Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Terça-feira, 4 de Junho de 2019
OURÉM PROMOVE EXPOSIÇÃO DE ARTISTAS MOÇAMBICANOS

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publicado por Carlos Gomes às 19:30
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Sexta-feira, 12 de Abril de 2019
MUNICÍPIO DE OURÉM ASSOCIA-SE À “OPERAÇÃO EMBONDEIRO POR MOÇAMBIQUE”

O Município de Ourém associou-se à campanha da Cruz Vermelha Portuguesa “Operação Embondeiro por Moçambique”, ação que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e consiste na criação de um fundo de emergência para auxiliar as vítimas do ciclone tropical Idai.

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Esta catástrofe assolou as populações da Beira (Moçambique) e afetou quase dois milhões de pessoas que necessitam de ajuda humanitária e do apoio de todos.

Neste contexto, poderá contribuir para a “Operação Embondeiro por Moçambique” ao realizar donativos monetários (Transferência: IBAN PT50 0010 0000 3631 9110 0017 4 e Pagamento de Serviços: Entidade: 20999 Referência: 999 999 999) ou através da doação de medicamentos (novos, inviolados e com data de validade de 14 meses no mínimo), nomeadamente, compressas, água oxigenada, Betadine e Bepanthene Plus (ou semelhante), soro fisiológico unidoses, Ben-u-ron ou Paracetamol, Brufen ou genérico, Redrate, Fortimel e Fenistil.

Pode também contribuir para esta causa com a oferta de géneros com data de validade prolongada como enlatados (com abertura fácil), além de sabão azul e branco ou lixívia.

As doações devem ser entregues nos vários pontos de recolha existentes no concelho (Centro Comunitário de Voluntariado, Posto de Turismo de Fátima e Juntas de Freguesia), entre as 09h00 e as 17h00, e esta campanha não contempla a doação de roupa ou calçado.



publicado por Carlos Gomes às 20:37
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Terça-feira, 9 de Abril de 2019
ESCOLAS DA INSIGNARE ASSOCIARAM-SE À CAMPANHA DA HELPO, PROMOVIDA PARA AJUDAR MOÇAMBIQUE

Já seguiu o pequeno contributo das 2 Escolas Insignare, a Escola de Hotelaria de Fátima - EHF e a Escola Profissional de Ourém - EPO, que se quiseram associar à campanha da HELPO, promovida para ajudar Moçambique.

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É um pequeno grão de areia nas necessidades que enfrentam, mas é com muita generosidade que os alunos, professores e também muitos cidadãos oureenses, se associam a este país irmão.

Deixamos um agradecimento pelo empenho e pela dedicação desta comunidade educativa, que com o seu pequeno gesto ajudou a tornar o mundo um bocadinho mais humano, e certamente melhor.



publicado por Carlos Gomes às 18:35
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE OURÉM PROMOVE CONTO TRADICIONAL DE MOÇAMBIQUE



publicado por Carlos Gomes às 09:55
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Terça-feira, 23 de Junho de 2015
ROBERTO CHICHORRO EXPÕE EM OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 14:06
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Domingo, 21 de Junho de 2015
ROBERTO CHICHORRO EXPÕE EM OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 15:00
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Terça-feira, 16 de Junho de 2015
ROBERTO CHICHORRO EXPÕE PINTURA EM OURÉM

Exposição de Pintura “Moçambique - Ourém” por Roberto Chichorro

20 de junho a 19 de julho

Galeria Municipal de Ourém

Inauguração a 20 de junho às 19h00.

No âmbito das comemorações dos 40 anos da independência de Moçambique, o pintor Roberto Chichorro expõe na Galeria Municipal de Ourém.

Nasceu em 1941 em Lourenço Marques. Trabalhou como desenhador de publicidade e como decorador de pavilhões para feiras internacionais em Moçambique. Fez cenografias para espetáculos e ilustrou vários livros.

