiários e até o ateamento de fogos a partir de aeronaves. Todos os anos são detidos em flagrante alguns indivíduos que depois são presentes a julgamento. Mas, no ano seguinte, eis que o fogo regressa com tanta ou mais intensidade, parecendo contrariar todos os procedimentos com vista à sua prevenção. E, tirando partido das elevadas temperaturas que se estão a registar, tudo leva a crer que o país vai este ano ficar reduzido a cinzas!

Não nos cabe dizer o que será necessário fazer para de uma vez por todas acabar com a ocorrência sistemática de incêndios florestais, mais uma coisa é certa: isto tem de acabar!

Texto: Carlos Gomes / Foto: Amândio Sousa Vieira.



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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2016
TRAJO POPULAR DESFILA EM SANTO TIRSO

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publicado por Carlos Gomes às 09:48
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2016
TRAJO POPULAR DESFILA EM SANTO TIRSO

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Domingo, 24 de Julho de 2016
RANCHO "OS MOLEIROS" DA RIBEIRA, DE OURÉM, PARTICIPA NO FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DE PEVIDÉM EM GUIMARÃES

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publicado por Carlos Gomes às 15:33
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2016
FAMALICENSES VISITAM SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Já estão abertas as inscrições para o passeio sénior que a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove todos os anos ao Santuário de Fátima. As inscrições gratuitas destinam-se a todos os seniores do concelho com mais de 65 anos de idade e pessoas reformadas, e decorrem nas juntas de freguesia do concelho até 29 de julho.

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O passeio já tem data marcada e realiza-se a 9 de setembro. Refira-se que a iniciativa que é já uma tradição com quase duas décadas, não tem custos para os idosos decorrendo no âmbito das atividades de animação social do programa municipal “Famalicão – Concelho Solidário”. O passeio é organizado pelo pelouro de Ação Social da Câmara Municipal, em estreita articulação com as todas as Juntas de Freguesia do Concelho. Em 2015, participaram na iniciativa mais de nove mil idosos.



publicado por Carlos Gomes às 16:24
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2016
MINHOTOS REALIZAM FESTA DO IDOSO EM FÁTIMA

Integrado no âmbito do Programa Envelhecimento Ativo 2016, que é anualmente dinamizado pela Rede Social de Esposende, a Câmara Municipal de Esposende vai realizar, no próximo dia 16 de setembro, a 21ª edição da Festa do Idoso, com o habitual passeio ao Santuário de Fátima.

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As inscrições encontram-se abertas de 7 de julho a 12 de agosto, nas sedes de Junta das Freguesias do concelho, que se associam ao Município na organização do evento.

Podem participar nesta iniciativa os idosos com idade igual ou superior a 65 anos, pessoas portadoras de deficiência com autonomia, com idade superior a 35 anos, e pessoas que frequentam as Instituições Particulares de Solidariedade Social com valência para a terceira idade.

O programa inclui, como habitualmente, a Celebração da Eucaristia, na Basílica da Santíssima Trindade, pelas 12h15, seguida do piquenique no parque do Santuário, estando o regresso a casa previsto para as 18h30.

Para além de proporcionar a visita ao Santuário de Fátima, local que os idosos muito apreciam, esta iniciativa constitui, também, uma oportunidade para proporcionar aos participantes momentos de convívio e de lazer.

O Programa “Envelhecimento Ativo” tem contribuído, de forma efetiva, para a qualidade de vida desta franja da população, promovendo o seu bem-estar, a inclusão social e o seu reconhecimento na comunidade.  Deste modo, os idosos têm, a oportunidade de participar, ao longo de todo o ano e de forma gratuita, num conjunto muito diversificado de atividades de vária índole, nomeadamente de caráter lúdico, recreativo, desportivo, musical, cultural e desportivo. Por outro lado, o programa tem vindo a fortalecer as parcerias locais, permitindo concertar esforços, otimizar recursos, integrar contributos e complementar a intervenção em vista a promoção de um envelhecimento ativo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:20
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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016
ANAF'S PROMOVE ACAMPAMENTO JOVEM NO CAMPO DA CARIDADE EM OURÉM

Como já vem sendo hábito desde de 2011, a ANAF’S volta a realizar uma ação de características semelhantes às anteriormente efetuadas em Évora, no Campo da Caridade em Ourém, na Bataria da Laje em Oeiras e no ano passado em Arranhó em Arruda dos Vinhos recebendo alguns dos jovens familiares dos nossos Sócios e Parceiros, coabitando com eles, em ambiente de emergência, durante alguns dias.

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Assim, este ano de 29JUN16 a 03JUL16 volta a Ourém e desta feita utilizando as instalações do Centro Desportivo da CARIDADE, do Clube Atlético Ourense continuando a introduzir algumas atividades formativas para a criação de uma postura resiliente neste núcleo de jovens. Isto é, iremos recebe-los e fazendo-os viver connosco, os jovens, nossos e vossos familiares, num espaço preparado para o efeito, as condicionantes de uma vida em situação de pós-emergência.

Durante a permanência na Base de Operações (BoO) desenvolveremos alguma formação, em alguns casos recordando conhecimentos e medidas de autoproteção já divulgadas nas edições anteriores, caso dos “CINCO GESTOS DE SOCORRO”, “O CAMINHO DA SEGURANÇA”, “MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DO RISCO SÍSMO-TERRAMOTO”, “LUTA CONTRA O FOGO”, “MOVIMENTAÇÃO DE VÍTIMAS” e desenvolvendo outras atividades da vida do Campo, como seja montarem as suas próprias tendas, confecionarem uma refeição saudável e tradicional (slow food), assistirem a outras missões das nossas unidades (utilização de cães de catástrofe, telecomunicações, orientação) e, finalmente disciplinarem coletivamente os comportamentos numa situação de emergência.

