Espaço de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Ourém.

Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR DÁ A CONHECER "VIVÊNCIAS QUOTIDIANAS DO CONVENTO DE CRISTO"

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Sábado, 22 de Junho de 2019
TOMARENSES FESTEJAM EM LISBOA OS SANTOS POPULARES

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Segunda-feira, 27 de Maio de 2019
TOMARENSES CONFRATERNIZAM EM LISBOA

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TOMARENSES CONFRATERNIZAM EM LISBOA

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Sexta-feira, 24 de Maio de 2019
CASAS REGIONAIS EM LISBOA ESTÃO EM FESTA!

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Terça-feira, 14 de Maio de 2019
CASAS REGIONAIS PROMOVEM ENCONTRO EM LISBOA

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA PASSEIO EM CARROS ANTIGOS

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PROGRAMA

08H00 –Concentração no Café Paraíso (Corredoura), para Receção e distribuição da documentação aos participantes, seguido de pequeno almoço.

09H30 – Saída em direção às Grutas de Mira de Aire, pela estrada A13 / A23 / N243; 10H30 – Concentração/ reagrupamento junto às Grutas de Mira de Aire;

10H45 – Entrada para a Visita às Grutas de Mira de Aire;

12H15 – Almoço no restaurante Grutas de Mira de Aire;

14H30 – Saída em direção ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

15H30 – Concentração/ reagrupamento junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

16H00 – Visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

17H00 – Regresso a casa;

PASSEIO DE CARROS ANTIGOS

A Casa do Concelho de Tomar está a organizar um Passeio, no dia 8 de Junho de 2019, destinado a automóveis antigos e clássicos, que incluirá uma concentração/ exposição na Corredoura, na cidade de Tomar.

Partiremos de Tomar em direção às Grutas de Mira de Aire, onde faremos uma “viagem às profundezas da serra”.

Com onze quilómetros de extensão total conhecida, as Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas de Portugal. Após a visita às Grutas, que durará cerca de 1 hora, subiremos ao Restaurante, onde iremos almoçar e posterior distribuição de prémios de presença deste evento.

Após o almoço de convívio, seguiremos pela estrada Nacional N243, em direção à Fundação Batalha de Aljubarrota, para visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota – CIBA. O regresso será feito pela estrada IC9, até Tomar.



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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ORGANIZA 12º PASSEIO DE CARROS ANTIGOS NO PRÓXIMO DIA 8 DE JUNHO

A Casa do Concelho de Tomar está a organizar um Passeio, no dia 8 de Junho de 2019, destinado a automóveis antigos e clássicos, que incluirá uma concentração/ exposição na Corredoura, na cidade de Tomar.

Cartaz Passeio Carros Antigos CCT 2019 (2).jpg

Partiremos de Tomar em direção às Grutas de Mira de Aire, onde faremos uma “viagem às profundezas da serra”.

Com onze quilómetros de extensão total conhecida, as Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas de Portugal.

Após a visita às Grutas, que durará cerca de 1 hora, subiremos ao Restaurante, onde iremos almoçar e posterior distribuição de prémios de presença deste evento. Após o almoço de convívio, seguiremos pela estrada Nacional N243, em direção à Fundação Batalha de Aljubarrota, para visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota – CIBA.

O regresso será feito pela estrada IC9, até Tomar.

PROGRAMA

08H00 –Concentração no Café Paraíso (Corredoura), para Receção e distribuição da documentação aos participantes, seguido de pequeno almoço.

09H30 – Saída em direção às Grutas de Mira de Aire, pela estrada A13 / A23 / N243;

10H30 – Concentração/ reagrupamento junto às Grutas de Mira de Aire;

10H45 – Entrada para a Visita às Grutas de Mira de Aire;

12H15 – Almoço no restaurante Grutas de Mira de Aire;

14H30 – Saída em direção ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

15H30 – Concentração/ reagrupamento junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

16H00 – Visita ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota;

17H00 – Regresso a casa; PASSEIO DE CARROS ANTIGOS



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Domingo, 28 de Abril de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR EM LISBOA PROMOVE JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR JUNTA TOMARENSES EM LISBOA

No próximo dia 9 de Maio (Quinta-feira), a Casa do Concelho de Tomar, vai realizar o seu Tradicional Jantar de Mensal de Confraternização entre os Associados, Tomarenses e Amigos, nas sua Sede em Lisboa.

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Com início às 20H00m, para além deste momento de Confraternização entre a família Tomarense e amigos, iremos ter uma verdadeira Noite Tomarense na nossa Sede em Lisboa, que poderá desfrutar.