/De 1982 a 1985 é bolseiro do Governo Espanhol em Madrid, para cerâmica (Taller Azul) e zincogravura (Óscar Manezzi). Em 1986 é bolseiro do Governo Português, vivendo em Portugal desde essa data e dedicando-se exclusivamente à pintura.

Horário: terça a domingo das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

Entrada livre



publicado por Carlos Gomes às 19:36
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Sábado, 11 de Abril de 2015
MINHOTOS QUE VIVERAM EM MOÇAMBIQUE COMEMORAM EM BRAGA 60 ANOS DA FUNDAÇÃO DA EX-CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES

Minhotos e amigos que viveram em Moçambique e encontram-se atualmente dispersos pelo país vão rumar a Braga para festejar o 60º aniversário da EX-Casa do Minho em Lourenço Marques

Passam precisamente 60 anos desde a data da fundação da ex-Casa do Minho em Lourenço Marques, na antiga província ultramarina portuguesa de Moçambique. Há 40 anos, a bandeira das quinas deixou de flutuar na capital do Índico e a maioria dos nossos compatriotas que viviam naquele território regressou à metrópole e, muitos minhotos às suas próprias origens. Outros, porém, refizeram a sua vida noutras paragens, na região de Lisboa ou noutras cidades e vilas de Portugal.

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À semelhança dos anos anteriores, os minhotos e amigos que fizeram parte daquela instituição regionalista vão, no próximo dia 2 de maio, rumar à cidade de Braga para assinalar a efeméride em mais um almoço de confraternização. Recordar os tempos vividos e preservar os laços de amizade criados naquelas paragens longínquas constituem os objetivos do encontro.

Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o elo de ligação das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e mantinham as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio da Casa do Minho constituiu um dos melhores exemplos do seu apego às origens.

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Na realidade, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955, já lá vão 60 anos!

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Muitos foram os minhotos e outros portugueses que em Moçambique construíram as suas vidas. Contudo, o seu curso tranquilo e próspero veio a ser abruptamente interrompido em consequência do processo de descolonização do território e a guerra civil que se seguiu, determinando o seu regresso à metrópole e consequente extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e continuam a reunir-se todos os anos em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que continuam a amar – Moçambique!

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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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Sexta-feira, 28 de Junho de 2013
OUREENSES REALIZAM ALMOÇO NO OLIVAL PARA AJUDAR CRIANÇAS ORFÃS DE MOÇAMBIQUE



publicado por Carlos Gomes às 00:58
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Sábado, 15 de Junho de 2013
SOLIDARIEDADE COM CRIANÇAS ORFÃS DE MOÇAMBIQUE JUNTA OUREENSES NO OLIVAL



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Quinta-feira, 13 de Junho de 2013
AUTARCAS DE MONAPO DESAFIAM EMPRESÁRIOS DE OURÉM A INVESTIR EM MOÇAMBIQUE

Uma comitiva de Monapo, cidade moçambicana geminada com Ourém desde 6 de junho de 2000, visitou o Município de Ourém entre os dias 21 a 24 de maio.

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A comitiva constituída pelo Presidente do Concelho Municipal de Monapo, João Luís, Presidente da Assembleia Municipal, Bernardo Alfredo, e por um técnico do Município, foi recebida nos Paços do Concelho. A visita incluiu a realização de uma reunião entre a direção da ACISO e os representantes de Monapo, seguida de uma deslocação a várias empresas para estabelecer contacto com o tecido empresarial concelhio e encontrar futuros parceiros.

Nas palavras de João Luís, Presidente do Concelho Municipal, “Monapo está numa fase de crescimento, embora lento’ e convidou os empresários de Ourém a explorarem as oportunidades que Monapo representa, nomeadamente nas áreas da hotelaria e turismo, agricultura, indústria, farmácias e comércio. A comitiva de Monapo visitou ainda estabelecimentos escolares de Ourém e instituições de solidariedade social.

As comitivas de Monapo que têm visitado Ourém nestes últimos anos, refletem a importância e solidez da colaboração entre os dois Municípios no campo institucional e empresarial valorizando as políticas de internacionalização desenvolvidas pelo executivo camarário.