Tentará igualmente desenvolver outras ações de características mais lúdicas, como seja fazerem uma pequena pista de obstáculos militares.

Como vem sendo hábito e com o apoio do nosso Parceiro Câmara Municipal de Ourém, levaremos os participantes a uma visita guiada ao Centro Histórico de Ourém e ao seu Museu Municipal, para além de se disponibilizar uma tarde nas Piscinas Municipais. Instava pois, os Senhores Coordenadores Operacionais e Funcionais, a mobilizarem os nossos efetivos essenciais à realização de esta ação e os Delegados a divulgarem-na de forma empenhada, para que os nossos Sócios e principalmente os seus filhos, netos, sobrinhos e outros familiares dela beneficiem.

Igual procedimento estará como habitualmente aberto em relação aos familiares jovens dos nossos Parceiros. Aproveitando a disponibilidade da Câmara Municipal de Ourém e do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, na cedência de instalações, a ANAFS, através das suas Unidades Operacionais, montará uma BoO no Centro Desportivo da CARIDADE, que servirá para rececionar e apoiar durante a sua permanência, os nossos “participantes” – Sócios, Parceiros e os seus jovens acompanhantes. Estes terão que ser obrigatoriamente portadores: -Chapéu -Roupa ligeira (três/quatro mudas) -Calçado fechado, com meias (botas, ténis ou similar) -Chinelos de banho -Fato de banho -Camisola ou casaco para a noite -Palamenta (copo, prato, talher) -Saco-cama -Esteira -Bolsa de higiene pessoal (sabonete, shampoo, dentífrico, escova de dentes, pente ou escova de cabelo, creme hidratante-protetor solar, baton para o cieiro) -Toalha de banho -Medicamentos de utilização pessoal e habitual -Lanterna portátil.

Todos dormirão em tendas, que apresentam capacidades para 2, 3, 4 pessoas, no entanto, os mais pequenos dormirão sempre acompanhados por um adulto. A alimentação será a habitual para situações de emergência, mas muito apoiada em cozidos e grelhados. A ANAFS garantirá o apoio de qualquer item que não seja disponível aos participantes, devendo ser informada de qualquer limitação alimentar que os participantes apresentem e podendo garantir extraordinariamente o transporte entre Lisboa e Ourém, a quem atempadamente o solicitar.

A apresentação dos participantes deverá realizar-se a partir de 291700JUN16, afim de todos beneficiarem das atividades que se desenvolverão desde a manhã de 30JUN16. A ANAFS suportará a totalidade dos custos de estadia, incluindo seguros da operação, mas dentro da fragilidade da sua tesouraria terá de receber pequenas comparticipações dos participantes: -CRIANÇAS – 30€ - ADULTOS – 60€ (não Sócios)

Poderá também ser efetuada através da ficha de inscrição, a qual deverá ser preenchida e atempadamente enviada para anafsnacional@gmail.com, para o fax 216032115 ou ainda por correio para a morada da ANAFS.

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publicado por Carlos Gomes às 19:12
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Sábado, 28 de Maio de 2016
HÁ 90 ANOS, TEVE INÍCIO EM BRAGA A REVOLUÇÃO NACIONAL QUE DERRUBOU A PRIMEIRA REPÚBLICA E ABRIU CAMINHO À INSTAURAÇÃO DO ESTADO NOVO

Passam precisamente 90 anos sobre a data em que um levantamento militar, então denominado por Revolução Nacional, derrubou o regime instaurado dezasseis anos antes e que, ao longo da sua curta existência, se caraterizou por uma grande instabilidade política e uma profunda crise económica.

Entre os protagonistas do movimento que em 1926 instaurou a ditadura militar contavam-se muitos republicanos que antes haviam participado na implantação da República, em 1910 e que apostavam agora na regeneração do próprio regime. Pese embora as semelhanças entre a situação vivida à época e as atuais circunstâncias não constituam mais do que meras coincidências, os acontecimentos que então se viveram não devem deixar de constituir um motivo de reflexão.

“Em 28 de Maio de 1926 ocorre um levantamento militar no norte de Portugal, com o objectivo de tentar repor a ordem no país, que durante os últimos dois anos (desde 1924) está continuamente à beira da guerra civil.

Com um movimento sindicalista completamente controlado por sectores da esquerda anarquista, que provoca incidentes violentos, criam-se condições para a instalação de um regime de terror, em que os assassinatos e os atentados terroristas se sucedem todas as semanas.

A instabilidade política atinge uma situação de pré guerra-civil com confrontos entre unidades militares e com a sublevação de unidades do exército, nomeadamente da aviação do exército (na altura não havia Força Aérea).

A instabilidade generalizada atinge um ponto de ruptura e leva alguns dos principais comandos militares a uma revolta.

A revolução propriamente dita tem origem em Braga, a capital da província do Minho, uma das regiões mais povoadas de Portugal. O comando das operações é assumido pelo General Gomes da Costa, que chega à cidade na noite do dia 27.

A 28 de Maio, uma Sexta-feira é proclamado o movimento militar e inicia-se a movimentação de forças desde Braga para Lisboa. Ao longo do dia seguinte, Sábado, 29 de Maio, unidades militares de todo o país declaram o seu apoio aos militares golpistas, enquanto que em Lisboa a chefia da polícia também adere ao golpe.

Gomes da Costa comanda em Braga as forças do Regimento de Infantaria nº 8.

No entanto, opõem-se-lhe as forças comandadas desde o Porto pelo comandante da III Divisão do exército, Gen. Adalberto Sousa Dias, que manda as suas tropas avançar em direcção a Braga e assumir posições defensivas em Famalicão, a meio caminho entre o Porto e a cidade revoltosa.