Assim vamos contar com

- Lançamento do Livro “Alma em Pontas” da escritora Tomarense Graça Costa;

- Mostra de Pintura e Desenho do pintor Tomarense João Costa Rosa;

- Participação do “Quinteto de Metais da Escola de Música da Sociedade Filarmónica Gualdim Pais”

Tome nota na sua agenda e venha Confraternizar connosco.

De forma a facilitar a Logística deste Evento, agradecemos que efetue a sua reserva antecipadamente acedendo à nossa página Institucionalwww.cctomar.pt.

Cordialmente

Casa do Concelho de Tomar

O Presidente da Direção

Carlos Galinha

e-mail: geral@cctomar.pt



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Quinta-feira, 28 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR EM LISBOA ESTÁ EM FESTA!

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Sexta-feira, 22 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR ELEGE NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS - CARLOS GALINHA REELEITO PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

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Terça-feira, 5 de Março de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR COMEMORA 76 ANOS DE EXISTÊNCIA

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2019
TEMPLÁRIOS DE TOMAR VÃO ATÉ LISBOA

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR COMEMORA 76 ANOS DE EXISTÊNCIA

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Domingo, 10 de Fevereiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR LEVA A LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR LEVA A LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR REALIZA EM LISBOA NOITE TEMPLÁRIA

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR EM LISBOA ORGANIZA JANTAR DE NATAL

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Sexta-feira, 26 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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Sábado, 29 de Setembro de 2018
CASA DO CONCELHO DE TOMAR PROMOVE CONFRATERNIZAÇÃO EM LISBOA

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Terça-feira, 25 de Setembro de 2018
TOMARENSES EM LISBOA REALIZAM JANTAR DE CONFRATERNIZAÇÃO

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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2018
TOMAR PROMOVE EM LISBOA PRODUTOS DA SUA REGIÃO

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Domingo, 20 de Maio de 2018
ALVAIÁZERE PARTICIPA EM LISBOA NA FESTA DAS CASAS REGIONAIS

A Casa do Concelho de Alvaiázere deu a conhecer os produtos da região

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. Em prepresentação da nossa região destacamos a Casa do Concelho de Alvaiázere.

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA



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Segunda-feira, 28 de Março de 2016
CARTA ABERTA AOS OUREENSES QUE RESIDEM NA REGIÃO DE LISBOA

Vivem e trabalham na região de Lisboa largas centenas, porventura alguns milhares de oureenses e seus descendentes que, não obstante a distância a que se encontram da sua terra natal, não esquecem as suas raízes.

Pese embora a sua representação numérica, não possuem os oureenses que residem na região de Lisboa uma representação que os congregue – nem o concelho de Ourém uma verdadeira embaixada regionalista na capital que pugne pela divulgação dos seus valores e interesses.

Desfilou a banda da Sociedade Filarmónica Ouriense nas comemorações da data histórica do 1º de Dezembro em Lisboa que tiveram lugar no ano passado e vai em breve o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, do Olival, atuar no Encontro de Culturas na cidade de Loures. Também o Presidente da Câmara Municipal de Ourém veio recentemente a Lisboa para dar a conhecer o programa de comemorações cívicas que irão ter lugar no âmbito do Centenário das Aparições de Nossa Senhora de Fátima. Mas, falta a Ourém o apoio e a força anímica da comunidade oureense que só se pode manifestar-se se for traduzida de uma forma organizada, através de uma associação regionalista que a congregue.

À semelhança do que sucede com as comunidades dos concelhos vizinhos de Alvaiázere, Tomar e Ferreira do Zêzere, apenas para citar os geograficamente mais próximos, também o concelho de Ourém possui condições objetivas para possuir na capital a sua própria representação regionalista, refundando a Casa de Ourém e, qual Fénix das cinzas renascida, fazer flutuar a bandeira municipal com a sua “águia estendida de vermelho bicada e sancada de negro, coleirada de ouro, segurando nas garras o escudo de Portugal antigo”. Naturalmente em moldes modernos, rejuvenescidos e contando com a participação de todos os oureenses e seus descendentes, quaisquer que sejam as suas crenças ou convicções ideológicas.

Não possuindo, por razões óbvias, capacidade para reunir os oureenses em torno deste objetivo, sem falsa modéstia, o autor destas linhas possui experiência suficiente no domínio do associativismo regionalista para abraçar esta causa e prestar todo o apoio - assim queiram os oureenses!