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publicado por Carlos Gomes às 18:15
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Quarta-feira, 5 de Junho de 2013
OURÉM AJUDA CRIANÇAS DE MOÇAMBIQUE



publicado por Carlos Gomes às 23:57
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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013
FÁTIMA: CENTRO MISSIONÁRIO ALLAMANO REALIZA CONFERÊNCIA SOBRE MOÇAMBIQUE



publicado por Carlos Gomes às 18:44
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012
GRAZIELA VIEIRA: AMBANINE MOÇAMBIQUE

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AMBANINE MOÇAMBIQUE

 

Quando nos juntamos, rompemos o dique

Da saudade imensa, que vem tanta vez

Trazer nostalgia, lembrar Moçambique;

Na escola aprendemos que era português.

Como tal nós O amamos;

Ali trabalhamos

Lançando raiz,

Na machamba ou na cidade

Fomos na verdade

Quem fez o País.

 

Cocuanas, ambanine!

Esfanhanes, ambanine!

Ás mamanas, ambanine!

Aos mufanas, ambanine.

 

Com que displicência somos “retornados”

Quais cartas dispersas de humano baralho.

Com que ligeireza fomos ‘spoliados

De teres e haveres fruto do trabalho

.Sem tempo de transição

P’rá livre opção

Partir ou ficar?

Hoje no País dos coqueiros,

Estão estrangeiros

 No nosso lugar.

 

Quem não viveu lá é que não entende

Os fraternos laços entre Afro e Mulungo!

O mago feitiço que sempre nos prende,

Mesmo separados pelo mar jucundo.

Se recordar é viver,

Eu gosto de ter

Mil recordações

Do País a Oriente…

E da sua gente

Que cantou CAMÕES.

Graziela Vieira

Fevereiro 2000

Ourém

Nota:  Cocuanas,=Velhos. Esfanhanes,=Crianças pequenas

Mamanas,=Mulheres em idade fértil.Mufanas= juvenis

Machamba,= Horta,  etc



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Sábado, 7 de Janeiro de 2012
OUREENSE JOSÉ ESTEVES APELA À SOLIDARIEDADE: UMA ESCOLA PARA MOÇAMBIQUE!

O nosso conterrâneo José Esteves encontra-se em Moçambique com a missão a que se propôs de construir uma escola para as crianças moçambicanas, prosseguindo assim a campanha de solidariedade iniciada em Ourém e que contou com a adesão de muitos oureenses, conforme oportunamente noticiámos.

De Moçambique, José Esteves escreve-nos e conta-nos como tudo tem decorrido. E envia-nos imagens muito interessantes do trabalho que tem desenvolvido. O AUREN espera poder continuar a acompanhar a sua missão em terras moçambicanas, junto daquele povo nosso irmão.

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Já lá vai algum tempo que tudo começou, quando apadrinhei uma criança aqui neste orfanato Arco-íris. Jamais imaginei passar aqui quase três meses. Daqui recebia notícias mandadas por um voluntário português, o Eng.º Victor Barata, responsável pela linha de apadrinhamento directo. Graças ao seu extraordinário trabalho, muitas crianças órfãs têm um padrinho ou madrinha de várias partes do mundo e, assim, têm uma alimentação mais equilibrada.

Um dia Victor colocou umas fotos na net da escola de Muximúa, fiquei a pensar como é possível ali ensinar a língua de Camões a 300 crianças. Algum tempo depois nasceu este projecto, apoiado pelo padre Bertolino Vieira, das paróquias de Olival e Caxarias. Fomos aos Agrupamentos de Escolas que se propuseram a ajudar na venda do lápis e na recolha de livros e material escolar.

Este projecto era para o Victor constituir-se o elo entre Ourém e Gurué, mas percebi que ele não tinha tempo para este trabalho. Foi então que resolvi vir com minha Esposa passar aqui três meses, e assim enviamos um contentor com todo o material para a escola, menos cimento e areia.