Mas no dia seguinte, 29 de Maio, são anunciadas adesões ao golpe por parte de divisões militares com base em Vila Real, Viseu, Coimbra, Tomar e Évora (4ª Divisão), isolando as forças do Porto.

No Domingo, 30 de Maio o comandante da III Divisão anuncia que as suas forças também aderem ao golpe, deixando assim o caminho livre para as tropas de Gomes da Costa que marcham pelo Porto sem oposição.

O governo em Lisboa, verificando não ter qualquer capacidade para controlar a situação, apresenta a demissão ao Presidente da República Bernardino Machado.

Na Segunda-feira dia 31, o poder está formalmente nas mãos de Mendes Cabeçadas, com a resignação oficial de Bernardino Machado, embora nesse mesmo dia ainda ocorra a última sessão da Câmara dos Deputados e do Senado. O palácio de S. Bento, será encerrado na tarde dessa Segunda-feira pela GNR, e só voltará a receber deputados eleitos, 49 anos depois, em 1975.

Na Terça-feira, dia 1 de Junho, quatro dias depois de a coluna de tropas revoltosas ter saído de Braga, encontra-se em Coimbra, onde o líder da revolta militar declara a formação de um triunvirato governativo ao qual presidirá e que será também constituído por Mendes Cabeçadas e Armando Ochoa.

O movimento militar, transforma-se então numa autêntica revolução com a adesão de inúmeros sectores da sociedade portuguesa, desejosos de acabar com o clima de terror e violência que se tinha instalado no país.

No dia 3 de Junho, Quinta-feira, as tropas de Gomes da Costa chegam a Sacavém, e a situação aparece confusa, pois não há exactamente a certeza de quem deverá formar parte do novo governo. Entre as novas figuras, surge a do crucial Ministro das Finanças, um professor de Coimbra, que mais tarde assumirá a chefia do Governo, Oliveira Salazar.

No dia seguinte, Sexta-feira, 4 de Junho, o comando é transferido para a Amadora, onde chegam também forças da 4ª Divisão vindas de Évora.

No dia 7 de Junho de 1926, as várias colunas militares que entretanto se formaram efectuam uma parada militar em Lisboa que serve também como afirmação de força, na qual participam 15.000 homens.

A revolução implantou um regime militar que duraria formalmente até 1933, sendo seguido pela aprovação de uma nova Constituição e pela institucionalização do «Estado Novo», um regime autocrático em parte inspirado no movimento fascista italiano que tinha acabado de despontar em Itália, mas controlado pelos sectores católicos conservadores portugueses.

O regime implantado com a revolução de 28 de Maio, conseguiu recuperar da situação económica absolutamente caótica a que a chamada «República Laica» o tinha feito chegar após o golpe de 5 de Outubro de 1910.

No entanto, embora tivesse recuperado a economia do país, o regime implantado em 28 de Maio de 1926, entrou por sua vez (após o final da II Guerra) num lento processo de apodrecimento que acabaria por conduzir a um outro movimento de contornos idênticos, também dirigido pelos militares em 25 de Abril de 1974, que como o movimento de 28 de Maio, triunfaria por causa do enorme apoio que teve nas ruas.”

Fonte: http://www.areamilitar.net

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2016
REVISTA “FOLKLOURES” DIVULGA RANCHO DO OLIVAL

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira” do Olival – Ourém possui destaque de página inteira na revista “FolkLoures”, uma publicação que se destina à divulgação de todos os grupos e entidades participantes no Encontro de Culturas “Verde Minho” que, a partir deste ano, passou a usar a marca “FolkLoures”. O artigo inclui ainda duas imagens do Rancho Folclórico que, no próximo dia 28 de Maio, vai representar Ourém e a região da Alta Estremadura naquele evento que se realiza no concelho de Loures.

A revista que iniciou a sua publicação o ano passado, é editada pelo Rancho Folclórico Danças e Cantares “Verde Minho”, o grupo anfitrião do FolkLoures.

Para além da apresentação dos diversos grupos folclóricos, a revista reproduz na capa uma pintura Alfredo de Morais retratando a Festa de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, insere abundante publicidade dos seus patrocinadores e publica como nota de abertura um artigo da autoria do Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr Bernardino Soares, para além de outras entidades ligadas ao folclore e ao associativismo popular.

Esta iniciativa constitui um bom exemplo daquilo que poderia ser feito no concelho de Ourém em prol da divulgação da sua cultura tradicional, assim consigam as autarquias locais, os grupos folclóricos e outras entidades conjugar esforços para a sua afirmação.



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

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Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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Por sua vez, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho desloca-se a Ourém no próximo dia 4 de Junho, para atuar na freguesia do Olival, no festival organizado Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, retribuindo a atuação do rancho ouriense no Encontro de Culturas que tem lugar em Loures. E, como é apanágio dos minhotos, trazem consigo a alegria e a vivacidade do folclore da sua região.

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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
INVESTIGADORES DA UTAD ESTUDAM ALTERNATIVAS A BARRAGENS PARA CONTROLO DE CHEIAS

As soluções passam por infraestruturas verdes com menor impacte ambiental e igualmente eficazes.

Um grupo de investigadores da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) desenvolveu um modelo de redução de cheias com base em bacias de retenção com o objetivo de minimizar o impacto das cheias. O trabalho foi elaborado para a bacia hidrográfica do rio Vez, principal afluente do rio Lima, um dos mais problemáticos do País pela recorrência deste tipo de eventos.

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Efeito das cheias na bacia do rio Lima/Vez

O local escolhido para este estudo faz parte das 22 regiões sujeitas a inundações do continente português, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Aqui equacionaram-se vários locais para implantação de bacias de retenção, onde foram tidas em conta a proximidade aos locais de jusante, a densidade populacional e atividades humanas com implicações de poluição difusa ou pontual.