E, para finalizar, permitam-me que recorde o artigo 2º dos Estatutos da extinta Casa de Ourém, em Lisboa: “A "CASA DE OURÉM" é uma associação fundamentalmente regionalista, de propaganda e iniciativa, destinada a estudar, promover, auxiliar ou defender, quaisquer actos ou previdências tendentes ao fortalecimento da solidariedade entre os componentes da colónia ouriense em Lisboa, ao aperfeiçoamento moral e material dos associados e engrandecimento e prestígio do Concelho de Vila Nova de Ourém e seus naturais."



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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
CASAS REGIONAIS ALMOÇAM JUNTAS EM FERNÃO FERRO



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Domingo, 25 de Outubro de 2015
JORNADA REGIONALISTA JUNTA CASAS REGIONAIS EM LISBOA GRANDE

As casas regionais sediadas em Lisboa levaram hoje a efeito um encontro cultural que foi simultaneamente uma grande jornada regionalista a congregar gentes das mais variadas regiões do país a viver na capital do país. A iniciativa foi da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e teve lugar na Freguesia de Marvila, mais concretamente no salão de festas de Vale Fundão.

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Constituída em 2007 com vista a conferir maior representatividade ao associativismo regionalista, a Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) congrega algumas dezenas de casas regionais, entre as quais a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença, a Casa do Concelho de Ponte de Lima, a Casa Courense em Lisboa, Casa da Comarca de Arganil, Casa Regional de Cinfães, Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, Casa do Concelho de Tomar e a Casa do Concelho de Gouveia.

O concelho de Ourém não se encontra representado neste movimento em virtude da Casa de ourém já ter sido extinta.

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Diversas casas regionais trouxeram à capital grupos folclóricos ou de música popular constituídos no seio das respetivas associações pu provenientes dos respetivos concelhos. Destacamos, pela sua representatividade, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Castro Daire, o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães e o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.

O regionalismo não se fecha em si mesmo. Antes pelo contrário, reconhece a diversidade e reforça os laços de amizade e colaboração entre as mais diversas regiões, contribuindo para unir os povos.

O evento contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Junta de Freguesia de Marvila. Os seus dirigentes apostam na realização, para o próximo ano, de uma grandiosa jornada a ter lugar em pleno centro de Lisboa, local privilegiado de divulgação nomeadamente junto dos números turistas que visitam a capital.

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Sábado, 24 de Outubro de 2015
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE AMANHÃ EM LISBOA



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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA



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Domingo, 18 de Outubro de 2015
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
TABULEIROS DE TOMAR DESFILAM EM LISBOA



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Domingo, 12 de Outubro de 2014
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA

Cerca de dezena e meia de casas regionais assentaram ontem arraial na Praça da Figueira, em Lisboa. Trouxeram os produtos típicos das suas terras de origem, desde a doçaria aos enchidos, o artesanato e a divulgação turística.

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Pelo palco desfilaram diversos grupos musicais, incluindo ranchos folclóricos, constituídos no seio destas associações regionalistas ou propositadamente deslocadas das respetivas regiões em sua representação.

A Casa do Concelho de Tomar e a Casa de Ferreira do Zêzere foram duas das associações regionalistas que participaram neste evento organizado pela Associação das Casas Regionais de Lisboa.

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Domingo, 1 de Junho de 2014
CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Casas dos concelhos de Tomar e Alvaiázere participaram no evento

Cerca de duas dezenas de casas regionais e outras coletividades de desporto, cultura e recreio juntaram-se este fim-de-semana na Alameda D. Afonso Henriques para festejar o Dia Nacional das Coletividades. Tendo como cenário a monumental fonte luminosa, diversos grupos folclóricos representativos das mais diversas regiões do país desfilaram pelo palco ali instalado, dando a conhecer aos lisboetas as tradições das suas terras de origem.

Num dos passeios laterais da Alameda D. Afonso Henriques perfilam-se os pavilhões das diversas coletividades e casas regionais, pontificando entre outros os concelhos de Arganil, Tomar, Alvaiázere, Tábua, Covilhã, Arcos de Valdevez, Valença, Paredes de Coura, Vila Nova de Cerveira, Castro d’Aire e Ponte de Lima.

O evento, denominado “Festa das Coletividades e casas Regionais em Lisboa”, foi organizado pela Federação das Coletividades do Distrito de Lisboa, a Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e a Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa e contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das juntas de freguesia do Areeiro, Arroios e Penha de França.