Estamos em Moçambique desde o dia dois de Dezembro, já lá vai mais de um mês. Estou encantado com este país, com um verde bem carregado. Depois de estar uns dias em Nampula em casa de um primo, vim para perto da obra, ficando hospedado neste lar, onde 40 crianças órfãs vivem a cargo de três Irmãs da Congregação Mãe do Redentor.

Depois de alguns encontro com entidades locais e de ter dado conhecimento deste projecto, fui ao local da escola onde tivemos uma reunião com as entidades do lugar e com trabalhadores onde entreguei a obra, primeira fase, 2800 blocos de cimento feitos no local, 2 homens, e paredes até cima para eu depois colocar a cobertura vinda no contentor, 6 homens, 3 homens para cavar areia, mais 3 a partir pedra, 2 senhoras para acarretar água, 1 guarda-nocturno, e 1 português que vive mesmo em frente ao lar, com uma carrinha onde vamos uma ou duas vezes por semana levar cimento, já vai numa total de 18 pessoas envolvidas nesta obra, o custo deste pessoal deve rondar os 40.000Meticais, mais ou menos 1200€, o que fica muito caro é o cimento, qualquer coisa como 340MT = 10€, os materiais aqui são muito caros, e alguns de pouca qualidade, por isso resolvemos trazer de Portugal o que foi possível. 

O contentor depois de algum atraso derivado a tolerância de ponte de Natal ficou mais oito dias no porto de Nacala o que acarretou mais despesa, mas chegou na tarde de 30 Dezembro, 16horas começamos a descarregar, tudo chegou bem graças a Deus, 20horas estava descarregado, com todos do Lar a ajudar e uns rapazes que contratamos.

Todo o material foi seleccionado algum ficou para as crianças do lar, outro está a ser entregue a instituições e até os reclusos da cadeia tiveram direito a roupas, livros várias escolas, brinquedos a muitas crianças, em troca tenho recebido muitos sorrisos, graças a muita gente foi possível fazer sorrir estas crianças e as instituições que receberam podem canalizar as poucas verbas para outras necessidades.

Também temos ajudado em alguns trabalhos como canalizador pintor e electricista, com material que veio de Portugal, coloquei um filtro para a água de beber, agora estamos a colocar umas caleiras no beirado para apanhar água da chuva para um contentor de 1000l que também trocemos, dar leite aos bebés brincar com eles, rezar o terço são rotinas que já vamos estando habituados.

Quando vamos a Muximúa (escola) não sei de onde aparece tanta criança em pouco tempo, começam a aparecer do meio do mato e em pouco tempo são mais de 50, há dias perguntei a um padre se tinha muitos seminaristas para mandarem padres para Portugal. Disse-me; vós, na Europa, não matem as crianças, deixem-nas nascer. A maior riqueza de Moçambique é as crianças. Falando com um professor, as escolas todas elas rondam os 500 e 1000 alunos e é natural uma turma ter entre 70 a 90 alunos.

Uma aventura para recordar, um aprender com outras gentes outra cultura, outras comidas é bom sabermos como vivem, para não cairmos na tentação de queremos um mundo só para nós com tudo de bom e outros sem nada, sabemos que não vou mudar o mundo, mas temos a certeza que muita gente se vai lembrar do brinquedo que recebeu ou de um livro ou uma peça de roupa, coisa pouca mas que significa muito na vida desta gente, muita gente tem pedido trabalho já me vão conhecendo, uns chama-me de padre outros de irmão e até de engenheiro. E, no entanto, somos uns simples seres humanos que estamos a cumprindo um dever de cristão, repartir com quem vive com menos do que nós. 

Gurué, terra de chá onde se emprega muita gente mas em tempos eram muito mais, com um cesto às costas lá vão apanhando as primeiras três folhas de cada rebento e colocando no cesto.

Muito calor e muita chuva, nem nos lembramos que em Portugal é Inverno, muita manga ananás banana, fruta boa, não são só coisa más tem boas sem duvida.