“Os resultados mostraram que são necessários mecanismos de menor impacte para diminuir escoamentos superficiais, alicerçados em infraestruturas verdes, focadas para o aumento de retenção de água pelos aquíferos, solo e ecossistemas aquáticos, em vez de obras de grande porte como barragens”, explica Luís Filipe Fernandes, investigador do CITAB - Centro Investigação e de Tecnologias Agroambientais e Biológicas da UTAD.

Estes sistemas melhoram em simultâneo o “estado ecológico das massas de água, reduzem a vulnerabilidade a cheias e secas, restauram o caráter funcional e maximizam o serviço de ecossistemas”, acrescenta o investigador.

Para chegar a este modelo foram aplicadas equações de engenharia acompanhadas de análise multicritério e tratamento espacial de dados através de Sistemas de Informação Geográfica. Através desta metodologia foi aplicado um modelo de redução de cheias com base em bacias de retenção, tendo em conta três módulos (hidrológico, geomorfológico e ambiental) que entram em linha de conta com o volume de armazenamento e localização apropriada bem como com aspetos como ações do homem, qualidade da água, entre outros.

As cheias urbanas são um problema mundial que afeta também Portugal. Já em 2016 ocorreram, de norte ao sul do país, vários eventos com elevados prejuízos materiais, causados por picos de cheias que, no caso do rio Vez, podem chegar aos 550 m3/s com fluxos associados a uma topografia escarpada e a alta pluviosidade.

Por estas razões os investigadores deste estudo indicam como solução um “extenso programa de reflorestamento para aumentar a evapotranspiração, reduzindo, consequentemente, o escoamento”, uma abordagem que passa pela descentralização do sistema de retenção em várias bacias mais pequenas “facilmente integradas na paisagem natural, com baixo impacto ambiental”.

Este estudo foi recentemente publicado no prestigiado Journal of Hydrology e apresentado no 13º Congresso da Água. O método está neste momento a ser aplicado em outros locais considerados críticos pela APA.



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Terça-feira, 12 de Abril de 2016
MINHOTOS DANÇAM NO OLIVAL, EM OURÉM

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival, no concelho de Ourém, vai receber um grupo folclórico minhoto que transporta consigo o colorido e a alegria das gentes do Minho. Trata-se do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, sediado no concelho de Loures, e a sua vinda ao concelho de Ourém efetua-se a título de permuta, uma vez que no próximo dia 28 de maio desloca-se a Loures o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, a fim de participar no 23º Encontro de Culturas que ali se realiza.

O Rancho Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho foi fundado em 11 de Setembro de 1994 com a missão de unir as suas gentes no concelho de Loures e, de uma maneira geral em toda a região de Lisboa e preservar, salvaguardar e divulgar as suas próprias raízes culturais.

Através da sua atuação, visa ainda a promoção cultural, sobretudo junto dos mais jovens e a sua identificação com as tradições culturais da região de origem dos seus pais, a valorização dos seus conhecimentos musicais e da etnografia Portuguesa.

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As danças e cantares que exibem são alegres como as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco, vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e de lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, belas e graciosas nos seus trajes garridos, mostram os bordados que constituem obras primorosas das suas delicadas mãos, revelando o seu tanto artístico. Exibem com garbo os seus colares de contas e a reluzentes arrecadas de filigrana que constituem obra-prima da ourivesaria minhota, de ancestral tradição.

Cantam ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido nos começos do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Em jeito de divisa, este grupo folclórico lembra: O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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RANCHO FOLCLÓRICO “MOLEIROS DA RIBEIRA”, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM E A ALTA ESTREMADURA NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES

No próximo dia 4 de Junho, a Freguesia do Olival recebe no seu festival o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho, grupo minhoto sediado em Loures a quem cabe a organização do Encontro de Culturas

Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho.

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Considerado um dos grupos mais representativos da nossa região, o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

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Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

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Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

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Sediado na Freguesia do Olival – atual União das Freguesias da Gondemaria e Olival – em Ourém, o Rancho Folclórico “Moleiros da Ribeira” preserva as tradições das gentes da localidade, com especial relevo para as artes e ofícios dos moleiros. Refira-se que os moinhos ou azenhas constituem um dos elementos mais emblemáticos desta localidade, tendo o próprio Rancho Folclórico preservado a azenha que outrora pertenceu ao escritor Acácio de Paiva e aí instalado um museu etnográfico.

Por ocasião da sua atuação em Loures, o Rancho Folclórico "Os Moleiros da Ribeira" esperam poder contar com o apoio e aplauso dos numerosos oureenses que vivem na região de Lisboa e outros que porventura desejem acompanhá-los nesta digressão.

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publicado por Carlos Gomes às 09:27
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Domingo, 6 de Março de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO MOLEIROS DA RIBEIRA, DO OLIVAL, REPRESENTA OURÉM NO ENCONTRO DE CULTURAS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 00:39
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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
OURÉM LEVA FOLCLORE A LOURES

Rancho “Moleiros da Ribeira” canta e dança no Encontro de Culturas Verde Minho e será recebido pelos autarcas do Município de Loures nos Paços do Concelho

O Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, do concelho de Ourém, vai no próximo dia 28 de Maio representar as tradições da Alta Estremadura no XXIII Encontro de Culturas Verde Minho que se realiza na cidade de Loures.

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O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016
OUREENSES DANÇAM NO BAILE DO CARAMELO



publicado por Carlos Gomes às 21:52
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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015
NADAL EN GALICIA… E SÚAS PANXOLIÑAS

Hai festa na parróquia. As xentes xuntam-se à lareira para celebrar a Noiteboa. Unha morea de iguarias enfeita a mesa de torradas molhadas no leite, fritas de gordura e salpicadas con açúcar, compotas de peras no vino tinto, polbo, verduras con bacalhau, sopa de amêndoas, froitos secos e castañas.