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Domingo, 23 de Março de 2014
EM 1997, JORNAL “CORREIO DA MANHÔ REGISTOU A PARTICIPAÇÃO DOS TRÊS PASTORINHOS DO RANCHO DA CASA DO POVO DE FÁTIMA NA “FESTA DE PORTUGAL”

O jornal “Correio da Manhã” na sua edição de 24 de março de 1997, registou a participação no dia anterior de três pastorinhos do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima na Festa de Portugal, evento que foi organizado pela Casa do Concelho de Ponte de Lima, em Lisboa.

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A iniciativa decorreu no Pavilhão Carlos Lopes e no Parque Eduardo VII, tendo contado com a participação de perto de duas dezenas de representações folclóricas e etnográficas de todo o país.

A foto que realça a reportagem possui a seguinte legenda: “Um momento de pausa para os três pastorinhos no desfile etnográfico”.

Fonte: http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/



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Domingo, 9 de Março de 2014
REGIONALISMO E AUTONOMISMO EM PORTUGAL. RAÍZES HISTÓRICAS? – UMA REFLEXÃO DO HISTORIADOR A. H. OLIVEIRA MARQUES

“Regionalismo e Autonomismo em Portugal. Raízes históricas?” é o título de uma intervenção feita pelo historiador A. H. Oliveira Marques no Congresso do I Centenário da Autonomia dos Açores, organizado pela Universidade dos Açores e promovido pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores, entretanto publicado pelo Jornal de Cultura.

Nesta intervenção, o historiador abordou aspetos históricos e de identidade insular das regiões autónomas dos Açores e da Madeira comparativamente aos diversos nacionalismos existentes em diversos estados europeus, mormente em Espanha, frança, Alemanha e Itália, acabando por salientar o papel histórico dos concelhos como base da nossa tradição autonómica e descentralizadora.

Segundo A. H. Oliveira Marques, “o único vestígio de descentralização autónoma tem de, em Portugal, ser buscado na realidade concelhia. Só o concelho pode arrogar-se de uma tradição histórica que, em alguns casos, como vimos, é anterior à própria nacionalidade. Só o concelho pode orgulhar-se da manutenção constante, ao longo dos séculos, de órgãos electivos e representativos das populações locais. Só nele deve ser buscado um princípio de autonomia e de regionalização incontestáveis”.

António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques de seu nome completo foi um dos mais destacados historiadores dos nossos tempos, com vasta obra publicada de que se salientam os seus estudos sobre a Idade Média, a Primeira República, o Estado Novo e a Maçonaria.



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Quinta-feira, 6 de Junho de 2013
JORNAL SÉNIOR: CASAS REGIONAIS JÁ NÃO SÃO O QUE ERAM (V)

Texto: Filipa Faustino Arenga

Jornal Sénior, nº. 2, de 23 de Maio de 2013

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EMBAIXADAS REGIONAIS

Nem tudo é negro neste cenário. Algumas casas continuam a funcionar, algumas conseguiram integrar corpos dirigentes mais jovens e outras té foram fundadas nos últimos anos. Mas, qual é o seu papel, actualmente? Talvez agir mais como as pequenas embaixadas e centros de interesses. “Nas circunstâncias actuais, as casas regionais podem contribuir para a promoção dos interesses regionais e, nalguns casos, para a implementação de melhoramentos locais considerados de interesse para as respectivas populações”, defende Carlos Gomes. Por outro lado, o investigador acredita que “sem abdicar da sua natureza popular, as casas regionais deveriam transformar-se em associações prestadoras de serviços, combinando o amadorismo que sempre as caracterizou com um certo grau de profissionalismo que os tempos modernos requerem. Darei, como exemplo, as casas regionais francesas estabelecidas em paris, mormente a Maison d’Alsace, funcionando exclusivamente como empresas nas quais se consorciam diversas entidades das respectivas regiões para a promoção dos seus negócios”. Na cidade de Lisboa, analisa ainda, as associações podem “tirar partido da sua localização privilegiada que é simultaneamente porta de entrada de numerosos visitantes estrangeiros. As casas regionais poderiam prestar um valioso serviço às suas regiões, concentrando um conjunto de funções que as tornariam autênticas delegações dos interesses locais e regionais”.



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JORNAL SÉNIOR: CASAS REGIONAIS JÁ NÃO SÃO O QUE ERAM (IV)

Texto: Filipa Faustino Arenga

Jornal Sénior, nº. 2, de 23 de Maio de 2013

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PASSADO OU PRESENTE?