Se por ventura o teu coração se sentir tocado, e tiveres alguma coisa que ainda possas dar pode ser pouco 1€ aqui faz 33MT já é alguma coisa, deposita nesta conta: NIB. 0010 0000 42477540001 53 José Martins Esteves, encarregar-me-ei de o semear para dar frutos.

Sem mais, um feliz 2012, muito obrigado a todos os que nos tem felicitado pelo trabalho, e os que contribuíram para que foce possível levar a cabo este projecto é por todos vós que rezamos em cada dia no terço há tarde, que Deus vos recompense.

Gurué 7 de Janeiro de 2012

José Esteves

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publicado por Carlos Gomes às 13:30
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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "PORTUGAL-ÍNDIA, DE MÃOS DADAS" É INAUGURADA AMANHÃ NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

Exposição “Um certo olhar”

16 a 30 de Julho

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De segunda a sexta das 9h00 às 17h00

Exposição de fotografia de Fernanda e Eduardo Souto

Tendo passado por Lourenço Marques e Portugal, Fernanda e Eduardo Souto fixaram residência em Goa em 2002, onde, desde então visitaram 24 Estados da Índia, numa “scotter” tendo percorrido 98.000 kms. A sua última viagem foi feita em 2009, durou 3 meses num percurso de 12.000km, no âmbito do projecto “Portugal – Índia, de mãos dadas”.

As fotografias patentes nesta mostra são o resultado da captura de imagens nestas viagens.

Entradas gratuitas.

Quem são Fernanda Souto e Eduardo Souto?

Para responder a esta questão, recebemos do nosso colaborador, sr. José Santos, o amável depoimento que a seguir transcrevemos:

"Fernanda Souto, nasceu em Coimbra em 1947 e foi muito pequena para Moçambique ou seja para a Cidade do Xai Xai.

Eduardo Souto, nasceu em Luanda, Angola, em 1943, e, em virtude de seu pai ser Funcionário do Estado (Director dos Correios) ele e seus irmãos foram para Goa, antiga Índia Portuguesa. Aí estudou, aí praticou desporto e tirou o antigo 7º ano. Entretanto ele como toda a sua família sofreu a Invasão feita pela União Indiana a Goa e restantes enclaves.

Veio para Portugal, e seu pai entretanto foi colocado em Moçambique mais concretamente na Cidade de Lourenço Marques. Eduardo Souto conseguiu trabalho em 1964 na cidade do Xai Xai na Administração Pública (Governo Civil), como Xai Xai era uma cidade pequena na altura acabamos por nos conhecer por causa do Futebol de Salão. Eu trabalhava na Fazenda Pública. O Eduardo foi viver para minha casa e dos meus pais. Em 1965 fomos ambos para o Curso de Sargentos Milicianos em Boane (Moçambique), ficamos na mesma Companhia e no mesmo pelotão durante a recruta. Depois cada um tirou a sua especialidade, eu como tinha ficado em Lourenço Marques (hoje Maputo) fiquei hospedado em sua casa. Militarmente, eu fui colocado em Mueda e o Eduardo na Ilha de Moçambique. E por aí fora...a nossa amizade é daquelas que foi feito com "cimento" da melhor qualidade...muitas vezes digo...se fossemos irmãos se calhar não nos dávamos tem bem."



publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011
GRUPO DE OURÉM ESTÁ A RECONSTRUIR UMA ESCOLA NA ALDEIA MOÇAMBICANA DE MUXIMUA

Embaixador agradece ajuda a crianças

O embaixador de Moçambique, Miguel Mkaima, deslocou-se ao concelho de Ourém para agradecer a ajuda de um grupo de cidadãos da freguesia do Olival que está a reconstruir uma escola em Muximua, onde estudam 300 crianças.