Guimarães (24)

À mesa ou xunto a lareira, un escano e un prato vazio é propositadamente deixado para los que están mortos a fin de que a alma possa vir comer e aquecer-se. Depois, xuntam-se as panxolas e os rapaces ván con sús traxes pelos veciños cantar suas panxoliñas, quedándose às portas con súas gaitas e panderetas, piden autorizaçón para entrar, cantán e piden alguma cosa.

                                                   A noitiña de Nadal,

                                                   Noite de gran alegría;

                                                   Naceu un reiciño novo

                                                   Fillo da Virxe María.

                                                   Camiñando vai Xosé,

                                                   Camiñando vai María,

                                                   Camiñan para Belén

                                                   A fin de chegar con día.

                                                   Cando a Belén chegaron,

                                                   Toda a xente dormía,

                                                   Menos un pobre porteiro

                                                   Que estaba na portería.

                                                   - Abre as portas, porteiro,

                                                   - A Xosé e María.

                                                   - Estas portas non se abren

                                                   Ata que Deus traia o día.

                                                   - Estas portas non se abren

                                                   Ata que Deus traia o día.

Depois da Noiteboa e súas panxoliñas celebradas na noitiña de Nadal, as festas prolongam-se ata à Noite Vella que ocorre a 31 de decembro e, daí ata Día de Reis em 6 de xaneiro. Conta unha tradiçión galega que todo lo bruxedo praticado na Noiteboa non logra alcançar ninghúm sucesso, pois é a noitiña do nacemento do meniño Xesús, cando a luz triunfa sobre a escuridón, o Bem sobre o Mal.. E, porque é solstício de inverno, as ervas colhidas en noitiña de San Xoán volven a ter o verde de orixe. Revonava-se o fogo na lareira con un gran tizón que depois de se queimar un póco se apaga. O tizón de Nadal apenas volverá a acender-se cando haxa ameaça de peligro. Na Coruña e en Lugo, en Ourense e Pontevedra, desde Ferrol ata A Guarda, da Moaña ata Castroverde, é Nadal en todolos pobos marinheiros e rurais de Galicia, en todalas aldeas e parroquias se celebra unha festa xenuína que ten a ver coa tradición cultural portuguesa em xeral e das xentes do Miño en particular. Como hai dixo o poeta João Verde:

                                                   - Vendo-os assim tão pertinho

                                                   a Galiza mail-o Minho

                                                   São como dois namorados

                                                   Que o rio tráz separados

                                                   Quase desde o nascimento

 

                                                   - Deixal'os, pois namorar

                                                   já que os pais para casar

                                                   lhes não dão consentimento

Hai, pois, que celebrar todolos xuntos en familia, galegos e portugueses, o noso Nadal, com zambumbas e panxoliñas, con ganas pola la chegada do día da gran naçom portugalaica. Hai que cumprir Portugal!

- Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:18
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
HÁ XADREZ NO MUSEU DE ARTE SACRA E ETNOLOGIA DE FÁTIMA



publicado por Carlos Gomes às 10:08
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Sábado, 5 de Dezembro de 2015
LIVRO “GÉRALD BLONCOURT – O OLHAR DE COMPROMISSO COM OS FILHOS DOS GRANDES DESCOBRIDORES” LANÇADO EM PORTUGAL

Teve ontem lançamento em Fafe o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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A obra, concebida e realizada pelo historiador português Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos 60, foi apresentada em Fafe, cidade que alberga o Museu das Migrações e das Comunidades, numa sessão que encheu por completo o auditório da Biblioteca Municipal e que esteve a cargo da conhecida socióloga das migrações Maria Beatriz Rocha – Trindade.

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Além das imagens históricas que o fotógrafo de 89 anos captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles de Paris, que já integraram várias exposições em Portugal e França, a obra traduzida para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, e prefaciada pelo consagrado ensaísta e pensador Eduardo Lourenço, reúne memórias, testemunhos e mais de centena e meia de fotografias originais da maior importância para a história portuguesa do último meio século.

Impossibilitado de estar presente na sessão de lançamento, o fotógrafo francês, cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra francesa, a mais alta distinção civil de França, enviou uma mensagem afirmando: “as fotografias do livro do meu amigo Daniel Bastos são testemunho da aventura extraordinária que passei ao lado dos emigrantes portugueses que partiram para França entre 1954 e 1974. Agradeço ao Daniel Bastos, ao Paulo Teixeira, ao Eduardo Lourenço, à Conceição Tina, à Maria Beatriz Rocha-Trindade, e a todos que apoiaram este livro de registo de momentos inesquecíveis de dignidade e fraternidade com os filhos dos grandes descobridores”.

No decurso da sessão, Maria Beatriz Rocha – Trindade, autora de uma vasta bibliografia internacional sobre matérias relacionadas com as migrações, afirmou que embora sendo um olhar retrospetivo sobre o fenómeno da emigração portuguesa, a obra mantém plena atualidade e pertinência perante o drama dos migrantes e refugiados que comove a Europa.

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Refira-se que a obra é patrocinada por duas dezenas de empresas representativas do tecido socioeconómico luso-francês. Como o Hipermercado E.Leclerc, rede de hipermercados de origem francesa que irá comercializar a obra em várias superfícies comerciais em Portugal, estando agendado para 12 de dezembro (sábado) a apresentação do livro no E.Leclerc de Chaves, distrito de Vila Real.

O livro será também comercializado pela cadeia de lojas FNAC, estando agendado para 19 dezembro (sábado) às 21h00 a apresentação da obra na FNAC em Guimarães, e no dia 22 de janeiro (sábado) às 21h30 na FNAC em Braga, sessão que assinalará a inauguração de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal e que circulará de três em três por todos os espaços culturais da FNAC no território nacional.