Para além de se ter perdido uma parte dos polos de socialização, a diluição das actividades das associações regionalistas coloca ainda uma questão ligada à preservação e transmissão activa das tradições, da memória colectiva, dos valores, da linguagem, das festividades, em suma, das manifestações de identidade regionais, nomeadamente junto de gerações mais novas, que não tiveram oportunidade de viver estas tradições in loco. Mas fará sentido falar da pertinência deste aspecto numa altura em que as identidades regionais e nacionais parecem desvanecer-se nas tendências globais? Carlos Gomes não tem dúvidas: “Precisamente num tempo em que a globalização e a construção de um espaço político ao nível europeu podem representar um risco de perda de identidade dos povos e, consequentemente, da sua liberdade, todas as formas de manter viva a sua cultura adquirem uma maior importância e actualidade. A construção de comunidades políticas e económicas supranacionais não pode, em circunstância alguma, representar a massificação de costumes através de uma “lavagem ao cérebro” dos povos de maneira a fazê-los esquecer as suas origens e identidade, a renegarem o seu passado e abdicarem da sua língua materna. As escolhas dos cidadãos apenas serão verdadeiramente livres se tiverem consciência das mesmas em função dos seus próprios interesses”.

José Travaços dos Santos, historiador e vencedor, em 2012, do reputado prémio internacional “Oscar do Folclore”, atribuído pela União Internacional de Associações de Folclore a personalidades que se destacam no estudo e divulgação etnográfica, também se assume nesta defesa. “Numa altura em que estamos a assistir ao diluir dos traços identitários dos povos, nomeadamente na Europa, é essencial preservar o conhecimento acerca destes mesmos elementos distintivos, como a língua, o folclore, a etnografia. O conjunto das identidades regionais forma, sem dúvida, a nossa identidade nacional”. O historiador batalhense, com mais de sessenta anos dedicados à etnografia e etnologia, é realista. “Não se trata de defender que as pessoas andem vestidas com os trajos tradicionais mas conhecer as origens desses aspectos etnográficos, que em muitas vezes são subtis. Haverá uma parte destas tradições que pertencem ao foro museológico, mas há outras diferenças regionais utilizáveis ainda hoje, como é o caso da cozinha regional. Até mesmo os grupos folclóricos, quando as crianças ouvem as actuações, começam invariavelmente a dançar também. Há qualquer coisa que mexe com elas”.

Mas os tempos parecem não estar para isso: “temos uma classe de políticos que só pensa nos lucros materiais e que não pensa no Povo, nas suas necessidades e na sua identidade”. A Câmara Municipal de Lisboa chegou a ter, sob a presidência de Carmona Rodrigues, um gabinete de apoio ao associativismo regional, mas este foi extinto com a actual administração.

Perante o declínio do associativismo regionalista, chegou a ser criado, em 2000, o Conselho Nacional das Casas Regionais, que pretendia justamente posicionar esta forma de participação cívica enquanto vector e factor de promoção da identidade nacional.

Pode ler-se na sua declaração de missão, relembrada no Almanaque Alentejano de 2012: “Promover a defesa dos valores, da cultura e da diferenciação que identificam cada uma das regiões do País, como forma de afirmação da identidade nacional; proporcionar um espaço de reflexão e debate sobre temas que suscitem o desenvolvimento e o crescimento das regiões; incentivar as relações de intercâmbio e troca de experiências entre as casas regionais; promover e dinamizar iniciativas conjuntas em ordem á preservação e valorização de bens e valores culturais com o reforço da identidade própria de cada região dentro de um todo nacional; suscitar junto das entidades públicas questões abrangentes para a resolução de problemas regionais”. Ao que pudemos apurar, no entanto, as realizações do projecto, aparentemente inactivo neste momento, foram poucas e de pequeno impacto.

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publicado por Carlos Gomes às 12:00
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JORNAL SÉNIOR: CASAS REGIONAIS JÁ NÃO SÃO O QUE ERAM (III)

Texto: Filipa Faustino Arenga

Jornal Sénior, nº. 2, de 23 de Maio de 2013

senior

DECLÍNIO

Depois de um período de grande actividade, muitas das casas entraram em letargia. As razões são várias: o menor fluxo migratório para as cidades e o recurso das pessoas a outras formas de socialização e integração social, envelhecimento da massa associativa e dos dirigentes, a falta de interesse ou disponibilidade dos mais jovens para assumir as rédeas das associações, a sua rara existência e divulgação das suas actividades na internet, a crescente escassez de apoios estatais e autárquicos, a desactualização das suas actividade e objectivos face às mudanças sociais em seu torno, os projectos falahados de novas sedes, em que pudessem desenvolver os seus programas, entre outras. Hoje em dia, muitas destas casas limitam as suas actividades a convívios esporádicos e algumas sobrevivem graças a terem um restaurante típico, pese embora o esforço voluntário da maioria dos dirigentes. O pendor sociocultural de outrora, representando as suas regiões, diluiu-se, em muitos dos casos. “É notória a dificuldade que sentem em encontrar respostas para as exigências dos tempos actuais, adaptando a sua forma de actuação. Daí resulta uma certa incapacidade de envolver as gerações de descendentes que já nasceram longe da região de origem dois seus pais e fazê-las interessarem-se pelas temáticas do regionalismo. Finalmente, o apego aos cargos directivos por parte de alguns responsáveis impede a renovação dos dirigentes e, consequentemente, das mentalidades”, analisa Carlos Gomes.