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José Esteves com Miguel Mkaima

A recolha de fundos para a reconstrução da escola é liderada por José Esteves, reformado do Exército, que já conseguiu angariar dez mil euros através da venda de lápis nas escolas de Ourém. Junto de vários empresários da região, obteve um telhado novo, bem como portas e janelas e ainda loiças para uma casa de banho.

Para agradecer a ajuda que está a ser prestada ao seu povo, o embaixador Miguel Mkaima deslocou-se anteontem a Ourém, tendo sido recebido à tarde, na câmara, pelo vice-presidente, José Alho. À noite participou num jantar de solidariedade que se realizou no Salão Paroquial do Olival e em que actuaram os artistas João Fé, Lélita e Inês Faria e Sofia Pereira.

In Correio da Manhã, 3 de Julho de 2011



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Segunda-feira, 4 de Julho de 2011
FERNANDA E EDUARDO SOUTO APRESENTAM "PORTUGAL-ÍNDIA, DE MÃOS DADAS" ATRAVÉS DA FOTOGRAFIA

Exposição “Um certo olhar”

16 a 30 de Julho

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De segunda a sexta das 9h00 às 17h00

Exposição de fotografia de Fernanda e Eduardo Souto

Tendo passado por Lourenço Marques e Portugal, Fernanda e Eduardo Souto fixaram residência em Goa em 2002, onde, desde então visitaram 24 Estados da Índia, numa “scotter” tendo percorrido 98.000 kms. A sua última viagem foi feita em 2009, durou 3 meses num percurso de 12.000km, no âmbito do projecto “Portugal – Índia, de mãos dadas”.

As fotografias patentes nesta mostra são o resultado da captura de imagens nestas viagens.

Entradas gratuitas.

Quem são Fernanda Souto e Eduardo Souto?

Para responder a esta questão, recebemos do nosso colaborador, sr. José Santos, o amável depoimento que a seguir transcrevemos:

"Fernanda Souto, nasceu em Coimbra em 1947 e foi muito pequena para Moçambique ou seja para a Cidade do Xai Xai.

Eduardo Souto, nasceu em Luanda, Angola, em 1943, e, em virtude de seu pai ser Funcionário do Estado (Director dos Correios) ele e seus irmãos foram para Goa, antiga Índia Portuguesa. Aí estudou, aí praticou desporto e tirou o antigo 7º ano. Entretanto ele como toda a sua família sofreu a Invasão feita pela União Indiana a Goa e restantes enclaves.

Veio para Portugal, e seu pai entretanto foi colocado em Moçambique mais concretamente na Cidade de Lourenço Marques. Eduardo Souto conseguiu trabalho em 1964 na cidade do Xai Xai na Administração Pública (Governo Civil), como Xai Xai era uma cidade pequena na altura acabamos por nos conhecer por causa do Futebol de Salão. Eu trabalhava na Fazenda Pública. O Eduardo foi viver para minha casa e dos meus pais. Em 1965 fomos ambos para o Curso de Sargentos Milicianos em Boane (Moçambique), ficamos na mesma Companhia e no mesmo pelotão durante a recruta. Depois cada um tirou a sua especialidade, eu como tinha ficado em Lourenço Marques (hoje Maputo) fiquei hospedado em sua casa. Militarmente, eu fui colocado em Mueda e o Eduardo na Ilha de Moçambique. E por aí fora...a nossa amizade é daquelas que foi feito com "cimento" da melhor qualidade...muitas vezes digo...se fossemos irmãos se calhar não nos dávamos tem bem."



publicado por Carlos Gomes às 21:20
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Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
REALIZA-SE AMANHÃ NA FREGUESIA DO OLIVAL O JANTAR DE SOLIDARIEDADE "UMA ESCOLA PARA MOÇAMBIQUE"

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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE TEM LUGAR NA FREGUESIA DO OLIVAL NO PRÓXIMO DIA 1 DE JULHO

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publicado por Carlos Gomes às 08:39
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Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
SOLIDARIEDADE COM MOÇAMBIQUE TRAZ EMBAIXADOR À FREGUESIA DO OLIVAL

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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