No início de 2016 estão agendadas várias sessões de apresentação da obra junto das comunidades portuguesas residentes no estrangeiro, em particular da numerosa comunidade portuguesa radicada em Paris, uma sessão carregada de grande simbolismo que contará com a presença do fotógrafo que durante mais de vinte anos escreveu com luz a vida dos portugueses em França e em Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 22:13
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE CONGRESSO PARA JOVENS FOLCLORISTAS

O Blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo um dos espaços na internet que maior relevo confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.

Porém, se mais não divulga, isso dever-se-á a razões que lhe são alheias pois, apesar de insistentes contactos, aquela entidade não faculta qualquer resposta, revelando o seu sentido de urbanidade.

Consagra o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa a Liberdade de expressão e informação, segundo o qual “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações

Apesar de tão estranha atitude, não deixa o Blogue AUREN de dar a conhecer a sua iniciativa, não privando os seus leitores da informação a que têm direito.

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Viana do Castelo acolheu Congresso para Jovens Folcloristas

O Centro Cultural de Viana do Castelo recebeu, durante o final de semana, o Congresso da Federação do Folclore Português para jovens Folcloristas 2015, cujo tema principal de debate foi “Jovens e Tradição: perspetivas de renovação”. Na sessão solene de abertura, o autarca de Viana do Castelo louvou o trabalho dos grupos na defesa e preservação do folclore e das tradições etnográficas e lembrou que Viana do Castelo tem sabido conservar o seu património cultural.

O congresso, que teve como objetivos abordar temáticas como as aceções da etnografia e do folclore na contemporaneidade, formar e capacitar os jovens folcloristas, compreender a etnografia e o folclore, facultar abordagens de ação inovadoras e promover a representatividade do movimento folclórico português, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e da vereadora da cultura, Maria José Guerreiro.

Na sessão, o autarca elogiou o trabalho dos grupos de folclore por serem um espaço de encontros intergeracionais de promoção e valorização cultural popular, referindo ainda que “tem sido o seu trabalho na pesquisa, recolha e preservação das tradições etnográficas que permite que possamos ter fontes e origens do nosso património e que este que seja preservado, sendo que desta forma se valoriza a chamada cultura popular”.

O trabalho de preservação do património cultural é o mesmo que permite a Viana do Castelo ter o epíteto de capital do folclore, sublinhou ainda José Maria Costa, lembrando como exemplo o trabalho que tem sido desenvolvido no Museu do Traje com o seu precioso espólio, bem como com a certificação do traje à vianesa. “Foi graças ao envolvimento dos grupos que foi possível efetuar um bom trabalho de preservação e certificação do traje e da nossa etnografia”, sublinhou ainda.

Fonte: http://local.pt/portugal/viana-do-castelo-acolheu-congresso-para-jovens-folcloristas/



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2015
PONTE DE LIMA: BANDA DE MÚSICA DE ESTORÃOS ATUA EM FORNELOS

FORNELOS – PONTE DE LIMA – 25 DE OUTUBRO – 15h00

Depois do êxito que os recentes concertos descentralizados alcançaram, nomeadamente, em Calheiros e em Bertiandos, com afluências de público dignas de registo, dar-se-á continuidade à programação dos concertos nas freguesias do concelho, desta vez no Adro da Igreja Paroquial de Fornelos, com o espetáculo a cargo da Banda de Música de Estorãos, no próximo Domingo, 25 de Outubro, às 15h00.

A programação de acções culturais descentralizadas será para manter e alargar a outras áreas artísticas, uma vez que os resultados estão a ser excelentes e a adesão das populações aos eventos animam-nos a prosseguir no sentido de levar espectáculos que contribuam para a valorização cultural das nossas gentes, um pouco por todo o território concelhio.

No que concerne ao conjunto de concertos descentralizados, o último do presente ano, ao nível das bandas filarmónicas, está agendado para o dia 8 de Novembro na Correlhã (Igreja Paroquial), também às 15h00.



publicado por Carlos Gomes às 19:35
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015
A LENDA DE SANTA IRIA OU NÁBIA, A DEUSA PAGÃ DO RIO NABÃO

Conta a lenda que Iria – ou Irene – nascera em Nabância, uma villae romana próxima de Sellium, a atual cidade de Tomar. Oriunda de uma família abastada, Iria veio a receber educação esmerada num mosteiro de monjas beneditinas, o qual era governado pelo seu tio, o Abade Sélio.

Dotada de beleza e inteligência, a jovem Iria atraía as atenções sobretudo dos fidalgos que disputavam entre si as suas atenções. Contava-se entre eles o jovem Britaldo que por ela alimentou uma enorme paixão. Contudo, Iria entregava-se a Deus e recusava as suas investidas amorosas.

Roído de ciúmes pela paixão de Britaldo, o monge Remígio que era o diretor espiritual de Iria, deu a beber a Iria uma mistela que lhe provocou no corpo a aparência de gravidez, provocando desse modo a sua expulsão do convento, levando-a a procurar refúgio junto do rio Nabão. Britaldo, a que entretanto chegara os rumores do ocorrido, movido por despeito, ordenou a um servo o seu assassínio.

Atirado ao rio Nabão cujas águas correm para o rio Zêzere, o corpo da mártir Iria ficou depositado nas areias do rio Tejo, aí permanecendo incorruptível para a eternidade, tendo o seu culto sido muito popular sobretudo no período do domínio visigótico.

Do nome de Irene – Santa Iria – tomou a antiga Scallabis romana o nome passando a denominar-se de Sancta Irene, daí derivando a atual designação de Santarém. Da mesma maneira que, para além de assinalar um acidente orográfico, a designação toponímica Cova da Iria deverá ter a sua origem no referido culto a Santa Iria, porventura já sob o rito moçárabe ou seja, cristão sob o domínio muçulmano embora adotando aspetos da cultura árabe.