Só no concelho de Lisboa, estima-se que existam cerca de 60 casas regionais, de comarca, concelho e província. Destas, apenas algumas mantêm as portas abertas e outras “arrastam a sua inactividade por períodos bastante prolongados, aabrindo as portas para um encontro à volta de um baralho de cartas de jogar ou, ocasionalmente, um almoço de convívio, mas negando sempre o seu estado de agonia”.

A extinção formal não é comum: aliás, a única que o fez nos últimos anos foi a Casa de Ourém, em 2010. Antes desta, só “a da Casa de Ovar, na década de sessenta e, nos anos oitenta, a Casa da Comarca de Oliveira de Azeméis”. Aquando da sua extinção, a Casa de Ourém entregou o seu espólio ao Museu Municipal de Ourém, onde se encontrou recentemente exposto ao público na exposição “Da Casa de Ourém ao Km110”.

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publicado por Carlos Gomes às 11:00
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JORNAL SÉNIOR: CASAS REGIONAIS JÁ NÃO SÃO O QUE ERAM (II)

Texto: Filipa Faustino Arenga

Jornal Sénior, nº. 2, de 23 de Maio de 2013

senior

TRANSMISSÃO DE CULTURA

Para além do seu papel junto dos migrantes, as associações regionalistas deram ás segundas gerações, já nascidas em ambiente urbano e muito diferente das terras e culturas dos pais, a possibilidade de conhecerem de perto estas tradições e valores longínquos – geográfica, histórica e socialmente. Não era invulgar um jovem de um qualquer subúrbio de Lisboa pertencer a um rancho folclórico minhoto, por exemplo, por afinidade familiar à região.

O auge deste associativismo deu-se nos anos oitenta e noventa do século passado, uma altura “em que assistimos ao aparecimento de um número apreciável de casas regionais de âmbito concelhio”, acrescenta o investigador, também co-fundador da Casa do Concelho de Ponte de Lima. “Foi um período marcado por uma certa dinamização que se traduziu simultaneamente na formação de vários agrupamentos folclóricos e de música tradicional no seio dessas associações e também fora delas devido a um certo efeito de contágio”. Nem todas vingaram, no entanto “algumas das que então procuraram dar os primeiros passados ficaram pelo caminho ou sucumbiram à nascença, como foi o caso de Montalegre, Caminha, Terras de Bouro e Ponte da Barca”.



publicado por Carlos Gomes às 10:00
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JORNAL SÉNIOR: CASAS REGIONAIS JÁ NÃO SÃO O QUE ERAM (I)

ASSOCIATIVISMO REGIONALISTA A BRAÇOS COM NOVOS DESAFIOS

As Casas Regionais, que servem de porto de abrigo e polo sociocultural aos migrantes rurais do século XX, enfrentam os desafios dos novos tempos e muitas delas definham-se. São vários os factores que propiciam este declínio, mas o associativismo regionalista tem um papel importante na preservação activa dos valores e tradições regionais. Num mundo globalizado – e num país europeizado – é uma questão de identidade nacional.

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Texto: Filipa Faustino Arenga

Jornal Sénior, nº. 2, de 23 de Maio de 2013

O fluxo migratório do campo para as cidades, que decorreu ao longo do século XX em Portugal, fez com que as associações de índole regional ganhassem um espaço social e cultural cimeiro na vida dos milhões de pessoas desenraizadas, saudosas das suas terras de afecto, das suas tradições, dos seus contextos geográficos e humanos… As chamadas casas regionais – Casa do Alentejo, do Algarve, do Minho, de Paredes de Coura, de Tomar, entre muitas outras – foram durante anos polos socioculturais, em especial na região da Grande Lisboa, o principal destino dos migrantes. Foram essenciais enquanto centros de apoio no processo de adaptação e ofereceram aos associados uma noção de identidade partilhada, de vivência comum e aproximação cultural aos seus valores originais. Poder falar a mesma linguagem, celebrar as mesmas efemérides e tradições, saborear a comida tradicional e assistir a manifestações culturais e etnográficas específicas de cada região tornavam estas associações em pequenos recantos de conforto e de companhia.