A lenda de Santa Iria e o relacionamento com o local onde nascera ou seja, a villaeromana de Nabância, remete-nos ainda para o culto de Nabia, a deusa dos rios e da água, uma das divindades mais veneradas na antiguidade na faixa ocidental da Península Ibérica ou seja, a área que atualmente corresponde a Portugal e à Galiza.

Com efeito, durante o período que antecedeu à ocupação romana, a deusa Nábia era celebrada pelos povos autóctones, tendo o seu nome sido atribuído a diversos rios como sucede com o Navia, na Galiza e o Neiva e o Nabão em Portugal. Inscrições epigráficas como as da Fonte do Ídolo, em Braga e a de Marecos, em Penafiel, atestam-nos a antiga devoção dos nossos ancestrais à deusa Nábia.

Quando ocuparam a Península Ibérica à qual deram o nome de Hispânia, os romanos que à época não se haviam convertido ainda ao Cristianismo, adotaram as divindades indígenas e ampliaram o seu panteão, apenas convertendo o nome de Nábia para Nabanus, tal como antes haviam feito com os deuses da antiga Grécia.

Qual reminiscência de antigas crenças, o culto pagão à deusa Nábia – ou Nabanus – veio a dar origem à famosa lenda de Santa Iria – ou Santa Irene – cuja festa Ourém prepara-se para celebrar nomeadamente através da realização da tradicional Feira de Santa Iria.



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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015
GRUPO "SONS DO MINHO" ENCERRA CONGRESSO DOS JOVENS FOLCLORISTAS



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015
TRATADO DE ZAMORA FOI CELEBRADO HÁ 872 ANOS!

Passam precisamente 872 anos desde a celebração do Tratado de Paz de Zamora entre D. Afonso Henriques e o seu primo, Afonso VII de Leão e Castela, através do qual este reconhece o Reino de Portugal e o uso do título de Rex por parte de D. Afonso.

Na realidade, graças à ação diplomática desenvolvida pelo Arcebispo de Braga, D. João Peculiar, este tratado apenas veio confirmar o poder conquistado pelos portuguesos através das armas, na Batalha de Ourique, em 1139.

Pese embora a sua confirmação pelo Papa Alexandre III apenas em 1179, a data histórica do 5 de outubro de 1143 ficou, a partir de então, simbolicamente estabelecida como o dia da Independência de Portugal.

Quaisquer que sejam as efemérides históricas que desde então ocorreram nesta data – como sucedeu com a implantação da República – ou que venham a ocorrer, nenhuma alcançará tão profundo significado como aquela que regista o nascimento da nossa Nacionalidade e que deveria ser celebrada por todos os portugueses, quaisquer que sejam as suas convicções políticas e ideológicas, porque a Pátria sobrepõe-se às próprias preferências de regime político. Isto porque, acima de tudo, todos somos portugueses!



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015
FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

Realiza-se no próximo dia 24 de outubro, no Centro Cultural de Viana do Castelo o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

  1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;
  2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
    3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;
  3. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;
  4. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 08:55
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015
FÁTIMA RECEBE VISITA DE 2 MIL PESSOAS DE PÓVOA DE LANHOSO

Passeio Concelhio da Póvoa de Lanhoso já é tradição!

Cerca de duas mil pessoas participaram no Passeio Concelhio a Fátima, que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso dinamizou no passado dia 15 de setembro com a colaboração das Juntas de Freguesia, das paróquias e da população em geral. Os bombeiros voluntários da Póvoa de Lanhoso também deram apoio à comitiva.

Passeio Concelhio a Fatima 2

A chuva não fez diminuir o entusiasmo das pessoas que participaram, pois a deslocação a Fátima é sempre um momento pelo qual muito anseiam, sendo que, a par da vertente religiosa, existe um saudável convívio, que contribui para a boa disposição reinante.

O Presidente da Câmara Municipal e os seus vereadores marcaram presença. “Sinto-me mais perto da população e, como já estou numa fase de despedida, começo a sentir mais estes momentos, mas estarei sempre presente desde que me convidem e é um orgulho enorme estar entre os Povoenses e entre estes idosos, de quem gosto tanto”, referiu Manuel Baptista, já com alguma nostalgia. “Eu estarei sempre presente, porque o poder a mim não me alterou nada. Continuarei a ser a mesma pessoa, a tentar ajudar as pessoas, mas começa a doer, porque foram já muitos anos que dediquei a este povo maravilhoso e a este concelho. Sinto-me orgulhoso do trabalho que tenho feito ao lado desta gente que é magnífica”, acrescentou. 

Como habitualmente, a saída dos perto de 40 autocarros do nosso concelho começou bem cedo, por volta das 7h00, com passagem pelo recinto da feira semanal para recolha dos lanches destinados aos participantes. Após uma paragem para breve descanso numa estação de serviço, o passeio continuou até ao Santuário de Fátima. Durante o caminho, alguns rezaram o terço, de forma individual ou em grupo.

Já no destino, pouco depois das 12h00, a Basílica da Santíssima Trindade acolheu a celebração de uma eucaristia pelo arcipreste da Póvoa de Lanhoso, padre Armindo Gonçalves, coadjuvado por mais cinco párocos: o padre Albino Carneiro, o padre Salvador Mota, o padre Rafael Poças, o padre Luís Fernandes Peixoto e o padre Augusto Baptista. A celebração foi abrilhantada pelo Grupo Coral de São Martinho de Travassos. O executivo municipal, liderado pelo Presidente da Câmara, Manuel Baptista, assim como outros autarcas locais e populações assistiram e participaram nesta missa, em dia que o calendário católico consagra à Nossa Senhora das Dores.