Carlos Gomes, jornalista e investigador do tema do associativismo regionalista, conta que “a importância das casas regionais, inicialmente designadas por “grémios regionalistas”, residia no facto de as mesmas contribuírem para a preservação da identidade cultural e da coesão social das gentes que um dia foram obrigadas a abandonar as suas regiões de origem. O empobrecimento das zonas rurais a par do desenvolvimento industrial dos principais centros urbanos a partir de neados do se´culo XIX causou um êxodo populacional que ameaçou o seu próprio desenraizamento cultural”.

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publicado por Carlos Gomes às 09:00
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Quinta-feira, 23 de Maio de 2013
JORNAL SENIOR ANALISA SITUAÇÃO DAS CASAS REGIONAIS E FAZ ALUSÃO Á CASA DE OURÉM

Já está nas bancas o segundo número do “Jornal Sénior”, quinzenário dirigido por Mário Zambujal. Com excelente grafismo e uma informação diversificada que, pese embora seja particularmente dirigido a um público mais idoso, apresenta temáticas que vão ao encontro dos interesses das mais diversas faixas etárias da sociedade, o “Jornal Sénior” apresenta na atual edição um interessante trabalho de duas páginas da autoria da jornalista Filipa Faustino Arenga acerca das casas regionais em Lisboa.

senior

Sob o título “Associativismo regionalista a braços com novos desafios” e o antetítulo “Casas Regionais já não são o que eram”, a jornalista traça o diagnóstico das casas regionais, faz uma retrospetiva histórica e analisa os novos desafios que a sociedade moderna lhes coloca. Neste trabalho fazem-se referências nomeadamente à extinção da Casa de Ourém e à exposição realizada pelo Museu Municipal de Ourém, contando com depoimentos prestados pelos historiadores Carlos Gomes e José Travaços dos Santos. Trata-se, com efeito, de uma leitura a não perder, sobretudo por parte de quantos de alguma forma se encontram ligados ao associativismo regionalista.



publicado por Carlos Gomes às 13:27
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Segunda-feira, 11 de Março de 2013
OURÉM E O SEU REGIONALISMO EM LISBOA

O crescimento industrial e o desenvolvimento dos transportes e vias de comunicação no nosso país verificado a partir da segunda metade do século XIX estiveram na origem de grandes fluxos migratórios das regiões do interior para os grandes centros urbanos, mormente para a cidade de Lisboa. Entre as mais variadas gentes provenientes de todo o país que partiram à procura de melhores condições de vida contam-se os naturais do concelho de Ourém que, um tanto à semelhança dos seus vizinhos de Tomar, Alvaiázere e Ferreira do Zêzere ocuparam-se preferencialmente na construção civil.

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Esta enorme vaga migratória deu origem ao aparecimento de um associativismo vulgarmente conhecido como “casas regionais”, designação imposta pelo Estado Novo aos até então denominados grémios regionalistas. Contam-se, entre elas a Casa de Ourém, a Casa do Concelho de Tomar, a Casa do Concelho de Alvaiázere, a Casa do Concelho de Ferreira do Zêzere, a Casa da Comarca da Sertã, Casa do Concelho de Figueiró dos Vinhos e a Casa do Concelho de Castanheira de Pera, apenas para referir as geograficamente mais próximas. Todas estas associações existem atualmente e mantêm a sua atividade à exceção da Casa de Ourém recentemente extinta.

A ocupação do espaço urbano pelo comércio e serviços tem levado a um acentuado decréscimo da população residente em Lisboa e, sobretudo a partir dos finais dos anos sessenta, ao aparecimento de novos bairros dormitórios nos seus arredores, os quais vão progressivamente adquirindo vida própria. E, como não podia deixar de se verificar, também os oureenses participaram na construção dos novos bairros onde aliás, muitos se fixaram, como sucede em Massamá, no concelho de Sintra.

Ao mesmo tempo que os oureenses acompanharam a deslocação para a periferia e à medida que se fixaram e constituíram família, os oureenses deram origem a novas gerações de descendentes entretanto nascidas em Lisboa e nos arredores mas cujas raízes permanecem na nossa região.

Não obstante a melhoria das vias de comunicação que permite uma mais fácil deslocação a Ourém, calculam-se ainda em largas centenas, porventura milhares, os naturais do concelho de Ourém e seus descendentes a viver na região de Lisboa. Trata-se de um capital humano que, devidamente aproveitado, poderia constituir uma mais-valia para a divulgação das potencialidades da nossa região precisamente na capital do país, principal porta de entrada de milhares de pessoas que visitam o nosso país e onde se encontram sediados os organismos públicos e os principais órgãos de comunicação social.