Terminada a cerimónia religiosa, é hora de almoçar. Munidos de guarda-chuvas e farnéis, debaixo dos sobreiros ou nalgum outro recanto, alguns Povoenses optaram por almoçar ao ar livre; outros optaram por ir para locais abrigados que a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso providenciou para proteger do tempo chuvoso, que acompanhou a comitiva durante todo o dia, com mais ou menos intensidade. Esta foi ainda uma importante forma de as pessoas conviverem e reverem amizades de outras freguesias.

Maria das Dores da Silva, de Ajude, costuma vir a este passeio. “Acho muito bonito. Gosto do convívio de toda a gente”, foi dizendo, afirmando que participa “por ser a Fátima e pelo convívio”. Cristina Carvalho, da Póvoa de Lanhoso, também não costuma faltar. “Venho sempre a este passeio. É o máximo. É o melhor que os nossos Presidentes nos podem dar”. Para esta senhora, a confraternização também é parte importante. “Agora vamos estar por aqui e vamos conviver todos. Se for preciso, cantar e dançar, como é o costume”, referiu no final do almoço. Também da Vila, Flora Alves é outra repetente. “Gosto, é bonito, é muito interessante e ainda mais quando convivemos. O convívio é o mais importante disto tudo”.

Quem vai a Fátima não costuma perder a oportunidade ainda para fazer uma oração na Capelinha das Aparições assim como para comprar lembranças para a família ou amigos e este dia não foi exceção.

A hora do regresso foi deixada ao critério de cada grupo, acontecendo faseadamente. Mesmo assim, em alguns casos houve ainda grande alegria nos autocarros já que houve grupos que aproveitaram para cantar músicas populares, animando e envolvendo até casa os restantes passageiros. 



publicado por Carlos Gomes às 11:41
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2015
FOLCLORE JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

O Centro Cultural de Viana do Castelo vai no próximo dia 24 de outubro receber o Congresso para Jovens Folcloristas – 2015, subordinado ao tema “Jovens e tradição: perspetivas de renovação”, numa iniciativa do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português.

Os jovens congressistas vão repensar o trabalho dos respetivos grupos junto das suas comunidades, não esquecendo as temáticas já debatidas, de acordo com o seguinte programa:

1. Debater ações de etnografia e folclore na contemporaneidade;

2. Formar e capacitar os jovens folcloristas em cultura tradicional e popular portuguesa;
3. Compreender a etnografia e o folclore enquanto eixos estratégicos na construção da sociedade global;

4. Facultar abordagens de ações inovadoras nos grupos de folclore;

5. Promover a representatividade do movimento folclórico português.

Este congresso destina-se a jovens com idade até 35 anos mas toda a gente pode participar. São considerados observadores, os jovens até 35 anos de grupos não federados e as pessoas com mais de 35 anos de grupos federados e não federados.

A escolha da cidade de Viana do Castelo para o efeito não podia ser mais feliz em virtude da importância que esta região confere à preservação da nossa cultura tradicional, ao ponto de ser considerada por muitos como a “capital do folclore”.

O blogue AUREN privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo porventura um dos espaços na internet que maior destaque confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.



publicado por Carlos Gomes às 19:57
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Terça-feira, 11 de Agosto de 2015
TOCADORES DE CONCERTINA DE TODO O PAÍS RUMAM A PONTE DE LIMA



publicado por Carlos Gomes às 18:03
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Domingo, 12 de Julho de 2015
TEATRO REGRESSA AO CASTELO DE OURÉM

A Vila Medieval de Ourém e a Canto Firme vão voltar ao teatro com a peça Uma Floresta de Enganos, a realizar no dia 25 de julho no Torreão do Castelo de Ourém – Vila Medieval de Ourém, às 21h00.

Uma peça com texto de autoria de Hélder Costa, retrata a vida e obra de Gil Vicente através da passagem de sua vida na corte. Nela estão apresentados pequenos extratos dos vários autos por ele escritos: Monólogo do vaqueiro; Auto pastoril; Auto da alma; Auto da índia; Auto da barca do inferno; Farsa de Inês Pereira; Auto da Lusitânia (todo mundo e ninguém); Comédia de Rubena; Auto das fadas; Auto da Mofina Mendes.

São apontados como aspetos positivos nesta peça, a imaginação e originalidade evidenciando o sentido dramático e o conhecimento dos aspetos relacionados com a problemática do teatro português. O uso da linguagem Vicentina é, o principal elemento de produção de efeitos cómicos, ao incorporar trocadilhos, ditos populares e expressões características de cada classe

Social.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Alexandre Barata, Ana Santos, Betânia Silva, Carlos Duarte, Dalia Dâmaso, Hélia Rodrigues, Isabel Sousa, João Amendoeira, Joana Oliveira, João Patrício, Leonardo Sousa, Domingos Jorge, Sandra Santos, Paulo Serafim, Ricardo Silva, Vera Bártolo e a participação especial da “RITINHA”.

Encenação: Paulo Serafim

Duração da peça: cerca de 75 minutos

Entrada gratuita



publicado por Carlos Gomes às 17:52
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Terça-feira, 16 de Junho de 2015
OURÉM PARTICIPA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO



publicado por Carlos Gomes às 10:35
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015
FANFARRAS DOS BOMBEIROS DESFILAM EM OURÉM

6º Festival de Fanfarras dos BV de Ourém dia 21 de Junho

Evento integrado nas Festas da Cidade de Ourém 2015.

Inicio às 15h00

Inicio: Rua Nossa Senhora de Fátima

Desfile pela Av. D. Nuno Alvares Pereira

Final: em frente ao quartel dos BVO

Presença das seguintes Fanfarras:

- Ourém

- Oliveira do Hospital

- Voluntários de Leiria

- Caldas da Rainha

- Estarreja

- Alcochete

- Nazaré

- Alcanena

- Lagares da Beira

- Maia

Organização: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ourem

Apoio: Câmara Municipal de Ourém

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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