À semelhança dos demais concelhos vizinhos de Tomar e Alvaiázere, também Ourém continua a reunir as condições objetivas para constituir em Lisboa uma verdadeira representação regionalista, aproximando as suas gentes que ali vivem e trabalham. Qual Fénix das cinzas renascida, também Ourém poderá voltar a ter de novo a sua “casa regional”. O sucesso do associativismo regionalista não é determinado pelos quilómetros que distanciam Ourém da grande cidade mas da orientação esclarecida dos seus dirigentes!

Carlos Gomes

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A imagem mostra a sede da Casa do Concelho de Tomar, em Lisboa

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À entrada da Casa do Concelho de Tomar, uma homenagem às suas gentes

ACRL-1DEZ2012

A Casa do Concelho de Tomar promove os seus produtos em Lisboa

Edifício Ourém

Edifício Ourém, no concelho de Sintra, um testemunho da presença da comunidade oureense

azulejos edifício Ourem

O "Edifício Ourém", em Massamá, exibe na fachada três paineis de azulejos mostrando o castelo de Ourém



publicado por Carlos Gomes às 07:23
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012
EXPOSIÇÕES SOBRE CASA DE OURÉM E VILA NOVA DE OURÉM PATENTES NO MUSEU MUNICIPAL

Exposições:

Exposição de Longa Duração: OURÉM’ AFEIÇÕES ׀ VILLA NOVA DE OURÉM 1900

A casa do Administrador é uma infraestrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal.

Exposição temporária: “DA CASA DE OURÉM AO KM 110

Convida a revisitar ambientes, espaços e episódios de encontro e de partilhas entre oureenses residentes em Lisboa.

A exposição decorre da doação do acervo da Casa de Ourém ao Município, no qual encontramos cartões de sócios, fotografias, recortes de imprensa, troféus, mobiliário e até jogos, que ajudam a contar cerca de 7 décadas de história desta CASA de afetos.

De terça-feira a domingo dos 9h30-12h30 e das 14h00-18h00, encerra à segunda-feira.



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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
OURÉM SERVE O FADO À MESA!



publicado por Carlos Gomes às 11:17
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Domingo, 7 de Outubro de 2012
CASA DE OURÉM E VILA NOVA DE OURÉM SÃO TEMAS DAS EXPOSIÇÕES PATENTES NO MUSEU MUNICIPAL

Exposições:

Exposição de Longa Duração: OURÉM’ AFEIÇÕES ׀ VILLA NOVA DE OURÉM 1900

A casa do Administrador é uma infraestrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal.

Exposição temporária: “DA CASA DE OURÉM AO KM 110

Convida a revisitar ambientes, espaços e episódios de encontro e de partilhas entre oureenses residentes em Lisboa.

A exposição decorre da doação do acervo da Casa de Ourém ao Município, no qual encontramos cartões de sócios, fotografias, recortes de imprensa, troféus, mobiliário e até jogos, que ajudam a contar cerca de 7 décadas de história desta CASA de afetos.

De terça-feira a domingo dos 9h30-12h30 e das 14h00-18h00, encerra à segunda-feira.



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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM MANTÉM EXPOSIÇÕES

Exposições:

Exposição de Longa Duração: OURÉM’ AFEIÇÕES ׀ VILLA NOVA DE OURÉM 1900

A casa do Administrador é uma infraestrutura permanente, vocacionada para o estudo e a difusão da representação da identidade cultural e dos patrimónios de Ourém.

O Museu Municipal de Ourém (MMO) é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial, apta a coordenar o funcionamento das várias unidades com tutela municipal.

Exposição temporária: “DA CASA DE OURÉM AO KM 110

Convida a revisitar ambientes, espaços e episódios de encontro e de partilhas entre oureenses residentes em Lisboa.

A exposição decorre da doação do acervo da Casa de Ourém ao Município, no qual encontramos cartões de sócios, fotografias, recortes de imprensa, troféus, mobiliário e até jogos, que ajudam a contar cerca de 7 décadas de história desta CASA de afetos.

De terça-feira a domingo dos 9h30-12h30 e das 14h00-18h00, encerra à segunda-feira.



publicado por Carlos Gomes às 00:54
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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012
OURÉM PRESTA TRIBUTO AO FADO



publicado por Carlos Gomes às 00:17
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